Trump promete revogar status comercial da China e criar leis tarifárias se eleito

Foto: Instagram/@realdonaldtrump O ex-presidente dos Estados Unidos e candidato republicano Donald Trump disse nesta segunda-feira (19) que, em seu próximo mandato, planeja revogar o status comercial da China e introduzir uma lei de comércio recíproco. As informações são da agência de notícias Sputnik. “No meu próximo mandato, vou revogar o status de nação mais favorecida da China”, disse Trump durante um comício. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Ele acrescentou que aprovaria a Lei de Comércio Recíproco de Trump, garantindo que os Estados Unidos imponham tarifas iguais a qualquer país ou grupo que aplique taxas de 100% ou 200% sobre produtos americanos. Nos últimos anos, os Estados Unidos têm acusado ativamente a China de abusar da designação de “país em desenvolvimento” em relação a si mesma, pois isso permite que o país asiático obtenha certas vantagens sob as regras do comércio global, apesar de já estar suficientemente avançado economicamente, segundo analistas. Pequim, por sua vez, rejeita tais acusações, afirmando que “a China é o maior país em desenvolvimento do mundo”. O post Trump promete revogar status comercial da China e criar leis tarifárias se eleito apareceu primeiro em Canal Rural.

Cotação da soja: veja como fechou o mercado hoje

Foto: Faesp O mercado brasileiro de soja registrou mais um dia de lentidão, com poucos negócios realizados, especialmente com pagamento alongado nos portos. Produtores mantiveram-se afastados, segurando seus produtos e buscando especular diante da grande disparidade entre as pontas. Veja como ficaram os preços da saca de soja hoje Em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos permaneceu em R$ 123 Na região das Missões, a cotação também se manteve em R$ 122 No Porto de Rio Grande, o preço recuou de R$ 129 para R$ 128 Em Cascavel (PR), o valor da saca se manteve em R$ 121 No Porto de Paranaguá (PR), houve uma leve alta de R$ 127 para R$ 128 Em Rondonópolis (MT), a saca ficou estável em R$ 121 Em Dourados (MS), o preço também permaneceu inalterado em R$ 116 Em Rio Verde (GO), houve um aumento de R$ 118 para R$ 120 Chicago Os contratos futuros de soja na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam esta segunda-feira (19) em alta, após atingirem o menor patamar em quatro anos na semana anterior. O mercado começou a semana com uma recuperação técnica, em meio a um movimento de cobertura de posições vendidas. Os agentes estão se posicionando frente ao início da crop tour da Pro Farmer, com atenção voltada para a confirmação das estimativas de rendimentos para a safra americana. A previsão de clima seco na região central do cinturão produtor também ajudou na recuperação das cotações. As inspeções de exportação de soja dos Estados Unidos atingiram 398.233 toneladas na semana encerrada em 15 de agosto, segundo o USDA, acima das 349.636 toneladas da semana anterior. Os contratos da soja em grão para entrega em setembro fecharam com alta de 17,50 centavos de dólar, a US$ 9,56 1/4 por bushel, enquanto a posição novembro subiu 19 centavos, fechando a US$ 9,76 por bushel. Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou em alta de US$ 8,40, a US$ 310,50 por tonelada, e o óleo de soja para dezembro subiu 0,41 centavo, a 39,08 centavos de dólar por libra. O post Cotação da soja: veja como fechou o mercado hoje apareceu primeiro em Canal Rural.

Boi gordo: semana inicia com preços estáveis, mas com viés de alta

Foto: Christiano Antonucci/Secom-MT O mercado físico do boi gordo iniciou a semana com preços estáveis, com poucos negócios realizados acima da referência média. O analista da consultoria Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias destacou que o viés de alta persiste no curto prazo, por conta da dificuldade na composição de escalas de abate para algumas indústrias, especialmente fora do estado de São Paulo. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! No território paulista, a presença significativa de animais de parceria (contratos a termo) tem oferecido uma relativa tranquilidade para os frigoríficos de médio e grande porte, resultando em uma menor pressão sobre as cotações. Cotações médias da arroba do boi gordo São Paulo: R$ 238,22 Goiás: R$ 229,50 Minas Gerais: R$ 227,24 Mato Grosso do Sul: R$ 238,59 Mato Grosso: R$ 211,93 Apesar da estabilidade, o mercado observa com cautela os próximos movimentos, com a possibilidade de novas altas nos preços à medida que as indústrias enfrentam dificuldades em manter suas escalas de abate. Atacado No mercado atacadista, os preços da carne bovina registraram altas. O quarto traseiro permaneceu cotado a R$ 17,20 por quilo, enquanto o quarto dianteiro subiu R$ 0,30, sendo precificado a R$ 13,45 por quilo. A ponta de agulha também apresentou alta, subindo R$ 0,25, e foi precificada a R$ 13,25 por quilo. Segundo Iglesias, a expectativa é de que esse movimento de alta perca força no curto prazo, especialmente com a chegada da segunda quinzena do mês, período tradicionalmente marcado por um perfil de consumo mais modesto. O post Boi gordo: semana inicia com preços estáveis, mas com viés de alta apareceu primeiro em Canal Rural.

Índice de insumos para produção de leite no RS tem 3º mês de alta, diz Farsul

Foto: Freepik O Índice de Insumos para Produção de Leite Cru do Rio Grande do Sul (ILC) subiu 1,8% em junho em relação a maio, informou, em nota, a Federação da Agricultura do Rio Grande do Sul (Farsul). Segundo a instituição, este é o terceiro mês consecutivo de alta no indicador. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Os insumos com maior avanço de preços no período foram, respectivamente, fertilizantes, energia elétrica, silagem e concentrado. Soja e milho “A soja e o milho se valorizaram no trimestre graças ao câmbio valorizado desde abril”, cita em nota a Farsul. “Já os fertilizantes subiram 3,5% no período, também puxado pela valorização do câmbio e pela alta do petróleo.” A Farsul comenta ainda que, no acumulado do ano, até junho, o ILC segue negativo, em -5,29%. É um comportamento que continua seguindo a tendência apresentada no Índice dos Preços Recebidos pelos Produtores Rurais (IIPR) do período, que também é calculado pela Farsul. “O IIPR apresenta uma queda de 8,73% no acumulado do ano”, diz. Ainda conforme a entidade, a tendência de avanço da inflação no ILC “demonstra correlação com a leitura em 12 meses de outro indicador de inflação na cesta de commodities, o IPA-DI, medido pela FGV”, comenta. “No acumulado em 12 meses, o IPA-DI apresentou inflação de 2,5% na sua leitura de junho, uma mudança significativa comparada com a leitura do mês anterior de -0,23%.” Já para julho, a expectativa da Assessoria Econômica da Farsul é a de que haja uma retração do preço da soja e do milho, o que pode por um fim à série inflacionária dos últimos meses. A valorização do barril de petróleo e do dólar, entretanto, podem impedir que isso aconteça, avalia. O post Índice de insumos para produção de leite no RS tem 3º mês de alta, diz Farsul apareceu primeiro em Canal Rural.

Rogério Venâncio, de Mato Grosso, é o campeão da PBR Brazil

Hussein Gemha Jr., presidente de Os Independentes (esq.), o campeão Rogério Venâncio (centro) e o tricampeão mundial de montaria em touros e presidente da PBR no Brasil, Adriano Moraes (dir.) | Foto: André Monteiro/divulgação Após quatro rounds de disputas de montarias em touros, realizados na arena da Festa do Peão de Barretos, entre os dias 15 a 18 de agosto, somados ao desempenho de outras 33 etapas, o competidor Rogério Venâncio, de 23 anos, de Paranaita (MT), é o vencedor do Campeonato Brasileiro da PBR Brazil (Professional Bull Riders), superando o líder Carlos André de Oliveira, que liderava o ranking até a final. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! O campeão somou 721 pontos. Já o segundo colocado, Anderson de Oliveira, de Novo Mundo (MS) conquistou 704 pontos e o terceiro, Carlos André de Oliveira, de Ipameri (GO), somou 691,5 pontos. “O coração fica muito grato porque dentro de pouco tempo eu consegui deixar meu nome gravado e fazer uma história em Barretos. Não é fácil chegar aqui e montar bem, é uma pressão muito grande. Tentei até o último minuto, mas graças a Deus consegui o título nacional”, afirmou o vencedor Venâncio. O campeão nacional faturou uma caminhonete Mitsubischi L 200 Triton, um prêmio de R$ 100 mil de bônus da Ecopower, uma fivela e vaga para o Challenger Series que acontece em outubro, em Las Vegas, no Estados Unidos. Venâncio, que venceu recentemente em Americana, também ganhou o título de estreante da temporada. Etapa Barretos O campeão da etapa Barretos da PBR Brazil foi o competidor Vitor Manoel Dias, de 24 anos, da cidade de Sales (SP). Na classificação final dos quatros rounds e na final, ele somou 346,5 pontos. “Foi um título que não esperava, os colegas chegaram falando que tinha sido o campeão e fiquei sem reação, porque é o sonho de qualquer um. Os meus pais são a minha base e eles sempre falam que eu tenho que realizar o meu sonho e que tenho que focar nisso”, disse o campeão da etapa. O vice-campeão da etapa Barretos foi Rogério Venâncio (Paranaita/MT), ao obter 345,5 pontos. O terceiro colocado foi Anderson de Oliveira, com 341,5 pontos. Touro premiado Durante a premiação da PBR Brazil, o touro Mandraque foi eleito o melhor da etapa com 45,37 pontos em média e, também, o touro do ano. O tropeiro Wilsinho Salaroli levou uma bonificação de R$ 50 mil. O post Rogério Venâncio, de Mato Grosso, é o campeão da PBR Brazil apareceu primeiro em Canal Rural.

Importação chinesa de milho recua 34,9% em julho, aponta Gacc

Foto: Pedro Silvestre/Canal Rural Mato Grosso As importações chinesas de milho somaram 1,09 milhão toneladas em julho de 2024, avanço de 18,5% ante junho e 34,9% abaixo de julho do ano passado, de acordo com dados divulgados pelo Departamento de Alfândegas da China (Gacc, na sigla em inglês). Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Em termos de valores, as importações de milho no período totalizaram US$ 190,88 milhões no mês passado. Nos sete primeiros meses do ano, a China importou 12,13 milhões de toneladas do cereal, recuo de 11,5% na comparação anual. Compras de trigo e soja pela China As compras da China de trigo alcançaram 800 mil toneladas em julho, volume 32,8% inferior ao registrado em junho, mas 12,9% acima do volume de julho de 2023. O valor do mês corresponde a US$ 178,092 milhões. Nos primeiros sete meses do ano, as importações somaram 10,08 milhões de toneladas, alta de 15,6% ante igual período do ano passado. Segundo o Gacc, a China importou 9,85 milhões de toneladas de soja no sétimo mês do ano, baixa de 11,34% em relação ao mês anterior e de 2,1% a mais ante o volume de julho de 2023. No total, as importações de soja no período totalizaram US$ 3,45 bilhões no mês passado. No acumulado do ano, até julho, as importações somaram 58,33 milhões de toneladas, baixa de 1,5% em comparação com o volume do ano anterior. Em relação ao derivado da oleaginosa, os chineses importaram 20 mil toneladas de óleo de soja em julho, ante 30 mil toneladas no mês passado, segundo o Gacc. Contudo, o volume é 35,4% menor que o registrado em julho de 2023. Em termos de valores, no mês, as importações somaram US$ 11,284 milhões. Entre janeiro e julho, as importações somaram 170 mil toneladas, baixa de 3,5% ante igual período de 2023. Outros produtos A China importou 200 mil toneladas de algodão em julho, alta de 25% ante o mês anterior e de 80,8% diante de julho de 2023. No acumulado do ano até julho, o volume exportado foi de 2 milhões de toneladas, avanço de 191,7% ante o ano anterior. De óleo de palma, as importações da China atingiram 350 mil toneladas em julho de 2024, volume 12,9% maior do que o importado em junho, e 17,4% abaixo de julho do ano passado. De janeiro a julho, as importações somaram 1,55 milhão de toneladas, recuo de 23,9% ante um ano atrás. De lácteos, 230 mil toneladas foram importadas pela China no sétimo mês do ano, 9,52% acima do volume do mês anterior e 6,4% menor que o registrado em julho do ano anterior. No acumulado de 2024, até então, as importações foram de 1,53 milhão de toneladas, queda de 14,4% na comparação anual. As importações chinesas de açúcar somaram 420 mil toneladas em julho, ante 30 mil toneladas em junho, e 279,7% acima do registrado em julho do ano anterior. No acumulado do ano, o volume importado subiu 42,2%, para 1,72 milhão de toneladas. As compras de fertilizantes em julho foram de 850 mil toneladas, recuo de 10,5% ante junho e de 26% ante o volume de julho do ano passado. Nos sete primeiros meses do ano, as importações somaram 8,02 milhões de toneladas, avanço de 11,8% ante igual período do ano passado. As importações chinesas de carne bovina totalizaram 220 mil toneladas em julho de 2024, alta de 4,76% em comparação com junho e baixa de 27% ante julho do ano anterior. No acumulado do ano, até o sétimo mês, foram reportadas compras de 1,65 milhão de toneladas, aumento de 8,5% em relação a 2023. De carne suína, os chineses importaram 90 mil toneladas no sétimo mês do ano, mesmo volume de junho, mas 27% abaixo do registrado em julho do ano passado. Entre janeiro e julho, as importações tiveram queda de 43,2%, para 600 mil toneladas. O post Importação chinesa de milho recua 34,9% em julho, aponta Gacc apareceu primeiro em Canal Rural.

Bolívia zera tarifa para importação de trigo e farinha

Foto: Embrapa O Ministério de Desenvolvimento Produtivo e Economia Plural da Bolívia emitiu um decreto que reduz a zero a tarifa para importação de trigo e farinha de trigo. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! A medida, tomada em meio a conflitos políticos, visa reduzir os custos de importação para moinhos e outros agentes importadores, garantindo insumos para a fabricação de pão. O vice-ministro de Comércio e Logística Interna, Grover Lacoa, confirmou que o país importará 80 mil toneladas de farinha em 2024 para assegurar o abastecimento do setor panificador e alimentício. O post Bolívia zera tarifa para importação de trigo e farinha apareceu primeiro em Canal Rural.

Trading britânica reduz previsão de superávit global de açúcar

Foto: Freepik A trading britânica Czarnikow estimou que o superávit global de açúcar será de 5,9 milhões de toneladas na temporada 2024/25 (outubro de 2024 a setembro de 2025), 2,9 milhões de toneladas abaixo da previsão apresentada em junho. O saldo menor reflete a perspectiva de impacto do clima seco sobre a produção do Centro-Sul do Brasil e da Rússia. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! A Czarnikow espera que a produção global do adoçante atinja 186 milhões de toneladas em 2024/25, uma queda de 3 milhões de toneladas em relação à estimativa anterior. Ainda assim, será o segundo maior nível de produção já registrado. O consumo global de açúcar deverá ser de 180 milhões de toneladas na temporada 2024/25, queda de 800 mil toneladas ante a estimativa anterior da Czarnikow. O superávit global previsto é de 5,9 milhões de toneladas, 2,9 milhões de toneladas a menos do que a perspectiva apresentada em julho. “A recuperação da produção de açúcar da UE e da Tailândia bem como uma possível maior produção da Índia podem resultar em um excedente global de açúcar de 5,9 milhões de toneladas”, afirma o relatório da Czarnikow, assinado por Samia Ohiduzzaman. A produção da União Europeia foi elevada em 400 mil toneladas, para 16,1 milhões de toneladas. O relatório pondera, no entanto, que o clima seco no Brasil, após um verão com baixo nível de precipitação, afetou o crescimento da cana-de-açúcar mais do que o esperado. O sul da Rússia registra temperaturas extremas, o que strofiou o crescimento da beterraba. Isso levou a Czarnikow a reduzir a estimativa de produção do país em 700 mil toneladas, para 6,1 milhões de toneladas. A trading também revisou a sua estimativa para os Estados Unidos. “Na temporada 2024/25 esperamos que os EUA produzam 8,4 milhões de toneladas de açúcar. Isso é um aumento de 200 mil toneladas em relação à temporada anterior”, afirmou. O post Trading britânica reduz previsão de superávit global de açúcar apareceu primeiro em Canal Rural.

Chuva esparsa, nevoeiro, ar seco: confira a previsão do tempo para hoje no Brasil

Foto: Agência Brasil Veja como ficam as condições do tempo em todas as regiões do país nesta segunda-feira (19) Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Sul Chove de maneira irregular no extremo sul do Rio Grande do Sul. As demais áreas da região continuam sem previsão de chuva. O ar fica bem seco no norte e nordeste do Paraná. Apesar do amanhecer com nevoeiro, o dia será marcado por sol e poucas nuvens, inclusive nas capitais. Sudeste Amanhecer com nevoeiro no litoral de São Paulo e um pouco mais de nuvem nesta segunda-feira. Ainda sob atuação de área de alta pressão, todos os estados seguem sem chuva. Tempo firme, temperaturas altas e ar seco no interior da região. Centro-Oeste A semana começa com ar seco e tempo firme. Dia de sol com poucas nuvens no céu; tempo bem aberto no leste de Mato Grosso do Sul e no sul de Goiás. Umidade ainda em atenção na maioria das áreas, com valores abaixo de 30%. Nordeste O ar seco ainda predomina no Maranhão, Piauí, Ceará, Paraíba, Pernambuco, interior do Rio Grande do Norte e centro-norte e oeste da Bahia; não há previsão de chuva nessas áreas. Na faixa litorânea, dia de sol com aumento de nuvens e condição de pancadas moderadas. Norte A semana começa com calor na região e com umidade ainda alta no Acre, Roraima, norte de Rondônia e noroeste do Pará, com pancadas mais irregulares entre a tarde e a noite. O tempo segue firme nas demais áreas, com bastante sol e temperaturas altas. O post Chuva esparsa, nevoeiro, ar seco: confira a previsão do tempo para hoje no Brasil apareceu primeiro em Canal Rural.

Boi: escalas de abates mais curtas garantem alta nos preços da arroba

Foto: Governo de Mato Grosso O mercado de boi gordo foi pautado pela continuidade do movimento de alta nos preços da arroba por todo o Brasil ao longo da última semana. Segundo o analista de Safras & Mercado Fernando Iglesias, as escalas de abates dos frigoríficos seguem apertadas, o que pode contribuir para novos aumentos nos preços, embora de forma mais comedida. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Vale lembrar que o mercado deve receber uma boa quantidade de animais confinados nos próximos meses, o que pode inviabilizar altas mais contundentes dos preços da arroba do boi gordo, trazendo maior conforto nas escalas de abates de frigoríficos de maior porte. Os preços da arroba do boi gordo na modalidade a prazo nas principais praças de comercialização do país estavam assim no dia 15 de agosto: São Paulo (SP) – R$ 235 a arroba, alta de 0,86% frente aos R$ 233 registrados na semana passada. Goiânia (GO) – R$ 230 a arroba, estável frente ao fechamento da semana anterior. Uberaba (MG) – R$ 225 a arroba, avanço de 0,9% frente aos R$ 223 da última semana. Dourados (MS) – R$ 240 a arroba, valorização de 1,69% frente aos R$ 236 da semana passada. Cuiabá (MT)) – R$ 215 a arroba, 1,42% acima dos R$ 212 registrados na semana anterior. Vilhena (RO) – R$ 191,00 a arroba, aumento de 1,60% em relação aos R$ 188,00 praticados na semana passada. Atacado Iglesias comenta que o mercado atacadista manteve preços firmes, muito embora a perspectiva seja para menores movimentos de alta nos próximos dias, uma vez que a segunda metade do mês é pautada por um menor apelo ao consumo. Os cortes do dianteiro do boi fecharam a semana cotados a R$ 13,15 o quilo, com um avanço de 1,15% frente aos R$ 13,00 praticados no final da semana passada. Já o quarto traseiro do boi seguiu cotado a R$ 17,20 por quilo. Exportações As exportações de carne bovina fresca, congelada ou refrigerada do Brasil renderam US$ 315,915 milhões em agosto (7 dias úteis), com média diária de US$ 45,084 milhões. A quantidade total exportada pelo país chegou a 71,371 mil toneladas, com média diária de 10,196 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 4.421,80. Em relação a agosto de 2023, há alta de 24,1% no valor médio diário da exportação, ganho de 26,6% na quantidade média diária exportada e desvalorização de 2% no preço médio. Os dados foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior. Uma boa notícia, conforme Iglesias, são os relatos de negociações internacionais apontando para uma elevação dos preços pagos pelas proteínas de origem animal do Brasil, confirmando uma tendência antecipada por Safras & Mercado no início do ano. O post Boi: escalas de abates mais curtas garantem alta nos preços da arroba apareceu primeiro em Canal Rural.