Mais mil litros de azeite com indícios de falsificação são recolhidos em MG

Foto: Ministério da Agricultura Nova ação da Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon) recolheu mais 1.152 litros de azeite de oliva com evidências de adulteração em dois estabelecimentos em Juiz de Fora, em Minas Gerais. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! A apreensão aconteceu na sexta-feira (23) e foi divulgada na segunda (26). A informação parte de reportagem do portal G1. A operação, que ocorre desde o dia 16 de agosto, foi solicitada pela Polícia Federal juntamente com o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa). Conforme o Procon, a fiscalização encontrou irregularidades como divergências no registro do produto e falta de informações nos rótulos dos azeites. De acordo com o órgão, os nomes dos estabelecimentos vistoriados não foram divulgados a pedido das empresas. A ação é a segunda realizada no mês na mesma cidade. Na primeira foram recolhidos mais de 1.300 litros do produto em três pontos de venda. Todo o material apreendido será encaminhado para análise do Ministério da Agricultura. Segundo o Procon, o consumidor pode denunciar supostas irregularidades pelos telefones (32) 3690-7610 e (32) 3690-7611 ou pelo WhatsApp (32) 98463-2687. O post Mais mil litros de azeite com indícios de falsificação são recolhidos em MG apareceu primeiro em Canal Rural.
Queimada em SP faz o açúcar subir na bolsa; veja como consumidor pode ser afetado

Os incêndios que atingiram os canaviais do estado de São Paulo nos últimos dias possivelmente não irão afetar o preço para o consumidor final de açúcar e etanol, dizem analistas ouvidos pela CNN. Para os analistas, o aumento será sentido principalmente por importadores. O açúcar bruto fechou, nesta segunda-feira (26), em alta de 3,5%, a US$ 0,19 por libra-peso, um pico para o mês. As queimadas levaram investidores a cobrir parte de sua grande posição vendida em futuros da commodity em Nova York. Nesta terça (27), por volta das 14h20, o preço dos contratos futuros do açúcar bruto estavam com alta de 2,36%. Os prejuízos dos incêndios somente no estado de São Paulo foi estimado em R$ 350 milhões, de acordo com avaliação da Organização de Associações de Produtores de Cana do Brasil (Orplana). Arnaldo Archer, diretor executivo da Archer Consulting, afirma que as queimadas não afetaram a demanda para o consumidor final devido ao tamanho da produção em contraponto ao consumo brasileiro de açúcar. Leia Mais SP produz mais da metade do açúcar nacional; veja o que mais é cultivado no estado Seca preocupa em relação à redução dos níveis dos reservatórios, diz diretor-geral da Aneel Entenda os possíveis impactos dos incêndios em SP para agropecuária do estado “Quando se compara o que se consome comparativamente ao que é produzido, não se trata de algo significativo para afetar o preço. O consumo interno representa em torno de 25%”, explica. “Só 7,5% dessa fração é comercializada no dia-a-dia, o que representa muito pouco para impactar o preço”. Segundo o especialista, as queimadas afetaram cerca de 0,7% da produção do centro-sul, da qual o estado de São Paulo faz parte, que comparado à produção estimada de 605 milhões de toneladas ao ano, não cria um problema de disponibilidade do produto. Possível medidas para compensar os prejuízos dos canaviais atingidos podem causar aumentos marginais e pontuais no preço do açúcar. De acordo com André Braz, economista da Fundação Getulio Vargas (FGV), esse é o motivo mais provável que levaria ao aumento do preço do açúcar. “Pode se ver um aumento não perceptível no custo final, caso haja medidas para mitigar a falta da produção das áreas afetadas. Custos de logísticas ou aumento em regiões que tiveram a oferta desviada para conter a produção queimada podem afetar o preço”, afirma Braz. A seca severa que afeta 16 estados brasileiros, considerada a pior nos últimos 44 anos, pode afetar mais o preço dos derivados da cana-de-açúcar que as queimadas. “A seca tem um impacto que pode ser 10 vezes maior que as queimadas. Uma redução de disponibilidade de açúcar na ordem de 7%, contra 0,7% dos focos de incêndio. Isso pode, no médio e longo prazo, afetar o preço tanto para o consumidor quanto ao importador”, afirma Archer. Os cinco maiores produtores de cana-de-açúcar do país estão entre os estados em período de seca severa: São Paulo, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso do Sul e Paraná. Estados do Sul e Sudeste lideram ranking de competitividade *Com Reuters Este conteúdo foi originalmente publicado em Queimada em SP faz o açúcar subir na bolsa; veja como consumidor pode ser afetado no site CNN Brasil.
Até quando o risco de queimadas seguirá elevado em São Paulo?

Foto: redes sociais Em um cenário de clima seco acima do normal, o risco de ocorrência de queimadas, como as registradas na última semana no estado de São Paulo, seguirá elevado até o início de outubro, exigindo atenção principalmente do agronegócio. O alerta parte de boletim da Climatempo. De acordo com o climatologista da empresa, Vinicius Lucyrio, os meses de agosto e setembro tradicionalmente registram o pico das queimadas por ser um período em que o solo perde a umidade e há a continuidade da seca desde o início do inverno, deixando a vegetação ainda mais seca e suscetível a incêndios. “As queimadas ocorrem geralmente ao longo de um período prolongado de seca, com pico imediatamente antes do retorno das chuvas. Neste ano, o cenário se agravou porque tivemos um verão com chuvas mais irregulares, que não garantiram uma recuperação eficaz da umidade do solo”, observa. Além disso, o outono foi o mais quente da história no estado, e muito seco, assim como o inverno, apesar das ondas de frio intensas, mas pontuais. “Tudo isso deixou o solo menos úmido e antecipou as condições de secura da vegetação, levando à ocorrência de focos precoces de incêndio, em níveis muito acima do normal.” Queimadas em São Paulo O climatologista da Climatempo destaca que no último sábado, quando se registraram inúmeros incêndios, o estado de São Paulo também se encontrava na situação denominada de pré-frontal, ou seja, o período imediatamente anterior ao avanço de uma frente fria com quadrante noroeste, que corresponde à entrada de ar quente e seco de forma mais acelerada. “Esse cenário se agravou por conta dos ventos, que levaram as queimadas a se alastrar”, acrescenta. De acordo com o secretário estadual de Agricultura e Abastecimento de São Paulo, Guilherme Piai, cerca de 5.200 propriedades agrícolas foram afetadas pelos incêndios que atingiram o estado. Cinco pessoas haviam sido presas, até a manhã desta terça-feira, como suspeitas de provocarem o crime. O maior prejuízo até o momento foi do setor sucroalcooleiro, com R$ 400 milhões. Segundo Piai, o Governo de São Paulo instalou gabinete de crise, liberou R$ 100 milhões, em condições muito favoráveis de juros e pagamento, para os produtores iniciarem a recuperação dos danos e prejuízos. O post Até quando o risco de queimadas seguirá elevado em São Paulo? apareceu primeiro em Canal Rural.
Recuperação de pastagens terá financiamento externo, revela Fávaro

Foto: Secretaria da Agricultura do Estado de São Paulo Na abertura do 11º Congresso Brasileiro de Fertilizantes, realizado nesta terça-feira (27), em São Paulo, o ministro da Agricultura e Pecuária (Mapa), Carlos Fávaro, anunciou em primeira mão que, nos próximos dias, terá início um programa de financiamento internacional para recuperação de pastagens degradadas, com juros mais favoráveis. De acordo com ele, a medida contribuirá para a revitalização de aproximadamente quatro milhões de hectares por ano, com calagem, fostato e cloreto de potássio. Fávaro lembrou que, no âmbito da meta de recuperar 40 milhões de hectares de pastagens, já haviam sido disponibilizados, no presente Plano Safra e no anterior, R$ 2 bilhões, com juros de 7% ao ano, dois de carência e 10 para amortização. “Produziremos mais nessas áreas hoje degradadas e preservaremos as florestas. Isso será importante para garantir o acesso dos nossos produtos do agro aos maiores mercados do mundo e para manter a sustentabilidade no campo”, frisou. Produção nacional de fertilizantes O ministro também anunciou que, visando contribuir para aumentar a produção nacional de fertilizantes e reduzir a dependência externa, hoje em torno de 85% do consumo interno, havia sido alterada, na segunda-feira (26), a Resolução 15 de 2018 do Conselho Nacional de Políticas Energéticas, que trata das diretrizes para comercialização e distribuição de petróleo e gás. Agora, empresas públicas do setor terão gradativamente mais volumes disponíveis para fornecer à produção de nitrogenados. Porém, o preço do milhão de partes por milhão (PPM) de gás não ultrapassará nove dólares, viabilizando a produção. Fávaro lembrou, ainda, que no Conselho Nacional de Fertilizantes e Nutrição de Plantas (Confert), esses insumos foram classificados como produto de segurança nacional, dada sua alta relevância. Observou, ainda, que o licenciamento ambiental de biofertilizantes passará a ser feito diretamente no Ministério da Agricultura e Pecuária, de modo mais rápido. “Objetivo de todas as iniciativas é dinamizar o Plano Nacional de Fertilizantes, visando ao paulatino aumento da fabricação nacional”, afirmou. Programa Calcário São Paulo O secretário estadual de Agricultura e Abastecimento, Guilherme Piai, anunciou no evento o lançamento do Programa Calcário, incluindo a implantação do Centro de Solos e Fertilizantes do Estado de São Paulo, em Campinas. “Esta instituição terá a parceria da Anda. O setor de fertilizantes é essencial para o Brasil, contribuindo para que tenhamos produtividade cada vez maior”, afirmou. Piai também anunciou que será encaminhado projeto de lei à Assembleia Legislativa para a valorização das carreiras da Secretaria da Agricultura e Abastecimento, com ênfase nos órgãos relacionados à pesquisa e desenvolvimento. “É prioritário estimular o avanço de P&D no setor rural”, ressaltou. O secretário também fez um balanço dos incêndios que atingiram o interior paulista. Foram contabilizadas até agora 5.200 propriedades agrícolas afetadas. Cinco pessoas haviam sido presas, até a manhã desta terça-feira, como suspeitas de provocarem o crime. O maior prejuízo até o momento foi do setor sucroalcooleiro, com R$ 400 milhões. Segundo Piai, o Governo de São Paulo instalou gabinete de crise, liberou R$ 100 milhões, em condições muito favoráveis de juros e pagamento, para os produtores iniciarem a recuperação dos danos e prejuízos. “Haverá, ainda, financiamento especial para os que tiveram as habitações destruídas pelo fogo”. Ao fim, Piai agradeceu o apoio que está sendo oferecido pelo Ministério da Agricultura e Pecuária. O post Recuperação de pastagens terá financiamento externo, revela Fávaro apareceu primeiro em Canal Rural.
Geada abaixa as temperaturas no Sul; confira a previsão do tempo de hoje

Foto: Mycchel Legnaghi Veja como fica o clima nesta terça-feira (27) em todas as regiões: Sul Geada prevista no sul do Paraná, meio-oeste, norte e sul de Santa Catarina, Serra e Vales do Rio Grande do Sul, e na Campanha gaúcha. Dia de sol em toda a região, mas com temperaturas baixas à tarde. Possibilidade de garoa pela manhã no leste do Rio Grande do Sul. Capitais com tempo firme e ar voltando a ficar mais seco no norte do Paraná. Sudeste Amanhecer frio, com risco de geada pontual no sul de Minas Gerais e no Vale do Paraíba, em São Paulo. Possibilidade de geada pontual em Campos do Jordão. Chuva fraca pela manhã no litoral paulista, Rio de Janeiro e Zona da Mata devido à umidade transportada pela circulação atmosférica. Dia de sol, temperaturas mais amenas em São Paulo e Rio de Janeiro, sem previsão de chuva. Tempo firme nas demais áreas. Centro-Oeste Amanhecer um pouco mais frio no sul de Mato Grosso do Sul e em cidades do sul de Mato Grosso. Com a presença do sol, as temperaturas máximas devem subir ao longo do dia. Dia de sol, céu praticamente sem nuvens e umidade do ar voltando a níveis baixos. Sem previsão de chuva em toda a região. Nordeste Frente fria alcança o litoral sul da Bahia, aumentando a quantidade de nuvens em Porto Seguro e no extremo sul baiano, com chance de pancadas de chuva a qualquer momento. Sol com chuva passageira em Salvador, Recife e Maceió. Chuva em forma de pancadas à tarde no norte e litoral do Maranhão. Tempo firme, seco e calor nas demais áreas. Norte Muitas nuvens e possibilidade de chuva a qualquer momento no noroeste do Amazonas e no oeste de Roraima. Dia abafado com sol, calor e pancadas de chuva à tarde em Manaus, Macapá e Belém. Tempo firme no Tocantins, Rondônia e no Acre. O post Geada abaixa as temperaturas no Sul; confira a previsão do tempo de hoje apareceu primeiro em Canal Rural.
Solução para as queimadas veio da integração entre os setores público e privado, diz especialista à CNN

A integração entre os setores público e privado foi fundamental para conter as queimadas que atingiram o interior do Brasil na última semana, segundo Caio Carvalho, presidente da Associação Brasileira do Agronegócio. Em entrevista ao WW, o especialista destacou a importância da cooperação na resolução do problema. Carvalho enfatizou a criação de um gabinete de crise, que reuniu esforços do governo e da iniciativa privada. “Foi a montagem de um gabinete com a palavra mágica que é integração, que é a palavra que mais falta no Brasil. Uma integração público-privada”, afirmou. Leia Mais Análise: Governos não se prepararam para queimadas São Martino e Raízen informam estimativas de impacto dos incêndios na produção de cana Saiba quais são os estados que mais registraram focos de queimadas em 2024 O setor canavieiro desempenhou um papel crucial nessa operação, disponibilizando recursos significativos para o combate aos incêndios. “O setor todo canaveiro colocou os seus 1.500 caminhões-pipa, 10 mil brigadeiros, aeronaves”, revelou Carvalho, demonstrando a magnitude da mobilização. Ação governamental e resultados positivos O governo estadual também teve participação ativa, convocando o Exército e ativando os Planos de Auxílio Mútuo (PAMs) nos municípios afetados. Essa sinergia entre as forças públicas e privadas resultou em uma resposta rápida e eficaz à crise. Carvalho observou que os resultados positivos já são visíveis: “Hoje já está tudo mais acalmado, quer dizer, por ações efetivas e integradas público-privada”. No entanto, o especialista ressaltou que ainda há uma “falta enorme de coordenação no país” em situações similares. Agronegócio e os desafios climáticos Quando questionado sobre o papel do agronegócio diante dos extremos climáticos, Carvalho reconheceu que o setor é tanto vítima quanto parte do problema. Ele destacou os eventos climáticos recentes que afetaram diferentes regiões do país: “As chuvas demasiado no sul, a seca demasiado no centro-oeste, que de alguma forma tem a ver com essa lógica de La Niña ao El Niño da questão climática global”. O presidente da associação também apontou a vulnerabilidade do agronegócio às mudanças climáticas, descrevendo-o como uma “indústria a céu aberto”. Carvalho enfatizou que o clima representa o principal risco para o setor, especialmente em um país onde o seguro rural ainda é incipiente. Os textos gerados por inteligência artificial na CNN Brasil são feitos com base nos cortes de vídeos dos jornais de sua programação. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNN. Clique aqui para saber mais. Este conteúdo foi originalmente publicado em Solução para as queimadas veio da integração entre os setores público e privado, diz especialista à CNN no site CNN Brasil.
Especialista sobre queimadas à CNN: Não para por aqui, tempo seco deve durar até novembro

As queimadas que assolaram o interior do Brasil na última semana, consumindo milhares de hectares, devem persistir até novembro, segundo alerta de especialistas. O cenário preocupante foi destacado por Caio Carvalho, presidente da Associação Brasileira do Agronegócio, em entrevista ao WW. De acordo com Carvalho, a combinação de tempo seco e ventos fortes tem sido o principal fator para a rápida disseminação do fogo. Leia Mais Análise: Governos não se prepararam para queimadas São Martino e Raízen informam estimativas de impacto dos incêndios na produção de cana Saiba quais são os estados que mais registraram focos de queimadas em 2024 “O problema é quando se faz isso, num ambiente de clima de ventos muito fortes, de uma situação que veio de seca mais geada, portanto tudo muito seco, tudo com palha”, explicou o especialista. Prejuízos bilionários e suspeitas de incêndios criminosos Os dados oficiais já apontam prejuízos na casa de um bilhão de reais devido às queimadas. Enquanto isso, as autoridades investigam a possibilidade de incêndios criminosos. A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, já se pronunciou sobre o assunto, enquanto o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), afirmou não haver relação direta entre os casos. Carvalho ressaltou que, historicamente, há casos de pessoas que, por inconformidade ou irresponsabilidade, ateiam fogo em áreas verdes. “Há muitos exemplos de outros anos, já se prendeu muita gente inconformada com alguma coisa que acaba numa irresponsabilidade total, ateando fogo”, afirmou. Medidas preventivas e monitoramento constante Diante da previsão de que as condições climáticas adversas persistam até novembro, o especialista enfatizou a importância de manter vigilância constante. “O governador e toda a estrutura que foi montada no chamado gabinete de crise devem estar absolutamente ligados para os próximos dias ou próximas semanas”, alertou Carvalho. A situação exige atenção redobrada das autoridades e da população, especialmente considerando que o período de seca deve se estender pelos próximos meses, aumentando o risco de novos incêndios e agravando os danos ambientais e econômicos já registrados. Os textos gerados por inteligência artificial na CNN Brasil são feitos com base nos cortes de vídeos dos jornais de sua programação. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNN. Clique aqui para saber mais. Este conteúdo foi originalmente publicado em Especialista sobre queimadas à CNN: Não para por aqui, tempo seco deve durar até novembro no site CNN Brasil.
Queimadas foram causadas por condições climáticas raras e despreparo, diz especialista à CNN

As recentes queimadas que assolaram o Brasil foram resultado de uma combinação incomum de condições climáticas extremas e falta de preparo dos agricultores, segundo Caio Carvalho, presidente da Associação Brasileira do Agronegócio. Em entrevista ao WW, o especialista detalhou os fatores que contribuíram para a propagação dos incêndios em larga escala. De acordo com Carvalho, o cenário propício para as queimadas foi criado por uma seca prolongada, aliada a temperaturas excepcionalmente elevadas. Leia Mais Análise: Governos não se prepararam para queimadas São Martino e Raízen informam estimativas de impacto dos incêndios na produção de cana Saiba quais são os estados que mais registraram focos de queimadas em 2024 “Havia, digamos, condições para, obviamente, aquilo poder ser um barril de pólvora”, explicou o presidente da associação. Setor canavieiro: o mais afetado O setor canavieiro, que foi o mais atingido pelas queimadas, normalmente está mais preparado para o controle de incêndios, uma vez que situações similares já ocorreram em anos anteriores. No entanto, a magnitude dos eventos recentes superou a capacidade de resposta. Carvalho destacou um momento crítico: “Às 13h30, na sexta-feira, começam a estourar focos, mais de 20 focos de cara e que vão se alastrando”. A rápida propagação, impulsionada por ventos fortíssimos, dificultou significativamente os esforços de controle. Despreparo frente a condições extremas O presidente da Associação Brasileira do Agronegócio enfatizou que a conjugação de fatores climáticos extremos com uma estrutura despreparada para lidar com problemas dessa magnitude resultou na situação calamitosa observada. “É uma conjugação, digamos assim, de uma situação climática extrema, vamos dizer assim, juntamente com uma estrutura que não estava preparada para esse tamanho de problema”, concluiu Carvalho. A análise do especialista sugere a necessidade de uma revisão nas estratégias de prevenção e combate a incêndios no setor agrícola, especialmente diante das mudanças climáticas que podem tornar eventos extremos mais frequentes no futuro. Os textos gerados por inteligência artificial na CNN Brasil são feitos com base nos cortes de vídeos dos jornais de sua programação. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNN. Clique aqui para saber mais. Este conteúdo foi originalmente publicado em Queimadas foram causadas por condições climáticas raras e despreparo, diz especialista à CNN no site CNN Brasil.
Boi: semana inicia com nova alta nos preços em meio a encurtamento nas escalas de abate

Foto: Breno Lobato/Embrapa Cerrados O mercado físico do boi gordo iniciou a semana apresentando preços mais altos. A alta foi sentida em vários estaques, mas Rondônia e São Paulo tiveram destaque. O mercado rondoniense finalmente rompeu a barreira dos R$ 200 por arroba a prazo de forma consistente, enquanto o físico paulista passa a conviver com negociações mais rotineiras acima dos R$ 240 reais. Os frigoríficos, em especial os de menor porte, ainda encontram dificuldades na composição de suas escalas de abate, o que justifica o recente comportamento. Já as indústrias que contam com animais de parceria (contratos a termo), ainda se deparam com uma posição mais confortável em suas escalas, disse o analista da Consultoria Safras & Mercado, Fernando Henrique Iglesias. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Em São Paulo, a referência média para a arroba do boi ficou em R$ 240,83, na modalidade à prazo. Em Goiás, a indicação média foi de R$ 232,68 para a arroba do boi gordo. Em Minas Gerais, a arroba teve preço médio de R$ 231,76. No Mato Grosso do Sul, a arroba foi indicada em R$ 240,55. No Mato Grosso, a arroba ficou indicada em R$ 216,01. Atacado O mercado atacadista apresentou alta em seus preços. Segundo Iglesias, há ótimo potencial para reajustes durante a primeira quinzena do mês, período pautado por maior apelo ao consumo O quarto traseiro foi precificado a R$ 17,50 por quilo, alta de R$ 0,50. O quarto dianteiro segue no patamar de R$ 13,50 por quilo. A ponta de agulha ainda é precificada a R$ 13,50 por quilo. Exportação As exportações de carne bovina fresca, congelada ou refrigerada do Brasil renderam US$ 730,315 milhões em agosto (17 dias úteis), com média diária de US$ 42,959 milhões. A quantidade total exportada pelo país chegou a 164,042 mil toneladas, com média diária de 9,649 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 4.452,0. Em relação a agosto de 2023, há alta de 18,2% no valor médio diário da exportação, ganho de 19,8% na quantidade média diária exportada e desvalorização de 1,3% no preço médio. Os dados foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex). Câmbio O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,16%, sendo negociado a R$ 5,4891 para venda e a R$ 5,4871 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,4730 e a máxima de R$ 5,5126. O post Boi: semana inicia com nova alta nos preços em meio a encurtamento nas escalas de abate apareceu primeiro em Canal Rural.
Soja: movimento é moderado no Brasil na segunda-feira; preços ficam de estáveis a mais altos

Foto: Daniel Popov/ Canal Rural O mercado brasileiro de soja teve movimento moderado nesta segunda-feira (26). Os preços ficaram de estáveis a mais altos nas principais praças de comercialização. O mercado se descolou da paridade de exportação. A necessidade de compras da soja disponível melhorou os preços ofertados. A Bolsa de Chicago subiu e o dólar teve efeito praticamente neutro. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos seguiu em R$ 126,00. Na região das Missões, a cotação permaneceu em R$ 125,00 a saca. No Porto de Rio Grande, o preço se manteve em R$ 131,00 a saca. Em Cascavel, no Paraná, a saca subiu de R$ 127,00 para R$ 128,00. No porto de Paranaguá (PR), o preço aumentou de R$ 132,00 para R$ 133,00. Em Rondonópolis (MT), a saca subiu de R$ 125,00 para R$ 127,00. Em Dourados (MS), o preço estabilizou em R$ 120,00. a saca. Já em Rio Verde (GO), a saca avançou de R$ 125,00 para R$ 125,50. Chicago Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a segunda-feira em alta. Com o mercado sobrevendido, os agentes aproveitaram a forte alta do petróleo – em meio a tensões renovadas no Oriente Médio – e a projeção de clima seco para o final do desenvolvimento das lavouras no Meio Oeste para esboçar uma recuperação técnica. As inspeções de exportação norte-americana de soja chegaram a 411.165 toneladas na semana encerrada no dia 22 de agosto, conforme relatório semanal divulgado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). Na semana anterior, as inspeções de exportação de soja haviam atingido 405.628 toneladas. A safra norte-americana de soja deverá totalizar 4,74 bilhões de bushels em 2024, com produtividade média de 54,9 bushels por acre. A previsão foi divulgada na sexta pela Pro Farmer, após a realização da sua tradicional crop tour. A estimativa de produção indicada ficou acima do projetado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) em seu mais recente relatório, de 4,589 bilhões de bushels. O USDA trabalha com rendimento de 53,2 bushels por acre. Hoje, o USDA divulgará os dados de condições das lavouras e o mercado projeta uma queda de 68% para 67% no número de lavouras entre boas e excelentes condições. Os contratos da soja em grão com entrega em novembro fecharam com alta de 7,75 centavos de dólar, ou 0,79%, a US$ 9,80 3/4 por bushel. A posição janeiro teve cotação de US$ 9,98 1/4 por bushel, com ganho de 7,50 centavos ou 0,75%. Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou com alta de US$ 3,70 ou 1,21% a US$ 308,20 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 40,75 centavos de dólar, com alta de 0,37 centavo ou 0,91%. Câmbio O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,16%, sendo negociado a R$ 5,4891 para venda e a R$ 5,4871 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,4730 e a máxima de R$ 5,5126. O post Soja: movimento é moderado no Brasil na segunda-feira; preços ficam de estáveis a mais altos apareceu primeiro em Canal Rural.