Quatro ministros confirmam presença no FIAP, em Mato Grosso

O Canal Rural promoverá o Fórum Internacional da Agropecuária (FIAP 2024) no dia 9 de setembro, no Cenarium Rural, em Cuiabá, Mato Grosso. O objetivo é destacar as principais pautas do agronegócio para o G20. O evento precede a reunião do Grupo de Trabalho G20 Agro, que ocorrerá de 10 a 13 de setembro na Chapada dos Guimarães (MT). Entre os confirmados estão o ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, e os ex-ministros Roberto Rodrigues, Blairo Maggi e Aldo Rebelo, que abordarão a evolução do agronegócio brasileiro e sua relevância para a segurança alimentar global, além do Código Florestal. Apresentar o agronegócio O fórum também contará com a presença dos governadores Helder Barbalho (Pará) e Mauro Mendes (Mato Grosso), e de pesquisadores que discutirão tecnologias agrícolas e práticas sustentáveis. “O objetivo é usar a agenda do G20 no estado para apresentar o agronegócio brasileiro às lideranças, analisando as últimas décadas de inovação, abertura de mercados e práticas sustentáveis”, explica Julio Cargnino, presidente do Canal Rural. FIAP e as conclusões do B20 O FIAP 2024 também abordará as conclusões do B20, liderado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), e apresentará recomendações do setor aos ministros. A discussão incluirá estratégias para aumentar a produção sustentável e desenvolver modelos de financiamento inovadores no comércio agrícola multilateral. Mato Grosso foi escolhido como sede para uma das reuniões técnicas e ministeriais do G20, reforçando sua importância estratégica nas discussões sobre políticas públicas e ações globais. O evento é apoiado por diversas entidades, incluindo a CNA, Famato, CNI, CropLife e outras, com patrocínios da JBS, Apex Brasil, John Deere, Senar MT, e apoio de conteúdo da CNN Brasil. A próxima Cúpula de Líderes do G20 ocorrerá em novembro, no Rio de Janeiro, reunindo 19 países membros e a União Europeia para debater desafios globais e aprovar acordos internacionais. O post Quatro ministros confirmam presença no FIAP, em Mato Grosso apareceu primeiro em Canal Rural.

Soja em foco: o que esperar do mercado nos próximos dias

Foto: Daniel Popov/ Canal Rural Em Chicago, o contrato de soja para setembro de 2024 encerrou a semana passada a U$ 9,81 o bushel, subindo. Acompanhando o ritmo, o vencimento de março de 2025 também fechou a U$ 10,30 o bushel. No mercado físico brasileiro, os movimentos tiveram predominância de alta, impulsionados pelo dólar aumentando 2,92%, para R$ 5,64. O que esperar do mercado da soja agora? Exportações norte-americanas: o ano-safra norte-americano, encerrado em 31 de agosto, registrou uma queda de mais de 15% no volume total de exportações em comparação com o ano-safra anterior, conforme dados do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). Para o ciclo de comercialização 2024/25, as vendas acumuladas de soja correspondem a 20,5% da meta projetada pelo órgão, em contraste com a média de 26,5% dos últimos cinco anos. Para alcançar a previsão do órgão, as vendas semanais precisarão atingir uma média de 740.000 toneladas. Produção x Estoque no Brasil: de acordo com a Conab, diante de um consumo crescente e uma produção menor, o Brasil deve finalizar o ano com um dos menores estoques finais dos últimos anos. A previsão é que o país exporte 92,4 milhões de toneladas e registre um consumo interno de 55,9 milhões, somando 148,3 milhões de toneladas consumidas. Isso deixaria o Brasil com pouco mais de 3 milhões de toneladas em estoque no final do ano. Esse cenário poderá trazer oportunidades para o Brasil, principalmente nos últimos meses do ano, onde poderá haver uma valorização do prêmio, caso a demanda continue aquecida. No entanto, para que isso se concretize, será necessário um escoamento limitado dos Estados Unidos, que até o momento está previsto para colher a maior safra da história. Análise gráfica: na semana anterior, o contrato de novembro de soja em Chicago registrou uma alta de quase 3%, fechando em US$ 10,00 por bushel, um nível técnico fundamental para os próximos dias. Se o preço se mantiver acima desse patamar, pode ocorrer um “respiro” após semanas de forte pressão vendedora. Os especuladores aumentaram suas posições de venda, com saldo negativo de -184,3K. A manutenção do preço acima de US$ 10,00 pode forçar a liquidação dessas posições, elevando o preço, enquanto uma queda pode retestar mínimas recentes, criando incertezas para os produtores americanos. Regiões de atenção: considerando uma tendência de alta, as regiões de US$ 10,15, US$ 10,30 e US$ 10,45 podem atuar como resistência e segurar o movimento de alta em direção aos US$ 10.80, que seria um patamar interessante para o preço voltar a testar. Por outro lado, as regiões de queda são US$ 9,72, e US$ 9,60. Caso ocorra a perda das regiões comentadas, poderemos ver o preço a caminho de um teste da região dos US$ 9.25 (região relevante tecnicamente, onde foi negociado pela última vez em agosto de 2020). O post Soja em foco: o que esperar do mercado nos próximos dias apareceu primeiro em Canal Rural.

Brasil já registrou mais de 154 mil focos de calor este ano

Foto: Marcelo Camargo/ Agência Brasil O Brasil iniciou o mês de setembro com mais 154 mil focos de calor registrados este ano, segundo o Programa Queimadas, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). O maior número de frentes de fogo está na Amazônia, que concentra 42,7% dos focos registrados no domingo (1º) e nesta segunda-feira (2). De acordo com o Inpe, como esses dados são gerados por imagens de satélite, que variam em captação de áreas entre 375 metros quadrados (m²) e 4 quilômetros quadrados (km²), cada foco pode representar uma ou várias frentes de fogo ativas. Da mesma forma, uma frente de fogo muito grande pode ser captada por mais de um satélite e representar mais de um foco de calor. Focos de calor continuam avançando Na comparação com os dados divulgados no último boletim do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), no último sábado (31), os focos de calor continuam avançando pelos biomas brasileiros, em relação ao registrado até o dia 27 de agosto, até quando já haviam sido captados pouco mais de 112 mil focos de calor no país. Embora a Amazônia seja o bioma mais atingido, por causa da extensão de seu território, o município mais afetado foi Corumbá, em Mato Grosso do Sul, onde o bioma predominante é o Pantanal e foram detectados 4.245 focos. Já o segundo município mais atingido foi Apuí, no Amazonas, onde houve 3.401 focos até o dia 27 de agosto. De acordo com o Laboratório de Aplicações de Satélites Ambientais da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Lasa-UFRJ), a área da Amazônia que já foi consumida pelo fogo em 2024 ultrapassou 5,5 milhões de hectares e o Pantanal já perdeu 2,5 milhões de hectares até esse domingo. Equipes de combate O MMA informou que atualmente atuam na Amazônia 1.468 brigadistas do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). Já no Pantanal, esses órgãos atuam com 391 profissionais, que se somam a outros 343 das Forças Armadas, 79 da Força Nacional de Segurança Pública e dez da Polícia Federal. Também estão sendo empregadas 18 aeronaves e 52 embarcações do governo federal. Na última terça-feira (27), o Supremo Tribunal Federal determinou o prazo de 15 dias para que o governo federal reforce o número de pessoas e de equipamentos no combate ao fogo no Pantanal e na Amazônia. No dia 10 de setembro, o cumprimento da medida deverá ser avaliado em audiência de conciliação que tratará de três ações de descumprimento de preceito fundamental (ADPFs) que tratam do tema. O post Brasil já registrou mais de 154 mil focos de calor este ano apareceu primeiro em Canal Rural.

Empresa responsável por vazamento em rio no Oeste da Bahia assina TAC com o MP

Foto: Jefferson Aleffe/Marca Comunicação A empresa de confinamento de bovinos, Captar Agrobusiness, com sede em Luís Eduardo Magalhães, no Oeste da Bahia, assinou um Termo de Ajuste de Conduta (TAC), com o Ministério Público da Bahia (MP-BA), por conta de um vazamento de efluentes líquidos no Rio de Pedras. De acordo com o MP-BA, o extravasamento de efluentes líquidos oriundos do confinamento bovino, aconteceu entre os dias 18 e 23 de fevereiro de 2024. À época, o incidente repercutiu nas redes sociais e chamou atenção da população da região. O MP-BA afirma que após o ocorrido, a empresa adotou diversas medidas para impedir o agravamento dos danos ambientais identificados. Também diz que a Captar procurou ressarcir os prejuízos provocados à população afetada pela alteração das características das águas do Rio Cabeceira de Pedras. Trecho do Rio de Pedras entre as cidades de Luis Eduardo Magalhães e Barreiras (BA) | Imagem: Marca Comunicação No entanto, segundo o inquérito, durante fiscalização, o Instituto de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema), identificou irregularidades no licenciamento ambiental do empreendido, quanto à licença de operação. O TAC De acordo com o TAC, a Captar deve corrigir as informações anteriormente prestadas ao Cadastro Estadual Florestal de Imóveis Rurais (CEFIR) e providenciar as alterações cabíveis quanto a licença de operação da atividade de confinamento bovino, enquadrada como Classe 6 (grande porte e alto potencial poluidor), no prazo de 90 dias. Além disso, o MP-BA determinou a reparação integral dos prejuízos causados ao meio ambiente e à população afetada. Para a recuperação integral do solo e da flora, a empresa é obrigada através de profissional habilitado, executar planos e programas de recomposição de áreas afetadas e cumprir os prazos previstos. A empresa também deve promover o ressarcimento de outros prejuízos à população de baixa renda afetada e aos proprietários de imóveis atingidos, desde que efetivamente comprovados, no prazo de 180 dias. Compensação econômica Além disso, o Termo de Ajuste de Conduta estabelece que a empresa compense economicamente o meio ambiente, pelo custeio, mediante doação de equipamentos de estruturação, da Central de Monitoramento da Qualidade da Água, vinculada à Universidade Federal do Oeste da Bahia (UFOB) no valor de R$ 98.839,48. Custeio do programa de eduação ambiental a ser desenvolvido no âmbito da Bacia Hidrográfica do Rio Grande, pelo Consórcio Intermunicipal do Oeste da Bahia (Consid), no valor de R$ 80 mil. Doação de adubo orgânico (esterco bovino) para o município de Luís Eduardo Magalhães, a ser distribuído em atividades agroecológicas e agricultura familiar. O que diz a Captar A Captar informou que em razão de fortes chuvas, o canal de drenagem da empresa foi danificado, o que levou ao vazamento de uma parte do líquido do confinamento. De acordo com a empresa, assim que o vazamento foi identificado, tomou todas as medidas necessárias para conter a situação, incluindo a reparação imediata da estrutura danificada e a realização de análises rigorosas da qualidade da água afetada. A Captar disse ainda que reafirma seu compromisso com a sustentabilidade e a transparência, e está empenhada em adotar todas as ações preventivas para evitar que situações como essa voltem a ocorrer. Sobre a situação do licenciamento ambiental, a Captar ressalta que já foi apresentado um pedido de altereação de licença e revisão de condicionantes. Etanol feito com sisal pode mudar realidade de produtores Siga o Canal Rural Bahia no Instagram! Você também pode participar deixando uma sugestão de pauta. Clique aqui e envie uma mensagem para o nosso WhatsApp O post Empresa responsável por vazamento em rio no Oeste da Bahia assina TAC com o MP apareceu primeiro em Canal Rural.

STF julga se União deve devolver Funrural sobre receita bruta cobrado nos anos 90

Foto: Pixabay O Supremo Tribunal Federal (STF) julga, nesta semana, um pedido da União para ser desobrigada a devolver valores da contribuição ao Fundo de Assistência ao Trabalhador Rural (Funrural). Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Os valores são cobrados sobre a receita bruta do empregador rural (pessoa jurídica) no período que vai de 1994 a 1998 – cujo recolhimento foi declarado inconstitucional pela Corte. O julgamento é realizado no plenário virtual e tem conclusão prevista para esta sexta-feira (6). Em dezembro de 2022, o Supremo decidiu, por 7 a 4, que a base de cálculo para o Funrural é a receita bruta decorrente da comercialização, que equivale ao conceito de faturamento. A decisão, com repercussão geral, deve ser aplicada em ao menos 644 processos na Justiça, segundo dados do Supremo. O setor produtivo defendia que a cobrança fosse vinculada à folha de salários, sob o argumento de que a receita bruta já é base de cálculo de outros tributos e não poderia ser objeto de bitributação. Impacto bilionário à União A decisão foi favorável à União, que estimava impacto de R$ 12,2 bilhões com eventual derrota. Mas, ao definir a tese do julgamento, em março do ano passado, o Supremo esclareceu que a incidência do Funrural sobre a receita bruta só é válida a partir de 1998, quando o Congresso aprovou emenda constitucional que mudou o conceito de faturamento. A Corte entendeu que, antes dessa mudança, a contribuição sobre a receita bruta não poderia ter sido cobrada. A União entrou com um recurso para evitar que contribuintes peçam a restituição de valores pagos no passado. A Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) argumentou que a contribuição sobre a receita bruta “fora instituída, recolhida e cobrada sob amparo da farta e inequívoca jurisprudência do STF acerca do conceito de faturamento”. Como estava amparada na jurisprudência da época, a União alegou que não pode ser responsabilizada pelos valores cobrados. Votos sobre o Funrural até o momento Foto: José Cruz/Agência Brasil Até o momento, há três votos (do relator, Alexandre de Moraes, e dos ministros Flávio Dino e Cármen Lúcia) para acolher o recurso da União. “A ausência de modulação dos efeitos da decisão provocaria o ajuizamento de inúmeras ações de repetição de indébito tributário por parte dos contribuintes que recolheram a contribuição cobrada pelo ente federal na certeza da higidez da norma questionada”, afirmou Moraes em seu voto. A exceção é para empregadores que já tinham ações ajuizadas na Justiça questionando a cobrança. Nesses casos, de acordo com os votos proferidos até agora, a União deverá devolver os valores. O tributarista Leonardo Briganti, sócio do escritório Briganti Advogados, ressalta que há dúvidas sobre a possibilidade de empregadores conseguirem a restituição, já que esse direito prescreve em cinco anos. “Não sei se, mesmo tendo direito, o contribuinte teria alguma forma de buscar esses valores”, disse. O post STF julga se União deve devolver Funrural sobre receita bruta cobrado nos anos 90 apareceu primeiro em Canal Rural.

Ferramenta promete detectar maturação do café com até 97% de precisão

O faturamento bruto total das lavouras de café no Brasil em 2024 deve ser de, aproximadamente, R$ 66,5 bilhões, de acordo com informações divulgadas pelo Observatório do Café. Desse total, a espécie Coffea arabica (arábica) corresponde a mais de 70%, o que representa cerca de R$ 48 bilhões da receita. Pensando nesse potencial, a empresa de soluções tecnológicas CodeBit e a agrotech AgroBee se uniram para otimizar o tempo de coleta de dados nos cafezais. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! A promessa é que uma nova ferramenta criada pelas duas (que ainda está em desenvolvimento e não foi batizada) permita ao produtor prever a produtividade das plantas antes mesmo da colheita. “Foi um desafio metodológico e tecnológico”, afirma Heitor Cunha, CEO da CodeBit. Segundo ele, durante quatro meses, um modelo de inteligência artificial (IA) que utiliza Redes Neurais Convolucionais para a detecção de objetos em imagens foi treinado pela equipe da empresa. Assim, com uma base de dados de mais de cinco mil imagens, o modelo atingiu 97% de precisão na contagem e na detecção do estado de maturação dos frutos. De acordo com Cunha, a tecnologia consegue processar mais de 20 mil imagens em menos de meio dia. Análise de grande volume de café Foto: Seaf-MT A ferramenta ainda depende de avaliação da Fapesp para que a segunda fase de desenvolvimento prossiga. Ela utiliza algoritmos de aprendizado de IA para analisar grandes volumes de informações rapidamente. “Tradicionalmente, a estimativa de produção é feita de forma empírica. Com essa automação, podemos analisar um grande volume de dados em pouco tempo e com maior precisão”, explica Diego Moure Oliveira, PhD e R&D Manager da AgroBee. Segundo ele, a solução digital vai permitir ao produtor a identificação de demandas locais da lavoura, assim como otimizar o uso de insumos, recursos hídricos e defensivos, além de reduzir emissões de gases de efeito estufa e a pegada de carbono. As empresas informam, ainda, que planejam expandir o uso da tecnologia, disponibilizando-a para smartphones, o que deve permitir o acesso de pequenos e grandes produtores. O post Ferramenta promete detectar maturação do café com até 97% de precisão apareceu primeiro em Canal Rural.

Frente fria deixa região brasileira diferente das demais; veja previsão para o início da semana

Foto: Freepik O início da primeira semana de setembro de 2024 marca a fase final do inverno. Assim, as temperaturas sobem, trazendo tempo seco e baixa umidade do ar em grande parte do Brasil, mas há exceções, como a frente fria no Sul. Veja a previsão do tempo para os próximos dias: Sul Segunda: a temperatura fica mais baixa neste começo de semana, especialmente no Rio Grande do Sul. Dia de sol e muitas nuvens no litoral e leste gaúcho. Amanhecer com chance de nevoeiro no oeste de Santa Catarina. Dia de sol, poucas nuvens, tempo firme e seco no Paraná. Terça: a passagem afastada de uma frente fria provoca um pouco de chuva no litoral sul e norte do Rio Grande do Sul, mas não há risco de temporais. As demais áreas do estado continuam sem chuva. Tempo firme em Santa Catarina e no Paraná com destaque para a baixa umidade do ar à tarde. Quarta: a temperatura vai seguir baixa na Campanha e no sul do Rio Grande do Sul. O deslocamento da frente fria deve provocar chuva forte sobre o norte e a serra gaúcha, aumentando a condição para chuva mais isolada no litoral e o sudoeste do Paraná, bem como para o estado de Santa Catarina. Sudeste Segunda: as temperaturas continuam bem elevadas na Região, com umidade do ar em alerta no interior paulista e no Triângulo e noroeste de Minas Gerais. Pode ventar um pouco entre o litoral do Rio de Janeiro e do Espírito Santo, mas não chove. Todas as capitais com tempo firme. Terça: amanhecer com chance de nevoeiro no leste de São Paulo e na Zona da Mata Mineira. O padrão de tempo se mantém em toda a Região ao longo do dia, com bastante sol, ar muito seco e valores de Umidade Relativa (UR) em alerta na maioria das áreas. Quarta: deslocamento afastado de frente fria provoca um pouco de chuva no litoral sul de São Paulo e o aumento da quantidade de nuvens na Baixada Santista. Todas as demais áreas da Região continuam sem mudanças no tempo, com sol, calor e ar seco. Centro-Oeste Segunda: ar seco e baixa umidade do ar ainda para este começo de semana na Região. O sol predomina quase sem nuvem no céu entre Goiás, Distrito Federal e o leste de Mato Grosso. Haverá um pouco mais de nuvem ao longo do dia em Cuiabá e Campo Grande, mas nada de chuva. Terça: o calorão acima de 35 °C ainda é destaque na maior parte do Centro-Oeste. Terça-feira de muito sol e umidade do ar muito baixa. O risco de novos focos de incêndio, principalmente no Pantanal, aumenta. Quarta: o padrão de tempo continua: o sol aparece quase sem nuvem no céu na maior parte da Região e não chove. O ar seco ainda é destaque, com umidade do ar em alerta na maioria dos municípios. Nordeste Segunda: a costa leste da Região ainda permanecerá com tempo mais instável, condições de chuva a qualquer momento desde Alagoas ao litoral de Pernambuco. Pancadas moderadas no leste da Bahia, litoral da Paraíba e do Rio Grande do Norte. Tempo firme, seco e calorão nas demais áreas, incluindo Fortaleza, Teresina e São Luís. Terça: dia de sol e pancadas mais rápidas e isoladas na costa leste do Nordeste. Chove fraco desde Salvador a Natal. Demais áreas com um pouco de vento, mas nada de chuva. O tempo segue firme e seco no Piauí, Maranhão e Ceará. Quarta: chove fraco desde o litoral norte da Bahia até o litoral do Rio Grande do Norte. O tempo continua firme e seco nas demais áreas da Região, com um pouco de vento nas praias do Ceará, Rio Grande do Norte e da Paraíba. Norte Segunda: a semana começa sem previsão de chuva em Rio Branco, Macapá, Palmas e Belém. No entanto, há previsão de pancadas mais irregulares entre o norte do Amazonas e o estado de Roraima. Terça: pancadas mais irregulares na faixa norte da Região e ar seco e calorão entre o Acre, sul do Amazonas, Pará e Tocantins, áreas em que a baixa umidade do ar gera alerta. Quarta: chuva forte na divisa do Amazonas com o sul de Roraima. Pouca chuva no litoral do Pará e tempo firme em Belém, Macapá, Palmas, Porto Velho e Rio Branco. O post Frente fria deixa região brasileira diferente das demais; veja previsão para o início da semana apareceu primeiro em Canal Rural.

Boi gordo: exportações e escalas apertadas puxaram preços em agosto

Foto: Lenito Abreu/Governo do Tocantins O mercado físico do boi gordo registrou preços em alta ao longo de agosto. Segundo o analista da consultoria Safras & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, três componentes deram sustentação aos preços. “A atual posição das escalas de abate, que permanecem apertadas, e principalmente o desempenho das exportações e a boa demanda doméstica”. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! As exportações ainda apresentam forte ritmo, com expectativa de estabelecer um novo recorde na atual temporada. “O Brasil é disparadamente a melhor alternativa para o fornecimento global de carne bovina”, assinalou. Com isso, os preços médios da arroba do boi gordo na modalidade a prazo nas principais praças de comercialização do país estavam assim em 28 de agosto: São Paulo: R$ 242,53 a arroba, contra R$ 230,05 em 31 de julho, alta de 5,4%. Goiás: R$ 235,32, ante R$ 224,43 (+4,85%). Minas Gerais: R$ 234,41, contra R$ 219,41 (+6,83%). Mato Grosso do Sul: R$ 242,50, ante R$ 227,14 (+6,76%). Mato Grosso: R$ 216,01, frente a R$ 209,14 (+3,2%). Exportações de carne de boi Foto: Wenderson Araujo/CNA As exportações de carne bovina fresca, congelada ou refrigerada do Brasil renderam US$ 730,315 milhões em agosto (17 dias úteis), com média diária de US$ 42,959 milhões, de acordo com a Secretaria de Comércio Exterior (Secex). A quantidade total exportada pelo país chegou a 164,042 mil toneladas, com média diária de 9,649 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 4.452,00. Em relação a agosto de 2023, há alta de 18,2% no valor médio diário da exportação, ganho de 19,8% na quantidade média diária exportada e desvalorização de 1,3% no preço médio. O post Boi gordo: exportações e escalas apertadas puxaram preços em agosto apareceu primeiro em Canal Rural.

Irrigação por gotejamento pode dobrar produção de canaviais, destacam especialistas

Foto: Divulgação Rivulis O 6º Seminário Brasileiro de Irrigação e Fertirrigação de Cana-de-Açúcar (Irrigacana), realizado nos dias 28 e 29 de agosto em Ribeirão Preto, São Paulo, reuniu mais de 600 participantes para discutir as inovações e técnicas que podem transformar a produção canavieira no Brasil. Um dos principais destaques do evento foi a irrigação por gotejamento, uma tecnologia capaz de aumentar em até 100% a produtividade da cana-de-açúcar, além de permitir até 12 safras sem a necessidade de reforma do canavial. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Leandro Lance, diretor comercial da multinacional israelense Rivulis, enfatizou durante o evento que a irrigação localizada por gotejamento representa “um novo sistema produtivo de cana de açúcar”. Ele apontou que essa tecnologia está em plena expansão, especialmente em regiões mais quentes e com solos arenosos, como o Noroeste Paulista, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Goiás, o Nordeste e o Pontal do Paranapanema, em São Paulo. O seminário apresentou dois casos de sucesso de usinas que implementaram a irrigação por gotejamento. A Da Mata Açúcar e Álcool, localizada em Valparaíso-SP, adotou essa tecnologia há sete safras em 1.250 hectares de canaviais, e devido aos resultados positivos, já planeja ampliar a área irrigada para 1.600 hectares, com metas futuras de alcançar quatro mil. Outro exemplo destacado foi de um fornecedor que irrigou 100% de sua área de 150 hectares, também obtendo ótimos resultados. Para incentivar a adoção dessa tecnologia, a Rivulis oferece um sistema de financiamento próprio. “Praticamente um aluguel do sistema, onde o produtor paga com açúcar a um preço pré-fixado, podendo quitar em até cinco anos“, explicou Lance. Além disso, a Rivulis garante suporte técnico com profissionais dedicados que acompanham o projeto por doze meses, oferecendo treinamento e monitoramento contínuo do programa de irrigação. Eran Ossmy, vice-presidente da divisão de microirrigação da Rivulis, ressaltou a importância da irrigação eficiente para a sustentabilidade da produção canavieira. “Queremos ser cada vez mais uma ferramenta para auxiliar as usinas e os canavicultores a produzir mais, proporcionando segurança para as safras e melhores resultados“, afirmou Ossmy. O evento também abordou a importância da irrigação na melhoria da pontuação das empresas no programa Renovabio, do Ministério de Minas e Energia (MME), que visa expandir a produção de biocombustíveis com previsibilidade e sustentabilidade ambiental, econômica e social. “Irrigar hoje é fundamental para agregar ainda mais sustentabilidade ao setor sucroenergético. Quando você irriga a área, aumentam os seus créditos dentro desse programa, oferecendo vantagens em relação ao cultivo de sequeiro“, destacou o executivo. O post Irrigação por gotejamento pode dobrar produção de canaviais, destacam especialistas apareceu primeiro em Canal Rural.

Indústria de proteína animal celebra recuperação em 2024, diz Ricardo Santin

Nesta semana, o programa “Canal Rural Entrevista” exibiu uma conversa exclusiva entre Antônio Pétrin e Ricardo Santin, presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). Durante a entrevista, Santin discutiu os desafios e as perspectivas da indústria de proteína animal no Brasil, destacando o crescimento na produção e exportação de carne suína, de frango e ovos, além da recuperação econômica do setor. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Santin afirmou que 2024 tem sido um ano de recuperação para o setor de proteína animal, após enfrentar anos difíceis. “É um ano de recuperação de rentabilidade para os produtores e de crescimento tanto na oferta interna quanto nas exportações“, explicou Santin. Ele destacou que os setores de aves e suínos, que sofreram perdas financeiras nos últimos anos, agora veem uma melhoria na rentabilidade e na produção. O presidente da ABPA previu recordes históricos na produção e exportação de proteínas para 2024, com 15,2 milhões de toneladas de carne de frango e 5,3 milhões de toneladas de carne suína. “Esses números indicam um cenário de crescimento e superação das dificuldades recentes. A produção de ovos também continua robusta, apesar de uma leve queda nas exportações em comparação com o ano anterior“, comentou Santin. A diversificação de mercados para a carne de frango e suína brasileira foi outro ponto discutido por Santin, que mencionou novos acordos comerciais com países como Panamá e México. “O Brasil continua a expandir sua presença global, consolidando-se como um dos maiores exportadores de frango, suínos, bovinos, ovos e tilápias do mundo“, ressaltou. Santin também abordou a importância da biosseguridade e da resposta rápida a crises sanitárias, como o recente surto de New Castle no Rio Grande do Sul. “A biosseguridade é fundamental. O caso de New Castle foi isolado e tratado com rapidez, demonstrando ao mundo o compromisso do Brasil com a segurança alimentar“, afirmou. O post Indústria de proteína animal celebra recuperação em 2024, diz Ricardo Santin apareceu primeiro em Canal Rural.