Boi: expectativas se confirmam e preços da carne sobem no atacado

Foto: Freepik O mercado físico do boi gordo voltou a apresentar preços firmes nesta terça-feira (3). O ambiente de negócios ainda sugere pela continuidade no curto prazo da alta nos preços em muitas regiões, considerando a atual posição das escalas de abate, que permanecem encurtadas. Mesmo indústrias que contam com animais de parceria (contratos a termo) em suas escalas passam a reajustar os preços da arroba do boi gordo. A demanda permanece aquecida no decorrer do semestre, com exportações bastante representativas e demanda doméstica avançando de acordo com o nível de emprego no Brasil, disse o analista da consultoria Safras & Mercado, Fernando Henrique Iglesias. Preços médios da arroba do boi Foto: Gilson Abreu/AEN São Paulo: R$ 243,45 Goiás: R$ 239,07 Minas Gerais: R$ 234,76 Mato Grosso do Sul: R$ 250,25 Mato Grosso: R$ 218,58 Mercado atacadista O mercado atacadista confirma as expectativas e apresenta alta em seus preços. Segundo Iglesias, o ambiente de negócios ainda sugere pela elevação dos preços no curto prazo, em linha com a entrada dos salários na economia, motivando a reposição entre atacado e varejo. As exportações seguem em altíssimo nível, com o Brasil caminhando para um recorde de embarques na atual temporada. O quarto traseiro foi precificado a R$ 18,40 por quilo, alta de R$ 0,40. O quarto dianteiro foi precificado a R$ 14,00, por quilo, alta de R$ 0,50. A ponta de agulha foi precificada a R$ 14,00 por quilo, alta de R$ 0,50. Câmbio O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,49%, sendo negociado a R$ 5,6433 para venda e a R$ 5,6413 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,5766 e a máxima de R$ 5,6526. O post Boi: expectativas se confirmam e preços da carne sobem no atacado apareceu primeiro em Canal Rural.
Confira os preços da soja em dia de altas de Chicago e dólar

Fechamento da soja. Foto: Daniel Popov/ Canal Rural O movimento no mercado brasileiro de soja foi considerado bom nesta terça-feira (3). Os preços, nas principais praças de comercialização do país, apresentaram alta. Em outras, houve estabilidade. A Bolsa de Chicago e o dólar contribuíram para a valorização. Os principais negócios foram registrados para a safra 2024/25 Veja os preços no Brasil Passo Fundo (RS): subiu de R$ 132 para R$ 133 Região das Missões: avançou de R$ 131 para R$ 132 Porto de Rio Grande: aumentou de R$ 139 para R$ 140 Cascavel (PR): valorizou de R$ 133 para R$ 134 Porto de Paranaguá (PR): cresceu de R$ 138 para R$ 141 Rondonópolis (MT): subiu de R$ 131 para R$ 132 Dourados (MS): foi de R$ 129 para R$ 130 Rio Verde (GO): avançou de R$ 130 para R$ 131 Soja em Chicago Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a terça-feira em alta, mas abaixo das máximas do dia. Após o feriado, o mercado retomou as operações subindo por compras de barganha e recuperação técnica. O movimento foi impulsionado por dois fatores. Há certa preocupação com o clima seco no final do desenvolvimento das lavouras norte-americanas. E os agentes começam também a demonstrar receio com a falta de chuvas para o início do plantio no Brasil. Outro ponto que ajudou na alta foi o sinal de demanda pela soja americana. O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) anunciou a venda de 132 mil toneladas do grão para a China por parte dos exportadores privados norte-americanos. Inspeções norte-americanas As inspeções de exportação norte-americana de soja chegaram a 496.860 toneladas na semana encerrada no dia 29 de agosto, conforme o USDA. Na semana anterior, as inspeções de exportação de soja haviam atingido 419.563 toneladas. Os agentes acompanham de perto os reflexos da informação de que a China estaria impondo uma investigação anti dumping sobre as importações da canola do Canadá. Para o óleo o impacto foi direto, seguindo as perdas do óleo de canola no mercado canadense. Há também o temos que esse óleo do Canadá ingresse no mercado americano, aumentando a oferta e pressionando as cotações internas. Já para o grão, os agentes avaliam que há a possibilidade de deslocamento da demanda chinesa, que deixaria de comprar no Canadá e procuraria outras origens, incluindo o grão norte-americano. A recuperação foi limitada pela queda do petróleo no mercado internacional e pela valorização do dólar frente a outras moedas. Contratos futuros da soja Os contratos da soja em grão com entrega em novembro fecharam com alta de 12,00 centavos de dólar, ou 1,2%, a US$ 10,12 por bushel. A posição janeiro teve cotação de US$ 10,29 1/2 por bushel, com ganho de 12,50 centavos ou 1,22%. Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou com alta de US$ 7,80 ou 2,49% a US$ 320,80 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 40,98 centavos de dólar, com baixa de 1,03 centavo ou 2,45%. Câmbio O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,49%, sendo negociado a R$ 5,6433 para venda e a R$ 5,6413 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,5766 e a máxima de R$ 5,6526. O post Confira os preços da soja em dia de altas de Chicago e dólar apareceu primeiro em Canal Rural.
MPF aciona justiça para contratação de brigadistas contra incêndios

Christiano Antonucci/Secom-MT O Ministério Público Federal (MPF) ingressou com uma Ação Civil Pública contra a União, pedindo a liberação urgente de verbas para a contratação de brigadistas. De acordo com o órgão, no último dia 22 de agosto foi expedida uma recomendação para a contratação de mais de 450 brigadistas e disponibilidade de aeronaves para combate aos incêndios na Região Norte. Como o MPF não teve resposta, recorreu à Justiça. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Equipamentos de combate a incêndio Na ação, o Ministério solicita de forma urgente que o Governo Federal libere a verba para contratação de 15 brigadas com 30 brigadistas temporários cada. Além disso, que garanta equipamentos de proteção individual e de combate ao fogo, aeronaves com capacidade para transportar até 12 mil litros de água em cada voo e helicópteros equipados com dispersores de água. É sugerido, inclusive, que a União requisite bombeiros militares de outros estados, como alternativa à contratação. Recursos necessários A estimativa dos recursos necessários é do Ibama em Rondônia, com quem as equipes devem atuar para controlar os incêndios da região. Segundo a entidade, atualmente ela possui apenas 205 brigadistas distribuídos em oito bases que atendem o estado e o sul do Amazonas. O Ministério Público Federal pede ainda que a União seja condenada a pagar R$ 50 milhões a título de compensação pelos danos morais coletivos. Outro pedido da Ação Civil Pública é que a Força Nacional de Segurança e o Exército Brasileiro envie homens em quantidade suficiente para garantir o patrulhamento do entorno das áreas onde ocorrem o combate às queimadas. E, ainda, que os agentes brigadistas que trabalham na área de gestão do Ibama em Rondônia, que atendem também no Acre, sul do Amazonas e Oeste do Mato Grosso, ganhem escolta. O post MPF aciona justiça para contratação de brigadistas contra incêndios apareceu primeiro em Canal Rural.
Veja as condições das lavouras de soja, milho e algodão dos EUA

Foto: Jornal da USP O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgou dados sobre as condições das lavouras norte-americanas de soja, milho e algodão. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Segundo o órgão, até 1 de setembro, a situação da oleaginosa era a seguinte: 65% entre boas e excelentes condições; 25% em situação regular; e 10% em condições entre ruins e muito ruins Na semana anterior, os índices eram de 67%, 24% e 9%, respectivamente. Lavouras de milho O USDA também divulgou dados sobre as condições das lavouras de milho até 1 desetembro: 65% entre boas e excelentes; 23% em situação regular; e 12% entre ruins e muito ruins Na semana passada, eram 65%, 22% e 13%, respectivamente. Condições do algodão Além da soja e do algodão, o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos ainda estimou a situação das plantações de algodão do país: 44% estavam entre boas e excelentes condições; 32% em situação regular; e 24% em condições entre ruins e muito ruins. Na semana passada, eram 40%, 32% e 28%, respectivamente. O post Veja as condições das lavouras de soja, milho e algodão dos EUA apareceu primeiro em Canal Rural.
Agro foi mal no PIB? Entenda o recuo do setor no 2º trimestre

O agronegócio — considerado um dos “motores” da economia brasileira nos últimos anos — teve destaque negativos no segundo trimestre de 2024, com recuo de 2,3% em comparação com os três meses anteriores, conforme números divulgados nesta terça-feira (23) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Na base com o mesmo período do ano passado, o recuo ainda foi ainda maior, de 2,9%. De uma forma geral, o Produto Interno Bruto (PIB) do segundo trimestre registrou alta de 1,4% entre abril e junho, enquanto em paralelo a 2023, o avanço foi de 3,3%. A queda na produção do setor, porém, tem mais ligação com o resultado robusto de 2023 e menos com um “mau desempenho”, destaca Claudio Considera, coordenador de contas nacionais do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV/Ibre). Leia Mais PIB da indústria sobe 1,80% no 2º tri ante 1º tri; Serviços sobem 1,0% e agropecuária cai 2,3% Exportações têm alta de 1,4% e importações sobem 7,6% no 2º trimestre, diz IBGE PIB do 2º tri deve refletir em melhora para o ano, mas pressiona BC, dizem especialistas “É um problema relativo à comparação, basicamente. Não há um problema no agro”, explica. A redução já era esperada pelo IBGE. Em 2023 a produção agrícola no Brasil foi de 315,4 milhões de toneladas, considerada uma super safra, segundo o Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA). Para este ano, a previsão é de 298 milhões de toneladas — recuo de 5,5%, segundo números atualizados até julho. Felippe Serigati, pesquisador do FGV Agro, explica que questões climáticas, como o El Niño, contribuíram para o recuo registrado do agro. “Não conseguimos produzir safra recordes todo ano, e a produção agropecuária depende muito das condições climáticas. Operamos a safra de verão sobre o efeito do El Niño e com chuvas abaixo da média na região centro-oeste do país, que causou uma seca na região e prejudicou a produtividade” explica o pesquisador. O El Niño é um padrão climático que se origina no Oceano Pacífico ao longo da Linha do Equador, que costuma aumentar as temperaturas e provocar estiagem em partes das regiões Norte e Nordeste do Brasil. Já a seca entre 2023 e 2024, segundo o Centro Nacional de Monitoramento de Desastres Naturais (Cemaden), é a “mais intensa da história recente”. Para 2025, Considera diz que a produção agropecuária deve apresentar crescimento comparativo com os resultados deste ano. “Continuamos exportando soja e carne, com volume de exportação semelhante ao do ano passado”, pontua. Este conteúdo foi originalmente publicado em Agro foi mal no PIB? Entenda o recuo do setor no 2º trimestre no site CNN Brasil.
Entregas de fertilizantes caem 1,8% em junho, diz Anda

Foto: Pixabay As entregas de fertilizantes ao mercado brasileiro encerraram o mês de junho de 2024 com 4,042 milhões de toneladas, o que corresponde a uma redução de 1,8% em relação ao mesmo mês de 2023, quando foram entregues 4,116 milhões de toneladas. Os dados são os mais recentes divulgados pela Associação Nacional para Difusão de Adubos (Anda). No acumulado de janeiro a junho de 2024, foram entregues 18,284 milhões de toneladas, representando uma redução de 1,8% em comparação com igual período de 2023, quando foram entregues 18,618 milhões toneladas. O estado de Mato Grosso, líder nas entregas ao mercado, concentra maior volume no acumulado de janeiro a maio (22,2%), atingindo 4,055 milhões de toneladas, seguido pelos seguintes: Paraná: 2,290 milhões de ton; São Paulo: 2,112 milhões de ton; Goiás: 1,745 milhão de ton; Minas Gerais: 1,562 milhão de ton; Rio Grande do Sul: 1,499 milhão de ton; Bahia: 1,361 milhão de ton. Segundo o levantamento da Anda, a produção nacional de fertilizantes intermediários encerrou o mês de junho de 2024 com 582 mil toneladas, representando um crescimento de 26,8%, e no acumulado de janeiro a maio de 2024, produção do total de 3,067 milhões de toneladas e redução de 4% em relação ao mesmo período de 2023. Importações de fertilizantes As importações de fertilizantes intermediários alcançaram no mês de maio de 2024 o volume de 3,644 milhões de toneladas, conforme a Anda, indicando um crescimento de 16,7%. No acumulado de janeiro a maio de 2024, o total importado foi de 16,748 milhões de ton, redução de 2,7% em relação ao mesmo período de 2023, quando foram importadas 17,218 milhões de ton. Pelo Porto de Paranaguá (PR), a principal porta de entrada dos fertilizantes, foram importadas 4,432 milhões de ton, indicando uma alta de 2% em comparação com 2023, quando foram descarregadas 4,344 milhões de ton e que representou 26,5% do total importado por todos os portos. O post Entregas de fertilizantes caem 1,8% em junho, diz Anda apareceu primeiro em Canal Rural.
Seminário de portos discute expansão da estrutura brasileira

Fotos: Porto de Paranaguá/Ministério dos Transportes/Freepik O gargalo da infraestrutura rodoviária e ferroviária e a grande urgência em aumentar investimentos nesta área foi um dos assuntos discutidos no 3º Seminário Nacional e Internacional dos Portos Brasileiros na última semana, realizado em Curitiba. O professor e economista Marcos Troyjo, destacou a condição do crescimento exponencial da população mundial nos próximos 25 anos, e que isso irá gerar uma mudança estrutural pela demanda global. Segundo ele, esta necessidade só será atendida com uma expansão drástica, “um choque”, do sistema de infraestrutura do Brasil, englobando logística, irrigação, vias de escoamento da produção, armazenagem e sobretudo portuária. “Parece-me que montar os bons projetos que sejam projetos financiáveis, de modo a atrair capital de qualidade a longo prazo e as taxas baixas é o grande desafio”, disse o professor. O diretor jurídico do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Walter Baère, também falou sobre a necessidade em expandir a capacidade rodoviária e ferroviária do Brasil para acompanhar a expansão dos investimentos em portos. Atualmente o BNDES é responsável por cerca de 37% do total de investimento em infraestrutura no Brasil, incluindo do setor portuário, que atua com projetos a longo prazo. “Para investir no setor portuário é preciso o que nós chamamos de capital paciente, aquele dinheiro que espera, que quer retornos longos e não atua como fundos que emprestam e querem retirar logo os seus recursos em troca de lucros rápidos. Então é fundamental a presença de um banco de desenvolvimento que possa emprestar esse capital de longo prazo para setores estratégicos como o setor dos portos”, afirmou Baère. O ministro do Tribunal Superior do Trabalho e presidente da Ceportos, Douglas Alencar, falou sobre o relatório que prevê a revisão da legislação portuária e que deve trazer um novo marco legal para atender os objetivos de eficiência, ganho de escala e qualidade ao sistema: “Os trabalhos desta comissão de revisão da lei estão estruturados em 3 níveis, um primeiro tratando de temas gerais da atividade portuária, um segundo que envolve a busca da desburocratização, a simplificação regulatória patrimonial e ambiental e o terceiro eixo que trata das questões trabalhistas ligadas ao setor portuário. Todos esses 3 níveis de questões são absolutamente importantes para que nós possamos ter um novo marco legal que contribua para o desenvolvimento do país”. O seminário trouxe ainda a apresentação de estudos de casos e experiências de outros países na gestão portuária, possíveis tendências globais que podem ser aplicadas no contexto brasileiro. “Precisamos da rapidez na resposta ao desenvolvimento e implantação de infraestrutura, quer seja dos acessos rodoviários e ferroviários, ou acesso aquaviário. E queremos aprender um pouco com os modelos europeu e (norte) americano, porque hoje é natural no Brasil uma burocracia que, por vezes, demanda de dois a três anos entre estudo do projeto e a sua efetiva implantação”, explica Luiz Fernando Garcia, presidente da Portos do Paraná. O Seminário foi realizado pela Portos do Paraná, em parceria com a Academia Brasileira de Formação e Pesquisa, e reuniu mais de 1000 pessoas do setor portuário e autoridades no Museu Oscar Niemeyer, em Curitiba. O post Seminário de portos discute expansão da estrutura brasileira apareceu primeiro em Canal Rural.
Roberto Rodrigues é homenageado com Colar de Honra ao Mérito Legislativo

Foto: Divulgação O ex-ministro da Agricultura, Roberto Rodrigues, foi homenageado na noite desta segunda-feira (2) na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp). Ele recebeu o Colar de Honra ao Mérito Legislativo, reconhecimento por sua trajetória no agronegócio e por sua gestão como chefe da pasta de 2003 a 2006 (primeiro mandato do presidente Lula). Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! No período, esteve na linha de frente em temas fundamentais, como a lei da biotecnologia, o destaque aos produtos orgânicos e o seguro rural. Além disso, Rodrigues é, atualmente, embaixador especial da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO). Roberto Rodrigues nasceu em 1942 em Coideirópolis, interior paulista. Cresceu no campo e se formou engenheiro agrônomo pela Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz da Universidade de São Paulo (Esalq-USP) em 1965, com cursos de aperfeiçoamento em administração rural. Tragetório de pioneirismo O ex-ministro mostrou aptidão pelo agronegócio desde cedo. Na fazenda da família, promoveu reflorestamento em áreas desmatadas, uma vez que a propriedade havia sido aberta décadas antes, em um período em que não se olhava muito para esse quesito. No início dos anos 1970, Rodrigues surpreendeu vizinhos e usineiros ao ser pioneiro na rotação de cana-de-açúcar com soja na região. O Colar de Honra ao Mérito Legislativo é concedido pela Alesp a pessoas naturais ou jurídicas, brasileiras ou estrangeiras, civis ou militares, que tenham atuado de maneira a contribruir para o desenvolvimento social, cultural e econômico do estado de São Paulo. Além dessa honraria, Rodrigues é detentor da Ordem do Mérito Militar e da Ordem do Mérito da Defesa. O post Roberto Rodrigues é homenageado com Colar de Honra ao Mérito Legislativo apareceu primeiro em Canal Rural.
Setembro começa com expectativa de novas altas nos preços do boi gordo

Foto: Raquel Brunelli/Embrapa O mercado físico do boi gordo voltou a apresentar preços firmes nesta segunda-feira (2). O ambiente de negócios ainda sugere pela alta das cotações no curto prazo, em linha com a posição das escalas de abate, que permanecem apertadas em grande parte do país, disse o analista da consultoria Safras & Mercado, Fernando Henrique Iglesias. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! A demanda aquecida de carne bovina é outro elemento que justifica o otimismo em relação a mercado, com exportações recordes e o Brasil se consolidando como melhor alternativa global para o fornecimento da proteína animal. “A demanda doméstica também conta com seus predicados, com uma taxa de desocupação baixíssima, permitindo melhora dos indicadores de consumo no mercado interno”, assinalou Iglesias. Preços da arroba do boi São Paulo: R$ 243,45 Goiás: R$ 235,75 Minas Gerais: R$ 234,41 Mato Grosso do Sul: R$ 249,34 Mato Grosso: R$ 216,57 Mercada atacadista Foto: Freepik O mercado atacadista ainda se depara com preços firmes para a carne bovina. Conforme Iglesias, a expectativa ainda é pela alta das cotações durante a primeira quinzena do mês, em linha com a entrada dos salários na economia, motivando a reposição ao longo da cadeia produtiva. As exportações em altíssimo nível também favorecem, enxugando o mercado interno do boi. O quarto traseiro ainda é precificado a R$ 18,00 por quilo. O quarto dianteiro segue no patamar de R$ 13,50 por quilo. A ponta de agulha ainda é precificada a R$ 13,50 por quilo. Câmbio O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 0,29%, sendo negociado a R$ 5,6156 para venda e a R$ 5,6136 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,6041 e a máxima de R$ 5,6596. O post Setembro começa com expectativa de novas altas nos preços do boi gordo apareceu primeiro em Canal Rural.
Sem Chicago, preços e negócios da soja estagnam no Brasil

Foto: Wenderson Araujo/Trilux Os preços da soja ficaram nominais no Brasil nesta segunda-feira (2). Sem a Bolsa de Chicago (CBOT), os negócios, se ocorreram, foram pontuais. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Os ajustes nas cotações levaram em conta o dólar. As tradings estiveram de fora do mercado: Preços no Brasil Passo Fundo (RS): R$ 132 Região das Missões: R$ 131 Porto de Rio Grande: R$ 139 Cascavel (PR): desvalorizou de R$ 134 para R$ 133 Porto de Paranaguá (PR): decresceu de R$ 139 para R$ 138 Rondonópolis (MT): R$ 131 Dourados (MS): R$ 129 Rio Verde (GO): R$ 130 Soja em Chicago Os mercados financeiro e agrícola dos Estados Unidos não operaram nesta segunda-feira (2), devido ao feriado do Dia do Trabalho. Com isso, as bolsas de Chicago para grãos e cereais (soja, subprodutos, trigo e milho), o mercado financeiro em Wall Street e a bolsa de Nova York para soft commodities (algodão, cacau, café, suco de laranja e açúcar) não abriram. Câmbio O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 0,29%, sendo negociado a R$ 5,6156 para venda e a R$ 5,6136 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,6041 e a máxima de R$ 5,6596. O post Sem Chicago, preços e negócios da soja estagnam no Brasil apareceu primeiro em Canal Rural.