Poder de compra de fertilizantes tem aumento de 8%

O Índice de Poder de Compra de Fertilizantes (IPCF) de junho de 2024 alcançou o valor de 1.05. O resultado representa um aumento de 8% em comparação com o mês passado, quando o índice estava em 0.97. Os dados fazem parte do compilado mensal divulgado pela Mosaic. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Esse cenário mais positivo decorre mesmo com a queda nos preços médios das commodities e do aumento do adubo. De forma geral, o preço médio da produção agrícola apresentou queda de 4%, liderada pela cana-de-açúcar (-5%), seguida pelo algodão (-4%), milho (-4%) e soja (-3%). No entanto, os mercados de milho e soja estiveram bem pressionados pelas expectativas de uma safra norte-americana robusta, que permanecem positivas. Além disso, as perspectivas de produção na Argentina e no Brasil também se mostram promissoras, contribuindo para um cenário favorável no médio prazo. Preço dos fertilizantes O preço médio dos fertilizantes subiu cerca de 5%, com destaque para o aumento de 15% na ureia, 5% no fosfato monoamônico (MAP) e 4% no superfosfato simples (SSP). O documento produzido pela Mosaic lembra, ainda, que no período analisado, o dólar sofreu um aumento de cerca de 5%. Contudo, o mercado segue atento aos movimentos do Banco Central brasileiro em relação à taxa Selic e às diretrizes econômicas do governo, que visam estabilizar a moeda e controlar a inflação. “A safra nos Estados Unidos continua com boas perspectivas, e as negociações e intenções de plantio para a próxima safra brasileira estão em andamento, mostrando sinais positivos”. O IPCF destaca que há um leve atraso na comercialização de fertilizantes para a segunda safra (safrinha) 24/25 em relação ao histórico. Aproveite e acompanhe o podcast Soja Brasil sobre o mercado de fertilizantes para a safra 2024/25: O post Poder de compra de fertilizantes tem aumento de 8% apareceu primeiro em Canal Rural.
Câmara aprova fundo de investimento e facilita recursos para ferrovia Transnordestina

A Câmara aprovou nesta quinta-feira (11) um projeto de lei que permite ao governo criar o Fundo de Investimento em Infraestrutura Social (FIIS), que terá como agente financeiro o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). A votação foi simbólica, após um acordo entre os partidos no plenário, com orientação contrária somente do Novo e do PSOL. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! O texto vai agora para sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A proposta já havia sido aprovada na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado, com autoria do senador Confúcio Moura (MDB-RO) e relatoria do líder do governo no Congresso, Randolfe Rodrigues (sem partido-AP). A proposta também inclui uma autorização para que o Banco do Nordeste (BNB), principal agente financeiro que opera o Fundo de Desenvolvimento do Nordeste (FDNE), renegocie termos, prazos e demais condições financeiras de operações de crédito cujos riscos são suportados pela União. O objetivo é viabilizar investimentos para a conclusão das obras da ferrovia Transnordestina. Essas renegociações, de acordo com o relatório aprovado, não poderão resultar em aumento de risco para o agente operador além do já existente em decorrência de operação de crédito contratada até 3 de abril de 2012 para as obras da ferrovia. “É importante dizer que essa Transnordestina, essa obra, tanto já foi financiada com recursos do FNDE, quanto com recursos privados e agora um novo empréstimo que poderá ser feito se mudarmos as regras que alteram a utilização dos recursos do FNDE”, disse o líder do governo na Câmara, José Guimarães (PT-CE), que relatou o projeto na Câmara. “Não estamos fazendo nenhuma incursão naquilo que possa alterar a questão fiscal, o arcabouço fiscal. Muito pelo contrário, é utilizar um recurso que já na sua criação diz que poderá ser utilizado para o financiamento de obras de infraestrutura”, emendou. O objetivo do FIIS, que será um fundo financeiro contábil, é garantir recursos para financiar investimentos em equipamentos e serviços públicos ligados às áreas de educação, saúde e segurança pública. Parlamentares de esquerda criticaram a possibilidade de o fundo impulsionar projetos da iniciativa privada. Antes da votação do mérito da proposta no plenário da Câmara, os deputados aprovaram um requerimento de urgência que retirou a necessidade de o texto passar antes por comissões da Casa. O fundo será composto por recursos apontados na Lei Orçamentária Anual (LOA) e em eventuais créditos adicionais ao Orçamento; verbas decorrentes de acordos, ajustes, contratos e convênios celebrados com órgãos e entidades da administração pública federal, estadual, distrital ou municipal; empréstimos de instituições financeiras nacionais e internacionais; reversão de saldos anuais não aplicados; e recursos de “outras fontes” A administração do FIIS será feita por um Comitê Gestor coordenado pela Casa Civil. Esse comitê definirá anualmente a proporção de recursos que serão aplicados em cada área. As verbas poderão ser direcionadas diretamente pelos ministérios da Educação, Saúde e Justiça e Segurança Pública ou transferidos mediante convênios, termos de parceria, acordos, ajustes ou outros instrumentos previstos em lei. O post Câmara aprova fundo de investimento e facilita recursos para ferrovia Transnordestina apareceu primeiro em Canal Rural.
Gripe aviária: OMS pede maior vigilância de casos em animais e humanos

O diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus, alertou nesta quinta-feira (11), em Genebra, na Suíça, que a capacidade do órgão de avaliar e gerir o risco apresentado pela gripe aviária para a saúde humana está “comprometida” em razão de falhas na vigilância de casos em animais em todo o mundo. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! “Na semana passada, os Estados Unidos reportaram o quarto caso do vírus H5N1 em humano após exposição a vacas leiteiras infectadas. O Camboja também reportou dois casos em crianças que tiveram contato com galinhas doentes ou mortas. Até o momento, nenhuma transmissão de humano para humano foi reportada e, por isso, a OMS continua a avaliar o risco para o público em geral como baixo”, explicou. “Entretanto, nossa capacidade de avaliar e gerir esse risco está comprometida em razão da vigilância limitada de casos de influenza em animais em todo o mundo. Compreender como o vírus se espalha e se reproduz em animais é essencial para identificar qualquer mudança que possa aumentar o risco de surtos em humanos ou o potencial para uma pandemia”, acrescentou Tedros. Em entrevista coletiva, o diretor-geral da OMS apelou para que todos os países fortaleçam seus sistemas de vigilância e notificação de casos de gripe aviária em animais e em humanos. Tedros pediu ainda que os países compartilhem amostras e sequências do vírus H5N1 com centros colaboradores da OMS em todo o mundo, mantendo acesso público aos dados. A OMS também cobrou que os países ofereçam proteção para trabalhadores de fazendas e estabelecimentos similares que possam ser expostos ao vírus; que ampliem pesquisas sobre a gripe aviária e que encorajem uma cooperação mais próxima entre os setores de saúde humana e animal. Morte por gripe aviária Em junho, a OMS confirmou a primeira morte pela variante H5N2 da gripe aviária. O paciente, de 59 anos, vivia no México. Este foi o primeiro caso de infecção em humano confirmado em laboratório em todo o mundo. A morte foi reportada por autoridades sanitárias mexicanas no dia 23 de maio. À época, a organização destacou que o paciente, morador da Cidade do México, não tinha histórico de exposição a aves ou outros animais. A variante H5N2 já havia sido identificada em aves do país. “O paciente tinha múltiplas condições médicas subjacentes. Os familiares relataram que ele já estava acamado há três semanas, por outros motivos, antes do início de sintomas agudos”. O post Gripe aviária: OMS pede maior vigilância de casos em animais e humanos apareceu primeiro em Canal Rural.
PIB do Agro recua 2,2% no 1º trimestre, aponta Cepea

O Produto Interno Bruto (PIB) do agronegócio brasileiro registrou uma queda de 2,2% no primeiro trimestre de 2024, de acordo com dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! A desvalorização dos preços agropecuários e a redução na produção de importantes commodities agrícolas foram os principais fatores que influenciaram esse resultado. Todos os setores do agronegócio apresentaram retração: insumos (-4,9%), primário (-3,43%), agroindústria (-1,31%) e agrosserviços (-1,57%). A queda no valor bruto de produção de fertilizantes, rações, máquinas agrícolas e defensivos afetou particularmente o segmento de insumos. A queda nos preços de commodities como algodão, café, milho, soja e trigo impactou o PIB do segmento primário agrícola. A expectativa de redução na produção anual, especialmente de milho e soja, também contribuiu para a diminuição de 4,04% no PIB. Na pecuária, o PIB também recuou, com destaque para os setores de bovinocultura para corte e leite, e suinocultura. Agroindústria A agroindústria teve uma queda de 1,31% no trimestre, com um desempenho negativo nas indústrias de base agrícola, contrabalançado pelo crescimento nas de base pecuária. Apesar do aumento na produção industrial e da redução nos custos com insumos, os preços mais baixos impactaram o PIB, enquanto na indústria pecuária, a ampliação da produção e a redução de custos impulsionaram o crescimento. Os agrosserviços refletiram os resultados dos segmentos a montante em cada ramo. No ramo agrícola, os agrosserviços caíram 3,98%, enquanto no ramo pecuário houve um aumento de 3,91%. Com base no desempenho do primeiro trimestre, projeta-se que o PIB do agronegócio brasileiro poderá atingir R$ 2,45 trilhões em 2024, com R$ 1,65 trilhão provenientes do ramo agrícola e R$ 800,61 bilhões do ramo pecuário. Essa projeção indica uma participação do setor na economia nacional em torno de 21,5%, abaixo dos 24% registrados em 2023. O post PIB do Agro recua 2,2% no 1º trimestre, aponta Cepea apareceu primeiro em Canal Rural.
Safra 2024 terá produção maior de algodão, feijão, arroz e trigo, afirma IBGE

O Brasil deve colher mais arroz, feijão, algodão e trigo em 2024, mas menos soja, milho e sorgo. Os dados são do Levantamento Sistemático da Produção Agrícola de junho, divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A produção de cereais, leguminosas e oleaginosas deve somar 295,9 milhões de toneladas em 2024, queda de 6,2% em relação a 2023, 19,5 milhões de toneladas a menos. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Para o ano de 2024, a produção de soja deve recuar 3,4%, enquanto a de sorgo deve encolher 10,4%. A expectativa é de uma produção de milho 13,3% inferior, devido a reduções de 15,0% no milho de 1ª safra e de 12,8% no milho de 2ª safra. Por outro lado, são esperados aumentos, em relação ao desempenho de 2023, na produção de algodão herbáceo (9,8%), arroz (4,1%) feijão (9,0%) e trigo (23,7%). A estimativa para a soja é que alcance uma produção de 146,8 milhões de toneladas em 2024. O milho deve somar 113,7 milhões de toneladas, sendo 23,6 milhões de toneladas de milho na 1ª safra e 90,1 milhões de toneladas de milho na 2ª safra. A produção do arroz foi estimada em 10,7 milhões de toneladas, e a de feijão, em 3,2 milhões de toneladas. A produção de trigo alcançaria 9,6 milhões de toneladas em 2024, a do algodão herbáceo totalizaria um recorde de 8,5 milhões de toneladas, e a do sorgo, 3,9 milhões de toneladas. O post Safra 2024 terá produção maior de algodão, feijão, arroz e trigo, afirma IBGE apareceu primeiro em Canal Rural.
Ato cooperativo: regulamentação da tributária deve garantir futuro do setor, diz especialista

A recente Emenda Constitucional nº 132 trouxe avanços para o setor agropecuário ao garantir a criação de um regime específico para as cooperativas. Esta emenda assegurou a não incidência da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) sobre o ato cooperativo e permitiu o aproveitamento dos créditos pagos nas etapas anteriores. No entanto, essas garantias estavam ameaçadas durante as primeiras discussões sobre a regulamentação da reforma tributária. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Amanda Oliveira, advogada tributarista da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), explicou a importância do Projeto de Lei Complementar (PLP) 68/2022 para consolidar essas premissas. A PLP 68 foi essencial para assegurar segurança jurídica e a sustentação do modelo cooperativo, que promove inclusão produtiva, financeira e desenvolvimento sustentável no país. Avanços e desafios na regulamentação Segundo Oliveira, houve um grande avanço no PLP 68, com o grupo de trabalho reconhecendo a importância do modelo de negócio cooperativo. Pontos cruciais como a não incidência sobre os fundos de reserva e sobras das cooperativas, a definição das operações de ato cooperativo com alíquota zero e a preservação da não cumulatividade dos créditos nas cooperativas foram fundamentais para garantir a continuidade e o crescimento do setor. Impactos da reforma tributária A retirada do ato cooperativo da regulamentação teria consequências graves para o setor, como a bitributação e um tratamento tributário mais oneroso, inviabilizando o modelo cooperativo. Atualmente, o setor é responsável por empregar mais de 500 mil pessoas e conta com mais de um milhão de cooperados, que dependem dessas cooperativas para obter melhores condições de mercado, assistência técnica e desenvolvimento regional. O futuro das cooperativas A OCB continuará trabalhando para garantir que o modelo cooperativo permaneça forte e sustentável, beneficiando tanto os produtores rurais quanto as comunidades em que estão inseridos. A advogada destacou a importância das cooperativas em proporcionar ganhos de escala, eliminar intermediários e oferecer suporte técnico, financeiro e social aos seus associados. O post Ato cooperativo: regulamentação da tributária deve garantir futuro do setor, diz especialista apareceu primeiro em Canal Rural.
Paraná registra recorde de exportação para Ásia, África e Oriente Médio

O Paraná obteve no 1º semestre de 2024 o seu melhor desempenho nas vendas para os mercados do Oriente Médio, África e Sudeste Asiático, com maior parte da produção escoada pelos portos do Paraná. É o que apontam dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços organizados e analisados pelo Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes). O desempenho recorde nestas regiões do mundo se soma aos de mercados tradicionais, como o China, Estados Unidos e Argentina, o que fez com que as exportações paranaenses totalizassem mais de US$ 11,5 bilhões entre janeiro e junho deste ano, quinto melhor resultado do País. As exportações do Paraná para o Oriente Médio, bloco formado por 14 países, somaram US$ 1,1 bilhão nos seis primeiros meses deste ano, superando em 46% os US$ 774,4 milhões registrados no mesmo período de 2023 e o primeiro semestre de 2019 (US$ 893 milhões), até então o melhor. A carne de frango e o açúcar encabeçaram a lista das mercadorias mais vendidas para a região. O maior volume de transações comerciais foi com os Emirados Árabes Unidos, com US$ 279 milhões em receitas para o Estado no 1º semestre de 2024. Na sequência, estão o Irã, com US$ 244 milhões em receitas, a Arábia Saudita, com US$ 180 milhões, e o Iraque, com US$ 127 milhões. Os produtos do agronegócio também tiveram peso relevante nas vendas paranaenses para a Associação das Nações do Sudeste Asiático (Asean), composta por Singapura, Tailândia, Malásia, Filipinas, Mianmar, Brunei, Camboja, Laos, Indonésia e Vietnã. Com US$ 244 milhões em receitas, a Indonésia foi o maior mercado consumidor dos produtos paranaenses na região até a metade de 2024. Depois, aparecem Vietnã (US$ 196 milhões), Singapura (US$ 156 milhões) e Tailândia (US$ 120 milhões). No total, os países que compõem a Asean adquiriram US$ 844 milhões em bens do Paraná entre janeiro e junho deste ano, 57% acima do valor contabilizado no mesmo intervalo de tempo em 2023, que foi de US$ 538 milhões. O resultado também é quase três vezes superior ao comércio com essa região no primeiro semestre de 2018 (US$ 308 milhões). O desempenho mais recente foi puxado, sobretudo, pelo comércio de soja em grão e açúcar. ÁFRICA – No caso do mercado africano, as exportações estaduais saltaram de US$ 499 milhões para US$ 586 milhões no 1º semestre do ano, com destaque para o Egito, a África do Sul e a Argélia, que atingiram US$ 112 milhões, US$ 83 milhões e US$ 71 milhões em compras, respectivamente. O recorde anterior tinha sido no primeiro semestre de 2022 (US$ 552 milhões). A carne de frango e o açúcar lideraram a pauta do comércio com o continente. VALOR AGREGADO – Segundo o presidente do Ipardes, Jorge Callado, os principais produtos que puxaram o desempenho recorde em novos mercados consumidores reforçam o potencial do Paraná como grande produtor de alimentos com valor agregado. Os números ressaltam a importância do estado no atendimento da crescente demanda mundial por alimentos, o que se reflete na geração de mais empregos e renda para a população envolvida nesta cadeia produtiva. “O Paraná apresentou números expressivos nas exportações do primeiro semestre com a conquista de novos mercados na África, Oriente Médio e Sudeste Asiático, tendo como carro-chefe o frango, o açúcar, a soja e outros produtos do agronegócio. Dos US$ 11,5 bilhões, em torno de US$ 8 bilhões foram representados por alimentos, o que reforça a posição do Paraná como o ‘supermercado do mundo’”, avaliou. (Colaborou com texto e informações: Agência Estadual de Notícias). O post Paraná registra recorde de exportação para Ásia, África e Oriente Médio apareceu primeiro em Canal Rural.
Carnes: isenção na reforma tributária é vitória da segurança alimentar, diz ABPA

A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) classificou como “decisão histórica” a inclusão das carnes na cesta básica isenta no projeto de regulamentação da reforma tributária, aprovado nesta quarta-feira (10) pela Câmara dos Deputados. Para a ABPA, foi uma “vitória da segurança alimentar”. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! “É uma vitória daqueles que lutam pela segurança alimentar do país e que compreendem que o direito ao acesso às carnes e aos seus nutrientes essenciais deve ser preservado”, disse a associação em nota. A ABPA lembrou que o Brasil tem elevado consumo de proteína animal, acima de 100 quilos per capita, e agradeceu o apoio das diferentes frentes parlamentares à demanda pela isenção às carnes. “A ABPA registra os seus agradecimentos à sensibilidade do presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), Pedro Lupion, e de todos os integrantes da FPA, de outras frentes e dos demais congressistas, o que permitiu a inclusão das proteínas animais na cesta básica isenta”, acrescentou. Nesta quarta, a isenção das carnes foi incluída em destaque, uma sugestão de mudança ao texto principal, sendo aprovada por 477 votos a favor, três contra e duas abstenções. O post Carnes: isenção na reforma tributária é vitória da segurança alimentar, diz ABPA apareceu primeiro em Canal Rural.
Vai chover e fazer frio nos próximos dias? Previsão diz que sim!

A previsão do tempo revela que o Paraná e Santa Catarina enfrentarão dias de frio intenso e chuvas persistentes até o início da próxima semana. Segundo o Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (Simepar) e a Defesa Civil de Santa Catarina, as condições climáticas atuais incluem pancadas de chuva mais fortes entre quinta-feira (11) e domingo (14). No entanto, não há previsão de geada, neve ou chuva congelada. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! No Paraná, uma massa de ar frio, que afeta principalmente o Rio Grande do Sul e Santa Catarina, tem impactado o estado. O meteorologista Reinaldo Kneib, do Simepar, explica que o Paraná está sendo atingido pela borda dessa massa de ar frio. “Embora não cause temperaturas negativas, mantém o tempo úmido e gelado”, diz Kneib. Um corredor de umidade vindo da região amazônica acompanha essa massa de ar frio, resultando em chuvas constantes. A estabilidade das temperaturas diurnas e noturnas intensifica a sensação de frio. “A temperatura não está variando durante o dia. Somada à chuva, frio e umidade, isso gera um grande desconforto nas pessoas”, acrescenta Kneib. Em Curitiba, a média de temperatura caiu de 19,1°C entre os dias 3 e 5 de julho para 11,3°C desde o dia 6, abaixo da média histórica para julho de 14,2°C. Nos próximos dias, a capital paranaense deve registrar um acumulado de chuva de 66,6 mm, com maior intensidade na quinta-feira, quando a previsão é de 23,2 mm de precipitação. Nos Campos Gerais, Ponta Grossa deve acumular 83,2 mm de chuva até domingo, enquanto Guarapuava, no Centro-Sul, tem previsão de 112,4 mm no mesmo período. Tempo em Santa Catarina Em Santa Catarina, o tempo instável e chuvoso, combinado com a presença de uma massa de ar frio, mantém as temperaturas baixas em todas as regiões. As temperaturas não ultrapassam 15°C, com madrugadas próximas a 0°C na Serra e em torno de 6°C nos planaltos, Grande Oeste, parte do Alto Vale e da Grande Florianópolis Serrana. Essas condições devem persistir pelo menos até o final de semana. A Defesa Civil de Santa Catarina alerta para os riscos à saúde, como o agravamento de doenças cardiorrespiratórias e vasculares, e recomenda cuidados especiais com a população vulnerável e animais domésticos. Recomenda-se medidas como se agasalhar bem, beber bastante água e evitar aglomerações para minimizar os efeitos adversos das condições climáticas. O post Vai chover e fazer frio nos próximos dias? Previsão diz que sim! apareceu primeiro em Canal Rural.
Frente fria, geada e garoa: confira a previsão do tempo para todo o país

Veja como ficam as condições do tempo nas regiões brasileiras nesta sexta-feira (12). Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Sul Geada pode ser registrada no oeste e no sudoeste do Rio Grande do Sul. O dia é de sol e tempo firme em Porto Alegre (RS), mas com temperaturas baixas. Pode garoar na serra, nos vales e no norte gaúcho, assim como no oeste de Santa Catarina e no sudoeste do Paraná. O tempo fica mais fechado e com chuva persistente em Florianópolis (SC) e Curitiba (PR). Sudeste O tempo é mais instável no oeste, sul e litoral de São Paulo. As condições de chuva aumentam na capital e no litoral do Rio de Janeiro, devido ao deslocamento de uma frente fria. O norte paulista e Minas Gerais têm ar seco, com tempo firme e umidade do ar mais baixa. Vitória (ES) tem chuva fraca. Centro-Oeste Há condições para garoa no sudoeste de Mato Grosso e em Cuiabá. O dia será nublado em cidades de Mato Grosso do Sul como Campo Grande e Corumbá, com chuva fraca a moderada. Já o norte do estado tem tempo firme, assim como o leste e o norte de Mato Grosso. O ar seco ainda predomina em Goiás e há baixa umidade relativa do ar no Distrito Federal. Nordeste A umidade é alta no litoral. O dia fica mais encoberto da costa de Alagoas à do Rio Grande do Norte, com chuva a qualquer momento. O tempo é firme no interior da região e nas capitais Teresina (PI) e Fortaleza (CE). Chove de maneira mais isolada no litoral sul da Bahia e no norte do Maranhão. Norte A maior parte da região segue recebendo pancadas de chuva. O dia fica mais encoberto e com chuva a qualquer hora no Acre, extremo norte do Amazonas, em Roraima e no leste e norte do Amapá. Faz sol e há pancadas de chuva com risco de algumas trovoadas no norte de Rondônia, nas demais áreas do Amazonas e no norte e noroeste do Pará. Só não chove no Tocantins, sul do Pará e no restante de Rondônia. O post Frente fria, geada e garoa: confira a previsão do tempo para todo o país apareceu primeiro em Canal Rural.