Arroz: Camil é a primeira no ranking de indústrias beneficiadoras do RS

A Camil Alimentos é a primeira no ranking de arrecadação das indústrias beneficiadoras e de exportação de arroz do Rio Grande do Sul, segundo o Instituto Rio-grandense do Arroz (Irga) com base em dados de 2023. No ano passado foram beneficiadas 5.722.235 toneladas de arroz no estado. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Depois da Camil, aparecem, na ordem, Josapar – Joaquim Oliveira S/A Participações, Pirahy Alimentos, Arrozeira Pelotas Indústria e Comércio de Cereais, Urbano Agroindustrial, Cooperativa Tritícola Sepeese – Cotrisel, Engenho A.M., Pilecco Nobre Alimentos, Dickow Alimentos e Cooperativa Agroindustrial Cooperja. Camil A Camil Alimentos obteve lucro líquido de R$ 78,5 milhões no primeiro trimestre do ano fiscal 2024, encerrado em maio, informou a empresa nesta quinta-feira (11), depois do fechamento do mercado. O resultado representa alta de 22,6% ante igual período do ano passado, quando a empresa registrou lucro de R$ 64 milhões. A companhia atua em arroz, feijão, café, açúcar, massas, pescados e biscoitos. Já a receita líquida cresceu 9,3% na mesma comparação, de R$ 2,654 bilhões para R$ 2,897 bilhões. No segmento alimentício Brasil, a receita subiu 9,9%, para R$ 2,188 bilhões. O segmento alimentício internacional teve receita líquida de R$ 712 milhões no primeiro trimestre fiscal, 7,3% maior na comparação anual. O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) avançou 28,2%, de R$ 198,5 milhões para R$ 254,5 milhões. Já a margem Ebitda subiu 1,3 ponto porcentual, para 8,8%. A alavancagem (relação entre dívida líquida e Ebitda) terminou o primeiro trimestre fiscal de 2024 em 3,3 vezes, ante 3,5 vezes em igual período do ano fiscal anterior. No período, a companhia investiu (Capex) R$ 62,9 milhões, 34,1% a menos do que no primeiro trimestre fiscal de 2023. Comercialização A Camil comercializou no primeiro trimestre fiscal de 2024, encerrado em maio, volume total de produtos 4,6% inferior ao de igual período do ano passado. Foram 522,7 mil toneladas contra 547,9 mil toneladas do primeiro trimestre fiscal de 2023. A queda foi puxada sobretudo pelo recuo de 17,5% no volume comercializado no segmento internacional, de 135,1 mil toneladas. No Brasil, o volume comercializado pela empresa aumentou 0,9% na comparação anual do primeiro trimestre, para 387,7 mil toneladas. No Brasil, que representou 74,2% do volume comercializado pela Camil, o volume de vendas do segmento de alto giro (87,4% do total), formado por arroz, feijão e açúcar, foi 0,3% maior, de 338,8 mil toneladas. Já o volume vendido na divisão de alto valor (12,6% do total), formado por pescados, massas, café e biscoitos, aumentou 5,8%, para 48,9 mil toneladas. O preço líquido do segmento de alto giro no Brasil avançou 16,5%, para R$ 4,53 por kg, enquanto o preço líquido médio do segmento de alto valor cresceu 0,1%, para R$ 11,81 por quilo. No mercado internacional, que representou 25,8% do total comercializado pela companhia no trimestre, apesar da queda de 17,5% no volume houve aumento de 30,5% no preço líquido, para R$ 5,54 por quilo no primeiro trimestre de 2024. O post Arroz: Camil é a primeira no ranking de indústrias beneficiadoras do RS apareceu primeiro em Canal Rural.

USDA mantém estimativas de produção para soja e milho no Brasil em 2023/24

O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) manteve sua estimativa para a produção de soja no Brasil na temporada 2023/24. Em seu relatório mensal de oferta e demanda, o USDA estimou a safra em 153 milhões de toneladas no relatório de junho. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Analistas consultados pelo Wall Street Journal esperavam uma redução para 152,1 milhões de toneladas. A previsão de exportações foi elevada em 1 milhão de toneladas, para 103 milhões de toneladas. Para 2024/25, a estimativa de safra ficou inalterada em 169 milhões de toneladas. A produção brasileira de milho foi mantida em 122 milhões de toneladas, enquanto os analistas esperavam um corte para 121,3 milhões de toneladas. A estimativa de embarques foi mantida em 50 milhões de toneladas. Para 2024/25, o USDA manteve a produção em 127 milhões de toneladas. Quanto à safra argentina de soja, a projeção foi reduzida de 50 milhões de toneladas para 49,5 milhões de toneladas. O mercado projetava manutenção em 50 milhões de toneladas. Para 2024/25, a estimativa do USDA ficou inalterada em 51 milhões de toneladas. A expectativa para a produção de milho na Argentina foi diminuída de 53 milhões de toneladas para 52 milhões de toneladas, enquanto os analistas esperavam uma redução para 51,4 milhões de toneladas. A expectativa de embarques foi alterada de 38 milhões de toneladas para 37 milhões de toneladas. Para 2024/25, o USDA manteve a previsão de safra em 51 milhões de toneladas. O post USDA mantém estimativas de produção para soja e milho no Brasil em 2023/24 apareceu primeiro em Canal Rural.

Tributária: ministro quer defensivos e ultraprocessados no imposto seletivo

O ministro do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, Paulo Teixeira, ainda busca a inclusão dos defensivos e dos alimentos ultraprocessados no imposto seletivo na regulamentação da reforma tributária. O tema ficou fora do projeto de lei de regulamentação aprovado nesta semana na Câmara dos Deputados. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Ele afirmou que espera que o Senado “corrija algumas decisões da Câmara”, propondo que defensivos ultraprocessados estejam no imposto seletivo. “Inclusive para subsidiar o fato de não ter imposto para frutas, verduras e proteínas”, defendeu Teixeira, em conversa com jornalistas. A pasta apresentou uma série de demandas para a reforma tributária ao Grupo de Trabalho da Câmara dos Deputados. Para Teixeira, são medidas necessárias do ponto de vista da saúde pública. “Causam doenças graves, como a obesidade, no caso dos ultraprocessados”, disse. Segundo Teixeira, quem venceu o debate na Câmara foi o “lobby da indústria” e agora o Senado teria que fazer esse debate com a sociedade. A Casa vai avaliar o projeto de regulamentação da tributária a partir de agosto. Hoje, os insumos agropecuários estão sob o escopo do regime diferenciado, com alíquota reduzida em 60% ante a geral. O setor produtivo é contrário às medidas, alegando que a maior taxação dos agroquímicos inflaciona o custo de produção e que sobretaxar alimentos ultraprocessados torna inviável o acesso da população de baixa renda a estes produtos. “No mundo inteiro os ultraprocessados estão (no imposto seletivo), porque no Brasil não? Hoje a nossa tributação incentiva os ultraprocessados. O que o mundo inteiro faz é um incentivo cruzado: isentar alimentos in natura e tributar mais os ultraprocessados”, questionou o ministro em relação ao imposto do pecado. Em relação aos defensivos, o ministro defende que sejam tributados pelo imposto seletivo os insumos químicos de alta periculosidade e alta toxicidade – lista regida pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). “À medida que tributa pela periculosidade e toxicidade, há proteção à saúde e ajuda a induzir a substituição de produtos químicos por biológicos, na transição para agricultura mais verde. Temos que concentrar atenção nisso e acelerar isso pela via tributária e pelo desenvolvimento de novos produtos”, observou. Cesta básica Para Teixeira, a cesta básica de alimentos isentos de impostos, é adequada. “É muito positiva essa medida porque, de fato, é preciso dar conta da necessidade familiar de uma família. Esses produtos são fundamentais na cesta básica. A decisão de incluir proteínas na cesta básica é importante”, afirmou o ministro, sobre a inclusão das proteínas na cesta básica isenta, o que ocorreu por meio de destaque ao texto base aprovado. Pela lista aprovada na Câmara terão alíquota zero: arroz; leite fluido pasteurizado ou industrializado, na forma de ultrapasteurizado, leite em pó, integral, semidesnatado ou desnatado; e fórmulas infantis definidas por previsão legal específica; manteiga; margarina; feijão; raízes e tubérculos; cocos; café; óleo de soja e óleos de babaçu; farinha de mandioca; farinha, grumos e sêmolas, de milho e grãos esmagados ou em flocos, de milho; farinha de trigo; açúcar; massas alimentícias; pão do tipo comum (contendo apenas farinha de cereais, fermento biológico, água e sal); óleos de milho; aveia e farinhas; carnes bovina, suína, ovina, caprina e de aves, miúdos e produtos de origem animal; peixes e carnes de peixes (exceto salmão, atum, bacalhau, hadoque, saithe e ovas; queijos tipo mozarela, minas, prato, coalho, ricota, requeijão, provolone, parmesão, fresco não maturado e do reino; e sal. O ministro afirmou ainda que o governo agora terá de buscar mecanismos para garantir que a retirada de impostos sobre as proteínas animais garanta a redução do preço do produto aos consumidores finais. “É preciso captar quanto há de imposto no preço atual para chegar ao preço mais baixo do povo. Se tirar imposto e o valor for capturado pelo produtor, vai desmoralizar a medida”, apontou. Ele defende que haja acompanhamento cotidiano de preços entre governo e setor produtivo, como vem sendo feito com o arroz, mas refutando qualquer tabelamento de preços dos produtos. Sobre a disputa pela “paternidade” da alíquota zero para as proteínas – oposição, governo e bancada do agro disputam os méritos da medida -, Teixeira foi categórico: “O único produto que o presidente Bolsonaro pode apadrinhar é o leite condensado”, criticou. A disputa pela narrativa da responsabilidade suscitou em virtude de a equipe econômica do governo ser inicialmente contrária à isenção das proteínas, apesar da defesa do presidente Luiz Inácio Lula da Silva da medida. O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), também era contrário à isenção, enquanto a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) era favorável à isenção desde o início da discussão do projeto de regulamentação. O post Tributária: ministro quer defensivos e ultraprocessados no imposto seletivo apareceu primeiro em Canal Rural.

Abertura Nacional do Plantio da Soja já tem data e local marcados

O estado do Maranhão sediará pela primeira vez a Abertura Nacional do Plantio da Soja – Safra 2024/25. O evento é uma realização do Canal Rural e da Aprosoja Brasil e está marcado para 11 de outubro, na Fazenda Pau-Brasil, no município de Açailândia. A região é, atualmente, uma das mais importantes para o grão, visto que está inserida na nova fronteira agrícola do país. Segundo o último levantamento da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), foram semeados em 23/24 no estado mais de 1,3 milhão de hectares da oleaginosa, com produtividade média de 3.312 kg/ha (55,2 sacas). Fórum de discussão da soja Além da abertura do plantio, com o enfileiramento das plantadeiras em campo para dar a largada a mais uma safra de soja, o evento ainda reserva um fórum com discussões sobre a consolidação e importância do Matopiba (áreas produtoras do Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia) para o agro brasileiro. Também faz uma análise sobre a sustentabilidade na região e um panorama de como melhorar a rentabilidade nas propriedades de soja e outras culturas. A Abertura Nacional do Plantio da Safra de Soja 2024/2025 faz parte do Projeto Soja Brasil, que chega à 13ª temporada, consolidando-se como uma fonte essencial de conhecimento para o produtor rural. O projeto conta com realização do Canal Rural e Aprosoja, coordenação técnica da Embrapa, consultoria da Safras & Mercado, Harven Agribusiness School e Climatempo, além de contar com os patrocínios da Mitsubishi, Intacta 2 xtend e Campo Forte. Serviço:Abertura Nacional do Plantio da Safra de Soja 2024/2025Data: 11 de outubro, às 9h de BrasíliaLocal: Fazenda Pau-Brasil, em Açailândia, MaranhãoTransmissão ao vivo pelo Canal Rural e redes sociais da emissora O post Abertura Nacional do Plantio da Soja já tem data e local marcados apareceu primeiro em Canal Rural.

Vai esfriar mais nos próximos dias? Veja o que diz a previsão do tempo

A intensa onda de frio que atingiu o centro-sul do Brasil nos últimos dias vai perder força mais cedo que o previsto, diz a previsão do tempo. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! De acordo com os modelos meteorológicos atualizados, o ar polar responsável pela queda acentuada das temperaturas começará a se afastar do país já no domingo, 14 de julho. Com isso, o início da próxima semana será marcado por temperaturas mais amenas em boa parte do Sudeste, com a massa de ar frio se limitando ao sul e leste de São Paulo e ao litoral sul do Rio de Janeiro. As informações são da Climatempo. Previsão Até domingo, ainda sentirão os efeitos mais severos da massa de ar polar, com temperaturas mínimas entre 5ºC e 7ºC abaixo das médias históricas para julho, em partes de Mato Grosso do Sul, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. No Sudeste, o frio perderá força mais rapidamente, com a massa de ar polar se limitando ao sul e leste de São Paulo e litoral sul do Rio de Janeiro. Nessas regiões, as temperaturas cairão menos acentuadamente, variando entre 3ºC e 5ºC. A previsão geral indica que, apesar da persistência do frio durante o final de semana, a condição deve durar menos do que o inicialmente previsto. Espera-se que as temperaturas mais amenas marquem a próxima semana, permitindo um retorno gradual à rotina normal. A antecipação do fim da onda de frio alivia a população, que enfrentou dificuldades com as baixas temperaturas. O post Vai esfriar mais nos próximos dias? Veja o que diz a previsão do tempo apareceu primeiro em Canal Rural.

Encontro nacional destaca importância da Agricultura Regenerativa e Sistema Plantio Direto

Terminou nesta quinta-feira (11), em Luis Eduardo Magalhães, no Oeste da Bahia o 19º Encontro Nacional do Sistema Plantio Direto. Pela primeira vez na região Nordeste do país, de acordo com a organização, o evento reuniu 868 participantes no Centro de Treinamento da Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa), no Complexo Bahia Farm Show. Para pesquisadores, palestrantes, representantes de instituições do setor e expositores não há dúvidas de que o encontro, reforçou a importância do cuidado e conservação do solo para a agricultura. O empresário José Cláudio de Oliveira, entusiasta da Agricultura Regenerativa e do Sistema Plantio Direto, define o solo como um patrimônio da humanidade: “A gente não pode esquecer que o grande patrimônio da humanidade, em que a gente tem maior interferência, é o solo. É do solo que sai o alimento para sustentar a nossa sociedade e a humanidade” José Cláudio de Oliveira, empresário. Segundo ele, o Plantio Direto, vai de encontro a preservação do solo, a não degradação, a manter a taxa de infiltração da água, aumentar o teor de matéria orgânica e aumentar a vida. Futuro da agricultura Líder técnico do time de Carbono de uma multinacional, Adriano Anselmi, explica que o produtor precisa reconhecer os impactos das práticas agrícolas. “É importante o produtor reconhecer o impacto das práticas que ele faz hoje, acho que é uma demanda da indústria como um todo saber o que o produtor faz. Mais importante do que isso, é a gente traçar um caminho de sucesso, de sustentabilidade para o futuro.”, explica. Para Alsemi, foram três dias intensos de muitas novidades. “Muitos dados que deixam a gente cada vez mais confiante que a agricultura realmente pode fazer parte dessa luta em mitigar os impactos climáticos”, conclui. O futuro da agricultura foi tema do último painel do evento. Com 6.500 ha produtivos com as principais culturas no Oeste da Bahia, o produtor Alan Juliani, adota o Sistema de Plantio Direto (SPD) há mais de duas décadas. Segundo ele, os resultados são melhores a cada ano. “Nós estamos no nosso grupo lá no Sistema Plantio Direto, já temos áreas com mais de 25 anos sem revolvimento de solo e cada vez mais esse solo está ficando melhor, mais vivo, mais produtivo. Então esse evento está sendo muito bom porque está trazendo a parte acadêmica junto com a parte prática e mostrando os resultados que nós estamos tendo a campo em todo o Brasil, não só aqui no Oeste da Bahia.”, disse. 20º encontro Além da visão dos produtores e compartilhamento de experiências, o terceiro e último dia do encontro, terminou com perspectivas para o futuro e também com expectativas para a próxima edição daqui a dois anos. Jônadan Ma, Presidente da Federação Brasileira do Sistema Plantio Direto (FEBRAPDP), o evento supriu todas as expectativas. “O saldo foi extremamente positivo, muito enriquecedor, realmente muito motivador para todos os produtores, técnicos, empresas e instituições que estiverem aqui presentes, que puderam conhecer de perto a realidade dos campos, no Brasil, aqui no Oeste baiano, Matopiba, e também para aceitarmos novos desafios para a nossa jornada pela frente”, disse o presidente. Além disso, com exclusividade à equipe do Canal Rural BA, Jônadan adiantou que dois estados e o Distrito Federal se candidataram para sediar o próximo evento. No final do evento, agricultores, empresários e representantes de instituições receberam homenagens | Foto: Maiara Luz/Canal Rural BA “Nós já temos candidatura de Brasília, que não é distante daqui, que é do Distrito Federal. Temos candidatura do estado de São Paulo, que pode ser alguma cidade do interior e também de Mato Grosso”, revelou. Anfitrião do evento, o também produtor e vice-presidente da federação, Luiz Pradella, afirma que o encontro viabiliza a transferência de tecnologia e informações para o setor produtivo como um todo. “Porque quando a gente fala aqui de sustentabilidade é muito mais do que nós falarmos do Plantio Direto e sim de toda a cadeia, o importar-se com o outro, o projeto de transferência de tecnologia para o pequeno produtor, é isso, realmente nós nos colocarmos todos na mesma posição de sermos agricultores, independente do tamanho da propriedade, da escala do conhecimento, onde estamos e onde queremos chegar.”, disse. Cobertura do Canal Rural Marca reconhecida dos eventos do setor agrícola, além de transmitir para todo Brasil pela TV e YouTube um dos painéis no primeiro dia do evento, o Canal Rural, marcou presença com cobertura completa dos três dias de evento. As reportagens foram produzidas pelo repórter Vinicius Ramos, com imagens e edição de Maiara Luz, Guilherme Soares e Jefferson Aleffe. VÍDEO: carro e moto quase são atingidos por carreta que transportava bois Quer participar do Canal Rural Bahia? Tem alguma ideia, inovação agrícola ou sugestão de pauta? Clique aqui e envie para o nosso WhatsApp! O post Encontro nacional destaca importância da Agricultura Regenerativa e Sistema Plantio Direto apareceu primeiro em Canal Rural.

Confira os destaques do Cooperativismo em Notícia deste sábado (13)

O programa Cooperativismo em Notícia traz importantes destaques do setor agropecuário catarinense nesta semana. Direito Agrário em Debate: O Seminário Catarinense de Direito Agrário e do Agronegócio, realizado em Concórdia, reuniu mais de 150 participantes para discutir temas complexos e relevantes para o setor, como crédito rural, renegociação de dívidas, supressão de vegetação e uso de recursos hídricos. O evento contou com o apoio da Copérdia, da FECOAGRO e de diversas cooperativas da região, com o objetivo de entender, proteger e preservar o agronegócio. Pitaya em Ascensão: A pitaya tem se consolidado como uma excelente fonte de renda para produtores do sul de Santa Catarina, com mais de cinco toneladas colhidas. A fruta, que antes era uma opção secundária, agora ocupa posição de destaque em muitas propriedades, impulsionada pelo aumento das áreas plantadas, pesquisas e maior espaço nos supermercados. Para fortalecer a cadeia produtiva, a Epagri realizou um dia de campo em Içara, reunindo mais de 200 participantes. A Cooperja, por exemplo, conta com 60 produtores que, juntos, produzem 900 toneladas de pitaya por ano. Família Becker e a Paixão pelo Leite: No quadro “Gente que Faz”, conhecemos a história da família Becker, de Timbé do Sul, que se dedica à produção de leite. O projeto do filho, abraçado pela mãe e com o apoio do SENAR, tem apresentado resultados promissores em rentabilidade e segurança. Com 26 vacas em um pasto de seis hectares, a família produz 225 litros de leite por dia. A paixão de Gabriel pelas vacas leiteiras é o motor para o crescimento e sucesso do negócio. O programa Cooperativismo em Notícia é produzido pela equipe de comunicação da Fecoagro/SC e é veiculado pelo Canal Rural aos sábados às 08h30, com reprises às terças-feiras às 13h30. O post Confira os destaques do Cooperativismo em Notícia deste sábado (13) apareceu primeiro em Canal Rural.

Ciclone se afasta do Sul, mas mantém temperaturas baixas; região pode registrar 0 °C

O Rio Grande do Sul enfrenta uma intensa onda de frio, registrando seis dias consecutivos de temperaturas negativas. A menor temperatura foi de -1,1 °C em São Joaquim, na Serra Catarinense. Esse frio deve permanecer até o fim de semana, afetando também outras regiões do Sul do Brasil, como o oeste Catarinense e o oeste do Paraná, onde há risco de geada. Segundo o meteorologista Arthur Müller, a onda de frio é resultado de um ciclone que se afastou para o oceano, mantendo o ar frio na região Sul. A previsão para os próximos dias inclui mínimas de 3 °C a 1 °C, podendo chegar a 0 °C em áreas de fronteira com o Uruguai. No Sudeste e Centro-Oeste, o ar frio também predomina, com mínimas de 13 °C a 12 °C no Sudeste e de 11 °C a 9 °C no Centro-Oeste, mas sem risco de geada. As temperaturas começam a subir gradativamente na próxima semana. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Em relação às chuvas, o panorama mostra volumes significativos no Norte e Nordeste, e acumulados importantes na faixa leste do Rio Grande do Sul e Santa Catarina, que podem prejudicar os trabalhos em campo. No Sul, os volumes podem chegar a 100 mm em cinco dias. Müller destaca que as condições climáticas estão impactando negativamente as lavouras de milho e soja no cinturão de grãos dos Estados Unidos, com uma leve melhora nas últimas semanas, mas a previsão de temperaturas elevadas e possíveis furacões pode agravar a situação. A chuva continua concentrada no Norte e Nordeste, com volumes significativos em algumas regiões, enquanto o Centro-Oeste e Sudeste permanecem com poucas precipitações. O post Ciclone se afasta do Sul, mas mantém temperaturas baixas; região pode registrar 0 °C apareceu primeiro em Canal Rural.

Preços da soja aumentam em véspera de relatório do USDA; confira

O mercado brasileiro de soja teve uma melhora no ritmo de negócios nesta quinta-feira (11). O dólar favoreceu a alta nos preços e o aumento na comercialização, assim como alguns momentos em meio à volatilidade em Chicago. Os agentes tiveram cautela hoje, à espera do relatório mensal de oferta e demanda do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). Preços da soja no Brasil Passo Fundo (RS): subiu de R$ 129 para R$ 130 Região das Missões: avançou de R$ 128 para R$ 129 Porto de Rio Grande: aumentou de R$ 134,50 para R$ 135,50 Cascavel (PR): valorizou de R$ 126,50 para R$ 127 Porto de Paranaguá (PR): cresceu de R$ 136 para R$ 136,50 Rondonópolis (MT): foi de R$ 122 para R$ 124 Dourados (MS): seguiu em R$ 120 Rio Verde (GO): se manteve em R$ 118,50 Bolsa de Chicago Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a quinta-feira com preços entre estáveis e mais altos. Após três sessões de perdas consistentes, o mercado tentou reagir, com base em fatores técnicos e com os agentes se posicionando frente ao relatório de oferta e demanda de julho do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), que será divulgado amanhã (12). O USDA deverá cortar as suas estimativas para a safra e os estoques finais dos Estados Unidos em 2024/25. Analistas consultados pelas agências internacionais apostam em estoques norte-americanos de 445 milhões de bushels (12,1 milhões de toneladas) em 2024/25. Para 2023/24, o mercado aposta em número de 353 milhões de bushels (9,6 milhões de toneladas). Em junho, a previsão do USDA era de 455 milhões e 350 milhões, respectivamente. Produção de soja Para a produção de soja nos Estados Unidos, o mercado espera um número de 4,416 bilhões de bushels (120,1 milhões de toneladas) para 2024/25. Em junho, o Departamento apontou safra de 4,450 bilhões de bushels. Em relação ao quadro de oferta e demanda mundial da soja, o mercado aposta em estoques finais 2024/25 de 127,1 milhões de toneladas. Em junho, o número ficou em 127,9 milhões. Para 2023/24, a expectativa do mercado é de número de 110,9 milhões, abaixo dos 111,1 milhões indicados no mês passado. Para a safra do Brasil em 2023/24, a aposta é de corte, passando dos atuais 153 milhões para 152,1 milhões de toneladas. A produção argentina deve ser mantida em 50 milhões de toneladas. Contratos futuros Os contratos da soja em grão com entrega em agosto fecharam com alta de 3,75 centavos de dólar, ou 0,33%, a US$ 11,17 por bushel. A posição novembro teve cotação de US$ 10,67 3/4 por bushel, com ganho de 0,75 centavo ou 0,07%. Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou com baixa de US$ 0,90 ou 0,28% a US$ 315,50 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 46,15 centavos de dólar, com alta de 0,57 centavo ou 1,25%. Câmbio O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,52%, sendo negociado a R$ 5,4413 para venda e a R$ 5,4393 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,3709 e a máxima de R$ 5,4530. O post Preços da soja aumentam em véspera de relatório do USDA; confira apareceu primeiro em Canal Rural.

Boi gordo: preços da arroba retomam alta com oferta limitada

O mercado físico do boi gordo registra nova alta nos preços, com as indústrias operando com escalas de abate mais apertadas em um cenário ainda marcado pela oferta restrita. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! O destaque do dia foi a movimentação em Goiás. As perspectivas para o segundo semestre são otimistas, com bons indicativos de demanda, especialmente nas exportações. “Apesar da alta, o movimento não é explosivo, diferente de outras ocasiões, pois 2024 ainda apresenta oferta expressiva de boiadas”, pondera Fernando Henrique Iglesias, analista da Consultoria Safras & Mercado. Preços médios da arroba do boi gordo São Paulo: R$ 228,25 Goiás: R$ 218,96 Minas Gerais: R$ 219,41 Mato Grosso do Sul: R$ 218,73 Mato Grosso: R$ 207,81 Atacado O mercado atacadista também registra alta nos preços da carne bovina. “O ambiente de negócios sugere a continuidade da alta no curto prazo, impulsionada pela entrada dos salários na economia e pela reposição de estoques entre atacado e varejo. A carne bovina ganhou competitividade em relação às concorrentes em junho”, destaca Iglesias. Preços no atacado Quarto traseiro: R$ 17,50/kg Quarto dianteiro: R$ 14,00/kg (alta de R$ 0,40) Ponta de agulha: R$ 13,00/kg O post Boi gordo: preços da arroba retomam alta com oferta limitada apareceu primeiro em Canal Rural.