Chicago despencou: veja como os preços da soja terminaram a semana

Foto: Mauro Osaki/Cepea O mercado brasileiro de soja esteve travado nesta sexta-feira (26). Isso porque os preços caíram no dia. A Bolsa de Chicago fechou em forte baixa. A alta do dólar não foi capaz de compensar a retração. Passo Fundo (RS): caiu de R$ 138 para R$ 135 Região das Missões: baixou de R$ 137 para R$ 134 Porto de Rio Grande: recuou de R$ 144,50 para R$ 141,50 Cascavel (PR): desvalorizou de R$ 135 para R$ 132 Porto de Paranaguá (PR): decresceu de R$ 144 para R$ 141 Rondonópolis (MT): passou de R$ 130 para R$ 127 Dourados (MS): diminuiu de R$ 127 para R$ 125 Rio Verde (GO): desvalorizou de R$ 128 para R$ 127 Soja em Chicago Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a sexta-feira em forte baixa, reduzindo grande parte dos ganhos acumulados ao longo da semana. Boletins indicando que o clima no final de julho e início de agosto não vai ser tão seco e quente como o indicando inicialmente deflagraram forte movimento de vendas e pressionaram as cotações. As mais recentes previsões apontam chuvas e temperaturas amenas para os próximos dias, beneficiando as lavouras e encaminhando uma ampla safra norte-americana. Ao longo de toda a semana, as indicações meteorológicas eram diferentes, projetando altas temperaturas e precipitações insuficientes. A Bolsa vive o ápice do “mercado de clima”. O período é decisivo para a definição do potencial produtivo e, por ora, as condições estão favorecendo o desenvolvimento das plantações nas principais regiões de cultivo daquele país. Contratos futuros da soja Foto: Pixabay Os contratos da soja em grão com entrega em setembro fecharam com baixa de 32,50 centavos de dólar, ou 3,02%, a US$ 10,42 por bushel. A posição novembro teve cotação de US$ 10,48 1/2 por bushel, com ganho de 31,00 centavos ou 2,87%. Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou com baixa de US$ 4,50 ou 1,36% a US$ 324,70 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 41,83 centavos de dólar, com perda de 2,34 centavos ou 5,29%. Câmbio O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,17%, sendo negociado a R$ 5,6574 para venda e a R$ 5,6554 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,6155 e a máxima de R$ 5,6715. Na semana, o dólar acumulou valorização de 0,94%. O post Chicago despencou: veja como os preços da soja terminaram a semana apareceu primeiro em Canal Rural.

Prazo para Declaração Anual de Rebanho no RS termina dia 31

Foto: Sistema Faep O prazo para os produtores do Rio Grande do Sul fazerem a Declaração Anual de Rebanho termina na próxima quarta-feira (31). Até esta sexta (26), 254 mil declarações já foram entregues, o que representa 68,7% do total. São esperadas 370 mil pela Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi). Conforme o analista agropecuário e florestal da autarquia, Paulo de Souza, as regionais onde se tem maior número de produtores com declarações em aberto e que devem se apressar são as seguintes: Bagé Alegrete Pelotas Porto Alegre Ijuí Caxias do Sul Osório Lagoa Vermelha Santa Maria Todos os produtores de animais devem fazer a declaração, não apenas de bovídeos, caprinos, equídeos, ovinos e suídeos, mas também os de abelhas, coelhos e peixes, entre outros. Obrigação sanitária O chefe da Divisão de Controle e Informações Sanitárias da Seapi, Eduardo Zart, afirma que todos os produtores possuidores de animais de peculiar interesse do Estado, ou seja, os de produção e os que podem estar envolvidos em transmissão de enfermidades a estes e a humanos devem fazer a declaração anual. Ela é uma obrigação sanitária. Para fazer a declaração, acesse aqui ou procure as Inspetorias ou Escritórios de Defesa Agropecuária da Seapi para fazer de forma presencial. O post Prazo para Declaração Anual de Rebanho no RS termina dia 31 apareceu primeiro em Canal Rural.

Após ganhos na semana, soja fecha em baixa em Chicago

Foto: Reprodução Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a sexta-feira (26) em forte baixa, reduzindo grande parte dos ganhos acumulados ao longo da semana. Boletins indicando que o clima no final de julho e início de agosto não vai ser tão seco e quente como o indicando inicialmente deflagraram forte movimento de vendas e pressionaram as cotações. As mais recentes previsões apontam chuvas e temperaturas amenas para os próximos dias, beneficiando as lavouras, o que encaminha uma ampla safra norte-americana. Ao longo de toda a semana, as indicações meteorológicas eram diferentes, projetando altas temperaturas e precipitações insuficientes. A Bolsa vive o ápice do “mercado de clima”. O período é decisivo para a definição do potencial produtivo e, por ora, as condições estão favorecendo o desenvolvimento das plantações nas principais regiões de cultivo daquele país. Contratos futuros da soja Os contratos da soja em grão com entrega em setembro fecharam com baixa de 32,50 centavos de dólar, ou 3,02%, a US$ 10,42 por bushel. A posição novembro teve cotação de US$ 10,48 1/2 por bushel, com ganho de 31,00 centavos ou 2,87%. Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou com baixa de US$ 4,50 ou 1,36% a US$ 324,70 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro encerraram a 41,83 centavos de dólar, com perda de 2,34 centavos ou 5,29%. O post Após ganhos na semana, soja fecha em baixa em Chicago apareceu primeiro em Canal Rural.

Brasil conclui caso de Newcastle no RS e informa OMSA

Foto: Ligados & Integrados O foco da doença de Newcastle em um aviário comercial de Anta Gorda, no Rio Grande do Sul, é considerado encerrado pelo governo brasileiro, que formalizaria a decisão, nesta quinta-feira (25), em comunicado à Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA). O processo, assim como a notificação do foco, é obrigatório. “Todas as informações técnicas indicam a conclusão do foco. Encerraremos o foco em comunicado à OMSA e prestaremos todas as informações para os países, sobre o diagnóstico atual e as ações tomadas”, explicou o secretário da Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura, Carlos Goulart. Com a conclusão do foco e com as suspeitas descartadas – cinco testes realizados apresentaram resultado negativo para o vírus -, o ministério espera a retomada da comercialização para os mercados com suspensão das emissões de certificados de exportação. A retomada, contudo, depende do aval da autoridade sanitária de cada país importador. “É difícil predizer o comportamento das autoridades sanitárias, mas com habilidade negocial mostraremos a eles que as informações são suficientes e críveis para que as autoridades sanitárias revejam a postura para o Brasil poder retomar a certificação”, explicou o secretário. “Com as informações robustas de hoje de conclusão do foco, esperamos que a reação dos países importadores comece a ocorrer brevemente”, antecipou. Segundo Goulart, não é possível estimar um prazo para retomada do fluxo comercial já que a autorização parte do país importador e não do exportador. Na prática, os países importadores precisarão reconhecer que o Brasil está livre da doença. Posteriormente à validação de cada autoridade sanitária dos países importadores, o Brasil pode retomar a certificação das exportações em cumprimento dos requisitos sanitários acordados e, assim, reabrir o comércio. O governo brasileiro suspendeu as emissões de certificações para exportações para 42 mercados, com restrições em vários graus, conforme previsto pelo protocolo sanitário acordado entre o Brasil e os países importadores. Goulart destaca que a suspensão não é uma decisão discricionária do governo brasileiro, mas trata-se do cumprimento dos acordos bilaterais estabelecidos. Com a notificação à OMSA sobre o encerramento do foco e a regionalização da emergência sanitária a um raio de 10 km de onde o vírus foi constatado, a próxima etapa do governo brasileiro é negociar país a país as liberações para o retorno das vendas externas. “Temos mantido discussões frequentes com as autoridades sanitárias e entregamos o máximo de informações com credibilidade e transparência. Depois disso, entra a parte negocial mostrando a necessidade da celeridade dessa análise para que possamos retomar os embarques o mais rápido possível”, observou Goulart. Ele citou que as informações técnicas são enviadas diariamente por meio dos adidos agrícolas e embaixadas para cada país importador. Para a China, principal destino das exportações brasileiras de frango, o protocolo bilateral prevê a suspensão das certificações na detecção da doença e, concluído o foco, o envio de um dossiê técnico de informações para avaliação da Administração Geral de Alfândega da China (GACC), autoridade sanitária do país asiático, e autorização do retorno das exportações. “No caso da China, como não há regionalização prevista no protocolo de aves, tanto a restrição quanto a liberação tendem a valer para todo o País”, explicou o secretário. Além da China, as exportações de produtos avícolas de todo o território brasileiro estão suspensas também para o México e Argentina. Para outros 39 países, o Brasil suspendeu a emissão de certificações de exportações ou do Rio Grande do Sul ou da região afetada, conforme previsto no protocolo sanitário com cada país. “Amanhã faremos uma reunião com todos os países do continente americano, visando principalmente os mercados com maior sensibilidade, para o qual estão fechados os embarques de todo o País. Temos todas as informações sanitárias que não dão condição de anunciar a eles o encerramento do foco de Newcastle, ou seja, dizer que não há mais agente patógeno presente ou colocando em risco a operação comercial e agora solicitar a manifestação dos países importadores na maior brevidade possível sobre o pacote técnico informado”, observou o diretor do Departamento de Saúde Animal da pasta, Marcelo de Andrade Mota. Mesmo com a conclusão do foco, o ministério vai continuar com protocolos sanitários de vigilância e ações de controle na região afetada. “Encerramos a situação de que nos impedia de emitir a certificação sanitária de exportação, com o encerramento do foco, mas faremos uma segunda rodada de vigilância nas 800 propriedades do raio afetado e a inclusão de aves sentinelas (para verificar a não circulação do vírus na região)”, detalhou Mota. As demais aves da granja afetada foram sacrificadas e o aviário limpo e desinfetado. As medidas, segundo as fontes, visam à retomada da normalidade sanitária. O post Brasil conclui caso de Newcastle no RS e informa OMSA apareceu primeiro em Canal Rural.

Desastre ambiental no Rio Piracicaba causa morte de 250 mil peixes

Noventa e oito toneladas de material orgânico foram retiradas do Rio Piracicaba, grande parte composta por peixes mortos. Este desastre afeta o maior afluente em volume de água do Rio Tietê. “Foi um trabalho de múltiplas agências… e de varzeamento do rio”, declarou Roberto Farina Filho, diretor de comunicação social da Defesa Civil do Estado. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! As famílias que vivem da pesca, decisivas na operação, contarão com um crédito de um milhão de reais disponibilizado pelo governo paulista. Daniel Miranda, secretário executivo do Feap, comentou sobre a importância dessas ações: “Anteriormente, o governo de São Paulo já havia reduzido a taxa de juros de 5% para 3% na linha de crédito do Feap. Essas ações são fundamentais para as famílias que dependem da pesca na região e para a recuperação do Rio Piracicaba.” O post Desastre ambiental no Rio Piracicaba causa morte de 250 mil peixes apareceu primeiro em Canal Rural.

Com tilápia em alta, exportação de pescados cresceu 20% no 1º semestre no PR

Cooperativa C Vale – Industria de Aves e Tilapia em Palotina/PR – Foto : Jonathan Campos / AEN A exportação de pescados cresceu 20% no Paraná no primeiro semestre de 2024, alcançando 3,26 mil toneladas, contra 2,7 mil toneladas no mesmo período do ano passado. O montante financeiro nesse período também teve alta, ainda mais expressiva, de 82%, chegando a US$ 16,3 milhões, contra US$ 8,9 milhões do primeiro semestre de 2023. Os dados constam no Boletim de Conjuntura Agropecuária do Departamento de Economia Rural, desta semana. Os dados constam no Boletim de Conjuntura Agropecuária do Paraná, divulgado nesta quinta-feira (25) e produzido pelo Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab). O principal destino do pescado paranaense no Exterior é os Estados Unidos, que concentram 98% das exportações. Foram US$ 15,9 milhões vendidos para o país norte-americano, majoritariamente de tilápia, segundo dados compilados pelo Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes). Na sequência aparecem o Canadá, com US$ 90 mil em exportações, também de tilápia, e Moçambique, na África, com US$ 57 mil de peixes de outras espécies. O pescado paranaense também tem como destino países da Europa, Ásia, África, América do Sul e América Central. Em relação à espécie, 99% das 3,26 mil toneladas enviadas para mercados internacionais são de tilápia, peixe que caiu no gosto do brasileiro e do mercado internacional. “Além de produzirmos pescados para atender o mercado doméstico, hoje o Paraná já exporta carne de tilápia para os Estados Unidos, principalmente. Apesar de ser um volume pequeno, a expectativa no médio prazo é que sejam abertos novos mercados e a exportação de tilápia ganhe referência a nível internacional”, afirma o analista do Deral, Edmar Gervásio. O Paraná já é líder brasileiro na produção de tilápia, seguido por São Paulo e Minas Gerais. Segundo o Anuário do Peixe, da Associação Brasileira de Piscicultura, a elevação na produção de tilápia está relacionada ao aumento do interesse da população pela proteína. Em 2014, o brasileiro consumia 1,47 quilo de tilápia por ano, enquanto que no ano passado esse consumo alcançou 2,84 kg. No período de dez anos, a produção nacional dobrou, passando de 285 mil toneladas em 2024 para 579 mil toneladas em 2023, sendo que o Paraná responde por 36% da tilápia produzida no País. Dados preliminares do Valor Bruto da Produção (VBP) paranaense de 2023 apontam que o Estado produziu 193,3 mil toneladas de peixe no ano passado, sendo que 91,9% desse total foi de tilápia, totalizando 177,5 mil toneladas. Quando comparado ao ano de 2022, o crescimento foi de 6%. Na parte financeira, o Deral aponta que o VBP paranaense de pescados, tanto de água-doce quanto salgada, totalizou R$ 2,06 bilhões em 2023, crescimento de 27% quando comparado a 2022. Gervásio destaca que uma das possíveis explicações para que o peixe tenha conquistado o paladar foi a popularização dos pesque-pague, que disseminaram a piscicultura para o meio urbano. “Como celeiro do cooperativismo no Brasil, o Paraná viu potencial latente na atividade e começou a incentivar o sistema de integração. A região Oeste, onde já existiam várias cooperativas focadas em proteína animal, foi o local que melhor se adaptou para a atividade”, afirma. A região que mais produz a proteína no estado é a Oeste, sobretudo Toledo, principal produtor com VBP de R$ 1,08 bilhão, representando 52,7% do total estadual. Dos 399 municípios do Estado, 364 apresentaram atividade de piscicultura em 2023. Os 10 maiores municípios totalizam 58% do VBP paranaense. Para se ter uma ideia da força da região Oeste, das dez cidades que mais produzem peixe no Paraná, nove são de lá. Nova Aurora lidera o VBP, com R$ 213,4 milhões, seguida por Palotina (R$ 189,1 milhões), Assis Chateaubriand (R$ 140,4 milhões), Toledo (R$ 131,9 milhões), Terra Roxa (R$ 101 milhões), Maripá e Nova Santa Rosa (R$ 99,9 milhões cada), Marechal Cândido Rondon (R$ 73 milhões), e Tupãssi (R$ 69,9 milhões). Guaratuba, no Litoral (R$ 81,3 milhões), completa a lista. Os 10 municípios respondem por 58% da produção estadual. Os outros 354 produtores de peixe no Estado somam R$ 864,6 milhões e 42% do mercado paranaense. CENÁRIO NACIONAL – De acordo com o boletim do Deral, no cenário nacional as exportações de pescados tiveram uma queda. Foram exportados no primeiro semestre 25,9 mil toneladas, queda de 12,8% quando comparado a 2023, que foi de 29,7 mil. O montante financeiro ficou ligeiramente maior, chegando a US$ 149,6 milhões. (Agência Estadual de Notícias). O post Com tilápia em alta, exportação de pescados cresceu 20% no 1º semestre no PR apareceu primeiro em Canal Rural.

Cotonicultores comemoram lançamento de nova rota de exportação Bahia-Ásia

Foto: Marcos Braga/Ascom-SDE Os cotonicultores da Bahia, representados pela Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa) comemoraram nesta semana, o lançamento da nova rota de exportação Bahia – Ásia, partindo do Porto de Salvador. O navio MSC Orion partiu nesta quarta-feira (24) do Terminal de Contêineres (Tecon) do Porto de Salvador e poderá, a partir de agora, transportar semanalmente cargas de soja, algodão, café e outros grãos, da Bahia diretamente para compradores asiáticos. De acordo com a Abapa, com 366 metros de comprimento, profundidade de 16 metros e capacidade para transportar 15 mil TEUs, contêineres de 20 pés, este gigante dos mares, considerado o maior da América Latina, é o primeiro deste porte a transitar pela Bahia de Todos os Santos. Para o presidente da Abapa, Luiz Carlos Bergamaschi, este é um momento importante para o setor produtivo da Bahia que, há algum tempo, vem se mobilizando, por meio de encontros e reuniões com armadores, traders e Tecon, em apoio à essa nova logística de exportação, reduzindo tempo e custo no frete até o porto de Santos, no litoral de São Paulo, o maior da América Latina. “É fundamental essa rota, até para termos uma alternativa, com mais um caminho para tornar o algodão ainda mais competitivo, sendo transportado de forma segura e eficiente até os compradores internacionais, reduzindo o custo para a cotonicultura da Bahia e do Brasil”, afirma. Articulação da rota Com uma atuação desde 2017 na articulação desta rota, o conselheiro da Abapa, Júlio Cézar Busato, acredita que as condições ideais para que a rota entre Bahia e Ásia se torne permanente foram reunidas “Foram anos de conversas, reuniões, participação em eventos com todos os envolvidos para que pudéssemos chegar ao dia de hoje. Os produtores de algodão têm trabalhado, na porteira para dentro, para produzir uma fibra de qualidade, sustentável e que tem conquistado, cada vez mais, a confiança dos exigentes mercados internacionais, como China, Turquia e Vietnã. Esperamos que esta opção se mantenha viável e rentável ao produtor baiano.”, afirma. Foto: Jefferson Aleffe/Marca Comunicação Durante encontro na Bahia Farm Show com os responsáveis pela operação da nova rota – MSC, Wilson Sons e o Tecon-, os cotonicultores endossaram a viabilidade da logística do algodão baiano por Salvador. Para a vice-presidente da Abapa, Alessandra Zanotto Costa, são cerca de 700 quilômetros a menos de frete rodoviário se comparado com Santos (SP), e 25% a menos de custo logístico. “Esta é uma conquista para toda a Bahia, que passará a ter toda a cadeia produtiva, do plantio à exportação dos grãos, em território baiano. Ver isto acontecendo, sabendo do esforço conjunto necessário para montar essa operação, muito nos orgulha”, afirma. Importadores de algodão de oito países visitarão fazendas no Brasil Siga o Canal Rural Bahia no Instagram! Você também pode participar deixando uma sugestão de pauta. Clique aqui e envie uma mensagem para o nosso WhatsApp! O post Cotonicultores comemoram lançamento de nova rota de exportação Bahia-Ásia apareceu primeiro em Canal Rural.

Vai chover no fim de semana? Presença de frente fria traz instabilidades

Foto: Pixabay Saiba como o clima irá se comportar em todo o Brasil neste final de semana: Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Sábado (27) Sul Sol entre muitas nuvens no oeste e nas missões gaúchas. Nas demais áreas do Rio Grande do Sul, há previsão de chuva a qualquer hora do dia. No oeste e no sul de Santa Catarina também chove de forma intermitente. Nas demais áreas, mesmo com alguma variação de nebulosidade ao longo do dia, não há condições para ocorrência de chuva. Sudeste O dia será de sol, poucas nuvens e ar seco na maior parte do Sudeste. Não há previsão de chuva para os estados de São Paulo e Rio de Janeiro. Em Minas Gerais e no Espírito Santo, pode chover de forma isolada e passageira nas áreas próximas ao sul da Bahia, mas o sol também aparece. Centro-Oeste As temperaturas continuam altas durante a tarde na região e não há previsão de chuva. O sol predomina durante todo o dia. O ar seco permanece atuando em todos os estados, e a umidade pode ficar abaixo de 20% em áreas do Mato Grosso e de Goiás. Nordeste A infiltração marítima ainda traz um pouco mais de umidade para o litoral do Nordeste. Chove em vários momentos do dia e o céu fica mais encoberto no litoral da Bahia, Rio Grande do Norte, Paraíba e Pernambuco. O ar seco ainda atua no interior, impedindo a formação de nuvens de chuva. Norte O ar seco impede a formação de nuvens de chuva sobre a faixa sul da região. Dia de sol com poucas nuvens no Acre, Rondônia, sul do Amazonas, centro-sul do Pará e no estado do Tocantins. Ainda chove em forma de pancadas com algumas trovoadas no norte do Amazonas e do Pará, assim como nos estados de Roraima e Amapá. Domingo (28) Sul O dia segue com predomínio de sol e sem previsão de chuva para o norte do Paraná. No entanto, a presença de uma frente fria no oceano favorece a manutenção das instabilidades sobre as demais áreas do Sul do Brasil. As temperaturas entram em declínio e há possibilidade de chuva a qualquer hora do dia, com destaque para a região metropolitana de Porto Alegre, o litoral e o sul do Rio Grande do Sul, onde o tempo segue encoberto e chuvoso. Sudeste Tempo firme e predomínio de sol na maioria das áreas do Sudeste do Brasil. Não chove em São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais. Há chance de chuva fraca, isolada e passageira somente no nordeste capixaba. No entanto, o sol aparece em boa parte do dia. Nas demais áreas do Espírito Santo, sol e tempo firme. Centro-Oeste Alta pressão favorece a manutenção do tempo estável no Centro-Oeste do Brasil. O dia segue com predomínio de sol e sem previsão de chuva em todos os estados, inclusive nas capitais. A presença do ar seco também influencia na baixa umidade relativa do ar, com índices inferiores a 20% na região. No sul do Mato Grosso do Sul, o dia segue com variação de nuvens, mas também não há previsão de chuva. Nordeste Chuva mais concentrada no leste nordestino e no litoral do Maranhão e do Ceará, ocorrendo de forma isolada e passageira. Em Ilhéus, na Bahia, e no litoral de Pernambuco até o Rio Grande do Norte, a chuva pode ser de maior intensidade e frequência ao longo do dia. Nas demais áreas da região, o tempo será firme, com predomínio de sol e calor. Além disso, a massa de ar seco posicionada sobre o continente poderá influenciar a baixa umidade relativa do ar nas áreas do interior nordestino. Norte A chuva segue concentrada na metade norte da região, ocorrendo em forma de pancadas ao fim do dia. O destaque fica para Roraima e o noroeste do Amazonas, onde a chuva pode vir em forma de temporais com forte intensidade. Nas demais áreas, o tempo será firme, com predomínio de sol e sem chance de chuva. O post Vai chover no fim de semana? Presença de frente fria traz instabilidades apareceu primeiro em Canal Rural.

Citros: oferta restrita e demanda firme mantêm preços em alta

Foto: Marcos Santos Levantamentos do Cepea mostram que as cotações da laranja in natura seguem em alta, impulsionadas pela combinação de oferta restrita com firme demanda industrial, segmento que vem sendo marcado por cotações recordes.  Nem mesmo as menores temperaturas, que costumam limitar o consumo no mercado in natura, impediram novos aumentos de preços.  Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Assim, na parcial desta semana (de segunda a quinta-feira), a média da laranja pera na árvore é de R$ 92,43/caixa de 40,8 kg, avanço de 1,31% frente à do período anterior.  A safra de tangerina poncã, iniciada em meados de março, está chegando ao fim no estado de São Paulo. Segundo agentes consultados pelo Cepea, a colheita já foi finalizada em boa parte dos pomares, devendo perdurar até a primeira quinzena de agosto.  Alguns pomares mineiros, porém, podem continuar ofertando até o fim do próximo mês. O post Citros: oferta restrita e demanda firme mantêm preços em alta apareceu primeiro em Canal Rural.

Newcastle: Ministério da Agricultura inicia segunda fase de vigilância e controle

Foto: Ascom/Seagro O Ministério da Agricultura vai iniciar uma segunda fase de controle e vigilância quanto à doença de Newcastle (DNC). Com a conclusão do foco da doença em um aviário comercial em Anta Gorda, no Rio Grande do Sul, as equipes de defesa agropecuária do Ministério juntamente com a defesa agropecuária estadual prosseguirão com ações de vigilância na região afetada e de testagem quanto à circulação do agente patógeno. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Aproximadamente 800 propriedades rurais localizadas em um raio de 10 km de onde o foco foi detectado são monitoradas pelas equipes de vigilância e visitadas pelo Serviço Veterinário Oficial, segundo o diretor do Departamento de Saúde Animal da Secretaria de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura, Marcelo de Andrade Mota. “Encerramos a situação que nos impedia declarar a conclusão da doença, mas daremos seguimento aos protocolos sanitários. O Serviço Veterinário Oficial (SVO) fará uma nova visita em todas propriedades da região para ter certeza de que a doença não se espalhou”, afirmou Mota. Ele calcula que há entre 40 a 50 granjas comerciais na região. “Trabalhamos para que a volta da normalidade sanitária ocorra em período eficiente, mas consideramos ainda necessário que todas essas propriedades tenham reforço nas ações de biosseguridade”, apontou, em referência ao conjunto de medidas e procedimentos operacionais para prevenir, controlar e limitar a exposição das aves comerciais a agentes causadores de doenças. O Brasil iria comunicar nesta quinta (25) a conclusão do foco da doença com o sacrifício dos demais animais do aviário e limpeza e desinfecção do aviário à Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA). A suspeita da doença está sendo acompanhada na região desde 9 de julho com a confirmação do caso em 17 de julho no aviário de 14 mil animais. Além do foco encerrado, outros cinco casos suspeitos foram descartados com o resultado negativo da análise laboratorial, o que levou o ministério a reduzir a abrangência da emergência zoosanitária a cinco municípios gaúchos e não mais a totalidade do Estado. “Essa situação nos deu segurança para, juntamente às demais ações que estavam sendo realizadas na zona de contenção, 3 quilômetros ao redor do foco confirmado, e nos outros 7 quilômetros de vigilância, pudéssemos diminuir a área de atenção no Rio Grande do Sul apenas para essa área de 10 quilômetros ao redor do foco localizado em Anta Gorda”, explicou. De acordo com Mota, não há notificações de novas suspeitas de doenças clínicas, respiratórias, nervosas e digestivas neste raio de 10 km – o que poderia ser sintoma de Newcastle. “Isso nos dá segurança de que o vírus não se espalhou na região”, observou. A doença de Newcastle é uma doença viral que afeta aves domésticas e silvestres e causa sinais respiratórios seguidos por manifestações nervosas. Os últimos casos no País haviam sido registrados em 2006 em aves de subsistência em Amazonas, Mato Grosso e Rio Grande do Sul. Não há casos de transmissão da DNC entre humanos ou pelo consumo de produtos avícolas. O post Newcastle: Ministério da Agricultura inicia segunda fase de vigilância e controle apareceu primeiro em Canal Rural.