Balança comercial tem superávit de US$ 7,64 bilhões em julho

Foto: Diego Baravelli/Minfra A balança comercial brasileira registrou superávit comercial de US$ 7,64 bilhões em julho. De acordo com dados da Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) divulgados nesta terça-feira (6), o valor foi alcançado com exportações de US$ 30,919 bilhões e importações de US$ 23,279 bilhões. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Na última semana de julho, o superávit foi de US$ 1,003 bilhão, com vendas de US$ 3,810 bilhões e compras de US$ 2,807 bilhões. No ano, o saldo positivo é de US$ 49,556 bilhões. O resultado do último mês veio abaixo da mediana apontada no Projeções Broadcast, de superávit de US$ 7,792 bilhões em julho, após saldo positivo de US$ 6,711 bilhões em junho. As projeções dos analistas do mercado financeiro variavam de US$ 7,3 bilhões a US$ 8,2 bilhões. Em julho, as exportações registraram alta de 9,3% na comparação com o mesmo período em 2023, devido à elevação de US$ 550 milhões (8,3%) em Agropecuária; crescimento de US$ 730 milhões (11,5%) em Indústria Extrativa e alta de US$ 1,34 bilhão (8,9%) em produtos da Indústria de Transformação. As importações tiveram aumento de 15,7% em julho ante o mesmo mês do ano passado, com crescimento de US$ 130 milhões (35,9%) em Agropecuária; queda de US$ 20 milhões (-1,1%) em Indústria Extrativa e alta de US$ 3,05 bilhões (16,8%) em produtos da Indústria de Transformação. O post Balança comercial tem superávit de US$ 7,64 bilhões em julho apareceu primeiro em Canal Rural.

Podcast: confira as notícias que afetam o mercado hoje

Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado do Brasil e do mundo, com a análise de economistas. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! No morning call de hoje, o economista do PicPay Igor Cadilhac destaca que a semana começou refletindo as preocupações de que a economia dos Estados Unidos pode estar entrando em recessão. Dow Jones e S&P registram a maior queda diária desde setembro de 2022. E a bolsa de Tóquio teve circuit break, caindo mais de 12% – maior queda diária desde 1987. O post Podcast: confira as notícias que afetam o mercado hoje apareceu primeiro em Canal Rural.

Chuvas e queda de temperatura: ciclone extratropical atinge o Brasil

Foto: Canal Rural/reprodução A partir desta terça-feira (6), um ciclone extratropical vai se formar e romper o bloqueio atmosférico que está atuando há semanas no Brasil central, trazendo um alívio às áreas muito secas. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! De acordo com o meteorologista do Canal Rural, Arthur Müller, o Rio Grande do Sul se manterá sob alerta de temporais durante o dia de hoje. A chuva também se espalha pela faixa norte do país, mas o alerta principal é para o território gaúcho, onde há risco de queda de granizo e rajadas de vento intensas, entre 50 e 70 km/h. Conforme o ciclone se afasta para o oceano e a frente fria ganha força, o Rio Grande do Sul continua sob alerta de temporais, o que se estende também ao centro-sul de Santa Catarina. “Após isso, a chuva começa a avançar para Santa Catarina e Paraná, aumentando a umidade relativa do ar e aliviando o calor no norte paranaense. O alerta permanece para o sul do Rio Grande do Sul, onde os volumes de chuva podem ultrapassar 100 mm, provocando alagamentos e deslizamentos”, alerta o meteorologista. A partir de sexta-feira (9), a chuva chega a São Paulo e, no início da próxima semana, ao interior de Minas Gerais. “Embora a chuva seja de 5 a 10 mm, ela ajuda a aliviar a baixa umidade relativa do ar. O mesmo vale para o centro-sul de Mato Grosso do Sul com acumulados de até 40 mm, contribuindo para a recuperação das pastagens”, destaca Müller. No Nordeste, o cenário permanece seco, com exceção da faixa leste da região, onde a chuva diminui. “Será uma semana quente e seca, com temperaturas máximas de até 37 ºC”, observa o meteorologista. Para a região Norte, a chuva será mal distribuída, mas contribuirá para manter a boa umidade do solo. “No Acre, os volumes podem chegar a 40 mm, proporcionando reposição hídrica no solo. No entanto, a chuva não alcançará Tocantins nem Rondônia”. A previsão também indica uma queda de temperatura em grande parte do Centro-Sul, com risco de geada em pontos altos do Paraná e no Rio Grande do Sul. “No Sudeste, o frio chegará sem risco de geada para as áreas de café. No Paraná, há risco baixo de geada em Ibaiti, com temperaturas mínimas de 4 ºC no domingo (11) “, acrescenta Miller. O post Chuvas e queda de temperatura: ciclone extratropical atinge o Brasil apareceu primeiro em Canal Rural.

STF discute marco temporal; governador de MS busca segurança jurídica

Foto: Pedro Silvestre/Canal Rural Mato Grosso O Supremo Tribunal Federal (STF) iniciou a semana com a primeira audiência para buscar um acordo sobre a tese do marco temporal para a demarcação de terras indígenas. Uma comissão especial foi criada por determinação do ministro Gilmar Mendes. O marco temporal estabelece que os indígenas só podem reivindicar a demarcação de terras que eram ocupadas por povos originários na data da promulgação da Constituição, em 5 de outubro de 1988. Representando os estados na comissão, o governador de Mato Grosso do Sul, Eduardo Riedel, afirmou que a busca pela pacificação e pela segurança jurídica é almejada por todos os estados. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! “Eu represento os governadores do Brasil pelo Fórum de Governadores. O objetivo único é encontrar uma solução que ainda não havia sido pensada ou discutida. O Congresso Nacional tem legislado, a justiça tem decidido e a gente não tem avançado, a já vista os conflitos com os quais lidamos no dia a dia, extremamente negativos para todos os lados envolvidos nessa situação. É louvável a decisão do relator Ministro Mendes de buscar, numa comissão, alternativas. Não que essa comissão vá legislar, mas buscar encaminhar ao Congresso Nacional algumas ações que possam discutir e pôr fim a toda essa situação de conflito existente há muitos anos no Brasil”, afirmou Riedel. O governador destacou a importância de direitos constitucionais e das diferentes interpretações que levam ao conflito. “A comissão vai buscar justamente elementos para que possamos, de alguma forma, encontrar caminhos e soluções. Sem dúvida, é um trabalho difícil. O Congresso Nacional está representado e participando porque é ele que vai legislar. Se saímos de um entendimento de consenso, fica mais fácil depois não só para legislar, mas também para a justiça decidir aquilo que está posto em forma de convergência para buscar solução desses conflitos”, disse. Riedel finalizou destacando a importância da participação direta nessas ações. “Vamos dando notícia para vocês participando diretamente dessas ações porque ela pode ser, sem dúvida nenhuma, a solução para muitos casos que estão colocados no momento.” O post STF discute marco temporal; governador de MS busca segurança jurídica apareceu primeiro em Canal Rural.

Boi gordo: otimismo na 1ª quinzena de agosto se justifica? Veja cotações

Foto: Marcos Santos/USP Imagens O mercado físico do boi iniciou a semana com preços firmes. A lentidão foi dominante, em um dia que algumas indústrias permaneceram ausentes da compra de gado. Segundo o analista da consultoria Safras & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, o mercado ainda carrega algum otimismo em torno da primeira quinzena de agosto, período pautado por bom consumo. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! “Agosto também é um período importante para a entrada de animais de confinamento no mercado, com grande incidência de contratos a termo nesta temporada. O mercado segue atento ao posicionamento dos grandes compradores de carne de frango do Brasil, que ainda não retornaram a compra de produtos avícolas brasileiros, em especial a China”, completou Iglesias. Preços da arroba do boi São Paulo: R$ 230,62 Goiás: R$ 224,57 Minas Gerais: R$ 221,88 Mato Grosso do Sul: R$ 228,16 Mato Grosso: R$ 209,31 Mercado atacadista Foto: Governo de Rondônia O mercado atacadista abre a semana com preços firmes. Segundo Iglesias, a expectativa ainda é de alta dos preços, considerando que além da entrada dos salários há o adicional de consumo durante o Dia dos Pais. “Soma-se a isso um intenso e constante ritmo de exportação, que ganha ainda mais relevância em um momento de franco enfraquecimento das moedas emergentes. Como ponto de atenção segue a situação da principal concorrente da carne bovina, a carne de frango que ainda conta com incertezas em meio às suas exportações”, disse. O quarto traseiro do boi segue precificado a R$ 17,00 por quilo. A ponta de agulha ainda é cotada a R$ 12,50 por quilo. O quarto dianteiro segue no patamar de R$ 13,00 por quilo. Câmbio O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,53%, sendo negociado a R$ 5,7397 para venda e a R$ 5,7377 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,7134 e a máxima de R$ 5,8650. O post Boi gordo: otimismo na 1ª quinzena de agosto se justifica? Veja cotações apareceu primeiro em Canal Rural.

Confira os preços da soja no Brasil em dia de alta em Chicago

O mercado brasileiro de soja teve movimentos moderados nesta segunda-feira (5), com bastante volatilidade nos formadores de preço. Os patamares atingidos pelo dólar afetaram negativamente os níveis dos prêmios e, ao longo do dia, as variáveis foram se ajustando. Os preços no mercado doméstico ficaram entre estáveis e mais altos, com boa atividade reportada nos principais portos. Preços da saca de soja Passo Fundo (RS): continuou em R$ 136 Região das Missões: seguiu em R$ 134 Porto de Rio Grande: valorizou de R$ 142 para R$ 142,50 Cascavel (PR): aumentou de R$ 132 para R$ 134 Porto de Paranaguá (PR): cresceu de R$ 141 para R$ 142 Rondonópolis (MT): subiu de R$ 130 para R$ 131 Dourados (MS): continuou em R$ 128 Rio Verde (GO): seguiu em R$ 127 Bolsa de Chicago Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a segunda-feira com bons ganhos. Hoje, o dia foi de recuperação técnica, com base no mercado financeiro. O dia foi de forte aversão ao risco, mas dois pontos ajudaram a sustentar a soja. O primeiro deles foi a queda do dólar frente a outras moedas. O dollar index marcava queda de 0,45% quando do fechamento de Chicago, a 102,75 pontos. O dólar enfraquecido favorece as exportações de produtos agropecuários norte-americanos. Além disso, alguns investidores identificaram um fluxo de recursos saindo do mercado acionário e aportando nas commodities. As inspeções de exportação norte-americana de soja chegaram a 261.203 toneladas na semana encerrada no dia 1 de agosto, conforme relatório semanal divulgado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). Na semana anterior, as inspeções de exportação de soja haviam atingido 408.582 toneladas. Após o fechamento do mercado, as atenções se voltam para o relatório de condições das lavouras, que será divulgado às 17h. O clima segue favorecendo o desenvolvimento da soja norte-americana, encaminhando uma safra cheia. Contratos futuros da soja Os contratos da soja em grão com entrega em setembro fecharam com alta de 15,00 centavos de dólar, ou 1,32%, a US$ 10,31 1/2 por bushel. A posição novembro teve cotação de US$ 10,40 3/4 por bushel, com ganho de 13,50 centavos ou 1,31%. Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou com alta de US$ 7,20 ou 2,21% a US$ 331,80 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 40,23 centavos de dólar, com perda de 0,58 centavo ou 1,42%. Câmbio O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,53%, sendo negociado a R$ 5,7397 para venda e a R$ 5,7377 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,7134 e a máxima de R$ 5,8650. O post Confira os preços da soja no Brasil em dia de alta em Chicago apareceu primeiro em Canal Rural.

Olimpíadas: restrição de carne e ovos gera reclamações e debate sobre impacto ambiental

Fotos: Pixabay As Olimpíadas de Paris, que entram hoje na segunda e última semana, ficarão marcadas, entre outras coisas, pela polêmica da redução de oferta de proteína de origem animal durante os jogos. O objetivo era passar a mensagem de que a pecuária seria responsável pelo aquecimento global. A reportagem do Canal Rural conversou com uma atleta da delegação brasileira na França, que pediu para não ser identificada, e ela confirmou que houve muita reclamação nos primeiros dias pela falta de ovos e carne nas refeições, mas que depois o problema foi resolvido. Mas será que a pecuária é mesmo a vilã da emissão de gases de efeito estufa? E qual o prejuízo nutricional para os atletas diante da restrição de proteína animal? Nós procuramos especialistas para responder a essas perguntas. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! O comitê organizador de Paris dividiu em três grupos os consumidores das 13 milhões de refeições servidas durante os jogos. Para os espectadores, foi definido que 60% do cardápio seria vegetariano. No segundo grupo, composto por voluntários, mídia e funcionários, 50% da alimentação também seria vegetariana. O terceiro grupo, na Vila Olímpica onde ficam as delegações, não teve um percentual definido, mas o objetivo também era o de valorizar a alimentação vegetariana. A imprensa internacional chegou a noticiar o problema. O jornal francês Le Monde destacou que, segundo representantes da equipe britânica, não havia o suficiente de certos alimentos como ovos, frangos e carboidratos. No Le Figaro, a reportagem aponta que os ovos, carro-chefe da alimentação dos atletas, têm estado em falta em Paris. A agência de notícias Reuters disse que a quantidade e a qualidade dos alimentos atraíram críticas dos competidores, depois que a organização racionou os ovos no café da manhã na semana passada. A reportagem ainda diz que, depois das reclamações, o CEO do comitê dos jogos admitiu que houve um reforço nas proteínas animais, com 700 kg de ovos e uma tonelada de carnes. Para o nutricionista Luiz Dalla, a proteína de origem animal é fundamental para a performance de um atleta de alto rendimento. “A proteína é um nutriente essencial para todos nós, mas o atleta tem uma necessidade maior por ter um desgaste maior da musculatura. Eles [os competidores] estão ali num momento que precisam estar no ápice da performance. Se você não tem essa proteína de alto valor biológico em quantidades suficientes, prejudica a recuperação do atleta, diminuindo seu desempenho e aumentando o risco de lesão.” O maior evento esportivo do mundo elegeu a pecuária como vilã das emissões de gases de efeito estufa. Mas, para Marcelo Manella, PhD em ciência animal, na digestão do bovino, é natural a emissão de metano. Esse metano, segundo ele, transformado em equivalente de carbono, só fica dez anos na atmosfera e volta a ciclar via pastagem pela fotossíntese. “A planta retira carbono da atmosfera, transforma em alimento para o boi, que transforma em carne e leite. Isso é cíclico, então não há carbono novo entrando na natureza.” Segundo o especialista, além de não ser responsável pelo aquecimento global, a pecuária pode ser um agente mitigador de gases de efeito estufa. Uma pesquisa feita pela Universidade de Pernambuco em parceria com a Universidade Federal do Paraná mostra que a pastagem de braquiária bem manejada pode retirar da atmosfera 160 toneladas de equivalente carbono por ano, por hectare. “Outras ferramentas podem ser usadas, como estratégias nutricionais, aditivos alimentares e fontes de alimentos que reduzem a emissão de metano. A pecuária não é a causa do aumento do efeito estufa, mas sim a solução para o aquecimento global”, afirma Manella. “Diferentemente do que muitos ambientalistas falam sem conhecimento de causa, o bovino emite só 3% [dos gases de efeito estufa].” O post Olimpíadas: restrição de carne e ovos gera reclamações e debate sobre impacto ambiental apareceu primeiro em Canal Rural.

Semana de valorização ou queda? Veja o que esperar do mercado da soja

Foto: Pixabay Lembre-se dos fatos mais importantes do mercado da soja na última semana e os possíveis próximos movimentos na cadeia do grão. A análise é da plataforma Grão Direto: Safra norte-americana: cenário climático favorável e lavouras em boas condições de desenvolvimento continuaram pressionando as cotações em Chicago. Prêmios elevados: os prêmios para execuções curtas continuaram elevados (MG/GO/SP – Santos com prêmios de 110 a 150 cents de dólares/bushel), oferecendo boas oportunidades de negociações, mesmo com a cotação da soja em Chicago trabalhando nas mínimas do ano. Dólar em alta: a moeda norte-americana ganhou força, rompendo a região dos R$ 5,70 (máxima de 2024) e chegando próximo aos R$ 5,80, valores que foram praticados pela última vez no início de 2021. Fechamento em Chicago: o contrato de soja para agosto de 2024 fechou a US$ 10,29 por bushel, uma queda expressiva de 4,01%. No mercado físico brasileiro, houve movimentos positivos, contrários à tendência de Chicago. Essa alta foi puxada pelo prêmio e pelo dólar, que subiu 0,88% ao longo da semana, para R$ 5,5,71. O contrato com vencimento em março de 2025 também encerrou a semana com queda de 1,30%, a U$10,60 o bushel. O que está por vir no mercado da soja? Foto: Daniel Popov/Canal Rural Exportações brasileiras: o mês de julho foi extremamente significativo para as exportações brasileiras de soja, com potencial para atingir um volume histórico acima de 10,5 milhões de toneladas. Esse valor superará o número expressivo alcançado em 2018, de 10,2 milhões. No acumulado de janeiro a julho, o país alcançará patamares próximos a 75 milhões de toneladas, estabelecendo também um novo marco histórico. Apesar de o ritmo de exportação tender à diminuição nos próximos meses, o país ainda tem a possibilidade de alcançar cerca de 100 milhões de toneladas até o fim do ano. Para isso, será necessário exportar uma média de 5 milhões de toneladas mensais até dezembro. Soja norte-americana: o ano safra norte-americano termina no final de agosto e deverá consolidar uma queda de aproximadamente 14% em relação à temporada passada, ou seja, deve cair de 52,8 para 46,2 milhões de toneladas. O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) projeta um crescimento de 8% em relação a essa safra, e já há uma série de desconfianças e especulações do mercado diante do cenário atual de baixa demanda pela soja da safra 2024/25. Os níveis atuais de Chicago são atraentes para uma demanda mais agressiva pelo grão norte-americano, considerando a limitação brasileira nos próximos meses em favor do milho. Análise gráfica: na semana passada, o contrato de novembro da soja em Chicago caiu para seu menor valor desde outubro de 2020, cotado abaixo de US$ 10,15 o bushel devido ao bom andamento da safra norte-americana, que aumentará a oferta global. Regiões de atenção: a região dos US$ 10,15 o bushel é um ponto relevante que poderá atuar como suporte técnico. “Caso o grão perca a mínima novamente, os pontos de atenção serão os US$ 10,00 e, depois, US$ 9,45. Em um cenário positivo, com a soja ganhando força durante a semana e superando os US$ 10,50, os próximos alvos para a semana no contrato novembro estarão na faixa dos US$ 10,85 e US$11,27”, diz a Grão Direto. Assim, a plataforma avalia que com base nos fatores avaliados, as cotações da soja podem começar a esboçar uma reação positiva. “A moeda norte-americana poderá ter uma semana de leves quedas, mas ainda deve se manter em níveis elevados. Além disso, os prêmios tendem a continuar atrativos. Assim, a soja brasileira poderá experimentar uma semana de valorização”. O post Semana de valorização ou queda? Veja o que esperar do mercado da soja apareceu primeiro em Canal Rural.

Colheita da safrinha de milho 2024 atinge 95% no Centro-Sul, diz consultoria

Foto: Leandro Balbino/Canal Rural Mato Grosso A colheita da safrinha de milho 2024 atingiu 95% da área cultivada no Centro-Sul do Brasil, na quinta-feira passada (1º), em comparação com 91% uma semana antes e 64% no mesmo período do ano anterior (safrinha 2023), de acordo com levantamento da AgRural. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Os trabalhos estão virtualmente encerrados em Mato Grosso, onde a produtividade média superou a expectativa inicial, graças ao clima predominantemente favorável ao longo da safra. Nos demais estados, a colheita está muito próxima do fim, com boas produtividades na maior parte de Goiás, mas rendimentos mais baixos no Paraná, Mato Grosso do Sul, São Paulo e Minas Gerais, por causa da irregularidade das chuvas e do calor durante o desenvolvimento das lavouras. “A região com mais milho ainda por colher é o norte do Paraná, onde o avanço das máquinas continua confirmando as perdas causadas pelos problemas climáticos”, comentou a AgRural. O post Colheita da safrinha de milho 2024 atinge 95% no Centro-Sul, diz consultoria apareceu primeiro em Canal Rural.

Quase 13 milhões de hectares de soja e produção recorde são previstos para Mato Grosso

Foto: Pedro Silvestre/ Canal Rural O novo levantamento de safra feito pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) junto aos agentes de mercado para a temporada 2024/25 de Mato Grosso trouxe uma revisão na estimativa de área de soja. Com o preço futuro do grão valorizando no segundo trimestre de 2024, puxado sobretudo pelo dólar, o produtor do estado poderá destinar uma maior área para o cultivo da oleaginosa. Além disso, segundo os informantes do Instituto, algumas regiões do estado estão favoráveis à conversão de pastagem em agricultura, principalmente nas regiões ao norte de Mato Grosso. Área de soja A projeção de área de soja para a safra 2024/25 ficou estimada em 12,66 milhões de hectares, alta de 0,82% em comparação com o relatório anterior e 1,47% em relação à safra passada. O Imea ressalta que, embora o preço futuro da soja tenha apresentado alta, em alguns cenários ainda não cobre todos os custos para a temporada, o que tem limitado um maior investimento dos produtores na expansão das áreas. Em relação à produtividade média, as estimativas ainda são restritas, visto que alguns fatores que podem impactar a safra, como condições climáticas, ocorrência de pragas e doenças, permanecem indefinidos. Diante disso, a metodologia do Imea utiliza a média dos últimos três anos para gerar o indicador, que ficou estimado em 57,97 sacas por hectare, incremento de 11,14% em relação à safra passada. Por fim, com o aumento da área de soja e a manutenção da produtividade, a produção da safra 2024/25 ficou prevista em 44,04 milhões de toneladas, alta de 0,82% em relação à estimativa anterior e 12,78% ante a safra passada. O post Quase 13 milhões de hectares de soja e produção recorde são previstos para Mato Grosso apareceu primeiro em Canal Rural.