Suíno: mercado volta a se aquecer, e cotações reagem

Foto: Sistema Faep Após uma leve desaceleração nas negociações de suíno vivo na última semana de julho, o mercado brasileiro voltou a se aquecer neste início de agosto. Com isso, os preços reagiram em grande parte das regiões acompanhadas pelo Cepea. Para a carne, agentes consultados pelo Cepea relatam melhora nas vendas, mas certa resistência por parte de compradores em aceitar os repasses dos aumentos do animal vivo aos cortes. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Quanto às exportações brasileiras de carne suína (produtos in natura e processados), dados da Secex compilados pelo Cepea mostram que, em julho, foram embarcadas 137,1 mil toneladas. O número é um recorde da série histórica da Secex, iniciada em 1997, além de expressivos 29,4% acima do volume de junho e significativos 31,5% maior que o enviado em julho do ano passado. O post Suíno: mercado volta a se aquecer, e cotações reagem apareceu primeiro em Canal Rural.

China e México retomam compras de carne de frango do Brasil, mas não do RS

Foto: Agência Brasil Durante o Salão Internacional de Proteína Animal (Siavs), em São Paulo, o presidente da Associação Gaúcha de Avicultura (Asgav), José Eduardo dos Santos, confirmou nesta quarta-feira (7) que a China anunciou a retomada das compras de carne de frango e derivados do Brasil, exceto do Rio Grande do Sul. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Na noite anterior, o México também confirmou que o Brasil pode retomar suas vendas de carne de frango ao país, mas o Rio Grande do Sul permanece suspenso. O presidente da Asgav espera que a China e o México retomem as compras do Rio Grande do Sul em breve. “Para a China, acredito que a retomada possa ocorrer dentro de 15 dias”, afirmou Santos. Exportações do Rio Grande do Sul Durante o Siavs, a demora na retirada dos embargos às exportações avícolas do Rio Grande do Sul foi debatida por lideranças da cadeia produtiva, autoridades e representantes do serviço oficial. O estado enfrentou um problema sanitário recente, um caso isolado da doença de Newcastle, que foi erradicado com sucesso graças ao trabalho conjunto dos serviços técnicos do Ministério da Agricultura e da Secretaria Estadual de Agricultura. “Já derrubamos o autoembargo e também comunicamos à Organização Mundial de Saúde Animal o encerramento do foco. Ainda assim, alguns países mantêm embargos. Pedimos que o governo estadual e o Mapa reforcem que o Brasil cumpriu o seu papel e que não há mais motivo para manter o embargo. Fizemos um trabalho exemplar de erradicação, controle e vigilância”, destacou o presidente executivo da Asgav, Eduardo Santos. O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB), também defendeu a suspensão dos embargos. “O fim da doença foi decretado pelo Mapa e temos total garantia da segurança sanitária da nossa produção. Seguimos ao lado dos produtores nessa luta”, reforçou o governador no estande da entidade. Ele salientou a importância da integração do segmento, com um olhar não apenas comercial, mas também para a relevância de ter uma estrutura técnica capacitada e alinhada em conhecimentos. Siavs Nesta semana, a Asgav lidera uma comitiva de cerca de 60 pessoas, representantes da cadeia de produção de aves e suínos, durante o Siavs. A delegação inclui empresários, produtores e profissionais do serviço oficial. “Esta terça-feira foi muito produtiva, um dia de muitas informações positivas, com o posicionamento do Mapa e do governador do Rio Grande do Sul”, disse Santos, lembrando a qualidade da feira. “É uma feira muito boa, com muitos expositores, muita tecnologia e participação de empresas de pequeno, médio e grande porte e produtores. Ela reflete a pujança da produção de proteína animal brasileira, que representa o motor da economia brasileira.” O post China e México retomam compras de carne de frango do Brasil, mas não do RS apareceu primeiro em Canal Rural.

Confira como ficaram as cotações da soja hoje no Brasil

Foto: R.R. Rufino/Embrapa O mercado brasileiro de soja registrou mais um dia de queda nas cotações nesta quarta-feira (7). Os preços físicos acompanharam o recuo do dólar frente ao real e da Bolsa de Chicago (CBOT), principais formadores de preço. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Além disso, os prêmios não trouxeram suporte, havendo poucas indicações e um aumento na disparidade entre comprador e vendedor. Durante o dia, foi possível observar um afastamento dos produtores da comercialização e tradings tentando pressionar as cotações com indicações fracas. Confira os preços da soja no Brasil Em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos caiu de R$ 134,50 para R$ 131,50. Na região das Missões, a cotação foi de R$ 132,50 para R$ 130,50 a saca. No Porto de Rio Grande, o preço desvalorizou de R$ 140 para R$ 139 a saca. Em Cascavel (PR), a saca recuou de R$ 133 para R$ 132. No Porto de Paranaguá (PR), o preço teve baixa de R$ 139 para R$ 138. Em Rondonópolis (MT), a saca caiu de R$ 129 para R$ 127. Em Dourados (MS), o preço passou de R$ 126 para R$ 123 a saca. Em Rio Verde (GO), a saca teve recuo de R$ 125 para R$ 123. Soja na Bolsa de Chicago Os contratos futuros da soja negociados na CBOT fecharam o dia em baixa. O mercado segue sendo pressionado pelos fatores fundamentais. O clima favorável nos Estados Unidos encaminha uma safra cheia. Pelo lado da demanda, há preocupações com a situação da economia da China. Os chineses são os principais compradores mundiais da oleaginosa. As importações de soja em grão pela China no mês de julho somaram 9,85 milhões de toneladas, representando um aumento de 2,9% em relação ao mesmo mês de 2023. A expectativa do mercado era de 12 milhões a 13 milhões de toneladas. No acumulado de 2024, as importações chinesas somaram 58,33 milhões de toneladas, queda de 1,3% sobre igual período de 2023. O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) deverá cortar as suas estimativas para a safra e os estoques finais dos Estados Unidos em 2024/25. O relatório mensal de agosto do USDA para oferta e demanda americana e mundial será divulgado na segunda (12), às 13h. Analistas consultados pelas agências internacionais apostam em estoques americanos de 472 milhões de bushels em 2024/25. Para 2023/24, o mercado aposta em número de 347 milhões de bushels. Em julho, a previsão do USDA era de 435 milhões e 345 milhões, respectivamente. Para a produção, o mercado espera um número de 4,469 bilhões de bushels para 2024/25. Em julho, o Departamento apontou safra de 4,435 bilhões de bushels. Em relação ao quadro de oferta e demanda mundial da soja, o mercado aposta em estoques finais de 2024/25 de 127,6 milhões de toneladas. Em julho, o número ficou em 127,8 milhões. Para 2023/24, a expectativa do mercado é de 110,9 milhões, abaixo dos 111,3 milhões indicados no mês passado. Os contratos da soja em grão com entrega em setembro fecharam com baixa de 8,75 centavos de dólar, ou 0,86%, a US$ 10,18 3/4 por bushel. A posição novembro teve cotação de US$ 10,18 3/4 por bushel, com perda de 8,00 centavos ou 0,77%. Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou com baixa de US$ 8,30 ou 2,54% a US$ 318,30 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 40,88 centavos de dólar, com ganho de 0,92 centavo ou 2,3%. Câmbio O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 0,6%, sendo negociado a R$ 5,6243 para venda e a R$ 5,6223 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,5976 e a máxima de R$ 5,6406. O post Confira como ficaram as cotações da soja hoje no Brasil apareceu primeiro em Canal Rural.

Arroba do boi gordo mantém preço firme; veja cotações pelo Brasil

Foto: Christiano Antonucci/Secom-MT O mercado físico do boi gordo segue com preços firmes nesta quarta-feira (7), impulsionado pela ótima demanda de carne bovina prevista para a primeira quinzena de agosto. Esse período é marcado pela entrada dos salários na economia e pelo aumento do consumo causado pelo Dia dos Pais. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! A tendência ainda é positiva para o preço do boi, conforme afirma o analista da Consultoria Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias. Confira os preços da arroba de boi gordo Em São Paulo, a referência média para a arroba do boi ficou em R$ 230,85, na modalidade a prazo. Em Goiás, a indicação média foi de R$ 224,57. Em Minas Gerais, a arroba teve preço médio de R$ 221,88. Em Mato Grosso do Sul, a arroba foi indicada em R$ 231,25. Já em Mato Grosso, a arroba ficou indicada em R$ 209,14. Atacado No mercado atacadista, os preços também permanecem firmes, com uma perspectiva de alta no curto prazo devido à boa demanda durante a primeira quinzena do mês. O quarto traseiro segue precificado a R$ 17 por quilo. A ponta de agulha ainda é cotada a R$ 12,50 por quilo, enquanto o quarto dianteiro permanece no patamar de R$ 13 por quilo. O post Arroba do boi gordo mantém preço firme; veja cotações pelo Brasil apareceu primeiro em Canal Rural.

Onda de frio vai fazer temperatura tombar do Sul ao Norte; veja quando

Foto: Agência Brasil A formação de um ciclone está prestes a romper o bloqueio atmosférico que vem afetando o Brasil central, trazendo uma nova onda de frio que deve durar até meados do mês. Segundo o meteorologista do Canal Rural, Arthur Müller, boa parte do país vai enfrentar temperaturas abaixo de 10 °C. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! A queda de temperatura começará a ser sentida a partir desta quinta-feira (8), se estendendo até o dia 15 ou 16. A anomalia de temperatura, com valores abaixo da média, atingirá o Sul, o Sudeste e parte do Centro-Oeste, causando friagem até no Acre e em Rondônia, no Norte. A previsão para os próximos cinco dias indica a chegada de chuvas a São Paulo, Mato Grosso do Sul e Rio de Janeiro, ajudando a aliviar o calor. No entanto, o Brasil central ainda continuará com tempo firme. O meteorologista destaca que, além da formação do ciclone, outro fator contribui para a manutenção do ar frio: anomalias positivas de temperatura na Antártida, que enfraquecem o vórtice polar e permitem que o frio chegue ao Brasil. Baixas temperaturas Com isso, há risco de geada principalmente no Sul, com temperaturas em Bagé (RS), por exemplo, chegando a 2 ºC a partir de sexta-feira (9). Há chances de as áreas mais altas do estado zerarem a temperatura no período. Na região Sudeste, as temperaturas podem cair para menos de 5 °C no fim de semana. A mínima em Itapeva (SP), por exemplo, deve sair de 13 ºC na sexta-feira (9) para 4 ºC no sábado (10). No Centro-Oeste, o frio deve demorar um pouco mais para chegar, mas no domingo (11) o sul de Mato Grosso do Sul também poderá registrar geadas, com mínimas de 5 ºC. No Norte, a friagem afetará estados como Acre e Rondônia, no fim desta semana e no início da próxima, os termômetros poderão registrar até 15 ºC. O alerta é especialmente para os pecuaristas, que devem proteger seus animais das baixas temperaturas, sobretudo no Pantanal, onde o frio intenso pode levar à morte do gado. Müller ressalta que a oscilação brusca de temperatura, saindo de 30 ºC e caindo para 4 ºC ou 5 ºC, é particularmente desafiadora. No curto prazo, o Brasil Central seguirá com tempo firme, mas o ciclone formará uma frente fria que trará chuvas ao Paraná e ao sul de Mato Grosso do Sul. A chuva será bem-vinda para aumentar a umidade relativa do ar e aliviar a seca, especialmente em São Paulo e no sul de Minas Gerais. O Nordeste verá chuvas mal distribuídas, principalmente no Maranhão, enquanto o Centro-Norte da região Norte continuará seco. Na próxima semana, entre 13 e 17 de agosto, a frente fria trará frio e chuvas mal distribuídas ao Centro-Oeste e ao interior do Sudeste, com precipitações de até 5 mm, o que pode ajudar a diminuir o risco de incêndios. O período entre 18 e 22 de agosto prevê um tempo mais seco no Norte e Nordeste, com exceção de Alagoas e Sergipe, que poderão receber até 100 mm de chuva no litoral. No Rio Grande do Sul, volumes de chuva superiores a 80 mm em cinco dias podem prejudicar os trabalhos no campo. Essa chuva também deverá avançar para São Paulo e Paraná. Com a formação de outro ciclone neste fim de semana, chuvas mal distribuídas chegam a Mato Grosso, Goiás e ao norte de Minas Gerais. Embora não sejam suficientes para repor completamente a umidade do solo, essas chuvas ajudarão a elevar a umidade relativa do ar e a reduzir o risco de incêndios. O post Onda de frio vai fazer temperatura tombar do Sul ao Norte; veja quando apareceu primeiro em Canal Rural.

Brasileiros ainda não sacaram R$ 8,5 bi de valores a receber; veja se você tem direito

Foto: USP Os brasileiros ainda não sacaram R$ 8,5 bilhões em recursos esquecidos no sistema financeiro até o fim de junho, de acordo com dados divulgados nesta quarta-feira (7) pelo Banco Central (BC). Até agora, o Sistema de Valores a Receber (SVR) devolveu R$ 7,4 bilhões, de um total de R$ 15,9 bilhões postos à disposição pelas instituições financeiras. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! O SVR é um serviço do Banco Central no qual o cidadão pode consultar se ele próprio, sua empresa ou pessoa falecida tem dinheiro esquecido em algum banco, consórcio ou outra instituição e, caso tenha, saber como solicitar o valor. Para ter acesso a recursos de pessoas falecidas é preciso ser herdeiro, testamentário, inventariante ou representante legal. As estatísticas do SVR são divulgadas com dois meses de defasagem. Em relação ao número de beneficiários, até o fim de junho, 21.655.768 correntistas haviam resgatado valores, menos da metade do total de 66.362.955 correntistas incluídos na lista desde o início do programa, em fevereiro de 2022. Entre os que já retiraram valores, 20.146.702 são pessoas físicas e 1.509.066 são pessoas jurídicas. Entre os que ainda não fizeram o resgate, 41.285.530 são pessoas físicas e 3.421.657 são pessoas jurídicas. A maior parte das pessoas e empresas que ainda não fizeram o saque têm direito a pequenas quantias. Os valores a receber de até R$ 10 concentram 63,1% dos beneficiários. Os valores entre R$ 10,01 e R$ 100 correspondem a 25,06% dos correntistas. As quantias entre R$ 100,01 e R$ 1 mil representam 10,04% dos clientes. Só 1,8% tem direito a receber mais de R$ 1 mil. Em junho, foram retirados R$ 268 milhões, uma redução em relação ao mês anterior, quando tinham sido resgatados R$ 328 milhões. O SVR engloba valores disponíveis em contas-corrente ou poupança encerradas; cotas de capital e rateio de sobras líquidas de ex-participantes de cooperativas de crédito; recursos não procurados de grupos de consórcio encerrados; tarifas cobradas indevidamente; parcelas ou despesas de operações de crédito cobradas indevidamente; contas de pagamento pré ou pós-paga encerradas, contas de registro mantidas por corretoras e distribuidoras encerradas e outros recursos disponíveis nas instituições para devolução. Consulte o serviço aqui. Alertas O Banco Central alerta os correntistas a ter cuidado com golpes de estelionatários que alegam fazer a intermediação para supostos resgates de valores esquecidos. O órgão ressalta que todos os serviços do Valores a Receber são totalmente gratuitos, que não envia links nem entra em contato para tratar sobre valores a receber ou para confirmar dados pessoais. O BC também esclarece que apenas a instituição financeira que aparece na consulta do Sistema de Valores a Receber pode contatar o cidadão. O órgão também pede que nenhum cidadão forneça senhas e esclarece que ninguém está autorizado a fazer esse tipo de pedido. O post Brasileiros ainda não sacaram R$ 8,5 bi de valores a receber; veja se você tem direito apareceu primeiro em Canal Rural.

Leite em pó: medida para investigar Argentina é acertada, diz Faesc

Foto: Governo de Santa Catarina A Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina (Faesc) aprovou a iniciativa da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) de protocolar no Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) pedido de investigação de prática de dumping na comercialização do leite vindo da Argentina. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! “A venda de produtos a preços abaixo do custo de produção no Brasil vem prejudicando a produção nacional de leite em pó”, disse em nota o presidente do Sistema Faesc/Senar, José Zeferino Pedrozo. “Precisamos garantir a geração de renda para as famílias rurais brasileiras, a manutenção de empregos e o abastecimento do mercado interno com um produto de qualidade e com um comércio justo”. A CNA destacou que a medida é uma forma de corrigir as distorções de comércio desleal da Argentina à produção de leite ao longo de 2023. De acordo com a confederação, o volume total de importações de lácteos pelo Brasil somou 4,29 bilhões de litros nos últimos três anos. Em 2023, a quantidade foi recorde, de 2,18 bilhões de litros, diz a CNA. O leite em pó nas versões integral e desnatada é o principal derivado importado, respondendo por mais de 71% do volume em 2023. A principal origem das importações são os países do Mercosul, que respondem por mais de 97% do volume internalizado no Brasil. O post Leite em pó: medida para investigar Argentina é acertada, diz Faesc apareceu primeiro em Canal Rural.

Carne suína: exportações têm novo recorde em julho

Foto: Luiza Biesus/ Embrapa Suínos e Aves As exportações brasileiras de carne suína registraram em julho um novo recorde. Os números foram anunciados nesta quarta-feira (8) pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) em meio ao Salão Internacional de Proteína Animal (Siavs), em São Paulo. Foram embarcadas no mês 138,3 mil toneladas, número 31,4% superior ao registrado no mesmo período do ano passado, quando foram embarcadas 105,3 mil toneladas. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! A receita mensal também foi recorde, rompendo pela primeira vez a barreira de US$ 300 milhões. Ao todo, foram US$ 309,4 milhões registrados em julho, número 24,1% superior ao obtido no mesmo período do ano passado, com US$ 249,4 milhões. No ano, a alta acumulada em volumes é de 8,2%, com total de 752,1 mil toneladas exportadas entre janeiro e julho, contra 695,1 mil toneladas no mesmo período do ano passado. A receita acumulada no período chegou a US$ 1,609 bilhão, saldo 3,2% menor que o total registrado no mesmo período do ano passado, com US$ 1,663 bilhão. “O recorde nas exportações de carne suína reflete o momento positivo vivido pela suinocultura brasileira, com forte demanda internacional e diversificação de mercados. O Brasil vai se consolidando para alguns países como uma importante alternativa, com Filipinas e Japão ganhando destaque. As perspectivas indicam também números positivos para o fechamento do ano. O trabalho para abertura e ampliações de mercado capitaneados pelo ministro Carlos Fávaro e sua equipe já dá resultados concretos. Seguiremos em busca de novas oportunidades para a carne suína”, disse o presidente da ABPA, Ricardo Santin. Maiores importadores de carne suína do Brasil As Filipinas assumiram a primeira posição entre os importadores de carne suína do Brasil neste mês. Ao todo, foram embarcadas 27,2 mil toneladas em julho, número 137,5% superior ao registrado no mesmo período do ano passado, com 11,4 mil toneladas. Na segunda posição, a China importou 19,7 mil toneladas (-48,4%); seguida por Japão, que agora assume o terceiro lugar nas exportações, com 11,3 mil toneladas (+235,1%); Singapura, com 11,3 mil toneladas (+122,8%); e Hong Kong, com 10,6 mil toneladas (+37,2%). “Houve um forte incremento nos fluxos de exportações de carne suína do Brasil, com Filipinas, Japão e México como principais destaques. Filipinas, que recentemente aceitou o pré-listing, foi o principal comprador pela primeira vez da proteína suína em julho. Outro ponto destacado foi a cada vez maior presença no mercado japonês, que demanda produtos customizados e de maior valor agregado. No geral, a demanda internacional está aquecida e assim deverá permanecer nos próximos meses, inclusive com a melhoria recentemente observada dos indicadores da cadeia produtiva de carne suína na China”, destaca o diretor de Mercados da ABPA, Luis Rua. O post Carne suína: exportações têm novo recorde em julho apareceu primeiro em Canal Rural.

Agroleite 2024: discussão sobre competitividade e inovações marca abertura

Foto: Freepik Começou nesta terça-feira (6) o Agroleite, uma das feiras mais importantes da América Latina para a pecuária leiteira. No primeiro dia de programação, entidades do setor discutiram estratégias para desenvolver e aumentar a competitividade do setor. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Desde as primeiras horas da manhã, a movimentação era intensa pelos corredores do Castrolanda Expo Center, sede do Agroleite. Além de produtores rurais, jovens, estudantes e crianças também fazem parte do público interessado na feira. A cerimônia de abertura contou com a presença de autoridades locais e estaduais. O governador do Paraná, Ratinho Junior, prestigiou o evento e fez importantes anúncios. Discussões e inovações Uma das principais agendas técnicas do evento, promovida pela Faep, reuniu produtores de leite de diversas regiões do Paraná. O encontro da Comissão Técnica de Bovinocultura de Leite apresentou as tendências do mercado, medidas de defesa comercial e um plano estratégico para desenvolver a competitividade do setor. “O que a gente tem que entender é o que precisa ser feito pra gente conseguir concorrer. Não é só através de barreiras que a gente vai melhorar nossa competitividade. Temos que entender as oportunidades dentro e fora da porteira para melhorar a eficiência do nosso produtor e da cadeia produtiva do leite como um todo”, destacou Roger van der Vinne, vice-presidente da Comissão Técnica de Bovinocultura de Leite da Faep. O encontro aconteceu na Casa da Faep, inaugurada nesta terça-feira. O local servirá de apoio para reuniões, treinamentos e suporte aos produtores rurais da região dos Campos Gerais. Ernani Gilberto Lindemann, produtor de leite de Teixeira Soares, destacou a importância desses momentos de debate para fortalecer o setor. “Boa parte da solução vem ou vai partir do produtor. Ele precisa buscar aprimorar a qualidade na produção de leite, que é o diferencial que permitirá competir em outros mercados”, afirmou Lindemann. Programação e expectativas A programação do Agroleite seguiu com as ordenhas do Torneio Leiteiro, julgamento da raça Holandesa e danças típicas. A organização do evento espera receber mais de 120 mil pessoas até o final da feira. O Agroleite 2024 promete ser um marco importante para a pecuária leiteira, trazendo discussões relevantes e apresentando inovações que contribuirão para o desenvolvimento e competitividade do setor. O post Agroleite 2024: discussão sobre competitividade e inovações marca abertura apareceu primeiro em Canal Rural.

O que esperar do agro em 2024/25

Cidade do Leite, em Castro, Paraná, onde acontece a Agroleite. | Foto: divulgação Agroleite. Com o tema ‘O que esperar do agro em 2024/25′, a agenda desta quinta-feira (08) na Agroleite vai discutir as principais variáveis de tendências do setor no Brasil e no mundo. O Painel Agro coloca em pauta discussões como clima, mercado, infraestrutura, geopolítica e sustentabilidade. No momento em que o Brasil se prepara para iniciar um novo ciclo e os Estados Unidos iniciam a sua colheita, Giovani Ferreira, CEO do Canal Rural Sul, explica que a cadeia produtiva precisa de informações e análises desse cenário para uma tomada de decisão mais assertiva, e que este também é um objetivos do painel. “Um ambiente e um momento que envolve os dois grandes players agrícolas mundiais, determinantes para a relação de oferta e demanda, e cotações neste segundo semestre”, complementa. Paulo Bertolini, presidente da Abramilho e diretor do Grupo Calpar, parceiro na realização do painel, destaca a necessidade da discussão sobre infraestrutura, variável decisiva ao futuro do agronegócio economicamente sustentável. “Da logística multimodal à ampliação da capacidade de armazenagem, o futuro do Brasil agro precisa assumir, com foco e responsabilidade, a pauta da infraestrutura”, cobra Bertolini. De acordo com o dirigente, é preciso reduzir o custo Brasil para que o agronegócio possa dar uma contribuição ainda maior à economia e às divisas comerciais do país. O primeiro painel será sobre geo-política e sustentabilidade, com a participação do ex-ministro Antonio Cabrera. Em seguida, o debate será sobre infraestrutura, eficiência e competitividade, com executivos da Abimaq. O último painel vai falar sobre mercado, clima e tendências da safra 2024/25, com a participação de técnicos, analistas e meteorologistas do Canal Rural e consultoria parceiras. O evento acontece no Pavilhão One, principal palco de plenárias da Agroleite e será transmitido ao VIVO pela multiplataforma do Canal Rural, TV e YouTube. A realização é uma parceria entre Canal Rural, Cooperativa Castrolanda, Grupo Calpar e Sistema Ocepar. Serviço: Painel Agro 2024Hora: 9 horasLocal: Agroleite, Expocenter Castrolanda, Castro (PR) O post O que esperar do agro em 2024/25 apareceu primeiro em Canal Rural.