Mais lidas: quando começa o horário de verão em 2024?

Foto: Renato Araújo/Agência Brasil O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) – responsável pela coordenação e controle da operação das instalações de geração e transmissão de energia elétrica – recomendou na última semana que o o Brasil volte a adotar o horário de verão. No entanto, o governo federal ainda vai avaliar o cenário, antes de efetivamente optar pela medida. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Segundo declarou na semana passada o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, uma decisão deve ser tomada em alguns dias. Confira mais detalhes na matéria completa! O post Mais lidas: quando começa o horário de verão em 2024? apareceu primeiro em Canal Rural.
Comitiva chinesa visita terminal de exportação no Porto de Santos

Uma comitiva da Administração Geral de Alfândega da China (GACC) visitou, na última quinta-feira (26), o Porto de Santos para conhecer um dos terminais de exportação de grãos e discutir o comércio agropecuário entre Brasil e China. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Recebida por representantes do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), como o secretário de Defesa Agropecuária, Carlos Goulart, e o diretor de Negociações Não-Tarifárias, Augusto Billi, a comitiva chinesa, liderada pelo vice-ministro Zhao Zenglian, conheceu de perto o sistema de controle e amostragem de grãos conduzido pelos auditores fiscais agropecuários do porto. Durante a visita, os representantes da China ficaram impressionados com a infraestrutura e os processos de fiscalização da maior exportadora agrícola do Brasil. A China, que responde por 33,91% das exportações agrícolas brasileiras, já importou US$ 38 bilhões em produtos do Brasil nos primeiros oito meses de 2024, sendo a maior parte desse montante ligada ao complexo da soja. O post Comitiva chinesa visita terminal de exportação no Porto de Santos apareceu primeiro em Canal Rural.
Google decide barrar anúncios de bets sem registro no Ministério da Fazenda

Foto: Thomas Schlosse/Flickr O Google limitará a partir de segunda-feira (30) os anúncios de jogos virtuais das empresas de apostas online, as chamadas bets. Com a mudança, apenas as empresas registradas no Ministério da Fazenda poderão fazer anúncios, segundo a atualização da Política de Jogos de Azar do Google Ads, publicada pela companhia em seu site. “Para veicular anúncios de serviços de apostas esportivas online ou jogos de azar online após 30 de setembro de 2024, os anunciantes devem demonstrar que solicitaram autorização do Ministério da Fazenda do Brasil para operar esses serviços”, afirma a empresa. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Segundo o Google, para anunciar serviços após a mudança, os anunciantes deverão “solicitar e obter a certificação” por meio de um formulário. A decisão da empresa americana de tecnologia de suspender a publicidade das bets sem registro acompanha uma portaria do governo que impedirá, a partir de terça-feira, 1º de outubro, a atuação das bets sem autorizadas para operar no país. Ao suspender as bets não autorizadas pelo Ministério da Fazenda, a intenção do governo é separar companhias sérias do setor daquelas com atuação suspeita, sobretudo as envolvidas em operações policiais. No final de agosto, o Ministério da Fazenda recebeu 113 pedidos de autorização, de um total de 108 empresas, para atuar no mercado de apostas esportivas no país. Nessa lista, está a Caixa Loterias, subsidiária da Caixa Econômica Federal. O número de solicitações superou as estimativas da equipe econômica, que quase quintuplicou a projeção de arrecadação com o setor neste ano. No Orçamento de 2024, a estimativa de receita com a regulação dessas apostas é de R$ 728 milhões. Após os pedidos, a Fazenda projetou até R$ 3,4 bilhões, caso todas as interessadas atendam às regras estabelecidas na regulamentação. Em dezembro, o Estadão já havia antecipado que a cifra poderia ultrapassar os R$ 3 bilhões em 2024. Na ocasião, 134 empresas haviam solicitado autorização prévia. Força-tarefa O tema dos jogos online virou um das prioridades do governo. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva convocou reunião para semana que vem com ministros sobre a regulamentação das bets, diante da escalada de preocupação com o impacto social e econômico dos jogos de apostas online. A reunião, segundo apurou o Estadão/Broadcast, será com os Ministérios da Fazenda, Desenvolvimento Social, Saúde e Casa Civil. O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse, na sexta-feira, 27, que o presidente Lula pediu providências a todos os ministérios que têm envolvimento no assunto e citou a necessidade de lidar com questões como lavagem de dinheiro, dependência dos jogos, tratamento sobre os meios de pagamentos nas apostas para coibir o endividamento e banimento de empresas que não credenciadas para atuar no Brasil. Pesquisa do Banco Central revelou nesta semana que 5 milhões de beneficiados pelo Bolsa Família enviaram R$ 3 bilhões via Pix a plataformas de apostas online em agosto. Diante desse quadro, o governo federal já avalia transferir o titular do Bolsa Família para outro nome, caso o titular tente usar o dinheiro do programa em bets, segundo afirmou o ministro do Desenvolvimento Social, Wellington Dias, em entrevista à Coluna do Estadão. O post Google decide barrar anúncios de bets sem registro no Ministério da Fazenda apareceu primeiro em Canal Rural.
CNA: Valor Bruto da produção agropecuária deve recuar 3,2% neste ano, para R$ 1,2 trilhão

VBP, Valor Bruto da Produção Agropecuária. Foto: Pedro Silvestre O Valor Bruto da Produção (VBP) agropecuária deve recuar 3,2% neste ano, alcançando R$ 1,239 trilhão, estima a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA). Em 2023, o VBP da agropecuária foi de R$ 1,280 bilhão, informou a CNA em nota técnica divulgada na sexta-feira (27). O VBP é o faturamento bruto dos estabelecimentos rurais, considerando a produção agrícola e pecuária e a média de preços recebidos pelos produtores rurais de todo o país. A maior retração tende a ser registrada na agricultura, com redução prevista de 4% no VBP, passando de R$ 869,7 bilhões para R$ 834,6 bilhões neste ano. Na pecuária, o VBP é projetado pela CNA, de R$ 404,4 bilhões ao fim deste ano, queda de 1,4% ante 2023, quando o setor registrou R$ 410,2 bilhões. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Na agricultura, a soja, que deve representar 37,4% do VBP, com maior participação entre as culturas, tende a registrar um resultado 17% menor que o de 2023. “Os preços da oleaginosa seguem em redução (-12,9%) e há queda na produção (-4,7%). No caso do milho, também há a previsão de queda na produção (-12,3%) e no preço (-8,4%), em 2024”, observou a CNA, na nota, mencionando que o desempenho do cereal tende a recuar 19,6%. Em contrapartida, o aumento de 4,5% dos preços e de 0,5% da produção pode impulsionar o VBP da cana-de-açúcar em 5% neste ano, cultura com a terceira maior participação no VBP da agricultura. Na pecuária, tanto a bovinocultura de corte quanto a pecuária leiteira têm previsões de queda no desempenho neste ano, segundo a CNA, respectivamente de 4,8% e de 2%. Os resultados destas cadeias foram afetados neste ano pelo arrefecimento de 8,8% de preços na pecuária bovina e de 2% nos preços do leite. O post CNA: Valor Bruto da produção agropecuária deve recuar 3,2% neste ano, para R$ 1,2 trilhão apareceu primeiro em Canal Rural.
CNA vê prejuízo de R$ 14,7 bi à agropecuária por incêndios entre junho e agosto

Foto: Pedro Silvestre/Canal Rural Mato Grosso Os incêndios ocorridos de junho a agosto deste ano geraram prejuízos de R$ 14,7 bilhões à agropecuária brasileira, estima a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA). O cálculo considera perdas à produção de bovinos de corte, cana-de-açúcar e qualidade do solo. De acordo com levantamento feito pela entidade, 2,8 milhões de hectares de propriedades rurais no Brasil foram atingidos pelos incêndios. O levantamento foi divulgado na quinta-feira (26). Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! São Paulo (R$ 2,8 bilhões), Mato Grosso (R$ 2,3 bilhões), Pará (R$ 2 bilhões) e Mato Grosso do Sul (R$ 1,4 bilhão) foram os Estados com maiores prejuízos nessas cadeias. Os maiores impactos econômicos foram em pecuária e pastagem (R$ 8,1 bilhões), cercas (R$ 2,8 bilhões), perdas com a produção de cana-de-açúcar (R$ 2,7 bilhões), e outras culturas temporárias e permanentes (R$ 1,068 bilhão), estima a CNA. A estimativa não considera os impactos com os incêndios ocorridos neste mês, portanto, o prejuízo econômico pode ser ainda maior. “A abordagem foi conservadora e considerou as áreas com maior impacto. Com a continuidade de incêndios em setembro e volta de focos em São Paulo e em Mato Grosso, a área afetada pode ser maior e revisaremos os números”, explicou o diretor técnico-adjunto da CNA, Maciel Silva, ao Estadão/Broadcast. “Os números mostram que os produtores rurais, assim como toda a sociedade e o meio ambiente, são vítimas dos incêndios, de origem criminosa”, acrescentou. De acordo com a CNA, as áreas afetadas foram levantadas com base em imagens de satélite, em levantamentos do MapBiomas e dados do Instituto Nacional de Pesquisa Espaciais (Inpe). Já as perdas financeiras das áreas incendiadas foram calculadas com base no custo de reposição da matéria orgânica em toda a área agropecuária queimada, perdas ocasionadas na produção de cana-de-açúcar que ainda não tinha sido colhida, perdas de produtividade do rebanho em razão da limitação de pasto, perdas de cercas em áreas de pastagem e perda de fósforo e potássio nas camadas superficiais dos solos. O impacto econômico, calculado pela CNA, considerou as perdas nas culturas plantadas e na qualidade do solo. Entretanto, o prejuízo tende a subir quando considerado eventuais impactos na produção da próxima safra, caso das lavouras de cana-de-açúcar e da produção bovina. “Poderá haver impactos na produção das lavouras seguintes e para pecuária de perdas de produtividade e de ganho de peso por danos nas pastagens”, observou Silva. Na avaliação da CNA, será necessária uma série de medidas de apoio aos produtores rurais para recuperação das áreas e da atividade agropecuária nas áreas incendiadas. “O financiamento é uma delas, dado que os produtores vão demandar recursos para recuperação, além de mecanismos de realavancagem em virtude das perdas monetárias”, observou o diretor técnico adjunto da CNA. A liberação de recursos do Programa de Financiamento a Sistemas de Produção Agropecuária Sustentáveis (RenovAgro) do Plano Safra 2024/25, linha com aproximadamente R$ 6,5 bilhões disponíveis, para financiamento de recuperação de áreas atingidas por incêndios florestais é aquém do necessário para recuperação das propriedades rurais, na opinião da CNA. O esforço governamental para análise e validação do Cadastro Ambiental Rural (CAR) também é citado pela CNA como medida que agilizaria a responsabilização pelos incêndios criminosos. O post CNA vê prejuízo de R$ 14,7 bi à agropecuária por incêndios entre junho e agosto apareceu primeiro em Canal Rural.
Governo vai acionar seguro-defeso para famílias do NO e NE atingidas por seca

Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil O ministro do Trabalho em exercício, Chico Macena, reforçou nesta sexta-feira (27) que a pasta vai acionar o seguro-defeso para famílias do Norte e Nordeste afetadas pela seca. Além disso, ele reiterou que o governo vai facilitar o acesso a crédito dos setores que foram atingidos pelas queimadas, a exemplo das ações adotadas em prol do Rio Grande do Sul. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! “É uma preocupação com relação ao emprego, de todo o governo, na Casa Civil tem um grupo de trabalho para adotar as medidas necessárias (por causa da seca e queimadas). Vamos acionar o seguro-defeso para proteção das famílias no Norte e Nordeste que foram afetadas (pela seca) e outras medidas através de iniciativas para facilitar crédito de setores que foram afetados (pelas queimadas), a exemplo do que aconteceu no Rio Grande do Sul“, disse durante do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) referente ao mês de agosto. O post Governo vai acionar seguro-defeso para famílias do NO e NE atingidas por seca apareceu primeiro em Canal Rural.
Conta de luz ficará mais cara em outubro com bandeira vermelha patamar 2

Foto: Pixabay A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) anunciou no começo da noite desta sexta-feira (27) bandeira tarifária vermelha patamar 2 para o mês de outubro. Será o maior patamar de cobrança adicional na conta de luz desde abril de 2022, quando a bandeira “escassez hídrica” estava em vigor. Para o próximo mês, serão cobrados R$ 7,877 para cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos. Os fatores que acionaram a bandeira vermelha patamar 2 foram: risco hidrológico (GSF) e o aumento do Preço de Liquidação de Diferenças (PLD) – valor da energia elétrica calculado para a energia a ser produzida em determinado período. Baixa nos reservatórios Na prática, as previsões de baixa afluência para os reservatórios das hidrelétricas e pela elevação do preço do mercado de energia elétrica ao longo do mês de outubro levaram ao resultado. Estimativas apresentadas na semana passada pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) já apontavam que o PLD de outubro deve superar os R$ 500 por megawatt-hora (MWh). Houve um sequência de bandeiras verdes – iniciada em abril de 2022 e interrompida em julho de 2024 com bandeira amarela. Em agosto, houve bandeira verde em agosto e a vermelha, patamar 1, em setembro. O acionamento da bandeira tarifária vermelha patamar 2 representa um acréscimo de 0,45 ponto porcentual sobre o IPCA. A projeção de impacto na inflação é da CM Capital. O sistema de bandeiras tarifárias, criado em 2015, vai atingir em outubro a marca de 60 acionamentos na classificação amarela, vermelha 1, vermelha 2 ou, a de maior impacto, bandeira de “escassez hídrica”. Em quase 10 anos, a economia com juro foi de R$ 4 bilhões. Os dados são da Aneel. Bandeiras para a conta de luz Foto: Agência Brasil/Arquivo O sistema de bandeiras tarifárias indica aos consumidores os custos da geração de energia no país, e visa a atenuar os impactos nos orçamentos das distribuidoras de energia. Antes, o custo da energia em momentos de mais dificuldades para geração era repassado às tarifas apenas no reajuste anual de cada empresa, com incidência de juros. No modelo atual, os recursos são cobrados e transferidos às distribuidoras mensalmente por meio da “conta Bandeiras”. O post Conta de luz ficará mais cara em outubro com bandeira vermelha patamar 2 apareceu primeiro em Canal Rural.
Ventos intensos no RS causaram acamamento nas lavouras de canola

Foto: Alberto Mansaro Junior/Embrapa Trigo A cultura da canola está em pleno desenvolvimento no Rio Grande do Sul, com 33% das lavouras em florescimento, 59% em enchimento de grãos, 7% em maturação e 1% já colhido, de acordo com a Emater-RS. O estado geral das plantações é considerado adequado, porém, ventos intensos na região das Missões e noroeste do estado causaram acamamento em algumas lavouras na fase final de enchimento dos grãos. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Apesar disso, o terço inferior das plantas não foi afetado, garantindo boas perspectivas para a colheita e sem grande impacto na produtividade. Situação da canola nos municípios São Luiz Gonzaga: maior área plantada da região. Um levantamento das perdas devido ao vendaval estimou acamamento em 5% das lavouras. Bagé: lavouras estão nas fases de floração e enchimento de grãos, com uma pequena área em maturação. O potencial produtivo é satisfatório, exceto nas áreas semeadas no final do período recomendado, que foram afetadas pela estiagem em julho, resultando em estande de plantas desuniforme. A baixa incidência de doenças é um ponto positivo, apesar das chuvas intensas em agosto. Frederico Westphalen: cerca de 60% das lavouras estão em florescimento e 40% em enchimento de grãos. As áreas mais tardias têm maior potencial produtivo devido às condições ambientais favoráveis, com produtividade estimada em 1.540 kg/ha. Ijuí: a cultura avança da floração para o enchimento de grãos, mantendo bom potencial produtivo. No entanto, algumas áreas não conseguiram compensar totalmente o potencial devido ao mau estabelecimento inicial das plantas. Atualmente, 1% da área foi colhida e 6% está em maturação. Passo Fundo: lavouras em floração (30%) e enchimento de grãos (70%), com produtividade esperada de 1.500 kg/ha. Santa Maria: lavouras apresentam ótimo desenvolvimento e boa situação fitossanitária. Cerca de 40% das lavouras estão em enchimento de grãos e 9% em maturação, com produtividade média estimada em 1.646 kg/ha. Santa Rosa: cerca de 18% das lavouras estão em floração, 66% em enchimento de grãos, 14% em maturação e 2% já foram colhidas. A produtividade nas áreas colhidas ficou entre 1.000 e 1.200 kg/ha, mas as lavouras semeadas mais tarde têm expectativa de atingir até 2.000 kg/ha. Segundo a Emater-RS, a projeção para o estado é de 134.975 hectares cultivados, com uma produtividade média inicial de 1.679 kg/ha. O post Ventos intensos no RS causaram acamamento nas lavouras de canola apareceu primeiro em Canal Rural.
Veja os destaques do Cooperativismo em Notícia deste sábado

Foto: divulgação O programa Revitalizar da Cooper A1, a expansão dos cereais de inverno no Alto Vale e a família Souza Netto no quadro Gente que Faz o Agronegócio serão os destaques da semana do programa Cooperativismo em Notícia: Revitalizando o campo O programa Terra Boa, parceria entre o governo do estado de Santa Catarina e a Fecoagro, injeta recursos nas lavouras em busca do aumento de produtividade ne milho e nos cereais de inverno. Porém, a iniciativa tem um limitador de recursos. Ao observar isso, a Cooper A1 decidiu criar um programa que pudesse aumentar os recursos disponíveis para seus cooperados. Isso, fora da cota do Troca-Troca. Chamado de Revitalizar, o programa tem espaço para injetar 15 milhões de reais em recursos neste ano. Nesse programa estão disponíveis o fósforo, o potássio, o geso agrícola, os corretivos minerais e todos os demais insumos que auxiliam no melhor desempenho das culturas. Cada associado da Cooper A1, pode buscar investimentos para, no máximo, 30 hectares de área. Cereais de inverno Já que tocamos no assunto dos cereais de inverno, a nossa equipe esteve no Alto Vale do Itajaí para ver de perto com está o desenvolvimento do programa. Por lá, apoiados pela Cravil, os produtores tem melhorado suas lavouras e com mais dinheiro no bolso o programa se viabilizou de fato. A ponte está construída. Para atender a demanda comercial, a Cravil tem selecionado produtores, como o seu Balduíno Schütz, para a produção de sementes. Na área dele, são dez hectares, de uma variedade, chamada de Guardião, a mais produtiva do país. Toda a assistência técnica é feita pela Cravil, inclusive com a indicação das cultivares e dos manejos produtivos. Quadro Gente que faz Se você não é rico e nem herdeiro, se contente em ter saúde e energia pra trabalhar. Porque só assim irá construir a sua história. E isso serve como uma luva para uma família que veio do Paraná, da cidade de Realeza, para trabalhar na cultura da cebola. Isso foi na década de 80. E lá no Alto Vale, os agregados se tornaram donos das próprias terras. Não foi fácil. Foi heroico. A primeira propriedade, onde estão até hoje, tinha seis hectares. Isso era o suficiente pra alimentar todo mundo. Aí os piás foram crescendo, e a dona Gessi e o seu Amilton Souza Netto, sabiam que era preciso encaminhá-los. Com a segurança dos pais, os cinco filhos foram adquirindo propriedades por perto. Hoje, cada um tem o seu pedaço de terra. Mas o cordão umbilical jamais foi cortado. Porque muitas das operações, especialmente na seleção da cebola, ainda são feitas em conjunto. A família, planta 132 hectares, com produção de cinco mil toneladas/ano. O programa Cooperativismo em Notícia é produzido pela equipe de comunicação da Fecoagro/SC e veiculado pelo Canal Rural aos sábados às 8h30, com reprises às terças feiras, às 13h30. O post Veja os destaques do Cooperativismo em Notícia deste sábado apareceu primeiro em Canal Rural.
Veja os preços da soja na véspera do relatório de estoques do USDA

O mercado brasileiro de soja registrou preços de estáveis a mais altos nesta sexta-feira (27). O mercado teve movimento moderado no dia, internamente pagando melhor do que a paridade de exportação em algumas regiões. Com a alta forte de Chicago, o spread diminuiu um pouco. Porém, com estoques de soja mais apertados e a busca por soja disponível, houve o descolamento. Preços médios da soja no país Passo Fundo (RS): subiu de R$ 135 para R$ 136 Região das Missões: avançou de R$ 134 para R$ 135 Porto de Rio Grande: aumentou de R$ 142 para R$ 143 Cascavel (PR): seguiu em R$ 139 Porto de Paranaguá (PR): passou de R$ 142 para R$ 143 Rondonópolis (MT): subiu de R$ 131 para R$ 133 Dourados (MS): passou de R$ 132 para R$ 135 Rio Verde (GO): cresceu de R$ 130 para R$ 132 Bolsa de Chicago Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a sexta-feira com forte alta. A preocupação com o persistente clima seco no Brasil – a previsão é de poucas chuvas e temperatura em elevação na próxima semana – fez as cotações dispararem. O farelo liderou os ganhos, com altas em torno de 5%. “A China está com estoques de farelo bem curtos e a perspectiva de um movimento acelerado de compras por parte daquele país justifica a alta de hoje”, disse o analista de Safras & Mercado, Gabriel Viana, que considera, no entanto, a alta de hoje exagerada e baseada em movimentos especulativos. O mercado também digere positivamente o pacote de incentivo à economia chinesa, com uma série de medidas anunciadas ao longo da semana e que podem acelerar a demanda por commodities. Relatório USDA Para completar, os agentes de posicionam frente ao relatório de estoques trimestrais do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). “A China está com estoques de farelo bem curtos e a perspectiva de um movimento acelerado de compras por parte daquele país justifica a alta de hoje”, disse o analista. Os estoques trimestrais norte-americanos de soja na posição 1º de setembro deverão ficar acima do número indicado pelo USDA em igual período do ano anterior. A projeção é de analistas e corretores entrevistados pelas agências internacionais, que indicam estoques trimestrais de 350 milhões de bushels. O relatório trimestral será divulgado às 13hs, nesta segunda (30). Em igual período do ano anterior, o número era de 264 milhões de bushels. Contratos futuros da soja Foto: Pixabay Os contratos da soja em grão com entrega em novembro fecharam com alta de 24,75 centavos de dólar, ou 2,37%, a US$ 10,65 3/4 por bushel. A posição janeiro teve cotação de US$ 10,83 por bushel, com ganho de 23,75 centavos ou 2,24%. Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou com alta de US$ 17,30 ou 5,29% a US$ 344,10 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 42,36 centavos de dólar, com baixa de 0,54 centavo ou 1,25%. Câmbio O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 0,15%, sendo negociado a R$ 5,4361 para venda e a R$ 5,4341 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,4258 e a máxima de R$ 5,4582. Na semana, a moeda teve desvalorização de 1,52%. O post Veja os preços da soja na véspera do relatório de estoques do USDA apareceu primeiro em Canal Rural.