Plantio da soja atinge 8,81% da área no Mato Grosso, diz Imea

Foto: Fundação MT/Divulgação O plantio de soja em Mato Grosso atingiu 8,81% da área estimada para a safra 2024/25 até esta sexta-feira (11), segundo o Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (IMEA). Essa evolução representa um aumento de 6,73 pontos percentuais em relação à semana anterior, mas o avanço ainda é considerado atrasado devido ao início da temporada seco. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! O aumento das queimadas na região preocupa os agricultores, impactando diretamente o calendário de plantio. Lucas Costa Bêber, presidente da Aprosoja-MT, destaca a urgência de implementar medidas de prevenção e manejo. O atraso das chuvas forçou os produtores a recorrer a áreas irrigadas por pivô central, mas a fumaça reduz a luminosidade, levando muitos a adiar o plantio para garantir melhores condições de fotossíntese e produtividade. Além de comprometer a soja, o atraso nas chuvas também afeta o plantio do milho, ampliando as preocupações sobre a produção de ambas as culturas. Bêber ressalta a importância do plantio direto sobre a palha, que conserva a umidade do solo e recicla nutrientes, contribuindo para a produtividade. Essa prática se torna essencial, pois as queimadas exigem altos investimentos em controle e representam riscos à segurança e ao patrimônio dos produtores. O post Plantio da soja atinge 8,81% da área no Mato Grosso, diz Imea apareceu primeiro em Canal Rural.
Anvisa atualiza normas de vigilância em portos e aeroportos

Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) atualizou as regras de vigilância epidemiológica em portos e aeroportos brasileiros. Na prática, a norma, aprovada pela diretoria colegiada esta semana, trata de medidas para reduzir o risco de entrada e disseminação de doenças no país, por viajantes e mercadorias. Em nota, a Anvisa destacou que tais medidas devem ser adotadas por administradores de portos e aeroportos brasileiros e também por companhias de transporte aéreo e marítimo que atuam nessas localidades. A previsão da agência é que as regras sejam publicadas ao longo dos próximos dias. “Recentemente, algumas situações necessitaram de medidas de rígido controle e vigilância epidemiológica. Como exemplos, podemos citar os casos importados de sarampo e a emergência em saúde pública de importância internacional (ESPII) da nova variante do vírus causador da mpox na África.” Quais são as mudanças Entre as mudanças anunciadas está a exigência de planos de contingência pelos administradores de portos e aeroportos. “Agora, esses planos devem ser testados anualmente, em pontos de entrada estratégicos”. A agência informou ainda ter simplificado atividades de detecção, resposta inicial e avaliação de riscos para viajantes com condições clínicas que não representem riscos para a saúde pública. “O objetivo, nesse caso, é destravar operações que antes aguardavam liberação da Anvisa”. A nova norma também revoga a centralização de emissão do Certificado Internacional de Vacinação ou Profilaxia (CIVP) na Anvisa. O documento serve como comprovante de imunização para uma série de doenças e, atualmente, é emitido pelo Meu SUS Digital. O post Anvisa atualiza normas de vigilância em portos e aeroportos apareceu primeiro em Canal Rural.
Cenário é otimista em algumas regiões do Brasil com chuvas à vista; confira a previsão

Foto: Pixabay Quem acompanhou a Abertura Nacional do Plantio da Soja, nesta sexta-feira (11), em Açailândia (MA), teve a oportunidade de conferir, em primeira mão, a previsão do tempo apresentada por Arthur Müller, meteorologista do Canal Rural. De acordo com as informações compartilhadas com os ouvintes do evento, a segunda quinzena de outubro será marcada por chuvas em praticamente todo o país, especialmente nas regiões Centro-Oeste e Sudeste, com acumulados que ultrapassam os 40 mm. Além disso, chuvas também começaram a chegar ao Matopiba, embora em volumes menos expressivos. Entre os dias 20 e 24 do mês, as precipitações devem persistir no Brasil Central e em áreas do Matopiba, trazendo umidade que beneficia os produtores de soja do norte ao sul do país. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Expectativas para novembro Para novembro, as previsões indicam que as chuvas na região Norte ficarão abaixo da média. Entretanto, a boa notícia é que deve chover acima da média tanto no Sul quanto no Sudeste, garantindo a umidade necessária no solo e favorecendo o desenvolvimento do grão. O calor persiste em Mato Grosso e no interior do Matopiba, mas a tendência é que as temperaturas diminuam com a chegada das chuvas, ficando abaixo dos 40 graus. As máximas esperadas variam entre 20 e 24 graus, enquanto as temperaturas devem oscilar entre 30 e 33 graus. Há uma tendência de anomalia mais quente em novembro no Norte e no Matopiba, enquanto o Centro-Oeste e Sudeste devem apresentar temperaturas mais amenas. Impactos do La Niña Foto: Reprodução/Canva A tendência é que o La Niña retorne gradualmente no Pacífico Equatorial, embora sua consolidação deva ocorrer apenas no início do verão. Os impactos desse fenômeno deverão ser mínimos, uma vez que não se espera chuvas acima da média no Matopiba e não há previsão de secas severas no Sul. Em outras áreas, o oceano continua muito aquecido, influenciando o clima global. O post Cenário é otimista em algumas regiões do Brasil com chuvas à vista; confira a previsão apareceu primeiro em Canal Rural.
Fazendas removem mais carbono do que emitem, revela pesquisa no Brasil e Uruguai

Foto: Gisele Rosso/Embrapa Uma recente pesquisa realizada em quatro estados brasileiros e no Uruguai revelou que propriedades rurais estão removendo mais carbono da atmosfera do que emitindo. A prática, considerada inovadora e sustentável, utiliza sistemas integrados como a integração lavoura-pecuária (ILP), resultando em alta produtividade e benefícios ambientais. Além disso, essas propriedades já veem oportunidades na comercialização de créditos de carbono, ampliando o impacto econômico da prática sustentável. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! O estudo, que envolveu 33 fazendas e cerca de 19 mil hectares, foi conduzido nos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Mato Grosso e no Uruguai. A análise revelou que essas áreas sequestraram, em média, 0,92 toneladas de CO₂ equivalente por ano, totalizando 17.250 toneladas de carbono removidas da atmosfera anualmente. Práticas que fazem a diferença João Lucas Mattos, produtor rural em Charqueadas, Rio Grande do Sul, trabalha com integração lavoura-pecuária há quase uma década e destaca como o sistema permite aumentar a produtividade. “No inverno, triplicamos o número de animais na pastagem, e no verão, com o melhoramento do campo, conseguimos manter a mesma quantidade”, explica. Mattos também alcançou alta eficiência no manejo, com bovinos de 15 meses pesando em média 380 kg, além de um rendimento de carcaça de 53%. O segredo para resultados tão expressivos está na adoção de boas práticas, como a rotação de pastagens, adubação eficiente e o uso de tecnologias modernas. Segundo Gustavo Heissler, gerente de sustentabilidade da SIA, a implementação de sistemas como ILP e integração lavoura-pecuária-floresta (ILPF), além do plantio direto, contribui significativamente para a redução de emissões e aumento da remoção de gases. Oportunidade econômica e ambiental Além de promover um manejo sustentável, a pesquisa revela o potencial das propriedades rurais na comercialização de créditos de carbono. As boas práticas adotadas permitem que os produtores não apenas reduzam as emissões de gases de efeito estufa, mas também gerem créditos ao remover carbono da atmosfera. Para João Lucas, a possibilidade de transformar essa prática em um retorno financeiro foi uma surpresa positiva. “No início, não acreditei muito na questão dos créditos de carbono, mas agora vejo como uma oportunidade real. Continuaremos adotando essas práticas para contribuir com o meio ambiente e, ao mesmo tempo, gerar benefícios para o nosso negócio”, afirma o produtor. O estudo reforça que a intensificação produtiva pode ser uma aliada tanto para o agronegócio quanto para a preservação ambiental, provando que sustentabilidade e alta produção podem caminhar juntas no campo. O post Fazendas removem mais carbono do que emitem, revela pesquisa no Brasil e Uruguai apareceu primeiro em Canal Rural.
Diário Econômico PicPay: saiba o que mexe com o mercado hoje

Ouça o Diário Econômico, o podcast que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado do Brasil e do mundo, com a análise de economistas do Pic Pay. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! No episódio de hoje, o economista do PicPay, Igor Cadilhac, destaca que, nos Estados Unidos, o índice de preços ao consumidor veio um pouco acima das expectativas em setembro. Sobre o Fed, as chances de uma manutenção dos juros em novembro têm ganhado cada vez mais espaço. Por aqui, olho nos dados de serviços. O post Diário Econômico PicPay: saiba o que mexe com o mercado hoje apareceu primeiro em Canal Rural.
Sexta-feira repleta de pancadas de chuva e ventania; confira e prepare-se

Foto: Unsplash O último dia útil da semana é marcado por pancadas intensas de chuva e ventos de até 70 km/h em algumas áreas. Veja a previsão do tempo para as cinco regiões brasileiras: Sul Os maiores volumes de chuva continuam concentrados no extremo sul, leste e na serra do Rio Grande do Sul, além do centro-leste e litoral de Santa Catarina e do Paraná. O sol aparece no interior da Região, mas pode chover em forma de pancadas com raios e ventos de moderados a fortes. Sudeste Tempo instável com céu mais encoberto, chuva forte no centro-leste e litoral de São Paulo, centro-sul e leste de Minas Gerais, no Rio de Janeiro e no Espírito Santo. A condição de chuva forte continua em quase todas as áreas da Região, aumentando no Rio de Janeiro e em Vitória, Espírito Santo. O sol aparece um pouco mais e chove com potencial para pancadas no noroeste paulista e no norte de Minas Gerais. Centro-Oeste Dia abafado e com chance de pancadas de chuva em quase todas as áreas da Região. A chuva pode vir em forma de temporais isolados no sul de Goiás e no oeste de Mato Grosso com risco de trovoadas. O sol aparece ainda em todas as demais áreas e pode chover com moderada a forte intensidade no Distrito Federal, em Goiânia, Campo Grande e Cuiabá. Nordeste A chuva aumenta no oeste e sul da Bahia, podendo vir em forma de pancadas mais fortes, com raios e ventos de até 70 km/h. Chove de maneira moderada em Salvador. Enquanto isso, a previsão ainda é de tempo firme e seco na maior parte do interior do Nordeste. Norte Dia mais instável no Acre, sudoeste e sul do Amazonas e no estado de Rondônia. Nessas áres, o tempo fica mais encoberto e com risco de alguns temporais. Chove com moderada a forte intensidade no sul do Tocantins. Tempo firme em Manaus (AM), Boa Vista (RR), Belém (PA) e Macapá (AP). O post Sexta-feira repleta de pancadas de chuva e ventania; confira e prepare-se apareceu primeiro em Canal Rural.
Boi gordo: dois fatores indicam continuidade de alta nos preços

Foto: Giro do Boi O mercado físico do boi gordo volta a se deparar com preços em alta. De acordo com o analista da consultoria Safras & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, dois fatores sugerem pela continuidade deste movimento de valorização: A atual posição das escalas de abate, que seguem na pior posição na atual temporada; A demanda extremamente aquecida, em especial quando se trata de exportações Preços médios da arroba do boi São Paulo: ficou em R$ 299 Goiás: R$ 279 Minas Gerais: R$ 289 Mato Grosso do Sul: R$ 295 Mato Grosso: R$ 269 Mercado atacadista O mercado atacadista segue com preços firmes. O quarto traseiro foi precificado a R$ 22,00 por quilo. O quarto dianteiro foi cotado a R$ 18,00 por quilo. A ponta de agulha foi precificada a R$ 17,00 por quilo. Câmbio O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,97%, sendo negociado a R$ 5,5865 para venda e a R$ 5,5844 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,5320 e a máxima de R$ 5,5988. O post Boi gordo: dois fatores indicam continuidade de alta nos preços apareceu primeiro em Canal Rural.
Excesso de umidade tem beneficiado feijão e prejudicado arroz no RS

A cultura do arroz está em fase inicial de semeadura no Rio Grande do Sul, de acordo com boletim da Emater/RS-Ascar. Porém, o avanço da área está limitado pela ocorrência frequente de chuvas nas regiões leste e sul do estado. Essas condições dificultam o manejo adequado do solo e o acesso de maquinário em razão da umidade excessiva nos talhões. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! “A oeste, onde os intervalos entre as chuvas foram mais longos, e os volumes menores, o plantio tem progredido de maneira satisfatória, aproveitando as condições mais secas e estáveis dos terrenos em implantação”, diz o órgão. O Instituto Rio Grandense de Arroz (Irga) projeta área de 948.356 hectares cultivados. A Emater, por sua vez, estima produtividade de 8.478 kg/ha (141,3 sacas). Semeadura de feijão avança O plantio da primeira safra de feijão avançou no Rio Grande do Sul na última semana, aponta a Emater-RS. De acordo com o órgão, durante o ciclo da cultura, as condições climáticas têm sido favoráveis ao seu crescimento devido à manutenção da umidade do solo e aos elevados índices de radiação solar. “Predomina o desenvolvimento vegetativo, representando 97% das lavouras, e 3% iniciaram a fase de florescimento”. O boletim informa que, durante a semana, os produtores realizaram manejos diferenciados, como adubação nitrogenada em cobertura, controle de plantas daninhas e aplicação de fungicidas, conforme o estágio da cultura. Para a safra 2024/25 no estado, a Emater/RS-Ascar projeta o cultivo de 28.896 hectares de feijão, com produtividade estimada em 1.702 kg/ha (28,3 sacas). O post Excesso de umidade tem beneficiado feijão e prejudicado arroz no RS apareceu primeiro em Canal Rural.
Na véspera do USDA, soja tem dia de poucos negócios no Brasil. Confira os preços

Foto: O mercado brasileiro da soja apresentou um dia fraco em termos de negócios, com preços em queda, ainda que leve. Segundo a Safras & Mercado, os agentes do setor permanecem fora do mercado, concentrados no plantio e aguardando o relatório de oferta e demanda do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), que será divulgado amanhã. Veja os preços do grão Em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos caiu de R$ 135,00 para R$ 134,00 Na região das Missões (RS), o preço recuou de R$ 134,00 para R$ 133,00 a saca No Porto de Rio Grande (RS), o valor passou de R$ 142,00 para R$ 141,50 Em Cascavel (PR), a saca desvalorizou de R$ 139,00 para R$ 138,50 No Porto de Paranaguá (PR), o preço diminuiu de R$ 144,00 para R$ 143,00 Em Rondonópolis (MT), a saca estabilizou em R$ 136,00 Em Dourados (MS), o preço também se manteve em R$ 136,00 Em Rio Verde (GO), a saca desvalorizou de R$ 132,00 para R$ 131,00 Chicago Os contratos futuros de soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam em baixa na quinta-feira. O mercado foi pressionado pela previsão de chuvas no Brasil, que beneficiam o plantio, e pela expectativa de uma produção recorde nos Estados Unidos, com o avanço da colheita. Os agentes já estão ajustando suas carteiras em relação ao relatório do USDA, que será publicado na sexta-feira. Espera-se que o Departamento reduza suas estimativas para a safra e os estoques finais de soja nos Estados Unidos para 2024/25. Analistas consultados pelas agências internacionais projetam estoques americanos de 542 milhões de bushels para 2024/25, abaixo dos 550 milhões previstos em setembro. A produção esperada é de 4,572 bilhões de bushels, comparada aos 4,586 bilhões apontados anteriormente. No cenário global, o mercado antecipa estoques finais de 134,3 milhões de toneladas para 2024/25, uma leve queda em relação aos 134,6 milhões de setembro. Para a safra de 2023/24, a expectativa é de 112,2 milhões de toneladas, ligeiramente abaixo das 112,3 milhões indicadas no mês passado. Os exportadores privados dos Estados Unidos relataram a venda de 166.000 toneladas de soja em grãos para a China, com entrega programada para a temporada 2024/25. USDA O USDA divulgou na segunda-feira um relatório sobre a evolução da colheita das lavouras de soja. Até 6 de outubro, 47% da área havia sido colhida, comparado aos 26% da semana anterior e aos 37% do mesmo período do ano passado. A média histórica é de 34%. Sobre as condições das lavouras americanas de soja, 63% foram classificadas como boas ou excelentes, enquanto 26% estão em situação regular e 11% em condições ruins ou muito ruins. Na semana anterior, os índices eram de 64%, 25% e 11%, respectivamente. As exportações líquidas de soja dos Estados Unidos para a temporada 2024/25, iniciada em 1º de setembro, totalizaram 1.264.300 toneladas na semana encerrada em 3 de outubro. Para a temporada 2025/2026, as exportações foram negativas em 8.400 toneladas, com analistas prevendo volumes entre 1,2 milhão e 1,8 milhão de toneladas somados às duas temporadas. Contratos da soja em grão Foto: Paulo Lanzetta/Embrapa Os contratos da soja em grão com entrega em novembro fecharam com queda de 5,50 centavos de dólar, ou 0,53%, a US$ 10,14 3/4 por bushel. A posição de janeiro teve cotação de US$ 10,31 1/2 por bushel, com perda semelhante. Nos subprodutos, o farelo com entrega em dezembro fechou em baixa de US$ 5,10, ou 1,58%, a US$ 316,10 por tonelada. Já o óleo, com vencimento em dezembro, encerrou a 43,76 centavos de dólar, com alta de 0,70 centavo, ou 1,62%. Câmbio O dólar comercial encerrou a sessão com queda de 0,03%, negociado a R$ 5,5844 para venda e a R$ 5,5824 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,5664 e a máxima de R$ 5,6044. O post Na véspera do USDA, soja tem dia de poucos negócios no Brasil. Confira os preços apareceu primeiro em Canal Rural.
No Rio Grande do Sul, plantio da soja ainda está em fase inicial

Foto: Osvaldo Soares /Sagrada Familia (RS) Com o fim do vazio sanitário, período que proibiu o cultivo da soja no Rio Grande do Sul até 30 de setembro, a janela para o plantio, segundo o Zoneamento Agrícola de Risco Climático (ZARC), começou em 1º de outubro. Este é o marco da Safra 2024/2025 no estado. De acordo com informações da Safras & Mercado, a semeadura no estado ainda se encontra em fase inicial, principalmente em pequenas áreas que, em sua maioria, são experimentais ou escalonadas, sem significância estatística. Os produtores estão concentrados na preparação do solo e na dessecação da vegetação, garantindo um bom início para as lavouras. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Projeções De acordo com a Emater/RS-Ascar, a área cultivada deve chegar a 6.811.344 hectares, representando um aumento de 1,54% em relação à safra anterior. A produtividade média projetada é de 3.179 kg/ha, com uma produção estimada em 21.652.404 toneladas. Esse crescimento acontece mesmo diante de dificuldades, como o endividamento de alguns produtores, a escassez de custeio e o aumento dos custos de seguros, resultado de frustrações em safras passadas. As informações são do boletim semanal da Emater/RS. O post No Rio Grande do Sul, plantio da soja ainda está em fase inicial apareceu primeiro em Canal Rural.