É necessário mitigar os impactos do clima, afirma produtor da soja de MG

Foto: Bom Futuro/Divulgação O clima em Minas Gerais apresenta desafios para a semeadura da soja, como altas temperaturas e chuvas irregulares, gerando preocupação entre os agricultores. Eles buscam soluções para garantir a produtividade das lavouras. Um exemplo é Wander Lúcio Rodrigues Alves, diretor da Aprosoja-MG e produtor em Patos de Minas, que destaca a importância de práticas agrícolas para mitigar os impactos climáticos. Wander destaca o plantio direto e a adubação verde com culturas como trigo, brachiaria e milheto. “Essas técnicas melhoram a qualidade do solo, conservam a umidade e reduzem a erosão”, explica. O uso de bioestimuladores de enraizamento e aminoácidos, aliado à agricultura de precisão, promove um desenvolvimento mais saudável das plantas e colheitas mais robustas. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Sobre as chuvas esperadas para o fim do mês, Wander afirma que a preparação para o plantio está tranquila. “O plantio direto facilita o processo, pois a terra permanece coberta por palha.” Isso permite que, mesmo após fortes chuvas, o plantio ocorra sem complicações, evitando atolamentos nos discos da plantadeira e garantindo eficiência. Apesar da liberação do plantio de soja em Minas Gerais desde 30 de setembro, os produtores ainda enfrentam dificuldades. Luiz Carlos Saad, vice-presidente da Aprosoja Minas Gerais, alerta sobre a gravidade da estiagem: “Desde março, lidamos com uma seca severa que impactou a produção da safrinha.” Diante dessas adversidades, agricultores como Wander buscam alternativas e inovações para garantir a produtividade das lavouras. O post É necessário mitigar os impactos do clima, afirma produtor da soja de MG apareceu primeiro em Canal Rural.
Fiscalização apreende 95 mil garrafas de cachaça e R$ 3,2 milhões em cobre no mesmo dia

Foto: Divulgação Sefa Fiscalização apreendeu 95.232 garrafas de cachaça em Santarém, no Baixo Amazonas, na última quarta-feira (9). A carga foi avaliada em R$ 257.076,66. A operação partiu da Coordenação de Controle de Mercadorias em Trânsito da Secretaria de Estado da Fazenda (Sefa) do Tapajós, que apreendeu um veículo bitrem, que partiu de Anápolis, Goiás, com destino a Manaus, no Amazonas, com a documentação irregular. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Durante a abordagem da equipe, o condutor apresentou uma nota fiscal referente à carga de cachaça e um passe fiscal de trânsito emitido pela Sefa/PA, que deveria ser baixado na saída do estado. Ao analisar os documentos, os fiscais constataram que a empresa destinatária, localizada em Manaus, havia sido recentemente constituída. Para garantir a idoneidade da operação, a Sefa entrou em contato com a Secretaria da Fazenda do Amazonas (Sefaz/AM). A empresa foi investigada e suspensa por não ter sido localizada, conforme informou Maycon Freitas, coordenador da unidade Tapajós. Empresas de fachada e evasão fiscal De acordo com o fiscal de receitas estaduais, a prática de criar empresas de fachada para evitar o recolhimento de impostos sobre bebidas alcoólicas é comum, devido à alta carga tributária sobre o setor. Em razão disso, foi emitido um Termo de Apreensão e Depósito (TAD) no valor de R$ 175.152,50, referente ao imposto e multa. Fiscalização apreende cobre Ainda na quarta-feira, a Coordenação de Controle de Mercadorias em Trânsito da Sefa de Serra do Cachimbo, em Novo Progresso, sudoeste do Pará, apreendeu 37,3 toneladas de concentrado de cobre. A carga, avaliada em R$ 3.277.280,03, estava sendo transportada de Itaituba, no Pará, para Rondonópolis, Mato Grosso, sendo a segunda apreensão de minério realizada naquela semana. Durante a fiscalização, o motorista apresentou documentos fiscais referentes ao concentrado de cobre, que seria utilizado para formar um lote de exportação. No entanto, os fiscais constataram que o regime especial de exportação do contribuinte havia sido revogado, impossibilitando a operação. Com isso, foi lavrado um TAD no valor de R$ 550.583,04, referente ao imposto e multa, conforme explicou Roberto Mota, coordenador da unidade. O post Fiscalização apreende 95 mil garrafas de cachaça e R$ 3,2 milhões em cobre no mesmo dia apareceu primeiro em Canal Rural.
Alteração da tarifa de importação do nitrato de amônio é repudiada por entidade

Nitrato de amônio. Foto: Pixabay A possível alteração da alíquota de importação do nitrato de amônio, matéria-prima utilizada para produção de fertilizantes nitrogenados, passando de zero para 15% é “um grande retrocesso” e contribui para o “aumento de custo do fertilizante no Brasil”. A posição é da Associação dos Misturadores de Adubos (AMA Brasil). A entidade congrega mais de 60 misturadores de fertilizantes em todo o território nacional e participa do recebimento de 91% dos produtos importados através de diversos portos, visto que apenas 9% do insumo advém de produção nacional. “Há, no Brasil, uma única produtora do Nitrato de Amônio – NCM 31.02.03.00, situada em Piaçaguera (Cubatão-SP), que tem limitação na logística de distribuição, realizada basicamente por rodovia”, diz a nota da Associação. Assim, trata-se de uma “multinacional que se limita a produzir 416.000 toneladas/ano em sua unidade fabril, sendo que destina apenas 35% deste montante à utilização de fertilizantes agrícolas”. Importância do nitrato de amônio O nitrato de amônio é utilizado, principalmente, nas culturas de cana-de-açúcar e café. O Brasil possui um consumo anual de 1.500.000 de toneladas dessa matéria prima, sendo 85% importadas e apenas 15% de produção nacional. “A ação de alteração de alíquota de importação visa unicamente o nitrato de amônio, o que acarretará, na cadeia final, significativo aumento de custos para as culturas agrícolas dependentes do referido fertilizante, sem trazer sequer um planejamento estruturante de fabricação no Brasil. Desta forma, esse aumento provocará única e exclusivamente impactos econômicos negativos ao agricultor”, defende a AMA Brasil. Para a entidade, a demanda só vai contabilizar maiores margens de lucro do produtor de matéria prima local, ou seja, à referida empresa multinacional – que produz, em suas unidades mundiais, mais de 3 milhões de toneladas/ano do insumo -, “gerando transferência de divisas para o exterior, e mais impactante, sem previsão de investimentos para aumento da produção nacional”, diz a nota. Quem é a favor da alíquota? O pedido de aumento das tarifas de importação de produtos químicos, entre eles o nitrato de amônio, parte da Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim). A entidade fez o pedido ao Comitê de Comércio Exterior, órgão ligado ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços. A solicitação da Abiquim parte de uma busca para retomar a capacidade de utilização das fábricas petroquímicas do Brasil, que enxergam concorrência desleal com os produtos advindos de fora, principalmente da Ásia. O post Alteração da tarifa de importação do nitrato de amônio é repudiada por entidade apareceu primeiro em Canal Rural.
Apesar do enfraquecimento do furacão Milton, ainda há risco de inundações

Foto: redes sociais O furacão Milton, que chegou à costa da Flórida na noite desta quarta-feira (9), tocou o solo com ventos de 205 km/h, sendo classificado inicialmente como categoria 5. No entanto, após passar pela Baía de Tampa e seguir em direção a Orlando, o fenômeno foi rebaixado para categoria 1 na madrugada de quinta-feira (10), com ventos de 145 km/h. Mesmo com o enfraquecimento, os impactos do furacão ainda são graves, e as autoridades seguem em alerta máximo devido aos riscos de inundações e tornados. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Análise meteorológica O meteorologista Arthur Müller enfatizou que, apesar da redução na intensidade do furacão, os efeitos colaterais ainda são preocupantes. “Embora Milton tenha se enfraquecido e avançado em direção ao Oceano Atlântico, o sistema ainda traz instabilidade significativa. Não podemos descartar a formação de tornados, além de tempestades severas com potencial de granizo”, afirmou Müller. Ele também ressaltou a quantidade extraordinária de chuvas em algumas áreas: “Os acumulados de chuva já superaram 300 mm em certos pontos, o que representa meses de precipitação concentrados em poucas horas.” Müller ainda explicou que, embora o furacão tenha perdido força, a situação continua delicada. “A tempestade foi enorme, com cerca de 600 km de diâmetro. Embora não tenha sido o maior furacão já registrado, ele apresentou uma intensificação extremamente rápida. Milton saltou de categoria 2 para 5 em menos de três horas, algo raríssimo”, observou o meteorologista. Segundo Müller, esse rápido fortalecimento foi alimentado pelas altas temperaturas do oceano, que chegaram a 31 °C no Golfo do México. Impactos e evacuações Mais de 1 milhão de pessoas foram obrigadas a evacuar suas casas e procurar abrigos seguros. Até o momento, foram confirmadas 10 mortes, e a situação mais crítica ocorre nas áreas de Tampa e Orlando, onde inundações repentinas foram relatadas. O condado de Hillsborough, que inclui Tampa, ainda enfrenta alertas de inundação, com fortes chuvas que continuam a castigar a região. O furacão também provocou uma série de tornados ao longo da Treasure Coast, no sudeste da Flórida, causando danos severos e deixando as autoridades em alerta para novos eventos de tempestades. “Os ventos terrestres podem gerar novos tornados, então a população precisa continuar atenta”, reforçou Arthur Müller. O que esperar nas próximas horas Embora o furacão tenha se deslocado para o Oceano Atlântico e esteja se afastando da costa, os meteorologistas alertam que os efeitos ainda serão sentidos nas próximas 24 horas. “As chuvas ainda representam um grande risco, e os ventos fortes continuam a ser uma ameaça. Os serviços de emergência já estão atuando nas áreas mais atingidas, mas o cenário ainda é de apreensão”, disse Müller. Com as autoridades em estado de alerta máximo, as ordens de evacuação continuam em vigor para as regiões mais vulneráveis. Serviços de emergência e resgate estão sendo mobilizados, enquanto a população tenta lidar com os estragos causados por Milton, o furacão que marcou um dos eventos mais intensos da temporada. O post Apesar do enfraquecimento do furacão Milton, ainda há risco de inundações apareceu primeiro em Canal Rural.
Dia será marcado por chuva forte em grandes áreas; veja previsão

Foto: Fernando Razão /Agência Brasil Pancadas de chuva, nebulosidade e trovoadas. Esta quinta-feira (10) promete momentos de instabilidade em boa parte do país. Veja a previsão do tempo da parceria entre Canal Rural e Climatempo: Sul Ainda chove em grande parte da Região Sul. Tempo firme apenas no leste e sul do Rio Grande do Sul. A chuva vem a qualquer hora e ainda podem ocorrer alguns temporais isolados sobre o Paraná com potencial para ventos fortes. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Sudeste Condição favorável para pancadas de chuva em todo o litoral e interior de São Paulo, Rio de Janeiro, sul de Minas e Espírito Santo. O dia terá nebulosidade variável, com o sol predominando em alguns momentos. Centro-Oeste Tempo instável e com chance de pancadas de chuva moderada a forte em todas as áreas da Região. Mais nuvens em Mato Grosso do Sul e no sul de Mato Grosso e Goiás com pancadas de chuva a qualquer momento do dia. Cuiabá e Brasília podem ter chuva forte com algumas trovoadas. Nordeste Nebulosidade aumenta no sul da Bahia, mas sem chuva. A região segue estável e com alerta de baixa umidade do ar, principalmente entre o norte da Bahia, sul do Piauí, Ceará e Maranhão. Norte Ainda chove no oeste e sul do Amazonas, no Acre, interior de Rondônia e de Roraima. No Amapá, bastante nebulosidade, mas sem chuva. Nas demais regiões, dia de tempo mais aberto e temperaturas altas. O post Dia será marcado por chuva forte em grandes áreas; veja previsão apareceu primeiro em Canal Rural.
AGU cobra R$ 89 milhões de acusados de causar queimadas na Amazônia

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil A Advocacia-Geral da União (AGU) informou nesta quarta-feira (9) que ajuizou cinco ações na Justiça para cobrar R$ 89 milhões de pessoas físicas e jurídicas acusadas de destruir vegetações nativas com queimadas na Amazônia. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! A atuação dos infratores ambientais foi investigada pelos fiscais do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) nos municípios de Boca do Acre (AM), Lábrea (AM), Altamira (PA) e São Felix do Xingu (PA). Cerca de 5 mil hectares foram desmatados. Nas ações, a AGU pede o bloqueio dos bens dos acusados, a obrigação de reparar as áreas desmatadas e a proibição de explorar comercialmente as localidades. A suspensão de benefícios fiscais também foi solicitada à Justiça. A propositura das ações foi coordenada pelo AGU Recupera, comitê responsável pela adoção de medidas jurídicas para proteção do meio ambiente e do patrimônio cultural do país. O post AGU cobra R$ 89 milhões de acusados de causar queimadas na Amazônia apareceu primeiro em Canal Rural.
Furacão Milton é reduzido para categoria 3, mas ainda deve causar destruição em massa

Foto: Reprodução WXNB Considerado um dos mais poderosos e devastadores dos últimos 100 anos, o Furacão Milton estava classificado como tempestade de nível 5, a mais intensa, enquanto estava mais longe da costa da Flórida. Contudo, a Agência Espacial Norte-Americana (Nasa) o reduziu para a categoria 3 na tarde desta quarta-feira (9). Ainda assim, continua a caminho da Flórida, nos Estados Unidos, e deve atingir em cheio a zona de Tampa Bay, que possui cerca de 3 milhões de habitantes. O local está em alerta máximo para o impacto da tempestade e já conta com mais de 300 mil residências sem energia elétrica. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! De acordo com o meteorologista do Canal Rural, Arthur Müller, as imagens de satélite permitem afirmar que o furacão deve chegar ainda esta noite do estado norte-americano. “O que chama a atenção neste furacão é o seu rápido desenvolvimento. Normalmente, um sistema de baixa pressão demora de dois a três dias para atingir a categoria de nível 5, mas o Milton saiu de categoria 2 para 5 em menos de três horas, ou seja, uma ciclogenese explosiva devido às águas muito aquecidas na região”. Müller lembra que na Escala Saffir-Simpson de furacões, amplamente adotada em diversos países, as categorias de furacões são medidas de acordo com a velocidade dos ventos: Categoria 1: 119-153 km/h Categoria 2: 154-177 km/h Categoria 3: 178-208 km/h Categoria 4: 209-251 km/h Categoria 5: maior que 252 km/h Além disso, o meteorologista lembra que quando o assunto é o diâmetro dos furacões, o Milton é um dos mais compactos e, exatamente por isso, é mais destrutivo. O post Furacão Milton é reduzido para categoria 3, mas ainda deve causar destruição em massa apareceu primeiro em Canal Rural.
Brasil está pronto para assinar o acordo Mercosul-União Europeia, afirma ministro

Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado O ministro da Casa Civil, Rui Costa, afirmou nesta quarta-feira (9) que o Brasil está preparado para assinar o acordo entre o Mercosul e a União Europeia. Durante sua participação no Fórum Empresarial Itália-Brasil, em São Paulo, com representantes de governo e lideranças empresariais, o ministro destacou que o país aguarda apenas a confirmação da Europa para formalizar o acordo. Sinergia entre Brasil e Itália Rui Costa ressaltou a importância das relações entre o Brasil, a Itália e a Europa, apontando que as sinergias entre os países são amplas. “Estamos prontos. O presidente Lula já manifestou isso de forma enfática. Entendemos que todos os pontos mais relevantes foram superados”, declarou o ministro. A abertura do fórum contou com a presença de importantes autoridades, como o vice primeiro-ministro e ministro das Relações Exteriores e de Cooperação Internacional da Itália, Antonio Tajani, o presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Josué Gomes da Silva, e o vice-governador de São Paulo, Felicio Ramuth. Investimentos e descarbonização Durante o evento, Rui Costa apresentou as oportunidades de investimentos no Brasil, destacando projetos de descarbonização e eletrificação da frota de ônibus, com apoio do Novo PAC. Ele mencionou o desafio global da transição energética e a necessidade de investimentos. “Enquanto não temos escala de produção, os custos ainda são mais altos, como é o caso dos ônibus elétricos em comparação com os a combustão”, explicou o ministro. Fundo Amazônia Foto: Guilherme Noronha/Embrapa O ministro também lembrou que o Brasil conta com o Fundo Amazônia e o Fundo Nacional sobre Mudança do Clima, que contribuem para o avanço de projetos sustentáveis no país, alinhados com as metas globais de combate às mudanças climáticas. Rui Costa destacou as medidas institucionais implementadas pelo Governo Federal para modernizar o marco regulatório, especialmente na área de energia. Ele afirmou que as empresas italianas já reconhecem a segurança jurídica e econômica proporcionada por essas atualizações, o que oferece previsibilidade para os investidores. Novas leis para PPPs Além disso, o governo trabalha para aprovar no Congresso Nacional uma nova lei de parcerias público-privadas (PPPs) e um novo processo de licenciamento no país. O ministro também mencionou os projetos na área de infraestrutura, como a Nova Indústria Brasil, que visa fortalecer a indústria nacional até 2033, e iniciativas no modal ferroviário para melhorar a integração do Brasil com os países do Mercosul. O post Brasil está pronto para assinar o acordo Mercosul-União Europeia, afirma ministro apareceu primeiro em Canal Rural.
Boi: escalas de abate e demanda extremamente aquecida colocam os preços em alta

Foto: Wenderson Araujo/CNA O mercado físico do boi gordo volta a se deparar com preços em alta. O ambiente de negócios sugere pela continuidade deste movimento no curto prazo, considerando a atual posição das escalas de abate, que seguem na pior posição na atual temporada. “Somado a isso, o cenário é pautado por uma demanda extremamente aquecida, em especial quando se trata de demanda internacional. Como se sabe, a dinâmica das exportações globais coloca o Brasil em uma posição de amplo destaque, com grande potencial para fornecimento do produto”, disse o analista da consultoria Safras & Mercado, Fernando Henrique Iglesias. Preços da arroba do boi São Paulo: R$ 295,33 Goiás: R$ 279,46 Minas Gerais: R$ 289,71 Mato Grosso do Sul: R$ 288,52 Mato Grosso: R$ 252,57 Mercado atacadista Foto: Wenderson Araujo/CNA O mercado atacadista apresenta forte alta dos preços para a carne bovina. De acordo com Iglesias, além da demanda aquecida, precisa ser mencionado que as indústrias se deparam com algum aperto em seus estoques, algo natural diante de uma oferta mais restrita de animais para o abate. “Por outro lado, a carne bovina tende a perder competitividade no curto prazo, em especial para proteínas de menor valor agregado, a exemplo do ovo, embutidos e da carne de frango”, assinalou o analista. O quarto traseiro foi precificado a R$ 22,00 por quilo, alta de R$ 0,50. O quarto dianteiro foi cotado a R$ 18,00 por quilo, alta de R$ 1,50. A ponta de agulha foi precificada a R$ 17,00 por quilo, alta de R$ 1,50. Câmbio O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,97%, sendo negociado a R$ 5,5865 para venda e a R$ 5,5844 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,5320 e a máxima de R$ 5,5988. O post Boi: escalas de abate e demanda extremamente aquecida colocam os preços em alta apareceu primeiro em Canal Rural.
Chuva acima ou abaixo da média? Inmet te mostra previsão até dezembro

Foto: Unsplash O Boletim Agroclimatológico do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) tem como objetivo levar até aos usuários informações climáticas direcionadas às atividades do campo. Nesta edição, o documento traz a previsão para as cinco regiões para os meses de outubro, novembro e dezembro. Confira: Sul A previsão indica condições favoráveis para chuvas acima ou próximas da média no Rio Grande do Sul, enquanto, no Paraná e em Santa Catarina, as precipitações devem ficar abaixo da média. O boletim destaca que a temperatura do ar deve se manter acima da média histórica em grande parte da região, especialmente no Paraná, no oeste de Santa Catarina e no noroeste do Rio Grande do Sul. Para os próximos meses, o balanço hídrico prevê níveis elevados de umidade no solo na maior parte da Região Sul, em função das chuvas recentes. No entanto, o centro-sul do Rio Grande do Sul, níveis mais baixos de umidade no solo em dezembro podem ser registrados. Sudeste A previsão para o trimestre aponta chuvas próximas ou abaixo da média na maior parte da região, exceto no Espírito Santo e Rio de Janeiro, onde as precipitações podem ficar ligeiramente acima da média devido à passagem de frentes frias. As temperaturas devem permanecer acima da média histórica nos próximos meses, especialmente no oeste de Minas Gerais e no norte de São Paulo, durante o mês de outubro. Há uma tendência de redução do armazenamento hídrico no solo em grande parte da região durante outubro, com exceção do sul e leste de São Paulo e do Rio de Janeiro, onde os níveis de umidade podem continuar elevados. Já a partir de novembro, espera-se aumento dos níveis de umidade do solo em toda a região, exceto no noroeste de São Paulo, que deverá manter níveis baixos de armazenamento. Centro-Oeste A previsão do Inmet para o trimestre indica chuvas próximas ou abaixo da média em grande parte da região. As temperaturas devem continuar acima da média climatológica nos próximos meses, com a possibilidade de dias de calor intenso em algumas áreas, devido à presença de massas de ar seco e quente. Com a diminuição das chuvas e a elevação das temperaturas ao longo de outubro, espera-se uma redução dos níveis de água no solo em quase toda a região, exceto no sul de Mato Grosso do Sul. Entretanto, a partir de novembro, o retorno das chuvas poderá aumentar os níveis de umidade do solo em grande parte da região. Norte A previsão climática indica chuvas próximas ou abaixo da média nos próximos meses em grande parte da região. No entanto, em áreas de Roraima e Acre, os totais de chuva poderão ficar acima da média histórica. As temperaturas médias devem se manter acima da climatologia em toda a região, embora haja uma leve queda em relação ao mês anterior devido ao retorno gradual das chuvas. Já no mês de outubro, os níveis de umidade no solo devem permanecer baixos em grande parte da região. Para novembro, espera-se uma elevação nos níveis de água no solo, exceto no nordeste da Amazônia, centro-norte do Pará e Amapá, onde os níveis ainda permanecerão baixos. Por fim, em dezembro, o armazenamento hídrico deve aumentar em grande parte da região com o retorno mais consistente das chuvas. Nordeste A previsão indica chuvas abaixo da média climatológica na maior parte da Região Nordeste, com algumas precipitações chegando ao sul da Bahia. Quanto às temperaturas, devem ficar acima da média histórica em toda a região, especialmente no interior, devido à diminuição das chuvas nos próximos meses. Para os próximos três meses, prevê-se baixos níveis de água no solo na maior parte da região. No entanto, no sul da Bahia, os níveis de umidade do solo devem aumentar gradualmente com o retorno das chuvas. O post Chuva acima ou abaixo da média? Inmet te mostra previsão até dezembro apareceu primeiro em Canal Rural.