Cinco países abrem mercado para erva-mate brasileira

Foto: Divulgação O governo brasileiro recebeu a notícia de abertura de mercados nos cinco países integrantes da União Econômica Eurasiática (UEEA): Rússia, Belarus, Armênia, Cazaquistão e Quirguistão para as exportações, de forma simplificada, de erva-mate do Brasil. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Trata-se de mais uma abertura comercial no grupo, visto que, ainde neste ano, foram autorizadas os embarques de amêndoas de cacau, suínos vivos, sêmen e embriões bovinos (“in vivo” e “in vitro”), e bovinos vivos reprodutores e de produção para a região. De acordo com o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), nos primeiros nove meses de 2024, o Brasil exportou mais de US$ 1 bilhão em produtos agrícolas para a UEEA, com destaque para soja, carne bovina, café e açúcar. Segundo a pasta, com os anúncios recentes, o Brasil alcançou sua 180ª abertura de mercado neste ano, totalizando 258 novas aberturas em 60 países desde o início de 2023. O post Cinco países abrem mercado para erva-mate brasileira apareceu primeiro em Canal Rural.
VÍDEO: policiais apreendem defensivos agrícolas vindos do Paraguai

Foto: Divulgação Uma ação conjunta de policiais militares do Departamento de Operações de Fronteira (DOF) e do Batalhão de Choque de Campo Grande, Mato Grosso do Sul, apreendeu veículos carregados com produtos contrabandeados do Paraguai na última sexta-feira (11). Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! O grupo criminoso havia chegado à capital sul-matogrossense com itens adquiridos na cidade de Pedro Juan Caballero, região nordeste do país vizinho, próxima à fronteira com o Brasil. Na ocasião, a equipe do Choque realizava o patrulhamento pelo bairro Santa Mônica após ser avisada pelos oficiais do DOF sobre a presença suspeita dos contrabandistas. Avistou três homens ao lado de uma Fiat Strada prata que, ao notarem a presença policial, correram em direção a uma residência das imediações. Os policiais se aproximaram do imóvel, onde estavam os veículos com os porta-malas abertos e carregados de 50 galões (20 litros) de defensivos agrícolas; 595 kg de defensivos agrícolas em granulado; 25 pneus; 2.809 unidades de óculos; e 2.142 pacotes de cigarros de origem estrangeira. Os homens foram presos e disseram ter sido contratados para levar os produtos até Campo Grande. De acordo com os policiais, a carga é estimada em R$ 1,715 milhão. Ação aconteceu dentro do Programa Protetor das Fronteiras e Divisas, parceria da Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp) com o Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) em parceria com a Operação Ágata Fronteira Oeste, do Ministério da Defesa. O post VÍDEO: policiais apreendem defensivos agrícolas vindos do Paraguai apareceu primeiro em Canal Rural.
Plantio da safra de soja 2024/25 atinge 8,2%, aponta consultoria

Foto: Pedro Silvestre/Canal Rural Mato Grosso A área estimada para a safra brasileira de soja 2024/25 estava 8,2% plantada até quinta-feira passada (10), em comparação com 4,5% uma semana antes e 17% um ano atrás, de acordo com levantamento da AgRural. O índice de 8,2% é o mais baixo para esta época do ano desde a safra 2020/21, destacou. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Segundo a AgRural, a maior parte do atraso deve-se ao ritmo ainda lento de Mato Grosso, onde os produtores aguardam a confirmação das chuvas mais consistentes previstas para a segunda quinzena de outubro para acelerar os trabalhos. Na outra ponta, o destaque continua sendo o Paraná, onde o plantio é o mais acelerado desde a safra 2018/19. “A semeadura e o desenvolvimento inicial da safra paranaense são favorecidos por chuvas mais regulares que caem no Estado desde meados de setembro”, explicou a AgRural. Na semana passada, porém, parte dos produtores precisou reduzir o ritmo dos trabalhos por causa do excesso de umidade. Com exceção de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul, onde também tem chovido bem, a maioria dos produtores dos demais Estados brasileiros aguardam chuvas mais consistentes para dar mais ritmo ao plantio. Em várias áreas, a expectativa é de que as precipitações se tornem mais frequentes e volumosas a partir desta semana. Milho verão A semeadura do milho verão 2024/25 alcançava 42% da área estimada para o Centro-Sul do Brasil, até quinta-feira passada, em comparação com 37% uma semana antes e 41% no mesmo período do ano anterior, de acordo com dados da AgRural. “Os trabalhos avançam nos intervalos das chuvas nos estados do Sul, onde o plantio caminha para a reta final. Nos demais estados, os produtores aguardam maiores acumulados para acelerar as máquinas”, comentou. O post Plantio da safra de soja 2024/25 atinge 8,2%, aponta consultoria apareceu primeiro em Canal Rural.
Exportação do agronegócio em setembro atinge recorde

Foto: Porto de Paranaguá As exportações brasileiras de produtos agropecuários alcançaram em setembro US$ 14,194 bilhões, informou o Ministério da Agricultura, em nota. O valor é recorde e 3,6% superior ao obtido em igual mês do ano passado, o equivalente a um aumento de US$ 495 milhões ante os US$ 13,699 bilhões registrados um ano antes. O setor representou 49,3% dos embarques totais do país no último mês. “Esse resultado positivo da balança comercial foi impulsionado, em grande parte, pelo aumento do volume exportado”, disse o ministério. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! De acordo com nota técnica da Secretaria de Comércio e Relações Internacionais (SCRI) da pasta, o desempenho das exportações do agronegócio de setembro foi puxado pelo aumento nas vendas de carnes, açúcar e celulose, que compensaram resultados negativos de outros setores. As vendas externas de café verde (+ US$ 496,94 milhões), celulose (+ US$ 392,92 milhões), carne bovina in natura (+ US$ 251,39 milhões), açúcar de cana em bruto (+ US$ 200,48 milhões) e carne de frango in natura (+ 141,41 milhões) aumentaram em US$ 1,48 bilhão na comparação anual. Em contrapartida, houve queda de US$ 1,42 bilhão nos embarques de soja em grão e milho em setembro. O índice de preço dos produtos exportados pelo agronegócio, por sua vez, subiu 1,3% ante setembro do ano passado, enquanto o volume comercializado ao exterior aumentou 2,3%. Os principais produtos exportados no último mês foram complexo soja, carnes, complexo sucroalcooleiro, produtos florestais, cereais, farinhas e preparações, além do café. Juntos, representaram 84,6% de tudo o que foi exportado pelo agronegócio brasileiro no último mês. Entre os destinos, a China se manteve como a principal importadora de produtos do agronegócio brasileiro em setembro, seguida por Estados Unidos e Países Baixos. Os embarques brasileiros à China, contudo, caíram 32,4% em setembro, com as vendas externas recuando para US$ 3,50 bilhões. “A queda nas vendas reduziu a participação da China para 24,7%, ou cerca de um quarto de todo o valor exportado pelo agronegócio brasileiro. Os dois principais produtos que explicam, em grande parte, a redução das vendas à China foram a soja em grão e o milho”, explicou a secretaria na nota técnica. Em setembro, o país desembolsou US$ 1,64 bilhão com a importação de produtos agropecuários, aumento de 24,7% ante igual mês de 2023. Os principais produtos agropecuários importados pelo Brasil no último mês foram trigo (US$ 149,16 milhões; +30,9%); papel (US$ 90,22 milhões; +15,3%); azeite de oliva (US$ 68,24 milhões; +39,3%); salmões (US$ 67,76 milhões; +19,7%); malte (US$ 58,77 milhões; -10,2%); vinho (US$ 51,81 milhões; +32,7%); arroz (US$ 48,94 milhões; +8,1%); leite em pó (US$ 48,63 milhões; +4,6%), e óleo de palma (US$ 39,96 milhões; +45,2%). Acumulado do ano De janeiro a setembro, as exportações do agronegócio brasileiro alcançaram US$ 125,892 bilhões, recuo de 0,2% ante igual período do ano passado. “Esse resultado se deu em função da retração no índice de preços, de 6,7%, que não compensou o aumento na quantidade exportada, de 6,9%”, observou a secretaria. Juntos, complexo soja (US$ 47,32 bilhões), carnes (US$ 18,87 bilhões), complexo sucroalcooleiro (US$ 14,76 bilhões), produtos florestais (US$ 12,82 bilhões) e café (US$ 8,36 bilhões) representaram 81,1% das vendas externas do agronegócio brasileiro entre janeiro e setembro de 2024. A participação do agronegócio nas exportações brasileiras recuou de 49,8% nos nove meses de 2023 para 49,3% no acumulado até setembro deste ano. Já as importações de produtos agropecuários cresceram 15,9% nos nove meses do ano em relação a igual período do ano anterior, para US$ 14,472 bilhões, equivalente a 7,4% do total internalizado pelo país no período. O saldo da balança comercial do setor ficou positivo em US$ 111,421 bilhões, abaixo dos US$ 113,697 bilhões de igual período de 2023. O post Exportação do agronegócio em setembro atinge recorde apareceu primeiro em Canal Rural.
Preços do boi gordo dispararam na semana e devem continuar assim, diz analista

Foto: Comex do Brasil/divulgação O mercado de boi gordo se deparou com preços em alta no decorrer da semana. De acordo com o analista da consultoria Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias, o ambiente de negócios sugere pela continuidade deste movimento no curto prazo. Isso porque a atual posição das escalas de abate segue na pior posição da atual temporada. “Além disso, o mercado está pautado por uma demanda extremamente aquecida, em especial para a exportação”. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! As escalas de abate nesta semana giram em torno de sete dias úteis em todo o país. Contudo, em estados como São Paulo, não passam de cinco dias úteis. Os preços da arroba do boi gordo na modalidade a prazo nas principais praças de comercialização do país estavam assim no dia 10 de outubro: São Paulo (Capital): R$ 305, alta de 3,39% frente aos R$ 295 registrados nasemana passada Goiás (Goiânia): R$ 285, avanço de 5,56% perante os R$ 270 praticados naúltima semana Minas Gerais (Uberaba): R$ 295, aumento de 3,51% frente aos R$ 285 registrados na semana anterior Mato Grosso do Sul (Dourados): R$ 300 a arroba, valorização de 5,26% frente aos R$ 285 praticados no final do mês passado Mato Grosso (Cuiabá): R$ 270, 8% acima dos R$ 250 da última semana Rondônia (Vilhena): R$ 275, aumento de 3,77% em relação aos R$ 265 do final da semana passada Mercado atacadista O mercado atacadista registrou forte alta dos preços no decorrer da semana, confirmando as expectativas projetadas. Além da demanda aquecida, Iglesias destaca que precisa ser mencionado o fato das indústrias se depararem com algum aperto em seus estoques, algo natural diante de uma oferta mais restrita de animais para o abate. A carne bovina tende a perder competitividade no curto prazo, em especial para proteínas de menor valor agregado, a exemplo do ovo, embutidos e da carne de frango. O quarto do traseiro do boi avançou 6,98% ao longo da semana, passando de R$ 21,50 o quilo para R$ 23 o quilo. O quarto do dianteiro subiu 9,09%, de R$ 16,50 para R$ 18. Exportações de carne bovina Foto: Wenderson Araujo/CNA As exportações de carne bovina fresca, congelada ou refrigerada do Brasil, renderam US$ 183,201 milhões em outubro (4 dias úteis), com média diária de US$ 45,8 milhões, de acordo com dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex). A quantidade total exportada pelo país chegou a 39,866 mil toneladas, com média diária de 9,966 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 4.595,30. Em relação a outubro de 2023, houve alta de 12,4% no valor médio diário da exportação, ganho de 12,4% na quantidade média diária exportada e estabilidade no preço médio. O post Preços do boi gordo dispararam na semana e devem continuar assim, diz analista apareceu primeiro em Canal Rural.
Painéis solares contribuem para repovoamento de abelhas e polinização no campo

Foto: Pixabay Um estudo realizado pelo Argonne National Laboratory, centro de pesquisa do governo dos Estados Unidos, revelou que a energia fotovoltaica pode desempenhar um papel importante na recuperação de populações de abelhas e outros insetos polinizadores, além de gerar eletricidade. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! A pesquisa foi conduzida em duas grandes instalações solares no estado de Minnesota e destacou como os projetos que combinam painéis solares com a agricultura, conhecidos como agrofotovoltaicos, podem trazer benefícios significativos para o meio ambiente e a produção agrícola. Segundo o estudo, as áreas onde os painéis solares foram instalados criaram novos habitats favoráveis para abelhas, borboletas e outros insetos essenciais para a polinização de culturas agrícolas. Esses polinizadores são responsáveis por 80% da polinização de alimentos em todo o mundo e seu declínio, provocado por fatores como mudanças climáticas e perda de habitat, representa um risco para a segurança alimentar global. Foto: Freepik Os pesquisadores observaram um aumento de três vezes na população de insetos nas áreas analisadas, além de maior diversidade de plantas nativas e flores. A instalação de painéis solares, ao criar espaços sombreados e livres de defensivos agrícolas, ajudou a formar um ambiente mais adequado para esses insetos, contribuindo também para o controle natural de pragas. A energia solar, quando integrada à agricultura, se mostrou uma ferramenta eficaz não só na geração de eletricidade, mas também na promoção de biodiversidade e aumento da produtividade agrícola. “Se localizada corretamente, a energia solar favorável ao habitat pode proteger os polinizadores e melhorar os serviços de polinização em áreas agrícolas”, afirma Lee Walston, ecologista e principal autor do estudo. Os resultados do estudo indicam que os projetos agrofotovoltaicos podem ser uma solução viável para enfrentar o desafio da perda de abelhas e outros polinizadores, ao mesmo tempo em que otimizam o uso da terra para a produção de energia e alimentos. *Sob supervisão de Luis Roberto Toledo Saiba em primeira mão informações sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo. Siga o Canal Rural no Google News. O post Painéis solares contribuem para repovoamento de abelhas e polinização no campo apareceu primeiro em Canal Rural.
Banana: uma das piores doenças da cultura precisa de vazio sanitário de 2 anos, diz Embrapa

Foto: Luadir Gasparotto/Embrapa Com base em resultados de pesquisa da Embrapa Amazônia Ocidental (AM) em parceria com Embrapa Roraima, cientistas recomendam o período de 24 meses para o vazio sanitário de bananeiras para a recomposição de áreas de terra firme afetadas pela murcha-bacteriana ou moko da bananeira. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! A doença é causada pela bactéria Ralstonia solanacearum raça 2, uma praga quarentenária presente sob controle oficial, que se encontra disseminada no Amapá, Amazonas, Roraima, Pará, Pernambuco, Rondônia e Sergipe. O moko é uma das doenças mais destrutivas das bananeiras cultivadas em áreas de várzea da região amazônica, onde as inundações anuais são o ponto crucial para disseminação da bactéria, pois as águas das enchentes disseminam o patógeno ao longo dos rios, contaminando todos os plantios à jusante do bananal afetado. Nos municípios de Tabatinga e Manicoré, no Amazonas, por exemplo, os plantios são afetados pela doença, pois estão estabelecidos nas áreas de várzea da calha do Alto Solimões e do Rio Madeira, respectivamente. Nesse caso, a erradicação do mal é praticamente impossível, pois todos os anos as áreas são inundadas e as águas das enchentes disseminam a bactéria. Foto: Luadir Gasparotto/Embrapa Nas áreas de terra firme, a bactéria se comporta como um patógeno transeunte do solo, pois sobrevive nesse ambiente por tempo limitado. Ela não resiste na ausência de resíduos da planta hospedeira e tampouco produz endósporos, que são estruturas de resistência que garantem a sua sobrevivência sob condições de estresse ambiental. Após o vazio sanitário de dois anos, pode-se plantar novamente bananeiras de mudas sadias no local. Não há cultivares resistentes, e o controle químico também não funciona, porque a doença é vascular, informam pesquisadores da Embrapa. “Em áreas de terra firme, a doença só ocorre quando os produtores utilizam, no plantio, mudas contaminadas oriundas das várzeas. A bactéria é disseminada por contato das raízes entre as plantas e, em poucos meses, causa a morte de todo o plantio”, explica o pesquisador Luadir Gasparotto. Como a disseminação de R. solanacearum raça 2 para as áreas de terra firme é antrópica (causada por ação humana), ela pode ser evitada com medidas de exclusão, ou seja, plantio de mudas sadias, desinfestação de máquinas e implementos utilizados no bananal doente e proibição do trânsito desordenado de veículos, de pessoas e de caixas usadas para transporte das bananas entre os plantios. Segundo a pesquisa, as medidas de erradicação apresentam bons resultados em plantios de banana em terra firme, mas, para recomendar a erradicação, foi importante definir o período de sobrevivência da bactéria no solo. Para a erradicação da doença, é importante que todas as bananeiras sejam mortas. Os pesquisadores recomendam que não se deixe nenhuma planta viva. Após a morte de todas as bananeiras, é recomendável que a área seja cultivada com outras culturas, como mandioca, abacaxi, mamão e milho, durante pelo menos 24 meses. Nesse período, todos os resíduos orgânicos do bananal serão decompostos. Após o vazio sanitário, sem bananeiras, durante 24 meses, a mesma área poderá ser estabelecida com novo plantio dessa planta, mas com mudas de procedência conhecida livre de moko. *Sob supervisão de Luis Roberto Toledo Saiba em primeira mão informações sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo. Siga o Canal Rural no Google News. O post Banana: uma das piores doenças da cultura precisa de vazio sanitário de 2 anos, diz Embrapa apareceu primeiro em Canal Rural.
Azeites de oliva extravirgem do RS ganham certificação de qualidade

Foto: Freepik Vinte e um azeites de oliva extravirgem, produzidos por dez marcas do Rio Grande do Sul, receberam a certificação na edição 2024 do selo Produtos Premium Origem e Qualidade RS. O selo concedido pela Secretaria de Inovação, Ciência e Tecnologia (Sict) do estado, em parceria com o Instituto Brasileiro de Olivicultura (Ibraoliva), será aplicada em cerca de 40 mil garrafas da safra atual. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! “Nosso selo atesta não apenas a excelência no sabor e na pureza do azeite, mas também a autenticidade da sua origem, agregando valor ao produto e reforçando a confiança dos consumidores”, destaca a titular da Sict, Simone Stülp. Assim como nas edições anteriores, os azeites da safra 2024 passaram por critérios rigorosos de comprovação de procedência e qualidade, que incluíram análises físico-químicas, sensoriais e documental. O processo de certificação contou com a parceria do Laboratório Federal de Defesa Agropecuária (LFDA), único laboratório de análise sensorial de azeite no Brasil reconhecido pelo Conselho Oleícola Internacional (COI). Isso permitiu o cumprimento dos padrões de qualidade exigidos, com o fornecimento de infraestrutura adequada para a realização da análise sensorial e a continuidade no treinamento dos painelistas. Os consumidores poderão encontrar as garrafas seladas em lojas de e-commerce, nas redes sociais das marcas, em alguns supermercados e em lojas especializadas. Além disso, estarão disponíveis na Feira do Azeite Gaúcho, realizada no pátio da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi) todo primeiro e terceiro sábados de cada mês. A Seapi fica na Av. Getúlio Vargas, 1.384, Menino Deus, Porto Alegre (RS). O programa Produtos Premium é coordenado pela Sict e atua em diversos setores produtivos do estado, como o azeite de oliva, a carne bovina, a carne de cordeiro e a cachaça. O objetivo é estimular e sensibilizar empreendedores sobre a importância estratégica da agregação de valor aos produtos como uma forma de diferenciação em relação à competição por preço e qualidade, centrada, normalmente, na redução de custos e na produção em grande escala. Confira a lista completa de azeites de oliva extravirgens selados como produto premium. Saiba em primeira mão informações sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo. Siga o Canal Rural no Google News. O post Azeites de oliva extravirgem do RS ganham certificação de qualidade apareceu primeiro em Canal Rural.
Previsão de chuvas fortes ajuda a anular risco de incêndios no campo

Foto: AEN Confira como fica o clima para a semana de 14 a 19 de outubro: Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Sul A segunda-feira (14) começa com áreas de instabilidade que organizam nuvens de chuva no oeste e sudoeste do Rio Grande do Sul. O sol aparece ao longo da manhã, mas pancadas de chuva são esperadas à tarde e à noite. O litoral do Paraná e Curitiba terão um dia mais nublado, com possibilidade de chuvisco, enquanto o tempo segue firme no interior da região. Durante a semana, duas frentes frias provocarão temporais no Rio Grande do Sul, na terça-feira (15), mas sem previsão de chuva para Santa Catarina e Paraná. Na sexta-feira (18), a segunda frente fria trará temporais para os três estados. Há risco de rajadas de vento intensas, superiores a 70 km/h, e possibilidade de queda de granizo, o que pode causar danos a lavouras, estruturas agrícolas e queda de árvores, além de possíveis interrupções no abastecimento de energia. O acumulado de chuva na semana deve variar entre 20 e 50 mm, mantendo a umidade do solo e sem prejudicar os trabalhos no campo. Sudeste A semana começa com tempo abafado, sol e pancadas de chuva no noroeste e norte de Minas Gerais, no Rio de Janeiro e no sul do Espírito Santo. Também há mais umidade no norte do Espírito Santo e no Vale do Jequitinhonha, com céu encoberto e chance de temporais. O tempo fica firme na maior parte de São Paulo, no sul e Triângulo de Minas Gerais. Nos próximos cinco dias, o acumulado de chuva deve ficar entre 40 e 60 mm no estado de São Paulo, sul e oeste de Minas Gerais, incluindo o Triângulo Mineiro, favorecendo a reposição hídrica do solo e o início da safra 2024/2025. No Rio de Janeiro, Espírito Santo e leste de Minas Gerais, os acumulados ficam em torno de 20 mm, elevando a umidade do ar e reduzindo o calor. Em todos os quatro estados, o risco de incêndios é praticamente nulo nos próximos dias. Centro-Oeste A semana começa com chuva forte, risco de raios e trovoadas em Mato Grosso, Goiás e no Distrito Federal. As pancadas de chuva podem acumular volumes mais altos, com tempo abafado. Chove apenas no extremo noroeste de Mato Grosso do Sul, enquanto Campo Grande terá um início de semana com tempo firme. Há alerta para temporais durante a semana, com risco de granizo e rajadas de vento de até 60 km/h, podendo danificar lavouras, estruturas agrícolas e causar queda de árvores e interrupções no fornecimento de energia nos três estados. Nos próximos cinco dias, o volume de chuva pode superar 100 mm em Mato Grosso e no oeste de Goiás, revertendo o déficit hídrico dessas regiões e proporcionando umidade suficiente para o início da safra 2024/2025. Em Mato Grosso do Sul, são esperados pelo menos 40 mm no centro-norte, enquanto o centro-sul terá uma semana mais firme, com temperaturas de até 36°C e chuvas passageiras de 15 a 20 mm. A tendência é de recuperação das pastagens nos três estados. Nordeste Pancadas de chuva estão previstas para o oeste, sul e litoral da Bahia, e do litoral de Alagoas até o Rio Grande do Norte. O sol aparece pela manhã, e as chuvas ocorrem de forma intercalada com períodos de tempo firme. O Maranhão, Piauí, Ceará e o interior de Pernambuco terão tempo firme, com umidade baixa. Um pulso de chuva deve avançar pela região, diminuindo o calor. Em cinco dias, os acumulados de chuva podem chegar a 40 mm no centro-sul do Maranhão, Piauí, Ceará, oeste e sul da Bahia, ajudando a repor a umidade do solo. Nas demais áreas, os acumulados devem variar entre 5 e 10 mm, elevando a umidade do ar e reduzindo o risco de incêndios. Produtores no interior da região devem ficar atentos, pois as temperaturas ainda devem chegar a 38°C, inviabilizando o início da safra 2024/2025. Norte O tempo ficará instável no Acre, Amazonas, Rondônia e sul do Pará, com possibilidade de pancadas de chuva no início da semana e alguns temporais localizados. Não há previsão de chuva em Roraima, no noroeste e litoral do Pará. Pancadas de chuva devem ocorrer à tarde no Amapá. A semana será mais seca no Amazonas, Roraima, norte do Pará e Amapá, com acumulados de chuva entre 15 e 25 mm, mantendo os rios da região em níveis críticos devido à seca. No Acre, Rondônia, centro-sul do Pará e Tocantins, o acumulado de chuva pode ultrapassar 50 mm, eliminando o risco de incêndios, ajudando na recuperação das pastagens e viabilizando o início da safra 2024/2025 no sul e oeste do Tocantins. O post Previsão de chuvas fortes ajuda a anular risco de incêndios no campo apareceu primeiro em Canal Rural.
Ação contra suposta invasão de áreas públicas prende 6 pessoas no Acre

Foto: Polícia Federal Agentes públicos prenderam, no sábado (12), no Acre, ao menos seis pessoas investigadas por suspeita de participação de suposto esquema de ocupação irregular de áreas públicas, desmatamento e exploração ilegal de recursos naturais de terras protegidas. As prisões, em flagrante, ocorreram no âmbito da Operação Usurpare, realizada pela Polícia Federal (PF) em conjunto com o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e a Polícia Militar do Acre (PM-AC). Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Em nota, a PF informou que as “crescentes atividades ilegais de ocupação e desmatamento em [área destinada a] assentamento do Incra, em Acrelândia (AC), estavam expondo a perigo a integridade ambiental e o patrimônio público federal”. Segundo a Polícia Federal, os investigados ocupavam irregularmente e extraiam recursos naturais, como a madeira de árvores, de áreas protegidas, principalmente as de proteção permanente do imóvel, asseguradas por lei como espaços para preservação da biodiversidade; proteção do solo e garantia do bem-estar da população. Ainda de acordo com a PF, durante a ação, os agentes federais apreenderam duas armas de fogo. A reportagem não conseguiu contato com alvos da operação. O post Ação contra suposta invasão de áreas públicas prende 6 pessoas no Acre apareceu primeiro em Canal Rural.