Chuva de 80 mm e calor de 38ºC; veja a previsão para os próximos dias

Foto: Pixabay A semana será marcada por grandes volumes de chuvas na região central do país, de acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). Segundo o órgão, os volumes podem ultrapassar os 80 mm (representados em tons de vermelho e rosa no mapa abaixo). Chuva nas 5 regiões Foto: Reprodução Sul A semana começa com tempestades no oeste do Rio Grande do Sul e oeste de Santa Catarina, devido a atuação de um cavado na região. Porém, a partir da quinta-feira (17), o sistema se desloca e a região terá estabilidade. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! As condições de chuva se intensificam a partir do dia 19 no centro-oeste do Paraná, onde acumulados acima de 60 mm estão previstos em algumas áreas. Sudeste A partir do próximo sábado (19), as precipitações se intensificam em Minas Gerais e São Paulo, com previsão de pancadas de chuva e acumulados acima de 80 mm nos dois estados. Enquanto isso, Rio de Janeiro e Espírito Santo devem ter tempo firme. Centro-Oeste Há um aumento de nebulosidade durante a semana, com previsão de pancadas de chuva, que podem ser volumosas, em especial na quinta-feira (17) sobre o estado de Mato Grosso. Essas mudanças estão associadas ao alinhamento da convergência de umidade na porção central do país. Já a partir de sábado (19), Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás e Distrito Federal têm previsão de pancadas de chuva, com acumulados acima de 80 mm. Norte Áreas de instabilidade associadas ao calor e à alta umidade provocarão pancadas de chuva no decorrer da semana, com valores acima 50 mm no noroeste e sudeste do Amazonas e sul do Pará. Pancadas de chuva isoladas poderão ocorrer nas demais áreas da Região, com exceção do norte, onde a chance de chuva é pequena. Nordeste A previsão é de tempo quente e seco em grande parte da Região, de acordo com o Inmet. No entanto, a partir desta terça-feira (15), espera-se um aumento na nebulosidade, especialmente no leste da Bahia, de Pernambuco, da Paraíba, de Sergipe e Alagoas, que pode gerar instabilidades, resultando em pancadas de chuva isoladas. A partir de quarta-feira (16), há condições de pancadas de chuvas e trovoadas isoladas no oeste da Bahia e sul de Tocantins. Temperaturas máximas e mínimas Foto: Reprodução O Inmet aponta que, para os próximos dias, estão previstas temperaturas elevadas em áreas do Norte e Nordeste do país, com máximas podendo superar os 38°C no decorrer da semana. Além disso, o retorno das chuvas na região central favorecerá a diminuição das temperaturas máximas em algumas localidades das regiões Centro-Oeste e Sudeste, podendo chegar a 20°C entre os dias 19 e 20. Especificamente no dia 19 de outubro (Imagem acima), as temperaturas estarão mais amenas. Em áreas da Região Norte e Nordeste, as máximas serão em torno de 38°C. Já em grande parte do Sudeste e Centro-Oeste, as máximas reduzem significativamente, chegando a 20°C em São Paulo e no Paraná. Por outro lado, no Rio Grande do Sul, a tendência é de aumento das temperaturas máximas, podendo ficar entre 26°C a 30°C em algumas localidades. As temperaturas mínimas podem superar 24°C em áreas das Regiões Norte, como Piauí, Maranhão e centro-norte de Mato Grosso. Áreas do Amazonas, Pará e Rondônia podem superar os 28°C. Já em áreas serranas entre Bahia e o norte de Minas Gerais, as mínimas podem ficar abaixo dos 18°C. Na Região Sul e leste do Sudeste, as mínimas devem variar entre 10°C e 18°C. No decorrer da semana e especificamente nesta terça-feira, está previsto um declínio da temperatura nas Regiões Sul e leste da Região Sudeste, com mínimas de até 16°C. Nas demais áreas, as temperaturas poderão ultrapassar 22°C. O post Chuva de 80 mm e calor de 38ºC; veja a previsão para os próximos dias apareceu primeiro em Canal Rural.
Soja: Brasil deve embarcar 4,343 milhões de toneladas em outubro

Foto: Claudio Neves/Porto de Paranaguá As exportações brasileiras da soja em grão estão previstas para atingir 4,343 milhões de toneladas em outubro, segundo levantamento semanal da Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec). No mesmo mês do ano passado, as exportações totalizaram 5,952 milhões de toneladas, enquanto em setembro deste ano foram embarcadas 5,156 milhões de toneladas. Na semana entre 6 e 12 de outubro, o Brasil exportou 1,203 milhões de toneladas de soja. Para o período entre 13 e 19 de outubro, a Anec projeta um volume de 1,207 milhões de toneladas. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Farelo da soja Em relação ao farelo de soja, a previsão é de embarques de 2,474 milhões de toneladas em outubro, superando os 1,652 milhões de toneladas do mesmo mês do ano passado e as 1,621 milhões de toneladas exportadas em setembro. Na semana passada, as exportações de farelo somaram 469,929 mil toneladas, e a expectativa para esta semana é de 961,111 mil toneladas. As informações são da Safras & Mercado. O post Soja: Brasil deve embarcar 4,343 milhões de toneladas em outubro apareceu primeiro em Canal Rural.
Desembolso do crédito rural tem queda de 31% nos primeiros 3 meses do Plano Safra 24/25

Foto: Ministério da Agricultura Os produtores rurais do estado de São Paulo desembolsaram R$ 11 bilhões nos três primeiros meses do Plano Safra 2024/2025. O montante representa uma queda de 30,4% ante o mesmo período da temporada anterior. O dado provém de relatório elaborado pelo Departamento Econômico da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de São Paulo (Faesp), com base em dados da Matriz de Dados do Crédito Rural do Banco Central do Brasil. O documento mostra, também, que o número de contratos no estado caiu de 18,9 mil para 16,4 mil, redução de 13,2%. Crescimento do Pronamp No Brasil, o desembolso de crédito rural foi de R$ 112,8 bilhões, redução de 31,1% no valor contratado na comparação com o mesmo período da safra anterior. Também houve diminuição no número de operações, que caiu de 733 mil para 522 mil (-28,8%). Apesar disso, o relatório mostra que o valor desembolsado via Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp) apresentou crescimento tanto no Brasil (+5,8%) quanto em São Paulo (+10,8%), com aumento nas contratações. Em contrapartida, o valor contratado via Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) e agricultura empresarial registrou queda nos cenários nacional e paulista. Para a Faesp, uma possível explicação para a queda no desembolso do Pronaf e aumento no do Pronamp é a migração de produtores de um programa para o outro por conta da faixa de renda. “Como não houve elevação da Renda Bruta Familiar (RBF) de enquadramento na Agricultura Familiar nesta safra, atualmente em R$ 500 mil, produtores anteriormente enquadrados no Pronaf podem agora estar sendo enquadrados no Pronamp”, diz trecho do documento da Federação. Uso do crédito rural do Plano Safra Foto: Mapa Em termos de finalidade do crédito considerando os produtores de todo o país, o relatório aponta os seguintes usos: 65,5%, o equivalente a R$ 73,8 bilhões, foram destinados às operações de custeio; 18% (R$ 20,3 bilhões) às iniciativas de investimento; 7,4% (R$ 8,3 bilhões) às operações de industrialização; e 9,1% (R$ 10,3 bilhões) à comercialização Em comparação com a safra anterior, o relatório da Faesp aponta que houve redução tanto no valor desembolsado como no número de contratos realizados, em todas as finalidades. Na avaliação por programas de investimento, dois se destacam com o maior valor desembolsado: Moderfrota (R$ 1,85 bilhão) Renovagro (R$ 1,96 bilhão) Apesar disso, esses dois programas apresentaram redução no valor contratado, de 52,7% e 37,4%, respectivamente. Os demais programas também registraram queda no montante desembolsado, assim como no número de operações realizadas. Redução de operações e de valores Para a Faesp, ainda que representantes do Banco Central aleguem que há operações em trânsito que não foram devidamente lançadas, “o fato é que os dados do primeiro trimestre desta safra, vis-à-vis à safra 2023/24, mostram redução no número de operações e no valor emprestado”. Assim, para a entidade, com base em levantamento de campo, avalia-se que as contratações estão em ritmo mais lento devido à dificuldade de os produtores apresentarem garantias, existência de operações ativas (inadimplentes ou repactuadas), redução do limite de crédito dos tomadores e menor propensão a tomada de crédito pelos produtores, principalmente para investimento, em virtude do menor preço das commodities e compressão das margens. O post Desembolso do crédito rural tem queda de 31% nos primeiros 3 meses do Plano Safra 24/25 apareceu primeiro em Canal Rural.
Produtor da soja de Sinop (MT) compartilha estratégias para o plantio eficiente

Foto: Reprodução Canal Rural O município de Sinop, no Mato Grosso, sediará a Abertura Nacional da Colheita da Soja 2024/25, evento programado para o dia 4 de fevereiro de 2025. A data foi anunciada na última sexta-feira (11), durante a Abertura Nacional do Plantio da Soja em Açailândia (MA). O plantio na região enfrenta atrasos devido ao ritmo lento das atividades, com os produtores aguardando chuvas consistentes nos próximos dias. Raul Pruinelli, produtor e delegado coordenador da Aprosoja MT no núcleo de Sinop, compartilha as melhores práticas para uma safra bem-sucedida. Isso inclui o uso de produtos de alta qualidade, adubação adequada, combate a pragas e doenças e a escolha de sementes de boa qualidade. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Desafios climáticos e de mercado Os desafios enfrentados na cultura da soja incluem a dependência de boas condições climáticas. “Esse aspecto foge ao nosso controle, mas precisamos levá-lo em conta para manter nossas expectativas em relação à produtividade”, comenta Pruinelli. “Sem condições climáticas favoráveis, mesmo as melhores práticas agrícolas podem não resultar nos resultados esperados”, complementa. O cenário de mercado é desafiador, com custos de produção elevados e perspectivas pouco animadoras para os preços da soja e do milho em 2025. “Precisamos olhar da porteira para fora e encontrar o melhor momento para a comercialização, buscando preços adequados. O ano é desafiador, e a margem de lucro está apertada”, observa. Pruinelli também destaca a importância de práticas sustentáveis, como o plantio direto, que minimiza a interferência no solo e promove a conservação por meio de curvas de nível e palhadas. “Adotamos as orientações técnicas mais adequadas para garantir uma agricultura sustentável que produza excelentes resultados”, afirma. Expectativas para a Safra 2024/25 Pruinelli expressa otimismo em relação à próxima safra: “Estamos confiantes na abertura da colheita em fevereiro de 2025.” Ele menciona que o ano passado foi impactado pelo fenômeno El Niño, que prejudicou as lavouras. “Mesmo após o El Niño, enfrentamos atrasos no plantio devido à falta de chuvas. Assim que tivermos umidade adequada no solo, iniciaremos o plantio”, explica o produtor. Apesar das dificuldades, Pruinelli acredita que um manejo eficiente e a adoção das técnicas recomendadas são essenciais para garantir a produtividade. Sinop no cenário agrícola De acordo com a Prefeitura Municipal de Sinop, o município ocupa a quarta posição no ranking de economia, desenvolvimento e prestação de serviços entre os 141 municípios de Mato Grosso, consolidando-se como a principal cidade do Norte do estado. A Abertura Nacional da Colheita da Soja não apenas celebra as práticas agrícolas, mas também ressalta o potencial econômico e estratégico de Sinop no agronegócio brasileiro. Com uma combinação de boas práticas agrícolas e uma gestão atenta às condições climáticas e de mercado, Sinop se posiciona de forma sólida para um futuro promissor no agronegócio, esperando colher frutos positivos na safra 2024/25. O post Produtor da soja de Sinop (MT) compartilha estratégias para o plantio eficiente apareceu primeiro em Canal Rural.
La Niña atrasa e pode haver mais chuva no Brasil; entenda

Foto: Unsplash Novas previsões climáticas mostram a possibilidade de atrasos na ocorrência do fenômeno La Niña, anteriormente projetado para ter início em setembro deste ano. A Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (NOAAA) ainda indica a possível atuação da La Niña, mas outros fenômenos climáticos estão influenciando as condições de chuva no Brasil, como a Oscilação de Madden-Julian (MJO) e o Global Atmospheric Angular Momentum (GLAAM). Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Conforme explica a Climatempo, a Oscilação de Madden-Julian (MJO), que circula pelo planeta e influencia a formação de nuvens e tempestades, está se deslocando do Sudeste Asiático em direção ao Oceano Pacífico. Isso trará mais umidade para as regiões Centro-Oeste e Norte do Brasil nas próximas semanas, beneficiando estados como Mato Grosso e Goiás, que enfrentam longos períodos de seca. Com essa mudança, as chuvas devem ocorrer de forma mais frequente e intensa, aliviando a estiagem em áreas críticas. Outro fator relevante é o Global Atmospheric Angular Momentum (momento angular atmosférico global), que mede a rotação da atmosfera ao redor do globo. A previsão é de um pico no GLAAM em sua fase positiva, o que implica ventos mais fortes em grandes altitudes, conhecidos como correntes de jato. Esses ventos ajudam a movimentar os sistemas climáticos e intensificar as chuvas no Hemisfério Sul. No entanto, o fortalecimento do vórtice polar antártico, localizado sobre a Antártica, pode confinar o ar frio e reduzir a possibilidade de ondas de frio intenso no Brasil. A combinação desses fenômenos, especialmente a MJO e o GLAAM, tem retardado o resfriamento das águas do Pacífico, o que pode atrasar ou suavizar a La Niña. Ainda assim, meteorologistas não descartam a ocorrência do fenômeno, embora ele seja esperado com menor intensidade e curta duração. Nas próximas semanas, as chuvas devem se intensificar no Centro-Oeste, Sudeste e Norte do Brasil, com maior incidência em estados que enfrentam seca prolongada, como Mato Grosso, Goiás e Minas Gerais. O aumento da umidade e os ventos rápidos favorecem a formação de sistemas de baixa pressão, o que amplia as chances de chuvas volumosas nessas regiões. O post La Niña atrasa e pode haver mais chuva no Brasil; entenda apareceu primeiro em Canal Rural.
Sítio de ‘A Fazenda’ e propriedade de Pelé estão à venda; veja detalhes dos imóveis rurais de luxo

Foto: Portal Chaozão Segundo informações do Portal Chaozão, o mercado de imóveis rurais de luxo no Brasil ganhou novos destaques, com a venda de duas propriedades famosas: o sítio onde foi gravado o reality show “A Fazenda” (na foto acima) e a fazenda que pertenceu ao rei do futebol, Pelé. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! O sítio de “A Fazenda”, localizado em Itu, São Paulo, está disponível por R$ 7 milhões. O imóvel oferece uma estrutura preparada para turismo e criação de equinos. Este local foi palco de diversas edições do reality show e, além do apelo midiático, é considerado ideal para atividades de lazer. Outra propriedade que chama atenção é a fazenda de Pelé, situada em Juquiá, também no estado de São Paulo. Avaliada em R$ 35 milhões, a fazenda tem 661 hectares e é descrita como um local com grande potencial para atividades turísticas e comerciais, além de oferecer uma ampla estrutura para pecuária e agricultura. De acordo com Geórgia Oliveira, CEO do Portal Chaozão, a compra de propriedades como essas exige não apenas um investimento financeiro considerável, mas também uma compreensão clara sobre o manejo e os custos operacionais de grandes fazendas. Fazenda de Pelé está avaliada em 35 milhões de reais. (Foto: Portal Chaozão) Para os interessados, a lista destaca outras propriedades de alto valor no Brasil, mostrando que o setor de imóveis rurais de luxo segue em alta, com opções que atendem tanto a investidores quanto a quem busca um refúgio no campo sem abrir mão de conforto e infraestrutura. O post Sítio de ‘A Fazenda’ e propriedade de Pelé estão à venda; veja detalhes dos imóveis rurais de luxo apareceu primeiro em Canal Rural.
‘Atualização no combate à vaca louca abrirá portas para novos mercados’, diz médico-veterinário

Foto: Adepará/divulgação Desde 2012, o Brasil tem sido reconhecido pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) como um dos países com menor risco de Encefalopatia Espongiforme Bovina (EEB), mais conhecida como a doença da vaca louca. Em 2024, com a atualização no Código Sanitário da OIE, o Brasil implementou mudanças importantes nas diretrizes do seu Programa Nacional de Prevenção e Controle da EEB, visando aprimorar ainda mais as medidas sanitárias no setor pecuário. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! O médico-veterinário Marcus Rezende explicou que essas mudanças reforçam a vigilância sanitária, principalmente no monitoramento de bovinos mais idosos e no controle rigoroso da alimentação dos ruminantes. “O Brasil nunca teve casos de vaca louca clássica, e os episódios registrados foram em animais senis. Agora, estamos intensificando o rigor na investigação desses casos, bem como na fiscalização da alimentação dos ruminantes, proibindo a utilização de qualquer resíduo de origem animal”, afirmou Rezende. Segundo ele, a atualização nas diretrizes traz vantagens significativas para os pecuaristas brasileiros. “Isso vai beneficiar muito o acesso a novos mercados internacionais. Embora aqui saibamos que nossa carne é de alta qualidade e segura, o mundo ainda precisa ser convencido disso. Com essas atualizações, estaremos em posição de mostrar ao mercado global que nossas práticas atendem aos mais altos padrões sanitários”, destacou o veterinário. A mudança também pode ajudar os produtores a otimizar seus recursos e reduzir custos operacionais. “A nova diretriz permite que os pecuaristas concentrem seus esforços em áreas-chave, tornando as operações mais eficientes. Além disso, com a assessoria técnica correta, os produtores podem garantir que todas as exigências estejam sendo cumpridas, o que traz segurança e previsibilidade ao setor”, explicou Rezende. O Brasil, que já é o maior exportador mundial de carne bovina, deve ganhar ainda mais espaço nos mercados internacionais com essas mudanças. Rezende enfatizou a importância de comunicar essas melhorias ao mundo: “Estamos prontos para crescer e fortalecer nossa posição como um dos principais fornecedores de carne de qualidade. Essas medidas são mais uma prova de que a pecuária brasileira está à frente no cuidado com a saúde animal e a segurança alimentar.” O post ‘Atualização no combate à vaca louca abrirá portas para novos mercados’, diz médico-veterinário apareceu primeiro em Canal Rural.
Conab: 1ª previsão para safra 2024/25 indica recorde de 322,47 milhões/t

Foto: Jefferson Aleffe/Marca Studio Criativo A primeira estimativa para a safra brasileira de grãos na temporada 2024/25 indica a produção de 322,47 milhões de toneladas, o que representa um crescimento de 8,3% em comparação com a safra anterior 2023/24 (297,85 milhões de t), ou 24,62 milhões de toneladas a mais. Isso é o que mostra o 1º levantamento realizado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), divulgado nesta terça-feira (15). Os números correspondem a um novo recorde na série histórica da Conab. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Para a área, estima-se crescimento de 1,9% sobre a safra anterior, passando de 79,83 milhões de hectares para 81,34 milhões de hectares. A produtividade média pode crescer 6,2%, de 3.731 quilos por hectare para 3.964 kg/ha. No caso da soja, principal cultura de verão, os produtores também devem destinar uma maior área para o grão, com elevação de 2,8% quando comparada com a temporada passada. “No entanto, o porcentual de crescimento de área da oleaginosa está arrefecido nesta safra, sendo este o terceiro menor porcentual de incremento registrado desde o ciclo 2009/2010”, ponderou a Conab. O atraso do início das chuvas, sobretudo nos estados da região Centro-Oeste, vem atrapalhando os trabalhos de preparo do solo e do plantio. Ainda assim, a produção está estimada em 166,05 milhões de toneladas, aumento de 12,7% ante a temporada anterior (147,38 milhões de t). Para o milho, a Conab projeta uma recuperação de 3,5% na safra, sendo estimada uma colheita total em torno de 119,74 milhões de toneladas, crescimento de 3,5% sobre a safra anterior (115,70 milhões de t). A área deve ser mantida em 21 milhões de hectares. Na primeira safra do cereal, tanto a produção como a área cultivada, a expectativa é de redução de 1,1% e 5,4% respectivamente, passando para 3,76 milhões de hectares semeados, com a produção estimada em 22,72 milhões de toneladas ante 22,96 milhões de t na primeira safra de 2023/24. No caso do algodão, a primeira previsão indica crescimento de 2,9% na área a ser semeada, para um total de 2 milhões de hectares. A produção de pluma está estimada em 3,67 milhões de toneladas (praticamente estável ante 2023/24). Conforme a Conab, neste ciclo, o arroz deverá apresentar crescimento de 9,9% na área semeada. “A alta é verificada em todas as regiões do país, com destaque para o Centro-Oeste e o Sudeste, onde o incremento alcança 33,5% e 16,9% respectivamente”, comentou a estatal. Só em Mato Grosso, os produtores vão destinar cerca de 133 mil hectares para o cultivo do cereal, com uma elevação de 39,3% quando comparada com a área registrada na temporada de 2023/24. Em Goiás esse aumento atinge 24%, índice pouco menor que o registrado em Minas Gerais, onde se verifica uma alta de 25,1%. O Sul, principal região produtora de arroz no país, também tende a registrar uma maior área cultivada, alcançando cerca de 1,16 milhão de hectares. Esse cenário influencia na expectativa de maior produção, com a colheita sendo estimada em 12,05 milhões de toneladas, aumento de 13,8% ante ciclo anterior (10,59 milhões de t) e recuperando o volume obtido na safra 2017/2018. O presidente da Conab, Edegar Pretto, disse em comunicado: “Com esses números, a previsão é de que o Brasil volte ao patamar das maiores safras de arroz da sua história. Isso é o resultado do trabalho dos nossos produtores, em parceria com o governo federal, que voltou a elaborar políticas públicas para todo o campo agrícola brasileiro, contemplando pequenos, médios e grandes produtores”. Para o feijão, a Conab também espera um ligeiro aumento na área semeada, saindo de 2,86 milhões de hectares em 2023/24 para 2,88 milhões de hectares no atual ciclo. Cultivado ao longo do ano, a maior elevação é esperada para a área semeada na primeira safra da leguminosa, com uma alta de 2,3%, sendo estimada em 881,3 mil hectares, resultando em uma produção de 947,3 mil toneladas (pequeno aumento de 0,5% ante 2023/24, que foi de 942,3 mil t). Já a expectativa de produção total do grão no País, somando-se os três ciclos cultivados, é de 3,26 milhões de toneladas, 0,5% acima da safra anterior (3,24 milhões de t). Culturas de inverno A primeira expectativa de produção acima de 12 milhões de toneladas para as culturas de inverno não se confirmou, segundo a Conab, influenciada principalmente pelas condições climáticas registradas nas regiões produtoras. O trigo, principal cultura dentre os cultivos de inverno, teve a previsão de safra reduzida para 8,26 milhões de toneladas neste levantamento, o que ainda assim corresponde a um aumento de 2,1% ante 2023 (8,10 milhões de t). “Problemas no clima durante todo o ciclo, sobretudo no Paraná, como estiagem no início, a falta de clima frio predominante, ocorrência de dois períodos de geadas em agosto e de doenças justificam tal redução. No Rio Grande do Sul e em Santa Catarina o cenário é mais positivo”, explicou a Conab. O post Conab: 1ª previsão para safra 2024/25 indica recorde de 322,47 milhões/t apareceu primeiro em Canal Rural.
Criança de 9 anos mata 23 animais em fazendinha no Paraná

Um menino de 9 anos invadiu uma fazendinha em Nova Fátima, no Paraná, e matou 23 animais no último domingo (13). O incidente ocorreu em um espaço próximo a uma clínica veterinária e foi registrado pelas câmeras de segurança do local. Entre as vítimas, 20 eram coelhos e três porquinhos-da-índia. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Nas imagens, o garoto aparece pulando uma pequena cerca e permanecendo na fazendinha por cerca de 40 minutos. Ele estava acompanhado por um cachorro e, conforme relatos da proprietária do local, Brenda Almeida, a criança já havia causado maus-tratos a animais anteriormente. “Ele confessou o que fez, detalhou como matou os animais e não mostrou arrependimento”, disse Almeida. A Polícia Civil informou que, devido à idade do menino, ele não pode ser responsabilizado criminalmente, mas o caso foi encaminhado ao Conselho Tutelar para as devidas providências. A ação causou comoção na cidade de Nova Fátima, que possui menos de 10 mil habitantes. O proprietário da fazendinha, Lúcio Barreto, lamentou o ocorrido, afirmando que o menino havia participado da inauguração do espaço no dia anterior e que, inicialmente, pensaram que ele havia voltado apenas para brincar com os animais. O post Criança de 9 anos mata 23 animais em fazendinha no Paraná apareceu primeiro em Canal Rural.
Sustentabilidade do agro depende dos eixos ambiental, social e econômico, diz chefe-geral da Embrapa Soja

Foto: Canal Rural/Evento-MA Em 2025, a Embrapa Soja celebra 50 anos dedicados ao desenvolvimento de tecnologias para a produção da soja no Brasil. Desde 1975, a empresa tem inovado em práticas de manejo responsável, da semeadura à pós-colheita. Durante a Abertura Nacional do Plantio da Soja em Açailândia, no Maranhão, foram ressaltadas as principais contribuições da empresa para o setor, como o aprimoramento do plantio direto na palha, técnicas de integração lavoura-pecuária-floresta e inovações no manejo de pragas e plantas daninhas. Práticas e tecnologias que transformam o setor A Embrapa também recomenda práticas para aumentar a eficiência no uso de fertilizantes e desenvolve cultivares produtivas. Além disso, implementa tecnologias para garantir a qualidade das sementes e trabalha em estratégias para mitigar os efeitos das mudanças climáticas, contribuindo para políticas públicas como o zoneamento agrícola de risco climático. Segundo Alexandre Nepomuceno, chefe-geral da Embrapa Soja, celebrar 50 anos é reconhecer meio século de contribuição à ciência e tecnologia. Ele destaca a importância de garantir a sustentabilidade da agricultura brasileira em três eixos: ambiental, social e econômico, e alerta que a falta de harmonia entre eles compromete o progresso. Nepomuceno também compartilha expectativas positivas para a nova safra e prevê grandes produtividades e bons preços, no entanto, ressalta a necessidade de estar preparado para os desafios, como enchentes na região sul e secas em outras partes do país. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! A importância do Matopiba Na região do Matopiba, foi instalada a unidade de pesquisa da Embrapa em Balsas na década de 1980. Essa localidade se transformou de uma pequena vila em uma das maiores cidades do Maranhão, apresentando um elevado Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) e evidenciando o impacto positivo das iniciativas da Embrapa na região. Celebração dos 50 anos Os 50 anos da Embrapa Soja serão celebrados no Congresso Brasileiro de Soja, que acontecerá em Campinas na última semana de julho de 2025. O evento terá como foco a sustentabilidade da agricultura e a apresentação de tecnologias inovadoras, destacando a trajetória da Embrapa na promoção de práticas responsáveis. Para isso, os esforços de inovação da Embrapa estão concentrados em quatro eixos principais: genética avançada, bioinsumos, agricultura digital e soja de baixo carbono. A instituição mantém uma ampla rede de parcerias e canais de comunicação com a sociedade, buscando ser protagonista nas transformações do campo. Ao completar meio século, a Embrapa Soja reafirma seu compromisso com a inovação e a sustentabilidade, atualizando suas unidades com a colaboração de pesquisadores e analistas. “Estamos prontos para enfrentar os desafios da nova safra, apostando em tecnologia e parcerias para garantir resultados positivos no agro brasileiro”, conclui o chefe-geral. O post Sustentabilidade do agro depende dos eixos ambiental, social e econômico, diz chefe-geral da Embrapa Soja apareceu primeiro em Canal Rural.