Pix tem novas regras a partir de 1° de novembro; veja o que muda

Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil A partir de 1º de novembro, o Pix terá regras mais rígidas para garantir a segurança das transações e impedir fraudes. Transferências de mais de R$ 200 só poderão ser feitas de um celular ou de um computador previamente cadastrados pelo cliente da instituição financeira, com limite diário de R$ 1 mil para dispositivos não cadastrados. O Banco Central (BC) esclarece que a exigência de cadastro valerá apenas para os celulares e computadores que nunca tenham sido usados para fazer Pix. Para os dispositivos atuais, nada mudará. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Além dessa novidade, as instituições financeiras terão de melhorar as tecnologias de segurança. Elas deverão adotar soluções de gerenciamento de fraude capazes de identificar transações Pix atípicas ou incompatíveis com o perfil do cliente, com base nas informações de segurança armazenadas no Banco Central. As instituições também terão de informar aos clientes, em canal eletrônico de amplo acesso, os cuidados necessários para evitar fraudes. Elas também deverão verificar, pelo menos a cada seis meses, se os clientes têm marcações de fraude nos sistemas do Banco Central. As medidas, informou o BC, permitirão que as instituições financeiras tomem ações específicas em caso de transações suspeitas ou fora do perfil do cliente. Elas poderão aumentar o tempo para que os clientes suspeitos iniciem transações e bloquear cautelarmente Pix recebidos. Em caso de suspeita forte ou comprovação de fraude, as instituições poderão encerrar o relacionamento com o cliente. Pix Automático Recentemente, o BC anunciou que o Pix Automático será lançado em 16 de junho de 2025. Em desenvolvimento desde o fim do ano passado, a modalidade facilitará as cobranças recorrentes de empresas, como concessionárias de serviço público (água, luz, telefone e gás), empresas do setor financeiro, escolas, faculdades, academias, condomínios, planos de saúde, serviços de streaming e clubes por assinatura. Por meio do Pix Automático, o usuário autorizará, pelo próprio celular ou computador, a cobrança automática. Os recursos serão debitados periodicamente, sem a necessidade de autenticação (como senhas) a cada operação. Segundo o BC, o Pix Automático também ajudará a reduzir os custos das empresas, barateando os procedimentos de cobrança e diminuindo a inadimplência. O post Pix tem novas regras a partir de 1° de novembro; veja o que muda apareceu primeiro em Canal Rural.
Apoio ao produtor rural: patrocinadores do Soja Brasil e a parceria de sucesso

Foto: Canal Rural Reprodução/Evento-MA Parceria. Essa é a palavra que define o Soja Brasil, um exemplo de como alianças podem fortalecer a sojicultura brasileira. Durante a Abertura Nacional do Plantio da Soja, realizada em Açailândia, no Maranhão, foi celebrada a colaboração de quatro parceiros que impulsionam o sucesso do projeto. Cada um desempenha um papel importante na iniciativa, atuando como aliado dos produtores rurais Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Quilômetros de colaboração Foto: Canal Rural Reprodução/Evento MA A Mitsubishi é uma parceira do Soja Brasil e sua L200 Triton se tornou protagonista e símbolo de força e tecnologia. Lado a lado do projeto, o modelo integra a expedição que percorre milhares de quilômetros, acompanhando de perto a safra e o desempenho da soja brasileira. A presença da Mitsubishi nas principais regiões produtoras é marcada pela confiança e resistência, essenciais para enfrentar os desafios do campo. A cada quilômetro percorrido, o projeto Soja Brasil, em colaboração com o Canal Rural, revela a realidade do agronegócio, abordando sua complexidade e riqueza. O automóvel representa a base que sustenta essa jornada, pronta para explorar cada canto do Brasil e registrar momentos dessa aventura. Nesta temporada, a expedição começará no Matopiba, abrangendo os estados do Maranhão, Piauí, Bahia e Tocantins, uma região que deve crescer cerca de 5% em área plantada, segundo a Conab. A Mitsubishi L200 Triton, com sua tecnologia japonesa e fabricação no Brasil, será conduzida por profissionais que conhecem bem as estradas e os desafios da produção rural. À medida que a equipe percorre essas rotas, compartilhará cada detalhe com o público que acompanha o projeto Soja Brasil. A L200 Triton já se destacou na temporada anterior, passando por diversos estados e mostrando sua versatilidade e resistência. “A Mitsubishi sempre foi uma parceira do produtor rural, acompanhando-o ao longo de décadas e agora se fazendo presente neste importante projeto, que visa melhorar a comunicação no agronegócio. Sabemos que precisamos vencer os desafios da produção e voltar a ter lucratividade, pois sem rentabilidade não podemos falar em sustentabilidade”, afirma Sabino Costa, proprietário Sansei Motors Mitsubishi. A presença da Mitsubishi, ao lado de parceiros como o Canal Rural, reforça o compromisso de melhorar a comunicação entre os produtores rurais e o público. Com a L200 Triton, é possível captar as nuances da produção agrícola e conectar todos à essência do campo. O controle e a transformação do grão Foto: Canal Rural Reprodução/Evento MA A Intacta 2 Xtend®️ é uma parceira importante na transformação do futuro da soja, especialmente neste ano que marca o centenário da chegada da soja ao Brasil. A biotecnologia revoluciona a proteção da soja, oferecendo controle avançado contra as principais lagartas e um manejo eficaz de plantas daninhas. O investimento contínuo em pesquisa e desenvolvimento reafirma o compromisso em fornecer soluções que garantem produtividade e sustentabilidade. A missão é alimentar uma população crescente, minimizando o impacto ambiental e assegurando práticas agrícolas responsáveis e eficientes. A plataforma Intacta 2 Xtend®️ exemplifica como a inovação pode alinhar produtividade e respeito ao meio ambiente, moldando o futuro da agricultura de forma sustentável. “Estamos presentes em momentos importantes para a evolução da agricultura brasileira, impulsionando os avanços na soja e enfrentando os desafios de alimentar uma população crescente com menor impacto ambiental. Introduzimos um controle aprimorado para plantas daninhas, com tolerância ao glifosato e resistência a novos herbicidas. Como resultado, já no primeiro ano, registramos produtividades acima de 100 sacas por hectare, com mais de 80% do mercado de soja brasileira utilizando nossas biotecnologias, principalmente a plataforma”, explica Rafael Mendes, diretor de negócios de soja da Bayer. Nutrindo o trabalho em campo Foto: Canal Rural Reprodução/Evento MA A Campo Forte, 100% brasileira, tem um forte compromisso com a nutrição das lavouras. Produzindo fertilizantes especiais, orgânicos e organominerais, a empresa promove um equilíbrio nutricional que potencializa a produtividade. Seu foco na sustentabilidade se reflete na reciclagem de nutrientes essenciais, respeitando o meio ambiente e ajudando os produtores a alcançarem altos índices de rentabilidade, garantindo a saúde de suas culturas. Com o DNA JBS, a empresa acredita que o futuro da nutrição começa agora. Produz mais do que fertilizantes: contribui para a sustentabilidade através da reciclagem de nutrientes de fontes orgânicas, agregando valor e tecnologia ao desenvolvimento para proporcionar alta produtividade. “Na Campo Forte, acreditamos na força do agronegócio brasileiro e que o futuro do agro passa pela qualidade e pela sustentabilidade. Nosso compromisso é claro: entregar fertilizantes tecnológicos que tragam inovação e priorizem colheitas mais produtivas e rentáveis”, afirma Paulo Garcia, gerente de vendas da Campo Forte. Na linha de frente do dia a dia do produtor A Ihara é reconhecida por sua expertise em pesquisa e desenvolvimento, dedicando-se a oferecer soluções eficazes para o controle de pragas e doenças que afetam as lavouras. Com capital japonês, a empresa se destaca por introduzir tecnologias inovadoras que trazem benefícios diretos para o cotidiano dos produtores, contribuindo para uma agricultura mais produtiva e sustentável. A cada quilômetro percorrido pelo Brasil o projeto Soja Brasil, em parceria com o Canal Rural, desvenda a realidade do agronegócio, destacando sua complexidade e diversidade. A L200 Triton é a base dessa jornada, pronta para explorar diferentes regiões do Brasil e capturar os momentos dessa experiência.” João Vítor Sousa, administrador técnico de vendas da Ihara, enfatiza: “A Ihara se dedica a trazer inovações para o agricultor brasileiro. Nossos produtos foram desenvolvidos com o objetivo de atender às exigências do campo, oferecendo soluções que realmente fazem a diferença. Além disso, contamos com o herbicida Amato, que proporciona excelente controle das plantas daninhas, um aspecto fundamental para garantir a saúde das lavouras. Com a coordenação técnica da Embrapa e o apoio da consultoria Safras & Mercado, Harven, Agrobusiness School e Climatempo, o Soja Brasil é um esforço conjunto para aprimorar a produção de soja no país, equilibrando produtividade e sustentabilidade. Patrocinadores Soja Brasil O post Apoio ao produtor rural: patrocinadores do Soja Brasil e a parceria de sucesso
Reuniões do FMI e Banco Mundial debatem economia e clima global

Depois de uma semana marcada por medidas de estímulo na China e dados de inflação na Zona do Euro, as atenções de investidores de todo o mundo estarão voltadas para as reuniões anuais do Fundo Monetário Internacional (FMI) e do Banco Mundial. Os encontros ocorrem entre os dias 21 e 26 de outubro, em Washington, capital dos Estados Unidos. O evento reúne presidentes de bancos centrais, ministros das finanças, executivos do setor privado e acadêmicos para debater questões globais, como desenvolvimento econômico, combate à pobreza e eficácia da ajuda internacional. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, também participa das reuniões, com destaque para o lançamento da Plataforma Brasil de Investimento Climático e para a Transformação Ecológica. A iniciativa, que visa atrair investimentos internacionais em economia verde, será lançada na quarta-feira (23). Haddad também anunciará novos financiamentos para projetos de enfrentamento às mudanças climáticas. Paralelamente às reuniões do FMI e do Banco Mundial, ocorre a quarta reunião de ministros das Finanças e presidentes dos Bancos Centrais do G20. Esta será a última reunião do G20 antes da cúpula em novembro, no Rio de Janeiro, quando o Brasil passará a presidência do grupo para a África do Sul. Economia fragilizada e seus riscos Na semana passada, a diretora-geral do FMI, Kristalina Georgieva, apelou por unidade em meio ao atual cenário geopolítico. Durante discurso, ela destacou os avanços no controle da inflação, mas alertou para os riscos de uma economia global fragilizada. Ela destacou o papel da política monetária e das cadeias de suprimentos na recuperação da economia. “A grande onda inflacionária mundial está em retirada”, afirmou. No entanto, Georgieva enfatizou que os preços elevados, que afetam principalmente os países mais pobres, continuam sendo uma preocupação. Aperto monetário para evitar crises inflacionárias Outro destaque das reuniões é um estudo do FMI sobre os bancos centrais, que sugere ajustes nas políticas monetárias para prevenir novas crises inflacionárias. O documento, publicado em 16 de outubro, recomenda que as autoridades aprimorem seus modelos de monitoramento e coletem dados mais frequentes e detalhados, considerando gargalos setoriais e restrições de oferta. O documento é parte do relatório de Perspectiva Econômica Mundial (WEO) e será debatido durante as reuniões em Washington. O estudo indica que países como Brasil, Chile e México, que aumentaram os juros mais cedo, foram eficazes no combate à inflação. Entretanto, o alerta fica por conta de apertos monetários excessivos, que podem causar retração econômica severa. A sugestão neste caso é que os bancos centrais adotem cláusulas de flexibilidade em suas políticas. O post Reuniões do FMI e Banco Mundial debatem economia e clima global apareceu primeiro em Canal Rural.
Funcionários de fazendas recebem capacitação para combate a incêndios florestais

Foto: Divulgação/Aiba Funcionários de fazendas no Oeste da Bahia, receberam capacitação para combate a incêndios florestais com uso de máquinas agrícolas. O treinamento foi direcionado a gestores, técnicos, operadores de máquinas e gerentes de fazendas da região, com o objetivo de capacitar equipes que estão na linha de frente no combate aos incêndios florestais. De acordo com as entidades do setor, a demanda por esse tipo de treinamento é crescente entre os produtores rurais, especialmente diante da alta incidência de incêndios durante os períodos de seca e baixa umidade do ar. Em setembro, o Canal Rural exibiu a segunda temporada da série especial “Cerrado Sem Fogo”, com os impactos das queimadas no Cerrado, na saúde das pessoas e produção agrícola. No último episódio da série, representantes do setor agropecuário comentam sobre as ações de enfrentamento do problema que é recorrente no país todos os anos. Foto: Divulgação/Abapa Com carga horária de 16 horas, parte teórica e prática, realizada na Algodoeira Zanotto Cotton, localizada no distrito de Novo Paraná, em Luís Eduardo Magalhães (BA), o curso atende uma demanda do setor produtivo. O curso de combate a incêndios florestais com máquinas agrícolas foi realizado na última semana pela Associação dos Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba) em parceria com a Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa). Importância Além disso, o curso contou com o suporte institucional do Corpo de Bombeiros, reforçando a importância da formação especializada no manejo de máquinas agrícolas e caminhões-pipa no controle de focos de incêndio. Segundo Deibi Soares dos Santos, instrutor do Centro de Treinamento da Abapa, “é muito importante saber utilizar as ferramentas diárias, como tratores e caminhões-pipa, no combate aos incêndios”. De acordo com Aloísio Junior, gerente de Agronegócios da Aiba, “tendo em vista que na entressafra tivemos muitas demandas de combate a incêndio utilizando equipamentos agrícolas, o grande intuito do curso é preservar a vida dos profissionais envolvidos e resguardar os bens e as áreas produtivas e as áreas de reserva e de preservação permanente”. Bahia tem 8 municípios entre os 100 mais ricos do agronegócio brasileiro Siga o Canal Rural Bahia no Instagram! Você também pode participar deixando uma sugestão de pauta. Clique aqui e envie uma mensagem para o nosso WhatsApp! O post Funcionários de fazendas recebem capacitação para combate a incêndios florestais apareceu primeiro em Canal Rural.
Marrocos concede isenção de impostos para carne bovina e ovina do Brasil

O governo do Marrocos anunciou a isenção total do Imposto sobre o Valor Agregado (IVA) para a importação de carne bovina, ovina, caprina e camelídea do Brasil. A decisão, formalizada por meio de ofício, concede uma cota de 20 mil toneladas de carnes e miúdos brasileiros, facilitando o acesso desses produtos ao mercado marroquino. Essa conquista é resultado direto da missão oficial realizada pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) em abril deste ano, liderada pelo secretário-adjunto de Comércio e Relações Internacionais, Julio Ramos. Durante a visita, a comitiva brasileira, com o apoio do Ministério das Relações Exteriores e a participação do embaixador do Brasil em Marrocos, Alexandre Parola, avançou nas negociações que culminaram na redução das tarifas marroquinas, que chegavam a 200% para carne bovina congelada. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Além da cota de 20 mil toneladas, a regulamentação marroquina também permite a importação de até 120 mil cabeças de bovinos e 100 mil ovinos com isenção de IVA, medida que deve fortalecer ainda mais o comércio entre os dois países. No entanto, o imposto parafiscal continuará sendo aplicado aos importadores. Julio Ramos destacou a importância da medida para o setor agropecuário brasileiro: “Esse acordo fortalece as relações diplomáticas e comerciais e amplia a competitividade do agro brasileiro em mercados estratégicos, como o de Marrocos.” Em 2023, Marrocos foi o quarto maior destino das exportações brasileiras para a África, e o comércio bilateral entre os países atingiu US$ 2,65 bilhões. O post Marrocos concede isenção de impostos para carne bovina e ovina do Brasil apareceu primeiro em Canal Rural.
Diário Econômico: semana tem IPCA-15 e Livro Bege; ouça análise

Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado do Brasil e do mundo, com a análise de economistas. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! No morning call de hoje, o economista do PicPay Igor Cadilhac ressalta que as vendas no varejo surpreendem positivamente, mantendo o consumo forte e elevando as apostas de cortes graduais de juros nos Estados Unidos. No Brasil, noticiário fiscal gera incertezas e pressiona ativos locais. Para a semana, o destaque é a divulgação do IPCA-15 de outubro. Para mais conteúdos sobre o mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado! O post Diário Econômico: semana tem IPCA-15 e Livro Bege; ouça análise apareceu primeiro em Canal Rural.
Temporais atingem várias áreas do país; veja previsão para hoje

Foto: Pixabay Sugestões de título Previsão do tempo: início da semana com temporais e sol em diferentes regiões do Brasil Sugestões de linha fina Sul e Centro-Oeste têm chance de chuva, enquanto temporais atingem o Norte e Nordeste do país. Segunda-feira começa com sol em algumas regiões e pancadas de chuva em outras, com destaque para temporais no Norte e Centro-Oeste. Previsão do tempo para esta segunda-feira: temporais no Norte e sol no Sul Nesta segunda-feira (21), o Brasil terá uma combinação de chuva e sol em diferentes regiões. O tempo ficará instável em grande parte do país, com possibilidade de pancadas fortes de chuva ou mesmo temporais em algumas áreas. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Confira a previsão detalhada para cada região. Sul A semana começa com possibilidade de chuva leve no oeste de Santa Catarina e nas cidades do sudoeste, norte e leste do Paraná. No Rio Grande do Sul, o tempo permanece firme, com predomínio de sol e poucas nuvens. As temperaturas estarão mais amenas em Florianópolis (SC) e Curitiba (PR). Sudeste A circulação atmosférica segue estimulando a formação de nuvens carregadas. Em São Paulo, no centro-norte do Rio de Janeiro e no Espírito Santo, o sol aparece com dificuldade, e há previsão de pancadas de chuva, com potencial para temporais localizados. No norte do Espírito Santo e interior de Minas Gerais, o tempo ficará mais fechado, com chuvas persistentes ao longo do dia. Centro-Oeste A circulação de ventos na região também favorece a formação de nuvens carregadas. Há chance de chuva forte no noroeste e leste de Goiás e no leste e norte de Mato Grosso. Em Mato Grosso do Sul, o sol aparece durante o dia, mas pancadas de chuva irregulares podem ocorrer à tarde. Nordeste A semana começa com maior umidade e chuvas fortes no sul do Maranhão, Piauí e no oeste e sul da Bahia. O tempo estará mais instável em Ilhéus, Barreiras e Porto Seguro (BA), assim como em Balsas (MA). Chuva moderada é esperada no litoral de Alagoas, Pernambuco e Paraíba. O tempo permanece firme em Teresina (PI) e São Luís (MA). Norte O risco de temporais é alto no Amazonas, Tocantins, sul do Pará e Acre. A semana começa abafada na maior parte da região, com chance de chuva forte e trovoadas. O post Temporais atingem várias áreas do país; veja previsão para hoje apareceu primeiro em Canal Rural.
Alta da arroba do boi vai cessar no curto prazo? Analista responde

Foto: Christiano Antonucci/Secom-MT O mercado de boi gordo registrou nova elevação para os preços da arroba durante a semana. De acordo com o analista da consultoria Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias, o ambiente de negócios, bastante aquecido, sugere a continuidade deste movimento no curto prazo. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Segudo ele, isso decorre por conta da posição das escalas de abate, que está em sua pior posição na atual temporada. “Em contrapartida, o mercado registra sintomas de um superaquecimento, com exportações muito agressivas na atual temporada, caminhando para um recorde histórico”. As escalas de abate na semana passada giraram em torno de 5 dias úteis em vários estados do país, o que deve continuar nesta próxima semana, favorecendo a continuidade do movimento de alta nas cotações da arroba. Preços da arroba do boi na semana Os preços da arroba do boi gordo na modalidade a prazo nas principais praças de comercialização do país estavam assim em 17 de outubro: São Paulo (Capital): R$ 310, alta de 1,64% frente aos R$ 305 registrados nasemana passada Goiás (Goiânia): R$ 300, avanço de 5,26% perante os R$ 285 Minas Gerais (Uberaba): R$ 305, aumento de 3,39% ante aos R$ 295 Mato Grosso do Sul (Dourados): R$ 305, valorização de 1,69% frente aos R$ 300 Mato Grosso (Cuiabá): R$ 280 a arroba, 3,10% acima dos R$ 270 Rondônia (Vilhena): – R$ 285, aumento de 3,64% em relação aos R$ 275 Mercado atacadista O mercado atacadista registrou novo movimento de alta nos preços no decorrer da semana e a tendência é de que este movimento tenha continuidade no curto prazo. Iglesias destaca que as proteínas concorrentes também devem apresentar elevação em seus preços em função do atual movimento delimitado de oferta de carne bovina, com grande destaque para a carne de frango. O quarto do traseiro avançou 0,87% ao longo da semana, passando de R$ 23,00 o quilo para R$ 23,20 o quilo. O quarto do dianteiro subiu 1,11%, de R$ 18,00 para R$ 18,20. Exportações de carne bovina Foto: Freepik As exportações de carne bovina fresca, congelada ou refrigerada do Brasil renderam US$ 467,680 milhões em outubro (9 dias úteis), com média diária de US$ 51,964 milhões, de acordo com a Secretaria de Comércio Exterior (Secex). A quantidade total exportada pelo país chegou a 101,660 mil toneladas, com média diária de 11,295 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 4.600,40. Em relação a outubro de 2023, houve alta de 27,5% no valor médio diário da exportação, ganho de 27,4% na quantidade média diária exportada e avanço de 0,1% no preço médio. O post Alta da arroba do boi vai cessar no curto prazo? Analista responde apareceu primeiro em Canal Rural.
Bioeconomia amazônica: um caminho imprescindível para o desenvolvimento sustentável

Foto: Ricardo Stuckert/PR A Amazônia se encontra em um momento crítico. Apesar de sua abundante biodiversidade, riqueza cultural e valor ambiental incalculável, enfrenta ameaças sérias que colocam em risco seu futuro e o das comunidades que dependem dela. Os altos índices de pobreza, a desigualdade e os desafios ambientais comprometem o progresso de seus habitantes e sua capacidade de acessar alimentos seguros e nutritivos. Esse vasto território, que abrange Bolívia, Brasil, Colômbia, Equador, Guiana, Peru, Suriname e Venezuela, não é apenas uma fonte de recursos naturais, mas também o lar de 50 milhões de pessoas, mais de 400 povos indígenas e diversas comunidades tradicionais. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! As soluções para os desafios da Amazônia não devem vir apenas de fora, mas, fundamentalmente, devem surgir do coração das próprias comunidades. São elas que possuem o conhecimento local e a força para propor ações em direção a um futuro sustentável. É aqui que ganha relevância o conceito de bioeconomia amazônica, que propõe aproveitar de forma sustentável e inclusiva os recursos naturais da região, beneficiando as populações locais. Embora seja uma proposta promissora, o caminho inclui diversos desafios. Os riscos climáticos, o desmatamento e as desigualdades agravam as dificuldades para estabelecer um modelo econômico que funcione tanto para as pessoas quanto para a natureza. Não podemos permitir a continuidade de modelos de negócios que sacrificam a biodiversidade e os recursos naturais, pois, inevitavelmente, estaremos diante de um colapso irreversível. Por isso, é crucial promover mecanismos que possibilitem o desenvolvimento econômico sustentável, melhorando o acesso a alimentos, aumentando a renda, criando empregos e elevando as condições de vida. O evento “Diálogos Amazônicos”, organizado pelo governo do Brasil com apoio da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), há um ano em Belém, abriu as portas para que múltiplos setores – academia, sociedade civil, setor público, setor privado, povos indígenas – discutissem como enfrentar esse desafio. Como resultado, oito países assinaram a Declaração de Belém, com 113 objetivos para avançar em direção ao desenvolvimento sustentável da região. A conclusão foi clara: a bioeconomia pode ser um pilar fundamental, mas exige uma abordagem integrada e multissetorial. A FAO, em conjunto com a Organização do Tratado de Cooperação Amazônica (OTCA), continua a trabalhar para garantir a segurança alimentar e nutricional, reduzir a pobreza e fortalecer cadeias de valor sustentáveis na região, por meio de ações voltadas a melhorar a produtividade, gerar bens públicos e impulsionar a bioeconomia, oferecendo perspectivas de um futuro melhor. Por meio da iniciativa Mão de Mão, a FAO promove um programa de investimentos com três componentes: fortalecer os bens públicos e a formulação de políticas; garantir o acesso a serviços digitais e conectividade; e desenvolver cadeias de valor sustentáveis, especialmente na gestão de bacias hidrográficas e recursos pesqueiros. A bioeconomia amazônica não é apenas um modelo econômico; é uma oportunidade de reforçar nossa relação com a natureza, reconhecendo a Amazônia como um patrimônio que devemos proteger e valorizar. Avançar nesse caminho requer uma abordagem intersetorial com a participação de comunidades, governos, setor privado e financeiro e a academia. Foto: FAO *Mario Lubetkin é subdiretor-geral e representante regional da FAO para América Latina e o Caribe O Canal Rural não se responsabiliza pelas opiniões e conceitos emitidos nos textos desta sessão, sendo os conteúdos de inteira responsabilidade de seus autores. A empresa se reserva o direito de fazer ajustes no texto para adequação às normas de publicação. O post Bioeconomia amazônica: um caminho imprescindível para o desenvolvimento sustentável apareceu primeiro em Canal Rural.
Brasil lança nova plataforma para exportações no Sial Paris

Foto: ApexBrasil A ApexBrasil inaugurou oficialmente neste domingo (20) o Pavilhão Brasil no Salon International de l’Alimentation (Sial Paris), um dos maiores eventos globais de alimentação. Durante o evento, que contou com a presença de autoridades e empresários, a agência também lançou a plataforma digital Buy Brazil, criada para conectar exportadores brasileiros a compradores internacionais. A iniciativa já conta com mais de 100 empresas, facilitando o acesso ao mercado externo. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Com um número recorde de 192 empresas brasileiras, a participação no Sial Paris representa uma oportunidade estratégica para expandir a visibilidade do agronegócio e das exportações do país. Segundo Jorge Viana, presidente da ApexBrasil, foram investidos quase R$ 30 milhões na participação brasileira, com expectativa de negócios superiores a US$ 2,5 bilhões. “Estamos fortes em um dos mais importantes eventos de alimentos do mundo, e o Brasil voltou com recorde de empresas”, afirmou Viana. O setor de proteínas animais, representado pela Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec) e pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), também marcou forte presença, com projeções otimistas para o aumento das exportações de carnes bovina, suína e de aves. As entidades agradeceram o apoio contínuo da ApexBrasil no crescimento do setor. Em 2023, o setor bovino já alcançou exportações de US$ 9 bilhões, um aumento de 26% em volume. Segundo a ApexBrazil, outro destaque foi a participação de empresas lideradas por mulheres. Das 192 empresas brasileiras presentes, 55 são lideradas por mulheres empreendedoras, reforçando a diversidade do setor no cenário internacional. Segundo Daniela Ferreira, diretora da Up4Market, o apoio da ApexBrasil tem sido essencial para que pequenas empresas se internacionalizem. Buy Brazil lançada no Sial Paris A plataforma Buy Brazil promete aumentar a visibilidade global dos produtos brasileiros, promovendo um diretório de exportadores e facilitando a criação de parcerias comerciais internacionais. “Estamos entusiasmados em lançar a Buy Brazil. Essa plataforma é uma ferramenta poderosa para conectar compradores internacionais com os melhores exportadores brasileiros, ajudando a construir parcerias de sucesso no comércio global”, disse Jorge Viana. O post Brasil lança nova plataforma para exportações no Sial Paris apareceu primeiro em Canal Rural.