Conab vai comprar 200 mil t de trigo para auxiliar produtores do RS

Foto: Freepik A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) vai comprar 200 mil toneladas de trigo gaúcho em Aquisição do Governo Federal (AGF). O anúncio foi feito pelo diretor presidente da companhia, Edegar Pretto, e pelo ministro do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, Paulo Teixeira. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! “A Conab fará intervenção no mercado de trigo, porque no Rio Grande do Sul foi verificado preço no mercado abaixo do mínimo. A intervenção será conforme prevê a Política de Garantia de Preço Mínimo (PGPM) e por AGF”, disse Pretto em coletiva de imprensa. “O governo lança mão de medidas em apoio ao produtor rural. A AGF de trigo é uma medida serena para ajudar o agricultor com preço baixo”, destacou Teixeira. A Conab vai investir R$ 261 milhões na AGF de trigo, com recursos provenientes do crédito extraordinário direcionado à calamidade climática do Rio Grande do Sul. A partir do anúncio da AGF de trigo, produtores gaúchos interessados em comercializar o cereal à Conab ao preço mínimo de R$ 78,51 por saca de 60 kg, para tipo pão, devem procurar os armazéns da companhia para tornar viável a operação. A modalidade da AGF dispensa a necessidade de publicação de edital para compra pública do cereal pela companhia. Produtores e cooperativas gaúchas pediram à Conab a realização de leilões de Prêmio Equalizador Pago ao Produtor Rural (Pepro) para subsídio ao preço do cereal. Medidas para o trigo De acordo com Pretto, no primeiro momento, a medida será restrita ao trigo do Rio Grande do Sul, onde verificou-se preço de mercado R$ 11 por saca abaixo do mínimo estabelecido para a safra no estado, de R$ 78,51 por saca. “Hoje no Rio Grande do Sul vemos essa diferença de preços com trigo sendo comercializado a R$ 67 por saca, mas continuaremos observando o mercado no estado e dos demais estados e a eventual necessidade de maior intervenção até o final da safra, que está em curso. Se for necessário faremos nova intervenção no mercado de trigo”, disse Pretto. O limite máximo de comercialização do cereal por produtor ainda será definido pela companhia, mas tende a ficar entre 2 mil a 3 mil sacas por produtor, segundo o diretor-executivo de Política Agrícola e Informações da Conab, Silvio Porto. “A partir da próxima semana, no máximo, o produtor poderá buscar o armazém mais próximo para fazer a entrega do produto tipo pão. A preferência pela AGF foi para reter o produto no mercado interno e no ano que vem podermos devolver ao mercado para balizar o preço e administrar o fluxo de abastecimento e de oferta no mercado interno na entressafra”, disse Porto. O trigo adquirido pela Conab será direcionado aos estoques públicos da companhia e possivelmente vendido ao mercado na entressafra, quando o preço reagir. A modalidade da AGF prevê venda dos estoques públicos, quando os preços do produto ultrapassarem o Preço de Liberação de Estoques (PLE). “Vamos observar a reação do mercado e à medida que chegar no ponto de afetar o preço com possível impacto de inflação é o momento de liberarmos esse estoque ao mercado. O volume não é expressivo, mas é importante para a recomposição dos estoques e do volume de abastecimento do mercado interno”, observou Porto. “Sabemos que o próprio anúncio vai promover reação ao preço, talvez não seja necessário inclusive os produtores comercializarem todo esse volume”. A última AGF para trigo havia sido realizada pelo governo federal em 2014. No ano passado, a Conab realizou leilões de Prêmio Equalizador Pago ao Produtor Rural (Pepro) e de Prêmio de Escoamento do Produto (PEP) para subsidiar o preço do trigo. Na época, a companhia investiu R$ 255,7 milhões para 479 mil toneladas de trigo. O post Conab vai comprar 200 mil t de trigo para auxiliar produtores do RS apareceu primeiro em Canal Rural.
Brasil não pode ficar refém da relação com EUA, afirma ministro da Agricultura

Foto: Carlos Silva/Mapa O ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, afirmou que o Brasil tem de respeitar a posição mais protecionista do presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, mas que não deve ficar refém dessa relação. “Ele fez uma campanha numa plataforma mais protecionista. Queremos ter relações comerciais com toda a América do Sul, com os Estados Unidos, com a Europa, mas também não precisamos ficar reféns dessa situação. O fortalecimento do Brics e o fortalecimento dos países do Sul Global são fundamentais para ampliarmos as nossas negociações”, disse Favaro a jornalistas no Uruguai, onde cumpriu agenda na quarta-feira (6). Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Fávaro afirmou ter “quase convicção” de que algumas declarações e posições de Trump tendem a ficar restritas ao período eleitoral. “A eleição talvez exacerbe algumas manifestações, mas a realidade governando é outra. Por isso, eu tenho certeza que os Estados Unidos continuarão tendo um protagonismo importante para o mundo, para a América Latina, para a Ásia e para o Oriente Médio na nova gestão de Donald Trump”, observou. Para o ministro, uma ampliação das relações diplomáticas e comerciais do Brasil com os países do Sul Global “supera qualquer protecionismo” a ser adotado por outros países. “Neste Sul Global, temos grande densidade populacional com Índia, China, Japão, toda a Ásia, além de todo o Oriente Médio com países com muitos recursos. E temos a América do Sul com grande densidade populacional e países bem estabilizados”, ponderou. Diálogo com UE Fávaro voltou a afirmar que vê necessidade de a União Europeia (UE) “despertar” para maior diálogo com países de fora do bloco. “O tempo dos países colonizadores ficou para trás. Nós queremos ter uma excelente relação com a comunidade europeia, defendemos a formalização do acordo entre o Mercosul e a União Europeia, mas que isso seja feito de forma respeitosa e que garanta a soberania de todos os países”, disse. Para o ministro, tanto no acordo entre os blocos quanto em outras políticas públicas medidas unilaterais e de transgressão da soberania nacional não serão bem-sucedidas. “Vejo com bons olhos a manifestação positiva da União Europeia em voltar a discutir o tema da lei antidesmatamento, uma legislação aprovada de forma unilateral, desrespeitosa e transgredindo a soberania dos nossos países”, criticou Favaro. “Mas só o fato de eles concordarem em rediscutir é a consciência de que avançaram demais”, acrescentou. O Brasil, apoiado pelos demais países da América do Sul, pediu à Comissão Europeia a prorrogação e revisão da nova lei ambiental do bloco, que proíbe a importação de commodities ligadas a desmatamento a partir de dezembro de 2020. O adiamento da entrada em vigor da lei, previsto para 31 de dezembro, depende ainda da validação do Conselho e do Parlamento Europeu. Fávaro afirmou que a contrariedade do Brasil em relação à lei europeia não se deve “à falta de respeito ao meio ambiente ou práticas sustentáveis na produção”. “Queremos e já estamos com várias políticas de boas práticas de sustentabilidade em todos os nossos países (da América do Sul), mas queremos discutir com eles sentados à mesa e não sendo de cima para baixo, de forma unilateral”, disse. O post Brasil não pode ficar refém da relação com EUA, afirma ministro da Agricultura apareceu primeiro em Canal Rural.
Negacionismo climático de Trump pode beneficiar agro brasileiro, diz Apex

Foto: Aubrey Gemignani Os Estados Unidos são o segundo maior parceiro comercial do Brasil no mundo, perdendo apenas para a China. A eleição do presidente norte-americano Donald Trump, confirmada nessa quarta-feira (6), deve acirrar as relações entre as duas maiores economias do mundo. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Essa é a avaliação do presidente da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex Brasil), Jorge Viana. Além disso, para ele, o novo mandatário da Casa Branca já demonstrou em seu mandato anterior (2017 a 2021) que vai na contramão do mundo ao não reconhecer os impactos das mudanças climáticas. “Os eventos extremos climáticos estão afetando a produção agrícola nos Estados Unidos, inclusive favorecendo o Brasil no caso do algodão e do milho”. Para Viana, o posicionamento de Trump a respeito de como enfrentar os efeitos do aquecimento global tendem a gerar desafios aos líderes globais, incluindo ao Brasil, que agora chefia o G20. Segundo ele, além disso, outro desafio ao país se dará no ano que vem, quando o presidente Lula deve presidir os Brics, bloco que conta, entre outros países, com Rússia, China e Índia, concorrentes diretos dos Estados Unidos. Assim, mesmo que os desafios aumentem, Viana acredita que cabe ao Brasil focar no apoio a quem quer plantar, produzir e exportar. “É isso o que a Apex está fazendo aqui na Ásia, que é o grande mercado comprador do mundo, com mais de 1/3 da população do planeta, três bilhões de pessoas e um PIB de 30 trilhões de dólares”, diz Viana, em relação à missão da Apex Brasil no Sudeste Asiático. O post Negacionismo climático de Trump pode beneficiar agro brasileiro, diz Apex apareceu primeiro em Canal Rural.
Diário Econômico: Trump eleito e Selic em 11,25%; o que vem por aí

Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado do Brasil e do mundo, com a análise de economistas. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! No morning call de hoje, o economista do PicPay Igor Cadilhac destaca o aumento da Selic para 11,25% e os impactos da vitória de Trump nas eleições americanas, que reacendem o Trump trade e elevam o dólar globalmente. No Brasil, a volatilidade se mantém com atenção às medidas fiscais de Haddad. O post Diário Econômico: Trump eleito e Selic em 11,25%; o que vem por aí apareceu primeiro em Canal Rural.
Chuva forte e nebulosidade tomam conta do país; confira a previsão

Foto: Inmet Novembro está sendo marcado pelas pancadas de chuva. As cinco regiões brasileiras convivem com precipitações a qualquer momento nesta quinta-feira (7). Confira: Sul A chuva aumenta em boa parte da faixa Sul da Região. A condição climática será de muita nebulosidade nos três estados, com previsão de chuva de moderada a forte intensidade. Nesse contexto, a única área que fica fora é a região Sul do Rio Grande do Sul, onde o sol predomina. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Sudeste A chuva avança novamente sobre o estado de São Paulo e a faixa oeste de Minas Gerais, com muita nebulosidade e chuva ao longo do dia. Nas demais áreas, incluindo a faixa central e leste de Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espírito Santo, o sol aparece entre muitas nuvens, com previsão de pancadas isoladas de chuva. Centro-Oeste A chuva continuará presente nos quatro estados da região, com muita nebulosidade e fortes pancadas em Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Goiás e Distrito Federal. Nordeste O tempo permanece instável na faixa sul do Maranhão, Piauí e no oeste da Bahia, com previsão de pancadas de chuva de forte intensidade. Nas demais áreas, o sol predomina, com previsão de pancadas isoladas apenas entre o litoral da Bahia e do Rio Grande do Norte. Norte A chuva estará presente sobre o Amazonas, no sul do Pará, em Tocantins, no leste do Acre, além de em Rondônia e Roraima, com previsão de pancadas de forte intensidade ao longo do dia. Nas demais áreas, o sol aparece, mas há previsão de pancadas isoladas à tarde devido ao calor e à umidade da região. O post Chuva forte e nebulosidade tomam conta do país; confira a previsão apareceu primeiro em Canal Rural.
Copom eleva juros básicos da economia para 11,25% ao ano

Foto: Pixabay A alta recente do dólar e as incertezas em torno da inflação e da economia global fizeram o Banco Central (BC) aumentar o ritmo de alta dos juros nesta quarta-feira (6). Por unanimidade, o Comitê de Política Monetária (Copom) aumentou a taxa Selic, juros básicos da economia, em 0,5 ponto percentual, para 11,25% ao ano. A decisão era esperada pelo mercado financeiro. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! A alta consolida um ciclo de contração na política monetária. Após passar um ano em 13,75% ao ano, entre agosto de 2022 e agosto de 2023, a taxa teve seis cortes de 0,5 ponto e um corte de 0,25 ponto, entre agosto do ano passado e maio deste ano. Nas reuniões de junho e julho, o Copom decidiu manter a taxa em 10,5% ao ano, começando a aumentar a Selic na reunião de setembro, quando a taxa subiu 0,25 ponto. Efeito Trump Em comunicado, o Copom informou que a incerteza nos Estados Unidos se ampliou. Sem citar diretamente a eleição do ex-presidente Donald Trump, o texto mencionou “a conjuntura econômica incerta nos Estados Unidos, o que suscita maiores dúvidas sobre os ritmos da desaceleração, da desinflação e, consequentemente, sobre a postura do Fed [Federal Reserve, Banco Central norte-americano]”. Em relação ao cenário doméstico, o Copom informou que está acompanhando a política fiscal e cobrou ajustes dos gastos públicos. “O Comitê reafirma que uma política fiscal crível e comprometida com a sustentabilidade da dívida, com a apresentação e execução de medidas estruturais para o orçamento fiscal, contribuirá para a ancoragem das expectativas de inflação e para a redução dos prêmios de risco dos ativos financeiros, consequentemente impactando a política monetária”, destacou o comunicado. Taxa Selic Copom. Foto: Banco Central do Brasil A Selic é o principal instrumento do Banco Central para manter sob controle a inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Em setembro, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerado a inflação oficial, subiu para 0,44%. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), puxado pela bandeira vermelha nas contas de luz e pelo preço dos alimentos, que subiu por causa da seca no início do semestre. O IPCA de outubro só será divulgado na sexta-feira (8). Com o resultado, o indicador acumula alta de 4,42% em 12 meses, cada vez mais próximo do teto da meta deste ano. Para 2024, o Conselho Monetário Nacional (CMN) fixou meta de inflação de 3%, com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual. O IPCA, portanto, não podia superar 4,5% nem ficar abaixo de 1,5% neste ano. No último Relatório de Inflação, divulgado no fim de setembro pelo Banco Central, a autoridade monetária elevou para 4,31% a previsão para o IPCA em 2024, mas a estimativa pode subir ainda mais mudar por causa da alta do dólar e do impacto da seca prolongada sobre os preços. O próximo relatório será divulgado no fim de dezembro. Previsões pessimistas As previsões do mercado estão mais pessimistas. De acordo com o boletim Focus, pesquisa semanal com instituições financeiras divulgada pelo BC, a inflação oficial deverá fechar o ano em 4,59%, acima do teto da meta. Há um mês, as estimativas do mercado estavam em 4,38%. O comunicado do Copom trouxe as expectativas atualizadas do Banco Central sobre a inflação. A autoridade monetária prevê que o IPCA chegará a 4,6% em 2024 (acima do teto da meta), 3,9% em 2025 e 3,6% no acumulado em 12 meses no fim do primeiro trimestre em 2026. Isso porque o Banco Central trabalha com o que chama de “horizonte ampliado”, considerando o cenário para a inflação em até 18 meses. O Banco Central aumentou as estimativas de inflação. Na reunião anterior, de setembro, o Copom previa IPCA de 4,3% em 2024, de 3,7% em 2025 e de 3,5% no acumulado em 12 meses no fim do primeiro trimestre em 2026 Crédito mais caro O aumento da taxa Selic ajuda a conter a inflação. Isso porque juros mais altos encarecem o crédito e desestimulam a produção e o consumo. Por outro lado, taxas maiores dificultam o crescimento econômico. No último Relatório de Inflação, o Banco Central elevou para 3,2% a projeção de crescimento para a economia em 2024. O número foi revisado após o expansão de 3,1% do PIB em 2024. A taxa básica de juros é usada nas negociações de títulos públicos no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) e serve de referência para as demais taxas de juros da economia. Ao reajustá-la para cima, o Banco Central segura o excesso de demanda que pressiona os preços, porque juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Ao reduzir os juros básicos, o Copom barateia o crédito e incentiva a produção e o consumo, mas enfraquece o controle da inflação. Para cortar a Selic, a autoridade monetária precisa estar segura de que os preços estão sob controle e não correm risco de subir. O post Copom eleva juros básicos da economia para 11,25% ao ano apareceu primeiro em Canal Rural.
Boi gordo estabiliza em R$ 320 nas principais praças de comercialização

Foto: Divulgação O mercado físico do boi gordo volta a apresentar alta em seus preços nesta quarta-feira (6). Segundo a consultoria Safras & Mercado, o ambiente de negócios ainda sugere por novos reajustes no curto prazo. De acordo com o analista da empresa Fernando Henrique Iglesias, isso ocorre em linha com a posição das escalas de abate, que permanecem encurtadas em grande parte do país. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! “Importante mencionar que as exportações seguem robustas, com o Brasil já estabelecendo um recorde histórico na atual temporada, com volumes impressionantes embarcados. Os preços da carne seguem em alta no mercado interno, mas há limitações em função do baixo poder de compra da população brasileira, que tende a migrar para proteínas de menor valor agregado, caso da carne de frango, dos embutidos e do ovo”. Preços médios da arroba do boi São Paulo: chega a ser negociada em até R$ 330 a arroba. As negociações no estado se concentram a R$ 325 a prazo Minas Gerais: negociações acima da referência média no estado foram reportadas. No Triângulo Mineiro, indicação em até R$ 320/325 a arroba a prazo Goiás: negócios em até R$ 320 a prazo em Goiânia. Já em Mineiros, também foram relatados operações em até R$ 320 Mato Grosso do Sul: na região de Naviraí, indicação de negócios a R$ 320, o mesmo ocorrendo em Campo Grande Mato Grosso: em Rondonópolis, relatos de negócios ao nível de R$ 310 a 315 a arroba. Em Cuiabá também foram relatadas negociações em mesmo patamar Mercado atacadista Foto: Freepik O mercado atacadista voltou a apresentar preços mais altos. Segundo Iglesias, a perspectiva é de continuidade deste movimento no curto prazo, considerando a entrada dos salários na economia, o que motiva a reposição ao longo da cadeia produtiva. O quarto traseiro foi precificado a R$ 24,00 por quilo alta de R$ 0,25. O quarto dianteiro foi cotado a R$ 19,50 por quilo, alta de R$ 0,60. A ponta de agulha ainda é precificada a R$ 18,20, por quilo. Câmbio O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 1,23%, sendo negociado a R$ 5,6752 para venda e a R$ 5,6732 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,6646 e a máxima de R$ 5,8611. O post Boi gordo estabiliza em R$ 320 nas principais praças de comercialização apareceu primeiro em Canal Rural.
Carreta com fertilizante adulterado é apreendida; criminoso tentou subornar policiais

Foto: Divulgação PCPR Cinco pessoas foram presas em flagrante pela Polícia Civil do Paraná (PCPR) por adulteração de fertilizantes em um barracão em Araucária, na Região Metropolitana de Curitiba, Paraná, nesta terça-feira (5). Durante a operação, os agentes flagraram uma carreta descarregando uma carga de adubo nitrogenado que estava sendo misturado com outros produtos de valor inferior. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! De acordo com o delegado André Feltes, à frente da ação, esse tipo de insumo tem sido alvo frequente dos criminosos devido à dificuldade em atestar a sua qualidade. “No caso dos fertilizantes, eles costumam trocar até 50% da carga e substituir por um insumo que custa 10% do preço, como o calcário, por exemplo. O fertilizante tem sido muito procurado nesse tipo de fraude porque normalmente vai para as fazendas, onde nem sempre é testado. Isso gera lavouras bem menos produtivas e só depois de seis ou sete meses é que o fazendeiro vai saber que o produto não era bom”, relatou. Tentativa de suborno Em depoimento, um dos envolvidos admitiu que parte da carga original já havia sido desviada, enquanto a outra parte seria transportada com nota fiscal adulterada. O delegado contou que os participantes do ilícito foram autuados por associação criminosa e receptação qualificada, além de um deles ter sido acusado de corrupção ativa. “O dono do local tentou subornar a equipe policial, oferecendo inicialmente R$ 50 mil e, depois, aumentando para R$ 150 mil”, afirmou. Feltes também disse que os caminhoneiros que faziam o transporte das cargas eram “aliciados” e chegavam a receber até R$ 40 mil pelo golpe. A Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar) esteve no local e também constatou as irregularidades e fraudes no procedumento. A equipe da Polícia Científica foi acionada para coletar provas e documentar as ilegalidades encontradas. O post Carreta com fertilizante adulterado é apreendida; criminoso tentou subornar policiais apareceu primeiro em Canal Rural.
Brasil: veja como fecharam os preços da soja hoje

Foto: Famasul Esta quarta-feira (6) foi de calmaria no mercado brasileiro de soja, com poucos lotes negociados e preços mistos. No mercado interno, os preços apresentaram ajustes pontuais, com alguns recuos nas cotações nos portos e estabilidade em algumas regiões. Segundo a consultoria Safras & Mercado, os produtores que possuem soja disponível estão segurando o produto, na expectativa de preços melhores e evitando negociações com pagamentos alongados. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Preços da saca de soja hoje Passo Fundo (RS): caiu de R$ 136 para R$ 135 Missões (RS): recuou de R$ 135 para R$ 134 Porto de Rio Grande (RS): caiu de R$ 144 para R$ 143 Cascavel (PR): leve queda, de R$ 139 para R$ 138 Porto de Paranaguá (PR): recuou de R$ 145 para R$ 143 Rondonópolis (MT): O preço caiu de R$ 153 para R$ 152 Dourados (MS): estável em R$ 140 Rio Verde (GO):leve queda, de R$ 136 para R$ 135 Chicago No mercado internacional, os contratos futuros de soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam em perdas predominantes, embora acima das mínimas do dia. A repercussão da vitória de Donald Trump nas eleições presidenciais dos EUA gerou uma reação negativa inicial, com o mercado caindo cerca de 2%. A memória da guerra comercial entre os EUA e a China, que resultou em tarifas sobre as exportações de soja norte-americana, trouxe incertezas sobre o futuro das relações comerciais, com a expectativa de que a China redirecione suas compras para o Brasil. Apesar da queda inicial, o mercado começou a se recuperar, fechando o dia com perdas mais contidas e algumas posições mostrando leve alta. Analistas acreditam que o impacto das mudanças políticas nos EUA só será sentido na próxima safra. Aproveitando a queda nos preços, investidores começaram a se reposicionar para os próximos relatórios do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), que será divulgado na sexta-feira (08). USDA O USDA estima que os estoques de soja dos EUA para a safra 2024/25 sejam de 535 milhões de bushels, uma redução em relação à previsão anterior de 550 milhões. Já a produção esperada para os EUA é de 4,553 bilhões de bushels, também abaixo da estimativa de 4,582 bilhões de bushels de outubro. A oferta e demanda mundial de soja permanece ajustada, com estoques finais para 2024/25 estimados em 134 milhões de toneladas, levemente abaixo dos 134,7 milhões de toneladas de outubro. Câmbio O câmbio também teve influência no mercado de soja. O dólar comercial encerrou a sessão com queda de 1,23%, sendo negociado a R$ 5,6752 para venda e R$ 5,6732 para compra. Durante o dia, a moeda oscilou entre R$ 5,6646 e R$ 5,8611, refletindo um movimento de correção após a alta observada nos dias anteriores. O post Brasil: veja como fecharam os preços da soja hoje apareceu primeiro em Canal Rural.
Oito toneladas de maconha são apreendidas em meio a carga de fertilizantes

Foto: Divulgação DOF Policiais militares do Departamento de Operações de Fronteira (DOF) apreenderam nesta terça-feira (5), em Itaquiraí, sudoentes de Mato Grosso do Sul, uma carreta bitrem com oito toneladas de maconha. A droga estava escondida em meio a big bags com 30 toneladas de fertilizantes. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Os militares realizavam o patrulhamento pelo Assentamento Lua Branca, zona rural do município, quando visualizaram uma caminhonete parada ao lado de uma área de mata. Ao perceber a aproximação, duas pessoas fugiram a pé. Os policiais informaram que chegaram até o lote no Assentamento, onde a carreta estava atolada. Um adolescente de 17 anos que estava na casa foi apreendido. A carreta e os entorpecentes, avaliados em mais de R$ 16 milhões, foram encaminhados à Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes de Fronteira (Defron), no município de Dourados. Esta já é a segunda carreta bitrem carregada com drogas na região de fronteira que policiais do DOF apreendem em menos de três dias em Mato Grosso do Sul. No último sábado (2), outro veículo foi apreendido com 12.310 quilos de maconha na MS-386 em Aral Moreira. Na ocasião, um homem de 44 anos foi preso em flagrante. O destino final do entorpecente era a cidade de Marau, no Rio Grande do Sul. O DOF mantém um canal aberto direto com o cidadão para tirar dúvidas, receber reclamações e denúncias anônimas, através do telefone 0800 647-6300. A ligação é mantida em absoluto sigilo e o serviço funciona 24 horas por dia. O post Oito toneladas de maconha são apreendidas em meio a carga de fertilizantes apareceu primeiro em Canal Rural.