USDA deve reduzir estimativa de produção dos EUA de soja e milho, dizem analistas

Fotos: Pixabay O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) deverá reduzir na próxima sexta-feira (8), suas estimativas de rendimento e produção para a soja e o milho no país, de acordo com analistas consultados pelo Wall Street Journal. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Para a soja, a produtividade deverá ser reduzida de 53,1 para 52,8 bushels por acre (3,57 para 3,55 toneladas por hectare), e a produção, de 4,582 bilhões para 4,553 bilhões de bushels (124,71 milhões para 123,92 milhões de toneladas). A estimativa para a produção de milho deverá passar de 15,203 bilhões para 15,179 bilhões de bushels (386,16 milhões para 385,55 milhões de toneladas), e a de produtividade, de 183,8 para 183,7 bushels por acre (11,54 para 11,53 toneladas por hectare), segundo os analistas. A projeção para estoques de soja nos EUA ao fim de 2024/25 deverá ser reduzida de 550 milhões para 535 milhões de bushels (14,97 milhões para 14,56 milhões de toneladas), disseram os analistas. Os estoques finais de milho deverão ser estimados em 1,921 bilhão de bushels (48,79 milhões de toneladas), em comparação a 1,999 bilhão de bushels (50,77 milhões de toneladas) projetados em outubro. A estimativa para os estoques de trigo nos EUA deverá ser mantida em 812 milhões de bushels (22,10 milhões de toneladas). Estoques mundiais Quanto aos estoques mundiais, os analistas acreditam que a previsão para reservas de soja ao fim de 2024/25 será reduzida de 134,7 milhões para 134 milhões de toneladas. A estimativa para estoques globais de milho deverá passar de 306,5 milhões para 305,9 milhões de toneladas. Quanto ao trigo, a expectativa é de que a projeção passe de 257,7 milhões para 256,8 milhões de toneladas. O post USDA deve reduzir estimativa de produção dos EUA de soja e milho, dizem analistas apareceu primeiro em Canal Rural.

‘Foram anos difíceis, com adaptação ao clima, seca e lagarta na lavoura’, compartilha o presidente da Aprosoja BA

Foto: Darci Américo Salvetti 2001 foi o ano em que Darci Américo Salvetti, atual presidente da Aprosoja Bahia, deu início à jornada no plantio e cultivo da soja. Natural de Ubiratã, no Paraná, ele e sua família se mudaram para a Bahia com o compromisso de investir na produção do grão, com as atividades em uma fazenda no anel da soja, na região de Riachão das Neves. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Desafios em meio à semeadura Salvetti lembra que os primeiros anos na Bahia foram difíceis. “Foram cinco anos desafiadores: adaptação ao clima, seca severa, preços baixos, ferrugem da soja e a praga da lagarta Helicoverpa. Com determinação e fé em Deus, conseguimos superar os obstáculos”, diz o produtor. Após esse período, ele se mudou para uma nova propriedade, localizada a cerca de 40 quilômetros de Luís Eduardo Magalhães, onde permanece até hoje. Sobre a safra de soja 2024/25, Darci se mostra otimista: “Até agora, o plantio está indo muito bem. Estamos semeando dentro da melhor janela possível, o que tem trazido bons resultados. Alguns produtores da região Oeste da Bahia já terminaram a semeadura e nós já temos 80% das lavouras plantadas”, comenta. Sustentabilidade como aliada Além do cuidado com o plantio da soja, Darci também tem investido em práticas agrícolas sustentáveis. Em áreas mais arenosas e de solo novo, será realizado o plantio de Brachiaria, que ajudará a formar uma boa palhada para a próxima safra. “Nos últimos anos, focamos na boa dessecação pós-colheita, e o uso de milheto e Brachiaria tem dado excelentes resultados no controle das ervas daninhas. Com isso, conseguimos erradicar as plantas perenes e utilizamos a dose recomendada de herbicidas com eficiência”, explica. Outro grande diferencial tem sido a incorporação de tecnologias de ponta. “A agricultura de precisão, o controle do tráfego de máquinas e o uso de drones com imagens multiespectrais têm sido essenciais para otimizar a produção. Além disso, estamos sempre atualizando nossas máquinas, o que nos permite melhorar a qualidade e a eficiência do trabalho”, afirma Darci. Apesar de ser cedo para tirar conclusões sobre doenças e pragas, ele sabe que o controle fitossanitário é um dos maiores desafios no caminho. “Cada ano é um ano novo. A tecnologia nos ajuda a monitorar as lavouras e agir rapidamente diante de qualquer problema. Quanto aos solos, usamos a agricultura de precisão para criar um perfil detalhado de cada talhão”, comenta. Desafios Entre os maiores desafios da região, Darci destaca o problema com nematóides. “Infelizmente, temos dificuldades com nematóides, que afetam a produtividade. No entanto, estamos em busca de soluções, como o uso de variedades resistentes. Trabalhamos em parceria com laboratórios para identificar os tipos de nematóides presentes em nossas lavouras e, a partir disso, selecionar as variedades mais adequadas para cada talhão, o que tem ajudado no controle desse problema.” Com foco em inovação e tecnologia, Darci acredita que essas estratégias serão fundamentais para mitigar os impactos e garantir a sustentabilidade da produção de soja na região. Ele está confiante de que, com o uso de novas soluções, será possível enfrentar os desafios de forma mais eficaz e assegurar o futuro da agricultura na região. O post ‘Foram anos difíceis, com adaptação ao clima, seca e lagarta na lavoura’, compartilha o presidente da Aprosoja BA apareceu primeiro em Canal Rural.

Produção de etanol nos EUA sobe 2,13%, para 1,105 milhão de barris por dia

Foto: Freepik A produção média de etanol nos Estados Unidos foi de 1,105 milhão de barris por dia na semana encerrada na sexta-feira, 1º de novembro. O volume é 2,13% maior do que o registrado na semana anterior, de 1,082 milhão de barris por dia. Os estoques do biocombustível subiram 0,92% ante a semana anterior, para 22 milhões de barris, enquanto as exportações passaram de 60 mil para 109 mil barris por dia. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Os números foram divulgados nesta quarta-feira (6) pela Administração de Informação de Energia do país (EIA, na sigla em inglês), do Departamento de Energia (DoE, na sigla em inglês). Analistas consultados pela Dow Jones Newswires esperavam produção entre 1,070 milhão e 1,086 milhão de barris por dia. Quanto aos estoques, as estimativas iam de 21,371 milhões a 22 milhões de barris. Os números de produção de etanol nos EUA são um indicador da demanda interna por milho. No país, o biocombustível é fabricado principalmente com o grão e a indústria local consome mais de um terço da safra doméstica do cereal. O post Produção de etanol nos EUA sobe 2,13%, para 1,105 milhão de barris por dia apareceu primeiro em Canal Rural.

Sol começa a aparecer onde só chovia; veja previsão para hoje

Foto: Freepik Em grande parte do país, tempo permanece instável, com pancadas de chuva a qualquer hora. Contudo, em parte do Sul e no Sudeste, os raios de sol voltam a dar as caras. Confira: Sul O tempo seguirá instável em boa parte do Sul do Brasil, de acordo com a Climatempo. O destaque vai para o leste do Paraná e de Santa Catarina, além de todo o Rio Grande do Sul. Em território gaúcho, há previsão de pancadas de chuva intercaladas com breves aberturas de sol. Já na faixa central e no oeste paranaense, a condição será de muita nebulosidade, mas com possibilidade de precipitações isoladas. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Sudeste O tempo começa a melhorar em boa parte do Sudeste; a chuva perde intensidade, mas ainda será um dia de muita nebulosidade sobre São Paulo, Minas Gerais e Espírito Santo. Por outro lado, o sol aparece mais no Rio de Janeiro. Destaque para a faixa oeste paulista, onde há previsão de chuva. Centro-Oeste O tempo permanece instável sobre Mato Grosso, Goiás, Distrito Federal e a faixa centro-norte de Mato Grosso do Sul. Segundo a Climatempo, o forte transporte de umidade da faixa norte do Brasil favorece o tempo instável, com poucas aberturas de sol. No sul de Mato Grosso do Sul, o dia será de muita nebulosidade e pancadas isoladas de chuva. Nordeste O sol predomina na maior parte da Região. No sul do Maranhão e do Piauí, oeste e sul da Bahia, há previsão de pancadas de chuva forte. Também existe a chance de precipitações pancadas isoladas entre o litoral da Bahia e o Rio Grande do Norte. Norte A chuva seguirá presente na faixa norte do Brasil. Destaque para Amazonas, Acre, Rondônia, Tocantins e sul do Pará, onde há previsão de pancadas de chuva com breves aberturas de sol. Nas demais áreas da faixa norte, o sol predomina, sem previsão de chuva. O post Sol começa a aparecer onde só chovia; veja previsão para hoje apareceu primeiro em Canal Rural.

Brasil passa a vender maçã ao Peru, mas foca em rota portuária para a China

Foto: Divulgação Mapa O ministro da Agricultura e Pecuária (Mapa), Carlos Fávaro, e o embaixador do Peru, Rómulo Acurio, assinaram nesta terça-feira (5) um acordo que firma o compromisso da abertura de mercado de maçã do Brasil ao Peru e de citros do Peru ao Brasil. Até o momento, o país vizinho importava a fruta apenas do Chile, sendo o Brasil a segunda nação a acessar esse mercado. “A boa relação comercial, e o presidente Lula fala isso todos os dias, é aquela que a gente vende e que também compra. Então, esse ato hoje nos mostra isso, que estamos sim vendendo nossos produtos, mas também comprando produtos peruanos”, iniciou o ministro Fávaro. O embaixador Rómulo classificou o dia como histórico. “Faz três anos que o Brasil e o Peru não conseguiam assinar um acordo para acesso de produtos. Estamos muito felizes e agradecidos”, disse. Uso de porto peruano pelo Brasil Após a assinatura do acordo bilateral, o ministro conversou com toda delegação peruana sobre as relações entre ambas as nações. O Porto Chancay, construído pelo governo chinês no Peru e que também irá gerar oportunidades de escoação da produção brasileira, foi um dos tópicos abordados. Atualmente, o Brasil é o maior parceiro comercial da China na América Latina. Entre os principais produtos exportados estão soja, milho, açúcar, carne bovina, carne de frango, celulose, algodão e carne suína in natura. “O Brasil que tem um grande volume de exportação para a Ásia, em especial para China, usa a rota via Atlântico, que é muito mais longe. Essa conexão direta com a China será benéfica para agilizarmos as exportações de produtos do agro brasileiro”, pontuou Fávaro. O embaixador peruano ainda relatou ao ministro Carlos Fávaro que os dados que ele teve é que, nos sete primeiros meses deste ano, o comércio pelo Porto de Tabatinga foram maiores que os últimos seis anos, e que com o Porto Chancay essas exportações devem melhorar ainda mais. O post Brasil passa a vender maçã ao Peru, mas foca em rota portuária para a China apareceu primeiro em Canal Rural.

Isenção de tributos para defensivos agrícolas é discutida no STF

A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) discutiu nesta terça-feira (5) a isenção de tributos para defensivos agrícolas em audiência pública no Supremo Tribunal Federal (STF). A Suprema Corte ouviu diversas instituições públicas e privadas para obter informações técnicas para o julgamento da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 5553, de relatoria do ministro Edson Fachin, que trata do assunto. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! O diretor técnico da CNA, Bruno Lucchi, falou da importância da capacitação e assistência técnica ao produtor rural para uso dos produtos e de se levar em consideração os avanços realizados pelo Congresso Nacional na aprovação da reforma tributária. Segundo ele, foram mais de 25 audiências públicas, debates e estudos apresentados para que o agronegócio brasileiro tivesse alíquota diferenciada, de 60%, assim como seus insumos. Prejuízo aos produtores Lucchi destacou que o produtor rural é usuário dos agroquímicos e “não teria problema em substituir essa tecnologia, caso a pesquisa avance”. Porém, conforme o diretor, qualquer medida que vise a retirada dos benefícios tributários desses defensivos impactaria no aumento de preço do alimento ao consumidor, “porque vai aumentar o custo de produção ou a redução do uso, principalmente, por parte dos pequenos produtores, causando prejuízos para eles.” O representante da CNA citou, inclusive, o trabalho do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) na realização de capacitações e Assistência Técnica e Gerencial para produtores rurais de todo o país, ações que contribuem para um uso mais eficiente dos agroquímicos. “Capacitação e assistência técnica são nossos principais pilares para trabalhar como política pública e corrigir todos os possíveis problemas que nós temos na utilização desses produtos.” De acordo com ele, a reforma tributária foi aprovada no ano passado, inserindo na Constituição uma alíquota diferenciada para o agro, com desconto de 60%. O post Isenção de tributos para defensivos agrícolas é discutida no STF apareceu primeiro em Canal Rural.

Arroba do boi ultrapassa R$ 325 em SP e se aproxima de R$ 320 em demais praças; veja cotações

Foto: Gilson Abreu/AEN O mercado físico do boi gordo apresenta continuidade do movimento de alta, com perspectiva por novos reajustes no curto prazo. De acordo com o analista da consultoria Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias, a situação das escalas de abate ainda é alarmante para a indústria frigorífica, que segue na pior posição da atual temporada (entre quatro e seis dias úteis na média nacional). Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! “As indústrias exportadoras atuam de maneira contundente no mercado, uma vez que a demanda por exportação permanece superaquecida, com o Brasil muito bem posicionado no mercado global”. Segundo ele, os frigoríficos que atuam no mercado interno seguem tentando repassar os reajustes da arroba do boi gordo para a carne no atacado, com intensa alta dos preços da carne no atacado no decorrer da semana. Preços médios do boi gordo São Paulo: R$ 326,42 Goiás: R$ 319,11 Minas Gerais: R$ 319,41 Mato Grosso do Sul: R$ 319,09 Mato Grosso: R$ 312,09. Mercado atacadista O mercado atacadista volta a apresentar preços mais altos para a carne bovina. A perspectiva é de continuidade deste movimento no curto prazo, considerando a entrada dos salários na economia que motiva a reposição ao longo da cadeia produtiva. “As proteínas de menor valor agregado, a exemplo da carne de frango, devem continuar ganhando espaço em meio ao encarecimento da carne bovina”, assinalou Iglesias. O quarto traseiro foi precificado a R$ 23,75 por quilo, alta de R$ 0,25. O quarto dianteiro foi cotado a R$ 18,90 por quilo, alta de R$ 0,65. A ponta de agulha foi precificada a R$ 18,20 por quilo, alta de R$ 0,70. Câmbio O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 0,63%, sendo negociado a R$ 5,7462 para venda e a R$ 5,7442 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,7396 e a máxima de R$ 5,8042. O post Arroba do boi ultrapassa R$ 325 em SP e se aproxima de R$ 320 em demais praças; veja cotações apareceu primeiro em Canal Rural.

Soja no Brasil: mercado tem preços inalterados e poucos negócios

Foto: Pixabay Os preços da soja ficaram praticamente inalterados nesta terça-feira (5) no Brasil. Com poucos negócios devido à escassa oferta do grão, as cotações permaneceram em níveis nominais. O mercado foi influenciado pela movimentação do dólar e pela Bolsa de Chicago, que seguiram direções opostas no dia. Preços do grão no Brasil Passo Fundo (RS): preço da saca de 60kg subiu de R$ 135,00 para R$ 136,00 Missões (RS): preço aumentou de R$ 134,00 para R$ 135,00 por saca Porto de Rio Grande (RS): preço permaneceu a R$ 144,00 por saca Cascavel (PR): preço manteve-se em R$ 139,00 por saca Porto de Paranaguá (PR): preço permaneceu estável, cotado a R$ 145,00 Rondonópolis (MT): preço subiu de R$ 151,00 para R$ 153,00 por saca Dourados (MS): preço caiu de R$ 142,00 para R$ 140,00 por saca Rio Verde (GO): preço permaneceu estável, cotado a R$ 136,00 por saca Chicago Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a terça-feira com alta para o grão e o farelo, e queda para o óleo. O mercado está em compasso de espera pelas eleições presidenciais nos Estados Unidos, que acontecem hoje. A boa demanda pela soja dos EUA e a fraqueza do dólar frente a outras moedas foram fatores que deram suporte ao mercado. Além disso, os investidores se posicionam aguardando o relatório de oferta e demanda do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), que será divulgado na sexta-feira. Analistas consultados pelas agências internacionais estimam que os estoques de soja dos EUA para 2024/25 fiquem em 535 milhões de bushels, abaixo da previsão de outubro, que era de 550 milhões. Para a produção, o mercado projeta uma safra de 4,553 bilhões de bushels para 2024/25, também abaixo da estimativa do USDA em outubro, que apontava 4,582 bilhões de bushels. Em relação à oferta e demanda mundial de soja, o mercado prevê estoques finais de 134 milhões de toneladas para 2024/25, contra 134,7 milhões estimados em outubro. Para a safra 2023/24, espera-se que os estoques mundiais fiquem em 112,3 milhões de toneladas, ligeiramente abaixo da previsão de 112,4 milhões do mês passado. Contratos futuros da soja Os contratos de soja com entrega em janeiro de 2025 fecharam com alta de 4,50 centavos (+0,45%), a US$ 10,01 3/4 por bushel. Já os contratos para março de 2025 registraram um ganho de 3 centavos (+0,29%), com cotação de US$ 10,14 3/4 por bushel. Nos subprodutos, o farelo com vencimento em dezembro teve uma leve queda de US$ 0,10 (-0,03%), fechando a US$ 299,50 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro caíram 0,57 centavo (-1,25%), fechando a 44,99 centavos de dólar por libra-peso. Câmbio O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 0,63%, negociado a R$ 5,7462 para venda e R$ 5,7442 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,7396 e a máxima de R$ 5,8042. As informações são da Safras & Mercado. O post Soja no Brasil: mercado tem preços inalterados e poucos negócios apareceu primeiro em Canal Rural.

MT: plantio de soja acelera no estado, mas gera incertezas entre os produtores

Foto: Canal Rural Reprodução Na última semana, o ritmo do plantio de soja acelerou em Mato Grosso, e a semeadura se aproxima de 80% da área prevista no estado. No entanto, o atraso gera incertezas, especialmente quanto à área destinada ao milho como cultura de segunda safra, o que pode afetar a produção do grão. De acordo com o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), a semeadura da soja atingiu 79,56% da área planejada, ainda abaixo dos 83,32% registrados no mesmo período do ano passado. Embora as chuvas recentes tenham ajudado a acelerar o plantio, as regiões do Médio Norte estão mais avançadas (93,33% da soja semeada), enquanto o Nordeste do estado apresenta um atraso considerável, com apenas 59,46% da área plantada. Atraso no plantio do grão O atraso no plantio da soja pode afetar a produtividade da oleaginosa, pois o fotoperíodo ideal para as variedades já foi comprometido. Mas o maior impacto ocorre na cultura do milho, que depende da janela de plantio após a soja. Nos municípios onde o plantio da soja está mais atrasado, o tempo disponível para semear o milho está diminuindo, o que causa apreensão entre os produtores. Em Canarana, por exemplo, a soja já está com 60 a 70% da área plantada, e os produtores têm trabalhado em turnos de 24 horas para recuperar o atraso. Apesar do esforço, a janela para o milho está cada vez mais curta. O impacto de outras culturas O milho enfrenta desafios pelo atraso da soja e pela maior oferta de outros produtos, como o gergelim, que foi uma alternativa lucrativa no ano passado. Em 2023, a cultura ocupou mais de 200 mil hectares em Mato Grosso, mas este ano, com o preço do gergelim em queda, muitos produtores devem redirecionar parte de suas áreas, em busca de maior rentabilidade. A diversificação está em alta: Diego, produtor de Canarana, planeja cultivar 50% de sua área com milho e 50% com gergelim, após ter dedicado toda sua propriedade à oleaginosa na safra anterior. Expectativa Apesar das incertezas quanto ao milho e aos impactos dos atrasos na soja, as expectativas para a safra de soja 2024 seguem positivas. O clima favorável e o avanço do plantio nos próximos dias podem ajudar a compensar parte do atraso, mas a definição sobre a área destinada ao milho e às demais culturas seguirá sendo um fator importante para o planejamento agrícola nos próximos meses. O post MT: plantio de soja acelera no estado, mas gera incertezas entre os produtores apareceu primeiro em Canal Rural.

O ano nem acabou e o Brasil já bateu o recorde histórico de exportação de açúcar

Foto: Governo Federal O Brasil exportou 31,68 milhões de toneladas de açúcar entre janeiro e outubro de 2024, com receita cambial de US$ 15,45 bilhões. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! O número já é superior à soma de todo o ano passado, quando 31,28 milhões de toneladas foram vendidas internacionalmente, de acordo com a Secretaria de Comércio Exterior (Secex). Com isso, o país já supera o recorde histórico de comercialização da commodity (conforme gráfico do vídeo acima). De acordo com o diretor do Canal Rural Sul, Giovani Ferreira, a expectativa do setor é que o país encerre o ano com, aproximadamente, 40 milhões de toneladas de açúcar embarcadas. Segundo ele, o crescimento se deve a problemas climáticos na Índia, país que, tradicionalmente, se destaca pela produção, consumo e também venda do item. “Isso acabou abrindo espaço para o produto brasileiro no mundo”, contextualiza. De acordo com projeção da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), este ano o Brasil deve moer cerca de 654 milhões de toneladas de cana-de-açúcar, incremento de 20% em relação a 2023. O post O ano nem acabou e o Brasil já bateu o recorde histórico de exportação de açúcar apareceu primeiro em Canal Rural.