Petróleo lidera a pauta de exportação do país no terceiro trimestre

Foto: Pixabay No terceiro trimestre de 2024, o Brasil registrou uma nova dinâmica nas exportações, com o petróleo como o principal produto exportado, superior aos setores do agronegócio e mineração. A Petrobras, que responde por quase 90% da produção nacional, liderou esse movimento, com o óleo cru alcançando um novo patamar no mercado externo. De acordo com a presidente da Petrobras, Magda Chambriand a exportação superou farelos de soja, agronegócio, mineração e ferro, consolidando o óleo cru como o principal produto de saída do país. A produção no país tem se mostrado um dos motores do comércio exterior, o que reforça a importância estratégica do setor energético para a economia nacional. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Resultados financeiros A Petrobras comemorou resultados operacionais e financeiros positivos no terceiro trimestre de 2024. Em setembro, a companhia atingiu a marca histórica de 3 bilhões de barris de petróleo produzidos, com destaque para as áreas de Tupi e Iracema, no pré-sal. Em termos financeiros, a empresa registrou um lucro de R$ 32,6 bilhões, representando um aumento de 22,3% em relação ao mesmo período do ano anterior. Além disso, foi anunciada a distribuição de R$ 17,1 bilhões em dividendos aos acionistas. A presidente da Petrobras, Magda Chambriand, destacou que os resultados superaram as expectativas do mercado, especialmente pelo forte desempenho em exploração, produção, refino e gás natural. A Petrobras também reduziu sua dívida para o menor nível desde 2008 e agora é responsável por 31% da geração de energia primária no Brasil. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Desempenho financeiro A Petrobras comemorou resultados operacionais e financeiros positivos no terceiro trimestre de 2024. Em setembro, a empresa atingiu a marca histórica de 3 bilhões de barris de petróleo produzidos, com destaque para as áreas de Tupi e Iracema, no pré-sal, que desempenham um papel central nas exportações brasileiras de petróleo. Em termos financeiros, a companhia registrou um lucro de R$ 32,6 bilhões, com um aumento de 22,3% em relação ao mesmo período do ano anterior. Além disso, foi anunciada a distribuição de R$ 17,1 bilhões em dividendos aos acionistas. A presidente da Petrobras, Magda Chambriand, enfatizou que os resultados superaram as expectativas do mercado, especialmente com o desempenho robusto nas áreas de exploração, produção, refino e gás natural. A Petrobras também conseguiu reduzir sua dívida para o menor nível desde 2008 e agora é responsável por 31% da geração de energia primária no Brasil. Recordes de produção Outro marco importante foi o desempenho das unidades flutuantes de produção (FPSOs), como a FPSO Sepetiba, que atingiu sua capacidade máxima de produção em tempo recorde, menos de oito meses após começar a operação no campo de Mero 2. Esse desempenho contribuiu significativamente para o recorde de produção do pré-sal, que alcançou 3,49 milhões de barris de óleo equivalente por dia (boed), reforçando o papel da Petrobras nas exportações de petróleo do país. A Petrobras também celebrou a entrada em operação de duas novas unidades: a FPSO Maria Quitéria, no campo de Jubarte, em 15 de outubro, e a FPSO Marechal Duque de Caxias, no campo de Mero, em 30 de outubro. Essas novas unidades devem continuar impulsionando a produção e o crescimento das exportações de petróleo nos próximos meses. O post Petróleo lidera a pauta de exportação do país no terceiro trimestre apareceu primeiro em Canal Rural.
COP29: CNA discutirá o agro na segurança alimentar e climática

Foto: Freepik A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) participará da 29ª Conferência das Partes da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP29), que será realizada de 11 a 22 de novembro em Baku, no Azerbaijão. Durante o evento, a CNA defenderá a importância do setor agropecuário como parte da solução para garantir a segurança alimentar, energética e climática no mundo, além de contribuir para a redução das emissões de gases de efeito estufa (GEE). A principal mensagem da CNA será a de que os produtores rurais brasileiros têm um papel crucial a desempenhar nas ações globais de mitigação e adaptação às mudanças climáticas. O vice-presidente da CNA e chefe da delegação brasileira na COP29, Muni Lourenço, destaca que o agro brasileiro tem se envolvido ativamente nas questões climáticas e deve ser reconhecido como um ator central para a solução dos desafios ambientais. ”A COP29 será um evento decisivo para avançarmos nas ações climáticas, e precisamos garantir que as metas de financiamento e a implementação de soluções eficazes para a agricultura sejam discutidas e formalizadas. Caso contrário, corremos o risco de enfrentar limitações na implementação das ações de mitigação e adaptação às mudanças climáticas”, afirmou Lourenço. A COP 29 também será marcada pela discussão das novas metas de financiamento climático, um tema que a CNA considera fundamental. Para Lourenço, o sucesso do evento depende de uma definição clara dessas metas, que permitam aos países em desenvolvimento, como o Brasil, acessar recursos para implementar tecnologias de baixo carbono e soluções agrícolas sustentáveis. A conferência servirá como preparação para a COP 30, que ocorrerá em Belém, no Brasil, em 2025, e que coincidirá com os 10 anos do Acordo de Paris, quando os países deverão atualizar suas Contribuições Nacionalmente Determinadas (NDCs). A CNA também acompanhará de perto a evolução das negociações sobre o mercado de carbono e a implementação das ações climáticas na agricultura e segurança alimentar, que são temas centrais na agenda da COP 29. Além disso, a confederação também dará atenção às discussões de alto nível político, que podem resultar em acordos e declarações importantes para o futuro das políticas climáticas globais. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Agenda Durante o encontro, a CNA manterá reuniões com organizações internacionais, empresas e representantes de governos de outros países. A agenda também inclui participação em debates e estandes de organismos internacionais. No dia 19 de novembro, a CNA marcará presença no Dia da Agricultura na COP29, com participação em painéis no pavilhão Brasil, organizado pelo Governo Federal. O post COP29: CNA discutirá o agro na segurança alimentar e climática apareceu primeiro em Canal Rural.
Gir leiteiro: genética brasileira avança na América Latina com avaliação genômica

Foto: Embrapa A Embrapa Gado de Leite enviou ao México em setembro a primeira avaliação genômica de rebanhos da raça gir leiteiro naquele país, marcando um passo importante na internacionalização da genética bovina brasileira. Essa tecnologia já havia sido enviada anteriormente à Bolívia, em maio deste ano, e a expectativa é expandir o serviço para 11 outros países latino-americanos até 2025. Entre os próximos a receber as avaliações estão Colômbia, Costa Rica, El Salvador, Equador, Guatemala, Honduras, Nicarágua, Panamá, Peru, Porto Rico e República Dominicana. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! A iniciativa faz parte do Programa Nacional de Melhoramento do Gir Leiteiro (PNMGL), desenvolvido pela Embrapa em parceria com a Associação Brasileira dos Criadores de Gir Leiteiro (ABCGIL). Segundo o pesquisador da Embrapa Marcos Vinícius G. B. Silva, a exportação dessa genética coloca o Brasil em posição de destaque como referência no melhoramento de bovinos para regiões de clima tropical, consolidando a importância econômica da genética bovina para o país. A demanda internacional pela avaliação genômica do gir leiteiro reflete o reconhecimento global da tecnologia desenvolvida pelo programa, que teve início em 1985. Essa ferramenta é considerada essencial para acelerar o progresso genético dos rebanhos, sobretudo por permitir análises mais precisas e rápidas. Estima-se que até novembro deste ano a Embrapa Gado de Leite receba informações genéticas de 350 rebanhos estrangeiros, totalizando cerca de 3 mil animais avaliados, com custo de até US$ 38 por animal. Para ter acesso ao serviço, os produtores internacionais devem enviar amostras genéticas dos animais, como sangue, sêmen ou pelos, para um laboratório especializado que realiza a genotipagem. Os dados são então analisados em uma estrutura avançada de bioinformática montada pela Embrapa Gado de Leite, em parceria com a Embrapa Agricultura Digital. Após o processamento, as informações são repassadas à ABCGIL, que as disponibiliza aos produtores. A partir deste ano, os resultados também estarão acessíveis em um aplicativo desenvolvido pela Embrapa e ABCGIL, que oferecerá certificados de avaliação e permitirá o acompanhamento do progresso genético dos rebanhos. O uso da avaliação genômica permite que os países latino-americanos interessados dobrem a velocidade do melhoramento genético, reduzindo os custos em mais de 50% em comparação aos métodos tradicionais. Ao cruzar dados fenotípicos com o genótipo dos indivíduos, a tecnologia identifica características como ganho de peso, produção e resistência a doenças, tornando-se uma ferramenta valiosa para regiões tropicais. A tecnologia genômica entrou oficialmente no PNMGL em 2018, tornando o gir leiteiro a primeira raça zebuína leiteira do mundo a adotar esse método. Com isso, o Brasil fortalece seu papel de liderança na exportação de tecnologia genética e segue promovendo o melhoramento do rebanho leiteiro adaptado às condições tropicais. *sob supervisão de Luis Roberto Toledo O post Gir leiteiro: genética brasileira avança na América Latina com avaliação genômica apareceu primeiro em Canal Rural.
Frente fria passa a impactar duas regiões do país; veja os impactos

Foto: Freepik O Sul e Sudeste do país está sendo afetado por chuvas intensas nos últimos dias. Agora, a isso se soma uma frente fria que pode intensificar ainda mais as precipitações e, de quebra, derrubar temperaturas. Veja a previsão do tempo para este sábado: Sul A chuva começa a diminuir em grande parte da Região. Contudo, há chance de chuvisco nos litorais de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul, assim como em parte do noroeste do Paraná. Apesar do amanhecer mais encoberto, o sol aparece entre nuvens nas demais áreas e o tempo fica firme. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Sudeste A frente fria vai continuar provocando bastante instabilidade entre São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo e Minas Gerais, com predomínio de muitas nuvens no céu e chuva persistente. Temporais ainda podem acontecer no Grande Rio, em Belo Horizonte e em Vitória. Centro-Oeste Deslocamento da frente fria no Sudeste ainda deve estimular nuvens carregadas desde o nordeste de Mato Grosso do Sul até Goiás e o estado de Mato Grosso. O sábado será de sol entre nuvens e condição de chuva a qualquer momento, com risco ainda alto para temporais. O sol aparece um pouco mais no centro e noroeste sul-matogrossense, mas pode chover à tarde com risco de pancadas. Nordeste A chuva se espalha um pouco mais sobre o sul do Maranhão, Piauí, oeste e sul da Bahia, podendo acontecer em forma de pancadas com moderada intensidade. Dia de sol e pancadas mais rápidas no litoral do Nordeste. Manhã e tarde mais ensolarada em Teresina e São Luís, sem chuva nas duas capitais. Norte Tempo instável no Tocantins, sul do Pará, no Acre, Amazonas e em Roraima. Nessas regiões, pode chover forte a qualquer momento com chance de temporais. Sol e calor, com pancadas mais irregulares entre a tarde e a noite no leste e norte do Amapá. Tempo firme no litoral do Pará. O post Frente fria passa a impactar duas regiões do país; veja os impactos apareceu primeiro em Canal Rural.
Fim da vacinação contra aftosa abrirá mercado externo para suínos, diz Iagro

Foto: Governo Federal A retirada da vacinação contra a febre aftosa em suínos pode abrir as portas do setor para o mercado internacional, permitindo o atendimento das demandas globais. Essa é a avaliação da Agência Estadual de Defesa Sanitária Animal e Vegetal de Mato Grosso do Sul (Iagro). De acordo com o órgão, a suinocultura no estado vive um momento promissor de expansão. Contudo, atualmente, a produção de lá é destinada apenas ao mercado interno. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Para o diretor-presidente da Iagro, Daniel Ingold, as mudanças na suinocultura estadual estão apenas começando. “Eu vejo como um grande momento da suinocultura. Em Brasília, já está em discussão o pleito de livre de aftosa, sem vacinação. Será julgado em maio de 2025 e tenho certeza de uma coisa: no momento que for anunciado, nossa suinocultura passará a vender para o mundo inteiro. O setor terá um crescimento extremamente expressivo a partir do ano que vem”, afirmou. Em 2023, Mato Grosso do Sul abateu 3,22 milhões de suínos, posicionando-se entre os cinco maiores abatedores do país, atrás de Paraná, Rio Grande do Sul, Minas Gerais e Santa Catarina. O estado possui aproximadamente 101,8 mil matrizes suínas, com previsão de aumento para 152 mil nos próximos três anos. Retirada da vacina Para a diretora da Associação Sul-Mato-Grossense de Suinocultores (Asumas), Eleiza Morais, as iniciativas voltadas para a sanidade animal, como a retirada da vacina, posicionam Mato Grosso do Sul como referência sanitária e atrai novos investidores. “A retirada da vacina foi uma porta infinita para o Mato Grosso do Sul. Desde quando o estado começou a trabalhar nisso, vimos um movimento muito grande de todos os estados e várias empresas querendo vir para cá”, disse. Para ela, é possível até dobrar o número de matrizes, pois o cenário é muito promissor. “Essa questão da aftosa foi fundamental para atrair mais investidores e negócios para o estado. É a peça principal para o desenvolvimento da nossa suinocultura”. O post Fim da vacinação contra aftosa abrirá mercado externo para suínos, diz Iagro apareceu primeiro em Canal Rural.
Veja como os preços da arroba do boi terminaram nesta semana

Foto: Gilson Abreu/AEN O mercado físico do boi gordo volta a se deparar com preços mais altos no decorrer da sexta-feira (8). No entanto, de acordo com a consultoria Safras & Mercado, o dia no geral foi arrastado em termos de negociações, com algumas indústrias ausentes da compra de gado. “O fato é que as escalas de abate seguem apertadas, na pior posição para a atual temporada. Desta forma, o mais provável é que os preços permaneçam em alta em um horizonte próximo”, avalia o analista da empresa Fernando Henrique Iglesias. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! De acordo com ele, as exportações seguem agressivas, justificando o comportamento das indústrias exportadoras, em especial aquelas habilitadas a exportar para a China. Preços médios da arroba do boi São Paulo: R$ 334 Goiás: R$ 323,75 Minas Gerais: R$ 322,94 Mato Grosso do Sul: R$ 324,55 Mato Grosso: R$ 313,99 Mercado atacadista O mercado atacadista apresenta preços acomodados ao longo da sexta-feira, e o ambiente de negócios ainda sugere por reajustes no curto prazo, considerando a entrada dos salários na economia. “Ressaltando que as proteínas concorrentes tendem a ganhar espaço na mesa da população em função do encarecimento da carne bovina no varejo, em especial a carne de frango“, disse Iglesias. O quarto traseiro ainda é cotado a R$ 24,00 por quilo. O quarto dianteiro segue no patamar de R$ 19,50 por quilo. Ponta de agulha ainda é cotada a R$ 18,20, por quilo. Câmbio O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 1,05%, sendo negociado a R$ 5,7355 para venda e a R$ 5,7334 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,7269 e a máxima de R$ 5,7906. Na semana, a moeda teve desvalorização de 2,29%. O post Veja como os preços da arroba do boi terminaram nesta semana apareceu primeiro em Canal Rural.
Carrapatos causam perdas de 1,7 milhão de toneladas de carne por ano ao Brasil, diz Fepagro

O Rio Grande do Sul conta com, aproximadamente, 12 milhões de cabeças de gado. Pelo clima úmido e perfil genético do rebanho, majoritariamente composto por taurinos, as infestações de carrapatos são mais comuns. De acordo com a Fundação Estadual de Pesquisa Agropecuária (Fepagro), o impacto é significativo, visto que animais livres de parasitas podem ganhar até 40 quilos a mais em 26 semanas de pastejo. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! A entidade aponta que, extrapolando esses dados para o rebanho nacional, estima-se uma perda de 1,7 milhão de toneladas de carne bovina por ano, o que representa cerca de 15% da produção brasileira. Prejuízos aos pecuaristas Em termos econômicos, outros estudos apontam que as pragas geram aos pecuaristas do país perdas estimadas em US$ 6,8 bilhões anuais. Isso porque os prejuízos determinados por carrapatos resultam tanto de sua ação direta, como irritação, espoliação de sangue e tecidos nos animais parasitados, quanto dos efeitos indiretos, relacionados aos custos de tratamento, transmissão de doenças e danos ao couro. O carrapato Rhipicephalus microplus, por exemplo, que figura entre os principais a afetar o rebanho gaúcho, de acordo com a Fepagro, apresenta ciclo de vida prolongado na pastagem e transmite agentes causadores da Tristeza Parasitária Bovina, além de favorecer o desenvolvimento de miíases por meio de lesões cutâneas. Para combater o parasita em território gaúcho, o veterinário da Vetoquinol Saúde Animal Felipe Pivoto, defende a criação de um calendário sanitário, visto que o clima no Rio Grande do Sul permite a ação de mais de três gerações do parasita por ano. O post Carrapatos causam perdas de 1,7 milhão de toneladas de carne por ano ao Brasil, diz Fepagro apareceu primeiro em Canal Rural.
Soja: dia é movimentado, mas com pouca disponibilidade do grão

Foto: Arquivo O mercado brasileiro de soja registrou um aumento nas movimentações nesta sexta-feira, mas com volumes ainda baixos devido à limitada disponibilidade do grão. Os preços oscilaram de estáveis a mais altos, dependendo da localidade e das condições de mercado. Com a volatilidade do mercado de Chicago, que apresentou firmeza em alguns momentos, e o dólar operando de maneira semelhante, o dia trouxe algumas oportunidades favoráveis para o comércio. Nos portos, o preço chegou a atingir R$ 150 por saca, mas com pagamento previsto para janeiro, o que limitou as transações. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Preços nas principais praças de comercialização: Passo Fundo (RS): o preço manteve-se estável em R$ 137,00 Missões (RS): também se estabilizou em R$ 136,00 Porto de Rio Grande (RS): o preço teve uma leve valorização, subindo de R$ 145,00 para R$ 145,50 Cascavel (PR): O preço aumentou um pouco, passando de R$ 139,00 para R$ 141,00 Porto de Paranaguá (PR): O preço subiu ligeiramente, de R$ 146,00 para R$ 147,00 Rondonópolis (MT): O preço manteve-se estável em R$ 154,00 Dourados (MS): o preço registrou um pequeno aumento, de R$ 140,00 para R$ 143,00 Chicago Os contratos futuros de soja na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam com alta nesta sexta-feira. O dia iniciou sob pressão, com o mercado com parte dos ganhos acumulados durante a semana, mas o relatório do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) provocou uma virada em território positivo. O contrato de janeiro registrou uma alta semanal de 2,13%. USDA De acordo com o USDA, a safra de soja nos Estados Unidos para a temporada 2024/25 deve ficar em 4,461 bilhões de bushels (121,4 milhões de toneladas), abaixo da expectativa de 4,553 bilhões (123,9 milhões de toneladas). A redução nos estoques finais de soja foi projetada para 470 milhões de bushels. Expectativas A estimativa para a safra global de soja foi reduzida para 425,4 milhões de toneladas, uma leve queda em relação à previsão anterior de 428,9 milhões de toneladas. Para o Brasil, o USDA manteve a previsão de produção para 2024/25 em 169 milhões de toneladas, enquanto para a Argentina, a estimativa foi revisada para 51 milhões de toneladas. As exportações de soja do Brasil para 2023/24 permanecem estimadas em 112 milhões de toneladas, com uma leve queda prevista para 2024/25. Câmbio O dólar comercial fechou em alta de 1,05%, sendo negociado a R$ 5,7355 para venda e a R$ 5,7334 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana variou entre a mínima de R$ 5,7269 e a máxima de R$ 5,7906. Na semana, o dólar registrou uma desvalorização de 2,29%. O post Soja: dia é movimentado, mas com pouca disponibilidade do grão apareceu primeiro em Canal Rural.
O clima nas áreas produtoras da soja: quando e onde chove?

Foto: Pixabay Conforme dados da previsão do tempo, as chuvas das últimas semanas contribuíram para a reposição hídrica do solo, especialmente nas áreas de soja do Centro-Oeste, norte do Paraná e Triângulo Mineiro. No entanto, algumas regiões, como o norte de Minas Gerais e a faixa leste do Matopiba, ainda sofrem com a falta de precipitações para garantir um bom início da safra. Nos próximos cinco dias, uma frente fria que avança deve trazer chuva para o norte de Minas Gerais, além da Bahia, Piauí e Maranhão. O esperado é que os acumulados de chuva fiquem entre 30 a 50 mm até segunda e terça-feira, o que ajudará o produtor a dar início à safra 2024/25. A previsão também indica que as chuvas atingirão outras áreas do interior de Pernambuco, Tocantins, sul do Maranhão e sul da Bahia, com volumes que podem ultrapassar os 70 mm em algumas regiões. Já no norte do Pará, as chuvas se concentrarão no Centro-Sul do estado, com acumulados de até 30 mm. No entanto, as precipitações ainda não devem alcançar cidades como Paragominas e Santarém. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Previsão de 14 a 18 de novembro Entre os dias 14 e 18 de novembro, a previsão aponta para um tempo mais firme nas regiões da soja no Centro-Sul do Brasil, o que não deve impactar a umidade do solo, favorecendo o avanço dos trabalhos agrícolas, especialmente no Sul, em São Paulo e no Mato Grosso do Sul. Por outro lado, em Mato Grosso e Minas Gerais, as chuvas continuam e devem permanecer intensas. Em algumas áreas do Oeste de Mato Grosso, o volume acumulado pode ultrapassar os 150 mm, o que pode afetar o andamento dos trabalhos em campo. Apesar disso, a umidade do solo será benéfica para as lavouras. No Matopiba, as chuvas persistem, com volumes de 20 a 50 mm nos próximos cinco dias, o que deve ajudar a regular a umidade do solo e dar impulso ao plantio na região. O post O clima nas áreas produtoras da soja: quando e onde chove? apareceu primeiro em Canal Rural.
ALERTA VERMELHO: áreas do Sudeste podem ter mais de 100 mm de chuva em 24h

Foto: Unsplash O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), divulgou alerta vermelho para grande acumulado de chuva em áreas do Sudeste. O aviso de grande perigo é válido até as 10h da manhã deste sábado (9). O alerta se refere a áreas do Rio de Janeiro e de Minas Gerais, onde o volume de chuva por ultrapassar 100 mm em 2. De acordo com o Inmet, há alto risco de grandes alagamentos e transbordamentos de rios, assim como chance de deslizamentos de encostas. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Áreas com alerta de vermelho para excesso de chuva Rio de Janeiro Baixadas Centro Noroeste Norte Região Metropolitana do Rio de Janeiro Sul Minas Gerais Zona da Mata Recomendações durante período de chuva Desligue aparelhos elétricos, quadro geral de energia. Observe alteração nas encostas. Permaneça em local abrigado da chuva. Em caso de situação de inundação ou similar, proteja seus pertences da água envoltos em sacos plásticos. Obtenha mais informações junto à Defesa Civil (telefone 199) e ao Corpo de Bombeiros (telefone 193). O post ALERTA VERMELHO: áreas do Sudeste podem ter mais de 100 mm de chuva em 24h apareceu primeiro em Canal Rural.