Brasil vence prêmio internacional de café pela segunda vez consecutiva

À esqueda, Matheus Lopes Sanglard. Foto: Divulgação A Fazenda Serra do Boné, em Araponga, na Zona da Mata de Minas Gerais, venceu o Best of the Best, a honraria máxima do Prêmio Internacional de Café Ernesto Illy. A propriedade, de Matheus Lopes Sanglard, se destacou com um grão de café produzido com a chamada técnica do despolpado, que maximiza a quantidade de açúcares e aromas na bebida. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Essa é o segundo ano consecutivo que o Brasil vence o concurso, batizado em memória ao filho do fundador da illycaffè. Países concorrentes O prêmio foi atribuído por um júri internacional independente de nove especialistas que escolheram o melhor entre os vencedores das nove origens únicas que compõem o blend exclusivo da illy: Brasil, Costa Rica, El Salvador, Etiópia, Guatemala, Honduras, Índia, Nicarágua e Ruanda. O SMS Cluster Ecom, da Nicarágua, por outro lado, ganhou o prêmio Coffee Lovers’ Choice, votado pelos consumidores que, nas semanas que antecederam o evento, provaram às cegas as mesmas amostras de cafés illy em todo o mundo. “Pelo segundo ano consecutivo, uma fazenda brasileira que adota práticas regenerativas nos deu o melhor café no mundo. Na Fazenda Serra do Boné, a saúde do solo, a biodiversidade e as fontes de água são preservadas graças ao uso de fertilizantes orgânicos, ao controle biológico e à reutilização de subprodutos do processamento”, desta o presidente da illycaffè, Andrea Illy. De acordo com ele, a vitória brasileira é mais um sinal que confirma como a agricultura regenerativa é o caminho certo para uma produção mais resiliente, capaz de garantir produtividade e qualidade superior. Descrição do juri sobre o café O júri descreveu o café premiado da Fazenda Serra do Boné como cremoso, doce e encorpado, com um equilíbrio elegante de aromas de frutas frescas, tons de caramelo, notas sutis de açúcar mascavo e um final persistente de chocolate com notas florais de jasmim. “Um café maravilhosamente complexo que personifica perfeitamente sua origem brasileira”. O corpo de jurados foi composto de chefs de cozinha, provadores profissionais e jornalistas especializados. Além do reconhecimento, o Prêmio Internacional de Café Ernesto Illy promove discussões globais sobre a sustentabilidade do café. O post Brasil vence prêmio internacional de café pela segunda vez consecutiva apareceu primeiro em Canal Rural.
Confira como ficaram os preços da saca de soja no Brasil e em Chicago

Foto: Reprodução Canal Rural Com poucos negócios realizados no mercado interno, os preços da soja no Brasil apresentaram valores nominais nesta quarta-feira (13), com uma leve queda nas cotações, seguindo o movimento negativo observado na Bolsa de Chicago. A baixa oferta de soja no país tem mantido as negociações limitadas, com os produtores esperando melhores preços no futuro. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Preços da soja no Brasil Passo Fundo (RS): R$ 135,00 Região das Missões (RS): R$ 134,00 por saca Porto de Rio Grande (RS): caiu de R$ 144,00 para R$ 143,50 a saca Cascavel (PR): caiu de R$ 140,00 para R$ 138,00 a saca Porto de Paranaguá (PR): caiu de R$ 145,00 para R$ 144,50 a saca Rondonópolis (MT): caiu de R$ 154,00 para R$ 153,00 a saca Dourados (MS): caiu de R$ 142,00 para R$ 141,00 a saca Rio Verde (GO): R$ 138,00 Chicago Os contratos futuros de soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam em queda nesta quarta-feira, refletindo a pressão da entrada da safra norte-americana no mercado. Além disso, o fortalecimento do dólar no exterior impactou negativamente as exportações americanas, tornando o produto mais caro para compradores estrangeiros. A expectativa de inflação em alta nos Estados Unidos também contribuiu para o recuo das cotações. Contratos futuros da soja Os contratos futuros de soja com vencimento em janeiro de 2025 fecharam a US$ 10,07 3/4 por bushel, com uma queda de 2,75 centavos ou 0,27%. Já os contratos com vencimento em março de 2025 fecharam a US$ 10,18 1/2 por bushel, com uma queda de 4,00 centavos ou 0,39%. Nos subprodutos, a queda também foi observada, com o farelo de soja (dezembro de 2024) sendo cotado a US$ 291,60 por tonelada, com uma redução de US$ 1,30 ou 0,44%, enquanto o óleo de soja (dezembro de 2024) fechou a 45,18 centavos de dólar por libra-peso, com uma queda de 1,05 centavo ou 2,27%. Câmbio O dólar comercial encerrou a sessão com alta de 0,33%, cotado a R$ 5,7926 para venda e R$ 5,7905 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,7231 e a máxima de R$ 5,8186. O post Confira como ficaram os preços da saca de soja no Brasil e em Chicago apareceu primeiro em Canal Rural.
Próximo seguro agrícola será muito maior, diz Apex Brasil

Foto: Pixabay A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex Brasil) participa da Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas de 2024 (COP29) em Baku, no Azerbaijão. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! A intenção é fortalecer os produtos brasileiros no exterior, com especial foco no agronegócio. Desde o início de 2023, o Ministério da Agricultura e Pecuária realizou 274 aberturas de mercado em 61 países. “Os produtos brasileiros são esperança de segurança alimentar para muitos países do mundo”, diz o presidente da Apex, Jorge Viana. No entanto, ele destaca que o combate às mudanças climáticas é fundamental para a continuidade do agronegócio nacional, bem como de diversas outras atividades. “Vamos ter que mexer no seguro agrícola, por exemplo, porque o próximo Plano Safra precisará ter um seguru agrícola muito maior. Já estamos vivendo as consequências das mudanças climáticas”. A cobertura do Canal Rural na COP29 tem o apoio de Sistema OCB, Portos do Paraná, Itaipu Binacional, ApexBrasil, Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) e Governo Federal O post Próximo seguro agrícola será muito maior, diz Apex Brasil apareceu primeiro em Canal Rural.
Soja: pressão de oferta e dólar forte derrubam Chicago

Foto: Pixabay Os contratos futuros de soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) encerraram esta quarta-feira (13) em baixa, impactados por uma combinação de fatores econômicos que pressionaram o mercado da oleaginosa. A entrada da nova safra norte-americana, o fortalecimento do dólar frente a outras moedas e as expectativas de inflação crescente nos Estados Unidos influenciaram negativamente os preços. Além do impacto da colheita nos Estados Unidos, que aumenta a oferta disponível no mercado, o dólar forte tem dificultado a competitividade da soja americana no mercado internacional. O fortalecimento da moeda estadunidense torna o produto mais caro para compradores estrangeiros, o que limita as exportações e pressiona os preços para baixo. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! As especulações sobre a inflação nos EUA também têm gerado incertezas no mercado, com a expectativa de que os preços possam continuar elevados, o que pode levar o Federal Reserve (Fed) a revisar sua política de juros, impactando o apetite por risco e a demanda por commodities. O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) dos Estados Unidos, que apresentou resultados em linha com as expectativas, não foi suficiente para desviar a atenção do mercado para os efeitos potenciais de um possível endurecimento da política monetária. As medidas protecionistas previstas pelo presidente eleito Donald Trump, com foco no setor industrial, podem alterar a estratégia do Federal Reserve (Fed) em 2025, adiando ou até revertendo o ciclo de cortes de juros, caso a inflação nos EUA não desacelere. Além disso, a nomeação do ex-congressista Lee Zeldin para comandar a Agência de Proteção Ambiental (EPA) pode trazer desafios ao setor de biocombustíveis, um dos principais demandantes do farelo de soja. Contratos futuros da soja Os contratos futuros da soja em grão com entrega em janeiro de 2025 fecharam com recuo de 2,75 centavos, ou 0,27%, cotados a US$ 10,07 3/4 por bushel. A posição de março de 2025 também apresentou queda, de 4,00 centavos, ou 0,39%, fechando a US$ 10,18 1/2 por bushel. Nos subprodutos, o farelo de soja também sofreu perdas, com a posição de dezembro recuando US$ 1,30, ou 0,44%, para US$ 291,60 por tonelada. O óleo de soja, por sua vez, registrou uma queda de 1,05 centavo, ou 2,27%, com contratos para dezembro fechando a 45,18 centavos por libra-peso. O post Soja: pressão de oferta e dólar forte derrubam Chicago apareceu primeiro em Canal Rural.
Brasil e China preparam acordos em áreas como agro, infra e finanças para visita de Xi Jinping

Os governos do Brasil e da China irão anunciar uma série de atos bilaterais e memorandos de entendimento nas áreas de agricultura, comércio, investimentos, infraestrutura, indústria, finanças e ciência e tecnologia na próxima semana. Os acordos serão divulgados durante a visita do presidente chinês, Xi Jinping, ao Brasil, no dia 20, quando ele será recebido pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, em Brasília. Leia Mais Fila do INSS cresce mais de 30% em 3 meses e passa de 1,7 milhão de pedidos Inflação ao consumidor dos EUA sobe 0,2% em outubro Haddad se reúne com Múcio e comandantes das Forças Armadas “Há sinergias entre as políticas de desenvolvimento e programas de investimentos de Brasil e China com foco em finanças, infraestrutura, desenvolvimentos de cadeias produtivas, transformação ecológica e tecnologia que poderiam beneficiar os programas Novo PAC, Nova Indústria Brasil, plano de transição ecológica e rotas de integração sul-americana”, disse o secretário de Ásia e Pacífico do Ministério de Relações Exteriores, Eduardo Paes Saboia, em conversa com a imprensa sobre a visita de Estado. Sobre a adesão ou não do Brasil à iniciativa chinesa conhecida como “Nova Rota da Seda”, o embaixador não entrou em detalhes. Apesar de dizer que o assunto não seria um “tabu”. E que a declaração conjunta entre o Brasil e a China aprovada no ano passado trata de “aprofundar sinergias”, Saboia afirmou que não daria “spoilers” em torno do tema. “O foco é sinergia, é somar, é energizar para criar resultados que beneficiem os nossos países”, disse. Segundo o embaixador, para a visita de Xi Jinping, estão em negociação protocolos para a exportação de mais produtos agrícolas brasileiros à China. Outro pilar são os investimentos. Nakagawa: Demora em anunciar medidas fiscais gera apreensão no Mercado | BASTIDORES CNN Saboia afirmou que o governo brasileiro tem a intenção de ver uma presença “ainda mais robusta” de investimentos chineses aqui, em particular em infraestrutura e na capacidade produtiva industrial. “A visita apresentará iniciativas governamentais para incrementar os contatos nessas áreas. Dos 93 projetos industriais chineses no Brasil, tiveram destaque sobretudo a indústria automotiva, eletroeletrônica e de máquinas e equipamentos”, comentou o secretário. Na área de finanças, Saboia destacou que, desde a visita de Lula à China em 2023, tem havido esforço por uma maior aproximação no segmento. De acordo com ele, estão em desenvolvimento iniciativas do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), do Ministério da Fazenda e da B3 com linhas de financiamento, cofinanciamento de projetos e a possibilidade de negociação de fundos brasileiros em bolsas chinesas e vice-versa. No pilar de ciência, tecnologia e inovação, o embaixador afirmou que a operação bilateral tem avançado para pesquisas em novas áreas como fontes de energia limpa, nanotecnologia, tecnologias da informação e comunicação. “E o MCTI tem desenvolvido iniciativas com as contrapartes chinesas para estabelecimento de cooperação na indústria fotovoltaica, tecnologia nuclear, inteligência artificial e mecanização e inteligência da agricultura familiar”, afirmou. O embaixador ainda classificou a visita do líder chinês como o “ponto alto” da comemoração do meio século de relações diplomáticas. “Brasil e China são atores fundamentais para o processo de reforma da governança global. Além da relação política, existe uma relação comercial de primeira ordem. A visita servirá para reiterar o esforço do Brasil em continuar e ampliar os números do comércio bilateral e diversificar a pauta comercial com produtos brasileiros com maior valor agregado”, disse. Ele também foi questionado sobre como a eleição de Donald Trump para um novo mandato a partir do próximo ano nos Estados Unidos poderia influenciar a relação entre Brasil e China. Saboia respondeu, por sua vez, que a conexão entre os países já atravessou “vários” governos norte-americanos, em diversas situações internacionais, e nesse período “só se fortaleceu”. “Nós temos excelentes relações com os Estados Unidos, e é um forte desejo do Brasil manter relações boas e densas com os Estados Unidos e com a China”, se restringiu a responder. BNDES fica em 1º em ranking Idec de bancos responsáveis Este conteúdo foi originalmente publicado em Brasil e China preparam acordos em áreas como agro, infra e finanças para visita de Xi Jinping no site CNN Brasil.
Reunião entre Lula e Xi durante G20 trará anúncios benéficos para agronegócio, diz ministro ao CNN Money

Como presidente rotativo do G20, o Brasil recebe neste mês, para a Cúpula de Líderes do grupo, os representantes das principais economias globais, dentre eles o presidente da China, Xi Jinping. Em entrevista ao CNN Money, Carlos Fávaro, ministro da Agricultura e Pecuária, afirmou que o encontro entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o chefe de estado chinês trará anúncios que serão benéficos para o agronegócio brasileiro. “Nós estamos em uma relação muito promissora do Brasil com a China”, afirmou o ministro. Segundo Fávaro, 43 novas plantas brasileiras frigoríficas foram habilitadas para compra pelos chineses, enquanto foram suspensos os embargos de outras 12 plantas. “As expectativas são de que os anúncios sejam feitos nessa reunião bilateral entre o presidente Lula e o presidente Xi Jinping”, acrescentou. Leia Mais Linha 16-Violeta recebeu manifestação de interesse privado, diz secretário de Parcerias de SP ao CNN Money Mexer em lei das agências é temerário, diz presidente da ANA ao CNN Money Presidente do BNDES cobra que Brasil tenha mais “ousadia” econômica Fávaro pontuou que os segmentos que terão destaque serão os de frutas, pulses, DDG – que são coprodutos originados no processamento do milho para obtenção de etanol -, gergelim, sorgo e miúdos suínos e bovinos. “Nós temos boas perspectivas, temos protocolos sanitários completamente cumpridos em entendimentos entre as duas partes e também de nossa diplomacia por alguns produtos”, comentou. O ministro pontuou que alguns acordos não devem ser divulgados de imediatos, para ainda serem trabalhados e anunciados com o decorrer do tempo. Este conteúdo foi originalmente publicado em Reunião entre Lula e Xi durante G20 trará anúncios benéficos para agronegócio, diz ministro ao CNN Money no site CNN Brasil.
Carta de 50 mil crianças e adolescentes será entregue a líderes do G20

Foto: Tânia Rêgo/ Agência Brasil Uma carta escrita por mais de 50 mil crianças e adolescentes de cerca de 60 países será entregue para os líderes do G20, grupo que reúne as 20 principais economias do mundo. O documento traz preocupações e prioridades sobre temas como mudanças climáticas, economia justa, combate à pobreza, reforma da governança global e igualdade de gênero e racial. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! A carta foi produzida a partir de uma consulta global conduzida pelas organizações Save the Children e Plan International, em parceria com Joining Forces, MMI-LAC e Crianças no G20. Adolescentes brasileiras foram escolhidas para representar os mais de 50 mil signatários da carta durante a Cúpula Social do G20, entre 14 e 16 de novembro, no Rio de Janeiro. Energia e visão para as discussões “Precisamos ser ouvidas. Queremos que as recomendações que fizemos com milhares de crianças de todo mundo sejam colocadas em prática pelos líderes do G20”, diz Ynara, de 17 anos, do Centro de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente do Rio de Janeiro (Cedeca-RJ), organização parceira da Save the Children. “Como crianças e adolescentes, podemos agregar muito, trazendo nossa energia e visão única para as discussões. Estou ansiosa para sair do G20 com um renovado senso de propósito e motivação para agir”, diz Maria Eduarda, de 16 anos, participante de projetos da Plan International Brasil. Na Cúpula Social, as adolescentes Ynara e Maria Eduarda vão moderar o “Evento de Alto Nível: G20 e os Direitos de Crianças e Adolescentes”, no dia 14 de novembro, das 14h às 16h, no Espaço Kobra. O painel terá crianças, ministros, Sherpas do G20 e representantes da sociedade civil. Espaço formal às crianças no G20 Em debate, as recomendações das crianças sobre as prioridades do G20, baseadas na consulta global e no Policy Pack Crianças no G20, criado pela iniciativa Crianças no G20 e organizado pelo Instituto Alana. O movimento defende há décadas a abertura de um espaço formal para as crianças no G20, como um grupo de trabalho no Grupo de Engajamento da Sociedade Civil (C20). “Estamos criando oportunidades para que as crianças influenciem diretamente as políticas que impactam suas vidas, assegurando que suas perspectivas sejam consideradas nos níveis mais altos da governança global”, diz Karina Gomes, diretora de Advocacy, Parcerias e Comunicação da Save the Children no Brasil. “Pela primeira vez no G20, abrimos espaço para crianças e adolescentes participarem ativamente. A carta é o resultado de uma consulta que traz as vozes delas para esse fórum tão importante de articulação política e reafirma a necessidade de integrá-las nas decisões que afetam diretamente o seu presente e o seu futuro”, diz Flávio Debique, diretor de Programas e Advocacy da Plan International Brasil. O post Carta de 50 mil crianças e adolescentes será entregue a líderes do G20 apareceu primeiro em Canal Rural.
Sustentabilidade portuária nacional é exposta na COP29

Foto: Claudio Neves/Portos do Paraná A Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas de 2024 (COP29), em Baku, no Azerbaijão, começou nesta segunda-feira (11) e teve como foco inicial a aprovação de novas regras para o mercado internacional de créditos de carbono. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! No entanto, discussões mais diretamente ligadas ao dia a dia do agronegócio nacional também estiveram na mesa por meio da delegação brasileira presente no evento. O diretor do Canal Rural Sul, Giovani Ferreira, entrevistou neste segundo dia de COP29 representantes da Portos do Paraná a respeito da expansão sustentável da área portuária e, consequentemente, do escoamento mais eficiente das commodities agropecuárias do país. De acordo com o diretor de engenharia da empresa, Victor Kengo, o principal projeto estrutural hoje é o Moegão, sistema que reorganizará a logística de exportação em Paranaguá. “O objetivo é o de aumentar a capacidade de recebimento de cargas por meio do modal ferroviário, que emite significativamente menos CO2 em comparação ao rodoviário”. Já o diretor de Meio Ambiente da comanhia, João Paulo Santana, enfatiza que as políticas do local são baseadas em ESG (Governança ambiental, social e corporativa) e estão sendo expostas ao público internacional como “case de sucesso”. O post Sustentabilidade portuária nacional é exposta na COP29 apareceu primeiro em Canal Rural.
Escalas de abate e ritmo de exportações continuam elevando preços do boi; veja cotações

Foto: Sérgio Medeiros O mercado físico do boi gordo apresenta preços em alta no decorrer desta terça-feira (12). O ambiente de negócios ainda sugere pela manutenção do movimento no curto prazo, considerando a atual posição das escalas de abate, bastante apertadas neste momento, posicionadas entre quatro e cinco dias úteis na média nacional. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! “Os frigoríficos exportadores permanecem agressivos no mercado, o que se justifica diante da atual movimentação do câmbio, somado ao agressivo ritmo de embarque registrado nas últimas semanas”, disse o analista da consultoria Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias. Preços médios da arroba do boi (a prazo) São Paulo: R$ 337 Goiás: R$ 328,75 Minas Gerais: R$ 327,94 Mato Grosso do Sul: R$ 325,34 Mato Grosso: R$ 314,12 Mercado atacadista Foto: Freepik O mercado atacadista volta a apresentar preços acomodados no decorrer da semana. O ambiente de negócios ainda sugere pela elevação dos preços no curto prazo, em linha com a boa demanda ao longo da primeira quinzena do mês. “Ainda é importante mencionar que a carne de frango tende a ganhar competitividade no restante da temporada, consequência do baixo poder de compra da população brasileira”, disse Iglesias. O quarto dianteiro ainda é precificado a R$ 19,50 por quilo. O quarto traseiro segue no patamar de R$ 24,00 por quilo. A ponta de agulha está no patamar de R$ 18,20, por quilo. Câmbio O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,05%, sendo negociado a R$ 5,7730 para venda e a R$ 5,7710 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,7534 e a máxima de R$ 5,7980. O post Escalas de abate e ritmo de exportações continuam elevando preços do boi; veja cotações apareceu primeiro em Canal Rural.
Ministério da Agricultura avalia criação de duas novas secretarias

Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) avalia a criação de duas novas secretarias na pasta: uma para o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) e outra para Promoção Comercial. O anúncio foi feito pelo ministro da pasta, Carlos Fávaro, em fala a jornalistas após receber 24 entidades do setor agropecuário nesta terça-feira (12). A reestruturação do ministério foi apresentada por ele também aos representantes do setor privado. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! “Estamos fazendo pequenos ajustes para melhorar a eficiência. Validaremos a proposta com os secretários e suas diretorias na sexta-feira (8). Sem ônus para o tamanho da máquina pública e com remanejamento entre as áreas, a ideia é termos o empoderamento de uma área que não existe, que é a criação de uma secretaria que trate da promoção comercial dos produtos agropecuários brasileiros”, disse Fávaro. “Sem inchamento da máquina” O ministro garantiu que a reorganização da pasta não exigirá ampliação de recursos orçamentários. “Provavelmente, teremos duas novas secretarias, mas sem o inchamento da máquina. Estamos fazendo remanejamento interno para dar focos específicos, trocando peças internas”, assegurou Fávaro. Segundo ele, hoje quem faz a promoção comercial é parte da equipe do seu próprio gabinete. Sobre a secretaria a ser criada para Promoção Comercial, o ministro disse que ela atuará como um “braço forte” da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex Brasil) e do Ministério das Relações Exteriores juntamente com a Secretaria de Defesa Agropecuária (SDA) e com a Secretaria de Comércio e Relações Internacionais (SCRI). “Ficará muito claro o papel de quem faz a promoção comercial, a relação diplomática e a relação sanitária no Ministério da Agricultura. Com isso, devemos ter mais efetividade e continuar batendo recordes na conquista e ampliação de mercados para o setor”, disse. Modernização do Inmet Fávaro afirmou, ainda, que estão assegurados R$ 200 milhões para a modernização do Inmet. “O Inmet vai ganhar outro status nos próximos dias. A reestruturação já está acontecendo e seguramente teremos o melhor instituto meteorológico da América Latina”, disse o ministro. Segundo ele, a plataforma tecnológica e a estrutura do órgão estão sendo modernizados e serão fundamentais para “prever melhor tanto as mudanças durante as safras quanto para seguro rural e garantir maior estabilidade diante das mudanças climáticas”. Manifestação de servidores Sobre a carta divulgada hoje por servidores do Inmet, do Inpe e da Ana pedindo o fortalecimento do monitoramento meteorológico e hidrológico no Brasil, Fávaro disse desconhecer o conteúdo, mas que a manifestação é legitima. “É legítimo se preocupar com a questão orçamentária, não seguindo o mesmo modelo praticado na governança do órgão, mas com nova configuração e com tratamento de secretaria para ter acesso a gestão e pleitear a modernização”, apontou o ministro. Outra medida que está sendo avaliada pelo ministério é dividir atribuições da Secretaria de Defesa Agropecuária (SDA) com as Superintendências Federais de Agricultura (SFAs), na chamada desverticalização da defesa sanitária. “Essa proposta está caminhando bem e também será validada com as equipes técnicas no dia 22 e, validando, será implementada imediatamente. É também um empoderamento gradual, relativo e responsável para maior efetividade do serviço”, antecipou o ministro. O post Ministério da Agricultura avalia criação de duas novas secretarias apareceu primeiro em Canal Rural.