Mercado da soja: poucos negócios e baixa oferta disponível

Asscom/Appa O mercado brasileiro de soja teve um dia de poucos negócios nesta terça-feira (12), com preços variáveis entre estáveis e mais baixos. A baixa oferta da soja nas praças produtoras foi o principal fator que manteve o mercado com pouca movimentação e os preços em patamares nominais. As informações são da Safras & Mercado. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Preços do grão Passo Fundo (RS): queda de R$ 137,00 para R$ 135,00 a saca de 60 quilos Missões (RS): queda de R$ 136,00 para R$ 134,00 a saca Porto de Rio Grande (RS): queda de R$ 146,00 para R$ 144,00 a saca Cascavel (PR): queda de R$ 141,00 para R$ 140,00 a saca Porto de Paranaguá (PR): queda de R$ 147,00 para R$ 145,00 a saca Rondonópolis (MT): queda de R$ 156,00 para R$ 154,00 a saca Dourados (MS): queda de R$ 144,00 para R$ 142,00 a saca Rio Verde (GO): preço estável a R$ 138,00 a saca Chicago Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam com queda, pressionados por vendas técnicas e realização de lucros. A soja atingiu o maior patamar em um mês na semana passada, mas a correção de preços foi necessária nesta terça-feira. Um dos principais destaques foi a queda de mais de 4% no óleo de soja, que puxou para baixo as cotações do grão e do farelo. O mercado segue pressionado por uma das maiores safras de soja da história dos Estados Unidos, apesar de um relatório do Departamento de Agricultura dos EUA (USDA) ter indicado números abaixo das expectativas do mercado. Além disso, a possibilidade de uma guerra comercial entre os EUA e a China, em função da eleição de Donald Trump, gera incertezas adicionais. O óleo de soja foi o grande responsável pela queda, seguindo a tendência de desvalorização do óleo de palma na Malásia. Outro fator que tem gerado apreensão é a possível adoção gradual do B40 na Indonésia, o que reduziria a demanda pelo óleo de soja. Expectativa em Chicago A especulação em torno da postura do presidente eleito dos EUA, Donald Trump, em relação à indústria de biocombustíveis, também tem sido um fator de pressão, principalmente após o nome do ex-deputado Lee Zeldin para a direção da Agência de Proteção Ambiental (EPA), o que poderia significar uma postura menos favorável ao setor de biocombustíveis. Contratos futuros da soja Os contratos futuros da soja negociados em Chicago fecharam com queda. O contrato para entrega em janeiro de 2024 recuou 11,75 centavos, ou 1,14%, encerrando a US$ 10,10 1/2 por bushel. A posição de março de 2024 teve uma perda de 12,75 centavos, ou 1,23%, fechando a US$ 10,22 1/2 por bushel. No mercado de subprodutos, o farelo de soja com vencimento em dezembro caiu US$ 2,20, ou 0,74%, para US$ 295,20 por tonelada, enquanto o óleo de soja, também para entrega em dezembro, perdeu 1,91 centavo, ou 3,96%, fechando a 46,23 centavos por libra-peso. Câmbio O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,05%, negociado a R$ 5,7730 para venda e R$ 5,7710 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana variou entre a mínima de R$ 5,7534 e a máxima de R$ 5,7980. O post Mercado da soja: poucos negócios e baixa oferta disponível apareceu primeiro em Canal Rural.

Pressão de inseto capaz de destruir 90% das lavouras de algodão será maior em 24/25

Foto: Divulgação FMC O monitoramento digital de pragas feito pela FMC abrange mais de 6 milhões de hectares de lavouras brasileiras. Em levantamento recente, a ferramenta detectou aumento na pressão de Spodoptera frugiperda em todas as regiões analisadas nesta safra 2024/25, assim como do bicudo-do-algodoeiro (Anthonomus grandis), no Cerrado. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! “Com mais de 3 mil armadilhas espalhadas pelo Brasil, recentemente, observamos um pico de até seis mariposas por dia por armadilha, sendo que na safra 2022/23, no mesmo período, o máximo identificado era de dois insetos”, conta o gerente de agricultura de precisão da empresa Piero Castro. De acordo com ele, essa informação confirma a tendência do aumento da pressão de Spodoptera frugiperda entre outubro e dezembro, período com altas temperaturas, chuvas e de início da safra. “Isso deixa o produtor em alerta e preparado para um manejo mais eficiente em campo”. Bicudo-do-algodoeiro no Cerrado Outro dado importante monitorado pela ferramenta da FMC foi o aumento do bicudo-do-algodoeiro no Cerrado. “Esse inseto é capaz de dizimar até 90% de uma área de plantio e as armadilhas demonstraram que nesta safra 24/25, a pressão já está maior do que a do ano anterior e a tendência, caso o manejo não seja efetivo nesse período, é aumentar ainda mais em novembro”, diz Castro. O gerente lembra que a proliferação desse inseto é intensa e um único casal pode gerar milhões de descendentes do início ao final da safra. Isso porque entre as fases de ovo e inseto adulto são necessários apenas 20 dias, em média. Por isso, Castro destaca que o monitoramento diário por plataformas inteligentes é uma das melhores estratégias para o manejo do algodão, já que é possível prever quais áreas sofrerão a maior pressão da praga. Para abranger a identificação de pressão dessas e outras pragas no território brasileiro agrícola, o gerente conta que o monitoramento digital da empresa foi expandido nos estados de Mato Grosso, nas regiões do Vale do Araguaia e BR-163, Maranhão, Tocantins, Piauí e São Paulo. O post Pressão de inseto capaz de destruir 90% das lavouras de algodão será maior em 24/25 apareceu primeiro em Canal Rural.

Haddad é um dos 100 líderes climáticos mais influentes nos negócios, segundo a Time

Foto: Agência Brasil O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, figura na lista dos 100 líderes climáticos mais influentes em negócios de 2024, publicada nesta terça-feira (12), pela revista Time. De acordo com a publicação, o tema das finanças se mostrou inescapável em se tratando do clima, em um momento em que tomadores de decisão, executivos, pesquisadores e inovadores estão trabalhando para ajudar a desbloquear o financiamento e os recursos para impulsionar ações na área. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! No texto dedicado a Haddad, a Time classifica o ministro como a “força” por trás da missão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em transformar o Brasil em um líder climático global. À publicação, o ministro afirmou que o objetivo do plano de transformação ecológica do governo é mostrar que o planeta é capaz de conciliar uma agenda ambiciosa de sustentabilidade com uma agenda econômica e produtiva ambiciosa. A revista também cita a emissão dos títulos soberanos sustentáveis promovida pelo governo brasileiro, uma das políticas que, para a Time, colocaria o Brasil apenas na mesma página de seus vizinhos, após a presidência de Jair Bolsonaro. Já a criação de um mercado de carbono, como discutido no Congresso, deixaria o País entre as nações que estão na vanguarda das finanças verdes. Líder de mais destaque Para a capa da edição que traz a lista dos 100 líderes mais influentes nas áreas climáticas e de finanças, a Time escolheu o presidente do Banco Mundial, Ajay Banga, que assumiu o cargo com a “aspiração de tornar menos arriscado para o setor privado investir na transição energética no Sul Global”, descreveu a publicação. Banga recentemente assinou um artigo com Haddad e a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, no qual deram destaque para o projeto Fundo Florestas Tropicais para Sempre (TFFF, Tropical Forest Forever Facility), iniciativa lançada pelo governo brasileiro durante a COP28 nos Emirados Árabes. A ação busca viabilizar um mecanismo financeiro atrelado a uma recompensa para países manterem suas florestas protegidas. O artigo foi publicado em outubro, enquanto os três estavam reunidos em Washington, durante os encontros anuais do Fundo Monetário Internacional (FMI) e do Banco Mundial. O post Haddad é um dos 100 líderes climáticos mais influentes nos negócios, segundo a Time apareceu primeiro em Canal Rural.

Brasil: confira a projeção de exportação de soja para novembro

Foto: Porto de Itaqui/ Divulgação As exportações brasileiras de soja em grão devem totalizar 2,813 milhões de toneladas no mês de novembro, segundo levantamento semanal da Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (ANEC). O volume projetado para este mês está abaixo do registrado no mesmo período de 2023, quando o Brasil embarcou 4,599 milhões de toneladas. Em outubro deste ano, o país exportou 4,444 milhões de toneladas de soja, o que também demonstra uma redução nas vendas externas. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Na semana entre 3 e 9 de novembro, o Brasil exportou 464,771 mil toneladas de soja, com uma previsão de 809,935 mil toneladas para o período de 10 a 16 de novembro. Esse desempenho reflete as dificuldades logísticas enfrentadas e as também condições de mercado mais desafiadoras em relação ao ano passado. Em comparação com 2023, quando o Brasil registrou exportações muito mais expressivas, o atual cenário mostra uma desaceleração no volume embarcado. No caso do farelo de soja, o Brasil deverá exportar 1,868 milhão de toneladas em novembro, o que representa um aumento em relação ao mesmo mês de 2023, quando o volume exportado foi de 1,652 milhão de toneladas. No entanto, o volume de embarques também apresentou uma queda quando comparado a outubro de 2024, quando o Brasil exportou 2,462 milhões de toneladas. Durante a semana de 3 a 9 de novembro, o país enviou 346,739 mil toneladas de farelo de soja, e para o período de 10 a 16 de novembro, a previsão é de 702,074 mil toneladas. O post Brasil: confira a projeção de exportação de soja para novembro apareceu primeiro em Canal Rural.

Inflação: alta de preços foi maior para famílias de renda mais baixa

Fonte: Agência Brasil | Reprodução A inflação acelerou em outubro para quase todas as faixas de renda, na comparação com o mês de setembro. A exceção foi para as famílias de renda alta. Já para os domicílios com renda muito baixa, a taxa de inflação avançou de 0,58%, em setembro, para 0,75%, em outubro, enquanto as famílias de renda mais alta passaram de 0,33% para 0,27% no mesmo período. Os dados são do Indicador Ipea de Inflação por Faixa de Renda, divulgado nesta terça-feira (12) pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Famílias de renda baixa A faixa de renda baixa é a que registrrou a maior alta inflacionária no acumulado do ano (4,17%), enquanto o segmento de renda alta tem a taxa menos elevada (3,20%). Já no acumulado em 12 meses, as famílias de renda alta apresentam a menor taxa de inflação (4,44%), ao passo que a faixa de renda muito baixa aponta a taxa mais elevada (4,99%). “Embora os grupos alimentos e bebidas e habitação tenham sido os principais pontos de descompressão inflacionária para todos os estratos de renda, o impacto de alta vindo destes dois segmentos foi proporcionalmente mais forte nas classes de rendas mais baixas, dado o maior percentual do gasto com esses bens e serviços no orçamento dessas famílias”, diz a nota do Ipea. Inflação dos alimentos Foto: CNA A contribuição positiva dos alimentos à elevação inflacionária em outubro é explicada pelos seguintes produtos: Carnes (5,8%); Óleo de soja (5,1%); Café (4%) Leite (2,0%) Frango (1,0%) A alta não foi contida nem mesmo com as deflações registradas em diversos alimentos in natura, como tubérculos (-2,5%), hortaliças (-1,4%) e frutas (-1,1%). “Já o baixo nível dos reservatórios fez com que fosse adotada a bandeira vermelha patamar 2 nas tarifas de energia elétrica em outubro, gerando um reajuste de 4,7% e contribuindo para a pressão do grupo habitação”. Setores com melhor desempenho Em contrapartida, houve melhora no desempenho do grupo transportes, refletida principalmente pelas quedas das tarifas de transporte público, como ônibus urbano (-3,5%), trem (-4,8%) e metrô (-4,6%), além da deflação de 0,17% dos combustíveis. Com isso, houve um alívio inflacionário para todas as classes em outubro. As famílias de renda alta sentiram uma descompressão inflacionária ainda mais forte da inflação dada a queda de 11,5% das passagens aéreas e de 1,5% no transporte por aplicativo, anulando, inclusive, a pressão exercida pelo grupo despesas pessoais, refletindo, especialmente, os reajustes de 1,4% dos serviços de recreação e lazer. O post Inflação: alta de preços foi maior para famílias de renda mais baixa apareceu primeiro em Canal Rural.

Pedidos de recuperação judicial no agronegócio do Brasil recuam no 3º tri ante 2º tri

Os pedidos de recuperação judicial no agronegócio, incluindo produtores pessoa física, jurídica e empresas relacionadas ao setor, recuaram 40,7% no terceiro trimestre na comparação com o segundo trimestre, para um total de 254, apontaram dados da Serasa Experian nesta terça-feira (12). Após seguidos aumentos de pedidos de recuperação, o cenário de queda é “animador”, embora exija ainda uma análise cautelosa, levando em consideração o contexto econômico e sistêmico, na avaliação do head de agronegócio da Serasa Experian, Marcelo Pimenta. “Os dados mostram um cenário positivo para o terceiro trimestre, mas precisamos lembrar que a economia não costuma sofrer grandes mudanças em curtos períodos”, disse ele, em nota. “Acreditamos em um represamento no segundo trimestre que acabou inflando a quantidade de solicitações e impactando a relação com o período seguinte. O ideal é que sigamos analisando os próximos meses para chegarmos em conclusões mais assertivas.” Leia Mais Multinacional brasileira lidera ações de recuperação em Valência após enchentes O que esperar do pacote de corte de gastos? Ministério da Agricultura não está na lista de corte de gastos, diz ministro Apesar da queda na comparação trimestral, os pedidos mais do que dobraram em relação aos 123 de mesmo período de 2023. A conjuntura, com os agricultores sendo atingidos por preços mais baixos de commodities agrícolas como soja e milho, levou o Banco do Brasil, maior financiador do agronegócio, a se engajar em uma campanha para alertar produtores sobre riscos de eventuais abusos na utilização do mecanismo, revelou um executivo do banco à Reuters. Embora seja um instrumento que pode ajudar na recuperação de uma empresa ou produtor, o pedido de RJ pode criar uma ruptura na atividade econômica do produtor rural com os credores. Os pedidos de recuperação judicial — embora sejam em números relativamente pequenos frente aos totais do setor — avançaram no acumulado do ano enquanto produtores lidaram também com eventos climáticos severos no início de 2024, taxas de juros elevadas e uma alta dos custos de produção. Mas os dados na comparação trimestral trazem algum alento. Levando em consideração apenas os produtores rurais que atuam como pessoa física no campo, a retração dos pedidos foi de 50,4%, para 106 solicitações. O mesmo movimento foi visto para aqueles produtores que atuam na pessoa jurídica, cujos pedidos recuaram de 121 no segundo trimestre para 92. No caso das empresas que atuam de forma relacionada ao setor do agronegócio, a retração entre o segundo e o terceiro trimestres foi de 40,4%, para 56 solicitações. O executivo da Serasa ressaltou ainda que é possível se precaver de eventuais problemas relacionados aos pedidos de recuperação judicial com o uso de análises mais criteriosas para se conceder linhas de crédito. Isso “protege o mercado da realização de financiamentos com perfis economicamente instáveis, diminuindo riscos e fomentando a regulamentação da saúde financeira no setor”, afirmou Pimenta. Os levantamentos feitos pela Serasa Experian foram construídos a partir das estatísticas de processos do número de documentos que solicitam recuperação judicial no agronegócio registradas mensalmente na base de dados da companhia e provenientes dos tribunais de Justiça de todos os Estados. Alckmin: “Lula deixou claro que cumprirá o arcabouço fiscal” | BASTIDORES CNN Este conteúdo foi originalmente publicado em Pedidos de recuperação judicial no agronegócio do Brasil recuam no 3º tri ante 2º tri no site CNN Brasil.

Pequenos produtores investem em empreendedorismo sustentável 

Marília Orantas se dedica à produção de morangos, geleias e extração de ervas. Já imaginou o sabor de um morango fresquinho, cem por cento natural, produzido com todo o carinho? Ou uma colherada de mel puro, colhido artesanalmente, acompanhada de uma geleia caseira e queijo de cabra?  É essa experiência de sabores naturais que Marília Orantas, Isaías Pasqualini e Pedro Presti, micro e pequenos produtores de São Roque, interior de São Paulo, levam à mesa de seus clientes. Todos os dias, faça chuva ou faça sol, os três estão ali, plantando, cuidando e colhendo.  “O que falta e seria muito importante agora é uma visão de cooperativa, de associações, de fazer uma conexão entre os pequenos produtores para que a gente tenha troca de informação e fortalecimento, para não ficarmos sozinhos tentando nos salvar,” comenta Marília, que deixou a hotelaria para se dedicar ao cultivo de morangos, geleias e óleos essenciais, todos orgânicos. Pedro Presti, por sua vez, trocou carreira em engenharia e o trabalho nos Estados Unidos para enfrentar os desafios do campo. Atualmente, ele cria galinhas poedeiras e cabras – vende o leite e ainda produz queijos.  Além disso, mantém 80 canteiros entre hortaliças e frutas, tudo respeitando o ritmo do solo, e conta que vem novidades por aí:  “São Roque é a terra da alcachofra e a gente começou a cultivar, mas de forma orgânica” explica Presti. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Pedro Presti cria galinhas poedeiras, cabras, hortaliças e frutas orgânicas. Ele também admite a dificuldade de entrar no mercado: “Foi um pouco complicado porque não temos a certificação orgânica. Em alguns lugares, isso impede o negócio. Mas vendemos sob encomenda para restaurantes e clientes finais, que confiam que não usamos agrotóxicos e o boca a boca vai se espalhando.” finaliza. Já Isaias Pasqualini, estudou administração de empresas, fez alguns cursos no Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e se especializou em apicultura.  Desde 2016, ele se dedica à produção de mel e, recentemente, passou a cultivar morangos e a produzir geleias. Agora, o produtor entrou com processo para adquirir o certificado de produção de mel.  “Legalizar junto aos órgãos competentes é essencial para poder envasar e vender o mel, já que produtos de origem animal exigem autorização”, explica Isaías.  Isaias Pasqualini empreende com mel e morangos agroecológicos. Ele destaca ainda, que a interação entre as abelhas e o morango é essencial: “Um complementa o outro. O morango precisa de polinização e as abelhas ajudam nisso”, afirma o especialista que colheu há pouco tempo um morango de 110 g, e que foi consumido por ele, pelo filho e a esposa.  Na última colheita, Pasqualini colheu um morango de 110 g. Arquivo Pessoal. Para que Marília, Pedro e Isaias chegassem onde estão, abrindo as porteiras dos seus negócios, eles buscaram conhecimento por meio de cursos. Afinal, obter orientação de quem entende parece ser uma forma de encontrar uma solução e, claro, prosperar. Foto: Arquivo Pessoal Isaias Pasqualini Dica No site do Sebrae, por exemplo, há diversas opções voltadas para micro e pequenos empreendedores, incluindo cursos gratuitos. Basta selecionar o estado em que você mora e conferir os cursos disponíveis.  Acesse aqui e confira os cursos disponíveis no Sebrae.  Produtor rural – Sebrae O post Pequenos produtores investem em empreendedorismo sustentável  apareceu primeiro em Canal Rural.

COP29: Brasil apresenta meta ambiciosa para redução de emissões de GEE

Foto: Joédson Alves/ Agência Brasil O vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, esteve presente na abertura do estande brasileiro na COP29, em Baku, no Azerbaijão, para detalhar a nova meta climática do Brasil. O país se comprometeu a reduzir suas emissões de gases de efeito estufa em 67% até 2035, equivalente a uma diminuição de 850 milhões de toneladas de CO2. A proposta foi comemorada, tanto no Brasil quanto internacionalmente, como um passo significativo no combate às mudanças climáticas. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Durante sua participação, Alckmin destacou que o Brasil está se tornando mais audacioso em suas metas ambientais, reafirmando o compromisso do país com a sustentabilidade. “Esta meta é extremamente ousada e coloca o Brasil em uma posição de protagonismo nas discussões sobre mudanças climáticas”, afirmou o vice-presidente. O vice-presidente também foi acompanhado pela ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, que ressaltou a redução de 22 a 25% no desmatamento da Amazônia, o que contribui para o sequestro de carbono e o equilíbrio ambiental. Além disso, o Brasil apresentou outras propostas importantes, como a criação de um fundo para financiar a transição energética global, inspirado no fundo de Perdas e Danos, aprovado na COP28. Essas medidas visam não apenas atender aos objetivos do Acordo de Paris, mas também impulsionar a cooperação global na busca por soluções climáticas mais eficazes. A participação do Brasil também inclui quatro estandes, que representam diferentes áreas e esforços do país na luta contra as mudanças climáticas. Entre eles, estão o estande do governo brasileiro, o Hub da Amazônia, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) e o Ministério da Agricultura, que trazem à tona as ações do Brasil para promover a sustentabilidade, com foco na redução das emissões e no desenvolvimento de práticas sustentáveis. A COP29, que reúne mais de 150 países, continua sendo um espaço importante para a definição de novas metas climáticas e para o debate sobre os desafios enfrentados pelas nações para cumprir os objetivos globais de combate às mudanças climáticas. A cobertura do Canal Rural na COP29 tem o apoio de  Sistema OCB, Portos do Paraná, Itaipu Binacional, ApexBrasil, Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) e Governo Federal O post COP29: Brasil apresenta meta ambiciosa para redução de emissões de GEE apareceu primeiro em Canal Rural.

Frente fria alcança o Sudeste e deixa chuva intensa em 2 estados

Foto: Freepik Saiba como o clima irá se comportar nesta quarta-feira (13) em todo o Brasil: Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Sul O tempo fica mais nublado com chuva na faixa leste do Paraná, enquanto na metade norte do estado a chuva ocorre de forma isolada. O tempo permanece firme e sem chuva no Rio Grande do Sul, em Santa Catarina e no sul e oeste do Paraná. As temperaturas ficam baixas, especialmente ao amanhecer. Sudeste Uma frente fria que avançou pela região Sul chega ao Sudeste, deixando o tempo nublado e com pancadas de chuva ao longo do dia em São Paulo, Rio de Janeiro e no centro-sul e Triângulo Mineiro, onde há possibilidade de chuva de moderada intensidade. No interior do estado do Rio de Janeiro, no Espírito Santo e nas regiões centro, leste e nordeste de Minas Gerais, pancadas de chuva isoladas, que podem ser acompanhadas de trovoadas. Centro-Oeste A frente fria na costa do Sudeste organiza a umidade sobre o Brasil Central. A previsão é de céu nublado e chuva a qualquer hora entre Goiás, Mato Grosso e extremo norte de Mato Grosso do Sul, onde a chuva pode ser forte, e não se descarta a ocorrência de temporais. No sul de Mato Grosso do Sul, a chuva é mais isolada, enquanto nas demais áreas do estado o tempo permanece firme com sol entre nuvens. Nordeste O tempo segue instável, com chuva a qualquer momento no oeste da Bahia, no Piauí e no Maranhão. Nas demais áreas da Bahia, pancadas de chuva isoladas com trovoadas, enquanto na faixa litorânea, desde Sergipe até o Rio Grande do Norte, a chuva também ocorre de forma isolada. Norte A combinação de calor com alta umidade continua favorecendo pancadas de chuva em toda a região, que podem ser fortes, e não se descarta a ocorrência de temporais localizados. O post Frente fria alcança o Sudeste e deixa chuva intensa em 2 estados apareceu primeiro em Canal Rural.

Petrobras e Gerdau firmam parceria no mercado livre de gás

Foto: Petrobras A Petrobras e o grupo produtor de aço Gerdau assinaram, nesta segunda-feira (11), contratos para fornecimento de gás natural no mercado livre de comercialização, atendendo a unidade de produção de aços especiais no Rio Grande do Sul. O acordo marca a primeira migração de um cliente do mercado industrial cativo para o mercado livre em território gaúcho. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Assim, a companhia se torna pioneira na mudança para esse modelo de comercialização no estado, cujas regras foram recentemente aprovadas pela agência reguladora estadual e pelo governo gaúcho. “A ampliação da parceria entre Petrobras e Gerdau no mercado livre de gás demonstra que o portfólio de venda de gás natural da Petrobras está, a cada dia, mais competitivo e atrativo. Estamos investindo mais de US$ 7 bilhões em novas infraestruturas de oferta de gás natural, além de oferecer diversas opções de contratos flexíveis, adequados às necessidades dos clientes, com diferentes modalidades de prazo e indexadores, contribuindo para a descarbonização e aumento da competitividade da indústria nacional”, afirmou o diretor de Transição Energética e Sustentabilidade da Petrobras, Maurício Tolmasquim. “A Gerdau teve início há mais de 123 anos no Rio Grande do Sul e tem o estado como uma de suas bases para crescimento no longo prazo. Este acordo fortalece a competitividade de suas operações. A nova parceria com a Petrobras representa movimento pioneiro e inovador na busca pelo desenvolvimento do mercado livre do gás natural no Rio Grande do Sul, um insumo que acreditamos ser fundamental para a produção e descarbonização do aço nos próximos anos”, informou a diretora global de Energia e Suprimentos da Gerdau, Flávia Souza. Pioneirismo no mercado livre de gás A Petrobras, a Gerdau e a Sulgás consolidam o pioneirismo no mercado livre de gás natural, apostando no desenvolvimento de soluções para a criação de um ambiente de comercialização, competitivo, transparente, sustentável e cada vez mais avançado no país. “O mercado livre é positivo para todos os agentes do mercado. Os consumidores passam a ter maior liberdade de escolha, os supridores atuam em um mercado mais aberto e competitivo, e a distribuidora segue focada em expandir e operar a rede com segurança e excelência, conectando mais consumidores ao sistema. O propósito da Sulgás é promover o desenvolvimento do Rio Grande do Sul. Apoiar e integrar o mercado livre do gás faz parte dessa jornada”, disse o diretor executivo da Sulgás, Marcelo Leite. O post Petrobras e Gerdau firmam parceria no mercado livre de gás apareceu primeiro em Canal Rural.