Trump e Milei se encontram pela primeira vez após as eleições dos EUA

Foto: reprodução/Instagram Javier Milei O presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, se reuniu nesta quinta-feira (14) com o presidente argentino, Javier Milei, pela primeira vez desde as eleições americanas. O evento aconteceu em Mar-a-Lago, na Flórida, durante uma gala organizada pelo America First Policy Institute, uma organização que promove a agenda política de Trump. O encontro foi um marco para ambos os líderes, que compartilham uma visão conservadora e se apoiam mutuamente em suas agendas políticas. Milei, que recentemente conquistou a presidência da Argentina, fez um discurso durante o evento, destacando o que chamou de “vento da liberdade” que agora está soprando tanto na Argentina quanto nos Estados Unidos, com a vitória de Trump. O presidente argentino também fez uma referência ao “milagre” de Trump, mencionando a sobrevivência do ex-presidente após um atentado, uma referência à tentativa de assassinato sofrida por Trump durante a sua presidência. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! O evento contou também com a presença de Elon Musk, o bilionário e empresário conhecido por seu papel em empresas como Tesla e SpaceX, que foi elogiado por Trump por seu trabalho para reformar o governo federal. Musk, que tem se aproximado de figuras conservadoras, também foi destaque da noite, com Milei agradecendo ao empresário por seu trabalho em defender a liberdade de expressão na plataforma de mídia social X. Durante o evento, Trump fez questão de elogiar Milei, destacando que o presidente argentino “é uma pessoa MAGA” (sigla para “Make America Great Again“, movimento de Trump). Em sua fala, o ex-presidente dos Estados Unidos também demonstrou apoio à agenda de Milei, que tem se baseado em cortes fiscais e redução do tamanho do governo, em uma linha semelhante à adotada por Trump durante sua gestão. Esse encontro marca um novo capítulo na relação entre os dois líderes, que já haviam trocado elogios e se demonstraram aliados desde as vitórias eleitorais de ambos. Milei, em entrevista recente, comentou sobre a importância de estreitar laços com os Estados Unidos, mencionando que a Argentina está buscando um acordo de livre comércio com o país norte-americano, uma proposta que recebeu apoio de Trump em conversas anteriores. Este é o primeiro encontro de Trump com um chefe de estado estrangeiro após a sua vitória nas eleições de 2024. A presença de Milei no evento reflete o fortalecimento dos laços entre as duas nações, especialmente em um momento em que ambos enfrentam desafios internos e tentam moldar suas respectivas agendas políticas, com foco na redução de impostos, liberalização econômica e políticas conservadoras. O encontro foi transmitido nas redes sociais, com imagens do momento sendo compartilhadas por vários participantes e pelo governo argentino, destacando o apoio entre os dois líderes. O post Trump e Milei se encontram pela primeira vez após as eleições dos EUA apareceu primeiro em Canal Rural.

Yellowstone: conheça a série que explora a realidade da vida no campo

Foto: Paramount+ A série Yellowstone, disponível no catálogo do Paramount+, tem conquistado uma grande base de fãs ao redor do mundo, oferecendo uma mistura de drama, ação e conflitos familiares. Criada por Taylor Sheridan e John Linson, a trama acompanha a família Dutton, proprietária do maior rancho contínuo dos Estados Unidos, e os desafios que enfrentam para proteger sua terra, seu rebanho e seu legado. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! No entanto, além do enredo repleto de reviravoltas, Yellowstone também traz à tona temas profundamente enraizados na realidade da pecuária e da vida no campo, refletindo os dilemas enfrentados por muitos pecuaristas no mundo real. A Pecuária em Yellowstone No cerne de Yellowstone está a pecuária, com a família Dutton envolvida no manejo do maior rancho de gado dos Estados Unidos. O controle do gado e a preservação das terras são questões centrais para a trama. A série explora as tensões entre os Duttons e aqueles que ameaçam suas terras, como desenvolvedores imobiliários, reservas indígenas e até mesmo o governo dos Estados Unidos. Esses conflitos têm forte ligação com a realidade enfrentada por pecuaristas em regiões rurais, onde a terra e o gado são fundamentais para a economia local. Os Duttons, liderados por John Dutton (interpretado por Kevin Costner), representam a luta constante para manter sua propriedade intacta diante das pressões externas. Essa luta pela preservação das terras é uma realidade vivida por muitos pecuaristas, que enfrentam desafios similares em suas tentativas de manter a tradição e a sustentabilidade de seus negócios. A pecuária, com suas complexas relações legais e comerciais, está no centro de muitas disputas territoriais e políticas, refletindo as dificuldades cotidianas de quem vive e trabalha no campo. A Realidade da pecuária nos dias atuais Enquanto Yellowstone dramatiza muitos aspectos da vida no campo, como os confrontos violentos e a constante ameaça de morte que permeiam a série, ela também toca em questões reais que os pecuaristas enfrentam todos os dias. No mundo real, a pecuária é uma atividade econômica fundamental, especialmente nos estados rurais dos Estados Unidos, como Montana, que serve de cenário para a série. Os ranchos e a criação de gado têm um impacto profundo na economia local, com muitos pecuaristas lutando para manter suas propriedades, enfrentar a concorrência e lidar com as regulamentações governamentais. O controle do gado, por exemplo, é uma das tarefas mais complexas e vitais para os pecuaristas. Em Yellowstone, o gado não é apenas um ativo valioso, mas também um símbolo de poder, território e legado familiar. No mundo real, a pecuária exige uma gestão cuidadosa, com questões como roubo de gado, disputas sobre direitos de propriedade e a constante pressão para manter os rebanhos saudáveis e produtivos. Embora os Duttons possam usar métodos extremos para defender seus interesses, no mundo real, os pecuaristas frequentemente enfrentam desafios legais, financeiros e ambientais que exigem uma abordagem mais estratégica e prática. Yellowstone e a popularização da vida rural A série não apenas apresenta a vida no campo, mas também influencia a percepção pública sobre a vida rural e a pecuária. Desde que estreou, Yellowstone ajudou a aumentar o interesse pelo estilo de vida dos ranchos e pela cultura cowboy, com muitas pessoas se encantando pela ideia de viver nas vastas terras de Montana. No entanto, a série também apresenta uma visão idealizada da vida no campo, que pode não refletir totalmente os desafios enfrentados por quem trabalha na pecuária, como a luta constante contra a seca, o aumento de custos e a escassez de mão de obra qualificada. Apesar disso, Yellowstone tem contribuído para aumentar a conscientização sobre a pecuária e os desafios que os pecuaristas enfrentam, estimulando discussões sobre o futuro da agricultura e a necessidade de políticas públicas que apoiem a sustentabilidade e a rentabilidade do setor. A série também destaca a luta dos Duttons para preservar sua terra e sua forma de vida, algo com o qual muitos pecuaristas podem se identificar, especialmente aqueles que enfrentam pressões externas para vender suas terras ou se adaptar às mudanças do mercado. A Pecuária em Montana: realidade à parte Embora a série se concentre nos conflitos familiares e nas tensões dramáticas, ela também reflete uma parte significativa da realidade de Montana e de outras áreas rurais nos Estados Unidos. A pecuária é, de fato, um setor que envolve muito mais do que a criação de gado: ela exige uma gestão detalhada dos recursos naturais, uma compreensão profunda das leis e regulamentações locais e, muitas vezes, a habilidade de negociar com grandes corporações e entidades governamentais. A popularidade de Yellowstone trouxe à tona as complexidades dessa indústria, ao mesmo tempo que, em muitos casos, distorceu algumas das dificuldades do dia a dia dos pecuaristas. Para quem vive essa realidade, a série pode ser tanto uma representação inspiradora quanto uma dramatização exagerada dos desafios diários. Por Henrique Almeida O post Yellowstone: conheça a série que explora a realidade da vida no campo apareceu primeiro em Canal Rural.

Distribuição de fertilizantes e fruticultura são destaques do Cooperativismo em Notícia

Foto: Divulgação Os investimentos em infraestrutura feitos para a área de fertilizantes da Cooperauriverde no sul do estado de Santa Catarina e a família Andreta no quadro “Gente de faz o Agronegócio” são os destaques do programa Cooperativismo em Notícia deste sábado (16). O Sul em evidência: há algum tempo, a Cooperauriverde enxergou na região sul catarinense uma área propícia para a expansão de seus negócios. Os investimentos feitos estão ajudando a manter a qualidade dos produtos que chegam às propriedades dos cooperados, principalmente na área de fertilizantes. A equipe da TVCoop esteve em Morro da Fumaça, em uma das unidades da Auriverde, para mostrar esse processo, que começou com a melhoria na área de armazenamento de produtos agrícolas e se estendeu para o campo, onde o produtor está satisfeito com a qualidade dos insumos. O setor de fertilizantes, principalmente os especiais da Fecoagro, tem conseguido melhorar o desempenho das lavouras e a rentabilidade do associado. Com isso, o nível de confiança da cooperativa com o produtor aumentou consideravelmente. Quadro Gente que Faz: produzir alimentos é a grande missão de quem mexe com a terra. Esta semana, o quadro “Gente que Faz o Agronegócio” apresenta uma família do município de Pinheiro Preto, no meio-oeste catarinense, associados da Coopervil, que suam a camisa há mais de 70 anos para melhorar a qualidade das frutas que produzem. Esses são os Andreta, uma gente simples, que experimentou toda a dureza da vida, mas que conseguiu, com muito trabalho, ser referência na área em que atuam. Por lá, a quarta geração está tomando conta das atividades. Trata-se de mais um belo “case” de sucesso que precisa ser espalhado mundo afora. O programa Cooperativismo em Notícia é produzido pela equipe de comunicação da Fecoagro/SC e veiculado pelo Canal Rural aos sábados, às 8h30, com reprises às terças feiras, às 13h30. O post Distribuição de fertilizantes e fruticultura são destaques do Cooperativismo em Notícia apareceu primeiro em Canal Rural.

BNDES libera empréstimo para recuperação de porto no Rio Grande do Sul

Foto: Diego Vara/ Agência Brasil Um financiamento no valor de R$ 373,46 milhões em duas etapas foi aprovado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) ao Grupo CCGL para investir na recuperação e na retomada das atividades do Terminal Marítimo Luiz Fogliatto (Termasa), no Porto de Rio Grande (RS), danificado pelas chuvas que devastaram o estado em maio deste ano . A estrutura, utilizada para recebimento, armazenagem e expedição de produtos e grãos destinados aos mercados interno e externo, foi gravemente atingida pela enxurrada e ficou impossibilitada de operar. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Com a força da correnteza, um navio atracado no terminal chocou-se contra o cais, afetando a estrutura e interrompendo os serviços. Parte de um investimento total de cerca de R$ 400 milhões, o apoio de R$ 280 milhões do programa BNDES Emergencial, na Modalidade Investimento e Reconstrução, contempla a recomposição da condição operacional do píer, que exigirá a reconstrução da estrutura de atracação de navios, incluindo plataformas e mecanismos de amarração. Na outra operação, de R$ 93,46 milhões, o crédito emergencial será utilizado para liquidez da empresa, por meio da oferta de capital de giro, para ações de mitigação e adaptação às mudanças climáticas e retomada das atividades econômicas. O Termasa adotará medidas para reduzir o risco de novos acidentes e tornar a operação mais segura e confiável. “O apoio à recuperação da infraestrutura portuária favorece a logística e a competitividade do Rio Grande do Sul”, destacou o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante. “Desde o início da catástrofe climática, o BNDES já operou R$ 24 bilhões em crédito direcionado ao território gaúcho, com uma velocidade de aprovação dos projetos seis vezes mais rápida do que a média do Banco”,  acrescentou. O investimento no terminal inclui a execução de obras civis e a aquisição de máquinas e equipamentos nacionais. O terminal está situado à margem oeste do canal de acesso ao Porto de Rio Grande, o que possibilita a exportação de produtos de todo o sul do Brasil, com localização estratégica próxima ao Uruguai, Argentina e Paraguai. O post BNDES libera empréstimo para recuperação de porto no Rio Grande do Sul apareceu primeiro em Canal Rural.

Quando o preço do azeite vai cair? Pesquisador da Esalq responde

Foto: Pixabay O ano de 2024 tem sido marcado pela alta nos preços do azeite de oliva nos supermercados. No mês de junho, por exemplo, o produto subiu 50% e, desde então, continua em altos patamares. O pesquisador da Esalq-USP, Carlos Eduardo Vian, ressalta que a redução da safra global por questões climáticas atingiu em cheio os principais produtores, como Espanha, Portugal, Itália Grécia e, também, os do norte da África. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! “Esses países foram afetados por grandes ondas de calor nos últimos anos, o que impactou na produção, que ocasionou uma redução dos estoques mundiais”. Contudo, de acordo com ele, as expectativas das principais associação de produtores de oliva da União Europeia é de uma boa safra 2024/25. “Com isso, há uma expectativa de que haja uma redução de preços nos próximos meses. Não vamos voltar, necessariamente, a patamares de preços anteriores, mas deve haver uma redução para o início de 2025 e ao longo do primeiro semestre do ano. Devemos sentir isso nas gôndulas de supermercados aqui no Brasil” Produção nacional O presidente do Instituto Brasileiro de Olivicultura (Ibraoliva), Renato Fernandes, diz que não é possível contar com a produção nacional para abater a escassez global do azeite. “Somos insignificantes no contexto global de produção, respondendo por apenas 0,5%, ou 500 mil litros por ano, mas temos grandes possibilidades de crescimento”. De acorod com ele, para isso acontecer, é preciso aumentar a produção no Rio Grande do Sul e também no Sudeste, mas, também, contar com tempo, organização e parcerias. “Isso tem acontecido. Posso relatar como exemplo concreto a vinda do Conselho Oleícola Internacional (COI) ao Brasil nas últimas semanas, o que tem nos aproximado muito dos grandes players para, realmente, o Brasil se tornar um grande produtor”. O post Quando o preço do azeite vai cair? Pesquisador da Esalq responde apareceu primeiro em Canal Rural.

Brasil precisa mostrar a sua verdadeira face na COP30, diz Arnaldo Jardim

Foto: Reprodução Canal Rural A capacidade do agronegócio de mitigar as suas emissões de gases de efeito estufa foi destacada pela comitiva do Brasil na Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas de 2024 (COP29) nesta quinta-feira (14). Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! O deputado federal Arnaldo Jardim, que também é presidente da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), acredita que o Brasil tem a obrigação de apresentar ao mundo, durante a COP30 que ocorrerá em 2025 no Pará, o que faz de melhor em termos sustentáveis. “Nós produzimos um novo projeto de base regulatória para a produção de hidrogênio de baixo carbono, o Combustível do Futuro […], a regulamentação do mercado de carbono vem aí e nós vamos produzir também o marco regulatório para eólicas offshore. Assim, o Brasil não fica devendo a ninguém no mundo nesse sentido”. O parlamentar ressaltou, também, que o agronegócio brasileiro tem compromisso com a sustentabilidade e que o país possui uma matriz energética exemplar. “Tudo isso precisa aparecer e o Brasil precisa mostrar a sua verdadeira face na COP30”. Exemplo do cooperativismo O coordenador de Meio Ambiente da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Alex Macedo, presente no evento internacional, ressaltou que a entidade busca mostrar ao mundo o cooperativismo como instrumento de combate às mudanças climáticas. “O sistema cooperativo tem diversos princípios que reforçam a nossa atuação de preocupação com a comunidade, do interesse em ter um desenvolvimento econômico, social, mas que, ao mesmo tempo, traga equilíbrio ambiental. A gente precisa demonstrar isso e trazer indicadores, números e, para tanto, viemos na COP justamente para reforçar esse papel com dois painéis específicos, um com foco em produção sustentável e outro com foco no papel das cooperativas de crédito no financiamento verde”. A cobertura do Canal Rural na COP29 tem o apoio de Sistema OCB, Portos do Paraná, Itaipu Binacional, ApexBrasil, Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) e Governo Federal O post Brasil precisa mostrar a sua verdadeira face na COP30, diz Arnaldo Jardim apareceu primeiro em Canal Rural.

Confira as cotações médias da arroba do boi nesta véspera de feriado

Foto: Giro do Boi/reprodução O mercado físico do boi gordo volta a se deparar com preços em alta. De acordo com a consultoria Safras & Mercado, o ambiente de negócios ainda sugere por novos reajustes no curto prazo. Isso acontece em linha com a atual posição das escalas de abate, em um ambiente ainda pautado por uma demanda superaquecida, em especial para exportação. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! “É importante destacar que os abates continuam expressivos, e a indústria exportadora tem preferido manter uma dinâmica agressiva na compra de gado, com uma capacidade ociosa relativamente baixa para manter um ritmo forte de embarques”, afirma o analista da empresa Fernando Henrique Iglesias. Segundo ele, a recente elevação dos preços médios das proteínas de origem animal no mercado internacional somado ao processo de desvalorização cambial mantém as exportações altamente atrativas. Preços médios da arroba do boi São Paulo: R$ 339,42 Goiás: R$ 331,43 Minas Gerais: R$ 329,41 Mato Grosso do Sul: R$ 325,68 Mato Grosso: R$ 314,59 Mercado atacadista O mercado atacadista apresentou alta explosiva em seus preços no dia. Contudo, é necessário mencionar que há limitações quando se trata de mercado doméstico, salienta a Safras & Mercado. O consumidor brasileiro tem baixo poder de compra e não tem condições de absorver reajustes tão agressivos. “O processo de migração para proteínas de menor valor agregado, em particular da carne de frango, tende a se acentuar no restante da atual temporada e ganhar ainda mais intensidade ao longo do primeiro trimestre, período em que a população está descapitalizada”, apontou Iglesias. O quarto traseiro foi precificado a R$ 25,50 por quilo, alta de R$ 1,50. O quarto dianteiro ainda é cotado a R$ 19,50, por quilo. Já a ponta de agulha foi cotada a R$ 19,00 por quilo, alta de R$ 0,80. Câmbio O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,08%, sendo negociado a R$ 5,7877 para venda e a R$ 5,7856 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,7626 e a máxima de R$ 5,8291. Na semana, a moeda teve valorização de 0,91%. O post Confira as cotações médias da arroba do boi nesta véspera de feriado apareceu primeiro em Canal Rural.

Soja: saiba os preços da saca e como o mercado se comportou

Foto: Ascom Famasul O mercado brasileiro da soja registrou lotes pontuais negociados nesta quinta-feira (14), com rumores de compras a preços firmes e pagamento previsto para janeiro. As informações são da Safras & Mercado. Por outro lado, os negócios ocorreram antes da queda acentuada observada na Bolsa de Chicago, o que levou o mercado interno a se travar, com recuo nos preços. Muitas das indicações serviram apenas como referência durante o dia. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Cotações no Brasil Passo Fundo (RS): a saca de 60 quilos caiu de R$ 135,00 para R$ 134,00 Região das Missões (RS): a saca desceu de R$ 134,00 para R$ 133,00 Porto de Rio Grande (RS): o preço diminuiu de R$ 143,50 para R$ 143,00 Cascavel (PR): a saca diminuiu de R$ 138,00 para R$ 137,00 Porto de Paranaguá (PR): o preço recuou de R$ 144,50 para R$ 143,00 Rondonópolis (MT): a saca se manteve estável em R$ 153,00 Dourados (MS): o preço caiu de R$ 141,00 para R$ 139,00 Rio Verde (GO): a saca caiu de R$ 138,00 para R$ 135,00 Chicago Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam em queda nesta quinta-feira. Foi a quarta sessão consecutiva de perdas, com os traders avaliando os sinais de um possível governo Trump que poderiam afetar negativamente o mercado. A maior preocupação é a possibilidade de mudanças nas regras para a produção de biodiesel, o que reduziria a demanda interna pelos grãos. Além disso, o temor de uma nova guerra comercial com a China e o retorno das tarifas elevadas impactaram as expectativas. A Associação Norte-Americana dos Processadores de Óleos Vegetais (NOPA) divulgará nesta sexta-feira, 15, o resultado do esmagamento de soja nos Estados Unidos para o mês de outubro, com o mercado aguardando um total de 196,843 milhões de bushels. O volume de setembro foi de 177,320 milhões de bushels, enquanto em outubro do ano passado foi de 189,774 milhões de bushels. A venda de 176.000 toneladas de soja foi reportada aos exportadores privados dos EUA, com destino ainda não revelado, a serem entregues na temporada 2024/25. Contratos futuros Os contratos da soja em grão com entrega em janeiro fecharam com queda de 20,25 centavos de dólar, ou 2%, a US$ 9,87 1/2 por bushel. A posição de março foi cotada a US$ 9,99 1/4, com perda de 19,25 centavos, ou 1,89%. Nos subprodutos, o farelo de soja com vencimento em dezembro fechou com queda de US$ 4,60, ou 1,57%, a US$ 287,00 por tonelada. O óleo de soja, também com vencimento em dezembro, caiu 0,74 centavo, ou 1,63%, fechando a 44,44 centavos de dólar. Câmbio O dólar comercial encerrou a sessão com uma leve alta de 0,08%, negociado a R$ 5,7877 para venda e a R$ 5,7856 para compra. Durante o dia, a moeda oscilou entre a mínima de R$ 5,7626 e a máxima de R$ 5,8291. Na semana, a moeda teve uma valorização de 0,91%. O post Soja: saiba os preços da saca e como o mercado se comportou apareceu primeiro em Canal Rural.

Como está o plantio da soja? Veja os números atualizados

Foto: Canal Rural Mato Grosso O plantio da safra de soja 2024/25 no Brasil chegou a 78,2% da área prevista até o dia 14 de novembro, segundo dados da consultoria Safras & Mercado. O número é superior à média dos últimos cinco anos, que é de 71,1%. Em comparação com a semana passada, quando o índice era de 69,1%, o ritmo do plantio tem se acelerado. Em relação ao ano passado, quando o progresso era de 68,2% no mesmo período, o cenário também é mais positivo, o que pode favorecer o ciclo da soja e possibilitar uma colheita mais antecipada. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! O clima no plantio e colheita da soja As condições climáticas variam entre as principais regiões produtoras da soja. Em algumas áreas, como o Centro-Oeste e o Sul, a chegada de chuvas fortes pode atrasar os trabalhos no campo, afetando tanto o plantio quanto a colheita. Em algumas regiões, o tempo firme e a previsão de chuvas moderadas nos próximos dias devem ajudar na recuperação da umidade do solo e no desenvolvimento das lavouras. Na região Norte, por exemplo, o retorno da umidade favorece tanto a soja quanto o milho. Por outro lado, o Oeste de Mato Grosso do Sul enfrenta um período de seca nas lavouras de soja, com a falta de chuvas prevista para persistir por cerca de 10 dias. Esse quadro eleva o risco de incêndios, exigindo cuidados redobrados dos produtores. A expectativa é que as chuvas mais volumosas só retornem no final de novembro, e a umidade do solo deverá ser recuperada mais efetivamente apenas em dezembro. Até lá, os produtores precisarão recorrer à irrigação para garantir a saúde das lavouras. O post Como está o plantio da soja? Veja os números atualizados apareceu primeiro em Canal Rural.

Preço do boi deve ter leve correção para baixo, diz CEO da JBS

Foto: Gilson Abreu/AEN O CEO da JBS, Gilberto Tomazoni, afirmou que o preço do boi no Brasil, após oscilações ao longo de 2024, apresenta espaço para uma leve correção para baixo. “O preço do boi caiu ao longo do ano e, agora, subiu muito. Então, eu acho que tem espaço aí para uma pequena correção. Não vejo que vai voltar àqueles preços que estavam lá atrás, porque também não é sustentável”, afirmou Tomazoni, em meio à divulgação dos resultados do terceiro trimestre da empresa. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Segundo ele, a alta demanda internacional contribuiu para a valorização atual. Mas o cenário deve se estabilizar nas próximas semanas. No terceiro trimestre de 2024, a JBS registrou receita líquida recorde de R$ 110 bilhões, um crescimento de 20,9% em comparação com o mesmo período do ano passado. No acumulado dos últimos 12 meses, a receita totalizou R$ 396,6 bilhões, impulsionada pelo aumento das vendas de carne bovina e pelo fortalecimento de marcas como a Friboi. A margem Ebitda ajustada da empresa atingiu 10,8%, quase o dobro do registrado em 2023, com Ebitda ajustado de R$ 11,9 bilhões, superando as expectativas de mercado. Tomazoni destacou o impacto da Friboi, que se beneficiou da busca dos consumidores por “marcas aspiracionais”, consolidando a estratégia da JBS de investir em marcas de valor agregado. A força da Friboi no mercado, segundo o CEO, foi essencial para os resultados positivos, aliados à forte demanda internacional e ao crescimento nas exportações. A JBS projeta que a estabilização do preço do boi no mercado brasileiro deverá contribuir para um equilíbrio sustentável da cadeia produtiva, com a Friboi continuando a desempenhar um papel central na consolidação de receita e na preferência do consumidor. O post Preço do boi deve ter leve correção para baixo, diz CEO da JBS apareceu primeiro em Canal Rural.