Acordo Mercosul-UE pode ajudar PIB do Brasil a crescer mais, afirma Alckmin

Geraldo Alckmin. Foto: Fiesp O presidente da República em exercício e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, vice-presidente Geraldo Alckmin, destacou nesta sexta-feira (6) os impactos econômicos que serão gerados para o Brasil a partir do acordo comercial entre Mercosul e União Europeia – que ainda depende da conclusão de uma série de etapas para entrar em vigor. Alckmin citou o potencial de o tratado ajudar a reduzir a inflação e aumentar o crescimento do PIB brasileiro. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Segundo o ministro, as negociações tiveram o apoio das associações representativas da Indústria (CNI), do Comércio (CNC) e da Agricultura (CNA). “Pode ajudar a fazer o PIB do Brasil crescer mais, as exportações brasileiras crescerem mais, a renda e o emprego crescer mais e derrubar a inflação. Então é uma agenda extremamente positiva, e depois de anos e anos de negociação, finalmente se celebra o anúncio deste acordo”, disse Alckmin a jornalistas. Segundo estudo divulgado pelo governo, o acordo vai gerar para o Brasil um efeito positivo de 0,34% sobre o PIB (R$ 37 bilhões), com aumento de 0,76% nos investimentos (R$ 13,6 bilhões), uma redução de 0,56% no nível de preços ao consumidor e aumento de 0,42% nos salários reais. Os desvios porcentuais foram estimados para o ano de 2044, e os valores em reais consideram o ano base de 2023. A referência a 2044 é feita porque, em modelos de equilíbrio geral, os impactos nas variáveis macroeconômicas são normalmente feitos para 20 anos, tempo suficiente para considerar que a economia estaria totalmente ajustada às novas circunstâncias, explicou uma fonte à reportagem. Segundo Alckmin, estudos também mostraram que as exportações para a União Europeia poderão crescer na agricultura 6,7%, 14,8% nos serviços e 26,6% na indústria de transformação. O post Acordo Mercosul-UE pode ajudar PIB do Brasil a crescer mais, afirma Alckmin apareceu primeiro em Canal Rural.

Produtores e pesquisadores apresentam relatório de gestão integrada dos recursos hídricos

Foto: Divulgação Um relatório sobre a Gestão dos Recursos Hídricos Superficiais e Subterrâneos no Oeste da Bahia, foi apresentado por produtores rurais e pesquisadores aos promotores públicos do estado da Bahia e aos técnicos da Secretaria Estadual de Meio Ambiente (Sema) e do Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema).  A reunião para a apresentação dos resultados do projeto foi realizada nesta quinta-feira (5), com representantes das associações Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa) e de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba) em Salvador (BA). De acordo com as entidades, esta também foi considerada a primeira reunião do grupo de trabalho, capitaneada pela Sema, que vai possibilitar uma integração para geração de dados consolidados sobre a Gestão dos Recursos Hídricos Superficiais e Subterrâneos no Oeste da Bahia. Executores da pesquisa de monitoramento no Oeste, os pesquisadores das universidades federais de Viçosa (UFV) e do Rio de Janeiro (UFRJ), Everardo Mantovani, Marcos Heli, Michel Castro e Gerson Cardoso, levaram os resultados dos monitoramentos do regime de chuvas e das águas superficiais e subterrâneas do Aquífero Urucuia.  Cooperação Dentro do convênio de cooperação técnica já firmado entre a Sema, Inema, Aiba e UFV, foi estabelecida a proposta de atualização do plano de trabalho para o próximo ano. Um dos objetivos é aumentar a periodicidade dos encontros técnicos para avançar nas próximas etapas do projeto de monitoramento dos recursos hídricos. Foto: Divulgação Os esforços também se concentrarão na instalação de estações pluviométricas e fluviométrica para medir os índices de precipitação de chuvas e os níveis dos rios da região. O Inema apresentou a estrutura de monitoramento do estado, reforçando a importância da ampliação da infraestrutura na região.  A diretora-geral do Inema, Maria Amélia Lins, defende a gestão integrada dos dados coletados sobre os recursos hídricos da região, que deve ser disponibilizada em portal eletrônico, evidenciando o trabalho já desenvolvido pelo órgão na disponibilização dos dados hidrológicos do estado. “É muito importante este convênio de cooperação para aumentar a estrutura de monitoramento e que esses dados a serem divulgados em um portal como forma de gerar mais transparência e credibilidade e amparar novos estudos e políticas públicas”, afirma. No encontro, a Sema, representada pelo chefe de gabinete, André Ferraro, também acredita na parceria com o setor produtivo para ampliar e modernizar a rede hidrológica e o fornecimento de dados para melhor gerenciamento e monitoramento das águas no oeste. Diálogo  Com a participação dos promotores, Augusto Matos, Eduardo Bittencourt e Luciana Khoury, a segunda etapa de apresentações do projeto se aprofundou na importância da fiscalização e do diálogo na gestão dos recursos hídricos, reforçando a necessidade de um manejo sustentável para enfrentar desafios, como a escassez hídrica. O encontro, segundo os presentes, foi considerado um marco na busca por soluções inovadoras e sustentáveis para a preservação ambiental e o equilíbrio do desenvolvimento no estado.  Além de Júlio Busato, a Abapa foi representada pela vice-presidente, Alessandra Zanotto Costa, que assumirá a entidade no biênio 2025/26. “Estes dois encontros, com os órgãos ambientais e com o Ministério Público, demonstram o quanto nós produtores contribuímos com pesquisas sérias e dados confiáveis sobre tudo o que cerca o nosso negócio”, afirma. Também participaram do evento, o presidente da Aiba, Odacil Ranzi, e o vice-presidente, Moisés Schmidt, também executores do projeto do estudo do potencial hídrico do oeste da Bahia, inspirado em Nebraska, nos Estados Unidos, um grande pólo agrícola, considerado um modelo de gestão dos recursos hídricos compatibilizado com o uso na agricultura.  Entusiasta e defensor do projeto, o deputado estadual, Eduardo Salles, acompanhou a comitiva na articulação entre o setor produtivo e o poder público. Pela Aiba, também acompanharam os encontros a gerente de sustentabilidade da entidade, Éneas Porto; a especialista em recursos hídricos da Aiba, Glaucia Araújo e as analistas ambientais, Raquel Paiva e Lívia Ribeiro. Pela Abapa, o gerente executivo, Gustavo Prado, e a coordenadora de sustentabilidade, Yanna Costa. Com produção em crescimento, laranja é a ‘fruta da vez’ na Bahia Siga o Canal Rural Bahia no Instagram! Você também pode participar deixando uma sugestão de pauta. Clique aqui e envie uma mensagem para o nosso WhatsApp! O post Produtores e pesquisadores apresentam relatório de gestão integrada dos recursos hídricos apareceu primeiro em Canal Rural.

Fávaro: acordo prevê tarifa zero para frutas, café e outros produtos brasileiros, além de cotas importantes

Foto: Instagram/reprodução O ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, classificou nesta sexta-feira (6), o acordo comercial entre Mercosul e União Europeia como “muito importante” para a agropecuária brasileira. “Hoje é um dia histórico para a diplomacia, em especial, a brasileira. Um dia histórico, graças à interferência e à dedicação do presidente Lula, conseguimos formalizar o acordo entre Mercosul e União Europeia. Buscávamos esse acordo há 25 anos, que é muito importante para a nossa agropecuária”, afirmou Fávaro em vídeo publicado nas redes sociais. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! O anúncio da conclusão definitiva do tratado comercial foi feito durante a Cúpula do Mercosul em Montevidéu, no Uruguai. Os textos acordados serão divulgados nos próximos dias, segundo o Ministério da Agricultura. O tratado ainda precisará ser traduzido, revisado juridicamente, assinado e ratificado pelos Parlamentos dos países do Mercosul e da União Europeia (UE). Para Fávaro, o acordo vai permitir maior “liberdade comercial” para exportação de produtos agropecuários do Brasil. “Esse acordo prevê, por exemplo, tarifa zero para frutas, café e outros produtos brasileiros e cotas importantes (com tarifas reduzidas) para exportação de açúcar, carne de frango, carne bovina e etanol”, detalhou o ministro. Segundo Fávaro, o Brasil vai mostrar a sua competência com o acordo, podendo acessar mercado relevante, como a União Europeia. “O presidente Lula se dedicou, todos nós trabalhamos e o resultado está aí. Com a tradução do acordo, a implementação dele nos próximos meses, vamos aproveitar as oportunidades econômicas. O Brasil e o Mercosul ganham muito com esse acordo formalizado”, concluiu. O post Fávaro: acordo prevê tarifa zero para frutas, café e outros produtos brasileiros, além de cotas importantes apareceu primeiro em Canal Rural.

Produtor de soja: atenção às chuvas intensas previstas!

Foto: Pixabay, por FelixMittermeier Nesta semana, a previsão do tempo para as regiões produtoras de soja no Brasil indica uma tendência de boas condições para o manejo da lavoura em diversas áreas, mas também traz alerta para fortes chuvas que devem atingir algumas regiões, com risco de alagamentos e danos às atividades agrícolas. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! O tempo pelo Brasil No Centro-Oeste e Sudeste, as condições climáticas são favoráveis para os produtores da soja, com boa umidade do solo e chuvas moderadas previstas para os próximos dias. A expectativa é de acumulados de até 30 mm, o que irá auxiliar nos trabalhos de campo, como a aplicação de adubação e outros manejos necessários. Essas regiões devem aproveitar o período para avançar nas atividades agrícolas, pois há previsão de uma nova frente fria com chuvas a partir da próxima semana, que poderá trazer mais umidade. Em Mato Grosso do Sul, as chuvas retornaram, mas algumas áreas, principalmente na fronteira com o Uruguai, ainda enfrentam um cenário mais seco. No Centro-Norte de Minas Gerais, a situação também é favorável, mas o estado da Bahia e partes do Piauí precisam de mais chuvas, especialmente no Centro-Norte do Maranhão. O Centro-Sul do Pará também apresenta mudanças no clima, com chuvas chegando a essas áreas, mas o produtor da faixa norte do estado ainda aguarda um aumento na precipitação. Muita chuva na lavoura de soja! No entanto, o destaque da previsão fica por conta das fortes chuvas previstas para o Sul do Brasil, especialmente no Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná e extremo Sul de São Paulo. Para o final de semana, a previsão aponta para acumulados que podem superar 200 mm em algumas áreas. Esse volume elevado de chuva pode prejudicar as atividades de campo, ocasionando alagamentos, deslizamentos de terra e até transbordamento de rios, colocando em risco a infraestrutura e as lavouras. A previsão é ainda mais preocupante para regiões como o Sul do Rio Grande do Sul, Norte de Santa Catarina e Estado do Paraná, onde o volume de precipitação pode superar 250 a 300 mm em um curto período, o que representa um risco significativo de enchentes e danos consideráveis para a produção agrícola. Além disso, a chuva será acompanhada de granizo e rajadas de vento que podem ultrapassar os 100 km/h, aumentando ainda mais os riscos de danos às lavouras e à infraestrutura local. O post Produtor de soja: atenção às chuvas intensas previstas! apareceu primeiro em Canal Rural.

Tereza Cristina diz esperar que agora acordo Mercosul-UE realmente caminhe

Foto: FPA A ex-ministra da Agricultura e senadora Tereza Cristina (PP-MS) afirmou que espera que agora o acordo comercial entre Mercosul e União Europeia (UE) “realmente caminhe”. “Estamos prontos no Senado Federal para examinar o anúncio de Montevidéu, que contempla as negociações de 2023”, afirmou a senadora em publicação na rede social X, antigo Twitter. A declaração da ministra ocorre após o acordo também ter tido sua conclusão anunciada em 2019, mas não avançar nas fases seguintes. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! O anúncio da conclusão definitiva do tratado comercial foi feito nesta sexta-feira durante a Cúpula do Mercosul em Montevidéu, no Uruguai. Os textos acordados serão divulgados nos próximos dias, segundo o Ministério da Agricultura. O tratado ainda precisará ser traduzido, revisado juridicamente, assinado e ratificado pelos Parlamentos dos países do Mercosul e da União Europeia (UE). Tereza Cristina participou, na época como ministra, ativamente das negociações do capítulo agrícola em 2019. “Nunca é tarde para se ouvir a verdade – os europeus admitem que o Acordo Mercosul-UE é bom para a Europa e nenhum padrão na qualidade de alimentos será quebrado. É um ganha-ganha. Sabemos desde 2019, quando fechamos em Bruxelas a parte comercial do tratado, traduzido e revisado durante dois anos – e que depois ficou emperrado pelo que chamo de protecionismo verde”, afirmou a senadora. A senadora também transcreveu a fala da presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, na qual ela disse que o “acordo é uma vitória para a Europa”. O post Tereza Cristina diz esperar que agora acordo Mercosul-UE realmente caminhe apareceu primeiro em Canal Rural.

Antes de assinatura, acordo Mercosul-UE passará por revisão legal e tradução para 25 línguas

Foto: Ricardo Stuckert/PR Após concluir as negociações do Acordo de Parceria, anunciado nesta sexta-feira (6), Mercosul e União Europeia ainda precisam vencer algumas etapas para que o tratado entre os blocos entre efetivamente em vigor. “As partes pacificaram o entendimento em todos os textos, seja nos temas objeto de reabertura, seja naquelas pendências que persistiam desde 2019. A conclusão das negociações, contudo, não produz efeitos jurídicos imediatos, que ocorrem apenas com a assinatura e entrada em vigor do acordo”, informou o governo brasileiro em documento divulgado nesta sexta-feira. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! A partir de agora, Mercosul e União Europeia iniciam a preparação dos textos para a assinatura, passando pelas seguintes etapas: Revisão legal Em estágio avançado, acordo será revisado para assegurar a consistência, harmonia e correção linguística e estrutural. Tradução Após a revisão legal, o acordo é traduzido do inglês para as 23 línguas oficiais da União Europeia e as duas línguas oficiais do Mercosul, português e espanhol. Assinatura Concluídas as etapas de revisão e tradução, o acordo estará pronto para ser assinado, com a manifestação formal das partes por sua aceitação. Internalização Com o acordo assinado, ele será submetido a processos internos de aprovação nos países que formam os dois blocos. No Brasil, esse caminho envolve os Poderes Executivo e Legislativo, com necessidade de aprovação do Congresso Nacional. Ratificação Com a finalização dos trâmites internos, as partes fazem uma notificação e ratificam o compromisso de cumprir o acordo. Vigência O acordo entrará em vigor e produzirá efeitos jurídicos no primeiro dia do mês seguinte à notificação da conclusão dos trâmites internos. O acordo de parceria entre os blocos estabelece a possibilidade de vigência bilateral. Assim, bastaria que a União Europeia e o Brasil – ou qualquer outro País do Mercosul – concluam o processo de ratificação para a sua entrada em vigor bilateralmente entre tais partes. Longo período de negociação As tratativas para o fechamento do acordo de livre comércio entre o Mercosul e a União Europeia, que reunirá 700 milhões de consumidores, se estenderam ao longo de 25 anos. As discussões para o tratado tiveram grande avanço em 2019, quando houve um “acordo político”, que acabou emperrado pela resistência de diversos países europeus, notadamente a França, que enfatizou as críticas a questões ambientais. O post Antes de assinatura, acordo Mercosul-UE passará por revisão legal e tradução para 25 línguas apareceu primeiro em Canal Rural.

Para Milei, Mercosul nasceu para aprofundar laços comerciais, mas virou ‘uma prisão’

Foto: Instagram/reprodução Para o presidente da Argentina, Javier Milei, o Mercosul tornou-se uma prisão para os países membros, apesar de ter sido criado com a intenção de estreitar o comércio no continente. O tom crítico ao bloco permeou o discurso do líder argentino durante a rodada de pronunciamentos feitos após o anúncio do Acordo de Parceria entre Mercosul e União Europeia nesta sexta-feira (6). “O Mercosul, que nasceu com a ideia de aprofundar nossos laços comerciais, se converteu em uma prisão que não permite que seus países membros aproveitara suas vantagens comparativas e potencial exportador”, afirmou Milei. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Segundo o líder, os resultados do bloco foram contrários aos pretendidos, com encarecimento na exportação e dos produtos internos. “As instituições não podem ser avaliadas por suas intenções, mas sim pelos resultados”. Neste cenário, Milei defendeu a busca por uma nova fórmula para o Mercosul, que beneficie a todos, permitindo que os membros comercializem mais e melhor. “Queremos autonomia, mas sem deixar de respeitar os acordos, porque é o comércio que gera prosperidade e permitirá acabar com o grande flagelo latino-americano: a pobreza”, reforçou. O presidente da Argentina disse ainda que os últimos 20 anos de política econômica deixaram o país em um poço profundo, atribuindo parte disto às políticas do Mercosul. “A consolidação em um bloco comum não só nos impediu de crescer, mas também prejudicou”, avaliou. “Este problema não é novo, mas se continuarmos tapando o sol com as mãos, se tornará cada vez mais difícil de solucionar”, complementou Milei. O post Para Milei, Mercosul nasceu para aprofundar laços comerciais, mas virou ‘uma prisão’ apareceu primeiro em Canal Rural.

Cem anos da soja no Brasil: a trajetória do grão no país

Victor Pasinato/divulgação Neste início de dezembro, a Fenasoja celebra o centenário do plantio da soja no Brasil, marcando a trajetória de uma cultura que se consolidou como um dos pilares do agronegócio nacional. Inicialmente cultivada para alimentação animal, a soja viu sua produtividade crescer gradativamente, impulsionada pela crescente demanda global por óleos e proteínas vegetais. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! A soja e o desenvolvimento regional A soja desempenhou um papel determinante no desenvolvimento socioeconômico do Rio Grande do Sul, primeiro estado a receber os grãos da oleaginosa. Com o passar do tempo, a região se tornou pioneira na instalação de indústrias de maquinários agrícolas e esmagadoras de soja no país, além de avançar em tecnologias de produção. A cultura se expandiu para o Centro-Oeste, o que demandou pesquisas para a adaptação da soja às novas condições climáticas. No Sul, a variação na duração do dia ao longo do ano é um desafio, enquanto na linha do Equador há maior estabilidade entre dia e noite. Isso exigiu o desenvolvimento de variedades adaptadas a essas condições. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Avanços nas tecnologias de sementes A expansão para áreas tropicais envolveu desafios como a melhoria dos solos do cerrado e o controle de pragas e doenças. Nesse contexto, os avanços em genética e manejo foram essenciais para garantir a adaptabilidade da soja e aumentar seu potencial produtivo. As inovações no desenvolvimento de cultivares resistentes aos principais desafios da agricultura tropical e adaptadas às condições regionais têm sido fundamentais para a continuidade da expansão da cultura. Diferentes finalidades A soja é reconhecida pela sua importância na alimentação humana e animal, devido ao seu alto teor de proteínas e propriedades funcionais. Na dieta humana, substitui a proteína animal em produtos como leite de soja, tofu, farinha de soja e carnes vegetais. Na nutrição animal, é essencial na produção de rações para aves, suínos e bovinos. Além disso, a soja tem diversos outros usos na indústria e na geração de energia. O óleo de soja é utilizado em produtos alimentícios, cosméticos, tintas e plásticos. Também é uma importante matéria-prima na produção de biodiesel, um dos combustíveis do futuro, e seus resíduos, como farelo e bagaço, são usados para a produção de biogás. O post Cem anos da soja no Brasil: a trajetória do grão no país apareceu primeiro em Canal Rural.

Em leilão histórico, garanhão quarto de milha passa a valer R$ 160 milhões

Foto: Monte Sião/divulgação O garanhão Genesis 66, destaque da raça quarto de milha, foi responsável por um marco histórico no primeiro leilão do Monte Sião Haras, realizado no início desta semana no hotel Rosewood São Paulo. Metade dos direitos do animal foi vendida a um fundo de investimento por R$ 80 milhões, pagos em 50 parcelas de R$ 1,6 milhão. Dessa forma, o Genesis 66 passa a ser avaliado em R$ 160 milhões, maior valor já registrado para um cavalo no país. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Marcos históricos O evento atingiu um valor total arrecadado de R$ 174 milhões, considerado o maior leilão em arrecadação na história do Brasil. O garanhão Genesis 66 também garantiu ao Monte Sião Haras o título de maior venda de quarto de milha no país. O leilão ainda apresentou outros exemplares de genética superior, como Crystalized Whizkey, Troia Apollo MRL, Dinastia Apollo Roxo e Go Girl Toro LM, entre outros animais reconhecidos pela habilidade, beleza e desempenho excepcionais. O leilão contou com a participação de vendedores renomados, como Haras Za, Haras Esperança, Rancho Onça Parda, Fazenda Sapucaia, entre outros. Para a CEO do grupo Monte Sião, Dalide Corrêa, o sucesso do leilão reflete a dedicação do haras em genética e manejo de alto padrão, além de destacar o valor do mercado de equinos no Brasil. Ela qualificou o evento como “histórico”, marcando novo capítulo no segmento de equinos no país. “Este momento histórico só foi possível graças à parceria de criadores que acreditam na força do setor. “Cada animal apresentado aqui não representa apenas genética e desempenho de alto padrão, mas também o esforço e a dedicação incansáveis de criadores que acreditam na força do nosso mercado”, afirmou Dalide. O post Em leilão histórico, garanhão quarto de milha passa a valer R$ 160 milhões apareceu primeiro em Canal Rural.

Aprosoja MT promove novas ações contra a Moratória da Soja

Foto: Aprosoja MT Na Assembleia Geral realizada nesta quinta-feira (05/12), mais de 250 produtores associados à Aprosoja MT autorizaram a diretoria a iniciar uma nova rodada de ações estratégicas para combater a Moratória da Soja. A principal deliberação foi o desenvolvimento de uma estratégia legislativa municipal, com o intuito de mobilizar prefeitos e vereadores dos municípios produtores de soja em Mato Grosso. A intenção das ações é aprovar leis locais que proíbam a concessão de alvarás de funcionamento para empresas que desrespeitem o princípio da livre iniciativa dos produtores rurais. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Ações aliada ao produtor rural O presidente da Aprosoja MT, Lucas Costa Beber, destacou que a Moratória da Soja tem prejudicado a competitividade do setor, especialmente ao impor regras externas que ignoram a realidade local. Ele enfatizou que a entidade não aceitará que empresas atuem nos municípios, interferindo na liberdade econômica dos produtores locais. “É hora de defender o Mato Grosso e a liberdade econômica do nosso setor”, afirmou. A Aprosoja MT também reforçou que continuará monitorando as negociações sobre a moratória, mas considera que a estratégia legislativa municipal é um passo essencial para proteger os produtores e garantir a soberania econômica dos municípios mato-grossenses. Além das discussões sobre a Moratória, a Assembleia abordou temas estratégicos para 2025, como a aprovação do núcleo de São José do Rio Claro e a atualização do programa Soja Legal. Durante o evento, o presidente ressaltou o crescimento e a representatividade da Aprosoja MT, destacando a importância da participação ativa dos produtores nas decisões da entidade. A participação ativa dos associados também foi destacada por Luiz Pedro Bier, vice-presidente da Aprosoja MT, que ressaltou a importância da Assembleia como o momento mais significativo do ano para a associação, permitindo que os produtores acompanhassem a aplicação dos recursos e contribuíssem para as decisões. A Assembleia ainda apresentou resultados de diversos programas da Aprosoja MT, como Agrosolidário e Futuro em Campo, reforçando a relevância da entidade para o setor. O orçamento aprovado para 2025 também foi discutido, com ênfase nos recursos destinados à comunicação para fortalecer a imagem do agronegócio mato-grossense, especialmente em eventos internacionais como a COP30. O post Aprosoja MT promove novas ações contra a Moratória da Soja apareceu primeiro em Canal Rural.