Frente fria espalha chuva em duas regiões brasileiras; veja a previsão de hoje

Foto: Inmet/Reprodução O primeiro sábado de dezembro será marcado pela chegada de uma frente fria que deve expandir a chuva em duas regiões brasileiras: Sul e Centro-Oeste. Contudo, precipitações também atingem estados de outras áreas. Veja a previsão completa: Sul A chegada de uma frente fria trará chuva aos três estados da Região. O dia será instável, com previsão de chuva frequente e forte intensidade. Há risco de temporais localizados e acumulados elevados, especialmente no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina. No extremo sul gaúcho, tempo firme, mas com muita nebulosidade. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Sudeste O fim de semana começa com sol predominando em Minas Gerais, Espírito Santo e Rio de Janeiro. Não há previsão de chuva nessas áreas. Em São Paulo, o tempo será firme em Ribeirão Preto, Campinas, Vale do Paraíba e litoral norte. Nas demais áreas, incluindo a Grande São Paulo, há chance de pancadas de chuva à tarde, mas sem risco de temporais. Centro-Oeste O sábado será quente e seco em Goiás, no leste de Mato Grosso e no nordeste de Mato Grosso do Sul. Já na metade oeste mato-grossense e em grande parte do sul-mato-grossense, a frente fria provocará chuva e tempo abafado. Nordeste As instabilidades ficam concentradas no litoral, com chuva passageira de São Luís (MA) a Salvador (BA). Entretanto, no interior, o sol predomina, e as temperaturas chegam a 38°C. Norte Dia quente abafado, com pancadas de chuva fortes à tarde no Acre, em Rondônia, no Amazonas e no interior de Roraima e Amapá. No norte do Amapá, a Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) intensifica as chuvas. Porém, nas demais áreas, o tempo será ensolarado e muito quente. O post Frente fria espalha chuva em duas regiões brasileiras; veja a previsão de hoje apareceu primeiro em Canal Rural.
Ibovespa: quem ganha e quem perde com acordo Mercosul-UE?

O acordo de livre comércio entre o Mercosul e a União Europeia (UE) “constrói uma ponte” entre os dois lados do Atlântico. E os setores do mercado brasileiro que mais devem se beneficiar dessa travessia são os exportadores num geral – com destaque para as empresas de commodities -, mas em especial o agronegócio e, sobretudo, os frigoríficos, segundo analistas ouvidos pela CNN. Leia Mais Anúncio supera fadiga e libera energia para novas frentes, diz Prazeres sobre Mercosul-UE ao WW Acordo Mercosul-UE deve impulsionar investimentos e empregos, avalia Argentina Acordo Mercosul-UE inclui termos que protegem setor automotivo do Brasil, diz governo “Quem ganha mais é agronegócio. O agro brasileiro já é muito mais competitivo do que o europeu, e a eliminação de tarifas para mais de 90% dos produtos comercializados entre os blocos beneficiará setores de carnes bovina, suína e de aves, que terão acesso ampliado ao mercado europeu, aumentando a ainda mais a competitividade brasileira”, aponta Graziano Messana, presidente da Eurochambers Brazil. “Também o setor de logística e infraestrutura pode indiretamente se beneficiar porque as indústrias e incremento de fluxo comercial estão ligados à logística, transporte marítimo e infraestrutura portuária”, conclui. Outros produtos destacados por Messana são soja, milho e café. Com o acesso ao mercado europeu, Rafael Dadoorian, sócio-fundador da Convexa, aponta para uma dupla valorização do produto nacional. A entrada em um mercado exigente, no qual é necessária grande qualificação para ser comercializado, serve de vitrine para as exportações brasileiras. “O acordo é uma chance de o Brasil se destacar ainda mais no comércio global. Para o setor frigorífico, é uma oportunidade de consolidar nossa posição como referência em proteína animal, mas isso vai exigir que o país jogue bem o jogo europeu – oferecendo rastreabilidade dos produtos e sustentabilidade da produção, tudo aquilo que é uma exigência do mercado europeu”, enfatiza Dadoorian. “Além disso, países como a França temem prejuízos para os agricultores e os mercados locais, o que pode aumentar as exigências para o Brasil”, conclui o sócio-fundador da Convexa. Mercosul-UE: açúcar de beterraba na França não dá mais, diz professor de RI | Money News E com o mercado brasileiro crescendo lá fora, os negócios tupiniquins também devem inflar na cena doméstica. Os agentes econômicos vinham acompanhando de perto os desdobramentos das negociações, e agora que foram concluídas, as expectativas se voltam para as empresas destes setores beneficiados. Do ponto de vista do Ibovespa, os analistas ouvidos pela CNN destacam empresas como: JBS; BRF; Marfrig; Minerva; Cosan e Raízen, também devido o foco europeu em sustentabilidade, enfatiza Messana; Vale; as indústrias siderúrgicas; “Nossa indústria também pode se beneficiar, como WEG e Embraer, apesar de serem empresas que também podem ter alguma competição internamente”, ressalta Matheus Amaral, especialista em renda variável do Inter. Atração de investimentos Com um cenário econômico incerto, o Brasil tem sofrido para manter o investidor estrangeiro entretido com as oportunidades por aqui. Os gringos retiram mais de R$ 3 bilhões do Ibovespa em novembro, levando a parcial do ano acumular fuga de R$ 25,9 bilhões, revertendo quatro anos seguidos de resultados positivos, e levando 2024 a caminhar para um dos piores resultados em quase uma década. Porém, os analistas ouvidos pela CNN apontam que o acordo, cujo foco principal é viabilizar o comércio entre os países, pode também ter um efeito indireto na atração de investimentos para o Brasil. “Agora, se [o acordo] pode ajudar a trazer investimentos, com certeza. O que eu vejo como principais benefícios são que o tratado também tem vários pontos de garantia e proposta de melhoria. Sempre de padrões de produção, de facilitação”, avalia Lucas Sigu Souza, sócio-fundador da Ciano Investimentos. “Só com a desburocratização do livre comércio entre os países, você já deixa muito mais coisas fluidas. Então, mesmo que as taxas se mantivessem, a desburocratização de todos os processos, da maioria dos processos, já é motivo para viabilizar negócios. Se estamos viabilizando negócios, significa que existe dinheiro se direcionando para esses negócios”, conclui Souza. Desafios Mas a porta que se abre para um lado, também é aberta para o outro. “O acordo traz boas perspectivas, mas o sucesso não vai cair do céu. O Brasil precisa ter uma boa estratégia para aproveitar o momento, porque o mercado interno, com toda sua fragilidade, não será um grande suporte”, pontua Dadoorian. Enquanto o agronegócio da América do Sul – e principalmente o brasileiro – ganha em competitividade contra o europeu, podendo se favorecer no merado de lá; as indústrias que são mais fortes na Europa podem acabar ganhando por aqui. Por exemplo, os analistas ouvidos pela CNN se dividem sobre a posição de marcas como a Ambev; que por um lado é grande e pode sair na frente com tarifas menores para bebidas, mas por outro pode encontrar competidores a altura na Europa. Porém, Patrícia Krause, economista-chefe da Latin América Coface, aponta que os setores que devem ficar mais vulneráveis no Brasil são os farmacêuticos, de máquinas e equipamentos elétricos. Uma das preocupações levantadas era na competição entre a indústria automotiva do Brasil com a europeia. Contudo, termos anunciados pelo governo do Brasil indicam que o acordo contempla um mecanismo de salvaguarda para “preservar e ampliar” investimentos automotivos. Ademais, a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) avaliou nesta sexta que o tratado é positivo e parece beneficiar ambas as partes, além de fomentar os investimentos na indústria. O que deve ficar mais barato com o acordo entre Mercosul-UE Este conteúdo foi originalmente publicado em Ibovespa: quem ganha e quem perde com acordo Mercosul-UE? no site CNN Brasil.
Agronegócio brasileiro espera aumentar participação na União Europeia
A Associação Brasileira do Agronegócio comemora o avanço das negociações. Segundo a Abag, o acordo tem importância estratégica para a segurança alimentar da Europa e fortalece o Mercosul no cenário global. De Angola, onde cumpre agenda oficial, o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, destacou a importância da redução ou até mesmo da isenção de tarifas para os produtos brasileiros. “Este acordo prevê mais liberdade comercial, por exemplo, zero tarifa para frutas, café e outros produtos brasileiros. Cotas importantes para exportação de açúcar, carne de frango, carne bovina e etanol”, ressaltou o ministro. Para o ministério, a expectativa é de que o acordo amplie a fatia da Europa no destino das exportações agrícolas brasileiras, hoje correspondente a 12,9% de toda a produção nacional. Por outro lado, exigências ambientais como a lei antidesmatamento representam um desafio para os produtores do Mercosul. A legislação, adiada para entrar em vigor em 2026, vai proibir a entrada no bloco europeu de produtos agropecuários que tenham como origens, áreas desmatadas, mesmo de maneira legal. Leia Mais Acordo Mercosul-UE inclui termos que protegem setor automotivo do Brasil, diz governo Acordo Mercosul-UE parece beneficiar ambos os lados e fomentar indústria, diz Anfavea Fávaro atribui acordo Mercosul-UE a Lula e diz que medidas devem impulsionar agropecuária Em Montevidéu, no Uruguai, a presidente da Comissão Europeia, Ursula Von der Leyen, buscou tranquilizar os produtores rurais europeus. “Este acordo inclui salvaguardas robustas para proteger os seus meios de subsistência. O acordo UE-Mercosul é o maior de todos os tempos no que diz respeito à proteção dos produtos alimentares e bebidas da UE”, disse Von der Leyen. O acordo estipula, por exemplo, cotas para entrada de proutos agrícolas do Mercosul na Europa. Para os dois blocos existem também restrições ao uso de nomes registrados como indicação geográfica, especialmente queijos e bebidas. A lista final ainda não foi divulgada. Este conteúdo foi originalmente publicado em Agronegócio brasileiro espera aumentar participação na União Europeia no site CNN Brasil.
Acordo entre Mercosul e UE não cria livre comércio, diz ex-negociador

Foto: Tânia Rêgo/ Agência Brasil Com a experiência de ter participado dos primórdios da negociação do acordo de integração entre o Mercosul e a União Europeia (UE), o diplomata aposentado José Alfredo Graça Lima considera que não se deve falar em livre comércio. Ele pontua que há diferentes tipos de mercadoria que terão quotas de importação e exportação. “Um acordo nessas bases não pode ser considerado como um livre comércio. O tratamento que é dado ao setor agrícola é diferente do tratamento que é dado para os bens industriais, para os quais, no caso da União Europeia, as tarifas já são bastante baixas”, acrescentou. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Ao mesmo tempo, ele manifesta ceticismo quanto à possibilidade de disseminação de produtos eletrônicos europeus pelo mercado brasileiro. “[Neste setor], a Europa é muito pouco competitiva na comparação com a China. Então, mesmo que esse acordo entre o Mercosul e a União Europeia se concretize, não deve haver grandes mudanças na oferta de produtos importados europeus no Brasil”. Primeiras conversas com a UE Graça Lima ocupou, entre 1998 e 2002, o posto de Subsecretário-Geral para Assuntos de Integração, Econômicos e de Comércio Exterior do Ministério das Relações Exteriores. Na época, cabia a ele liderar as negociações comerciais bilaterais, plurilaterais, birregionais e multilaterais do Brasil e do Mercosul. As primeiras conversas com a UE se iniciaram em 1999. Ao deixar o posto em 2002, Graça Lima foi designado representante permanente do Brasil nas comunidades europeias, ficando sediado em Bruxelas (Bélgica) por quatro anos. Dessa forma, ele continuou envolvido nas tratativas do acordo até 2006. Atualmente, ele é vice-presidente do Conselho Curador do Centro Brasileiro de Relações Internacionais (Cebri), um think tank independente criado para contribuir com a discussão da agenda internacional do país. A conclusão do acordo entre o Mercosul e a UE foi anunciada nesta sexta-feira (6), após 25 nos de negociações que enfrentaram sucessivos entraves, envolvendo, por exemplo, questões ambientais e protecionismo agrícola. O objetivo das tratativas era chegar a um consenso em torno de medidas para facilitar o acesso a mercados estratégicos, reduzindo barreiras tarifárias e criando um ambiente mais favorável para investimentos e trocas comerciais. Anúncio do acordo Foto: Ricardo Stuckert/PR O anúncio ocorreu no Uruguai, durante a 65ª Cúpula de Chefes de Estado do Mercosul. Conforme divulgou o governo brasileiro, o Mercosul se comprometeu com uma ampla liberalização tarifária, afetando cestas de produtos de forma imediata ou linear ao longo de prazos que variam entre 4, 8, 10 e 15 anos. Já a UE teria apresentado um escopo ainda mais abrangente. De acordo com o governo brasileiro, apenas uma parcela muito reduzida dos bens ficará sujeita a quotas ou outros tratamentos não tarifários. Foram negociadas condições especiais para o setor automotivo. Os efeitos serão gradativos para os veículos eletrificados, movidos a hidrogênio e novas tecnologias, com prazos fixados em 18, 25 e 30 anos, respectivamente. Regras específicas também foram definidas para outros bens, a exemplo dos minerais críticos, que são considerados fundamentais para a transição energética. O acordo permite que o Brasil aplique restrição às exportações desses minerais se julgar apropriado, mas a alíquota aplicável à UE deverá ser mais baixa do que a incidente sobre outros destinos. Graça Lima vê pouca ambição em alguns mecanismos do acordo. “Eu diria que o resultado tem mais impactos do ponto de vista político-institucional do que do ponto de vista de acesso aos mercados. Não há ganhos espetaculares. Veja o tratamento dos automóveis, por exemplo. Eles só vão ser liberalizados em 18 anos. Tem elementos dentro do acordo que são muito pouco ambiciosos”. Ratificação do acordo Apesar das negociações terem sido encerradas, as medidas não entram em vigor de forma imediata. O acordo ainda precisa ser ratificado internamente pelo Congresso de cada nação do Mercosul. Além disso, deve ser aprovado pelo Parlamento Europeu e pelo Conselho da União Europeia, onde ele pode ser barrado por quatro países contrários que respondam por 35% ou mais da população do bloco. Não há prazo para a finalização desse processo. O governo francês já anunciou que trabalhará contra o acordo. “Alguns países europeus capitaneados pela França nunca estiveram contentes com a proposta, por mais restritiva que ela seja. Nós não estamos falando de livre comércio. Nós estamos falando de comércio administrativo. Quando você tem quotas, você tem restrições quantitativas. E mesmo dentro das quotas, você tem tarifas”, avalia Graça Lima. Ele explica que há uma pressão dos agricultores franceses, que temem não ter condições de oferecer preços minimamente competitivos diante da concorrência estrangeira. Nesse cenário, o diplomata aponta que há um incômodo político, social e eleitoral que desafia o governo do país europeu. “Embora possa ter benefícios em relação aos produtos industriais, a França se opõe abertamente ao acordo por causa do comércio agrícola”. De acordo com Graça Lima, é uma situação similar a 2019, quando as partes também anunciaram ter chegado a um texto conclusivo. No entanto, posteriormente, os países manifestaram resistência em avançar com o acordo. Em meio ao aumento do desmatamento na Amazônia, os europeus passaram a alegar, por exemplo, que seriam necessários compromissos ambientais mais amplos por parte os integrantes do Mercosul. As discussões foram retomadas em 2023. Segundo avaliou o presidente do Brasil, Luís Inácio Lula da Silva, o novo acordo é “bem diferente” do anunciado em 2019. Ele afirmou que o governo anterior, liderado por Jair Bolsonaro, teria pactuado condições que seriam “inaceitáveis”. “Conseguimos preservar nossos interesses em compras governamentais, o que nos permitirá implementar políticas públicas em áreas como saúde, agricultura familiar e ciência e tecnologia. Alongamos o calendário de abertura do nosso mercado automotivo, resguardando a capacidade de fomento do setor industrial. Criamos mecanismos para evitar a retirada unilateral de concessões alcançadas na mesa de negociação”, destacou Lula. Para Graça Lima, será um desafio garantir que o acordo contribua para melhorar as condições de vida das populações mais pobres nos países do Mercosul. “Um possível resultado pode ser a redução
Encontro de líderes rurais debate invasões de propriedades no Paraná

Foto: Reprodução Mais de quatro mil produtores rurais de todas as regiões do Paraná participaram nesta sexta-feira (6) do 4º Encontro Estadual de Líderes Rurais, em Pinhais, município da Região Metropolitana de Curitiba. O evento, promovido pelo Sistema Faep, que completa 60 anos em 2024, é reconhecido como o maior do Brasil na categoria de reunião de homens e mulheres do campo. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Entre os focos debatidos, a insegurança jurídica e as invasões de propriedades rurais que marcaram o estado este ano. O presidente do Sindicato Rural de Maringá, José Antônio Borghi, ressaltou que 2024 foi muito desafiador para o Paraná. “Foi um ano bastante sofrido. Nós entramos o ano com preços muito baixos e algumas regiões do Paraná, principalmente a noroeste, teve produção baixa, principalmente de grãos e isso afeta bastante. Agora, estamos de novo com uma nova lavoura implantada e o produtor vem carregando um endividamento muito grande de duas ou três safras frustradas”. Segundo ele, o desequilíbrio fiscal e o dólar a R$ 6 também se somam ao pacote de desafios que o produtor rural do estado terá de enfrentar. Defesa do direito às propriedade rurais O presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), Pedro Lupion, esteve presente e reforçou o papel dos representantes do setor no Congresso Nacional. “Estamos melhorando a legislação, deixando-a mais impositiva, mais forte e mais responsável em relação a punibilidade desses invasores [de propriedades rurais]. Já aprovamos um projeto que não permite que invasores sejam beneficiados em programas sociais, fazendo com que essas pessoas, utilizadas como massa de manobra, principalmente pelo MST [Movimento Sem Terra] e outros movimentos não sejam usados para invadir propriedades”. Participação feminina O encontro foi marcado pela presença massiva do público feminino, cerca de 70% dos presentes. Nesse tom, o Sistema Faep comemora este ano a conquista de 100 comissões estaduais de mulheres, agregando mais de 3.100 integrantes em todas as regiões do estado. “A gente viu que as mulheres querem participar, aprender, se engajar. A gente propôs o programa Sindicato Protagonista, que envolve mais ainda a comissão de mulheres com as diretorias e os sindicatos rurais. Assim, a mulherada está atrás de informação de capacitação”, diz a coordenadora da Comissão Estadual de Mulheres da Faep, Lisiane Czech. O post Encontro de líderes rurais debate invasões de propriedades no Paraná apareceu primeiro em Canal Rural.
Boi gordo já é negociado abaixo de R$ 300 na Região Norte; veja cotações no país

Foto: Giro do Boi/ Reprodução O mercado físico do boi gordo teve mais um dia marcado por queda nos preços da arroba, com as baixas mais acentuadas registradas nas regiões produtoras do Norte do país. De acordo com a consultoria Safras & Mercado, as indústrias que atuam na região já realizam boa quantidade dos negócios abaixo dos R$ 300 a arroba. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! “O avanço das escalas de abate sugere pela continuidade deste movimento no curto prazo. A saturação da demanda doméstica de carne bovina é outro elemento que justifica o recente comportamento das indústrias, com os preços no atacado já cravados em sua máxima histórica, com pouco espaço para reajustes”, disse o analista da empresa Fernando HenriqueIglesias. Preços médios do boi gordo São Paulo: R$ 326,25 Goiás: R$ 316,43 Minas Gerais: R$ 315,88 Mato Grosso do Sul: R$ 322,84 Mato Grosso: R$ 304,47 Mercado atacadista O mercado atacadista apresenta preços firmes, mas a demanda doméstica realmente parece incapaz de absorver novos reajustes da carne bovina, com os preços no atacado ainda cravados em suas máximas históricas. “O fato é que boa parcela da população vai priorizar o consumo de proteínas mais acessíveis, como a carne de frango, principalmente, mesmo em um mês de forte circulação monetária, como é dezembro”, disse Iglesias, lembrando do recebimento do 13º salário. O quarto dianteiro permanece precificado a R$ 20,50, por quilo. Quarto traseiro permanece precificado a R$ 27, por quilo. Ponta de agulha permanece no patamar de R$ 19,50, por quilo. Câmbio O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 0,58%, sendo negociado a R$ 6,0088 para venda e a R$ 6,0068 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,9597 e a máxima de R$ 6,0357. O post Boi gordo já é negociado abaixo de R$ 300 na Região Norte; veja cotações no país apareceu primeiro em Canal Rural.
Preços estáveis; veja como a soja se comportou

Foto: imagem por Joelfotos, Pixabay O mercado brasileiro da soja teve um dia calmo em termos de negócios. Poucos lotes foram movimentados nesta sexta-feira (6), apesar do dólar valorizado. Muitos agentes já estão fora do mercado. Os preços ficaram entre estáveis a mais altos no dia. No Mato Grosso, as cotações começam a se ajustar para a safra nova, mas ainda não há soja disponível para negociar. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Cotações no Brasil Passo Fundo (RS): preço subiu de R$ 136,50 para R$ 138,00 Missões (RS): preço subiu de R$ 135,50 para R$ 137,00 Porto de Rio Grande (RS): preço subiu de R$ 143,00 para R$ 144,00 Cascavel (PR): preço aumentou de R$ 136,00 para R$ 137,00 Porto de Paranaguá (PR): preço subiu de R$ 142,00 para R$ 143,00 Rondonópolis (MT): preço caiu de R$ 139,00 para R$ 136,00 Dourados (MS): preço manteve-se em R$ 138,00 Rio Verde (GO): preço estabilizou em R$ 138,00 Chicago Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a sexta-feira com preços mistos. Na semana, a posição janeiro teve valorização de 0,4%. O mercado iniciou o dia e permaneceu boa parte da sessão no território positivo, encontrando sustentação em sinais de demanda aquecida e em fatores técnicos. No entanto, ao longo do dia, os fundamentos prevaleceram e trouxeram pressão, com o bom desenvolvimento das lavouras nos Estados Unidos. USDA O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) deverá fazer apenas pequenos ajustes nas estimativas para os estoques mundiais e norte-americanos de soja no relatório de dezembro. Os dados do USDA serão divulgados na terça-feira, 10 de dezembro, às 14h. Câmbio O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 1,11%, sendo negociado a R$ 6,0758 para venda e a R$ 6,0738 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,9834 e a máxima de R$ 6,0924. Na semana, a moeda teve valorização de 1,23%. O post Preços estáveis; veja como a soja se comportou apareceu primeiro em Canal Rural.
Litro do mel a R$ 1,8 mil; polícia inicia operação para reprimir comércio ilegal de colmeias

Foto: Divulgação Polícia Federal A Polícia Federal deflagrou nessa quinta-feira (5) a Operação Zangão, com o objetivo de coibir a prática do comércio ilegal de colmeias e enxames de abelhas sem ferrão em Goiás. Os oficiais cumpriram um mandado de busca e apreensão em Goiânia, onde apreenderam duas caixas de colmeias abandonadas pelos enxames de abelhas sem ferrão que nelas habitavam. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! As investigações apuraram que o comércio se dava por meio de anúncios publicados na internet. Dependendo da raridade da espécie da abelha (a PF não divulgou o nome), o litro do mel pode chegar a valer R$ 1,8 mil e, um enxame de mesma espécie, de R$ 500 a R$ 700. A aquisição, captura na natureza e/ou o comércio de colmeias, colônias e/ou enxames de abelhas sem ferrão, cujas espécies são ameaçadas de extinção, são práticas vedadas pela Resolução nº 496/2020 do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama), podendo caracterizar a ocorrência dos crimes de caça ilegal e de receptação. O post Litro do mel a R$ 1,8 mil; polícia inicia operação para reprimir comércio ilegal de colmeias apareceu primeiro em Canal Rural.
Abiove avaliará alterações na Moratória da Soja

Foto: Pixabay Na próxima semana, a Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove) realizará uma reunião para discutir alterações na Moratória da Soja. A proposta é revisar a forma como a moratória é monitorada, passando de uma análise a nível de fazendas inteiras para uma avaliação mais detalhada por campo individual. Isso permitiria que os produtores escolhessem quais áreas de suas terras estariam em conformidade com os critérios estabelecidos. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Em resposta à discussão, a Abiove reafirmou seu compromisso com a defesa da Moratória da Amazônia, destacando que continua a buscar um equilíbrio entre as necessidades dos agricultores e as demandas do mercado, propondo ajustes ao modelo atual para aprimorar a fiscalização e a conformidade. No mês passado, o estado de Mato Grosso se posicionou contra as empresas que aderem à moratória, aprovando uma lei estadual que retira incentivos fiscais de empresas que aplicam a Moratória da Soja ou firmam acordos comerciais que contrariem a legislação nacional, a Constituição Federal ou o Código Florestal Brasileiro. A legislação de preservação ambiental no bioma amazônico exige que os proprietários de terras mantenham 80% de suas propriedades preservadas, com apenas 20% para o uso agrícola. A maioria dos produtores apoia a aplicação da lei, reconhecendo que o desmatamento ilegal não só prejudica o meio ambiente, mas também impacta a imagem do Brasil e a competitividade do agronegócio. O post Abiove avaliará alterações na Moratória da Soja apareceu primeiro em Canal Rural.
Embrapa abre concurso público com 1.027 vagas e salários de até R$ 12,8 mil

Foto: Marcos Vicente/Embrapa A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) anunciou, nesta sexta-feira (6), um novo concurso público com 1.027 vagas para os cargos de assistente, técnico, analista e pesquisador. A organização ficará a cargo do Centro Brasileiro de Pesquisa em Avaliação e Seleção e de Promoção de Eventos (Cebraspe). As inscrições estarão abertas de 16 de dezembro de 2024 a 7 de janeiro de 2025 e podem ser feitas pelo site do Cebraspe. As provas objetivas e discursivas estão previstas para 23 de março de 2025, sendo realizadas em todas as capitais brasileiras e nas cidades onde a Embrapa possui unidades. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Salários-base Os cargos têm remunerações atrativas, variando conforme o nível de escolaridade e a função: Pesquisador – Classe B: R$ 12.814,61; Analista – Classe B: R$ 10.921,33; Técnico – Classe B: R$ 5.556,81; Assistente – Classe C: R$ 2.186,19. Vagas e áreas de atuação As oportunidades abrangem 189 áreas e subáreas, alinhadas às demandas estratégicas da empresa. Os candidatos devem escolher a área desejada durante a inscrição e poderão ser alocados em qualquer unidade da Embrapa com vagas disponíveis. A Embrapa possui uma sede em Brasília (DF) e 43 unidades descentralizadas distribuídas pelo Brasil. Das 1.027 vagas oferecidas, 719 serão destinadas à ampla concorrência, 205 para pessoas pretas ou pardas (PPP) e 103 para pessoas com deficiência (PCD). Exigências e etapas do processo seletivo Os cargos disponíveis exigem diferentes níveis de escolaridade: Pesquisador: formação mínima de mestrado; Analista: curso superior completo; Técnico: nível médio; Assistente: nível fundamental incompleto. O processo seletivo inclui etapas específicas para cada carreira, com avaliações objetivas e discursivas, além de análise curricular e outras etapas, dependendo do cargo escolhido. Áreas de destaque Além das áreas tradicionais, como advocacia, melhoramento genético e entomologia, o concurso oferece vagas em áreas emergentes, como biologia sintética, ciências ômicas, ciência de dados, nanotecnologia e governança sustentável (ESG). Declarações das lideranças A presidente da Embrapa, Silvia Massruhá, destacou a importância do certame para renovar o quadro de funcionários da empresa. “Essa iniciativa reforça nosso compromisso com a renovação e a valorização de profissionais qualificados, alinhados à nossa missão de promover inovação e excelência”, afirmou. Selma Beltrão, diretora de Administração, ressaltou a relevância do concurso, que acontece após 15 anos. “A realização do concurso da Embrapa vem repleta de expectativas de que, em breve, contaremos com mais profissionais e novos perfis que contribuam para os desafios atuais e futuros da empresa e para o necessário avanço da pesquisa agropecuária tropical”, disse. Informações adicionais Os interessados podem acessar o edital completo no site do Cebraspe. O certame representa uma oportunidade histórica para quem deseja ingressar em uma das instituições mais relevantes para a pesquisa agropecuária no Brasil. O post Embrapa abre concurso público com 1.027 vagas e salários de até R$ 12,8 mil apareceu primeiro em Canal Rural.