Nuvens carregadas podem causar chuva forte nesta segunda-feira; veja a previsão

Foto: Freepik A segunda-feira (23) será de muita umidade e calor em quase todo o Brasil facilitando a formação das nuvens carregadas, com potencial para a chuva forte. A organização da Zona de Convergência do Atlântico Sul (ZCAS) será responsável por grande parte da chuva em algumas regiões do país, informa a Climatempo. A semana ainda vai ser bem abafada e com nebulosidade variável no estado de SP. Hoje, todas as áreas ficam com atenção para ventos moderados a forte com rajadas variando em torno de 40 a 50 km/h. Na capital, o tempo começa abrir um pouco mais no decorrer da manhã e há condição para chuva de forma mais isolada entre a tarde e à noite. A temperatura máxima pode chegar aos 25°C; confira como fica o tempo em todas as regiões do país: Sul A maioria das áreas da região Sul do Brasil ficam fora dos alertas para chuva forte nesta segunda-feira. Porém, o litoral do Paraná fica em atenção para pancadas de chuva com moderada a forte intensidade. Na grande Curitiba, no Vale do Itajaí e no litoral de Santa Catarina, a chuva pode ser moderada. Sudeste Alerta especial para a região litorânea do estado de São Paulo e do sul do Rio de Janeiro, da região de Peruíbe até Angra dos Reis, onde a chuva frequente volumosa deve gerar grandes acumulados até o final do dia, aumentando o risco para alagamentos e até deslizamento de terra.  A situação de perigo para este tipo de chuva frequente volumosa também está sendo vista para áreas da região Serrana e o Noroeste do Rio de Janeiro, áreas de divisa do Espírito Santo com Minas Gerais e a região mineira do Vale do Rio Doce.  Segunda com alerta para o risco de temporais na Grande Rio, na região dos Lagos, no litoral norte fluminense, no litoral do Espírito Santo e no norte capixaba, Na Zona da Mata mineira, na grande Belo Horizonte, em todo centro-oeste e noroeste de Minas Gerais e também no Vale do Jequitinhonha. Atenção para a chuva moderada forte no litoral sul de SP, no Vale do Paraíba Paulista, no Sul do estado do Rio (região de Resende e Volta Redonda), no Sul de Minas e no Triângulo Mineiro. O norte do estado de São Paulo também pode ter pancadas de chuva moderada a forte, mas de forma isolada.  Centro – Oeste O alerta é de temporais para o Distrito Federal, quase todas as áreas de Goiás, incluindo a região de Goiânia e também para todo o centro, oeste, leste e norte de Mato Grosso. Em Cuiabá e no sul de Mato Grosso e no sul de Goiás, a situação é de atenção para pancadas de chuva moderada a forte. Em Campo Grande, na região de Corumbá e em todo centro-norte de Mato Grosso do Sul também podem ocorrer pancadas de chuva nesta segunda, mas de forma isolada.  Norte Na Região Norte do Brasil, risco de chuva mais forte e temporais para o Norte do Tocantins, para a região de Tucuruí, no leste do Pará, no extremo norte do Amapá, em todo o oeste e sul do Amazonas e também para os estados do Acre e de Rondônia.  Nordeste No Nordeste, tem alerta para temporais no centro sul do Maranhão. Nas outras áreas do Maranhão, incluindo São Luís, em Teresina e em todo o interior do Piauí, no oeste da Bahia e na região baiana do Vale do São Francisco, as pancadas de chuva nesta segunda-feira podem ser moderadas a fortes. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! O post Nuvens carregadas podem causar chuva forte nesta segunda-feira; veja a previsão apareceu primeiro em Canal Rural.

Ponte cai no momento em que era gravado vídeo de denúncia sobre má conservação da estrutura; assista

Foto: Corpo de Bombeiros/Governo do Tocantins A Ponte Juscelino Kubitschek (Ponte JK), que liga Aguiarnópolis (TO) a Estreito (MA), desabou na tarde deste domingo (22), no momento em que o vereador Elias Júnior (Republicanos), do município tocantinense, gravava um vídeo para mostrar as más condições de conservação da estrutura.  De acordo com o governador do Tocantins, Wanderlei Barbosa, informações preliminares indicam que veículos e motocicletas caíram na água do rio que corre sob a ponte, o Tocantins. Houve ao menos uma vítima fatal no acidente.  “No momento, nossa prioridade é cuidar das vítimas e prestar todo o apoio necessário às famílias atingidas”, disse Barbosa em redes sociais. Por se tratar de um trecho federal, o governador informou também que entrou em contato com o ministro dos Transportes, Renan Filho, colocando o governo do estado à disposição para colaborar nas ações emergenciais e na elaboração de soluções conjuntas. Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo : siga o Canal Rural no Google News. Uma equipe de apoio e salvamento do Corpo de Bombeiros Militar (CBMTO) está no local e uma outra, proveniente de Palmas (TO), tiha previsão de chegada no fim da tarde do domingo.  Ponte entre Aguiarnópolis e Estreito Construída em concreto armado, a ponte foi inaugurada em 1960, tinha 533 metros de extensão e fica localizada na rodovia BR-226, que liga Belém a Brasília. A estrutura é um acesso importante para o transporte de mercadorias entre o Tocantins e o Maranhão. O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) alerta para interdição total da estrutura. O post Ponte cai no momento em que era gravado vídeo de denúncia sobre má conservação da estrutura; assista apareceu primeiro em Canal Rural.

Valor diário da exportação de carne bovina cai 7,5% em dezembro

Foto: Governo de Rondônia O mercado brasileiro de boi gordo apresentou preços acomodados para a arroba ao longo da semana e para as exportações de carne nos primeiros dias de dezembro. De acordo com o analista de Safras & Mercado Allan Maia, os frigoríficos conseguiram manter escalas de abate alongadas e seguem operando de forma cadenciada na compra de boi, mantendo o ritmo de negócios bastante lento. “Com a proximidade do final de ano, o mercado sinaliza perda de liquidez, com um viés de queda nos preços da arroba, a depender da resposta de demanda no atacado”. Preços médios do boi gordo Foto: Lorran Lima/Idaf Os preços da arroba do boi gordo na modalidade a prazo nas principais praças de comercialização do país estavam assim no dia 19 de dezembro: São Paulo (Capital): R$ 315, estável frente à semana passada Goiás (Goiânia): – R$ 300, inalterado na comparação com a última semana Minas Gerais (Uberaba): R$ 310, queda de 1,59% frente aos R$ 315 praticados na semana passada Mato Grosso do Sul (Dourados): R$ 315, sem mudanças frente à última semana Mato Grosso (Cuiabá): R$ 300, sem mudanças frente à semana passada Rondônia (Vilhena): R$ 280, inalterado frente à última semana Mercado atacadista O mercado atacadista se deparou com preços mais baixos no decorrer da semana. Segundo Allan Maia, o boi segue perdendo competitividade frente às proteínas de menor preço, como a carne de frango e a suína, o que contribuiu para o declínio nas cotações. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Os cortes do dianteiro do boi foram negociados a R$ 20,30 por quilo, contra os R$ 20,50 por quilo da semana passada, queda de 0,98%. Já os cortes do traseiro do boi recuaram tiveram queda de 0,74%, de R$ 27,00 o quilo para R$ 26,80 por quilo. Exportações de carne bovina As exportações de carne bovina fresca, congelada ou refrigerada do Brasil renderam US$ 438,372 milhões em dezembro (10 dias úteis), com média diária de US$ 43,837 milhões, de acordo com a Secretaria de Comércio Exterior (Secex). A quantidade total exportada pelo país chegou a 89,335 mil toneladas, com média diária de 8,933 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 4.907,10. Em relação a dezembro de 2023, houve baixa de 7,5% no valor médio diário da exportação, queda de 14,3% na quantidade média diária exportada e avanço de 7,9% no preço médio. O post Valor diário da exportação de carne bovina cai 7,5% em dezembro apareceu primeiro em Canal Rural.

Gramado: passageiros de avião eram da família de empresário que pilotava; mãe morreu em outro acidente aéreo

Foto: reprodução O empresário Luiz Claudio Galeazzi e sua família morreram na queda do avião que caiu neste domingo (22), em Gramado, no Rio Grande do Sul. Filho do consultor de varejo e ex-diretor do Pão de Açúcar Claudio Galeazzi, morto em 2023, era também o proprietário e piloto da aeronave. Segundo informações da polícia civil, estavam no avião 10 pessoas da mesma família, além de Luiz Claudio, sua mulher, três filhas, a sogra, outro casal e duas crianças. Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo : siga o Canal Rural no Google News. O avião, um turboélice de pequeno porte, caiu por volta das 9 horas na região da Avenida das Hortênsias, no centro da cidade turística da serra gaúcha. Segundo a concessionária que administra o aeroporto de Canela, Luiz Galeazzi e família tinham viajado na sexta-feira (20), para a cidade ao lado de Gramado. Ele decolou neste domingo do aeroporto local com destino a Jundiaí, no interior de São Paulo. O pai de Luiz, Claudio Galeazzi, foi um dos maiores profissionais especializados em reorganização e recuperação de empresas no Brasil. Ele conduziu reestruturações de grandes companhias, como o Grupo Estado, em 2002; o Pão de Açúcar, em 2007; a BRF, em 2013; e a Americanas, no fim dos anos 90. O empresário fundou a consultoria Galeazzi e Associados, que passou a ser dirigida pelo filho quando ele se afastou do dia a dia para fazer tratamento contra um câncer que o levou à morte. Assim como o pai, Luiz Claudio também é especialista em recuperação de empresas. Formou-se em administração de empresas pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). Outro acidente aéreo na família Não é primeira vez que ocorrem acidentes de avião envolvendo a família Galeazzi. Em 2010, um bimotor também de Luiz Claudio Galeazzi caiu em Iperó, região de Sorocaba (SP), pouco depois de levantar voo. A aeronave transportava a sua mãe Maria Leonor Salgueiro Galeazzi, a única passageira, e o piloto José Andrei Ferreira dos Santos, que morreram na hora. A mãe de Luiz Claudio tinha 69 anos. Em sua página no LinkedIn, a empresa se apresenta como agente de mudança que ajuda empresas na geração de valor dos seus negócios. “Acreditamos que empresas bem geridas geram mais valor para acionistas e sociedade como um todo”, diz, na página. Empresa emite nota “Luiz Galeazzi será eternamente lembrado por sua dedicação à família e por sua notável trajetória como líder da Galeazzi & Associados”, afirmou a empresa através de nota. A consultoria também agradeceu às manifestações de pesar, e se solidarizou com outras pessoas afetadas pelo acidente na região. A Galeazzi disse ainda que reafirma o compromisso em acompanhar as investigações sobre o acidente, e que todos os registros e autorizações da aeronave estavam “devidamente em ordem”. “Pedimos respeitosamente que o direito à privacidade da família seja respeitado neste momento tão delicado.” O post Gramado: passageiros de avião eram da família de empresário que pilotava; mãe morreu em outro acidente aéreo apareceu primeiro em Canal Rural.

Viu esta? Como funciona o transporte de gado na maior fazenda de ciclo completo do Brasil

Foto: Giro do Boi/reprodução A matéria mais lida da semana sobre pecuária no portal do Canal Rural, publicada pelo site Giro do Boi, destaca a Fazenda Nova Piratininga, localizada entre São Miguel do Araguaia (GO) e Araguaçu (TO). Com 200 mil hectares de território, a propriedade se tornou um exemplo de integração entre sustentabilidade, agricultura e pecuária. Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo. : siga o Canal Rural no Google News. Desde sua aquisição em 2010, a Nova Piratininga consolidou-se como referência no ciclo completo de produção, utilizando tecnologias como a Inseminação Artificial em Tempo Fixo (IATF). Segundo João Paulo Castro, diretor financeiro da fazenda, a estação de monta iniciou com 7 mil vacas e, atualmente, supera 50 mil matrizes. A propriedade é dividida em cinco setores, cada um com uma função específica no manejo do gado. Dois setores são dedicados à cria, um à recria de futuras matrizes, outro à recria de gado comercial e, por fim, o confinamento, onde os animais são finalizados. No confinamento, os bovinos atingem peso médio superior a 20 arrobas, com alta qualidade de carcaça. A Nova Piratininga também se destaca pela certificação de ciclo fechado verificado, que assegura que todo o ciclo produtivo — do nascimento ao abate — ocorre dentro da própria fazenda. “A certificação agrega valor e atende às expectativas do consumidor, cada vez mais atento à origem da carne que consome”, explica Pedro Vinícius Souza Alves, gerente geral de pecuária. A logística da fazenda é um desafio à parte. Movimentando cerca de 30 mil animais na desmama e realizando transportes frequentes, a operação é realizada em parceria com a Uboi, maior empresa de transporte boiadeiro do Brasil. Cleiton Luiz Custódio, diretor geral da Nova Piratininga, destaca que a logística eficiente é essencial para garantir a segurança e o bem-estar animal. As carretas da Uboi são equipadas com elevadores e motoristas treinados, assegurando um transporte rápido e seguro. “Garante-se que os animais cheguem ao destino nas mesmas condições de qualidade em que saíram”, afirma Lucas Freitas, coordenador comercial da Uboi. Com mais de 30% de sua área destinada à preservação ambiental, a Nova Piratininga reforça o compromisso com a sustentabilidade e a excelência no agronegócio brasileiro. Leia a reportagem completa e assista ao vídeo sobre e Nova Piratininga aqui. O post Viu esta? Como funciona o transporte de gado na maior fazenda de ciclo completo do Brasil apareceu primeiro em Canal Rural.

Projeto supre renda de produtores de açaí do Maranhão durante entressafra paraense

Foto: Ronaldo Rosa/Embrapa A introdução de uma Unidade de Referência Tecnológica (URT) para o manejo sustentável de açaizais nativos está transformando a produção de açaí em terras altas em Amapá do Maranhão, na região do Alto Turí/Gurupi, no Maranhão. A área é formada por 13 municípios e responde por 66% do açaí comercializado naquele estado, de acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Liderado pela Embrapa Cocais, o projeto é uma resposta à degradação dos açaizais locais causada pela falta de manejo e oferece novas oportunidades para pequenos produtores. O trabalho de transferência da tecnologia de manejo de açaí nativo na região foi um grande desafio para a equipe do projeto, já que as formações das plantas nativas da região não ocorrem em áreas de várzeas, mas em terras altas, formando maciços de euterpe olerácea associados a outras espécies florestais. Degradação ambiental Historicamente adaptada às várzeas, a tecnologia de manejo do açaí precisou ser ajustada para os açaizais de terras altas, que predominam na Pré-Amazônia Maranhense. A degradação ambiental, resultado da exploração madeireira e do avanço das pastagens, reduziu a produtividade das palmeiras nativas. Essa queda coincidiu com a alta demanda por açaí, especialmente na entressafra do Pará, o que tornou a recuperação desses maciços uma prioridade econômica e ambiental.  A instalação da unidade de referência tecnológica de manejo de açaí nativo no Maranhão foi precedida de estudo para ajudar na decisão de qual melhor local de sua instalação, haja vista que o açaí ocorre na maioria dos municípios que fazem parte da região da Pré-Amazônia maranhense. Entressafra paraense No entanto, esse açaí tem despertado interesse dos produtores para recuperação devido à alta demanda de frutos, principalmente no período da entressafra da produção do Pará, época em que os preços atingem a maior alta. Essa realidade tem contribuído para que esses açaizais improdutivos sejam vistos como uma oportunidade para geração de renda com a adoção da tecnologia de manejo de açaizais nativos. O projeto envolveu capacitações práticas para técnicos e extrativistas. Em uma área inicial de 0,25 hectare, os participantes aprenderam a limpar o terreno, inventariar espécies e elaborar planos de manejo que incluíam a seleção e o corte de touceiras para melhorar a produtividade. O agricultor familiar Lauro Paiva não apenas implementou as práticas em sua propriedade, como se tornou um multiplicador da tecnologia, atraindo outros produtores interessados em replicar o modelo. Por iniciativa própria, Paiva ampliou a área para 7 hectares. Recuperação ambiental Foto: Ronaldo Rosa Além de recuperar a produtividade dos açaizais, o projeto promoveu ações de restauração ambiental. Com sementes coletadas na área manejada, um viveiro foi construído para produzir cerca de 4 mil mudas de espécies florestais nativas que serão usadas para proteger a borda da área manejada e atender outros produtores interessados em fazer a restauração florestal. Uma estratégia usada pela equipe foi buscar parcerias institucionais nas esferas municipal e estadual com as equipes técnicas das secretarias municipais de agricultura e o órgão estadual de extensão rural, visando integrar as atividades dessas instituições ao trabalho da implantação da URT, assim como da capacitação e formação de multiplicadores na tecnologia de manejo de açaí nativo.  A escolha da propriedade onde está instalada a URT foi feita de forma participativa, com critérios claros e a participação dos representantes dos municípios. Após a visita técnica aos produtores previamente selecionados pelos municípios, a equipe elaborou uma matriz lógica com critérios e pesos diferentes para ajudar na decisão da escolha do agricultor onde seriam desenvolvidas as atividades de instalação da URT, assim como das capacitações. “Nosso parceiro, o senhor Lauro Paiva, tem sido referência na divulgação dos trabalhos que estão sendo realizados pela Embrapa na região. Outra estratégia adotada foi a integração e parceria dos pesquisadores das Unidades da Embrapa envolvidas com a tecnologia de manejo de açaí nativo”, conta o pesquisador da Embrapa Cocais, José Mário Frazão. Manejo de açaí de terra firme  Agricultores relataram que, se tivessem conhecimento da tecnologia, não teriam transformado áreas de açaizais degradados em pastagem, hábito comum de alguns agricultores. “Essa realidade está mudando e seu Lauro se tornou referência na tecnologia de manejo de açaí de terra firme na região e tem atendido às demandas de outros municípios para orientar a recuperação dessas áreas de açaízais”, acrescenta Frazão.   Com vigência até 2025, a expectativa é que os aprendizados dessa URT sirvam como base para publicações científicas e a replicação da tecnologia em outras regiões. Enquanto isso, o manejo sustentável do açaí se consolida como uma alternativa viável para a geração de renda e conservação ambiental na Amazônia Maranhense.   Em janeiro de 2025, a comunidade do Maracanã receberá uma capacitação voltada para o manejo e boas práticas de processamento de açaí. A iniciativa é fruto de uma parceria entre a Embrapa e o Instituto de Formação, que está auxiliando na seleção dos produtores participantes.  O projeto, que envolve um acompanhamento técnico contínuo, já tem uma área definida e busca o engajamento dos agricultores locais. Como parte do processo, será formalizado um acordo com os produtores, destacando a importância do compromisso de longo prazo.   *Sob supervisão de Victor Faverin O post Projeto supre renda de produtores de açaí do Maranhão durante entressafra paraense apareceu primeiro em Canal Rural.

Semana começa com alerta de chuva muita intensa; confira áreas mais afetadas

Foto: Freepik Esta segunda-feira (23), a penúltima do ano, será marcada por muitas pancadas de chuva em quase todo o Brasil. Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo. : siga o Canal Rural no Google News. De acordo com a previsão da Climatempo, grande parte das regiões Sudeste, Centro-Oeste e Norte ficam em alerta para chuva forte e volumosa, com potencial para causar transtornos para a população em vários locais. Os meteorologistas da empresa explicam que a grande disponibilidade de umidade e de calor que existe sobre o Brasil facilita a formação de nuvens carregadas, com potencial para a chuva forte. Mas nestas vésperas do Natal, a organização da Zona de Convergência do Atlântico Sul (ZCAS) será responsável por grande parte da chuva em algumas áreas do país. Sul A maioria das áreas do Sul ficam fora dos alertas para chuva forte nesta segunda-feira. Porém, o litoral do Paraná fica em atenção para pancadas de chuva com moderada a forte intensidade. Na grande Curitiba, no Vale do Itajaí e no litoral de Santa Catarina, a chuva pode ser moderada. Sudeste Na região, o alerta especial é para a litoral de São Paulo e sul do Rio de Janeiro, da região de Peruíbe até Angra dos Reis, onde a chuva frequente e volumosa deve gerar grandes acumulados até o fim do dia, aumentando o risco para alagamentos e até algum deslizamento de terra. A Climatempo também avalia que também há perigo em razão da chuva frequente e volumosa na região serrana e o noroeste do Rio de Janeiro, em áreas de divisa do Espírito Santo com Minas Gerais e na região mineira do Vale do Rio Doce. O dia traz alerta para o risco de temporais na região metropolitana do Rio de Janeiro, na região dos Lagos, no litoral norte fluminense, no litoral do Espírito Santo e no norte capixaba, na Zona da Mata mineira, na grande Belo Horizonte, em todo centro-oeste e noroeste de Minas Gerais e também no Vale do Jequitinhonha. Atenção para a chuva moderada forte no litoral sul de São Paulo, no Vale do Paraíba Paulista, no Sul do estado do Rio (região de Resende e Volta Redonda), no Sul de Minas e no Triângulo Mineiro. O norte do estado de São Paulo também pode ter pancadas de chuva moderada a forte, mas de forma isolada. Na região da Grande São Paulo também pode chover nesta segunda-feira, mas não há expectativa de chuva forte. Centro-Oeste O alerta para o risco de temporais na região neste início de semana vale para o Distrito Federal, quase todas as áreas de Goiás, incluindo a região de Goiânia, e também para todo o centro, oeste, leste e norte de Mato Grosso. Em Cuiabá e no sul de Mato Grosso e de Goiás, a situação é de atenção para pancadas de chuva de moderada a forte intensidade. Em Campo Grande, na região de Corumbá e em todo centro-norte de Mato Grosso do Sul, também podem ocorrer pancadas de chuva nesta segunda-feira, mas de forma isolada. Não há alertas para as outras áreas de Mato Grosso do Sul. Norte O alerta para temporais nesta segunda-feira vale para o norte do Tocantins, para a região de Tucuruí, no leste do Pará, no extremo norte do Amapá, em todo o oeste e sul do Amazonas e também para o Acre e Rondônia. Em Roraima, na região de Macapá e em outras áreas do Amapá, em Belém, no nordeste do Pará, no centro-oeste sul paraense, em todo o Tocantins, em Manaus e em todo o centro, norte e leste do Amazonas, a situação é de atenção para pancadas de chuva entre moderadas e fortes, segundo a Climatempo. Nordeste Nesta região, o alerta de temporais vale para o centro sul do Maranhão. Nas outras áreas do Maranhão, incluindo São Luís, em Teresina e em todo o interior do Piauí, no oeste da Bahia e na região do Vale do São Francisco no estado, as pancadas de chuva nesta segunda-feira podem ser de moderadas a fortes. O post Semana começa com alerta de chuva muita intensa; confira áreas mais afetadas apareceu primeiro em Canal Rural.

Porto de Santos movimenta 167 milhões de t de janeiro a novembro

Foto: Porto de Santos O complexo portuário de Santos (SP) registrou, entre janeiro e novembro de 2024, a movimentação de cerca de 167,1 milhões de toneladas, um crescimento de 6% em relação ao mesmo período de 2023. O desempenho robusto mantém a expectativa do recorde anual para o porto, consolidando sua posição como principal hub logístico do Brasil, informa em comunicado a Autoridade Portuária de Santos (APS), empresa pública vinculada ao Ministério dos Portos e Aeroportos. Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo. : siga o Canal Rural no Google News. Conforme a APS, os embarques totalizaram 122,9 milhões de toneladas, um aumento de 3,8%, enquanto as descargas atingiram 44,1 milhões de toneladas, com alta expressiva de 12,5%. No segmento de contêineres, a movimentação também alcançou níveis inéditos, disse a APS. No mês de novembro, foram registrados 464,7 mil TEU (unidade equivalente a contêineres de 20 pés), 13,5% a mais que o mesmo mês de 2023, representando o melhor desempenho já registrado em um mês de novembro. No acumulado do ano, o volume chegou a 5,01 milhões de TEU, um crescimento de 15,2%, consolidando outro recorde histórico. Importância do agro para o Porto de Santos Os produtos do agronegócio tiveram papel central no desempenho do porto. As maiores participações por volume de carga ficaram com: soja em grãos, com 27,8 milhões de toneladas movimentadas; açúcar (25,5 milhões de t); milho (14,1 milhões de t). Produtos que registraram altas expressivas: açúcar (aumento de 27,6%, com 25,5 milhões de t); café em grãos (+50,3%, com 2,3 milhões de t); carnes (+35,4%, com 2,4 milhões de t); celulose (+10,6%, com 7,39 milhões de t). No segmento de granéis sólidos, apesar de uma leve redução de 0,7% no volume total (85,6 milhões de toneladas), as exportações de açúcar (+26,6%) e farelo de soja (+5,4%) mantiveram forte desempenho. Já os granéis líquidos registraram 18 milhões de toneladas, crescimento de 1,9%, com destaque para a alta de gasolina (+49,3%) e óleo diesel (+4,6%). A carga geral solta somou 8,7 milhões de toneladas, crescendo 9,4%, com a celulose representando 7,5% do total. Entre janeiro e novembro de 2024, o Porto de Santos recebeu 5.110 embarcações, um aumento de 3,3% em relação a 2023. A movimentação de cargas no mês de novembro totalizou 14,2 milhões de toneladas, redução de 10% frente ao mesmo período do ano passado, por conta, principalmente, da redução nos embarques de milho e soja em grãos. A participação do Porto de Santos na corrente comercial brasileira cresceu, passando de 28,5% para 29% no período. Em termos financeiros, o volume movimentado chegou a US$ 161,6 milhões. A China continua como principal parceira comercial, representando 27,3% das transações nacionais realizadas no ano através de Santos até novembro de 2024. O Estado de São Paulo manteve sua liderança nas exportações e importações realizadas pelo Porto, com 53,6% do total. O post Porto de Santos movimenta 167 milhões de t de janeiro a novembro apareceu primeiro em Canal Rural.

Repasse do dólar aos preços está maior que o normal e eleva preocupação com inflação

Foto: Pixabay Se um dólar ao redor de R$ 6 por si só já é motivo de preocupação com a inflação, o momento atual exige ainda mais cuidado, porque o repasse da desvalorização da moeda brasileira para os preços ao consumidor está ainda mais forte. O chamado pass through maior decorre da atual dinâmica da economia brasileira, que opera acima da capacidade. Incertezas com os rumos da política fiscal e a própria trajetória prospectiva da inflação adicionam mais cautela ao cenário, turbinando o efeito da moeda nos itens vendidos ao consumidor. O repasse do câmbio, aliás, foi mencionado pelo Banco Central na ata do Comitê de Política Monetária (Copom) de dezembro, que elevou a Selic para 12,25% ao ano e indicou mais dois aumentos de 1 ponto percentual. No texto, o colegiado citou que o repasse “aumenta quando a demanda está mais forte, as expectativas estão desancoradas ou o movimento cambial é considerado mais persistente”. “A economia parece ter vários desequilíbrios atualmente, com destaque para uma demanda que está esticada em relação à oferta”, reforça o economista da consultoria Quantitas João Fernandes. “Começa-se a antecipar que haverá efeitos inflacionários, mas ninguém sabe ao certo o tamanho deles. Com um ambiente de dólar alto, as pessoas [formadores de preço] pensam: ‘eu não sei quanto mais esse dólar vai subir, mas isso vai virar custo para mim, então é melhor eu repassar essa desvalorização cambial logo’”, detalha. Ele trabalha hoje, em seus modelos de projeção de inflação, com um pass through do câmbio entre 8% e 10%, isto é, uma desvalorização do câmbio de 10% pode levar, no limite, a um Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de quatro trimestres à frente 1,0 ponto porcentual mais alto. “Até mais ou menos 2021, esse repasse era mais baixo, entre 6% e 7%”, aponta. Fernandes ressalta, contudo, que há gradações diferentes desse repasse, a depender do tipo de item, já que nos alimentos (14%) e bens industriais (8%) a tendência do repasse é muito mais forte do que nos serviços (2%). O economista da Terra Investimentos Homero Guizzo tem uma análise semelhante, já que, segundo ele, em momentos em que a economia opera muito próxima ou acima de sua capacidade, como o atual, é natural que a desvalorização do câmbio seja repassada com mais rapidez e força aos preços ao consumidor. “Se o hiato do produto efetivo estivesse um pouco acima, e não expressivamente acima, a depreciação seria absorvida nas cadeias de distribuição mais facilmente”, afirma Guizzo. Ele calcula que o pass through da desvalorização cambial costumava ficar em torno de 4%, mas, no ambiente atual está em 8%. Ou seja, a cada 10% de desvalorização da moeda, o headline do IPCA aumenta 0,8 ponto percentual, estimativa próxima a da Quantitas. Já a estrategista de inflação da Warren Investimentos, Andréa Ângelo, atenta não só para a intensidade desse repasse, mas para sua velocidade, que também está maior. Ela conta que um estudo feito pela Warren apontou que a defasagem de movimentos de desvalorização cambial para os preços ao consumidor, que no período pré-pandemia durava até quatro trimestres, hoje tem ocorrido praticamente dentro de apenas um trimestre, ao menos numa cesta específica de itens, que tem correlação mais forte com a cotação do dólar. A cesta inclui principalmente bens como móveis, eletroeletrônicos e itens de higiene pessoal e limpeza. “Entendemos que esse momento de repasse maior e mais rápido pode ter a ver com essas variáveis, como economia sobreaquecida e as expectativas de inflação mais elevadas”, comenta Ângelo. Ela destaca ainda que os preços atualmente têm refletido o movimento do dólar entre julho e outubro, de cerca de R$ 5,55 para a casa de R$ 5,80. A desvalorização mais recente do câmbio, de R$ 5,80 para R$ 6, portanto, só deve ser sentida a partir dos meses iniciais de 2025, afirma. A Warren projeta IPCA de 4,9% em 2024 e 5,15% ao final do ano que vem. A análise é corroborada por Fernandes, da Quantitas: “o grosso do efeito da última desvalorização vai pegar na inflação ao longo de 2025, com bens e alimentos sendo os vilões. Os serviços já estavam altos e vão continuar altos”, diz o economista. Ele trabalha com um cenário em que o IPCA sai de 4,8% no fim de 2024 e vai a 5,5% no encerramento de 2025. “Esse 0,7 pp a mais majoritariamente reflete alimentos e bens, que é aquilo que está sendo muito influenciado pelo câmbio”, emenda. O post Repasse do dólar aos preços está maior que o normal e eleva preocupação com inflação apareceu primeiro em Canal Rural.

Feijão-guandu: nova variedade combate nematoides e auxilia na alimentação animal

Foto: Lívia Mendes de Castro/Embrapa A Embrapa apresenta ao setor produtivo a cultivar BRS Guatã, uma variedade de feijão-guandu que pode contribuir para recuperar pastagens degradadas, auxiliar na alimentação de bovinos durante a época seca e ser capaz de combater os nematoides no solo. Esses parasitas são capazes de causar prejuízos anuais à agricultura nacional de R$ 35 bilhões, segundo a Sociedade Brasileira de Nematologia (SBN), uma vez que atacam culturas de grande relevância econômica, como soja, cana-de-açúcar e feijão. As pesquisas realizadas pela Embrapa Pecuária Sudeste (SP) revelaram que a BRS Guatã tem potencial para controlar quatro nematoides de grande ocorrência, principalmente, na soja e na cana-de-açúcar, que são: pratylenchus brachyurus; p. zeae, meloidogyne javanica e m. incógnita. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Esses pequenos vermes afetam significativamente a produção porque parasitam as plantas retirando substâncias nutritivas e injetando elementos tóxicos no interior da célula vegetal. As larvas penetram nos tecidos da raiz e formam pequenos tumores, podendo chegar até as folhas, flores e frutos. “Foram anos de trabalho até chegar a essa cultivar. O potencial para controlar nematoides é a sua principal característica, pelos danos que causam à agropecuária nacional. Além da soja e da cana-de açúcar, parasitam também lavouras de feijão”, explica o pesquisador aposentado da Embrapa Rodolfo Godoy, responsável pelo desenvolvimento desse material. Segundo ele, as crotalárias também são eficientes no combate aos nematoides, mas a BRS Guatã agrega outros benefícios, como a descompactação do solo, a alimentação animal e a cobertura do solo. O guandu BRS Guatã é uma opção eficaz para os produtores rurais no controle desses parasitas, uma vez que eles não se multiplicam nessa variedade. Além disso, a leguminosa apresenta grande potencial para contribuir com a sustentabilidade da pecuária, promovendo a saúde do solo, a redução de custos com agrotóxicos e fertilizantes e o aumento da produtividade animal. A utilização dessa cultivar mostra-se bastante promissora em algumas regiões do Brasil, como Sudeste e Centro-Oeste para a intensificação equilibrada e inteligente da pecuária, conciliando produtividade e preservação ambiental. Segundo o presidente da Associação para o Fomento à Pesquisa de Melhoramento de Forrageiras (Unipasto), Ademilson Facholli, que também é proprietário das Sementes Facholli, a primeira empresa a multiplicar as sementes da BRS Guatã, essa leguminosa deve ter boa aceitação na cultura da cana-de-açúcar, na hora da reforma do canavial. Facholli considera o material muito promissor. A empresa, que fica em Santo Anastácio, região de Presidente Prudente (SP), conta com 50 toneladas em estoque para comercialização. Foto: Gisele Rosso/Embrapa Nova cultivar é rica em proteína e tolerante ao déficit hídrico Para a alimentação animal, o guandu é uma leguminosa rica em proteína, apresentando valores em torno de 15%, e com alta capacidade de se associar às bactérias que realizam fixação de nitrogênio no solo. A BRS Guatã é apresentada como uma alternativa de baixo custo para a suplementação volumosa de bovinos durante a seca. O uso para essa finalidade permite aumentar a taxa de lotação por hectare e reduzir a escassez de forragens, comum no período seco, resultando em maior ganho de peso dos animais. Além disso, segundo a pesquisadora Patrícia Anchão Oliveira, a nova cultivar demonstrou ser uma alternativa viável para a produção de cobertura morta e adubação verde em rotação com outras culturas. Em testes, ela produziu 3 toneladas de massa seca por hectare na condição de sequeiro e 3,3 toneladas por hectare com irrigação. Essa pequena diferença evidencia a alta tolerância dessa leguminosa ao déficit hídrico. Vantagens competitivas A BRS Guatã apresenta ciclo vegetativo mais curto em comparação a outras cultivares de guandu, como a BRS Mandarim. O pesquisador da Embrapa Frederico de Pina  Matta observa que essa característica antecipa a disponibilidade de forragem para os animais, já que seu consumo aumenta durante o florescimento. Ela floresce cerca de 30 dias antes do que a BRS Mandarim e tem boa velocidade de estabelecimento no campo. Outra característica interessante do Guatã, segundo Matta, é o porte e a estrutura da planta. A cultivar tem altura intermediária com caules mais finos e flexíveis facilitando os tratos culturais quando comparado ao guandu BRS Mandarim. Quando integrada à cultura da soja, a variedade não é hospedeira para a phakopsora pachyrhizi syd. & p. syd, agente da ferrugem da soja. Também possui resistência moderada à macrophomina phaseolina, fungo causador da podridão do caule. Algumas outras características podem ser associadas à BRS Guatã e impactam na produtividade das pastagens ou culturas anuais, como a alta quantidade de matéria seca. A partir da adubação verde, a BRS Guatã possibilita o fornecimento em torno de 80 a 120 kg de nitrogênio por hectare, realizando a ciclagem de nutrientes importantes para o solo. A decomposição da biomassa libera nutrientes importantes para o solo, como nitrogênio, fósforo, potássio e micronutrientes, beneficiando o cultivo subsequente. Além disso, pode servir de alternativa como planta de proteção e sombreamento para implantação de outras culturas (café e frutíferas, por exemplo). Com todos esses benefícios, a BRS Guatã representa um avanço significativo para a agricultura brasileira, oferecendo uma solução integrada para o manejo de pragas, à produção de alimentos e à sustentabilidade dos sistemas produtivos. Recomendações de Cultivo Com plantio recomendado de setembro a março, o produtor deve deixar um espaçamento de 0,5 a 0,8 metros entre linhas, dependendo da semeadura e da estratégia de uso. É importante realizar a análise de solo para determinar as necessidades de correção e adubação. O molibdênio é um micronutriente essencial para a fixação de nitrogênio e sua deficiência pode ocorrer em solos com pH elevado. Os pesquisadores orientam a realização de análise foliar no início do florescimento para detectar deficiências nutricionais e ajustar o manejo da cultura. Mudanças climáticas Algumas características agronômicas da cultivar BRS Guatã podem ser bastante importantes em condições desafiadoras, como as mudanças climáticas. A variedade demonstrou alta tolerância ao déficit hídrico, produzindo três toneladas de massa seca por hectare em condições de sequeiro, valor estatisticamente igual à produção em condições irrigadas. Essa resiliência é vantajosa em um cenário adverso, no qual eventos extremos,