Soja Brasil visita lavouras de soja em MS

[ad_1] No último episódio a equipe do Soja Brasil visitou Mato Grosso do Sul para explorar os desafios e avanços na produção de soja no estado. Apesar dos sérios problemas causados pela estiagem, a expedição constatou que a região tem se destacado pela inovação e adoção de novas tecnologias no setor agrícola. Confira: O estado enfrentou um estresse hídrico severo que afetou cerca de 2 milhões de hectares, representando 45% da área total de soja cultivada. A estiagem e as altas temperaturas impactaram diretamente a produtividade, reduzindo a média para 51,7 sacas por hectare, abaixo do esperado. Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! 🌱 A situação se agrava ao longo das safras, acumulando dificuldades financeiras para os produtores, tornando desafiador o cumprimento de compromissos e investimentos para o próximo ciclo. O aumento das temperaturas também prejudica a qualidade da soja, uma vez que temperaturas superiores a 35ºC afetam a produção de proteína da planta, resultando em menor peso e produtividade. Rumo à resolução Diante dos desafios climáticos, a pesquisa e inovação têm sido essenciais para mitigar os impactos e melhorar a produtividade. A adoção de tecnologias como o uso de palhadas e o manejo adequado do solo tem contribuído para melhorar a resistência da cultura, enquanto estudos sobre a janela ideal de semeadura e cultivares adaptadas ao clima também têm se mostrado fundamentais. A diversificação de culturas, como cana-de-açúcar, laranja, amendoim e eucalipto, tem se tornado uma estratégia eficaz para reduzir riscos. Além disso, a introdução de sistemas de irrigação e a melhoria da logística, com a Rota Bioceânica, são iniciativas que buscam aumentar a competitividade e a rentabilidade do agronegócio, preparando o setor para enfrentar adversidades climáticas e continuar a crescer. [ad_2] Source link
Supersafra de arroz e feijão devem reduzir inflação dos alimentos, diz Cogo

[ad_1] O 6º Levantamento da Safra de Grãos 2024/25, divulgado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) nesta quinta-feira (13), estima produção de arroz em 12,1 milhões de toneladas e de feijão em 3,29 milhões de toneladas. Para o analista da Cogo Inteligência em Agronegócio, Carlos Cogo, o efeito sazonal da colheita dos dois produtos da cesta básica devem fazer os preços caírem e, com isso, resultar em queda do nível inflacionário dos alimentos dentro do Índice de preços ao consumidor (IPCA). “No entanto, sabemos que o processo inflacionário atual não é decorrente somente da alta de alimentos e essa alta de alimentos não é provocada por qualquer problema dentro do agronegócio, mas está ligada, basicamente, a duas coisas: alta da taxa de juros e alta da inflação”, ressalta. Com isso, há o efeito cascata, visto que os fretes, a logística de escoamento e os processos da indústria de embalagens, entre outros fatores, ficam encarecidos, refletindo na alta dos preços nas gôndolas dos supermercados. “Esses fatores são decorrentes de incapacidade do governo de controlar gastos públicos e de controlar a própria inflação, ou seja, os problemas estão dentro do próprio governo e ele quer buscar essa culpa externamente, querendo culpar o agronegócio, o que é totalmente equivocado”, considera. Infraestrutura e logística O analista ressalta que o foco deveria estar direcionado a investimentos para sanar problemas antigos do Brasil: dificuldades logísticas e de armazenamento. “Não é algo que vá trazer resultado no curto prazo, mas é um problema estrutural. […] no interior do Brasil não há capacidade [de armazenamento]. Com essa safa recorde que está aí, vamos ter um déficit de armazenagem recorde de 121 milhões de toneladas. Isso faz com que o produtor tenha que vender logo após a colheita a preço baixo para depois termos uma alta [de preços] na entressafra.” Cogo destaca que essa volatilidade de preços é prejudicial para a inflação. “A logística interna, o escoamento pelo Arco Norte melhorou ao longo dos últimos anos, sendo que estamos escoando 38% das exportações de grãos pelo Arco Norte e o restante pelo Arco Sul, porém, 55% da safa brasileira está no Arco Norte, então ainda há uma sobrecarga nos portos do Sul, bem como nos eixos rodoviários, ferroviários e hidroviários”, pondera. Assim, para o analista, apostar em melhoria logística e capacidade de armazenamento é a única saída para diminuir a volatilidade do preço dos alimentos e para manter a inflação em níveis mais estáveis. “Essas coisas reduziriam toda essa pressão que o setor [o agronegócio] está sofrendo e ‘pagando o pato’ por uma coisa que não é culpa dele. É urgente esse aporte de recurso em infraestrutura. O Brasil não consegue mais crescer em safra sem ter investimento em infraestrutura.” Cogo ainda destaca a disparidade entre o crescimento da safra a cada ano, em torno de 4,8%, e da capacidade de armazenagem de grãos no país, de apenas 2,6%. [ad_2] Source link
Produção de grãos na safra 2024/25 é de 328,3 milhões de toneladas, aponta Conab

[ad_1] A estimativa para a produção de grãos na safra 2024/25 foi atualizada e está em 328,3 milhões de toneladas, aumento de 10,3% em comparação com o volume obtido no ciclo anterior, representando um acréscimo de 30,6 milhões de toneladas a serem colhidas. Os dados são do 6º Levantamento da Safra de Grãos 2024/25, divulgado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) na manhã desta quinta-feira (13). Segundo a Companhia, o resultado reflete um aumento na área plantada, estimada em 81,6 milhões de hectares, como na recuperação na produtividade média das lavouras, projetada em 4.023 quilos por hectare. Caso o panorama se confirme, este será um novo recorde para a produção na série histórica. Soja A 1° safra de soja tem estimativa de produção de 167,4 milhões de toneladas, 13,3% superior à safra passada. Após o início de colheita mais lento, devido a atrasos no plantio e excesso de chuvas em janeiro, a redução das precipitações em fevereiro propiciou um grande avanço na área colhida. De acordo com a Conab, nesta semana, a colheita se encontra em 60,9% da área, superior ao registrado no mesmo período na temporada anterior, dentro da média dos últimos 5 anos, como indica o Progresso de Safra publicado pela Companhia. Os rendimentos obtidos até o momento têm superado as expectativas iniciais em estados produtores, como Mato Grosso, Goiás e Minas Gerais. Por outro lado, no Rio Grande do Sul e em Mato Grosso do Sul, a irregularidade e a ausência de precipitações já afetou o potencial produtivo da cultura em quase todo o estado. Milho O plantio do milho 2ª safra atinge 83,1% da área prevista. O índice está abaixo do registrado no último ciclo em período semelhante, porém mais alto do que a média dos últimos 5 anos. A expectativa da Conab é que haja um crescimento da área da 2ª safra do cereal em 1,9%, chegando a aproximadamente 16,75 milhões de hectares. As condições climáticas até o momento são favoráveis e se estima uma recuperação na produtividade média nas lavouras, estimada em 5.703 quilos por hectares. Com isso, a produção na 2ª safra do grão está projetada em 95,5 milhões de toneladas, aumento de 5,8% em relação à 2023/24. Este bom desempenho influencia na estimativa esperada para a produção total de milho de 122,8 milhões de toneladas, crescimento de 6,1%. Arroz A Conab verifica um aumento na área plantada em 6,5%, chegando a 1,7 milhão de hectares. As boas condições climáticas vêm favorecendo as lavouras, permitindo uma recuperação de 7,3% na produtividade média das lavouras, estimada em 7.063 quilos por hectare. Mantendo-se as condições atuais, a estimativa para a produção neste levantamento passa para 12,1 milhões de toneladas. Os índices de colheita se apresentam superiores ao mesmo período da safra passada em quase todos os principais estados produtores, apenas Tocantins o ritmo de colheita se encontra em percentual um pouco abaixo do ciclo passado. Mercado de arroz A entrada da safra no mercado mantém a tendência de baixa nos preços pagos aos produtores. O aumento de produção estimado pela Companhia garante o abastecimento interno e possibilita uma recuperação nos estoques de passagem do produto mesmo com a expectativa de aumento nas exportações do grão. Estima-se que as vendas de arroz brasileiro ao mercado externo cheguem a 2 milhões de toneladas, e que o estoque de passagem ao final da safra 2024/25 apresente recuperação, com um volume estimado de 1,4 milhão de toneladas ao final de fevereiro de 2026. Feijão A leguminosa deverá registrar um ligeiro aumento na produção total de 1,5% na safra 2024/25, estimada em 3,29 milhões de toneladas. O resultado é influenciado principalmente pela expectativa de uma leve melhora na produtividade média das lavouras, uma vez que a área destinada para o feijão se mantém praticamente estável. Algodão A expectativa da Conab é de aumento na área semeada, em cerca de 2 milhões de hectares, incrementando a produção. A perspectiva é de uma boa produtividade média nas lavouras, podendo ser a terceira maior já registrada na série histórica perdendo apenas para os últimos dois ciclos. Caso o cenário se confirme, a estimativa é que se colha 3,82 milhões de toneladas da pluma, um novo recorde para o país. [ad_2] Source link
Canal Rural entra no Circuito de Negócios Agro com a Caravana do Clima

[ad_1] O Canal Rural e o Banco do Brasil anunciaram uma parceria no Circuito de Negócios Agro para levar o projeto Caravana do Clima a três cidades que estão sentindo duramente o impacto climático no agronegócio. O projeto contará com a participação do especialista em clima do Canal, o meteorologista Arthur Müller, que apresentará análises detalhadas e conteúdos customizados para os produtores rurais de cada região. A Caravana do Clima estará presente na carreta do Banco do Brasil em localidades atingidas por eventos recentes, como a estiagem, levando palestras e consultorias especializadas. Nesta quinta-feira (13), a programação acontece em Corumbá, Mato Grosso do Sul. No dia 15 de abril, a caravana chega à região Sul, desembarcado no município de Sarandi, no Rio Grande do Sul. A cidade de Querência, em Mato Grosso, recebe a programação com a participação do Canal Rural no dia 20 de maio. “Essa parceria com o Banco do Brasil fortalece nosso propósito de estar cada vez mais próximos do campo, entendendo suas necessidades e trazendo conteúdo relevante para ajudar na adaptação às novas realidades climáticas”, afirma Laila Muniz, gerente de jornalismo do Canal Rural. Durante os encontros, Arthur Müller abordará o cenário climático global e nacional, além de oferecer análises específicas para cada região, considerando as principais culturas locais. Além disso, os produtores terão acesso a uma consultoria exclusiva para esclarecer dúvidas e entender melhor os impactos do clima em suas safras. A programação terá duração aproximada de uma hora. Uma equipe de produção do Canal Rural também acompanhará as ações para fazer a cobertura a respeito da realidade agropecuária das regiões visitadas, mostrando os desafios enfrentados pelos produtores e a influência do clima na produtividade. O conteúdo produzido será divulgado nos jornais e redes sociais do Canal Rural, ampliando a visibilidade do projeto. O objetivo do Circuito de Negócios Agro BB é reforçar a presença e fortalecer o protagonismo do Banco do Brasil como maior parceiro do agronegócio. A ação tem como principais públicos produtores rurais, todo o elo produtivo do agro e empreendedoras. [ad_2] Source link
Camex se reúne hoje à tarde para zerar imposto de importação de alimentos

[ad_1] A Câmara de Comércio Exterior (Camex) vai se reunir nesta quinta-feira (13), às 14h30, para aprovar a zeragem da alíquota de imposto de importação de alimentos. A medida foi anunciada na semana passada pelo governo como uma das formas de enfrentar a inflação de alimentos e vai impactar o tributo de importação cobrado sobre nove itens: milho, óleo de girassol, óleo de oliva, sardinha, biscoitos, massas alimentícias, açúcar, café e carne bovina desossada congelada. É pela decisão da Camex que serão estabelecidas exatamente as Nomenclatura Comum do Mercosul (NCMs) dos produtos que terão o imposto de importação zerado. As alíquotas dos itens escolhidos pelo governo variam entre 7,2%, do milho, e 32%, aplicado na sardinha, o mais alto. O imposto de importação, embora resulte em arrecadação para o governo, tem caráter regulatório. Mexer nas alíquotas, portanto, não demanda que o Executivo compense eventuais renúncias. No ano passado, o Brasil importou US$ 292,52 milhões em milho, com 1.634.926 toneladas. Na outra ponta, os produtores brasileiros exportaram 39.783.168 toneladas, o que gerou US$ 8,177 bilhões de receita em vendas. De carne bovina fresca, refrigerada ou congelada, foram importados US$ 305,77 milhões, contra vendas de US$ 11,658 bilhões. De açúcares e melaços, o Brasil comprou no ano passado US$ 81,77 milhões e exportou US$ 18,624 bilhões. [ad_2] Source link
Importações de soja da China podem aliviar escassez de oferta

[ad_1] A China deve registrar números altos relacionados à importação de soja no segundo trimestre de 2025, o que pode aliviar a escassez de oferta no país. Segundo a consultoria Safras & Mercado, traders e analistas afirmaram que os embarques brasileiros atrasados e os desembaraços alfandegários lentos causaram uma redução na oferta de soja, o que levou vários processadores a interromperem as operações. Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! 🌱 Recorde de soja O maior comprador de soja do mundo deve importar um recorde de 31,3 milhões de toneladas da oleaginosa entre abril e junho deste ano. Esse volume deverá aliviar a pressão no mercado, principalmente em relação às menores chegadas de soja que eram esperadas para o mês de março. A previsão foi feita com base na média de estimativas de cinco empresas de pesquisa e negociação. Esse aumento nas importações representa uma alta de aproximadamente 4,6% em relação aos 29,91 milhões de toneladas que a China importou no segundo trimestre do ano passado, o que destaca a intensidade da ação para lidar com a escassez de oferta. A pressão sobre o mercado de soja na China é resultado de uma combinação de fatores. Além dos atrasos nos embarques do Brasil, o maior produtor de soja do mundo, também existe a questão da resistência dos compradores chineses em adquirir grãos dos Estados Unidos devido às preocupações com uma possível guerra comercial com Washington. [ad_2] Source link
Olhe para o céu, pois à noite haverá eclipse lunar total!

[ad_1] Esta noite os brasileiros terão a oportunidade de apreciar um eclipse lunar total. O fenômeno começa precisamente à 00h 57min 24s, quando o movimento natural da Terra passa entre o Sol e a Lua. Em um determinado momento, a sombra do nosso planeta escurece completamente a Lua, deixando o satélite natural com um tom avermelhado; o evento também é conhecido como Lua de Sangue. “Além da beleza natural, que é aquele aspecto avermelhado no ápice do eclipse, este evento é especial porque o próximo eclipse lunar total que poderá ser visível em todo o Brasil, só vai ocorrer em junho de 2029! Então, vale a pena fazer um esforço, dá uma acordadinha na madrugada da sexta-feira para apreciar esta lua cheia avermelhada”, disse Marcos Calil, professor do Urânia planetário, ao Climatempo. Fases da lua As fases do eclipse lunar total é um evento astronômico que tem várias fases, antes do momento máximo que é quando a Lua fica completamente imersa na sombra do planeta Terra. De acordo com o professor Calil, pouco depois das 2 horas da madrugada, a Lua começa a entrar na umbra, uma espécie de sombra mais escura provocada pela Terra e é nesse momento que o espetáculo poderá ser apreciado em qualquer lugar do Brasil, a olho nu e mesmo nas grandes cidades. A Lua ficará com um aspecto “cortado”, com um pequeno pedaço bem escurecido. Esta fase é chamada de eclipse lunar parcial. Com o passar do tempo, a Lua vai entrando cada vez mais na sombra escura da Terra ( umbra) e a mancha escurecida vai aumentando cada vez mais. E aí começa aparecer aquele tom avermelhado do disco lunar, típico do eclipse lunar total. Eclipse lunar total Às 03h 25min a Lua estará completamente imersa na sombra da Terra e exatamente às 03h 59min 56s, haverá o ponto máximo do eclipse lunar. “Vale ressaltar que neste momento máximo do eclipse, a Lua não desaparece no céu. O que muda é a cor do disco lunar. A Lua fica com um tom avermelhado. Mas a intensidade desse avermelhado depende de diversos fatores”, explica o professor. Depois do ponto máximo do eclipse, conforme o movimento natural da Terra e da Lua, começa a ocorrer o caminho inverso. O término será às 07h 00 e poderá ser visto apenas nos estados de Roraima, Amazonas, Acre, Rondônia, no oeste do Mato Grosso, no extremo oeste do Pará e de Mato Grosso do Sul. [ad_2] Source link
professora se reinventa no agronegócio

[ad_1] Formada em letras desde os 20 anos, Graci Faita sempre valorizou o aprendizado. Após se casar com o produtor rural, Romeu Faita, a vida no campo a conquistou. Surgiu então um novo desafio: contribuir mais com a gestão da propriedade agrícola da família. Para isso, investiu em conhecimento e encontrou no Sebrae Goiás (GO) o apoio necessário para se capacitar e crescer no agronegócio. E o incentivo de outras mulheres foi essencial nessa trajetória. “Tudo começou como ajuda. E aí eu fui tomando gosto, ele [marido] foi me ensinando e eu fui aprendendo com outras pessoas também. Eu tive ajuda de muitas outras mulheres muito fortes, que cuidavam dos negócios das famílias. Foi aí que eu fiz contabilidade, quando meu filho estava com cinco meses”, diz Graci Faita, contadora. A empreendedora conta com o auxílio de outras mulheres e buscou no Sebrae/GO mais conhecimento | Foto: reprodução Agência Sebrae de Notícias Atualmente, ela se dedica integralmente à empresa da família e segue ampliando seus conhecimentos. Participa de grupos de mentoria e masterclasses sobre agro e empreendedorismo feminino, além de realizar cursos do Sebrae. “Eu faço parte de um grupo de mulheres do agronegócio. Nós temos mentoria e nós fazemos sempre um grupo de masterclass, no qual a gente sempre discute assuntos semanalmente, relacionados ao feminino e ao agro. Fora os cursos do Sebrae: fiz um curso sobre Holding e Sucessão Familiar que me ajudou muito”, comenta a contadora. Para Faita, o setor do empreendedorismo rural ainda é um pouco machista. Mas com o fortalecimento que encontrou com outras mulheres tem auxiliado a ganhar espaço e cada vez mais conquistar novas áreas. “Nosso grupo conta com empregadas diretamente do agro ou que trabalham com a família, esposas, filhas e todas sentem a mesma dificuldade, mas quando nós decidimos nos unir, nós ganhamos mais força” finaliza Graci Faita. Participe do Porteira Aberta Empreender: envie perguntas, sugestões e conte sua história de empreendedorismo pelo WhatsApp Acompanhe as novidades no site do Canal Rural/ Empreendedorismo e aprenda a empreender de forma segura e responsável. [ad_2] Source link
Carne suína tem desvalorização na 1ª quinzena de março

[ad_1] Após atingirem as máximas nominais para um mês de fevereiro, os preços do suíno vivo e da carne têm acumulado queda nesta primeira quinzena de março. Pesquisadores do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) explicam que a pressão vem do fato de compradores terem reduzido a aquisição de novos lotes de animais, devido à baixa liquidez nas vendas da carne. Ontem (13), o indicador do suíno vivo Cepea/Esalq – preço recebido pelo produtor (reais por quilo), à vista, em Minas Gerais, foi cotado a R$ 8,65, queda de 5,15% em relação ao mês passado. Quanto às exportações brasileiras de carne suína (considerando-se produtos in natura e processados), o volume escoado e a receita obtida atingiram recordes para fevereiro, de acordo com a série histórica da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), iniciada em 1997. Números das exportações de carne suína Segundo dados da Secex compilados pelo Cepea, nos 20 dias úteis do último mês, o setor suinícola nacional embarcou 113,1 mil toneladas de carne, 8,1% a mais que em janeiro/25 e 16,8% acima da quantidade enviada em fevereiro/24. Trabalho do Cepea O Cepea é parte do Departamento de Economia, Administração e Sociologia da Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” (Esalq), unidade da Universidade de São Paulo (USP). Suas atividades consistem no desenvolvimento de pesquisas aplicadas, na realização de trabalhos inéditos com teor econômico-administrativo e na divulgação ampla dos resultados que obtêm. [ad_2] Source link
veja a previsão de hoje para todo o país

[ad_1] O clima volta a se estabilizar na Região Sul do país, mas as chuvas se espalham mais pelo Sudeste. No Centro-Oeste, as precipitações chegam com força. Veja a previsão para todo o país: Sul O tempo volta a ficar firme com predomínio de sol em grande parte do Rio Grande do Sul, interior de Santa Catarina e do Paraná. Pode chover em áreas do centro-norte e leste paranaense, centro-leste catarinense e na faixa litorânea gaúcha. As temperaturas ficam mais agradáveis pelo estado gaúcho. Sudeste A chuva se espalha por São Paulo, centro-sul de Minas Gerais e no Rio de Janeiro com condição para pancadas fortes e com raios. No Espírito Santo e norte de Minas Gerais o predomínio é de tempo firme. O calor diminui especialmente no território paulista. Centro-Oeste O dia começa com chuva em pontos isolados de Mato Grosso e do noroeste de Goiás. A partir da tarde a chuva se espalha por todos os estados da Região e pode cair forte. Somente no leste goiano, as pancadas são mais isoladas e de menor intensidade. Nordeste Dia de sol e calor pelo interior da Bahia, centro-sul do Piauí e do Ceará e no sertão. Chove isolado de Salvador até Natal, e na costa norte as instabilidades atuam de forma mais frequente, provocando chuva forte no Maranhão e norte do Piauí. Norte A Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) mantém a condição de mais nuvens e chuva moderada a forte entre o Pará e o Amapá. No Acre, em Rondônia, Amazonas e Roraima, pancadas alternadas com períodos de melhoria, mas não se descartam temporais. Enquanto isso, no Tocantins a chuva é mais isolada e ocorre no período da tarde. [ad_2] Source link