Pecuaristas terão desconto de 70% nas avaliações genômicas de angus e brangus

[ad_1] A Associação Brasileira de Angus e Ultrablack e a Associação Brasileira de Brangus (ABB) firmaram parceria com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Paraná (Sebrae/PR) para subsidiar avaliações genômicas de animais das raças Angus, Brangus e Ultrablack. Assim, os valores aos pecuaristas passam a ser reduzidos em 70%, com a avaliação completa a R$ 45,50 e prazo de até 60 dias para o recebimento dos resultados, que serão compartilhados junto ao Programa de Melhoramento de Bovinos de Carne (Promebo) ou outro escolhido pelo criador. De acordo com a coordenadora de projetos técnicos da ABB, Ândrea Plotzki Reis, os produtores terão a oportunidade de fazer escolhas mais assertivas na seleção de seus animais a um preço mais acessível. “Por enquanto, o subsídio está disponível para criadores do Paraná, mas também temos um projeto semelhante para os pecuaristas do Rio Grande do Sul por meio do Sebrae-RS. […] essas iniciativas podem vir a ser modelos para outras regiões. Esperamos que parcerias parecidas possam ser desenvolvidas em outros estados”, enfatiza a profissional. Coleta em angus e brangus Foto: Reprodução A coleta do material genético tanto de Angus quanto de Brangus (pelo com o bulbo ou cartilagem da orelha) deverá ser realizada pelo criador e encaminhada junto às informações de tatuagem, sexo, data de nascimento e, caso exista, registro do animal. Saiba como participar: Angus: o criador associado à Associação Brasileira de Angus e Ultrablack deverá encaminhar a amostra coletada e preenchida corretamente ao seguinte endereço: Largo Visconde do Cairú, 12 – Sala 901 – Centro Histórico – Porto Alegre/RS – CEP 90030-110. Para dúvidas e informações, o contato pode ser realizado com Danielli Minuzzo pelo e-mail [email protected] ou pelo telefone (51) 9809-6806. Brangus: o criador associado à Associação Brasileira de Brangus deverá contatar a coordenadora de Projetos Técnicos, Ândrea Plotzki Reis por meio do telefone (67) 99836-4532 ou [email protected] para realizar o cadastro, a coleta e o posterior envio dos materiais. “A genotipagem permite que os criadores tenham informações detalhadas sobre o potencial genético dos seus animais desde cedo sem precisar esperar pelo desempenho produtivo ou reprodutivo, ou seja, principalmente em touros jovens, esse criador pode utilizar no seu rebanho com uma acurácia, uma confiança maior do que se não tivesse nenhuma informação prévia”, contextualiza Ândrea. [ad_2] Source link

Cultivo de abóbora, feijão e milho na mesma área otimiza recursos para produtores

[ad_1] A Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig) iniciou estudos sobre o plantio consorciado de milho crioulo e feijão mangalô no mesmo terreno. A modalidade de cultivo surgiu através do resgate de um antigo sistema da agricultura familiar unindo tradição e eficiência. O sistema Milpa, que é uma forma muito antiga de cultivo, também conhecido como “três irmãs”, consiste na plantação de milho, feijão e abóbora dentro de uma mesma área. A estratégia foi adotada para a otimizar recursos e gerar segurança alimentar. “O resgate e manutenção dos milhos crioulos vem sendo realizado por produtores e empresas de pesquisa e, diante disso, vimos como uma oportunidade de inserção do cultivo do feijão mangalô, uma espécie que faz parte do grupo das plantas alimentícias não convencionais (Panc)”, diz a pesquisadora Marinalva Woods, da Epamig. Mesmo no início da pesquisa, podem se sentir efeitos positivos. A presença de insetos benéficos para o cultivo e o desenvolvimento das plantas com menor índice de efeitos prejudiciais gerados por doenças são alguns deles. Além disso, a fixação de nitrogênio no solo por parte do feijão mangalô contribui para a melhor formação do milho promovendo uma melhor adaptação em um cenário de mudanças climáticas. A medida também favorece a segurança alimentar e nutricional. por garantir diversidade de produtos e beneficiar a alimentação da população de maneira geral. *Com supervisão de Thiago Dantas [ad_2] Source link

Festival das abelhas traz exposições, bazar e concurso de fotografia em SP

[ad_1] A 4ª edição do Hachimitsu Matsuri, festival dedicado às abelhas, será realizada entre os dias 10 e 13 de abril no Pavilhão Japonês do Parque Ibirapuera, em São Paulo. O evento contará com bazar, exposição de fotos, workshops, palestras e convidados especiais. Durante os quatro dias, 17 expositores apresentarão produtos ligados às abelhas e ao mel. Entre os destaques gastronômicos, a Na Na Ya Patisserie e a Mori Chazeria trarão doces e bebidas à base de mel. Neste ano, o evento traz uma novidade: o II Concurso de Fotografia, que premiará os melhores registros de abelhas nas categorias Meliponini (sem ferrão), Euglossini (das orquídeas) e semi-sociais. Os vencedores receberão uma câmera Instax. Foto: Leonardo Amaro/ Cidade São Paulo As palestras abordarão temas importantes e pouco divulgados, como observação e registro de abelhas na natureza, a diversidade de méis brasileiros e jardins agroflorestais. Além de uma oficina infantil sobre abelhas sem ferrão como atividade educativa para as crianças. O evento acontece das 10h às 17h. A entrada será gratuita no primeiro dia (10). Nos demais dias, os ingressos custam R$ 15 (inteira) e R$ 7 (meia). O Pavilhão Japonês O Pavilhão Japonês foi construído em 1954 pelo governo japonês e pela comunidade nipo-brasileira como um presente à Prefeitura de São Paulo, em comemoração ao IV Centenário da cidade. A estrutura foi transportada desmontada, em navio, e utiliza materiais trazidos do Japão, como madeiras especiais, pedras vulcânicas do jardim e lama de Kyoto, que dá textura às paredes. A construção contou com a participação de imigrantes japoneses, que atuaram como voluntários ao lado do corpo técnico vindo do Japão. Situado às margens do lago do parque, o pavilhão abriga um salão nobre, salas anexas, salão de exposição, um jardim e um lago de carpas, tornando-se um importante símbolo do intercâmbio cultural entre Brasil e Japão. *Sob supervisão de Luis Roberto Toledo [ad_2] Source link

8 milhões já declararam o IR 2025; veja formas seguras de enviar a sua declaração

[ad_1] A Receita Federal e o Serpro informam que até às 17 horas desta sexta-feira (4) foram entregues 8.202.141 declarações do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF), ano-calendário 2024. Todas as formas de envio da declaração do IR 2025 estão funcionando normalmente sem registros de instabilidade. Os contribuintes têm três opções para fazer a declaração do Imposto de Renda 2025: pelo programa para computadores, pelo aplicativo para celular e pelo portal e-CAC na plataforma Gov.br. O coordenador do curso de Ciências Contábeis da Faculdade Anhanguera, Amarildo José Rodrigues, explica como funciona cada opção. Programa gerador do IR 2025 O contribuinte precisa baixar o programa gerador de declaração, disponível no site da Receita Federal do Brasil. “Essa opção é recomendada para os contribuintes que possuem declarações mais complexas, com muitas informações a serem declaradas”, destaca o professor. O programa para computadores, chamado IRPF 2025, tem versões para Windows, macOS, Linux e multiplataforma. Aplicativo para celular O aplicativo da Receita Federal está disponível para os sistemas Android e iOS. “Essa é uma opção ideal para quem busca praticidade e agilidade no preenchimento da declaração”. Em 2025, o nome do aplicativo para fazer a declaração mudou. Antes chamado de “Meu Imposto de Renda”, agora recebeu o nome de Receita Federal. e-CAC A terceira e última opção é realizar a declaração diretamente no portal e-CAC. É necessário ter acesso e senha na plataforma Gov.br. Cuidados na hora de baixar programa O professor Alessandro Pereira Alves, da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), alerta que o único órgão responsável por disponibilizar o programa é a Receita Federal. “Não se deve baixar o programa de outros sites. Então, tem que ser o programa da Receita Federal”. Uma forma de garantir que o aplicativo ou programa é autêntico é verificar o endereço do site. Se ele não estiver no domínio Gov.br, há risco de ser um software falso criado para roubar dados do contribuinte. Isenção do IR para quem ganha até R$ 5 mil já está valendo? No ano passado, a regulamentação da reforma tributária foi aprovada no Congresso e sancionada pelo presidente Lula. Em 2025, o governo já enviou para o Congresso um projeto de lei que prevê a isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil por mês. Como as duas notícias tiveram grande repercussão, algumas pessoas têm se perguntado se a reforma tributária e a isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil estão valendo para a declaração deste ano. Objetivamente, podemos afirmar que não. “Sobre a reforma tributária, ela não influenciará no Imposto de Renda. Isso porque a reforma ainda está em andamento e, até agora, apenas a primeira fase foi aprovada, que trata da criação do IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) e da CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços). Essas mudanças afetam apenas o consumo, não o Imposto de Renda. A segunda fase da reforma, que poderia alterar o Imposto de Renda para as Pessoas Físicas, ainda não foi aprovada”, explica Márcia Ferreira de Godoi, professora do curso de ciências contábeis da Faculdade Anhanguera. Entre as medidas que podem ser aprovadas nesta segunda fase está a prometida isenção para quem ganha até R$ 5 mil. As regras do projeto já estão definidas, mas ainda vão passar por muito debate. O vice-presidente de controle interno do Conselho Regional de Contabilidade do Estado do Rio de Janeiro (CRC-RJ), Paulo Pêgas, alerta que a novidade ainda deve demorar um pouquinho. “A pessoa que tenha renda bruta de até R$ 5 mil não pagará mais qualquer valor de Imposto de Renda a partir de janeiro de 2026, caso o projeto seja realmente aprovado na Câmara e no Senado. Agora, isso só valerá na declaração de 2026, que será enviada à Receita Federal entre março e maio de 2027. Entre março e maio do ano que vem, enviaremos a declaração referente a este ano, 2025. Vai demorar um pouco para que haja reflexo na hora da declaração do Imposto de Renda”. Por enquanto, a faixa de isenção do IRPF é para quem ganhou até dois salários mínimos mensais em 2024. Lembrando que o prazo para declaração do Imposto de Renda vai até a última sexta-feira de maio, dia 30. [ad_2] Source link

Tarifas de Trump colocam mercado da soja em alerta; preços recuam no Brasil

[ad_1] O mercado global de soja foi abalado nesta semana pelo acirramento das tensões comerciais entre Estados Unidos e China. A crise começou após o presidente norte-americano Donald Trump anunciar um pacote de tarifas abrangente, atingindo diferentes parceiros comerciais e sendo especialmente duro com os chineses. Segundo informações fornecidas pela consultoria Safras & Mercado, em resposta, a China anunciou nesta sexta-feira (4) a imposição de uma tarifa adicional de 34% sobre todos os produtos importados dos EUA, incluindo a soja. Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! 🌱 A medida impacta diretamente o comércio global do grão e já trouxe consequências para os preços tanto no mercado brasileiro quanto na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT), nos Estados Unidos. De acordo com Fernando Iglesias, analista da consultoria Safras & Mercado, o Brasil pode se beneficiar dessa nova configuração comercial. “Se essas tarifas se mantiverem por mais tempo, o Brasil tende a ganhar espaço no mercado chinês, que hoje é o maior comprador mundial de soja”, afirma. Rafael Silveira, também analista da Safras & Mercado, avalia que os embarques dos EUA devem sofrer forte queda no segundo semestre. “A China deverá intensificar suas compras no Brasil, principalmente com o avanço da colheita por aqui”, projeta. Apesar dessa perspectiva positiva para os produtores brasileiros no médio prazo, o impacto imediato das medidas foi negativo. “A política externa de Trump é baixista para todo o complexo soja”, observa o analista Gabriel Viana. “Essas tarifas atingem quase todos os países, e isso pressiona os preços das commodities negociadas nas bolsas norte-americanas”, completa. Ritmo da colheita de soja no Brasil A colheita no Brasil já está praticamente encerrada, e a Argentina dá início à sua safra. Segundo os analistas, a demanda global deve, portanto, se deslocar para a América do Sul nos próximos meses. Enquanto isso, os preços recuaram nos principais mercados do país. O contrato futuro de soja com vencimento em maio caiu 2,44% na semana, cotado a US$ 9,98 por bushel em Chicago, abaixo da marca simbólica de US$ 10. No mercado físico brasileiro, a desvalorização também foi sentida. Confira os preços da saca de 60 quilos: Porto de Paranaguá (PR): de R$ 133,00 para R$ 131,00 Passo Fundo (RS): de R$ 130,00 para R$ 128,00 Cascavel (PR): de R$ 126,00 para R$ 124,00 Rondonópolis (MT): de R$ 115,00 para R$ 112,00 [ad_2] Source link

Avião de pequeno porte faz pouso forçado em meio a caminhões na BR-101; veja o vídeo

[ad_1] Um vídeo gravado por ocupantes de um carro mostra o momento em que um avião monomotor realizou um pouso forçado na BR-101, em meio a carros e caminhões, no município de Garuva (SC), na manhã deste sábado (5). Na gravação, o homem e a mulher que estavam dentro do veículo, ficam assustados com a situação; o monomotor se aproxima de uma carreta no momento do pouso e assim que toca o chão, balança de um lado para o outro e, em seguida, consegue ir para o acostamento. Segundo o portal G1, duas pessoas estavam a bordo – o piloto e o proprietário da aeronave. Apesar do susto, ninguém se feriu. A polícia informou que aeronave decolou do aeroclube de Garuva com destino a Joinville, mas uma pane no motor obrigou o piloto a fazer um pouso de emergência na estrada. De acordo com a Arteris Litoral Sul, concessionária responsável pela rodovia, o avião já foi retirado e a pista está liberada para o tráfego de veículos. [ad_2] Source link

Projeto libera o FGTS para compra de máquinas agrícolas

[ad_1] Um projeto em análise na Câmara dos Deputados prevê o saque do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para compra de máquinas e implementos agrícolas. O texto altera a Lei do FGTS. Atualmente, a legislação já permite sacar o FGTS em algumas situações, como na demissão sem justa causa, na concessão da aposentadoria, para quitação de financiamento imobiliário ou em casos de câncer (trabalhador ou dependentes). O Projeto de Lei 4515/24 tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural; de Trabalho; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. “A mudança na lei contribuirá para a subsistência do trabalhador rural e de sua família”, disse o autor da proposta, deputado Defensor Stélio Dener (Republicanos-RR), ao lembrar que o agronegócio representa hoje quase 27% das ocupações no Brasil. Para virar lei, a proposta que libera saque do FGTS para compra de máquinas agrícolas tem que ser aprovada pela Câmara e pelo Senado. Sobre o FGTS Segundo o governo, o FGTS foi criado para proteger o trabalhador que fosse demitido sem justa causa, criando para ele uma reserva financeira. Portanto, esse é um benefício social em prol do trabalhador celetista. O benefício foi instituído pela Lei nº 5.107 de 1966 e conta com mais de 50 anos de história. [ad_2] Source link

Avocado brasileiro ganha novos mercados internacionais

[ad_1] Maior produtor nacional de avocado – o abacate da variedade Hass -, sendo responsável por mais de 40% da produção brasileira, São Paulo está iniciando a exportação da fruta para Chile e Japão após missões desses países visitarem o estado e validarem os requisitos fitossanitários para a importação. O Chile é o 2º maior consumidor per capita de avocado no mundo, representando uma ótima oportunidade de negócio para o avocado paulista. “O consumo chileno é altíssimo, com cerca de 8kg por pessoa/ano, e vem subindo. É um país que nos gera altas expectativas. Esse ano será experimental, mas no futuro esperamos importantes ganhos”, destaca Lígia Carvalho, produtora e pioneira no desenvolvimento do abacate Hass no Brasil. Outra vantagem é que o Brasil está na contra-safra do avocado chileno, que produz até agosto, enquanto aqui se produz, aproximadamente, de fevereiro até junho e julho. Apesar do Japão ser o maior importador de avocados da Ásia, o tamanho da exportação para o país é uma incógnita. “A distância, a grande exigência do mercado japonês e a necessidade de envio aéreo trazem incertezas. Por enquanto, vamos aprender a atender esse mercado”, afirma Lígia. “A abertura de mercados internacionais para os produtos paulistas reforça a qualidade e a competitividade da fruticultura do Estado. São Paulo se destaca não apenas pelo volume, mas pela excelência em atender os mais rigorosos padrões fitossanitários internacionais. Esse avanço representa a atração de novos investimentos para a agricultura paulista em cenário global”, destaca o secretário de Agricultura e Abastecimento, Guilherme Piai. Em 2024, o estado de São Paulo produziu mais de 223 mil toneladas de abacate, principalmente nas regiões de Ourinhos, Mogi Mirim e São João da Boa Vista, segundo dados do Instituto de Economia Agrícola (IEA-Apta), da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de SP. Consumo do avocado no Brasil No mercado nacional, a demanda pelo avocado tem crescido, mas o Brasil ainda está distante do consumo mundial. Em média, o brasileiro consome 1,3kg de abacate – tropical e avocado – por ano. Se tratando apenas de avocado, o consumo cai para 300 gramas anuais. “Há um caminho a trilhar que envolve muitos desafios: comunicação, marketing, ensinar sobre o avocado, quais as possibilidades de consumo, e principalmente, não ter ruptura do produto no supermercado, entrando na lista de compras, na rotina dos brasileiros”, finaliza a diretora da fazenda Jaguary. Abacate ou avocado? O Avocado é uma variedade surgida na Califórnia, nos Estados Unidos da América, e hoje é cultivado mundialmente por suas características, como a alta concentração de vitaminas, minerais, proteínas e fibras. Apresenta grande versatilidade, podendo ser utilizado para pratos salgados e doces, e popularizado pela culinária mexicana. Foto: Luiz Fernando da Silva/ EPAMIG O avocado tem forma mais arredondada e é um pouco menor que o abacate, que costuma ter quase o dobro de tamanho. A casca do avocado é enrugada e, ao longo do amadurecimento, se torna roxa, enquanto a do abacate costuma ser verde. Garantia das exportações Com a abertura dos mercados do Japão e Chile, a Defesa Agropecuária iniciou, em 2025, os cadastros e acompanhamento do abacate variedade Hass nas propriedades e casas de embalagem que processam o fruto. Atualmente estão cadastradas 05 propriedades e 05 casas de embalagem. “A exigência vai depender do país e da praga que é restritiva, contudo, jamais é esperado o envio de vegetais ou partes de vegetais com pragas de qualquer esfera, mesmo as que não constam em requisitos fitossanitários”, disse a engenheira agrônoma Cristina Abi Rached Iost, gerente do Programa Estadual de Certificação Fitossanitária e do Programa Estadual de Exportação de Produtos Vegetais. [ad_2] Source link

Filhote de onça-pintada resgatado em cativeiro será reabilitado em santuário de felinos

[ad_1] Após muito tempo de agonia, Goliás, uma onça-pintada com aproximadamente 9 meses de idade, que foi resgatado em Santo Antônio do Içá (AM) sendo mantido na casa de uma família, acaba de ganhar um novo lar: um santuário da espécie situado em Corumbá de Goiás (GO). Administrado pelo Instituto NEX No Extinction, o local abriga 27 felinos resgatados, entre onças, suçuaranas e jaguatiricas. O animal, da espécie Panthera onca, passou pouco mais de dois meses de estada na Rede Cetas, do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e chegou ao NEX nesta última semana em ótimas condições de saúde e desenvolvimento. Durante o período de acolhimento e reabilitação nas unidades Cetas de Manaus (AM) e Brasília (DF), ele pôde recuperar comportamentos e habilidades naturais da espécie, por meio de atividades estimuladoras disponibilizadas em um espaço com estrutura adequada. A reabilitação da onça-pintada continua De acordo com o chefe do Cetas-DF, Júlio César Montanha, o Instituto NEX foi escolhido pelo Ibama, em parceria com o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), em virtude da ampla experiência com grandes felinos e os bons resultados adquiridos ao longo de 24 anos de atuação. “Agora, ele passará a receber um tratamento mais completo, aumentando as chances de um dia voltar à natureza do que teria antes, quando estava sendo tratado como um animal doméstico”, explica Júlio. “É gratificante ver uma onça como essa readquirindo seus instintos naturais e entendendo para que veio ao mundo”, afirma Daniela Gianni, responsável pelo Instituto NEX. O novo lar da onça-pintada Filhote de onca-pintada resgatado vai para santuário de felinosFoto: Luan Marcel/Ascom-Ibama Desde que tiveram conhecimento do fato, o Ibama e instituições parceiras adotaram as medidas técnicas e administrativas necessárias para viabilizar a retirada do animal do local, visando à sua segurança e a da população. De Santo Antônio do Içá (AM), a onça foi levada até o município de Tefé (AM), por transporte fluvial, e posteriormente de avião até Manaus. Na capital amazonense, o filhote foi abrigado no Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas), sendo avaliado e acompanhado por equipe multidisciplinar de profissionais, tendo passado por exames clínicos e laboratoriais e adequação da dieta. Semanas depois, seguiu em um avião da Força Aérea Brasileira (FAB) para Brasília (DF), onde foi abrigado no Cetas-DF. Lá, Golias passou a ser supervisionado por equipe especializada, por meio de sistema de câmeras instaladas no recinto de aclimatação, 24 horas por dia. Animal silvestre não é pet O chefe do Cetas-DF, Júlio Montanha, alerta que animal silvestre de qualquer espécie não pode ser tratado como pet. “Infelizmente, há uma cultura no Brasil, de capturar os animais na natureza para domesticação, que precisa ser modificada drasticamente. Os animais silvestres devem ser respeitados em seu habitat, onde eles têm tudo o que precisam para viver bem e com saúde”, destaca. O Ibama orienta que, sempre que um animal silvestre for encontrado em situação vulnerável, seja entregue, o quanto antes, às autoridades ambientais, para que ele possa ser acolhido, verificadas suas condições de saúde e, se possível, logo solto na natureza. Se necessário, ele passará por processo de reabilitação para o retorno posterior ao habitat. [ad_2] Source link

Método inovador amplia uso de fungo natural no controle biológico

[ad_1] Pesquisadores da Universidade Estadual Paulista (Unesp) e da Embrapa Meio Ambiente (SP) desenvolveram um novo método para a produção do fungo Trichoderma asperelloides, importante ferramenta no controle biológico de doenças em culturas agrícolas. A inovação utiliza farinha de arroz como substrato em um sistema de “biorreator em grânulo”, promovendo uma solução sustentável, eficiente e de baixo custo. O novo processo gera grânulos secos com conídios (esporos) do fungo, que funcionam como “sementes biológicas”. Armazenados sob refrigeração, esses grânulos mantêm sua viabilidade por mais de 24 meses, o que facilita o uso em larga escala. Ao serem incorporados ao solo, combatem com eficácia o Sclerotinia sclerotiorum, causador do mofo branco em culturas como soja, algodão, feijão e tomate. Segundo Lucas Guedes, pesquisador da Unesp responsável pela pesquisa, “o método não só amplia a produção de conídios, mas também aumenta a estabilidade do produto, tornando-o mais acessível e eficaz para o agricultor”. Fontes de nitrogênio melhoram desempenho do fungo A equipe avaliou cinco fatores no processo de fermentação do Trichoderma com o uso de farinha de arroz. A adição de 0,1% de nitrogênio ao substrato aumentou significativamente a produção de unidades formadoras de colônias (UFCs), medida usada para avaliar a viabilidade do fungo. Além disso, fontes complexas de nitrogênio, como levedura hidrolisada e licor de milho, superaram fertilizantes tradicionais, como o sulfato de amônio. Também foram testadas embalagens com controle de umidade e oxigênio, que prolongam a vida útil do produto mesmo fora da refrigeração. Sustentabilidade e economia com subprodutos agroindustriais Gabriel Mascarin, da Embrapa, destacou o papel da farinha de arroz no projeto. “O uso de subprodutos agrícolas como o arroz quebrado não apenas reduz custos como promove sustentabilidade ao reaproveitar resíduos da agroindústria”. Já Wagner Bettiol, também da Embrapa, explica que os grânulos funcionam como biorreatores naturais: “Liberam o fungo de forma gradual, sem gerar resíduos no ambiente”. Alternativa aos fungicidas químicos O uso de Trichoderma asperelloides é uma alternativa ao uso de fungicidas químicos, que podem gerar resistência dos patógenos e impactos ambientais. A nova formulação é eficaz contra diversos fitopatógenos do solo, como Fusarium, Rhizoctonia, Pythium e até nematoides, conforme o isolado utilizado. Além disso, amplia as possibilidades de uso em diversas culturas e reduz os custos de produção frente às metodologias atuais baseadas em arroz convencional. Potencial para o mercado nacional e internacional A tecnologia desenvolvida tem potencial para impulsionar o uso de bioinsumos no Brasil e no exterior, reforçando a liderança brasileira em inovação agroambiental. A técnica atende às exigências da agricultura moderna por soluções sustentáveis, econômicas e de alto desempenho. Mais informações sobre produtos com Trichoderma estão disponíveis na plataforma Agrofit, do Ministério da Agricultura (Mapa). Principais usos do Trichoderma no controle biológico 1. Controle de mofo branco (Sclerotinia sclerotiorum) Previne e combate o patógeno que causa perdas severas em culturas como soja, feijão e algodão 2. Controle de outros fitopatógenos do solo Eficaz contra doenças causadas por Fusarium, Rhizoctonia, Sclerotium e Pythium, comuns em diversas culturas agrícolas 3. Proteção de hortaliças e plantas ornamentais Atua na prevenção de doenças que afetam o tomate, alface, ornamentasis e outras plantas de valor comercial 4. Controle de nematoides Alguns isolados de Trichoderma são recomendados para reduzir populações de nematoides, organismos que afetam raízes e comprometem o desenvolvimento das plantas. 5. Substituição de fungicidas químicos Reduz a dependência de produtos químicos, oferecendo uma solução sustentável e ambientalmente responsável. 6. Melhoria do solo agrícola Promove um ambiente mais saudável no solo, aumentando a resistência natural das plantas a patógenos e melhorando a produtividade. De acordo com a Embrapa, além de ser uma alternativa sustentável e econômica, o Trichoderma apresenta eficácia comprovada em diversas culturas e contribui para práticas agrícolas mais seguras e ambientalmente corretas. [ad_2] Source link