Preços da soja: confira o fechamento do mercado em dia de alta em Chicago

[ad_1] O mercado físico de soja do Brasil teve um dia mais calmo nesta sexta-feira (11). De acordo com a Safras Consultoria, na semana, os volumes foram fortes, com preços bem elevados, o que motivou muitos produtores a aproveitarem o momento e realizarem negócios. Segundo a empresa, abril já foi um mês bem negociado e, e por isso, restam poucas janelas para novas fixações no mês. Apesar da forte alta na Bolsa de Chicago, o recuo do dólar e dos prêmios acabou equilibrando os preços. Preços médios da soja no Brasil Passo Fundo (RS): subiu de R$ 134 para R$ 135 Santa Rosa (RS): aumentou de R$ 135 para R$ 136 Porto de Rio Grande: avançou de R$ 141,50 para R$ 142 Cascavel (PR): valorizou de R$ 132 para R$ 133 Porto de Paranaguá (PR): se manteve em R$ 138 Rondonópolis (MT): seguiu em R$ 120 Dourados (MS): recuou de R$ 124 para R$ 123 Rio Verde (GO): foi de R$ 119,50 para R$ 120 Bolsa de Chicago Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a sexta-feira em alta, ampliando os ganhos semanais para quase 7%. O mercado ainda foi sustentado pela pausa na guerra comercial. A fraqueza do dólar frente a outras moedas e a demanda pelo produto dos Estados Unidos completam o cenário positivo. Segundo traders consultados pela Dow Jones, a venda de soja norte-americana para destinos desconhecidos hoje pode ter sido feita pela China, mesmo com as tarifas retaliatórias. A queda nos estoques finais norte-americanos completa o quadro altista aso preços. Os exportadores privados reportaram ao Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) a venda de 121.000 toneladas de soja para destinos não revelados. Do total, 55 mil toneladas serão entregues na temporada 2024/25 e 66 mil toneladas na safra 2025/26. De acordo com relatório de ontem do USDA, os estoques finais norte-americanos estão projetados em 375 milhões de bushels ou 10,2 milhões de toneladas. O mercado apostava em carryover de 381 milhões de bushels ou 10,37 milhões de toneladas. Em março, a estimativa era de 380 milhões ou 10,34 milhões de toneladas. Contratos futuros de soja Os contratos da soja em grão com entrega em maio fecharam com alta de 13,75 centavos de dólar ou 1,33% a US$ 10,42 3/4 por bushel. A posição julho teve cotação de US$ 10,53 por bushel, ganho de 16,25 centavos ou 1,56%. Nos subprodutos, a posição maio do farelo fechou com alta de US$ 1,70 ou 0,57% a US$ 299,60 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em maio fecharam a 47,35 centavos de dólar, com alta de 1,03 centavo ou 1,22%. Câmbio O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 0,49%, sendo negociado a R$ 5,8689 para venda e a R$ 5,8669 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,8165 e a máxima de R$ 5,9195. Na semana, a moeda teve valorização de 0,58%. [ad_2] Source link
Embarques do complexo soja registram melhor resultado em 5 anos

[ad_1] O primeiro trimestre de 2025 trouxe números históricos para o agronegócio brasileiro. Os embarques do complexo soja, que inclui grão, farelo e óleo, registraram o melhor desempenho dos últimos cinco anos, impulsionados pela recuperação nas exportações de óleo de soja e pela crescente demanda internacional, especialmente da China. Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! 🌱 O destaque ficou por conta do óleo de soja, que voltou a ganhar fôlego após uma retração nas vendas em 2024. Esse movimento está diretamente ligado ao cenário internacional, com o chamado “tarifaço” imposto pelos Estados Unidos, uma política tarifária que deve impactar significativamente o comércio bilateral no agronegócio a partir de abril. Grão lidera os volume de exportações Foto: Mercado & Cia Nos três primeiros meses de 2025, o Brasil exportou 22,2 milhões de toneladas de soja em grão, um leve aumento em relação às 22,1 milhões registradas no mesmo período de 2024. A expectativa para o ano é ainda mais otimista: a projeção é embarcar 108 milhões de toneladas, superando os 102 milhões de 2023 e os 98,5 milhões de 2024. Farelo em alta Foto: Mercado & Cia As exportações de farelo de soja somaram 5,3 milhões de toneladas no trimestre, superando as 5,1 milhões do ano anterior. O ritmo aquecido demonstra a força do setor e a capacidade do Brasil em atender à crescente demanda global. Óleo de soja Foto: Mercado & Cia Após queda em 2024, o óleo de soja surpreendeu em 2025 com um crescimento expressivo: foram embarcadas quase 200 mil toneladas a mais do que no ano anterior no mesmo período. O aumento retoma a tendência de alta vista entre 2021 e 2023, impulsionada pela guerra entre Rússia e Ucrânia, que elevou a procura do produto como fonte alternativa de energia, especialmente na Europa. Neste ano, o protagonismo nas compras foi da China, que importou 3 mil toneladas de óleo de soja brasileiro no primeiro trimestre, número ainda modesto, mas significativo quando comparado às apenas 536 kg importadas no mesmo período de 2024. Isso indica uma diversificação das aquisições por parte do país asiático, que antes focava majoritariamente na compra do grão. Brasil preparado para atender a China Com os impactos do ‘tarifaço’ norte-americano e o acirramento da disputa comercial com a China, o Brasil se posiciona como principal alternativa para abastecer o gigante asiático. A China segue sendo o maior destino da soja brasileira, respondendo por 77% das compras no primeiro trimestre de 2025, um aumento de cinco pontos percentuais em relação ao mesmo período do ano anterior. [ad_2] Source link
Temporais em metade do país trazem alerta para capitais; veja previsão de hoje

[ad_1] A chuva volumosa prometida para o Nordeste do país, em especial para as áreas produtivas do Matopiba, chega com força neste sábado (12). Região Norte também estará sob o domínio dos temporais. Confira a previsão para todo o país: Sul A circulação de ventos mantém as nuvens carregadas sobre o Rio Grande do Sul, interior de Santa Catarina, no Vale do Itajaí e leste do Paraná. O dia terá bastante variação de nuvens, com chuva rápida à tarde. Em Porto Alegre e em Curitiba, dia de sol, não chove. Sudeste Os ventos que sopram do oceano formam instabilidades no litoral de São Paulo, no Rio de Janeiro, Espírito Santo e no norte e nordeste de Minas Gerais. A previsão é de sol entre nuvens, com chuvas rápidas à tarde, sem temporais. Em São Paulo e em Belo Horizonte, não chove. Centro-Oeste O calor e a umidade formam as nuvens de chuva sobre quase toda a Região. Os maiores volumes são previstos para o estado de Mato Grosso. Cuiabá (MT) pode ter temporais, enquanto em Campo Grande (MS) e em Goiânia (GO), chove rápido. Na Capital Federal, tempo firme. Nordeste A chuva se espalha por toda a Região por conta da circulação de ventos. A chuva vem com raios e pancadas no Maranhão, na Bahia e no Ceará. Tem situação de atenção em todas as capitais. Norte Continua chovendo sobre todos os estados com forte intensidade. Os ventos, calor e umidade formam as instabilidades. Manaus, Boa Vista e Porto Velho estão na rota dos temporais. [ad_2] Source link
Tecnoshow fecha com R$ 10 bi em negócios e impulsiona comércio e insumos em Goiás

[ad_1] A 22ª edição da Tecnoshow Comigo foi encerrada nesta sexta-feira (11), em Rio Verde (GO), com recordes de público e volume de negócios. Realizado entre os dias 7 e 11 de abril no Centro Tecnológico Comigo (CTC), o evento reuniu 695 expositores e movimentou mais de R$ 10 bilhões em diferentes segmentos do agronegócio. Segundo a Cooperativa Comigo, organizadora do evento, mais de 140 mil pessoas passaram pela feira. Somente na quarta-feira (10), foram registrados 35.500 visitantes, o maior público diário da história do evento. Durante coletiva de imprensa, o presidente do Conselho de Administração da cooperativa, Antonio Chavaglia, destacou o crescimento contínuo da feira e a celebração dos 50 anos da cooperativa. Resultados da Tecnoshow Além do recorde de público, a edição de 2025 consolidou R$ 1,004 bilhão em negócios com insumos agrícolas realizados diretamente pela cooperativa. De acordo com o coordenador-geral da Tecnoshow e diretor de Insumos da Comigo, Claudio Teoro, esse é o maior volume já registrado pela organização em uma única edição. O Banco do Brasil também superou suas expectativas iniciais e atingiu o maior volume de propostas acolhidas em 22 anos de participação na feira. Foram mais de R$ 2 bilhões em propostas de crédito. “Esse volume recorde mostra o apetite do produtor por financiamento e confiança na instituição”, afirmou Alberto Martinhago, diretor de Agronegócios e Agricultura Familiar do banco. Impacto local A feira gerou um impacto de aproximadamente R$ 90 milhões no comércio local, segundo o prefeito de Rio Verde, Wellington Carrijo. A rede hoteleira operou com 100% de ocupação e o aeroporto da cidade registrou 285 pousos e decolagens de aeronaves e helicópteros durante os cinco dias de evento. Tecnoshow Comigo 2026 A 23ª Tecnoshow Comigo já tem data marcada: será realizada em Rio Verde de 6 a 10 de abril de 2026. A organização anunciou que os preparativos já começaram, com foco em melhorias na infraestrutura viária e na ampliação da rede hoteleira. [ad_2] Source link
Agroindústria deve demandar mais da silvicultura do Oeste da Bahia

[ad_1] No Oeste da Bahia, as florestas de eucalipto para produção comercial é uma realidade ainda recente para produtores de culturas tradicionais comuns na região. Com a instalação de fábricas da agroindústria, a Silvicultura é alternativa de geração de energia e também para outros segmentos. A operação de colheita dessa produção utiliza máquinas rápidas e precisas. Elas cortam árvores que ultrapassam os 40 metros de altura. Além da extração da madeira, produtores do Oeste baiano, conheceram de perto o manejo florestal e condução de rebrota numa fazenda que cultiva eucaliptos em Barreiras (BA). A experiência no campo foi promovida por uma cooperativa de produtores rurais. O engenheiro florestal e doutor em genética, Antônio Marcos Rosado, explicou como o plantio de eucaliptos foi iniciado na região. “É o primeiro workshop em silvicultura aqui na região do Oeste da Bahia. Teve alguns aventureiros que plantaram sem testar previamente os materiais genéticos aqui. É o pontapé inicial para realmente organizar essa introdução do eucalipto de uma forma mais séria, de uma forma mais organizada, que garanta um sucesso para o produtor rural.”, disse Rosado. Ele também ressaltou a importância de estudos de viabilidade para quem se interessa nessa produção. “Tivemos alguns aventureiros que plantaram e, felizmente, alguns deram certo. Esses que deram certo já é um direcionador para aqueles que querem plantar agora, já sabem quais são os materiais genéticos como esse que nós estamos aqui agora nesse plantio, qual o material genético que se pode plantar, qual o clone que se pode plantar que dá certo na região”, explica o doutor em genética. A silvicultura é um investimento a longo prazo. O ciclo do plantio até o primeiro ponto de corte, leva 7 anos, ainda assim, é possível ter uma boa rentabilidade, explicou o engenheiro florestal, Moisés Pedreira de Souza. “A preço de hoje, se eu tivesse floresta hoje para vender, a rentabilidade estaria na faixa de o equivalente a 36 a 40 sacas de soja por hectare, o que é um rendimento muito bom, levando em consideração que você tem uma floresta em que a rotatividade dela é em torno de sete anos. O grande gargalo do evento é fazer com que o fazendeiro entenda que o projeto é a longo prazo, ou seja, eu planto hoje para ter um retorno daqui a sete anos.”, contou o engenheiro. Máquina conhecida como harvester, que corta as árvores de eucalipto | Imagem: Vinicius Ramos/ Canal Rural Bahia A Fazenda Planalto, por exemplo, tinha inicialmente mil hectares de área plantada, está agora com cerca de setecentos e cinquenta, em um local que antes era de pastagem. Apesar da grandiosidade de uma floresta de eucaliptos profissionais do setor afirmam que a região precisa de mais florestas para atender a demanda de geração de energia. Demanda deve aumentar De acordo com a engenheira florestal, Izabel Cristina Ceron de Paula, o setor na região Oeste da Bahia sofre uma estagnação desde 2012. “Nós tivemos uma estagnação de 2012 até agora. São poucas fazendas que estão implantando eucalipto, mas a gente sabe que a gente já está com uma demanda de no mínimo três anos atrasado com os plantios de eucalipto. e aí nós fizemos esse workshop com o objetivo de incentivar os produtores, que também é uma nova fonte de renda, é uma fonte de renda mais além da soja, algodão e milho, e estamos motivados a aumentar a área de plantio aqui na região.”, disse Izabel. De acordo com o engenheiro, o Oeste da Bahia possui madeira apenas para os próximos 3 anos, uma margem apertada diante do longo ciclo da cultura e de grandes projetos voltados a produção de biomassa. São três indústrias que serão instaladas na região de Correntina e Luís Eduardo Magalhães. “Mercado existe, as empresas estão aí e como informação, nós já temos uma empresa que vai funcionar esse ano, que vai produzir álcool de milho, que deverá consumir em torno de 2 mil hectares de eucalipto por ano. Então, só essas três empresas vão precisar por ano de 6 mil hectares. como o ciclo é de sete anos, eu vou precisar pelo menos de 40 a 42 mil hectares para movimentar apenas três indústrias.”, finalizou. Você também pode participar deixando uma sugestão de pauta. Siga o Canal Rural Bahia no Instagram e nos envie uma mensagem. [ad_2] Source link
Preços da soja: confira o fechamento do mercado em dia de alta em Chicago

[ad_1] O mercado físico de soja do Brasil teve um dia mais calmo nesta sexta-feira (11). De acordo com a Safras Consultoria, na semana, os volumes foram fortes, com preços bem elevados, o que motivou muitos produtores a aproveitarem o momento e realizarem negócios. Segundo a empresa, abril já foi um mês bem negociado e, e por isso, restam poucas janelas para novas fixações no mês. Apesar da forte alta na Bolsa de Chicago, o recuo do dólar e dos prêmios acabou equilibrando os preços. Preços médios da soja no Brasil Passo Fundo (RS): subiu de R$ 134 para R$ 135 Santa Rosa (RS): aumentou de R$ 135 para R$ 136 Porto de Rio Grande: avançou de R$ 141,50 para R$ 142 Cascavel (PR): valorizou de R$ 132 para R$ 133 Porto de Paranaguá (PR): se manteve em R$ 138 Rondonópolis (MT): seguiu em R$ 120 Dourados (MS): recuou de R$ 124 para R$ 123 Rio Verde (GO): foi de R$ 119,50 para R$ 120 Bolsa de Chicago Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a sexta-feira em alta, ampliando os ganhos semanais para quase 7%. O mercado ainda foi sustentado pela pausa na guerra comercial. A fraqueza do dólar frente a outras moedas e a demanda pelo produto dos Estados Unidos completam o cenário positivo. Segundo traders consultados pela Dow Jones, a venda de soja norte-americana para destinos desconhecidos hoje pode ter sido feita pela China, mesmo com as tarifas retaliatórias. A queda nos estoques finais norte-americanos completa o quadro altista aso preços. Os exportadores privados reportaram ao Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) a venda de 121.000 toneladas de soja para destinos não revelados. Do total, 55 mil toneladas serão entregues na temporada 2024/25 e 66 mil toneladas na safra 2025/26. De acordo com relatório de ontem do USDA, os estoques finais norte-americanos estão projetados em 375 milhões de bushels ou 10,2 milhões de toneladas. O mercado apostava em carryover de 381 milhões de bushels ou 10,37 milhões de toneladas. Em março, a estimativa era de 380 milhões ou 10,34 milhões de toneladas. Contratos futuros de soja Os contratos da soja em grão com entrega em maio fecharam com alta de 13,75 centavos de dólar ou 1,33% a US$ 10,42 3/4 por bushel. A posição julho teve cotação de US$ 10,53 por bushel, ganho de 16,25 centavos ou 1,56%. Nos subprodutos, a posição maio do farelo fechou com alta de US$ 1,70 ou 0,57% a US$ 299,60 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em maio fecharam a 47,35 centavos de dólar, com alta de 1,03 centavo ou 1,22%. Câmbio O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 0,49%, sendo negociado a R$ 5,8689 para venda e a R$ 5,8669 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,8165 e a máxima de R$ 5,9195. Na semana, a moeda teve valorização de 0,58%. [ad_2] Source link
Governo vai antecipar compra de aeronaves para combate a incêndios florestais

[ad_1] Para reforçar a estrutura de resposta dos órgãos públicos na prevenção e combate a incêndios florestais e atendimento a outras emergências decorrentes de catástrofes naturais, foi lançada nesta sexta-feira (11) a Intenção de Registro de Preços (IRP) 09/2025 para a contratação centralizada de serviços contínuos de horas voo de aeronaves, na modalidade fretamento. A medida, organizada pela Central de Compras da Secretaria de Gestão e Inovação do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), está aberta a todos os entes da federação. Coordenada em parceria com o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), o serviço inclui operação, abastecimento, manutenção e transporte de pessoal e equipamentos, complementando os meios aéreos atualmente disponíveis nos órgãos responsáveis pelas ações de enfrentamento. De acordo com o MGI, com a contratação, será possível garantir o deslocamento ágil de brigadistas, equipamentos de proteção e materiais essenciais para todo o território nacional. A utilização das aeronaves também viabiliza voos de reconhecimento, mapeamento de áreas de risco e identificação precoce de novos focos de incêndio, contribuindo para uma resposta mais rápida e eficiente. A expectativa é que a iniciativa reduza o tempo de atendimento a ocorrências, aumente a eficiência das operações e minimize os danos causados por desastres naturais. A adesão à IRP será realizada eletronicamente por meio do portal compras.gov.br até o dia 28 de abril. [ad_2] Source link
Arroba do boi gordo de MT supera cotação paulista; veja os preços

[ad_1] O mercado físico do boi gordo voltou a apresentar elevação em seus preços nesta sexta-feira (11). Segundo o analista de Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias, o destaque da semana é claramente o movimento deflagrado em Mato Grosso, que já se depara com preços mais altos no comparativo com as praças paulistas. “No geral, as escalas de abate permanecem encurtadas, entre cinco e seis dias úteis na média nacional. Outro aspecto a ser mencionado é que a demanda aquecida é outro ponto que mantém os preços em perspectiva de alta, com bons indicadores de consumo no decorrer da primeira quinzena do mês, somado ao forte ritmo de embarques deflagrado no período”, destacou. São Paulo: R$ 329 – R$ 328,42 ontem Goiás: R$ 320,89 – R$ 320,71 anteriormente Minas Gerais: R$ 320,88 – estável Mato Grosso do Sul: R$ 322,39 – R$ 321,93 na quinta Mato Grosso: R$ 330 – R$ 324,66 ontem Preços do atacado O mercado atacadista ainda se depara com preços firmes. O ambiente de negócios permite que os preços subam nos próximos dias, ainda considerando o efeito da entrada dos salários na economia. “É importante mencionar que as exportações seguem em alto nível, enxugando a oferta doméstica de carne bovina, favorecendo novos reajustes no curto prazo”, assinalou Iglesias. O quarto dianteiro ainda é precificado a R$ 20,00 por quilo. O quarto traseiro ainda é precificado a R$ 26,00 por quilo. A ponta de agulha permanece precificada a R$ 18,00 por quilo. Câmbio O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 0,49%, sendo negociado a R$ 5,8689 para venda e a R$ 5,8669 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,8165 e a máxima de R$ 5,9195. Na semana, a moeda teve valorização de 0,58%. [ad_2] Source link
China compra volume surpreendente de soja brasileira em apenas 4 dias

[ad_1] Uma quantidade atípica de soja brasileira foi comprada pela China nos primeiros dias desta semana em meio à escalada das tensões comerciais entre o gigante asiático e os Estados Unidos, mostra reportagem da Bloomberg. Ao menos 40 cargas do grão foram adquiridas, o equivalente a mais de 2,4 milhões de toneladas – quase um terço do volume médio que os chineses costumam processar por mês – com entregas programadas, em sua maioria, para maio, junho e julho. O movimento ocorre em meio à impossibilidade comercial entre as duas principais potências econômicas do mundo, uma vez que Donald Trump fixou tarifas de importação de 145% aos chineses, que responderam nesta sexta-feira (11) com elevação de taxas aos norte-americanos de 84% para 125%. O último relatório para a soja do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da semana passada, já havia detectado o avanço da demanda internacional por soja brasileira com o crescimento das negociações no mercado spot no fim de março. Em março, com dados computados até o dia 21, o Brasil havia embarcado 10,25 milhões de toneladas da oleaginosa, salto de 59,5% em relação a fevereiro. Preferência pela soja brasileira A soja é a principal commodity agrícola exportada pelos Estados Unidos à China, embora o Brasil tenha assumido protagonismo global nos embarques da oleaginosa aos asiáticos, os maiores compradores do grão no mundo. Como movimento natural de mercado por conta da época da colheita da safra brasileira, as compras chinesas começam em fevereiro, contudo, as aquisições desta semana foram “excepcionalmente significativas e rápidas”, afirmam fontes ouvidas pela Bloomberg, não identificadas pela agência. Neste cenário, os importadores também foram atraídos pelas margens mais altas no processamento interno da soja após as altas no farelo. Agora, a expectativa de analistas é que a soja brasileira fique mais cara, visto que a China deve dar preferência ao país e evitar a commodity norte-americana no quarto trimestre, época em que costuma recorrer à oferta da nova safra produzida por lá. De acordo com o último relatório da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), divulgado nessa quinta-feira (10), o Brasil deve produzir 167,9 milhões de toneladas de soja na safra 2024/25, 20,1 milhões de toneladas a mais do que o registrado na temporada passada. [ad_2] Source link
estado brasileiro elabora projeto de lei para eliminação dos animais

[ad_1] Animais de grande porte, que podem percorrer 300 km em 24 horas e pesar 300 quilos, os javalis têm invadido propriedades rurais do Triângulo Mineiro e região, assustando produtores e prejudicando diversas lavouras. Cálculos do Sindicato dos Produtores Rurais do Município de Sacramento mostram que a invasão dos animais encarece custos de produção e já levou cerca de 40% dos agricultores da região a mudarem de atividade. Esse cenário foi exposto em audiência pública conjunta realizada nessa quinta-feira (10) na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG). As dificuldades para o manejo desses animais foram discutidas a pedido do deputado Leonídio Bouças (PSDB), na Comissão de Desenvolvimento Econômico, que ele preside, e nas Comissões de Agropecuária e Agroindústria e de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável. Legislação estadual Audiência pública na ALMG. Foto: Alexandre Netto Convidados e deputados defenderam que se tenha uma legislação estadual estabelecendo uma política de controle da espécie, tema materializado com o Projeto de Lei (PL) 1.858/23, de autoria conjunta dos deputados Dr. Maurício (Novo) e Raul Belém (Cidadania) e da deputada Marli Ribeiro (PL). O projeto autoriza o controle populacional e o manejo sustentável do javali-europeu em todas as suas formas, linhagens, raças e diferentes graus de cruzamento. Agora, a matéria aguarda parecer da Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável para então ser levada ao Plenário em 1º turno. Reprodução dos javalis é acelerada O coordenador do Controle de Capivaras e Javalis da Esalq-USP e membro do Grupo de Trabalho de Fauna do Estado de São Paulo, Paulo Bezerra e Silva Neto, pediu celeridade no assunto. Segundo ele, o porte dos javalis e sua velocidade de reprodução são quatro vezes maiores do que a dos queixadas, ou porco-do mato. “Por isso o javali vira uma praga”, frisou. Ele defendeu a importância dos caçadores no controle da população desses animais ao dizer que o Poder Público estaria sendo omisso no enfrentamento da proliferação da espécie, nativa da Europa, Ásia e norte da África e introduzida em grande escala no Brasil, onde não encontra um predador natural. O pesquisador ainda alertou para o fato de que unidades de proteção ambiental também estão sendo ocupadas por javalis, embora controles nessas áreas sejam praticamente nulos. Ele sugeriu que uma possível lei estadual sobre a matéria deixe o controle do javali nas áreas privadas a cargo da Secretaria de Estado de Agricultura e Pecuária (Seapa) e, nas áreas públicas, a cargo da pasta do Meio Ambiente, ficando os proprietáros rurais desobrigados de obter autorização para o controle dos animais. Animais interferem na qualidade da água Presidente do Sindicato dos Produtores Rurais do Município de Sacramento e presidente do Núcleo dos Sindicatos dos Produtores Rurais (SPRs) do Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba, Osny Zago relatou, com imagens, que os javalis estão destruindo a vegetação no Parque Nacional da Serra da Canastra. Ele ainda relatou que os animais mudaram o curso do córrego de manancial que abastece Sacramento, por seu hábito de fuçarem a terra e formar barreiros, interferindo também na qualidade da água. Zago também expôs que os javalis ainda atacam aves como emas, perdizes e codornas, depredando ninhos e comendo filhotes. Clareiras feitas em lavoura de milho também foram exibidas na audiência da ALMG como outra consequência da presença de javalis. Conforme o produtor, o desafio é constante porque o javali aprende o ciclo do agronegócio e sabe migrar para onde tem a comida que deseja. Zago também frisou que a grande capacidade de deslocamento dos javalis ainda leva a riscos sanitários, com a propagação de agentes causadores de várias doenças que esses animais podem transmitir, como febre maculosa, febre aftosa, raiva, hepatite e doença da vaca-louca. Ibama e caçadores divergem Foto: Divulgação/Polícia Civil do RS Júnio Augusto dos Santos Silva, da superintendência do Ibama em Minas, também avaliou como louvável a proposta de Minas Gerais ter uma lei sobre o assunto. No entanto, esclareceu que o Ibama não está inserido no controle do javali para estimular a indústria do manejo e da caça, e sim para cumprir a Convenção de Diversidade Biológica da ONU e executar a política nacional pertinente ao assunto, a qual estabelece a necessidade de eliminar espécies invasoras, como os javalis. Contudo, para ele, esse manejo não pode transformar a espécie em troféu de caça para adeptos da prática. “Quanto mais se flexibiliza a legislação, mais instrumento se dá para que o javali vire um objeto de desejo. O manejo deve ser feito dentro de boas práticas ambientais e sem crueldade animal.” Em contraponto, Rafael Augusto Salerno, da Associação Brasileira de Caçadores, defendeu a prática da caça. “Infelizmente a área do meio ambiente se opõe à produtiva. E com isso os caçadores e às vezes também o produtor rural são tratados como bandido, quando na lei ambiental não é crime o abate ao animal considerado nocivo”, analisou ele. De acordo com ele, na prática, é o produtor que está bancando o controle dos javalis. “Cada animal abatido não custaria menos de mil reais ao produtor, sendo que o controle é feito de forma voluntária pelos caçadores.” Solução rápida ao controle de javalis O deputado Leonídio Bouças observou que a discussão mostrou que o descontrole da população de javalis representa um problema não só para produtores, mas para todos aqueles que habitam o campo, além de um caso de saúde pública. “A intenção é pacificar o assunto, e não deixar que polarizações tragam prejuízos nesse debate, pois precisamos de uma discussão técnica, que aponte soluções para a proliferação dos javalis”, defendeu. Já o deputado Raul Belém (Cidadania), presidente da Comissão de Desenvolvimento Econômico, frisou que o descontrole de javalis não é apenas um problema de Minas Gerais, visto que a praga está presente em quase todo o território nacional. [ad_2] Source link