Agende a troca da parabólica com a Siga Antenado

[ad_1] Siga Antenado é o nome fantasia da Entidade Administradora da Faixa de 3,5 GHz (EAF), uma entidade não governamental e sem fins lucrativos criada por determinação da Anatel. A Siga Antenado é a responsável por apoiar a população de menor renda na troca da parabólica tradicional pela nova parabólica digital de forma totalmente gratuita. Já está disponível em todas as cidades do Brasil, e já foram realizadas mais de 4 milhões de trocas gratuitas. Quem não fizer a substituição dos equipamentos pode ter instabilidade no sinal de TV, pois a tecnologia 5G gera interferência e pode até interromper o sinal transmitido para as parabólicas tradicionais. Foto: Siga Antenado Para ter direito a troca gratuita oferecida pela Siga Antenado é necessário estar dentro dos seguintes requisitos: Ser beneficiário de programa social do governo federal Ter a parabólica tradicional instalada e funcionando Para quem se encaixa nesses requisitos a Siga Antenado cuida de tudo! É só entrar em contato pelo telefone 0800 729 2404 ou acessar o site sigaantenado.com.br e informar os seus dados para saber se tem direito. Se você tiver direito, é muito fácil! É só escolher o dia da instalação, e o técnico da Siga Antenado vai até a sua casa para realizar é troca. É tudo 100% gratuito, nada deve ser cobrado. O técnico levará até a sua casa o kit completo disponibilizado pela Siga Antenado, com a antena parabólica digital, receptor, controle remoto e até as pilhas. A nova parabólica digital cria uma nova experiência de assistir TV. Aqui estão os 8 principais benefícios para você trocar seus equipamentos agora mesmo: Imagem perfeita, sem sombras e sem chuvisco Som de qualidade, sem chiados Mais de 80 canais, incluindo os regionais Equipamentos modernos e tecnológicos Antena de tamanho menor A programação continua gratuita Nomes e números de canais passam a ser padronizados Novos canais sintonizados automaticamente Quem possui em casa uma antena espinha de peixe, antena digital interna ou TV por assinatura, não necessita realizar a troca, pois o sinal já é digital e não sofrerá com as interferências. Só é preciso realizar a troca quem assiste TV por meio das parabólicas tradicionais, aquelas grandonas e todas furadinhas. Mas quem possui uma parabólica tradicional em funcionamento e não é beneficiáriode programa social do governo federal, ou seja, não tem direito à troca gratuita, pode adquirir a nova parabólica digital em qualquer lugar do Brasil, é só procurar um antenista da região para realizar a instalação. Não deixe para a última hora e troque agora mesmo a sua parabólica. Entre em contato com a Siga Antenado para quaisquer dúvidas:0800 729 2404sigaantenado.com.br [ad_2] Source link
Alerta laranja! Chuvas de até 100 mm podem atingir todos os estados do Sudeste

[ad_1] Áreas de instabilidade devem provocar chuvas fortes, com rajadas de vento de até 100 km/h nos quatro estados da Região Sudeste. Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), a condição climática (Alerta Laranja) tem grau de severidade considerado perigoso, com riscos potenciais à população. A chuva pode acumular entre 30 e 60 mm por hora, ou entre 50 e 100 mm ao dia, acompanhada de ventos intensos (60 a 100 km/h). O órgão meteorológico alerta para risco de cortes de energia elétrica, queda de galhos de árvores, alagamentos e descargas elétricas. Áreas atingidas pela chuva Minas Gerais: Zona Central, Zona da Mata, Oeste, Sul, Sudoeste, Região Metropolitana de Belo Horizonte, Triângulo Mineiro/Alto Paranaíba, Campo das Vertentes, Jequitinhonha e Norte do estado. Espírito Santo: Vale do Rio Doce, regiões Central, Sul e Noroeste do estado. São Paulo: Campinas, Ribeirão Preto, Araraquara, Vale do Paraíba, Piracicaba e Região Metropolitana de São Paulo. Rio de Janeiro: Regiões Noroeste, Norte e Sul Fluminense. Alerta Amarelo Outra grande área do território brasileiro também segue em estado de atenção por causa da chuva, porém com menor intensidade. Todos os estados do Centro-Oeste — incluindo o Distrito Federal —, parte de São Paulo, Acre, Amazonas e Rondônia estão sob essa condição. Instruções O Inmet orienta que, em caso de rajadas de vento, as pessoas não se abriguem debaixo de árvores, devido ao risco de quedas e descargas elétricas, e que evitem estacionar veículos próximos a torres de transmissão ou placas de propaganda. “Se possível, desligue aparelhos elétricos e o quadro geral de energia. Obtenha mais informações junto à Defesa Civil (telefone 199) e ao Corpo de Bombeiros (telefone 193)”, informa o comunicado. [ad_2] Source link
Castrolanda anuncia R$ 12 milhões em investimentos

[ad_1] A cooperativa Castrolanda, em Castro, região dos Campos Gerais do Paraná, lançou na terça-feira (15) a nova campanha da Agroleite 2025, que acontece de 5 a 8 de agosto. Os visitantes e produtores rurais que visitarem a feira, vão poder usufruir de uma nova infraestrutura ampliada. O evento deve atrair público de mais de 160 mil pessoas. A cidade, considerada a capital nacional do leite, prepara-se para uma das principais feiras e maior vitrine da cadeia leiteira da América Latina. A feira chega na 25ª edição com a meta de superar R$ 500 milhões em negócios. Em coletiva de imprensa, os organizadores anunciaram investimentos de R$ 12 milhões no Castrolanda Expo Center, espaço onde ocorre a exposição. Os recursos serão aplicados na construção de 14 casas e sobrados comerciais e institucionais. Do ano passado para este o número ‘imóveis’ dentro do espaço de exposição e negócios passa de 35 para 50.Além de uma nova sede para a organização do evento e um pavilhão que irá centralizar as palestras. As construções serão entregues em julho. Gustavo Viganó, gerente da Agroleite, explicou que os investimentos no parque vão possibilitar a vinda de novas bases comerciais, enriquecendo o pool de empresas já existente na feira. O Castrolanda Expocenter se preparada para abrigar um parque tecnológico, “um vetor de conexão fundamental, um propulsor e canalizador de tecnologia que traz soluções para o setor”, disse o gerente. O presidente da Castrolanda, Willem Berend Bouwman, destacou o papel da cooperativa frente aos desafios e preocupações do setor. Nesse sentido, a feira representa uma oportunidade de acesso a novas tecnologias e um importante palco para o fortalecimento da cadeia produtiva, contribuindo para que o produtor alcance melhores resultados. “Nós queremos que o produtor possa buscar aqui essa informação e consiga viabilizar o seu negócio, fique na propriedade, trazendo oportunidade para a sua família, gerando riquezas. Hoje o Brasil é um importador de leite e nós temos um grande potencial de sermos exportadores. Para isso nós temos que ser cada vez mais eficientes”, declarou Bouwman. [ad_2] Source link
Chuvas antecipam o plantio da soja no Norte do Brasil; saiba mais

[ad_1] As chuvas registradas nos meses de março e abril em Roraima trouxeram boas notícias para os produtores rurais do estado. Em algumas localidades, o plantio da safra de soja foi antecipado, aproveitando a boa umidade do solo, fator essencial para garantir uma semeadura eficiente e uma safra promissora. Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! 🌱 Essa antecipação no plantio é estratégica para os produtores da região, pois permite evitar a janela mais crítica entre o meio e o fim de agosto, quando as chuvas costumam diminuir , prejudicando o desenvolvimento das lavouras. A faixa oeste da Região Norte tem registrado volumes expressivos de chuva, especialmente nos estados do Acre, Amazonas, Pará e Roraima. O mapa de umidade do solo indica que grande parte da região apresenta índices acima de 80%, o que favorece bastante o início do plantio. Previsão do tempo para os próximos dias As imagens de satélite mostram temporais na porção oeste do Amazonas. Já no leste da região, o tempo deve ficar mais firme, permitindo o avanço das atividades no campo. A previsão de chuva acumulada para esta semana é de cerca de 30 mm em cinco dias em Roraima, com tendência de aumento para 50 a 80 mm entre os dias 21 e 25 de abril. Para o município de Caracaraí, um dos principais polos produtores de soja em Roraima, os dados são animadores: nos últimos 30 dias, a região já acumula mais de 300 mm de chuva. E até o início de maio, há previsão de pancadas de até 40 mm em apenas 24 horas. E o restante do Brasil? No restante do país, a situação varia. Hoje, temporais atingem Goiás, sul do Tocantins e o interior da Bahia. Uma área de baixa pressão, somada à atuação do jato subtropical, deve aumentar as instabilidades no Sul e Sudeste. Com isso, estados como Mato Grosso do Sul, interior de São Paulo, Minas Gerais e Goiás podem receber volumes entre 50 e 80 mm nos próximos dias — o que é bem-vindo tanto para a agricultura quanto para a pecuária. No Sul, o destaque vai para o tempo firme no Rio Grande do Sul, enquanto o interior do Nordeste ainda deve registrar chuvas à tarde. As temperaturas seguem amenas no Centro-Sul, com máximas entre 27°C e 28°C. Já no Centro-Norte, os termômetros continuam marcando acima de 30°C. Além disso, em Manaus, como de costume, a chuva da tarde já virou rotina. Ainda assim, o clima segue agradável, com máximas de 30°C e mínimas em torno de 24°C. Foco no planejamento para a soja A recomendação dos especialistas é clara: aproveite os dias de tempo mais firme para intensificar os trabalhos no campo, especialmente nas regiões onde a janela climática é mais apertada. Com o solo úmido e as chuvas colaborando, há uma boa expectativa de produtividade para a safra que está começando. [ad_2] Source link
Cerrado Summit reúne lideranças nacionais e internacionais no Oeste baiano

[ad_1] A abertura do Cerrado Summit, realizado no Complexo Bahia Farm Show, em Luís Eduardo Magalhães, nesta terça-feira (15), contou com a presença de autoridades locais, federais, estaduais e lideranças internacionais. O encontro é o único evento nacional pré-COP30, realizado fora de uma capital brasileira. O prefeito anfitrião, Junior Marabá, falou sobre a importância do evento para o município e todo o Matopiba e ressaltou as práticas sustentáveis dos produtores da região. “Sabemos que existem alguns países é que se é muito difícil corrigir o passado, mas aqui nós temos essa condição de ser exemplo, ser referência, produzir da maneira correta, de ter uma agricultura regenerativa com sustentabilidade. E eu vejo que Luís Eduardo, a capital do Matopiba, é referência em tecnologia no setor agrícola em produtividade, mas também em sustentabilidade”, disse. Para Pablo Barrozo, secretário de agricultura da Bahia, o evento é de grande relevância para o estado. “Uma importância enorme. Muito orgulho do Cerrado Summit ser realizado aqui no Oeste, porque aqui com certeza será o pontapé inicial para mais um progresso, para mais um passo à frente. Nós, que sempre fomos pioneiros na agricultura sustentável, hoje nós temos outros desafios e esse encontro hoje aqui, com certeza da sociedade civil com o poder público, é para nós trilharmos um pacto de um trabalho sustentável que nós possamos escalonar.”, disse Barrozo. A agricultura regenerativa e mudança de paisagem foram temas centrais na abertura do Cerrado Summit. O foco do encontro é construir um plano de ação concreto até a COP30, evento que será realizado em Belém entre os dias 10 e 21 de novembro. Marcelo Behar, conselheiro sênior da World Business Council for Sustainable Development (WBCSD), a produção de alimentos é um tema global e as discussões tem como objetivo de colocar em prática cada vez mais a agricultura sustentável. “O tema sustentabilidade, o tema de produção é um tema global e a COP está organizando todos os agentes e todos os atores que são responsáveis pela condução dessa agenda. Para os atores do mundo da parte norte do planeta, os temas de energia são fundamentais porque eles vêm de uma matriz energética que não é limpa. Para os atores do sul do planeta e sobretudo do Brasil, em que a matriz energética já é muito limpa, é uma das melhores do mundo, o tema de gestão e uso da terra passa a ser um tema central e o tema da agricultura é, dentro dessa agenda, é o que nós temos mais a ganhar com a construção de uma agenda global que vai favorecer um novo modelo de agricultura”, explica. Desafios do Cerrado Com foco exclusivo nos tratados e desafios do Bioma Cerrado, o evento é o primeiro acelerador de paisagens promovido pela Aliança para Ação Regenerativa nas Paisagens (AARL).// Segundo Arthur Ramos, sócio da Boston Consulting Group (BCG), esse conceito de paisagem engloba todo contexto em que produção agrícola, meio ambiente e sociedade estão inseridos. “O conceito de paisagem é justamente paisagem ou território, né? É você não olhar unicamente a sua propriedade, não olhar uma fazenda, mas as soluções que a gente tá falando aqui. Elas são interdependentes, dos mananciais que você tem envolvido, da floresta, de várias culturas que você tem numa mesma região, no mesmo conjunto. Então, é justamente um reflexo do que que a gente acredita também pro mundo, né?”, explica Ramos. Foto: Divulgação/Aiba Sediado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (mapa), com coorganização da Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba) e Associação dos Produtores de Algodão da Bahia (Abapa) e do Governo da Bahia, o Cerrado Summit tratou também de pilares como o financiamento da transição, métricas de monitoramento e avaliação, além de políticas públicas voltadas ao cerrado. Para Pedro Alves Corrêa Neto, secretário de Inovação, Desenvolvimento Sustentável, Irrigação e Cooperativismo, do Mapa, o grande intuito da reunião é promover uma discussão temática sobre a agricultura regenerativa numa paisagem, num bioma como o Cerrado brasileiro. “É nesse contexto que a gente quer consolidar, o tema central da agenda de ação para a agricultura brasileira para ser apresentado na COP, que é recuperação de áreas para segurança alimentar. Então, esse é o grande contexto: as políticas públicas aliadas, a capacidade empreendedora do nosso produtor rural, que fazem acontecer essa agropecuária que a gente está vendo aqui no campo, que a gente está vendo aqui no Cerrado brasileiro, ambientalmente amigável, dentro do marco regulatório brasileiro, que é bastante severo, mas capaz de auferir a rentabilidade e produtividade cada vez maiores.”, disse. Para Moisés Schmidt, presidente da Aiba, o evento é uma oportunidade de “dialogar com o mundo, dialogar com a sociedade, que às vezes não entende e não compreende o que é uma agricultura regenerativa, o que é uma agricultura sustentável dentro do mundo de hoje, nesse momento”. Nesta quarta-feira (16), programação será encerrada após visitas a propriedades que adotam práticas sustentáveis e locais com o bioma Cerrado nativo. Siga o Canal Rural Bahia no Instagram! Você também pode participar deixando uma sugestão de pauta. Clique aqui e envie uma mensagem para o nosso WhatsApp! 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Café robusta projeta alta nas exportações

[ad_1] O mês de março foi marcado por uma queda nas exportações brasileiras de café, resultado, principalmente, da diminuição dos embarques da variedade robusta verde. Dados do Cecafé analisados pelo Cepea mostram que a quantidade escoada do grão pelo Brasil no último mês foi de apenas 138,6 mil sacas. O montante representa um recuo significativo de 40% no comparativo com o mês de fevereiro. A queda é maior ainda na comparação com o mesmo período de 2024, onde foram exportadas 862,6 mil sacas de robusta verde, de acordo com o instituto. O centro de pesquisas afirma ainda que esta queda nas exportações do robusta vem sendo registrada desde dezembro de 2024. Assim, a redução dos envios externos está relacionada principalmente à baixa disponibilidade doméstica do produto. Apesar disso, a perspectiva do Cepea é positiva para o futuro das exportações de café. Isso se dá pelo fato de que a colheita do grão no Espírito Santo, principal estado produtor, está às vésperas de começar, com perspectiva de se intensificarem em maio. Dessa forma os embarques deverão aumentar no segundo semestre. *Com supervisão de Thiago Dantas [ad_2] Source link
Mercado brasileiro de milho segue lento, mesmo com recuo nos preços

[ad_1] O mercado brasileiro de milho deve manter um ritmo bastante moroso na comercialização. O cereal voltou a registrar queda nas cotações em alguns estados, o que pode favorecer um maior ímpeto de compra. No entanto, de modo geral, os consumidores seguem na defensiva, aguardando recuos mais expressivos nos preços. No cenário internacional, a Bolsa de Chicago opera em alta, em um movimento de recuperação técnica após as perdas recentes. Já o dólar recua frente ao real, o que deve limitar os negócios voltados à exportação. Nesta terça-feira (15), o mercado brasileiro de milho registrou preços estáveis e, em alguns casos, mais baixos. Segundo o consultor da Safras & Mercado, Paulo Molinari, houve leves quedas em algumas praças, como Goiás e Minas Gerais. No entanto, ainda não há espaço para baixas em São Paulo e na região Sul do Brasil. “O mercado está tentando entrar em transição para a safrinha”, comenta. No Porto de Santos, o preço variou entre R$ 77,50 e R$ 80,00 por saca (CIF). Já no Porto de Paranaguá, as cotações ficaram entre R$ 77,20 e R$ 80,00 por saca. Confira os preços do milho em algumas praças do Brasil: Paraná: R$ 75,00 a R$ 76,00/saca (Cascavel) São Paulo: R$ 84,00 a R$ 86,00/saca (Mogiana); R$ 88,00 a R$ 90,00/saca (Campinas – CIF) Rio Grande do Sul: R$ 75,00 a R$ 76,00/saca (Erechim) Minas Gerais: R$ 79,00 a R$ 80,00/saca (Uberlândia) Goiás: R$ 77,00 a R$ 80,00/saca (Rio Verde – CIF) Mato Grosso: R$ 76,00 a R$ 80,00/saca (Rondonópolis) Bolsa de Chicago Os contratos com vencimento em maio de 2025 foram cotados a US$ 4,82 ¾ por bushel, alta de 1,50 centavo (0,31%) em relação ao fechamento anterior. Após dois dias consecutivos de queda, o mercado tenta um movimento de recuperação técnica. O cereal encontra suporte na recente desvalorização do dólar frente a outras moedas, fator que melhora a competitividade do produto dos Estados Unidos no mercado externo. No entanto, o receio de que as tarifas impostas pelos EUA a outros mercados afetem a demanda global limita uma alta mais consistente nas cotações. Na segunda-feira (14), os contratos com entrega em maio de 2025 encerraram o dia com baixa de 3,75 centavos (0,7%), cotados a US$ 4,81 ¼ por bushel. Já os contratos com entrega em julho de 2025 fecharam com recuo de 3,25 centavos (0,65%), cotados a US$ 4,89 ½ por bushel. [ad_2] Source link
MapBiomas indica redução nas áreas de incêndio no primeiro trimestre

[ad_1] Nos três primeiros meses de 2025, a extensão de todas as áreas atingidas por incêndios no país somou 912,9 mil hectares. Na comparação com o mesmo período do ano anterior, quando foram registrados 2,1 milhões de hectares, houve uma redução de 70% no território nacional atingido pelo fogo. Do total das áreas queimadas 78% são de vegetação nativa, sendo que 43% do que foi consumido pelo fogo eram de formação campestre. Áreas que tiveram mais incêndios Roraima foi o que mais queimou nesses três meses, somando 415,7 mil hectares. O Pará foi o segundo mais atingido, com 208,6 mil hectares queimados e o Maranhão perdeu 123,8 mil hectares para o fogo, sendo o terceiro na lista. Entre as cidades, Pacaraima e Normandia, ambas em Roraima, foram as mais afetadas, com 121,5 mil e 119,1 mil hectares, respectivamente. Segundo o pesquisador do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam), Felipe Martenexen, Roraima vivencia sua estação seca no início do ano, o que torna o estado particularmente vulnerável às queimadas nesse período. “Os dados do primeiro trimestre de 2025 refletem essa sazonalidade climática, com Roraima despontando como o principal foco de fogo no país”, explica Os números foram divulgados nesta quarta-feira (16) e são do Monitor do Fogo, uma ferramenta do MapBiomas que utiliza imagens de satélite para mapear cicatrizes de fogo em todo o país. “A ocorrência do período de chuvas contribui para essa diminuição das queimadas. No entanto, o Cerrado se destacou com a maior área queimada no primeiro trimestre em comparação aos últimos anos, o que reforça a necessidade de estratégias específicas de prevenção e combate ao fogo de cada bioma”, alerta a pesquisadora do Mapbiomas Fogo, Vera Arruda. Biomas Entre janeiro e março de 2025, o Cerrado teve aumento de 12% nos incêndios em relação ao mesmo período do ano anterior. Foram 91,7 mil hectares queimados, ficando 106% acima da média histórica desde 2019. Também cresceram em área atingida pelo fogo a Mata Atlântica e o Pampa. Em relação a 2024, as áreas queimadas aumentaram 7% e 1,4%, respectivamente. Enquanto a Mata Atlântica teve 18,8 mil hectares atingidos, o Pampa teve 6,6 mil hectares queimados. A Amazônia, apesar de ter registrado queda de 72% na área queimada em relação aos três primeiros meses de 2024, foi o bioma mais atingido em extensão no mesmo período de 2025. Foram 774 mil hectares queimados, representando 78% do total nacional. “É importante entendermos que a estação seca de 2025, que se aproxima, possivelmente ainda será forte, o que pode reverter essa condição de redução” diz a diretora de Ciência do Ipam e coordenadora do Mapbiomas Fogo. O Pantanal e a Caatinga também observaram redução nas suas áreas queimadas durante os três primeiros meses de 2025. Eles tiveram, respectivamente, 10,9 e 10 mil hectares atingidos pelo fogo, que representaram reduções de 86% e 8% em relação ao mesmo período de 2024. Março No último mês do primeiro trimestre deste ano, o fogo alcançou 106,6 mil hectares do país, o equivalente a 10% da área total de incêndios nos meses analisados. Na comparação com março de 2024, foram 674,9 mil hectares a menos queimados, o que representa redução de 86%. Do total no mês, a Amazônia queimou 55,1 mil hectares; o Cerrado, 37,8 mil hectares, a Caatinga 2,2 mil hectares, Mata Atlântica, 9,2 mil hectares, o Pampa 1,5 mil hectares e o Pantanal, 561 hectares. [ad_2] Source link
Casal de Petrolina de Goiás inova na produção de maracujá e conquista mercados

[ad_1] Amilton Bernardes Rodrigues e Marineide Araújo Siqueira Rodrigues sempre tiraram da terra o sustento da família. No município de Petrolina de Goiás, região Centro-Leste do estado, o casal apostou no cultivo de maracujá como fonte de renda. Porém, os intermediadores, com preços baixos e condições injustas, acabavam levando quase todo o lucro. “A gente trabalhava muito, mas na hora de vender, a maior parte do dinheiro ficava com os atravessadores”, desabafa Marineide. A dificuldade fez o casal repensar o negócio. Apesar de trabalharem muito, a conta não fechava no fim do mês. A produção era boa, mas o retorno financeiro era insatisfatório. Foi então que decidiram buscar ajuda e encontraram no Senar e no Sebrae o suporte que precisavam para virar a chave. A consultoria do Senar sugeriu uma alternativa: transformar a fruta em polpa congelada e vender diretamente ao consumidor. Com coragem e curiosidade, testaram a ideia de forma simples e o resultado surpreendeu: venderam tudo em poucas horas na cidade. “A consultora inicialmente nos ajudou nas melhores técnicas de plantio, mas o problema da baixa lucratividade ainda existia. Foi quando veio essa ideia de congelar as polpas”, relembra Amilton. Virada de chave no campo O sucesso da primeira venda motivou o casal a investir com mais seriedade na produção de polpas. Logo perceberam que apenas o maracujá não daria conta da nova demanda. Buscaram frutas em outras propriedades e diversificaram os sabores. “Começamos a comprar frutas de outras propriedades, mas ficamos sobrecarregados, pois é difícil encontrar mão de obra no campo”, explicam. Com o tempo, entenderam que seria necessário focar exclusivamente na industrialização das polpas. Hoje, a empresa oferece mais de 15 sabores, incluindo acerola, caju, tamarindo e morango. Mesmo com o crescimento, enfrentaram novos obstáculos, como a falta de um espaço apropriado para atender às exigências sanitárias. Com apoio do Senar, conseguiram estruturar uma pequena indústria familiar. Já o Sebrae, por meio do Sebraetec, entrou com o desenvolvimento da marca e a identidade visual dos produtos. “O Sebrae custeou 70% da consultoria e desenvolvimento da nossa marca, e o Senar os outros 30%. Estamos onde estamos graças ao apoio que recebemos deles”, pontua Marineide. Participe do Porteira Aberta Empreender: envie perguntas, sugestões e conte sua história de empreendedorismo pelo WhatsApp O casal Amilton e Marineide na produção das polpas. Foto: Divulgação ASN/GO Da roça à marca registrada Inicialmente, o negócio levava o nome “Polpas MA”, referência às iniciais do casal. Mas ao tentar registrar o nome no INPI, perceberam que precisavam criar algo único. Assim nasceu a “Polpas Magakay”, marca que homenageia os três filhos: Karolline, Gabriele e Kayke. Essa escolha fortaleceu o vínculo familiar com o empreendimento. Enquanto o casal cuida da produção, os filhos atuam na área comercial. Estudando em Anápolis, eles aproveitam a cidade como ponto estratégico de vendas e distribuição. “Nossos filhos se mudaram para Anápolis, pois precisavam estudar e contribuem muito com as vendas”, detalham. A empresa começou com atendimento a residências e mercados locais em Petrolina de Goiás, mas logo expandiu para Anápolis e Goiânia. [ad_2] Source link
Novas tecnologias na produção da cana-de-açúcar são apresentadas durante evento em SP

[ad_1] Com o objetivo de mostrar os avanços tecnológicos aplicados à cadeia produtiva da cana-de-açúcar, o CTC Day, evento promovido pelo Centro de Tecnologia Canavieira (CTC), reuniu investidores, clientes e acionistas do setor sucroenergético e autoridades na cidade de Piracicaba (SP). Durante o CTC Day o público conheceu uma série inovações nas áreas de melhoramento genético e biotecnologia, além do Projeto Sementes e de um estudo da Fundação Getúlio Vargas sobre o potencial de descarbonização com base na adoção de novas tecnologias desenvolvidas pelo CTC. A meta do Centro é dobrar a produtividade do setor até 2040. O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), também esteve presente e destacou a importância do ciclo da cana-de-açúcar, a primeira fonte de energia renovável no país, para a descarbonização da economia. “Temos debatido quais são os pilares para o desenvolvimento, como vamos superar a pobreza e nos aproximarmos daqueles países mais desenvolvidos. O segredo está na biotecnologia, na economia do conhecimento e na transição energética. Temos que investir muito na cana-de-açúcar. Dessa lavoura, nada se perde. Esse é nosso maior exemplo de economia circular. Produzimos etanol de primeira geração, de segunda geração, biogás, fertilizantes e biometano e vamos tirar combustível sustentável da aviação e o hidrogênio a partir da reforma do etanol”, afirmou o governador. O complexo sucroalcooleiro corresponde a 27% de participação nas exportações do agronegócio paulista, arrecadando US$ 1,09 bilhão, dos quais 91,6% referentes a açúcar e 8,4% a etanol. São Paulo tem cerca de 180 usinas registradas, a maioria no interior do estado. Dessas, 70 estão a 20 quilômetros de gasodutos existentes. Dos 10 milhões de hectares de cana-de-açúcar plantados no Brasil, mais de 5,5 milhões estão em São Paulo. O produto é responsável por 15,4% da matriz nacional ou 32% de toda a energia renovável ofertada dentro do Brasil. Os números já posicionam o Brasil acima da média mundial, que é de 14,1%, e da média dos países desenvolvidos da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), que registram 11,5% no uso de energias limpas e renováveis. Tecnologia para o desenvolvimento da cana-de-açúcar O Instituto Agronômico (IAC), por meio do Programa Cana IAC, lançou 35 variedades de cana nos últimos 20 anos, representando 23% do total de variedades registradas, e implementou pacotes tecnológicos que aumentaram a produtividade média de 70 para 100 toneladas de colmos por hectare. Recentemente, o IAC também introduziu cinco novas cultivares com superioridade de 12 a 27% em produtividade e longevidade, adequadas para diferentes tipos de solo e clima, e com alto teor de sacarose. Descarbonização O estado de São Paulo estruturou incentivos em diversas áreas para impulsionar a transição energética. Uma das iniciativas é a primeira estação experimental do mundo dedicada à produção de hidrogênio renovável a partir do etanol, que realiza testes na Universidade de São Paulo (USP). O projeto, conduzido pelo Centro de Pesquisa e Inovação em Gases de Efeito Estufa (RCGI) da Universidade, representa um marco na busca por soluções energéticas limpas e na transição para uma economia de baixo carbono. A planta-piloto tem capacidade para produzir 100 quilos de hidrogênio por dia. Por meio da Coordenadoria de Transição Energética, as Secretarias de Agricultura e Abastecimento e de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística, junto com a Cetesb, trabalham na regulamentação do licenciamento ambiental para a implantação de biodigestores com o objetivo de gerar biogás/biometano e bioinsumo. [ad_2] Source link