Diário Econômico PicPay: ouça análise de especialista sobre o que impacta o mercado hoje

Ouça o Diário Econômico, o podcast que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado do Brasil e do mundo, com análise de economistas do PicPay. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! No morning call de hoje, o economista do PicPay Igor Cadilhac destaca que a temporada de balanços das big techs no segundo trimestre começou nos EUA com resultados abaixo do esperado. Como resultado, todas as bolsas em Nova York despencaram. A Nasdaq e o S&P tiveram seus piores desempenhos desde 2022. O post Diário Econômico PicPay: ouça análise de especialista sobre o que impacta o mercado hoje apareceu primeiro em Canal Rural.
Previsão do tempo: chuva retorna ao Sul com avanço de frente fria

Nos próximos 15 dias, uma frente fria avançará sobre a região Sul, trazendo chuvas para o Rio Grande do Sul e Santa Catarina. De acordo com o meteorologista do Canal Rural, Arthur Müller, há risco de trovoadas, mas sem previsão de tempo severo. Os volumes de chuva estão estimados entre 15 e 20 mm, o que não deve prejudicar os trabalhos no campo. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Previsão por regiões: Sul A frente fria trará chuvas ao Rio Grande do Sul e Santa Catarina. Risco de trovoadas, mas sem previsão de tempo severo. Volume de chuva entre 15 a 20 mm. Sudeste O tempo permanece quente e seco. A partir da virada do mês, uma nova frente fria romperá o bloqueio e trará chuvas mal distribuídas a São Paulo e centro-sul de Minas Gerais, com volumes ainda baixos. Centro-Oeste Chuva começará a aparecer no oeste de Mato Grosso – e também em Rondônia e Acre, na região Norte – , com volumes entre 15 e 20 mm. Previsão de aumento na umidade relativa do ar, ajudando a diminuir o risco de incêndios. Nordeste O cenário permanece inalterado, com chuvas concentradas no litoral. Volume de chuva previsto de 30 mm na próxima semana. Norte Chuva concentrada na faixa norte do país. Previsão de 30 mm de chuva na próxima semana. Rompimento do bloqueio atmosférico Com o rompimento do bloqueio atmosférico, espera-se uma chuva mais volumosa no Paraná, São Paulo, Mato Grosso do Sul e áreas do oeste de Mato Grosso, com volumes acumulados que podem chegar a 20 mm. Embora essa chuva não resolva a situação hídrica, ajudará a aumentar a umidade relativa do ar e a diminuir o risco de incêndios, especialmente no Acre e em Rondônia. O post Previsão do tempo: chuva retorna ao Sul com avanço de frente fria apareceu primeiro em Canal Rural.
Jogos Olímpicos: gramados de futebol são produzidos como lavouras

Com a cerimônia de abertura marcada para sexta-feira, os Jogos Olímpicos de Paris já iniciaram com as partidas de futebol feminino e masculino. A qualidade dos gramados é essencial para o bom desempenho dos jogos, e a produção da grama é realizada com a mesma atenção de uma lavoura. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! O Brasil se destaca mundialmente nesse setor, especialmente com a grama Platinum, uma variedade nativa utilizada na Copa do Mundo de 2022 no Catar. Em entrevista ao programa Agro em Campo do Canal Rural, o engenheiro agrônomo e mestre em Agronomia pela UNESP, Patrick Ferreira, explicou que a produção dessa grama é feita por mudas e requer um sistema de irrigação com pivô central, além de cuidados como adubação, controle de pragas e poda regular para estimular o crescimento. Rodrigo Santos, também engenheiro agrônomo, participou do desenvolvimento dos gramados da Copa de 2022 e destacou que, apesar das exigências específicas, o manejo é similar ao de outras lavouras, com cuidados convencionais aplicados para garantir a qualidade. A grama Bermuda, utilizada em mais de 90% dos estádios brasileiros, possui alta capacidade de regeneração, ideal para o calendário intenso do futebol no país, que pode ter mais de 50 jogos por temporada. Ferreira destacou as características ideais dessa espécie, como folhas macias e finas, que amortecem quedas e melhoram a jogabilidade. O principal polo de produção de gramas no Brasil está localizado em Tatuí, no interior de São Paulo, com 700 hectares cultivados anualmente, fornecendo para estádios e campos de golfe em todo o país. Maristela Kuhn, engenheira agrônoma responsável pela implantação de gramados em diversos estádios brasileiros e participante do comitê organizador da Copa de 2014 e dos Jogos Olímpicos de 2016, enfatizou a importância da escolha do solo para a drenagem eficiente dos campos. A produção de gramados envolve um conjunto de protocolos de jogabilidade, incluindo resistência, rolabilidade da bola, densidade e cor da grama, e ausência de pragas e plantas daninhas. Esses cuidados garantem que os campos estejam prontos para receber partidas mesmo sob condições adversas, como chuvas intensas. Portanto, o agro é também essencial para a emoção de um gol, proporcionando gramados de alta qualidade para os eventos esportivos. O post Jogos Olímpicos: gramados de futebol são produzidos como lavouras apareceu primeiro em Canal Rural.
Ministro da Agricultura discute medidas emergenciais para reestruturação do Inmet

O ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, se reuniu nesta quarta-feira, 23, com o diretor do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), Naur Pontes, para discutir a reestruturação do órgão. Em publicação nas redes sociais, Fávaro disse que debateu os próximos passos do plano do instituto. “Estamos empenhados em promover a inovação e modernização do Inmet por meio de um plano de ação baseado em três pilares fundamentais: pessoal, processos e estrutura”, escreveu Fávaro na publicação. O ministro afirmou ainda que a pasta estrutura ações de curto prazo com a implementação de medidas emergenciais para “garantir a continuidade das operações e a reorganização das atividades”. “Temos ações de médio prazo com foco na otimização dos processos administrativos, logísticos e orçamentários para preparar o Inmet para o futuro; e ações de longo prazo para acompanhamento das implementações realizadas e a nomeação e distribuição dos novos servidores que ingressarem na administração pública federal por meio Concurso Público Nacional Unificado (CNU)”, acrescentou o ministro. A reestruturação da pasta entrou no rol das prioridades do ministério em meio às dificuldades de atuação do instituto em termos de recursos e equipe. Servidores do Inmet afirmam que o instituto demanda intervenção para não haver paralisação dos serviços de meteorologia. O post Ministro da Agricultura discute medidas emergenciais para reestruturação do Inmet apareceu primeiro em Canal Rural.
Mercado boi: preços da carne voltam a cair no atacado

O mercado físico do boi gordo volta a se deparar com um perfil lateralizado de negociações em grande parte do país. “O final de mês vem sendo um pouco mais arrastado em termos de preços, com os frigoríficos conseguindo manter a dianteira nas escalas de abate e inviabilizando movimentos mais agressivos de alta”, disse o analista da Consultoria Safras & Mercado, Fernando Henrique Iglesias. A entrada de animais confinados em maior proporção é aguardada ao longo de agosto, com grande incidência de contratos a termo, o que também pode resultar em alguma queda das cotações após a primeira quinzena do referido mês. Em São Paulo, a referência média para a arroba do boi ficou em R$ 229,27, na modalidade a prazo. Em Goiás, a indicação média foi de R$ 221,18 para a arroba do boi gordo. Em Minas Gerais, a arroba teve preço médio de R$ 219,41. No Mato Grosso do Sul, a arroba foi indicada em R$ 219,66. No Mato Grosso, a arroba ficou indicada em R$ 209,09. Boi no atacado O mercado atacadista volta a se deparar com preços em queda no decorrer da quarta-feira. Segundo Iglesias, o ambiente de negócios ainda sugere a continuidade deste movimento no curto prazo. “Ainda há expectativa em torno da recuperação dos preços no decorrer da primeira quinzena de agosto, período pautado por bom apelo ao consumo, considerando que, além da entrada dos salários na economia, há o adicional de consumo relacionado ao Dia dos Pais”, apontou Iglesias. O quarto traseiro foi precificado a R$ 17,20 por quilo, queda de R$ 0,05. O quarto dianteiro foi cotado a R$ 17,35 por quilo, queda de R$ 0,15. A ponta de agulha foi precificada a R$ 12,70 por quilo, queda de R$ 0,15. O post Mercado boi: preços da carne voltam a cair no atacado apareceu primeiro em Canal Rural.
Preço da soja no Brasil aumenta mesmo com queda em Chicago

Os preços da soja voltaram a subir no Brasil nesta quarta-feira. O ritmo de negócios segue moderado, com os produtores atentos ao câmbio. Apesar do recuo de Chicago, o dólar teve valorização em relação ao real, o que puxou as cotações domésticas para cima. Os prêmios seguem favoráveis nos portos. Preços da soja no Brasil Passo Fundo (RS): subiu de R$ 135,50 para R$ 138 Região das Missões: aumentou de R$ 134,50 para R$ 137 Porto de Rio Grande: avançou de R$ 142,50 para R$ 144,50 Cascavel (PR): valorizou de R$ 133 para R$ 135 Porto de Paranaguá (PR): cresceu de R$ 143 para R$ 144 Rondonópolis (MT): passou de R$ 129 para R$ 130 Dourados (MS): estabilizou em R$ 127 Rio Verde (GO): foi de R$ 126 para R$ 127 Bolsa de Chicago Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a quarta-feira em baixa. Após atingir ontem o melhor patamar em duas semanas, um movimento de vendas por parte dos produtores determinou a correção. As incertezas sobre o ritmo de crescimento da economia chinesa foi outro fator que adicionou pressão às cotações. A China é o principal comprador mundial de commodities, o que determinou uma queda generalizada, contaminando também a soja. O clima nos Estados Unidos continua sendo o principal driver do mercado. Há certa preocupação com o comportamento das chuvas e temperaturas em agosto, período crítico para a definição do potencial produtivo da safra. No entanto, até o momento, as lavouras têm se desenvolvido bem, sinalizando uma produção cheia. Contratos futuros Foto: Reprodução Os contratos da soja em grão com entrega em setembro fecharam com baixa de 11,50 centavos de dólar, ou 1,07%, a US$ 10,60 1/4 por bushel. A posição novembro teve cotação de US$ 10,64 por bushel, com perda de 11,50 centavos ou 1,06%. Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou com alta de US$ 1,50 ou 0,47% a US$ 320,60 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 44,10 centavos de dólar, com baixa de 1,03 centavo ou 2,28%. Câmbio O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 1,23%, sendo negociado a R$ 5,6566 para venda e a R$ 5,6546 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,5974 e a máxima de R$ 5,6618. O post Preço da soja no Brasil aumenta mesmo com queda em Chicago apareceu primeiro em Canal Rural.
Forte frente fria traz inverno ‘de volta’, com frio e chuva; saiba quando

O inverno deve voltar a dar as caras no Brasil, após um período de calor em grande parte do país. A passagem de uma forte frente fria está prevista pela Climatempo para o fim deste mês, encerrando o ciclo de dias quentes e trazendo de volta as características típicas da estação. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Nesta quinta-feira (25), o veranico que se estabilizou sobre o Brasil finalmente sai de cena. No entanto, ainda restarão alguns dias quentes pela frente. O bloqueio atmosférico que estacionou a massa quente sobre o país deve começar a enfraquecer gradualmente. Até que esse processo esteja completo, as temperaturas continuarão se elevando à tarde, mas não tão intensamente como durante o veranico. Mesmo com o fim desse período, a sensação de calor ainda será presente em várias regiões. Frente fria traz retorno da chuva O bloqueio atmosférico será encerrado por uma forte frente fria, com características mais continentais. De acordo com a Climatempo, essa frente fria ingressará no Rio Grande do Sul no próximo domingo (28) e deve se deslocar em direção às outras regiões brasileiras ao longo dos dias seguintes. A chuva trazida pela frente fria se concentrará principalmente na região Sul. No Sudeste, as pancadas estarão mais presentes no leste de São Paulo, no Rio de Janeiro e no sul do Espírito Santo. Baixas temperaturas Além da tão esperada chuva, a frente fria também trará queda nas temperaturas. Como o próprio nome sugere, essa frente fria é uma massa de ar frio que deve contribuir para fechar julho e abrir agosto com as características do inverno. A previsão indica que, após a passagem da frente fria, as temperaturas mínimas deverão cair significativamente, especialmente no Sul e no Sudeste. Isso marcará um retorno às condições climáticas típicas da estação, com noites e madrugadas mais frias e a possibilidade de geadas em áreas mais elevadas e serranas. O post Forte frente fria traz inverno ‘de volta’, com frio e chuva; saiba quando apareceu primeiro em Canal Rural.
Frango: Caso de Newcastle no RS deve pressionar preço para exportação, diz associação

A confirmação de um caso da doença de Newcastle em uma granja comercial em Anta Gorda (RS) deve trazer pressão sobre os preços da carne de frango exportada pelo Brasil, avaliou o presidente-executivo da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB), José Augusto de Castro. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Para ele, esse é um dos efeitos possíveis da recente ocorrência sanitária, assim como o aumento da concorrência por espaço no mercado internacional e imposições de embargos por outros países. “Isso pode ter impacto no preço, com alguns compradores aproveitando esse momento de incerteza para realização de negócios em situação mais confortável”, disse. “O Brasil é o principal mercado exportador do mundo e me parece natural que outros países busquem aproveitar para colocar seus produtos no mercado”, acrescentou Castro. O presidente da AEB chamou a atenção para as perdas econômicas diárias que o Brasil enfrenta, com a paralisação de embarques da carne de frango para os países aos quais o Ministério da Agricultura optou pelo autoembargo. “Podemos pegar o valor que o Brasil exporta por um ano a esses mercados e dividir por 365 dias para ver quanto se perde diariamente. É um valor considerável”, disse. Na última sexta-feira (19), em entrevista coletiva, o presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Ricardo Santin, estimou que o impacto do pior cenário seria de até 60 mil toneladas ou, aproximadamente, 15% da carne de frango exportada mensalmente pelo país. Castro destacou que a interrupção nas exportações em virtude da doença de Newcastle não afeta apenas o comércio direto, mas toda a cadeia produtiva. “O impacto não é apenas na venda de frango, mas em toda a cadeia de produção. Se tiver menos frango sendo vendido, haverá menos demanda por soja e milho. Portanto, o impacto é em toda a cadeia de produção.” Por isso, o presidente da AEB citou a necessidade de soluções rápidas e eficazes, com uma abordagem que minimize os impactos negativos. Na semana passada, o Ministério da Agricultura suspendeu de forma preventiva a exportação de produtos avícolas para 44 países. As medidas, no entanto, variam sobre a área de autoembargo e aos produtos, a depender do país. As decisões mais restritivas envolvem a suspensão da exportações de todo o Brasil para a China, Argentina, Peru e México, incluindo carne de aves, carnes frescas de aves e seus derivados, ovos, carne para alimentação animal, matéria-prima de aves para fins opoterápicos, preparados de carne, produtos não tratados derivados de sangue. Setor de frango no Rio Grande do Sul Na visão do presidente da AEB, os maiores efeitos do caso da doença de Newcastle irão recair sobre a avicultura gaúcha, que já vinha sofrendo neste ano com desafios provocados pelas chuvas no Estado. “Há um desafio adicional, no Rio Grande do Sul, uma região que já sofreu bastante recentemente com o impacto das chuvas e destruição de estruturas”, disse. Nos primeiros seis meses do ano, o Rio Grande do Sul exportou 354 mil toneladas de carne de frango, com receita de US$ 630 milhões. Esses embarques representaram 13,82% dos US$ 4,55 bilhões gerados pelo país e 14,1% das 2,52 milhões de toneladas exportadas pelo Brasil no mesmo período. O post Frango: Caso de Newcastle no RS deve pressionar preço para exportação, diz associação apareceu primeiro em Canal Rural.
Fundo de fomento à inovação para agricultura responsável apresenta resultados de impacto

Implementados de 2021 a 2023, o fundo de fomento à inovação para uma agricultura responsável apresentou os resultados de impacto de 44 projetos com soluções e inovações para o setor agrícola, executados por 54 parceiros do Land Innovation Fund (LIF). Em três anos de atuação, o Land Innovation Fund entregou soluções que alcançaram mais de 1,5 mil produtores representando mais de 2 mil propriedades rurais, distribuídas em 2,5 milhões de hectares em três biomas prioritários – Cerrado, Gran Chaco e Amazônia – na América do Sul. De acordo com o LIF, com investimentos de US$13,4 milhões, as soluções apoiam agricultores em suas jornadas rumo à produção livre de desmatamento, equipando-os com ferramentas e recursos para conservar as florestas e a vegetação nativa, atendendo aos protocolos internacionais de sustentabilidade. Como resultado direto dos projetos, já foram evitadas a conversão de 41 mil hectares de vegetação nativa em ecossistemas ameaçados na região. Os números integram o Relatório de Impacto 2021-2023, divulgado nesta quarta (24). Nesse período, a entidade apoiou o desenvolvimento de 70 inovações em múltiplas vias – políticas públicas & finanças, conservação, produção e engajamento – 26 delas já entregues, contribuindo para a construção de uma robusta paisagem de inovação pela sustentabilidade agrícola. Entre as soluções financiadas, 11 são voltadas para o desenho de políticas públicas, protocolos e regulamentações para uma agricultura sustentável. “Entendemos a inovação como ideias, tecnologias, processos, abordagens, ferramentas e políticas públicas que, quando adotadas por múltiplos atores, ganham escala e impacto em níveis local, subnacional, nacional e global”, afirma Ashley Valle, diretora do Land Innovation Fund. “Pensamos a inovação em diálogo com as agendas ambiental e climática dada vez mais urgentes. Por isso, todas as nossas ações, iniciativas e projetos dialogam com os compromissos crescentes de neutralidade de carbono, desmatamento zero e conservação da biodiversidade”, completa. Projetos no cerrado Três projetos do portfólio dedicaram-se ao fomento do ecossistema de inovação, com a construção de ferramentas, mecanismos ou soluções tecnológicas: o Programa Soja Sustentável do Cerrado, com PwC AgTech Innovation e apoio estratégico da Cargill, CPQD, Embrapa e Embrapii; o laboratório de soluções inovadoras (AibaLAB), com Senai Cimatec e apoio da Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba); e o programa Scouting de greentechs brasileiras, com a Climate Ventures. Com as iniciativas, foram mapeadas 51 startups com soluções verdes que atendem toda a propriedade rural – da área cultivada à floresta em pé. E foi construído um mecanismo diferenciado de fomento para o setor: o Startup Finance Facility (SFF) aporta recursos financeiros não-reembolsáveis e de curto prazo para destravar soluções em diferentes estágios de inovação, acelerando negócios de impacto para uma agricultura sustentável. Ao total, 22 startups do portfólio do Programa Soja Sustentável do Cerrado receberam cerca de USD 925 mil em recursos SFF para a implementação de 18 projetos. O efeito multiplicador das soluções de inovação que compõem o portfólio é mensurável pelo retorno financeiro alcançado pelas iniciativas financiadas até agora. Já foram mobilizados US$ 37,3 milhões em recursos por diferentes instituições parceiras desde o início do funcionamento do Fundo. Soluções para agricultura De acordo com o LIF, com um olhar de paisagem e foco na fazenda, os projetos selecionados para compor o portfólio do Fundo propõem soluções em agricultura regenerativa, biodiversidade, engajamento, pesquisa e desenvolvimento, carbono ou novas tecnologias – alguns deles agregando múltiplas áreas temáticas – com propostas que alinham os desafios do dia a dia do produtor rural às demandas mais urgentes das agendas climática e ambiental internacional. Das mais de duas mil propriedades rurais distribuídas em 2,5 milhões de hectares que compõem o portfólio do Fundo, 80% delas – cerca de 2,2 milhões de hectares – foram monitoradas por plataformas e/ou sistemas inovadores de sensoriamento remoto e coleta de dados desenvolvidos por projetos parceiros. Dez projetos do portfólio dedicam-se à mensuração, report ou verificação (MRV) de balanço de carbono a partir da aplicação de novas tecnologias ou metodologias em desenvolvimento por 16 instituições e startups parceiras. As iniciativas alcançam uma área de 323 mil hectares em 112 propriedades rurais, e cobrem um amplo leque de atividades – de análise de biomassa em diferentes cenários de solo a um projeto de REDD jurisdicional estadual – com ações agregadas de incentivo às boas práticas agrícolas e acompanhamento da biodiversidade, contribuindo para a mitigação dos efeitos das mudanças climáticas. Projeto estuda viabilidade de crédito de carbono no Cerrado baiano Quer participar do Canal Rural Bahia? Tem alguma ideia, inovação agrícola ou sugestão de pauta? Clique aqui e envie para o nosso WhatsApp! O post Fundo de fomento à inovação para agricultura responsável apresenta resultados de impacto apareceu primeiro em Canal Rural.
Agricultura enfrenta restrições orçamentárias, diz secretário do Mapa

O novo secretário de Política Agrícola, Guilherme Campos Júnior, afirmou que suas prioridades serão acompanhar a execução do atual Plano Safra e elaborar a proposta para o próximo. Em entrevista ao Canal Rural, ele destacou a missão de monitorar a implementação das diretrizes para o setor do agronegócio e buscar soluções para os desafios financeiros. Campos Júnior enfatizou a necessidade de atenção às restrições orçamentárias que afetam o setor agrícola. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Segundo ele, é crucial garantir que o Plano Safra seja preservado na sua totalidade, apesar das limitações orçamentárias que se agravam. O secretário ressaltou a importância de buscar fontes de financiamento, inclusive internacionais, para superar essas restrições. O secretário também abordou a crescente demanda por seguro rural, agravada pelas variações climáticas extremas. Ele reconheceu que eventos climáticos extremos aumentam o risco das atividades agrícolas, o que eleva os custos dos seguros. Para enfrentar esse desafio, Campos Júnior defendeu a busca por alternativas que viabilizem o seguro rural de maneira mais eficiente. Sobre os produtores atingidos pelas enchentes no Rio Grande do Sul, Campos Júnior mencionou a proposta de medida provisória para auxílio emergencial. Ele descreveu a catástrofe como “bíblica” e destacou a necessidade de soluções adequadas para enfrentar os impactos significativos nas produções locais. O governo federal, segundo ele, está trabalhando para atender às demandas dos produtores gaúchos, que têm uma participação significativa no agronegócio brasileiro. Campos Júnior reconheceu as limitações de recursos e orçamento enfrentadas pela Secretaria de Política Agrícola e pelo governo federal como um todo. Ele enfatizou a necessidade de lutar por recursos junto a outras áreas do governo, como saúde, educação e infraestrutura, que também enfrentam desafios orçamentários. O post Agricultura enfrenta restrições orçamentárias, diz secretário do Mapa apareceu primeiro em Canal Rural.