Diário Econômico PicPay: ouça tudo o que pode rolar nesta Super Quarta

Ouça o Diário Econômico, o podcast que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado do Brasil e do mundo, com a análise de economistas do Pic Pay. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! No morning call de hoje, o economista do PicPay Igor Cadilhac ressalta que, em dia de Super Quarta, o Fed deve manter os juros inalterados nos Estados Unidos. Por aqui, juros devem ser mantidos nos atuais 10,5%, porém, o BC terá grande desafio na comunicação para que as expectativas não piorem ainda mais. Hoje ainda saem os dados de desemprego da PNAD. O post Diário Econômico PicPay: ouça tudo o que pode rolar nesta Super Quarta apareceu primeiro em Canal Rural.

E agora, a chuva volta de vez? Confira na previsão do tempo

Foto: Freepik A frente fria que se deslocou para o oceano ainda traz nebulosidade para a faixa leste da região Sudeste. No entanto, nos próximos dias, nenhuma das áreas produtoras da região deve receber chuva significativa. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! De acordo com o meteorologista do Canal Rural, Arthur Müller, no próximo fim de semana, um fenômeno conhecido como “trem de ondas” deve atravessar o Pacífico e começar a quebrar o bloqueio atmosférico, trazendo chuva para partes do norte do Paraná e sul de Mato Grosso do Sul. Entre 10 e 14 de agosto, espera-se que a chuva alcance Minas Gerais, interior de São Paulo, sul de Goiás e partes de Mato Grosso. Embora os volumes previstos sejam baixos, entre 15 e 20 mm, a precipitação será bem-vinda para aliviar o calor e aumentar a umidade relativa do ar. Atualmente, o ar frio predomina na região Sul, mas a partir desta quarta-feira (31), a temperatura deve subir em todas as áreas do país. No Sul, a mínima deve subir para entre 10 ºC e 16 ºC, sem risco de geada. Em Campos Novos, na região central de Santa Catarina, a previsão para quarta, quinta (1°) e sexta-feira (2) é de sol entre nuvens, com máximas subindo para 24 ºC. Nas próximas 24 horas, espera-se chuva apenas na faixa litorânea do Sul e no norte da região Norte. As demais áreas seguem com tempo ensolarado e máximas ultrapassando 30 ºC, chegando a 36 ºC em partes do Brasil central. No Paraná, os próximos dias serão ensolaradas, com temperaturas podendo alcançar 39 ºC na sexta-feira. Até o fim da primeira quinzena de agosto, a máxima pode atingir 40 ºC em algumas áreas do país, causando estresse térmico no gado de confinamento. Com pouca chuva prevista nos próximos 30 dias, a combinação de calor e baixa umidade aumenta o risco de incêndios, especialmente na região Norte, Matopiba e Centro-Oeste. Produtores devem ter cuidado com o manejo do fogo para evitar que ele se alastre. O post E agora, a chuva volta de vez? Confira na previsão do tempo apareceu primeiro em Canal Rural.

AGCO reverte lucro e tem prejuízo de US$ 367,1 milhões no 2º trimestre

Foto: Massey Ferguson A AGCO, fabricante norte-americana de máquinas agrícolas de marcas como Valtra e Massey Ferguson, teve prejuízo líquido de US$ 367,1 milhões, ou US$ 4,92 por ação, no segundo trimestre deste ano, informou a companhia nesta terça-feira (30). Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! O resultado reverte o lucro líquido registrado em igual período do ano passado, de US$ 319,2 milhões, ou US$ 4,26 por ação. Em termos ajustados, o lucro passou de US$ 4,29 para US$ 2,53 por ação. As vendas líquidas da companhia recuaram 15,1% em igual comparação, para US$ 3,246 bilhões. Analistas ouvidos pelo Wall Street Journal esperavam lucros por ação de US$ 2,90 e vendas de US$ 3,5 bilhões, de acordo com a FactSet. Segundo o CEO da companhia, Eric Hansotia, a AGCO teve os resultados influenciados pelas “condições de mercado enfraquecidas e pelos cortes significativos de produção destinados a reduzir os estoques da nossa empresa e dos nossos revendedores”, disse. “A queda nos preços das commodities e a menor projeção de renda agrícola em 2024 afetaram negativamente o sentimento dos agricultores, reduzindo ainda mais a demanda global da indústria. Dado o ambiente atual, estamos tomando ações agressivas, incluindo nosso recentemente anunciado programa de reestruturação, para controlar despesas, reduzir níveis de produção e diminuir investimentos em capital de giro”, acrescentou. O post AGCO reverte lucro e tem prejuízo de US$ 367,1 milhões no 2º trimestre apareceu primeiro em Canal Rural.

‘Expectativa é entrarmos em 2025 com saldo positivo de vagas de trabalho no RS’, diz ministro

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil O ministro do Trabalho, Luiz Marinho, disse na tarde desta terça-feira (30), que esperava um saldo negativo maior de vagas de emprego no Rio Grande do Sul. A expectativa, segundo ele, é de que este próximo semestre seja de ajuste e que a partir do ano que vem o saldo positivo comece a ser registrado no estado. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! “Me surpreendeu o número de junho, achei que (negativo) seria maior que maio. Vamos observar o mês de julho, acho que ainda vai ficar negativo, mas uma tendência é de ir se recuperando. É possível que já tenha setores estabilizados. Nossa expectativa é de que em especial a partir dos projetos, gerando obras, especialmente na construção civil, comece a recuperar e a gente entre no ano que vem de forma positiva”, avaliou Marinho. Conforme os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados há pouco, o Rio Grande do Sul registrou fechamento de 8.569 vagas em junho. Em maio, o fechamento foi de 22.180 vagas. O post ‘Expectativa é entrarmos em 2025 com saldo positivo de vagas de trabalho no RS’, diz ministro apareceu primeiro em Canal Rural.

Milho: no Paraná, 85% da safrinha está colhida, afirma Deral

Foto: Canal Rural Mato Grosso A colheita da segunda safra de milho atingiu 85% das lavouras do Paraná, até segunda-feira (29), em comparação com 76% na semana anterior, de acordo com o boletim semanal do Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Agricultura do estado, divulgado nesta terça-feira (30). Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! A condição de desenvolvimento é boa em 38% da área total estimada. Em 38% também é a condição média, enquanto em 24%, ruim. As lavouras de milho segunda safra estão nas seguintes fases: 1% em fase de frutificação e 99% em fase de maturação. Trigo Com relação às lavouras de trigo, que estão 100% plantadas, as condições são boas para 66% das lavouras de trigo plantadas, enquanto 21% têm média condição e 13%, condição ruim. As fases das plantações de trigo são: 36% em desenvolvimento vegetativo, 27% em floração e 32% em frutificação e 5% em maturação. O post Milho: no Paraná, 85% da safrinha está colhida, afirma Deral apareceu primeiro em Canal Rural.

Boi gordo: perspectiva de boa demanda em agosto eleva preço da arroba

Foto: Gilson Abreu/AEN O mercado físico do boi gordo voltou a apresentar preços mais altos nesta terça-feira (30). O movimento foi mais destacado em Rondônia, Goiás e mais uma vez em Mato Grosso do Sul. De acordo com o analista da consultoria Safras & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, as escalas de abate seguem a média de 7 a 9 dias úteis, a depender da região do país. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! A perspectiva de boa demanda para a primeira quinzena de agosto é um motivador importante para novas elevações de preço, em especial em São Paulo, praça que conta com preços maislateralizados há algumas semanas. “As exportações significativas de carne bovina são um elemento importante a ser considerado, também contribuindo para elevação dos preços”, completou Iglesias. Preços médios da arroba do boi São Paulo: R$ 230,05 Goiás: R$ 224,43 Minas Gerais: R$ 219,41 Mato Grosso do Sul: R$ 227,14 Mato Grosso: R$ 209,14 Mercado atacado Foto: Wenderson Araujo/CNA O mercado atacadista se depara com queda em seus preços no decorrer da semana, resquício de fracas vendas durante a segunda quinzena do mês. O quarto traseiro do boi foi precificado a R$ 17,00 por quilo, queda de R$ 0,20. O quarto dianteiro foi cotado a R$ 13,00 por quilo, queda de R$ 0,35. A ponta de agulha foi precificada a R$ 12,50 por quilo, queda de R$ 0,10. Câmbio O dólar comercial encerrou a sessão em baixa de 0,13%, sendo negociado a R$ 5,6177 para venda e a R$ 5,6157 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,6092 e a máxima de R$ 5,6627. O post Boi gordo: perspectiva de boa demanda em agosto eleva preço da arroba apareceu primeiro em Canal Rural.

Nova frente fria vai trazer chuvas de até 80 mm; veja quando e onde

Foto: Pixabay Uma frente fria que avançou para o Sudeste mudou as condições climáticas em partes de São Paulo e na faixa leste da região. No entanto, a chuva que o sistema trouxe é fraca, sem impactos significativos. Chove também pelo litoral do Nordeste e no extremo norte do país. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Entre os dias 5 e 9 de agosto, uma nova frente fria deve levar umidade para o Sul do país. Apesar disso, o predomínio será de tempo seco em grande parte do Brasil. A partir de 10 de agosto, e até cerca do dia 14, no entanto, outra frente fria avançará, trazendo umidade para a parte central e pontos do Sudeste, com chuvas mais significativas previstas para o leste de São Paulo e Rio de Janeiro, podendo atingir entre 60 e 80 mm. Essa mudança no tempo deve ajudar a reduzir os focos de incêndio no interior do país, especialmente nas regiões que têm enfrentado baixa umidade e temperaturas elevadas. O post Nova frente fria vai trazer chuvas de até 80 mm; veja quando e onde apareceu primeiro em Canal Rural.

Soja: veja os preços no Brasil com a queda em Chicago

Foto: Daniel Popov/ Canal Rural A comercialização da soja foi lenta no Brasil nesta terça-feira (30). Os produtores estiveram distantes dos negócios com a queda de Chicago pressionando as cotações domésticas. Os prêmios compensaram um pouco, mas os preços da oleaginosa brasileira ficaram de estáveis a mais baixos no dia. O dólar teve pouca influência. Passo Fundo (RS): seguiu em R$ 132 Região das Missões: se manteve em R$ 131 Porto de Rio Grande: recuou de R$ 139 para R$ 138 Cascavel (PR): estabilizou em R$ 129 Porto de Paranaguá (PR): permaneceu R$ 138 Rondonópolis (MT): ficou estável em R$ 126 Dourados (MS): diminuiu de R$ 124 para R$ 123 Rio Verde (GO): desvalorizou de R$ 123 para R$ 122 Soja em Chicago Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a terça-feira em baixa pela terceira sessão seguida. O mercado segue sendo pressionado pelo clima. A queda do petróleo contribuiu para a retração. Os boletins meteorológicos apontam chuvas em bons volumes e temperaturas amenas em agosto no Meio Oeste dos Estados Unidos. As condições favorecem a evolução das lavouras e encaminha uma safra cheia. Agosto é crucial para a definição do potencial produtivo para a produção norte-americana. O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgou ontem dados sobre as condições das lavouras americanas de soja. Segundo o USDA, até 28 de julho, 67% estavam entre boas e excelentes condições, 25% em situação regular 8 8% em condições entre ruins e muito ruins. Na semana anterior, os índices eram de 68%, 24% e 8%, respectivamente. Contratos futuros Foto: Pixabay Os contratos da soja em grão com entrega em setembro fecharam com baixa de 19,00 centavos de dólar, ou 1,84%, a US$ 10,11 por bushel. A posição novembro teve cotação de US$ 10,21 1/4 por bushel, com perda de 18,25 centavos ou 1,75%. Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou com baixa de US$ 5,50 ou 1,7% a US$ 318,00 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 41,90 centavos de dólar, com ganho de 0,08 centavo ou 0,19%. Câmbio O dólar comercial encerrou a sessão em baixa de 0,13%, sendo negociado a R$ 5,6177 para venda e a R$ 5,6157 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,6092 e a máxima de R$ 5,6627. O post Soja: veja os preços no Brasil com a queda em Chicago apareceu primeiro em Canal Rural.

Agricultor colhe mandioca de 3 metros e 44 kg e diz não usar adubo

Foto: Arquivo pessoal Mandioca, aipim ou macaxeira. Independente do nome, a planta faz parte da refeição de brasileiros de norte a sul. Geralmente vendida em supermercados ou diretamente pelos próprios produtores, costuma medir de 15 cm a 30 cm e pesar cerca de 600 gramas. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! No entanto, vez ou outra, a natureza apronta surpresas. E foi isso o que aconteceu em Caraúbas, no oeste do Rio Grande do Norte, com o agricultor Geovane Sales. Ele colheu nesta segunda-feira (29), um exemplar de impressionantes 3 metros de comprimento e 44 kg de peso. Ele plantou a raiz há cerca de um ano e meio no assentamento Petrolina, na zona rural do município. O tubérculo é tão grande que foram precisos dois homens para retirá-lo da terra. Após ser a mandioca ser retirada, ele mediu a raiz que tinha 3 metros e 10 centímetros. De acordo com reportagem publicada pelo G1, a área plantada é dos pais de Geovane, Wilma Oliveira e Reginaldo Sales, que também são agricultores. O produtor conta que não costuma utilizar irrigação nos cultivos. “É só terra natural, não tem adubo. E não foi irrigado também. Foi só a água do inverno que ela pegou”. Mandioca poderia crescer ainda mais Foto: Arquivo pessoal O agricultor relatou que é normal cultivar a planta e colher até dois anos após semeada, mas apenas se ela não estiver oca por dentro. Ele acredita que esse exemplar de 3 metros cresceria ainda mais, caso não tivesse sido colhida. Segundo a reportagem do G1, ele diz que o tamanho da mandioca é resultado da qualidade da terra. Ele já havia retirado outras com cerca de 1 metro e meio. “A gente não sabia que chamava tanta atenção. Quando arrancamos essa com mais de 3 metros, nós resolvemos mostrar para o pessoal. Já veio gente aqui e disse que nunca tinha visto na vida uma macaxeira desse tamanho”, cont. Geovane e os pais contaram que vão distribuir a macaxeira entre os familiares. O post Agricultor colhe mandioca de 3 metros e 44 kg e diz não usar adubo apareceu primeiro em Canal Rural.

Aumento de CO2 na atmosfera: Nasa revela impacto global em 2020

Foto: Canal Rural/reprodução A Nasa divulgou recentemente um estudo que utiliza dados de diferentes satélites para mapear a concentração de dióxido de carbono (CO2) na atmosfera de janeiro a março de 2020. O modelo mostra a atmosfera repleta de CO2, um ano marcado por um recorde de focos de incêndio em várias partes do mundo. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Desde a era pré-industrial, a liberação de CO2 praticamente dobrou, com países como China, Estados Unidos e regiões do sul da Ásia exibindo grandes concentrações desse gás. “A simulação da Nasa revela como o CO2 se distribui na atmosfera, sendo transportado por correntes de ar e impactando diferentes regiões do planeta. Esse gás é emitido tanto por fontes naturais quanto por atividades humanas, especialmente indústrias e incêndios florestais”, comenta o meteorologista do Canal Rural, Arthur Müller. Imagens de satélite mostram densas nuvens de CO2 sobre áreas dos Estados Unidos, Europa e Ásia. Na América do Sul, o cenário é menos intenso, mas ainda assim preocupante. “Os países mais industrializados são os maiores poluidores, contribuindo significativamente para o aumento das temperaturas globais”, destacou Müller. A análise aponta para um futuro com possíveis restrições mais severas para controlar as emissões, especialmente em países altamente industrializados. “É crucial entender de onde vem esse carbono e como ele afeta o planeta. Sem uma ação coordenada, as consequências podem ser devastadoras”, disse o meteorologista. O post Aumento de CO2 na atmosfera: Nasa revela impacto global em 2020 apareceu primeiro em Canal Rural.