Pecuária: semiconfinamento pode ser alternativa na engorda de bovinos

O semiconfinamento é um sistema de produção intensiva de bovinos que combina a engorda dos animais em pastagens com o fornecimento de ração concentrada distribuída em diversos pontos da propriedade. Essa prática, considerada um meio-termo entre o confinamento total e a suplementação estratégica durante a seca, é tema do quadro “Raio-X da Pecuária“. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Conversando com o zootecnista Lucas Barbosa, destacamos que o semiconfinamento oferece vantagens como menores custos e manutenção em comparação ao confinamento total, além de proporcionar ganhos superiores em relação à criação extensiva a pasto. Barbosa afirma que essa prática pode ser utilizada o ano inteiro, mas é especialmente indicada durante a seca, quando a oferta de forragem é baixa. Nesse período, o semiconfinamento permite o alívio das pastagens, concentrando os animais em áreas menores e suplementando sua alimentação com ração. Essa abordagem é especialmente relevante durante períodos de estiagem, quando a qualidade das pastagens é comprometida. O fornecimento de concentrado ajuda a suprir a demanda por nutrientes, garantindo o bom desenvolvimento e ganho de carcaça dos animais. Barbosa destaca que o semiconfinamento está se tornando cada vez mais comum nas propriedades devido aos benefícios que oferece, especialmente em tempos de seca. Benefícios do semiconfinamento Flexibilidade: Pode ser utilizado o ano inteiro. Redução de custos: Menores custos de infraestrutura e manutenção comparado ao confinamento total. Melhor desenvolvimento dos animais: Proporciona maiores ganhos em relação à criação a pasto. Solução para a seca: Alivia pastagens e garante suplementação adequada durante períodos de baixa oferta de forragem. Essa prática se destaca como uma solução eficiente e econômica para os pecuaristas, especialmente em períodos críticos de seca, garantindo a sustentabilidade e a produtividade da atividade pecuária. O post Pecuária: semiconfinamento pode ser alternativa na engorda de bovinos apareceu primeiro em Canal Rural.

Mercado do boi gordo segue favorável, mas há ponto de atenção

Foto: Comex do Brasil/divulgação O mercado físico do boi terminou a semana com preços firmes. Tocantins registrou as principais altas durante esta sexta-feira (2). De acordo com o analista da consultoria Safras & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, é importante mencionar que no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina, o mercado também está firme. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! “O mercado ainda conta com uma expectativa favorável durante a primeira quinzena do mês, considerando a excelente demanda prevista para o período. Como ponto de atenção segue a situação da avicultura de corte brasileira, ainda impossibilitada de vender carne de frango com destino ao mercado chinês. Caso esse processo de auto embargo se prolongue mais do que o esperado, é provável que parte do produto seja disponibilizado no mercado doméstico, podendo produzir desequilíbrio e até mesmo interferir na formação de preço das proteínas concorrentes”. Preços da arroba do boi São Paulo: R$ 230,62 Goiás: R$ 224,57 Minas Gerais: R$ 221,88 Mato Grosso do Sul: R$ 228,16 Mato Grosso: R$ 209,31 Mercado atacadista Foto: Abiec O mercado atacadista fecha a semana apresentando preços acomodados para a carne bovina. Segundo Iglesias, são boas as perspectivas para a primeira quinzena do mês, considerando o adicional de demanda durante o Dia dos Pais. O quarto traseiro segue precificado a R$ 17,00 por quilo. A ponta de agulha ainda é cotada a R$ 12,50 por quilo. O quarto dianteiro segue no patamar de R$ 13,00 por quilo. Câmbio O dólar comercial encerrou a sessão em baixa de 0,44%, sendo negociado a R$ 5,7092 para venda e a R$ 5,7071 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,6988 e a máxima de R$ 5,7931. Na semana, a moeda teve valorização de 0,92%. O post Mercado do boi gordo segue favorável, mas há ponto de atenção apareceu primeiro em Canal Rural.

Governo manda recolher 16 marcas de café impróprias para consumo; veja lista

Foto: Mapa/divulgação O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) divulgou uma lista de 16 novas marcas de café torrado desclassificadas após a detecção de matérias estranhas e impurezas acima do limite permitido. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Os produtos desclassificados são considerados impróprios para consumo e deverão ser recolhidos pelas empresas responsáveis após a fase de análise dos laudos laboratoriais e cientificação das empresas responsáveis pelos produtos quanto aos resultados. A ação está respaldada pelo artigo 29-A do decreto 6.268/2007, que prevê a aplicação do recolhimento em casos de risco à saúde pública, adulteração, fraude ou falsificação de produtos. O Mapa orienta que quem tenha adquirido esses produtos deixe de consumi-los, podendo solicitar sua substituição nos moldes determinado pelo Código de Defesa do Consumidor. Caso seja encontrada alguma dessas marcas sendo comercializada, o ministério solicita que seja comunicado imediatamente pelo canal oficial Fala.BR, informando o estabelecimento e endereço onde foi adquirido o produto. As fiscalizações de café torrado e moído no mercado interno são realizadas pelo Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Vegetal da Secretaria de Defesa Agropecuária. “Após a realização da Operação Valoriza, em março de 2024, em que foram feitas fiscalizações de café torrado durante duas semanas de maneira concentrada, o Mapa continuou realizando fiscalizações de rotina durante os meses seguintes, incluindo o atendimento às denúncias feitas por cidadãos por meio da plataforma Fala.BR”, afirma Ludmilla Verona, coordenadora de Fiscalização da Qualidade Vegetal. As ações fazem parte do Programa Nacional de Prevenção e Combate à Fraude e Clandestinidade em Produtos de Origem Vegetal (PNFRAUDE), que visa diminuir a ocorrência de fraudes e promover a regularidade de estabelecimentos produtores de produtos de origem vegetal. O Mapa lembra que a adição de matérias estranhas ou elementos estranhos ao café é considerada fraude, gernado dano ao consumidor, motivo pelo qual o produto foi incluído nas ações do programa. Veja quais marcas e lotes não devem ser consumidos: O post Governo manda recolher 16 marcas de café impróprias para consumo; veja lista apareceu primeiro em Canal Rural.

Veja como os preços da soja terminaram esta semana no Brasil e em Chicago

Foto: Pixabay/montagem O mercado brasileiro de soja teve bons movimentos nesta sexta-feira (2). Os preços subiram, acompanhando os bons momentos do dólar e da Bolsa de Chicago ao longo do dia. Conforme a Safras Consultoria, foram registrados melhores negócios para a safra nova. Preços da soja Passo Fundo (RS): subiu de R$ 133 para R$ 136 Região das Missões: aumentou de R$ 132 para R$ 134 Porto de Rio Grande: valorizou de R$ 139 para R$ 142 Cascavel (PR): valorizou de R$ 129 para R$ 132 Porto de Paranaguá (PR): cresceu de R$ 138 para R$ 141 Rondonópolis (MT): subiu de R$ 129 para R$ 130 Dourados (MS): cresceu de R$ 124 para R$ 128 Rio Verde (GO): valorizou de R$ 123 para R$ 127 Soja em Chicago Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a sexta-feira em alta, recuperando parte das perdas acumuladas ao longo da semana. A posição novembro recuou 2% na semana por conta do clima favorável a evolução das lavouras norte-americanas, fator que limitou a recuperação técnica de hoje. O principal ponto de apoio aos ganhos de hoje em Chicago foi o desempenho do dólar frente a outras moedas. O dollar index despenca 1,15%, respondendo às preocupações mundiais com a economia dos Estados Unidos, após dados decepcionantes de desempenho. Sinais de demanda aquecida pela soja americana ajudaram no movimento de cobertura de posições vendidas e compras de barganha. Hoje, o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) anunciou a venda de 202 mil toneladas para a China. Contratos futuros Os contratos da soja em grão com entrega em setembro fecharam com alta de 9,00 centavos de dólar, ou 0,89%, a US$ 10,18 por bushel. A posição novembro teve cotação de US$ 10,27 1/4 por bushel, com ganho de 10,75 centavos ou 1,05%. Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou com alta de US$ 8,40 ou 2,65% a US$ 324,60 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 40,81 centavos de dólar, com perda de 0,64 centavo ou 1,54%. Câmbio O dólar comercial encerrou a sessão em baixa de 0,44%, sendo negociado a R$ 5,7092 para venda e a R$ 5,7071 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,6988 e a máxima de R$ 5,7931. Na semana, a moeda teve valorização de 0,92%. O post Veja como os preços da soja terminaram esta semana no Brasil e em Chicago apareceu primeiro em Canal Rural.

Hipismo brasileiro mostra nas Olímpiadas o melhor da criação equina nacional

Foto: Luis Ruas/CBH Os esportes equestres estrearam na primeira edição das Olimpíadas de Paris, em 1900. Agora, novamente na capital francesa e 124 anos depois, além de o hipismo brasileiro lutar pelo pódio, busca mostrar a contínua melhoria da criação de cavalos no país. O presidente da Confederação Brasileira de Hipismo (CBH), Fernando Sperb, afirma que a preparação do animal para as competições é feita a partir dos quatro anos de idade para que, aos nove anos, quando atingem a vida adulta, já estejam prontos. “Respeitamos a juventude deles para que cheguem na fase final com o melhor preparo físico e técnico possível”. Foto: Luis Ruas/CBH Nesta edição dos Jogos, são duas éguas formadas em solo brasileiro: a Miss Blue, montaria de Yuri Mansur, e a Primavera, montada pelo cavaleiro Stephan Barcha. “A primavera saiu do Brasil competindo no mais alto rendimento, sendo campeão brasileira da Categoria Sênior Top, que é a categoria máxima e próxima do nível olímpico […]. Ela ganhou um campeonato na Itália no segundo final de semana de competição dela. Ficou em terceiro lugar em Roma em um dos campeonatos mais fortes a nível mundial. Isso tudo no ano passado. Ela também foi campeã panamericana e, esse ano, está aqui nos Jogos Olímpicos e com boas chances de medalha”, diz Sperb. Hipismo sem distinção No hipismo, homens e mulheres duelam sem distinção de gênero, em três disciplinas: concurso completo de equitação, adestramento e saltos. Essa última modalidade já rendeu três medalhas ao Brasil, duas de bronze por equipes e uma de ouro, conquistada por Rodrigo Pessoa, nos Jogos de Atenas, em 2004. Hoje, com 51 anos, o medalhista é o mais experiente da delegação brasileira em Paris, disputando pela oitava vez os jogos, um recorde entre os atletas brasileiros. “Em qualquer lugar do mundo, ele [Rodrigo Pessoa] é muito respeitado, é ovacionado, é ouvido. Então contribui muito não só para trazer para os demais cavaleiros a experiência dele, a segurança, mas também a representatividade. Costumo dizer que nós, brasileiros, temos que sempre ressaltar e cada vez fortificar mais a nossa representação a nível mundial em qualquer lugar do mundo”, acredita o presidente da Confederação Brasileira de Hipismo. Com cavalos nacionais e um time qualificado, o Brasil não está em Paris só a passeio. Tem condições de “medalhar”, como diz o jargão olímpico. O post Hipismo brasileiro mostra nas Olímpiadas o melhor da criação equina nacional apareceu primeiro em Canal Rural.

Produção de frangos e suínos deve avançar em 2024, prevê ABPA

Fotos: Pixabay A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) projeta uma produção de 15 milhões a 15,1 milhões de toneladas de carne de frango em 2024, alta anual de até 1,8%. Para 2025, a perspectiva é de produção de 15,25 milhões de toneladas a 15,35 milhões de toneladas, incremento de até 2,3%. Para a exportação em 2024, a ABPA estima embarques de até 5,25 milhões de toneladas, aumento de até 2,2% A expectativa é de embarque de até 5,35 milhões de toneladas em 2025, elevação de até 1,9%. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! A APBA também prevê um consumo per capita de aproximadamente 45 quilos em 2024, estabilidade ante 2023, e de até 46 quilos em 2025, avanço de 2% sobre este ano. A disponibilidade de carne de frango em 2024 deve alcançar aproximadamente 9,85 milhões de toneladas, subida de até 1,6%. Em 2025, a disponibilidade de carne de frango deve atingir aproximadamente 10 milhões de toneladas, aumento de até 1,5%. Suínos A ABPA estima uma produção 5,2 milhões de toneladas de carne suína em 2024, alta anual de até 1%. Para 2025, a perspectiva é de produção de 5,25 milhões de toneladas, avanço também de até 1%. Para a exportação em 2024, a ABPA estima até 1,325 milhão de toneladas, aumento de até 7,7%. A expectativa é de embarque de até 1,375 milhão de toneladas em 2025, incremento anual de até 3,8%. A APBA também prevê um consumo per capita de aproximadamente 18 quilos em 2024, assim como em 2025, o que representa estabilidade ante o ano passado e o atual ano. A disponibilidade de carne suína em 2024 deve alcançar aproximadamente 3,875 milhões de toneladas, estabilidade ante 2023. A previsão de disponibilidade é a mesma para 2025. Ovos A ABPA prevê, ainda, uma produção de ovos de até 56,9 bilhões de unidades em 2024, alta de até 8,5% em comparação com 2023. Para 2025, a previsão é de produção de até 57,5 bilhões de ovos, aumento de até 1% ante 2024. Para as exportações de ovos, a previsão é de embarques de até 20 mil toneladas neste ano, recuo de até 20% ante 2023. A expectativa é de exportação de até 22 mil toneladas de ovos em 2025, avanço de até 10% ante 2024. A ABPA projeta um consumo per capita de até 263 ovos por habitante em 2024, ante 242 em 2023, o que representa avanço de até 8,5%. A previsão é de até 265 ovos/habitante no ano que vem, um avanço de até 1% ante o dado de 2024. O post Produção de frangos e suínos deve avançar em 2024, prevê ABPA apareceu primeiro em Canal Rural.

Costa Rica abre mercado para exportação de abacate do Brasil

Foto: Pixabay O Brasil poderá exportar abacate para a Costa Rica, disse o ministro da Agricultura, Carlos Fávaro. Segundo ele, a abertura foi comunicada ao presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, em evento em Várzea Grande (MT), na quarta-feira (31). Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! “Alcançamos 167 mercados abertos e temos o desafio colocado pelo presidente Lula de chegar a 200 novos mercados em dois anos de mandato”, disse Fávaro, durante evento para apresentação dos resultados do TerraClass, na Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), em Brasília (DF). Lula disse na quarta que o governo pretende alcançar 200 novos mercados para produtos agropecuários. Neste ano, o país acumula 89 aberturas de mercado para produtos agropecuários. Segundo o Ministério da Agricultura, foi a terceira abertura de mercado, em 2024, para a Costa Rica. O país da América Central é um importante destino para os produtos do agronegócio brasileiro. No primeiro semestre deste ano, as exportações agrícolas do Brasil para aquele mercado somaram US$ 153 milhões. Em fevereiro, o Brasil obteve a abertura do mercado costarriquenho para exportar produtos à base de células-tronco mesenquimais de cães, gatos e equinos com finalidade terapêutica. Em julho, foi aberto o mercado para exportação de equinos vivos. O post Costa Rica abre mercado para exportação de abacate do Brasil apareceu primeiro em Canal Rural.

Agricultores gaúchos se reerguem após destruição

Foto: Reprodução/Redes Sociais Neste ano, o Dia do Agricultor no Rio Grande do Sul foi marcado por um cenário de destruição e incertezas após uma enchente histórica. Com uma produção agropecuária que desponta no país, o estado tem grande importância econômica e nas origens da nossa agricultura. No sexto e último episódio da série “Agricultores do Brasil“, conhecemos histórias de resiliência, como a de Márcio Piccinini, agricultor de Roca Sales, no Vale do Taquari. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! A enchente de maio deixou marcas profundas em 478 municípios gaúchos, muitos dos quais têm a agricultura como atividade principal. Piccinini, que cultiva milho e soja, perdeu 190 hectares de soja e 50 hectares de milho, além de enfrentar a destruição de suas estruturas. “Essa vez o maquinário a gente conseguiu salvar, mas perdemos as lavouras”, relata Márcio, evidenciando a gravidade da situação. As intensas chuvas afetaram a germinação de forrageiras de inverno, como azevém e aveia, comprometendo a alimentação do gado até a primavera. “Com o excesso de umidade e a falta de luz, a gente não tem forragem até a primavera”, explica ele, destacando a necessidade urgente de recuperação do solo e reestruturação da fertilidade. Apesar das adversidades, a força e a determinação dos agricultores gaúchos se mantêm firmes. “Hoje nós não conseguimos mais continuar na atividade, e nós não estamos pedindo nada de graça. Estamos pedindo um jeito de pagar nossas dívidas e honrar nossos compromissos”, desabafa Márcio, reforçando a necessidade de apoio para superar os desafios e seguir em frente. Nesta semana do Agricultor, ou em qualquer outra data do ano, a agricultura está no sangue do gaúcho, mesmo diante de uma realidade desafiadora. A resiliência e a união dos produtores são fundamentais para reerguer a produção e garantir a continuidade da agropecuária no Rio Grande do Sul. O post Agricultores gaúchos se reerguem após destruição apareceu primeiro em Canal Rural.

Força da piscicultura catarinense e cultivo de maracujá são destaques do Cooperativismo em Notícia

Cooperativismo em Notícia O programa Cooperativismo em Notícia é transmitido na grade do Canal Rural aos sábados, às 8h30, com reprises às terças-feiras, as 13h30 (horários de Brasília). Confira os destaques do próximo episódio: Piscicultura catarinense – A piscicultura catarinense, especialmente a de água doce, tem garantido o sustento de muitas famílias rurais. Nessa última década, por exemplo, houve um aumento de 53% no volume de toneladas produzidas. Um peixe, em especial, está ganhando a simpatia dos produtores: a tilápia. Muitos desses agricultores que investiram na piscicultura passaram a ter a mão amiga do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar). Hoje, os conceitos da assistência técnica e gerencial estão mudando os processos produtivos. O dia de campo voltado à piscicultura, realizado no município de Guaramirim, região norte do estado de Santa Catarina, reuniu perto de 200 produtores. Gente que foi buscar conhecimento e trocar experiências para viver novos conceitos. Dia de cooperar – Em julho, o cooperativismo mundial celebrou o “Dia de Cooperar”. Ele se tornou um instrumento de socialização dos conceitos do cooperativismo, onde são difundidas as diretrizes do sistema, focados em mostrar para a sociedade o que as cooperativas fazem, de fato. O cooperativismo, que surgiu em Santa Catarina há mais de 130 anos, possui hoje perto de 4,2 milhões de associados. Gente que fez do estado o mais cooperativista do Brasil. Este ano, um dos principais movimentos aconteceu em Joaçaba, onde sete cooperativas, coordenadas pela Aurora Coop, estiveram presentes no evento. Quadro gente que faz – A fruticultura catarinense é considerada uma das mais fortes do país, com faturamento anual estimado em 1,6 bilhão de reais. Hoje, são 13 mil produtores, 54 mil hectares plantados, onde se destacam a maçã, banana, citros, uva, frutas de caroço e, mais recentemente, o maracujá e a pitaya. Por falar em maracujá, o episódio vai mostrar os Nunes da Silva, produtores de Santa Rosa do Sul, que investiram na propriedade e hoje, nas duas fazendas, produzem perto de 4,2 mil pés da fruta. Mas isso só foi possível, porque a sucessão rural aconteceu sem traumas. O programa Cooperativismo em Notícia é produzido pela equipe de comunicação da Fecoagro/SC e veiculado pelo Canal Rural aos sábados às 8h30, com reprises às terças-feiras (13h30). O post Força da piscicultura catarinense e cultivo de maracujá são destaques do Cooperativismo em Notícia apareceu primeiro em Canal Rural.

VÍDEO: incêndio atinge frigorífico de frangos no Paraná

A BRF informou que ocorreu um incêndio em uma parte de sua unidade em Carambeí, no Paraná nesta quinta-feira (1°). Segundo a empresa, as chamas foram controladas e não houve fatalidades, com todos os colaboradores seguros. Em comunicado enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a empresa diz que as atividades da unidade estão suspensas temporariamente enquanto a companhia avalia os impactos econômicos do incidente. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Confira o momento em que as chamas toma conta do edifício: Nas imagens é possível perceber que o incêndio tomou grande proporções, enquanto colaboradores deixam o local. A BRF ainda afirmou que tem seguro para este tipo de evento e já está redirecionando a produção para outras unidades. Entramos em contato com o 2° Grupamento de Bombeiros de Ponta Grossa, que realizou o controle das chamas na unidade, mas não obtivemos retorno. O post VÍDEO: incêndio atinge frigorífico de frangos no Paraná apareceu primeiro em Canal Rural.