Avanço de massa de ar polar irá derrubar as temperaturas amanhã; veja a previsão do tempo

Foto: Pixabay Saiba como o clima irá se comportar nesta sexta-feira (23) em todas as regiões do Brasil: Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Sul O deslocamento do sistema deve distribuir as instabilidades sobre o norte do Rio Grande do Sul, em Santa Catarina e no Paraná. O tempo volta a ficar estável no sul do Rio Grande do Sul. O avanço da massa de ar polar na retaguarda do sistema deve derrubar as temperaturas em toda a região. Sudeste As instabilidades avançam sobre o sul e litoral de São Paulo, com condição para chuva em áreas que percorrem a região de Presidente Prudente até o Vale do Ribeira, em toda a faixa litorânea de São Paulo e no litoral sul fluminense. Nas demais regiões de São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espírito Santo, o predomínio ainda é de tempo firme. Centro-Oeste As instabilidades avançam sobre o sul da região. O tempo fica chuvoso no sul e sudoeste do Mato Grosso do Sul, com condições para chuva persistente ao longo do dia. Nas demais regiões do Mato Grosso do Sul, no Mato Grosso, Goiás e no Distrito Federal, a condição segue sendo de tempo firme, com predomínio de sol entre poucas nuvens. Nordeste Há condição para chuva fraca em toda a costa leste, que percorre o litoral da Bahia até o Rio Grande do Norte. Nas demais regiões interioranas, o predomínio segue sendo de tempo firme, temperaturas elevadas e baixa umidade do ar. Norte As instabilidades seguem subsidiando a ocorrência de pancadas de chuva no Amazonas, oeste e noroeste do Pará, no oeste do Acre, Amapá e Roraima. As demais regiões seguem com o dia marcado pelo predomínio de sol entre nuvens. O post Avanço de massa de ar polar irá derrubar as temperaturas amanhã; veja a previsão do tempo apareceu primeiro em Canal Rural.

Leite: preço ao produtor sobe apenas 1,3% em junho, diz Cepea

Foto: Jaelson Lucas/ AEN O preço do leite captado em junho subiu pelo oitavo mês consecutivo. Mas a alta frente a maio foi de apenas 1,3%, em termos reais, de modo que a “média Brasil” ficou em R$ 2,7524/litro – 3,25% maior que a registrada em junho do ano passado. Desde janeiro, o valor do leite pago ao produtor acumula avanço real de 32,1%. Apesar disso, a média real do primeiro semestre, de R$ 2,46/litro, ainda está 14,3% inferior à do mesmo período de 2023 (os valores foram deflacionados pelo IPCA de junho). Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Preços dos derivados recuam em julho Em julho, os preços dos derivados lácteos comercializados no estado de São Paulo caíram, refletindo a demanda levemente desaquecida e a dificuldade de indústrias repassarem o aumento da matéria-prima aos canais de distribuição. Pesquisa do Cepea realizada em parceria com a OCB (Organização das Cooperativas Brasileiras) mostra que o leite UHT se desvalorizou 5,68%, em relação a junho, e a mussarela, 2,03%, em termos reais (deflacionamento pelo IPCA de julho/24), com as médias passando para R$ 4,51/litro e R$ 31,42/kg, respectivamente. Importações continuam em alta; exportação de leite em pó dispara Em julho, as importações brasileiras de lácteos aumentaram 37,43% em relação a junho, superando em 35,27% as compras registradas no mesmo período do ano passado. As exportações também cresceram, expressivos 97,98% no comparativo mensal e 58,05% no anual. Como resultado, o déficit da balança comercial (em volume) subiu 35,7% de junho para julho, para aproximadamente 241 milhões de litros em equivalente leite, gerando um saldo negativo de US$ 99 milhões. Custos têm leve alta, mas margens seguem positivas Mesmo com a elevação dos custos de produção da atividade leiteira de junho para julho, as margens do pecuarista continuam positivas, devido ao aumento nas cotações do leite.  Em julho, o Custo Operacional Efetivo (COE) subiu 0,62% frente ao mês anterior, na “média Brasil” (bacias de BA, GO, MG, SC, SP, PR e RS). Esta é a terceira alta consecutiva dos custos de produção; no entanto, na parcial do ano, o COE acumula recuo de 0,68%. O post Leite: preço ao produtor sobe apenas 1,3% em junho, diz Cepea apareceu primeiro em Canal Rural.

Confinamento bovino cresce 34% no Sudeste em 2024, mostra estudo

O volume de gado bovino em confinamento cresceu 32% nos primeiros sete meses deste ano no Brasil, em comparação com igual período do ano passado, mostram dados da Ponta, empresa de tecnologia focada na gestão da informação e da precisão na pecuária, responsável pelo gerenciamento de informações de mais de 7 milhões de cabeças de gado por ano em todos os sistemas produtivos. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! O estudo mostra, ainda, comportamentos distintos entre as regiões Sudeste e Centro-Oeste. Enquanto o rebanho confinado do Sudeste cresceu 34%, o do Centro-Oeste se manteve praticamente estável, registrando um aumento de apenas 2% em relação ao mesmo período de 2023. O resultado do Centro-Oeste é fruto da redução de 11% do rebanho confinado em Goiás. Já Mato Grosso apresentou um aumento de 21% na entrada de animais em confinamento no período. O crescimento registrado no volume de animais confinados no país vai na contramão do desempenho do preço da arroba do boi gordo, que caiu 8,16% no mesmo período (janeiro a julho), segundo a cotação Cepea/Esalq/São Paulo. Apesar de a cotação ter alcançado o menor valor em junho e estar em recuperação, continua abaixo dos R$ 240,00. “Para quem está contando apenas com a melhora na cotação do boi gordo para garantir o resultado, o cenário não é muito animador. Entretanto, se o pecuarista estiver preocupado com a margem, que é o que sobra no bolso ao fim de todo o seu trabalho, a história é outra. Considerando o aumento da entrada de animais no confinamento neste começo de ano em relação a 2023, fica claro que o confinador está aproveitando a queda do custo alimentar para trabalhar estocado e garantir a margem dos animais do primeiro giro”, informou o CEO da Ponta, Paulo Dias. “A combinação de fatores que causou impacto significado no custo mediano da arroba produzida dos lotes mais lucrativos nas duas regiões foi a economia no custo alimentar potencializada pelo aumento de produtividade percebido pelos melhores ganhos de peso, rendimentos de carcaça e total de arrobas produzidas. Para o Centro-Oeste, cada arroba produzida custou R$ 72,73 a menos para os lotes “cabeceira” quando comparado aos de ‘Fundo’ (R$ 164,51 por arroba ante R$ 237,24 por arroba), enquanto para o Sudeste essa diferença foi de R$ 47,27 a menos por arroba produzida pelos “cabeceira” (R$ 213,17 por arroba ante R$ 260,44 por arroba). Essa maior eficiência porteira para dentro foi o elemento-chave que levou o grupo de lotes “cabeceira” ao seu sucesso de lucratividade no ano de 2023″, explicou Dias. Segundo a Ponta, a partir desse cálculo é possível analisar a parte do lucro gerada exclusivamente pelo resultado das arrobas produzidas. Essa visão evidencia a porcentagem do lucro definida pelas variáveis de dentro da porteira, ou seja, aquelas sobre as quais o pecuarista tem controle e que refletem a sua capacidade de gestão produtiva. Para o Centro-Oeste, em 2023, conforme o estudo, o resultado apenas das arrobas produzidas dos lotes “cabeceira” proporcionou um lucro de R$ 717,69 por cabeça, ou seja, representou 96,82% do lucro total apurado. Para o Sudeste, o resultado do trabalho realizado dentro da porteira teve participação de 90,91% no lucro total por cabeça, sendo responsável por R$ 642,06. “Quanto maior a participação dos resultados dentro da porteira no lucro total, menor a exposição do negócio aos riscos referentes às oscilações do preço do mercado. Isso significa que a sustentabilidade do negócio de confinamento está atrelada à eficiência da produção. E isso denota, também, que, quem domina o processo produtivo e tem controle sobre seus custos de produção, está atento à margem e sofre menos com a volatilidade dos preços da arroba”, concluiu Dias. O post Confinamento bovino cresce 34% no Sudeste em 2024, mostra estudo apareceu primeiro em Canal Rural.

Reconstrução do RS é tema de fórum na Casa Canal Rural na Expointer

Foto: Google Maps/reprodução A reconstrução do agro no Rio Grande do Sul será tema de um fórum com transmissão ao vivo diretamente da Casa Canal Rural na Expointer na próxima quarta-feira (28), a partir das 14h. O evento, realizado em parceria com a Secretaria de Agricultura do Rio Grande do Sul (Seapi), terá como mote a prestação de serviço ao produtor rural gaúcho, que precisa de auxílio para seguir na atividade. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! O vice-governador do estado, Gabriel Souza, fará a abertura do fórum com os presidentes de algumas das principais entidades do agro gaúcho – Farsul, Fetag e Ocergs.   O fórum, com duração de duas horas e meia, terá dois painéis com os temas recuperação de solo e sanidade animal, com a presença de profissionais que estão participando diretamente da reconstrução do agro no Rio Grande do Sul. Recuperação do solo Os especialistas vão falar sobre as regiões que foram mais afetadas pelas enchentes no estado, como o Vale do Taquari, o cenário real, o que está sendo feito para recuperar o solo e como o produtor pode solicitar ajuda. O painel de recuperação do solo terá a participação do superintendente do Senar-RS, Eduardo Condorelli; do engenheiro florestal do Departamento de Diagnóstico e Pesquisa Agropecuária da Secretaria de Agricultura Jackson Brilhante; e do professor de química dos solos da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) Tales Tiecher. Sanidade animal No painel sobre sanidade animal, estarão em debate os protocolos adotados no caso da doença de Newcastle detectado no estado e os cuidados fundamentais para os criadores neste período pós-enchentes. Além disso, será abordado o status sanitário de febre aftosa sem vacinação e as oportunidades de mercado na retomada econômica do Rio Grande do Sul. Recuperação do solo Já o painel de sanidade animal tem presença confirmada do presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Ricardo Santin, e do secretário adjunto de Agricultura do Rio Grande do Sul, Márcio Madalena, além do diretor de Saúde Animal do Ministério da Agricultura, Marcelo Mota. Márcio Madalena afirma que o fórum será um momento para destacar a capacidade de recuperação e de produção agropecuária do estado, mesmo diante dos desafios enfrentados nos últimos anos. Ele lembra que, na identificação do caso de Newcastle, a rápida atuação do serviço veterinário oficial permitiu reduzir em pouco tempo as restrições dos embargos sanitários. “Isso prova que estamos muito preparados para produzir alimentos não só de excelente qualidade, mas com muita segurança”, disse o secretário. Fórum Reconstrução RS Data: 28/8 Horário: 14h Local: Casa Canal Rural na Expointer   Transmissão ao vivo no YouTube do Canal Rural O post Reconstrução do RS é tema de fórum na Casa Canal Rural na Expointer apareceu primeiro em Canal Rural.

Suíno vivo atinge maior média real desde 2021

Foto: Sistema Faep Os preços do suíno vivo e da carne estão em alta em praticamente todas as regiões acompanhadas pelo Cepea. Em algumas praças, a atual média do vivo é a maior desde fevereiro de 2021, em termos reais (deflacionamento pelo IGP-DI de julho). Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Segundo pesquisadores do Cepea, os avanços são resultados da oferta reduzida de animais em peso ideal para abate e da forte procura por novos lotes por parte da indústria, que precisa atender às demandas interna e sobretudo, externa. No mercado da carne, apesar do alto valor pago pelo suíno vivo, colaboradores do Cepea relatam que a liquidez das vendas tem sido moderada nos últimos dias. Na parcial de agosto, o preço médio da carcaça especial suína comercializada no atacado da Grande São Paulo está em R$ 12,08/kg, o maior desde junho de 2021, em termos reais (neste caso, os valores foram deflacionados pelo IPCA de julho). O post Suíno vivo atinge maior média real desde 2021 apareceu primeiro em Canal Rural.

Boi: baixa oferta de animais sustenta preços

Foto: Fernando Dias/Seapdr O ritmo de negócios tanto de boi gordo quanto de carne bovina segue marcado por relativa constância. Segundo pesquisadores do Cepea, a baixa disponibilidade de animais tem feito com que frigoríficos ajustem os valores de compra conforme a necessidade de completar uma ou outra escala. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Ao mesmo tempo, ainda conforme pesquisadores do Cepea, os negócios antecipados, em sua maioria travados em valores superiores aos atuais, aliviam a necessidade de aquisição, freando as altas na cotação da arroba do boi negociada no spot. No estado de São Paulo, onde tem sido observado aumento significativo dos negócios a termo/contrato nos últimos anos, os reflexos dessa estratégia se mostram mais evidentes, pesando para diminuir o diferencial de base, de acordo com levantamentos do Cepea. O post Boi: baixa oferta de animais sustenta preços apareceu primeiro em Canal Rural.

MP traz novo crédito extra de R$ 1,977 bi para subvenção de crédito rural no RS

Foto: Canal Rural O presidente Luiz Inácio Lula da Silva editou nova Medida Provisória (MP) destinando R$ 1,977 bilhão em crédito extraordinário para ações no Rio Grande do Sul. O valor ficará sob responsabilidade do Ministério da Fazenda para em operações de crédito rural. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Do total, R$ 733,8 milhões irão para subvenção nas operações de custeio agropecuário, de comercialização de produtos agropecuários e de comercialização de produtos agropecuários. E o valor de R$ 1,243 bilhão irá para subvenção em operações no âmbito do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf). O post MP traz novo crédito extra de R$ 1,977 bi para subvenção de crédito rural no RS apareceu primeiro em Canal Rural.

Cana: Conab aponta safra do Brasil em 2024/25 de 689,831 milhões de t

Safra de cana-de-açúcar do Brasil. Foto: Divulgação A estimativa de produção brasileira de cana-de-açúcar na safra 2024/2025 está em 689,8 milhões de toneladas. O volume, se confirmado, será o segundo maior a ser colhido na série histórica acompanhada pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), atrás apenas da produção obtida no ciclo anterior. Os dados, divulgados nesta quinta-feira (22), estão no 2º Levantamento da Safra 2024/2025 do produto. Com uma estimativa de 8,63 milhões de hectares destinados à colheita, crescimento de 3,5% em relação ao ciclo 2023/2024, essa redução na produção de 3,3% é explicada principalmente pelo menor desempenho das lavouras, já que a Conab estima uma queda na produtividade de 6,6%, esperada em 79.953 quilos por hectare. Os baixos índices pluviométricos aliados às altas temperaturas registradas na região Centro-Sul do país são os principais fatores que devem reduzir a produção em relação à safra passada. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Responsável por 64,2% da produção de cana no país, a região Sudeste tem uma colheita estimada em 442,8 milhões de toneladas, queda de 5,6% em comparação à safra 2023/24, com a maior redução, de 27,22 milhões de toneladas, observada em São Paulo. A produtividade média da região apresentou uma redução significativa, chegando a 82.879 quilos por hectare, 9,9% inferior que o registrado em 2023/2024, reflexo do forte déficit hídrico, ocasionando, desta forma, níveis críticos de disponibilidade de água no solo. Para a região Centro-Oeste, a estimativa é de uma safra de 149,17 milhões de toneladas, alta de 2,8% quando comparada com o ciclo passado. Com a colheita atingindo cerca de 49% da produção, a produtividade média deve permanecer estável, mesmo com as adversidades climáticas ao final do ano passado, se mantendo em torno de 81.577 kg/ha. A alta na produção é influenciada pela maior área destinada à cultura em virtude de novos arrendamentos próximos às unidades de produção. As áreas produtoras de cana no Norte e Nordeste do país acompanham o movimento de alta na produção registrada no Centro-Oeste. Mas nessas duas regiões, além do aumento de área, a Conab verifica também um incremento nas produtividades médias das lavouras. No Nordeste a estimativa de produção de cana-de-açúcar é de 59,62 milhões de toneladas, crescimento de 5,6% em relação à obtida na safra anterior, enquanto que no Norte é esperada uma produção de 4,04 milhões de toneladas, alta de 2,6% quando comparada com 2023/2024. Já no Sul, a região deve produzir 34,21 milhões de toneladas de cana-de-açúcar, uma redução no volume obtido no ciclo anterior em razão da estimativa de menor produtividade e área. Produtos Com cerca de 50% da estimativa de produção de cana-de-açúcar colhida, a Conab verifica a manutenção da maior destinação da matéria-prima para a fabricação de açúcar. A produção para o adoçante está estimada em 46 milhões de toneladas, acréscimo de 0,7% ao obtido na safra anterior, um novo recorde na série histórica caso o resultado se confirme. Outro produto fabricado a partir da cana, o etanol deve apresentar uma redução de 4,1%, sendo estimado em 28,47 bilhões de litros. A menor destinação da cana para a produção do combustível é explicada pelas condições mercadológicas mais favoráveis para o açúcar, além da menor produção da matéria prima nesta safra. Em compensação, o etanol derivado de milho apresenta crescimento de 17,3%, já correspondendo a cerca de 20% da produção total de combustível no país, estimada em 6,94 bilhões de litros. Esse incremento contribui para que a produção total de etanol permaneça em torno de 35,41 bilhões de litros. Mercado O cenário no mercado internacional para o açúcar continua favorável. A demanda pelo produto brasileiro continua aquecida. Entre abril e julho deste ano a comercialização do adoçante ao mercado internacional totalizou mais de 11,6 milhões de toneladas, conforme dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC). O volume é 27,1% superior ao volume embarcado no mesmo período da safra anterior. O valor dessas exportações acompanhou o movimento de alta e também cresceu significativamente, alcançando US$ 5,6 bilhões, incremento de quase 24% relação ao período de abril a julho de 2023. Para os próximos meses, a expectativa é que o cenário positivo de preços para os produtores se mantenha, uma vez que é projetada queda na produção na Ásia. Já no caso do etanol, o panorama é oposto. A exportação brasileira do combustível, na safra 2024/25, vem registrando queda de 17,2% em comparação ao mesmo período da safra anterior, totalizando 440,1 milhões de litros. As informações partem da assessoria de imprensa da Conab. O post Cana: Conab aponta safra do Brasil em 2024/25 de 689,831 milhões de t apareceu primeiro em Canal Rural.

Diário Econômico: Ibovespa renova recorde e revisão do emprego preocupa Fed

Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado do Brasil e do mundo, com a análise de economistas. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! No morning call de hoje, o economista do PicPay Igor Cadilha, destaca que o Ibovespa renovou o recorde histórico em meio à revisão de dados de emprego nos EUA e ata do Fed. Por lá, as preocupações de que o Fed está atrasado nos cortes dos juros fizeram com que os rendimentos dos Treasuries caíssem bastante na ponta curta e o dólar desvalorizasse.  O post Diário Econômico: Ibovespa renova recorde e revisão do emprego preocupa Fed apareceu primeiro em Canal Rural.

Previsão do tempo: o que esperar para os próximos dias nas áreas que enfrentam seca

Foto: Canal Rural/reprodução A previsão do tempo para as próximas semanas não traz boas notícias para as regiões que enfrentam seca severa no Brasil. Segundo a jornalista Luíza Cardoso, o baixo índice de chuvas deve continuar, especialmente no sul do Amazonas e em áreas do Centro-Oeste, o que pode agravar ainda mais a situação já crítica desses locais. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Seca e o Rio Madeira O Rio Madeira, um dos maiores rios do mundo em extensão, tem registrado quedas significativas em seu nível de água. Em Humaitá, no Amazonas, o rio atingiu 9,92 metros nesta semana, muito abaixo dos 20 metros registrados em abril. A previsão de chuvas para os próximos 30 dias é de apenas 10 mm, insuficiente para reverter a situação. Historicamente, o nível do rio começa a baixar em setembro ou outubro, por isso a redução antecipada para agosto causa muita preocupação. Chuvas escassas no Centro-Oeste e Matopiba No Centro-Oeste e no Matopiba (áreas de Cerrado no Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia), as chuvas também continuam escassas, contribuindo para a manutenção das condições secas. O mesmo cenário é previsto para áreas do interior de Minas Gerais. Esse padrão climático, aliado ao solo seco e às altas temperaturas, eleva o risco de incêndios, como alertado pela Defesa Civil de São Paulo. Regiões como Presidente Prudente, no norte paulista, e a Serra do Cipó, em Minas Gerais, já enfrentam incêndios que se alastram rapidamente. Chuvas no Sul Por outro lado, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná devem receber chuvas expressivas nos próximos dias, com acumulados de até 50 mm em algumas áreas. Embora isso possa aliviar a seca na região, há o risco de prejudicar o manejo das lavouras, especialmente para os produtores que ainda estão em fase de colheita. A partir do fim de semana, a queda nas temperaturas pode levar geadas pontuais ao sul do Rio Grande do Sul, mas sem grandes impactos para a agricultura. O post Previsão do tempo: o que esperar para os próximos dias nas áreas que enfrentam seca apareceu primeiro em Canal Rural.