Portaria define 11 novos postos para adidos agrícolas na África, Ásia e Américas

Foto: Canal Rural O Ministério da Agricultura e o Ministério das Relações Exteriores definiram os locais dos 11 novos adidos agrícolas do Brasil no exterior. As futuras adidâncias serão na Argélia, Bangladesh, Chile, Costa Rica, Emirados Árabes Unidos, Etiópia (incluindo União Africana, Djibuti e Sudão do Sul), Filipinas (incluindo Ilhas Marshall, Micronésia e Palau), Irã, Malásia (incluindo Brunei), Nigéria e Turquia. Os locais, antecipados pela Coluna do Broadcast Agro em 5 de agosto, constam em portaria interministerial publicada nesta sexta-feira, 6, no Diário Oficial da União (DOU). Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Os adidos agrícolas assessoram as representações diplomáticas do Brasil no exterior. Eles são responsáveis por prospectar oportunidades de comércio, investimento e cooperação para o agronegócio brasileiro. A ampliação das adidâncias agrícolas dos atuais 29 para 40 postos foi autorizada pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, em decreto assinado em julho. Com a iniciativa, o Brasil terá sete adidos agrícolas em embaixadas da África, além de novos quadros na Ásia e na América Central. “As novas adidâncias refletem o reconhecimento da importância do agronegócio e de sua maior inserção no mercado internacional para o Brasil. Com os novos postos iremos potencializar ainda mais as oportunidades para o setor, gerando empregos e renda para os brasileiros, principalmente em virtude das aberturas de mercados”, afirmou o ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, em nota da pasta. De acordo com o secretário de Comércio e Relações Internacionais do Ministério da Agricultura, Roberto Perosa, os novos adidos agrícolas começam a atuar em janeiro do ano que vem. “O processo de seleção está avançado e usaremos o cadastro reserva. É uma grande conquista para o agro brasileiro”, disse ao Broadcast Agro, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado. Sobre os novos postos, Perosa destacou que a Ásia é um importante destino das exportações brasileiras. Já na África, o Brasil busca reforçar a cooperação técnica e relações comerciais. Atualmente, há adidos agrícolas nos seguintes locais: África do Sul, Alemanha, Angola, Arábia Saudita, Argentina, Austrália, Canadá, China (dois adidos), Colômbia, Coreia do Sul, Egito, Estados Unidos da América, França (Delegação do Brasil junto às Organizações Internacionais Econômicas com sede em Paris), Índia, Indonésia, Itália (Delegação Permanente do Brasil na Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura e aos Organismos Internacionais), Japão, Marrocos, México, Suíça (Delegação do Brasil junto à Organização Mundial do Comércio e outras organizações econômicas em Genebra), Peru, Reino Unido, Rússia, Cingapura, Tailândia, Bélgica (Missão do Brasil na União Europeia em Bruxelas, dois adidos) e Vietnã. O post Portaria define 11 novos postos para adidos agrícolas na África, Ásia e Américas apareceu primeiro em Canal Rural.

Desfile de 7 de Setembro celebra Democracia e Independência em Brasília

Foto: Antônio Cruz/Agência Brasil Na manhã deste sábado (7), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva abriu oficialmente o desfile cívico-militar de 7 de Setembro, na Esplanada dos Ministérios, em Brasília, em comemoração aos 202 anos da Independência do Brasil. Com o tema “Democracia e Independência: O Brasil no Rumo Certo”, o evento reuniu milhares de pessoas e diversas autoridades políticas e militares. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Lula chegou em carro aberto, tradicionalmente utilizando o Rolls-Royce presidencial, sendo recebido pelo ministro da Defesa, José Mucio Monteiro, e pelos comandantes das três Forças Armadas. O desfile contou com a presença do vice-presidente, Geraldo Alckmin, e outros importantes representantes dos poderes Legislativo e Judiciário, como o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, e o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Luís Roberto Barroso. Destaques do desfile A celebração foi marcada por três eixos temáticos: a presidência rotativa do Brasil no G20, os esforços de reconstrução no Rio Grande do Sul após as enchentes de maio e a ampliação dos serviços de saúde pública com a retomada do programa Mais Médicos. Além de autoridades, o desfile contou com a participação de 30 atletas olímpicos que representaram o Brasil nos Jogos de Paris, estudantes de escolas públicas, e a tradicional pirâmide humana do Batalhão de Polícia do Exército. A Esquadrilha da Fumaça encerrou a apresentação com um show de acrobacias aéreas. Público e segurança Cerca de 30 mil pessoas compareceram ao evento, que teve início às 9h14. O público presente nas arquibancadas aplaudiu a chegada do presidente e acompanhou as homenagens ao Rio Grande do Sul e aos programas de saúde pública, com destaque para a participação do mascote da vacinação, Zé Gotinha. O desfile de 7 de Setembro em Brasília reafirmou o compromisso do país com a democracia e a proteção da população, em uma celebração que combinou simbolismo histórico e reconhecimento dos desafios contemporâneos do Brasil. O post Desfile de 7 de Setembro celebra Democracia e Independência em Brasília apareceu primeiro em Canal Rural.

Lula demite Silvio Almeida após denúncias de assédio sexual

Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil O presidente Luiz Inácio Lula da Silva decidiu demitir o ministro dos Direitos Humanos e Cidadania, Silvio Almeida, após denúncias de assédio sexual que vieram à tona na tarde desta quinta-feira (5). Em nota divulgada pelo Palácio do Planalto, a decisão foi justificada pela “natureza das acusações“, que tornavam insustentável a permanência de Almeida no cargo. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! As denúncias foram reveladas pelo portal Metrópoles e confirmadas pela organização Me Too, que recebeu relatos de mulheres alegando ter sido assediadas sexualmente pelo ex-ministro. Entre as vítimas estaria a ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco, que se manifestou nas redes sociais afirmando ser “inaceitável relativizar ou diminuir episódios de violência“. Franco elogiou a ação rápida do presidente Lula e pediu respeito à sua privacidade, afirmando que contribuirá com as apurações sempre que acionada. Ela também criticou a pressão sofrida para se pronunciar publicamente sobre o caso. “Tentativas de culpabilizar, desqualificar ou constranger vítimas alimentam o ciclo de violência“, declarou. Almeida, que ocupava o cargo desde janeiro de 2023, negou as acusações em nota, chamando-as de “mentiras” e “ilações absurdas“. Ele solicitou apuração rigorosa do caso pela Controladoria-Geral da União, Ministério da Justiça e Procuradoria-Geral da República. A Polícia Federal e a Comissão de Ética da Presidência da República abriram investigações para apurar os fatos. Enquanto isso, a ministra Esther Dweck, da Gestão e Inovação em Serviços Públicos, assumiu interinamente a pasta de Direitos Humanos. O post Lula demite Silvio Almeida após denúncias de assédio sexual apareceu primeiro em Canal Rural.

‘Lula sabe muito bem que o MST é uma facção criminosa’, diz Salles

Foto: Gilberto Soares/Ministério do Meio Ambiente O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta sexta-feira (6) que o agronegócio brasileiro enfrenta uma divergência com o governo do PT por razões ideológicas e não por falta de recursos e apoio. O chefe do Executivo também mencionou o papel do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) nesse cenário, afirmando que as críticas dirigidas são injustas. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! “Há décadas os sem-terra não invadem terras produtivas, mas o agronegócio mantém uma postura de rejeição. Tanto o MST quanto o agronegócio são fundamentais para o Brasil”, destacou. ‘Lula sabe que o MST invade terras’ O ex-ministro do Meio Ambiente e relator da CPI do MST, Ricardo Salles, rechaçou veementemente a fala do chefe do Executivo. “Ou o Lula está gagá [sic] como o [presidente dos Estados Unidos] Joe Biden ou ele sabe muito bem que o MST praticou e continua praticando invasões há décadas. Este ano mesmo tivemos um monte de invasões em áreas produtivas no Brasil”. De acordo com Salles, o presidente tem ciência de que o MST e as demais siglas dos movimentos sem terra são “verdadeiras facções criminosas que invadem para extorquir o proprietário, furtar, roubar enquanto os líderes do MST enriquecem, os liderados seguem com vidas miseráveis em assentamentos e acampamentos de lona, com chão de terra batida, sem saneamento e nem nada”. O post ‘Lula sabe muito bem que o MST é uma facção criminosa’, diz Salles apareceu primeiro em Canal Rural.

Boi: demanda forte e escalas curtas sinalizam que preços seguirão subindo

Foto: Ministério da Agricultura O mercado físico do boi gordo encerrou a semana com preços firmes. O viés ainda é de alta no curto prazo, considerando o encurtamento das escalas de abate em um momento de demanda muito positiva para a carne bovina. O resultado das exportações ainda sinaliza para embarques recorde na atual temporada, da mesma maneira que a demanda doméstica também conta com avanços em um momento de baixo nível de desemprego. “Esse ambiente sugere por forte impacto do décimo terceiro salário na atividade econômica na atual temporada”, disse o analista da consultoria Safras & Mercado, Fernando HenriqueIglesias. Preços médios da arroba do boi São Paulo: R$ 251,43 Goiás: R$ 239,36 Minas Gerais: R$ 236,76 Mato Grosso do Sul: R$ 250,25 Mato Grosso: R$ 218,72. Mercado atacadista Foto: Wenderson Araujo/CNA O mercado atacadista se mantém com preços firmes. Segundo Iglesias, o ambiente de negócios ainda sugere pela elevação dos preços no curto prazo, em linha com a boa reposição entre atacado e varejo durante a primeira quinzena do mês, período pautado por maior apelo ao consumo. O fluxo de exportação permanece muito contundente, com perspectiva de um recorde de embarques na atual temporada. O quarto traseiro segue precificado a R$ 18,40 por quilo. O quarto dianteiro ainda é precificado a R$ 14,00 por quilo. A ponta de agulha permanece precificada a R$ 14,00. Câmbio O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,35%, sendo negociado a R$ 5,5914 para venda e a R$ 5,5893 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,5289 e a máxima de R$ 5,6010. Na semana, a moeda teve desvalorização de 0,73%. O post Boi: demanda forte e escalas curtas sinalizam que preços seguirão subindo apareceu primeiro em Canal Rural.

Veja como os preços da soja terminaram esta semana

Foto: Daniel Popov/ Canal Rural A queda dos preços da soja no Brasil travou o mercado nesta sexta-feira (6). A retração acompanhou o movimento de Chicago e desanimou os produtores. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Durante a manhã, houve algumas ofertas mais firmes. Posteriormente, com a baixa acentuada na bolsa estadunidense, os agentes se afastaram dos negócios. Preços da soja no Brasil Passo Fundo (RS): caiu de R$ 134 para R$ 133 Região das Missões: baixou de R$ 133 para R$ 132 Porto de Rio Grande: recuou de R$ 141 para R$ 139 Cascavel (PR): desvalorizou de R$ 134 para R$ 132 Porto de Paranaguá (PR): decresceu de R$ 141 para R$ 140 Rondonópolis (MT): estabilizou em R$ 132 Dourados (MS): diminuiu de R$ 128 para R$ 127 Rio Verde (GO): recuou de R$ 129 para R$ 126 Bolsa de Chicago Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a sexta-feira em baixa, reduzindo e praticamente zerando os ganhos semanais. A expectativa de boa safra norte-americana e a maior aversão ao risco no mercado financeiro determinaram a queda nas cotações. Os dados de mercado de trabalho nos Estados Unidos foram mal recebidos pelo mercado, trazendo novamente o temor de recessão na economia americana. Como consequência, títulos e dólar subiram, enquanto bolsas e petróleo recuaram. As commodities agrícola também tiveram perdas generalizadas. Na semana, a posição novembro teve leve alta de 0,5%. A semana vinha sendo de recuperação, devido a sinais de demanda pelo produto americano e de preocupação com o clima seco nos Estados Unidos. Para a próxima semana, o mercado volta todas as suas atenções para o relatório de setembro do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). O mercado aguarda a nova estimativa para a safra norte-americana em 2024/25. Contratos futuros da soja Foto: Reprodução Os contratos da soja em grão com entrega em novembro fecharam com baixa de 18,50 centavos de dólar, ou 1,80%, a US$ 10,05 por bushel. A posição janeiro teve cotação de US$ 10,22 1/2 por bushel, com perda de 19,00 centavos ou 1,82%. Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou com baixa de US$ 2,10 ou 0,64% a US$ 324,40 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 39,63 centavos de dólar, com baixa de 1,54 centavo ou 3,74%. Câmbio O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,35%, sendo negociado a R$ 5,5914 para venda e a R$ 5,5893 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,5289 e a máxima de R$ 5,6010. Na semana, a moeda teve desvalorização de 0,73%. O post Veja como os preços da soja terminaram esta semana apareceu primeiro em Canal Rural.

Lula diz que o agronegócio e o MST têm a mesma importância

Foto: Fábio Rodrigues-Pozzebom O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta sexta-feira (6) que o agronegócio brasileiro enfrenta uma divergência com o governo do PT por razões ideológicas e não por falta de recursos e apoio. O chefe do Executivo também mencionou o papel do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) nesse cenário, afirmando que as críticas dirigidas são injustas. “Há décadas os sem-terra não invadem terras produtivas, mas o agronegócio mantém uma postura de rejeição. Tanto o MST quanto o agronegócio são fundamentais para o Brasil”, destacou. Ao ser questionado sobre as dificuldades de sua gestão com o agronegócio, o presidente ressaltou que defende o MST e valoriza tanto os grandes exportadores quanto os pequenos produtores. “Os grandes exportadores garantem qualidade e abrem mercados internacionais. Já os pequenos produtores, que representam quase 5 milhões de propriedades de até 100 hectares, são os que colocam comida na mesa dos brasileiros. Eles criam frangos, suínos e outros alimentos essenciais. Ambos são igualmente importantes”, explicou Lula. Daoud rebateu o presidente O comentarista do Canal Rural, Miguel Daoud, rebateu o presidente, dizendo que Lula está enganado, visto as invasões de terras no chamado Abril Vermelho, onde unidades de pesquisa e propriedades foram ocupadas. Daoud também refutou o dado trazido pelo presidente, a respeito das 5 milhões de pequenas propriedades. “Dessas, apenas 2,1 milhões estão no Proagro, na agricultura familiar. Os demais estão abandonas, na rede de assistência social […]. Para o comentarista, as faíscas entre o agronegócio e o governo petista não são ideológicas. “Os produtores rurais têm grande preocupação sobre a instabilidade que o senhor [president] traz para o campo. A leniência do governo em não questionar as invasões é preocupante”. Veja o comentário de Miguel Daoud na íntegra no vídeo acima. O post Lula diz que o agronegócio e o MST têm a mesma importância apareceu primeiro em Canal Rural.

Mais de 230 mil hectares de cana-de-açúcar foram atingidos pelos incêndios

Ao menos 231,83 mil hectares de lavouras de cana-de-açúcar foram atingidos pelos recentes incêndios registrados no interior de São Paulo. O dado é fruto de levantamento parcial realizado pela União da Indústria de Cana-de-Açúcare Bioenergia (Unica) junto às usinas do estado e refere-se às ocorrências de agosto. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! As empresas com os números já contabilizados representam mais de 75% da produção paulista de cana-de-açúcar. De acordo com o levantamento, 132,04 mil hectares são de áreas que ainda seriam colhidas. O restante, ou seja, 99,79 mil hectares, é referente a locais em que a cana-de-açúcar já haviasido colhida ou a lavouras de cana-planta (plantadas nesse ano para colheita no próximo ciclo agrícola). As regiões de Ribeirão Preto, São José do Rio Preto e São Carlos foram as mais atingidas pelos incêndios, respondendo por cerca de 90% da área queimada apurada até o momento. Nas regiões de Piracicaba, Araçatuba e Assis o impacto dos incêndios foi menor. Combate aos incêndios na cana-de-açúcar A Unica e suas associadas colocaram à disposição do estado de São Paulo toda a estrutura de combate ao fogo já disponível nas usinas. De acordo com a entidade, mais de 1,5 mil caminhões-pipa e cerca de 10 mil colaboradores do setor sucroenergético treinados para combater incêndios continuam atuando sob coordenação do governo estadual. “Nesse momento, os esforços do setor seguem dedicados à prevenção e combate dos focos de incêndio, com segurança aos colaboradores e colaboração com o governo do estado”, destaca o diretor de Inteligência Setorial da Unica, Luciano Rodrigues. O post Mais de 230 mil hectares de cana-de-açúcar foram atingidos pelos incêndios apareceu primeiro em Canal Rural.

Queimadas colocam Tocantins em estado de emergência

Foto: Walker Ribeiro/GOVTO O governador do Tocantins, Wanderlei Barbosa, decretou situação de emergência por 180 dias, por causa das queimadas, permitindo a mobilização de todos os órgãos estaduais sob a coordenação da Defesa Civil e do Corpo de Bombeiros no combate ao fogo. Devido às altas temperaturas e à seca natural do Cerrado, o Tocantins costuma registrar aumento nas queimadas no segundo semestre. Ainda por conta do fogo, alguns pontos turísticos do Parque Estadual do Jalapão foram fechados por tempo indeterminado. Região das Dunas do Jalapão com focos de incêndio | Foto: Ana Paula Rehbein/TV Anhanguera De acordo com o governo, em agosto, foram contabilizados 9.901 focos de incêndio no Tocantins. Segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), o Tocantins ocupa a 7ª posição no ranking nacional de queimadas. Os municípios que mais registraram focos no último mês foram Lagoa da Confusão (444), Pium (182), Formoso do Araguaia (167), Rio Sono (142) e Lizarda (129). Em âmbito nacional, o cenário também é preocupante. O Brasil registrou 68.635 focos de queimadas em agosto de 2024, com as regiões Norte e Centro-Oeste liderando. No Norte, foram 33.639 focos, enquanto o Centro-Oeste contabilizou 20.441. O presidente do Naturatins, coronel Edivan de Jesus Silva, destacou que a instituição vem realizando trabalhos contínuos, independentemente da época de estiagem. Ele pontuou ainda que as ações emergenciais vão ajudar também a evitar o mesmo problema nos próximos anos. “O Governo do Tocantins está envidando esforços enormes para que possamos atender emergencialmente e tudo isso serve também para que possamos nos preparar para o próximo ano, porque sabemos que esse é um problema recorrente e é importante um planejamento prévio”, comentou. Situação de emergência Nesta quinta-feira (5), o governador, Wanderlei Barbosa, entregou 25 novos veículos ao Naturatins, reforçando a infraestrutura de combate aos incêndios. Também foram assinados dois decretos: um autorizando a contratação de 60 brigadistas; e outro declarando a situação de emergência no Estado por 180 dias, permitindo a mobilização de todos os órgãos estaduais sob a coordenação da Defesa Civil e do Corpo de Bombeiros. A normativa também permite que as forças de segurança entrem em propriedades públicas ou privadas para prestar socorro, determinar evacuações em casos de risco iminente e utilizar propriedades em situações de emergência. Atualmente, mais de 600 bombeiros estão à disposição para ações de combate, caso haja necessidade. Como parte das ações, o governador anunciou nesta sexta-feira (6), o investimento de R$ 6 milhões. Além disso, a contratação de brigadistas, podem chegar até 500 pessoas para o combate aos incêndios florestais. Empresa responsável por vazamento em rio no Oeste da Bahia assina TAC com o MP Siga o Canal Rural Bahia no Instagram! Você também pode participar deixando uma sugestão de pauta. Clique aqui e envie uma mensagem para o nosso WhatsApp! O post Queimadas colocam Tocantins em estado de emergência apareceu primeiro em Canal Rural.

Chuva deve aliviar o calor em algumas regiões produtoras de soja

Os próximos cinco dias prometem manter o tempo quente e seco na maior parte das áreas produtoras de soja no Brasil. No entanto, entre os dias 12 e 16 de setembro, espera-se uma mudança no padrão climático, com a chuva retornando à região Sul, embora de forma mal distribuída. Entre 17 e 21 de setembro, são esperadas chuvas de 10 a 15 mm nas regiões Centro-Oeste e Sudeste, e possivelmente no norte de Minas Gerais. Embora isso ajude a aumentar a umidade do ar e reduza o risco de incêndios, a chuva ainda não garantirá condições ideais para a semeadura da soja. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Situação crítica em Nova Mutum (MT) Em Nova Mutum, uma das principais regiões produtoras de soja no Mato Grosso, o calor extremo continuará até 22 de setembro, com temperaturas máximas de 41ºC. Sem chuvas significativas previstas até lá, setembro deverá ser praticamente seco. A chuva esperada só deve chegar a partir de 20 de outubro, com volumes de 40 mm, aliviando o calor, mas ainda atrasando o início da semeadura. Impactos no plantio da soja Apesar das chuvas esperadas para as próximas semanas, o cenário não é favorável para o início da semeadura da soja. A falta de regularidade nas precipitações, aliada às altas temperaturas, pode continuar trazendo desafios para os produtores. É importante que os agricultores fiquem atentos às previsões para os próximos dias e busquem orientação técnica para planejar suas operações de plantio. O post Chuva deve aliviar o calor em algumas regiões produtoras de soja apareceu primeiro em Canal Rural.