Governo destrói pista de pouso clandestina na Terra Yanomami

Foto: Bruno Mancinelli/ Casa de Governo As Forças Armadas destruíram na última quarta-feira (18) a primeira pista de pouso dentro da Terra Yanomami, utilizada para abastecer o garimpo ilegal. A ação, realizada na região de Surucucu, marca o início de mais um foco de trabalho do governo federal no combate ao garimpo ilegal. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: Siga o Canal Rural no WhatsApp! Com a demolição dessa infraestrutura, o governo busca interromper as principais rotas de abastecimento dos garimpeiros, dificultando o acesso as áreas remotas onde ocorrem atividades ilícitas. Além dessa pista, outras 44 já foram destruídas, entre março e setembro desse ano, essas estavam localizadas ao redor da Terra Índígena Yanomami. Essas rotas clandestinas têm sido mapeadas através de sobrevoos de reconhecimento, imagens de satélite e tecnologia avançada fornecida Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia (Censipam), que identifica as operações de mineração dentro do território. O radar SABER M60, desenvolvido pelo Exército, também ajudou na identificação da localização dessa via de acesso ilegal. Frear a abertura de novas áreas Com base na análise das imagens e na coleta de dados de inteligência das Forças Armadas, as informações foram enviadas à Casa de Governo, que coordenou a operação em conjunto com os militares. A destruição de pistas clandestinas é fundamental para desarticular a logística dos garimpeiros e desincentivar a abertura de novas áreas dentro e fora da Terra Yanomami. “A destruição de pistas causa um impacto significativo na logística do garimpo”, afirmou o assessor da Secretaria-geral da Presidência da República, Nilton Tubino. Ele avaliou que, sem essas rotas de acesso aéreo, os garimpeiros enfrentarão muito mais dificuldade para continuar suas atividades, o que pode desmotivá-los a permanecer na área indígena. Monitoramento de outras pistas O governo federal vem monitorando outras pistas clandestinas e a expectativa é que novas ações sejam realizadas em breve, como parte do plano de retirada da Terra Yanomami. O monitoramento contínuo, apoiado por tecnologias avançadas, é um dos pilares para o sucesso dessa estratégia. Balanço das operações Entre março e setembro de 2024, o governo intensificou suas operações, causando prejuízos estimados em R$ 209 milhões aos garimpeiros. Nesse período, foram realizadas 1.812 operações, que resultaram na destruição de 20 aeronaves, 96 antenas Starlink, 45 pistas de pouso, 11 quadriciclos, 761 motores, 86.560 toneladas de cassiterita, 239 geradores, 298 acampamentos clandestinos e 93.854 litros de óleo diesel. O post Governo destrói pista de pouso clandestina na Terra Yanomami apareceu primeiro em Canal Rural.
Pesquisa torna mais barata e viável a produção de biopesticidas

Foto: Ana Clara V. Cangani/Embrapa Descoberta de cientistas da Embrapa Meio Ambiente (SP) e da Universidade Federal de Goiás (UFG) deverá facilitar a produção do fungo Beauveria bassiana, espécie nociva a insetos-praga e muito utilizada na composição de biopesticidas. Os pesquisadores descobriram uma fonte de nitrogênio mais barata a partir de proteínas vegetais. O fornecimento de nitrogênio é parte essencial para a produção desse fungo e é o nutriente mais caro do meio de cultivo desse microrganismo. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: Siga o Canal Rural no WhatsApp! A equipe substituiu o caro extrato de levedura por fontes de proteínas vegetais, e encontrou uma alternativa econômica e eficiente para a produção em larga escala do fungo. Essa descoberta envolvendo o processo de fermentação líquida de Beauveria bassiana revelou a viabilidade de fontes de nitrogênio de origem vegetal na produção de blastosporos desse fungo. Os blastosporos são células produzidas por fermentação líquida por diversos fungos que causam doenças em insetos e ácaros pragas. Alternativa mais econômica Os pesquisadores apontam que as proteínas vegetais a serem empregadas no processo podem ser obtidas de subprodutos oriundos de processos agroindustriais. Essa substituição, além de oferecer uma alternativa mais econômica para a produção em larga escala do fungo, também é uma solução mais sustentável ao processar um material de baixo valor econômico e considerado como subproduto pela agroindústria. Para uma das autoras, Valesca Lima, da UFG, essa descoberta impulsionará novos avanços na produção de biopesticidas, tornando-a mais acessível e sustentável. “A utilização de nitrogênio orgânico proveniente de subprodutos agroindustriais não apenas diminui os custos operacionais da produção de fungos por fermentação líquida, mas também contribui para a valoração desses compostos, convertendo-os em biopesticidas sustentáveis. Tudo isso sem perder as características desejáveis do bioproduto, como a alta produção”, afirma. Desempenho superior do microrganismo Os blastosporos produzidos com as fontes de nitrogênio de origem vegetal resistiram aos estresses abióticos e foram eficientes em combater pragas. Além disso, sobreviveram por mais tempo após serem desidratados, dependendo da fonte de nitrogênio utilizada. A farinha de semente de algodão, utilizada como fonte de proteína, foi a que apresentou os melhores resultados, ajudando a criar um bom equilíbrio nutricional para esse fungo. “Nossos dados mostram que a farinha de semente de algodão é ótima para produzir blastosporos eficazes contra pragas e resistentes a estresses abióticos para diversas cepas de Beauveria bassiana”, diz Gabriel Mascarin, da Embrapa. A produção em massa desses fungos, por meio de fontes vegetais de nitrogênio, também resulta em elevada produtividade em menor tempo de fermentação, variando de dois a três dias. Essa abordagem pode ser aplicada a outros fungos entomopatogênicos (nocivos a insetos), ampliando o repertório de biopesticidas disponíveis no mercado global à base de blastosporos. De acordo com Lima, os resultados mostram que a farinha de semente de algodão não só aumentou a produção de blastosporos de B. bassiana, mas também melhorou a virulência contra larvas de uma praga. Esses blastosporos demonstraram maior tolerância ao calor e à radiação UV-B, fatores críticos para a eficácia dos biopesticidas. Em bioensaios, os blastosporos provenientes da farinha de algodão causaram expressiva e rápida letalidade e necessitaram ainda de menor quantidade de inóculo para matar a população da praga-alvo, culminando em menor dose letal necessária ao controle eficaz da praga. Subprodutos da agroindústria Foto: Divulgação/Castrolanda Cooperativa Agroindustrial O uso de subprodutos agroindustriais como fonte de nitrogênio promove práticas mais sustentáveis ao transformar resíduos em produtos valiosos. Esses subprodutos da agroindústria de grãos são ricos em nutrientes e compostos químicos diversos, tornando-se uma matéria-prima viável para a produção de agentes microbianos. “A integração de conhecimentos envolvida nesse estudo é aplicável a vários biopesticidas fúngicos”, destaca Lima. A cientista conta que a produção em massa de blastosporos por fermentação líquida submersa é mais vantajosa em comparação à fermentação em substrato sólido, devido à sua escalabilidade, altos rendimentos em curtos períodos de cultivo e menores custos operacionais. Essa tecnologia oferece um controle mais rigoroso dos parâmetros de fermentação, resultando em menor risco de contaminação e maior eficiência na produção. Potencial de mercado dos bioinseticidas Os cientistas acreditam que essas descobertas são fundamentais para o desenvolvimento de novos biopesticidas, alinhando-se com os princípios de uma economia circular verde. Além disso, a versatilidade nutricional de B. bassianafacilita a sua colonização em diversos nichos ecológicos e hospedeiros, ratificando sua eficácia como biopesticida. “Esse avanço é essencial para a comercialização de bioprodutos de alta qualidade, com impacto positivo na saúde humana e ambiental, e representa um passo significativo na inovação de micopesticidas globais”, conclui Mascarin. *Sob supervisão de Victor Faverin Saiba em primeira mão informações sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo. Siga o Canal Rural no Google News. O post Pesquisa torna mais barata e viável a produção de biopesticidas apareceu primeiro em Canal Rural.
Queijaria recebe assistência técnica, melhora produção e atrai turistas

Foto: Emater Goiás A Queijaria Tino Weber, produtora de queijos em Ouro Verde, está sendo acompanhada por técnicos da Emater Goiás na melhoria do manejo do gado e ampliação de atividades turísticas e comercias. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: Siga o Canal Rural no WhatsApp! O local, já conhecido pela produção do alimento e recepção de visitantes interessados em conhecer a propriedade e degustar seus produtos, procurou a agência de extensão rural para profissionalizar ainda mais suas operações e atrair um maior número de clientes e turistas. Programas de melhoria Foto: Emater Goiás Inicialmente, a Emater Goiás está implantando na propriedade dois programas. O primeiro é o Bovinocultura Sustentável, que tem como objetivo orientar os produtores sobre o processo de estruturação do solo, pastagem, forrageira, manejo do gado e interação com os animais. Assim, busca-se aumentar a produção leiteira, matéria-prima da produção dos queijos. O segundo programa que está sendo implandado na Queijaria Tino Weber é o Aconchego Rural, de turismo rural do estado de Goiás, idealizado pela Emater e Goiás Turismo. Por meio do programa, os técnicos visitam a propriedade para conhecer o trabalho que já é realizado pela propriedade com os turistas que recebem e propõe melhorias. Além disso, dão orientações sobre atendimento ao cliente, espaço físico, dicas de marketing, apresentam ideias para melhorar o serviços, entre outras. De acordo com o presidente da Emater, Rafael Gouveia, todo negócio precisa buscar maneiras de aperfeiçoar e implantar novos processos para continuar atendendo com eficiência os clientes. “É isso que fazemos com os produtores rurais que acompanhamos, queremos ver eles implantando nossos programas e colhendo resultados. Com as visitas periódicas que nossos técnicos estão realizando na queijaria, tenho certeza que a propriedade vai melhorar as atividades e, consequentemente, a renda da família”, afirma. Imersão dos visitantes A Rosana, proprietária da Queijaria Tino Weber e produz queijos artesanais ao lado do seu marido, afirma que a assistência que recebe dos técnicos da Emater vai ampliar ainda mais seu negócio, principalmente com a recepção dos turistas. “Aqui, os visitantes podem acompanhar de pertinho o processo de produção dos queijos, conhecer as vacas que produzem o leite que utilizamos, degustar os nossos produtos como queijos, manteiga, pães e vinhos e ainda interagir com os animais e o ambiente. Com as melhorias que vamos implantar, nosso negócio terá uma visibilidade muito maior e vai atrair novos clientes”, completa. Durante as visitas, os agentes conheceram a história da família, as instalações da propriedade, os processos realizados, as atividades que visam a sustentabilidade e o bem estar animal, além dos produtos produzidos na queijaria. A técnica agropecuária e coordenadora do programa Aconchego Rural, Isabela Lima, afirma que a iniciativa irá ampliar o lucro da família assistida. “A propriedade terá acesso à assistência técnica necessária para agregar valor aos produtos e serviços oferecidos, aumentando a renda e atraindo mais turistas”, completa. Além da assistência recebida pela Emater Goiás, a Queijaria Tino Weber também é acompanhada por equipes da Agência Goiana de Defesa Agropecuária (Agrodefesa), órgão encarregado pela inspeção sanitária e garantia da qualidade do produto que chega ao consumidor. *Sob supervisão de Victor Faverin Saiba em primeira mão informações sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo. Siga o Canal Rural no Google News. O post Queijaria recebe assistência técnica, melhora produção e atrai turistas apareceu primeiro em Canal Rural.
VÍDEO: moinho de trigo explode em pleno funcionamento na Bahia

Foto: Reprodução Redes Sociais Um moinho de trigo da Moinhos Mercosul, unidade de beneficiamento do cereal, explodiu na manhã desta sexta-feira (20), por volta das 9h10, em pleno funcionamento, no polo industrial de Luís Eduardo Magalhães, no oeste da Bahia. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! De acordo com a Defesa Civil do município, acidente aconteceu em um exaustor que fica no quarto andar de uma das instalações da empresa. Não houve feridos. O órgão informou que a brigada de incêndio da empresa agiu rapidamente e controlou o princípio de incêndio no local e que foi apurado que estabelecimento também cumpria os requisitos de segurança necessários para a operação. Fotos: Defesa Civil Luís Eduardo Magalhães Ainda de acordo com a Defesa Civil, o Corpo de Bombeiros também foi acionado. A unidade possui quatro plantas que recebem, preparam, separam e armazenam o trigo em fardos. De acordo com o secretário de agricultura do município, Kenni Henke, essa é única empresa do segmento na região. O post VÍDEO: moinho de trigo explode em pleno funcionamento na Bahia apareceu primeiro em Canal Rural.
Boi gordo: dificuldade na aquisição de animais pelos frigoríficos mexe com o mercado

Foto: Comex do Brasil/divulgação O mercado físico brasileiro do boi gordo voltou a registrar alta em seus preços durante a sexta-feira (20). Segundo o consultor de Safras & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, o cenário traçado apresentou poucas mudanças, com grande dificuldade para as indústrias avançarem em suas escalas de abate. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Já passaram a ser relatados pelos frigoríficos um aumento da capacidade ociosa diante da maior dificuldade na aquisição de boiadas. “Os fatores de demanda ainda respaldam a continuidade do movimento de alta no curto prazo, considerando as exportações, que seguem muito agressivas, da mesma maneira que a demanda interna também conta com bons elementos de consumo, a exemplo da atual taxa de ocupação da economia brasileira”, comenta. Preços da arroba do boi São Paulo: R$ 265,08 Goiás: R$ 257,14 Minas Gerais: R$ 255,29 Mato Grosso do Sul: R$ 267,95 Mato Grosso: R$ 232,70 Mercado atacadista Foto: Freepik O mercado atacadista se deparou com preços acomodados ao longo da sexta-feira. Iglesias indica que a perspectiva ainda é de menor espaço para reajustes no decorrer da segunda quinzena do mês, período pautado por menor apelo ao consumo. A carne bovina tende a perder competitividade na comparação com as proteínas concorrentes, em especial se comparado a carne de frango. Quarto traseiro permanece no patamar de R$ 19,50, por quilo. Ponta de agulha ainda é cotada a R$ 15,00, por quilo. Quarto dianteiro segue precificado a R$ 15,15. Câmbio O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 1,78%, sendo negociado a R$ 5,5198 para venda e a R$ 5,5178 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,4193 e a máxima de R$ 5,5239. Na semana, a moeda teve desvalorização de 0,83%. O post Boi gordo: dificuldade na aquisição de animais pelos frigoríficos mexe com o mercado apareceu primeiro em Canal Rural.
Veja como as cotações da soja encerraram a semana

Foto: Daniel Popov/Canal Rural O mercado brasileiro de soja registrou melhora na comercialização nesta sexta-feira (20). Os lotes negociados, no entanto, foram pouco expressivos. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Os preços subiram, acompanhando o dólar, mas os produtores seguem segurando a soja disponível: Passo Fundo (RS): subiu de R$ 131 para R$ 132 Região das Missões: aumentou de R$ 130 para R$ 131 Porto de Rio Grande: avançou de R$ 137 para R$ 138 Cascavel (PR): valorizou de R$ 132,50 para R$ 135 Porto de Paranaguá (PR): cresceu de R$ 138 para R$ 139 Rondonópolis (MT): subiu de R$ 129 para R$ 131 Dourados (MS): foi de R$ 126 para R$ 127 Rio Verde (GO): valorizou de R$ 128 para R$ 129 Soja em Chicago Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a sexta-feira em baixa, em mais uma sessão marcada pela volatilidade e com preços quase inalterados. Com a baixa, a posição novembro reduziu o ganho semanal para 0,6%. O mercado foi pressionado pelo avanço da colheita nos Estados Unidos. A preocupação com o atraso no plantio no Brasil limitou as perdas, assim como sinais de demanda pela soja norte-americana. Mas no médio prazo, o cenário fundamental segue negativo, com a entrada da maior safra dos Estados Unidos no mercado. Além disso, mesmo sem chuva, os prognósticos de uma produção cheia no Brasil seguem estabelecidos. Os exportadores privados norte-americanos reportaram ao Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) a venda de 121.000 toneladas de soja em grãos para a China, a serem entregues na temporada 2024/25. Importações chinesas Foto: Pixabay/ Arte: Canal Rural As importações de soja da China nos Estados Unidos aumentaram 70% em agosto em comparação ao ano anterior, mostraram dados da alfândega nesta sexta-feira, à medida que os compradores aproveitaram os preços baixos. As vendas dos Estados Unidos, seu segundo maior fornecedor, ganharam ritmo desde abril, embora o volume ainda permaneça muito menor do que o do maior produtor, o Brasil. A China importou 202.383 toneladas de oleaginosa dos EUA no mês passado, em comparação com 119.105 toneladas no ano anterior. As importações do Brasil aumentaram 12%, totalizando 10,24 milhões de toneladas. A produção brasileira de soja em 2024/25 deverá totalizar 171,78 milhões de toneladas, com elevação de 12,8% sobre a safra da temporada anterior, que ficou em 152,3 milhões de toneladas. A estimativa foi divulgada por Safras & Mercado. Em julho, data da divulgação da intenção de plantio de Safras, a projeção era de 171,54 milhões de toneladas. Contratos futuros Os contratos da soja em grão com entrega em novembro fecharam com baixa de 0,75 centavo de dólar, ou 0,07%, a US$ 10,13 1/4 por bushel. A posição janeiro teve cotação de US$ 10,31 1/4 por bushel, com perda de 0,75 centavo ou 0,07%. Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou com alta de US$ 0,20 ou 0,06% a US$ 321,60 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 40,93 centavos de dólar, com alta de 0,62 centavo ou 1,53%. Câmbio O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 1,78%, sendo negociado a R$ 5,5198 para venda e a R$ 5,5178 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,4193 e a máxima de R$ 5,5239. Na semana, a moeda teve desvalorização de 0,83%. O post Veja como as cotações da soja encerraram a semana apareceu primeiro em Canal Rural.
Prevenir e combater queimadas são desafios para toda sociedade

Fogo em vegetação de Cerrado em Luís Eduardo Magalhães (BA) | Imagem: Reprodução/Redes Sociais No Brasil que em 2024 arde em chamas, prevenir e combater queimadas no Cerrado, são desafios para Corpo de Bombeiros e brigadistas voluntários, que arriscam a vida em difíceis operações e para toda sociedade. O primeiro episódio da série especial, ‘Cerrado Sem Fogo’, mostra como é feito esse trabalho. De acordo com o Instituto de Pesquisas Espaciais (Inpe), foram 68.635 focos de queimadas no país em agosto, um crescimento de 144% em relação ao mesmo período de 2023, quando foram registrados mais 28.056 focos de incêndio, uma das piores marcas desde 2007, quando atingiu mais 91.085 focos. Em todo o Cerrado, bioma que ocupa cerca de 25% do território nacional, foram mais 18.620 focos. Nos estados do Matopiba (Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia), de janeiro até 13 de setembro de 2024, foram 30.683 focos.segundo dados do Programa Queimadas do Inpe. Um trabalho difícil para os combatentes que neste episódio detalham como são as ocorrências de incêndios florestais no Cerrado brasileiro. Participaram deste episódio o Major Rocha, comandante da Base Floresta Oeste, de Barreiras (BA), o produtor rural, Jarbas Bergamaschi, que recentemente atuou no combate de um incêndio em uma de suas propriedades, da coordenadora do Bahia Sem Fogo, Daniela Fernandes e do gerente de sustentabilidade da Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba). Assista ao episódio: O projeto Cerrado Sem Fogo é uma campanha do Canal Rural Bahia com apoio da Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba), Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa), JCO Bioprodutos, Grupo Progresso e Sindicato dos Produtores Rurais de Luís Eduardo Magalhães. Canal Rural exibe nova temporada do especial Cerrado Sem Fogo Siga o Canal Rural Bahia no Instagram! Você também pode participar deixando uma sugestão de pauta. Clique aqui e envie uma mensagem para o nosso WhatsApp! O post Prevenir e combater queimadas são desafios para toda sociedade apareceu primeiro em Canal Rural.
Mulheres do campo e produção de ovelhas são destaques do Cooperativismo em Notícia

Foto: reprodução O encontro estadual de mulheres cooperativistas de Santa Catarina e a família Packer, no quadro gente que faz o agronegócio, serão os destaques da semana do programa Cooperativismo em Notícia: Com a presença de quase 1.300 convidadas, o 19º encontro estadual de mulheres cooperativistas de Santa Catarina, mostrou, mais uma vez, a força desse segmento que se tornou fundamental para o desenvolvimento do setor. Hoje, elas representam perto de 45% de todo o universo de associados, totalizando 1,5 milhão de cooperadas. Esse movimento, que começou entre as décadas de 1960 e 1970, só chegou a esse estágio porque as cooperativas, na base, fazem um trabalho extraordinário. No calendário deste ano, palestras, shows e muita emoção. A Leila Ferreira, escritora, veio falar sobre a “arte de ser leve”. Já a Kareemi, jornalista, se propôs a uma reflexão mais ampla sobre o poder dos ciclos femininos. Gente que faz o agronegócio O quadro gente que fez e gente que faz o agronegócio, cujo seu maior propósito é dar visibilidade ao homem e à mulher do campo, e, claro, aos seus conceitos de produção, se tornou referência na televisão catarinense. Ao longo de todos esses anos, centenas de bons exemplos foram espalhados. Porque o foco é mostrar quem faz a diferença no dia a dia das propriedades. E a nossa missão da semana será com a família Packer, de Pouso Redondo. Nos 84 hectares de área, eles produzem sementes de arroz, gado de corte e ovelhas. No caso das ovelhas, isso nos remete a uns 15 anos mais ou menos. Agora, uma cultura profissional, com orientação técnica especializada, veio de uns quatro anos para cá. A raça Sulfok foi a que melhor se adaptou à região. É excelente produtora de carne magra e pode atingir até 80 quilos. Um animal rústico que suporta bem o clima úmido. Hoje, o rebanho da dona Tânia, possui 59 animais: 42 matrizes, 15 borregos e dois reprodutores. O programa Cooperativismo em Notícia é produzido pela equipe de comunicação da Fecoagro/SC e veiculado pelo Canal Rural aos sábados as 8h30, com reprises as terças- feiras às 13h30. O post Mulheres do campo e produção de ovelhas são destaques do Cooperativismo em Notícia apareceu primeiro em Canal Rural.
Santa Catarina eleva produção de grãos em 17,5%

Imagem: Guilherme Soares/Canal Rural BA O estado de Santa Catarina produziu 17,5% mais cereais, leguminosas e oleaginosas em 2023 em relação a 2022. Desta forma, somou 7,1 milhões de toneladas, informou em nota a Secretaria de Agricultura do Estado, com base na Pesquisa da Produção Agrícola Municipal, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgada na última quinta-feira (19). Os 13 produtos que compõem este grupo são algodão herbáceo, amendoim, arroz, aveia, centeio, cevada, feijão, girassol, mamona, milho, soja, trigo e triticale. A produção catarinense subiu duas posições, ficando em nono lugar, entre as 27 unidades da federação. Em relação aos grãos, a soja (2,9 milhões de toneladas) representou 41,3% da produção de grãos catarinense, crescimento de 36,7% em relação a 2022. O milho (2,6 milhões de toneladas) produziu 448 mil toneladas a mais que em 2022, um crescimento de 20,9%. Santa Catarina permanece como segundo produtor nacional de arroz (1,2 milhão de toneladas), mesmo com redução de 1,5% entre 2022 e 2023. O triticale (4,9 mil toneladas) e a cevada (4,1 mil toneladas) mais que triplicaram a produção, crescendo, respectivamente, 203,2% e 265,8%. O post Santa Catarina eleva produção de grãos em 17,5% apareceu primeiro em Canal Rural.
Suspeitos de incêndio criminoso no Pantanal são alvo de operação da PF

Foto: CBMMS Suspeitos de incêndio criminoso no Pantanal, que causou prejuízo de R$ 220 milhões, são alvo da Operação Prometeu, deflagrada pela Polícia Federal (PF), nesta sexta-feira (20). Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Segundo as investigações, neste ano, mais de 6,4 mil hectares foram queimados para a criação de gado na região de Corumbá, em Mato Grosso do Sul. Os agentes cumprem sete mandados de busca e apreensão no estado. Os suspeitos devem responder pelos crimes de provocar incêndio em mata ou floresta, desmatar e explorar economicamente área de domínio público, falsidade ideológica, grilagem de terras e associação criminosa. De acordo com a PF, a área queimada tem sido repetidamente foco desse tipo de crime ambiental e também de grilagem, inclusive, com a realização de fraudes junto a órgãos governamentais. Segundo a Polícia Federal, “a ocupação irregular da área vem sendo utilizada para exploração econômica por meio da pecuária”. As buscas apontam a existência de pelo menos 2,1 mil cabeças de gado na área pertencente à União, mas a estimativa é de criação de mais de 7,2 mil animais no período investigado. O post Suspeitos de incêndio criminoso no Pantanal são alvo de operação da PF apareceu primeiro em Canal Rural.