Parque da Chapada dos Veadeiros é fechado por conta de incêndio

Foto: CBMGO O Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros, em Goiás, foi fechado nesta quinta (26) por conta de um novo incêndio florestal. O fogo teve início ontem (25) dentro do parque, próximo à Vila de São Jorge. Os visitantes, incluindo os que estavam na área de acampamento das Sete Quedas, foram retirados pela equipe da concessionária Parquetur. Mais de 60 brigadistas do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e voluntários trabalharam no combate às chamas que foram controladas por volta da meia-noite. No dia de hoje, seguem os trabalhos de rescaldo e monitoramento na região. De acordo com o ICMBio, ainda não há data para reabertura do parque. No início do mês, um incêndio já havia destruído 10 mil hectares do parque. História do Parque O Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros está localizado no nordeste do estado de Goiás, entre os municípios de Alto Paraíso de Goiás, Cavalcante, Teresina de Goiás, Nova Roma e São João d’Aliança. Criado em 1961, o local protege uma área aproximada de 240.611 hectares de Cerrado. No local, há espécies únicas de vegetais, nascentes e cursos d’água e rochas pré-históricas. Desde 2001, o local foi declarado Patrimônio Natural da Humanidade, pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco). O post Parque da Chapada dos Veadeiros é fechado por conta de incêndio apareceu primeiro em Canal Rural.
Gasolina e diesel estão 4% mais caros no Brasil que no exterior

Foto: Gilson Teixeira/Secap O preço da gasolina no Brasil permanece mais elevado que o praticado no mercado internacional, segundo dados divulgados pela Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis (Abicom). O litro do combustível está, em média, R$ 0,11 mais caro no mercado doméstico, 4% superior ao praticado no exterior, conforme relatório publicado nesta quinta-feira (26). “Os preços médios da Gasolina A operam acima ou na paridade em todos os polos analisados”, frisou a Abicom. “O mercado internacional e o câmbio pressionam os preços domésticos.” Paridade de importação O Preço de Paridade de Importação (PPI) acumula uma redução de R$ 0,51 por litro desde o último reajuste nos preços da Petrobras, calculou a entidade. Já o preço do diesel está, em média, 4% mais caro internamente do que no Golfo do México, região usada como parâmetro para a comercialização desses combustíveis pelos importadores brasileiros. O resultado significa uma defasagem de R$ 0,13 por litro do diesel. Segundo a Abicom, os preços médios do óleo diesel A operam acima ou na paridade em todos os polos analisados. O Preço de Paridade de Importação acumula uma redução de R$ 0,39 por litro desde o último reajuste nos preços da Petrobras, apontou a entidade. Nos cinco polos da Petrobras, a gasolina estava, em média, 4% acima do preço internacional, R$ 0,10 a mais por litro, assim como o diesel A, 4% acima da paridade, o equivalente a R$ 0,14 a mais por litro. Já o polo Aratu, na Bahia, operado pela Acelen, vendia o diesel 1% mais caro que o preço do Golfo. A gasolina era comercializada com preço 4% superior ao patamar internacional. O Preço de Paridade de Importação (PPI) foi calculado pela Abicom usando como referência os valores do fechamento do mercado nesta última quarta-feira, 25. “Com a estabilidade no câmbio e a ligeira redução nos preços de referência da gasolina e do óleo diesel no mercado internacional no fechamento do dia útil anterior, o cenário médio de preços está acima da paridade para o óleo diesel e para gasolina”, concluiu a Abicom. O post Gasolina e diesel estão 4% mais caros no Brasil que no exterior apareceu primeiro em Canal Rural.
Suspeito é preso por furto de sacas de café e trator de R$ 50 mil

Foto: Polícia Civil Um homem de 30 anos foi preso nesta quarta-feira (25) suspeito de furtar sacas de café e maquinários agrícolas em uma fazenda na zona rural de Machado, sul de Minas Gerais. Segundo informações da Polícia Civil, o crime ocorreu durante a madrugada. As informações partem de reportagem do G1. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! A prisão foi realizada pela delegacia especializada em Repressão a Crimes Rurais de Alfenas, após receber dados preliminares da Delegacia de Polícia Civil de Machado. Durante as investigações, a equipe conseguiu recuperar 33 sacas de café, avaliadas em cerca de R$ 15 mil, além de três roçadeiras e uma motosserra. Trator furtado Foto: Polícia Civil A Polícia Militar também encontrou um trator avaliado em aproximadamente R$ 50 mil, que havia sido furtado e depois abandonado pelo autor do crime. A descoberta do veículo foi essencial para identificar e prender o suspeito. O homem foi encaminhado à Santa Casa de Alfenas para realizar o exame de corpo de delito. Após o registro do Auto de Prisão em Flagrante, ele foi levado ao presídio local, onde aguardará a decisão da Justiça. Segundo a Polícia Civil, todos os materiais recuperados foram devolvidos à vítima. O post Suspeito é preso por furto de sacas de café e trator de R$ 50 mil apareceu primeiro em Canal Rural.
Entidades repudiam fala de pesquisadora sobre bioinsumos on farm

Foto: Divulgação Embrapa A Associação Brasileira de Bioinsumos (Abbins) e o Grupo Associado de Agricultura Sustentável (Gaas) divulgaram nota de repúdio na última terça-feira (24) sobre a manifestação da pesquisadora da Embrapa Soja, Mariângela Hungria, a respeito da produção de bioinsumos on farm. Em reportagem publicada pelo Canal Rural na segunda-feira (23), a especialista citou que há cinco anos são feitas análises dos biológicos que são produzidos dentro da fazenda por produtores e que os resultados são, em geral, insatisfatórios. “Posso falar que até hoje a gente não encontrou sequer um produto ‘on farm’ que não tivesse um problema, seja de contaminação, de baixa concentração de células etc.”, disse. Na matéria, Mariangela ressalta a necessidade de regulamentação da preparação desses compostos pelos produtores. Nota de repúdio Para as entidades, a fala de Mariangela foi preconceituosa, de caráter alarmista e irreal. “A responsabilidade do agricultor com a qualidade de sua produção não é menor do que a responsabilidade do pesquisador com a qualidade do seu laboratório, das suas pesquisas”, diz a nota. Ainda de acordo com o texto, desde 2009 os agricultores brasileiros têm o direito de produzir bioinsumos para uso próprio amparado pelo decreto nº 6.913. Assim, para a Abbins e o Gaas, o salto nas exportações do agronegócio brasileiro, que eram de aproximadamente US$ 65 bilhões em 2009 e fecharam 2023 com o valor de US$ 166,78 bilhões, “ocorreu concomitantemente à adoção da prática de produção de bioinsumos para uso próprio nas mais diversificadas lavouras brasileiras”. A nota continua: “alguns produtores de frutas na Região Nordeste conseguiram manter seuscontratos de exportação para países europeus adotando o sistema de produção debioinsumos para uso próprio, que permitiu a redução do uso de agrotóxicos e, consequentemente, a redução do Limite Máximo de Resíduos (LMR) exigido pelos clientes”. As entidades defendem, também, que “manuais e cursos para aprimoramento da prática sejam disponibilizados de Norte a Sul do Brasil. Quanto mais conhecimento e preparação, melhor para todos”. Bioinsumos on farm pelo mundo A nota das duas entidades ressalta, ainda, que na Áustria; no Japão; na Inglaterra; no estado do Missouri, Estados Unidos; na Nova Zelândia e no México “os agricultores produzem seus bioinsumos para uso próprio, essa não é uma peculiaridade do Brasil. No México, o governo desenvolveu Manuais de Produção para orientar os agricultores, nos outros países e no Missouri são as indústrias que fornecem o concentrado de microrganismos para o agricultor fermentar seu bioinsumo na propriedade”. A nota da Abbins e do Gaas finalizada dizendo que nos países e estado supracitado “não tem terrorismo nem empresas gananciosas querendo retirar o direito do agricultor de produzir bioinsumos para uso próprio. Ao contrário, as empresas estão aproveitando esse mercado de fornecimento de insumos para o agricultor que fez a opção por produzir seu próprio bioinsumo”. Outro lado Após a divulgação da nota de repúdio das entidades, a pesquisadora Mariangela Hungria se manifestou em rede social: “Relatei apenas os resultados de análises feitas em laboratório acreditado pela ISO 17025 e publicados em revista científica analisada por revisores. Não foi uma opinião. Foram resultados científicos. Com base nisso nos esforçamos muito e publicamos um Manual de Análise ricamente ilustrado, quase 200 fotos, para ajudar a verificar a qualidade dos bioinsumos produzidos. A agricultura brasileira merece bioinsumos de boa qualidade”. A Associação Brasileira das Indústrias de Bioinsumos (Abinbio), por sua vez, também soltou nota em rede social: “A Abinbio está do lado da Ciência, dos fatos e dos dados. Apoiamos e respeitamos o trabalho dos pesquisadores brasileiros e da Embrapa, que sempre foi uma força impulsionadora do agronegócio do País. Repudiamos qualquer ataque ou tentativa de descredibilizar pesquisas e resultados comprovados, sejam qual forem os interesses por detrás disso. O Brasil precisa basear sua legislação para os bioinsumos na Ciência, garantindo uma agricultura produtiva, sustentável e segura para todos”. O Manual de Análise citado pela pesquisadora Mariangela pode ser acessado neste link. O post Entidades repudiam fala de pesquisadora sobre bioinsumos on farm apareceu primeiro em Canal Rural.
Com ou sem chuva? As expectativas do produtor baiano para o plantio da soja

Foto: José Silmar Nogueira O estado da Bahia já pode iniciar a semeadura da soja. Segundo a Secretaria da Agricultura, Pecuária, Irrigação, Pesca e Aquicultura da Bahia (Seagri), a região se destaca como o sétimo maior produtor de soja do Brasil. Dados da Conab confirmam a Bahia como um dos principais estados produtores, ocupando a sétima posição no ranking nacional. Desde 2001, a soja é o segundo produto agrícola mais importante do estado, representando 44% do Valor de Produção das Lavouras (VBP) e 36% do VBP da Agropecuária, conforme calculado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA). Atualmente, cerca de 99% da soja da Bahia é cultivada na região Oeste. Essa produção corresponde a 52% do total colhido no Nordeste e aproximadamente 5,1% do volume nacional, segundo a Conab. As condições de solo e clima da região são favoráveis à cultura, com estações bem definidas, topografia plana, índices pluviométricos adequados e uma extensa bacia hidrográfica que se beneficia dos rios perenes sobre o Aquífero Urucuia, otimizando a irrigação. Conforme Darci Salvetti, presidente da Aprosoja-BA, os produtores estão prontos para iniciar a semeadura assim que as condições de umidade forem favoráveis. Apesar das altas temperaturas previstas e dos desafios do ano anterior, a confiança nas tecnologias e na adaptação é alta. As máquinas estão prontas, com foco em um plantio seguro e produtivo. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Na linha de frente do plantio Foto: José Silmar Nogueira A irrigação desempenha um papel importante, especialmente com a utilização de pivôs que já cobrem cerca de 250 mil hectares na região. O produtor rural José Silmar Nogueira, que cultiva em São Desiderio, destaca que os pivôs plantados indicam um bom começo, com a maioria das áreas já cultivadas. O vazio sanitário para plantas emergidas com antecipação termina em 25 de setembro e para quem não solicita, o prazo é 8 de outubro. Após o término do vazio, os primeiros brotos emergiram, mas muitos agricultores preferem esperar até 10 de outubro para evitar a pressão do calor, que no ano passado causou perdas significativas na produtividade. ”A pressão de pragas, como a mosca-branca e a cigarrinha, também influencia a decisão dos produtores. Aqueles que planejam cultivar feijão carioca ou milho preferem aguardar até o final de março ou início de abril para maximizar a produtividade”, destaca Nogueira. Ele comenta que. com o cenário atual de custos elevados, os agricultores não desejam arriscar replantios que poderiam eliminar suas margens de lucro. Portanto, a prioridade é plantar soja em um momento mais seguro, entre 15 de outubro e 15 de novembro, quando as condições são mais favoráveis. ”O plantio em sequeiro tende a atrasar, pois muitos produtores hesitam em semear precocemente devido ao receio de replantios, como os do ano passado. Embora a safrinha tenha vantagens, a baixa rentabilidade leva a um planejamento cauteloso”, comenta o produtor. A expectativa é que o plantio ocorra no período padrão, a partir do final de outubro, conforme as chuvas permitirem. A estratégia para o plantio de soja na Bahia se baseia na cautela e no aprendizado do passado. A combinação de clima, custos e a necessidade de maximizar a produtividade molda a forma como os agricultores abordam esta safra. O foco está em reduzir riscos, controlar custos de irrigação e esperar pelas condições ideais para garantir uma colheita saudável e lucrativa. O post Com ou sem chuva? As expectativas do produtor baiano para o plantio da soja apareceu primeiro em Canal Rural.
STF fecha acordo histórico para conflito fundiário em Mato Grosso do Sul

Durante uma audiência de conciliação nesta quarta-feira (25), o Supremo Tribunal Federal (STF) chegou a um acordo para resolver o conflito fundiário envolvendo a demarcação de uma terra indígena no município de Antônio João, em Mato Grosso do Sul, na fronteira com o Paraguai. A decisão, conduzida pelo ministro Gilmar Mendes, prevê o pagamento imediato de mais de R$ 27 milhões em títulos de benfeitorias e R$ 102 milhões via precatório aos proprietários das terras. Além disso, o governo de Mato Grosso do Sul deverá desembolsar outros R$ 16 milhões. Após o pagamento das indenizações, os produtores rurais terão um prazo de 15 dias para desocupar as áreas. Para entender melhor o impacto desse acordo para o setor agropecuário sul-mato-grossense, o Canal Rural entrevistou o presidente da Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul (Famasul), Marcelo Bertoni. O que diz o acordo e seus impactos Segundo Bertoni, o acordo fechado no STF representa uma solução importante para um conflito fundiário que se arrasta há décadas. Questionado se o desfecho pode ser considerado uma vitória para os produtores rurais da região, ele ressaltou que, apesar de representar uma saída justa para ambas as partes, ainda há desafios pela frente. “Agora, o foco é organizar a desocupação e minimizar os impactos econômicos para os produtores atingidos.” Próximos passos e orientações da Famasul Os produtores rurais deverão desocupar a área assim que as indenizações forem pagas. Bertoni explicou que a Famasul está preparada para orientar os produtores em relação a essa transição, inclusive em relação ao processo de desocupação e ao cálculo das perdas econômicas. “Trinta anos de trabalho da CNA e da Famasul foram necessários para chegarmos a esse acordo. Para o futuro, esperamos que o diálogo e a conciliação sejam cada vez mais valorizados nas questões agrárias.” O diálogo como ferramenta O acordo firmado no STF demonstra a importância do diálogo para solucionar conflitos agrários. A Famasul celebra o desfecho e reforça seu papel em promover a segurança jurídica e os direitos dos produtores rurais. O acordo também estabelece um importante precedente para situações semelhantes, mostrando que, com diálogo e disposição das partes envolvidas, é possível alcançar soluções que atendam aos interesses de todos. O post STF fecha acordo histórico para conflito fundiário em Mato Grosso do Sul apareceu primeiro em Canal Rural.
Preços da soja em alta na Bolsa de Chicago

Foto: Reprodução Canal Rural Os contratos da soja em grão registram preços mais altos nas negociações da sessão eletrônica na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT). Desde o início do dia, o mercado é apoiado pela ausência de chuvas em regiões produtoras do Brasil, o que tem atrasado o plantio. Além disso, os investidores estão atentos às exportações semanais dos Estados Unidos, que mostraram números robustos. As exportações líquidas norte-americanas da soja referentes à temporada 2024/25, que começou em 1º de setembro, totalizaram 1.574.700 toneladas na semana encerrada em 19 de setembro. A China foi o principal destino, importando 869.700 toneladas. As expectativas dos analistas variavam entre 900 mil e 2,050 milhões de toneladas. Esses dados foram divulgados pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Em relação aos contratos futuros, aqueles com entrega em novembro estão cotados a US$ 10,58 por bushel, apresentando uma alta de 4,75 centavos de dólar, ou 0,45%, em comparação ao fechamento anterior. Já os contratos com entrega em janeiro de 2025 operam com um avanço de 4,75 centavos de dólar, ou 0,44%, sendo cotados a US$ 10,76 1/2 por bushel. O post Preços da soja em alta na Bolsa de Chicago apareceu primeiro em Canal Rural.
Chuva com raios e trovoadas se espalham em duas regiões nesta quinta

Foto: Pixabay A frente fria que avança pelo Sul do país também começa a atingir outras áreas do país, levando chuva com raios e trovões. No Sudeste, destaque para o tempo seco. Veja a previsão do tempo da parceria entre Canal Rural e Climatempo para esta quinta-feira (26). Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Sul Na quinta-feira, a frente fria avança e espalha chuva pelos estados de Santa Catarina e do Paraná. No Rio Grande do Sul, a condição de chuva a qualquer momento se mantém. Sudeste Algumas instabilidades causam chuva isolada no litoral sul de São Paulo, mas sem intensidade. Nas demais regiões do Sudeste, o tempo é firme e com temperaturas altas. O alerta continua sendo para a baixa umidade do ar. Centro-Oeste Áreas de instabilidade se formam sobre o estado de Mato Grosso do Sul e Mato Grosso por conta do avanço da frente fria. A condição será para pancadas de chuva com raios e trovoadas, não descartando a ocorrência de granizo. Em Goiás, tempo muito quente e seco. Nordeste Chuva passageira e isolada entre os litorais da Bahia e do Rio Grande do Norte por conta dos ventos úmidos do oceano. Chuva pontual também deve cair sobre o Ceará. No interior da Região, tempo seco e quente. Norte Chuva moderada com raios e trovoadas ocorrem por todo o Amazonas, Acre, Rondônia, Roraima e sul do Pará. No Tocantins, Amapá e no norte do Pará, tempo seco e quente. O post Chuva com raios e trovoadas se espalham em duas regiões nesta quinta apareceu primeiro em Canal Rural.
Lei europeia pode impactar 60% das exportações do agro brasileiro ao bloco, diz FGV

Foto: Porto de Paranaguá A partir de 1 de janeiro de 2025, entra em vigor a chamada “Lei Antidesmatamento”, imposta pela União Europeia e que proíbe a importação de produtos oriundos de áreas degradadas ou desmatadas dos países dos quais o bloco mantém relações comerciais. A nova diretriz valerá para soja, gado, café, madeira, borracha e cacau oriundos de áreas que tenham sido desmatadas após o ano de 2020. Segundo o ministro da Agricultura e Pecuária (Mapa), Carlos Fávaro e outros atores do agronegócio nacional, a legislação não respeita o Código Florestal brasileiro, que diferencia desmatamento legal de ilegal. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! De acordo com o pesquisador do Observatório de Bioeconomia da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Leonardo Munhoz, ao se levar em conta as vendas brasileiras ao bloco em 2022, que totalizaram 25 bilhões de dólares, a legislação europeia passaria a afetar, aproximadamente, 60% das exportações agropecuárias do Brasil para o continente. Princípio da reciprocidade à União Europeia O comentarista do Canal Rural, Miguel Daoud, considera que a Lei Antidesmatamento da Europa desconhece a realidade logística brasileira. “Hoje, os produtores vendem soja para as tradings, mas esse grão não tem carimbo, não dá para saber se é de tal área, ou seja, é uma soja normal. Historicamente, em nenhum momento de nossa economia, da produção agropecuária nacional, houve sobras de soja, de milho ou café, por exemplo, emtão como vai se determinar se essa soja veio desta ou daquela área. Isso é impraticável, não é possível de ser feito”. Para ele, o Brasil deveria aplicar o princípio da reciprocidade, já que o país importa produtos industrializados da União Europeia, cujos países estão entre os mais poluidores do planeta. O post Lei europeia pode impactar 60% das exportações do agro brasileiro ao bloco, diz FGV apareceu primeiro em Canal Rural.
Soja: Chicago e dólar favorecem alta, mas negócios são pouco expressivos no Brasil

Foto: Pixabay/ Arte: Canal Rural Nesta quarta-feira (25), o mercado brasileiro da soja registrou algumas negociações. Com a Bolsa de Chicago em alta e o dólar apresentando leve valorização, os preços internos também subiram, estimulando a comercialização. Por outro lado, o volume de negócios foi limitado. Algumas transações pontuais ocorreram acima do preço de mercado, com tradings em busca urgente de soja disponível. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Preços da saca no país Em Passo Fundo (RS), o preço da saca de 60 quilos subiu de R$ 134,00 para R$ 135,00 Na região das Missões (RS), a cotação passou de R$ 133,00 para R$ 134,00. No Porto de Rio Grande (RS), o preço aumentou de R$ 141,00 para R$ 142,00. Em Cascavel (PR), o preço da saca valorizou de R$ 136,00 para R$ 137,00 No Porto de Paranaguá (PR), o valor subiu de R$ 142,00 para R$ 143,00 Em Rondonópolis (MT), a saca foi de R$ 133,00 para R$ 134,00 Em Dourados (MS), o preço aumentou de R$ 130,00 para R$ 132,00 Em Rio Verde (GO), a saca se estabilizou em R$ 131,00 Soja em Chicago Os contratos futuros de soja na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a terça-feira em alta, embora abaixo das máximas do dia. Preocupações com o clima seco e o atraso no plantio no Brasil sustentaram os preços. Além disso, foram reportados rendimentos abaixo do esperado nas primeiras lavouras, contribuindo para a elevação. Outro ponto relevante para os investidores foi o novo plano de incentivo econômico divulgado pelo governo chinês, que pode aumentar a demanda por commodities, uma vez que a China é o maior comprador de soja do mundo. Durante o dia, o mercado perdeu força, com um movimento de realização de lucros e um cenário fundamental de longo prazo baixista, devido à ampla oferta global da oleaginosa. O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgou ontem um relatório sobre a colheita de soja. Até 22 de setembro, 13% da área havia sido colhida, comparado a 6% na semana anterior e 10% no mesmo período do ano passado, com uma média de 8%. De acordo com o USDA, até 22 de setembro, 64% das lavouras estavam em boas e excelentes condições, 25% em condições regulares e 11% em situação ruim ou muito ruim. Na semana anterior, os índices eram de 54%, 25% e 11%, respectivamente. Contratos futuros da soja Os contratos de soja em grão com entrega em novembro fecharam com alta de 3,00 centavos de dólar, ou 0,28%, a US$ 10,42 1/4 por bushel. A posição para janeiro foi cotada a US$ 10,60 1/2 por bushel, com ganho de 3,75 centavos ou 0,35%. Nos subprodutos, a posição de dezembro do farelo fechou com baixa de US$ 2,80, ou 0,85%, a US$ 325,90 por tonelada. Já o óleo teve contratos com vencimento em dezembro a 43,34 centavos de dólar, alta de 1,50 centavo ou 3,58%. Câmbio O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,29%, negociado a R$ 5,4760 para venda e a R$ 5,4740 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,4406 e a máxima de R$ 5,4963. O post Soja: Chicago e dólar favorecem alta, mas negócios são pouco expressivos no Brasil apareceu primeiro em Canal Rural.