Qual o preço médio dos implementos usados mais vendidos? Veja lista

Foto: Pixabay Acoplados ou tracionados por máquinas, os implementos agrícolas são essenciais no dia a dia do campo. A durabilidade desses produtos forjados para aguentar o tranco em meio às pedras, ao barro e ao mato os habilita a passar de mão em mão, auxiliando produtores por todo o país a um preço mais acessível. Por isso, o comércio online do segmento só faz crescer. Levantamento de uma das maiores marketplaces de classificados de usados do país, a OLX, mostra que o compressor e o trator são os produtos mais comercializados do segmento entre janeiro e agosto deste ano. “O gerador é o produto agro cuja procura mais cresceu na OLX nos oito primeiros meses do ano, em comparação com o mesmo período de 2023, com 137% de aumento. A escavadeira foi o segundo com a maior variação, com 113%, seguido pela pá carregadeira, com 92%“, afirma o VP de Autos e Bens de Consumo da empresa, Flávio Passos. Para ele, os indicadores ilustram o dinamismo desse tipo de plataforma, visto que possibilita que profissionais do agronegócio possam anunciar e encontrar itens de segunda mão com bom custo-benefício. Ao analisar as vendas, o compressor e o trator ocupam igualmente as primeiras colocações dentre os itens agro mais vendidos, com 12% de participação cada. Já a roçadeira figura na segunda posição do ranking, com 11% de participação, enquanto o gerador e o torno ficam em terceiro, com 6% cada. Usados mais vendidos Veja a lista dos implementos agrícolas usados mais vendidos entre janeiro e agosto deste ano e a participação deles neste mercado, conforme levantamento da OLX: Compressor – 12% Trator 12% Roçadeira 11% Gerador 6% Torno 6% Empilhadeira 4% Retroescavadeira 3% Esquadrejadeira 3% Escavadeira 3% Grade 2% Pá Carregadeira 1% Tobata 1% O trator lidera, também, dentre os produtos mais procurados. A retroescavadeira ocupa a segunda colocação, e a escavadeira, a terceira. Ao avaliar os mais anunciados na plataforma, o trator também figura na primeira colocação, enquanto o compressor segue na segunda posição e o gerador, na terceira. Implemento x preço médio A escavadeira é o implemento agrícola avaliado com maior preço médio do período, de R$ 217.772, segundo o levantamento. Por outro lado, a roçadeira é o que possui o menor valor mediano no período, de R$ 992. Veja o ranking: Escavadeira – R$ 217.772 Pá carregadeira – R$ 204.355 Retroescavadeira – R$ 172.950 Bobcat – R$ 90.559 Trator – R$ 71.109 Empilhadeira – R$ 51.747 Gerador – R$ 32.346 Torno – R$ 28.042 Grade – R$ 15.137 Tobata – R$ 13.181 Esquadrejadeira – R$ 7.274 Compressor – R$ 2.485 Roçadeira – R$ 992 O post Qual o preço médio dos implementos usados mais vendidos? Veja lista apareceu primeiro em Canal Rural.
Brasil embarcou 5,539 milhões de t da soja em setembro, aponta ANEC

Foto: Governo Federal As exportações brasileiras da soja em grão devem totalizar 5,539 milhões de toneladas em setembro, conforme levantamento semanal da Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (ANEC). Esse volume representa uma leve queda em relação ao mesmo período do ano passado, quando as exportações alcançaram 5,547 milhões de toneladas. Em agosto, o Brasil exportou um total expressivo de 7,975 milhões de toneladas. Na semana de 22 a 28 de setembro, o país embarcou 919,111 mil toneladas. Para o período entre 29 de setembro e 5 de outubro, a ANEC prevê um aumento, com exportações estimadas em 1,261 milhão de toneladas. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Farelo da soja Em relação ao farelo da soja, a expectativa é de embarques de 1,803 milhões de toneladas em setembro. No mesmo mês do ano passado, o total exportado foi de 1,907 milhão de toneladas, e em agosto o volume foi de 2,101 milhões de toneladas. A última semana teve exportações de 515,094 mil toneladas, e a previsão para esta semana é de 925,971 mil toneladas. Esses números refletem a importância contínua da soja na balança comercial brasileira e indicam um leve retrocesso nas exportações em comparação com o ano anterior. O setor agropecuário permanece atento às condições de mercado e às tendências de demanda internacional, fatores que influenciam diretamente esses resultados. O post Brasil embarcou 5,539 milhões de t da soja em setembro, aponta ANEC apareceu primeiro em Canal Rural.
Projeto de lei busca distância mínima para pulverização aérea de defensivos

Foto: Pixabay A deputada estadual Ana Perugini protocolou, na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), o Projeto de Lei n° 676/2024, que determina a proibição de pulverização aérea de defensivos agrícolas e substâncias químicas similares em áreas situadas a menos de 300 metros de povoações, cidades, vilas, bairros, moradias isoladas, escolas, unidades de saúde ou mananciais de captação de água. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: Siga o Canal Rural no WhatsApp! A medida tem por objetivo inibir a proximidade entre o despejo de defensivos e áreas de convivência. No caso dos mananciais, a proposta visa impedir a contaminação da água potável pelos produtos em território paulista. Um outro projeto da deputada (PL 673/2024) trata dessa questão e visa reduzir a quantidade tolerável dessas substâncias na água distribuída à população do estado. Mulpa por descumprimento Deputada estadual Ana Perugini. Foto: Divulgação Alesp O PL 676/2024, por sua vez, estabelece que o descumprimento da regra deve resultar em multa que varia de 500 a 5 mil unidades fiscais do estado de São Paulo (Ufesps), atualmente, entre R$ 17,7 mil e R$ 176,8 mil. Em caso de reincidência, de acordo com o texto, a multa deve ser dobrada. “O Brasil ocupa uma posição de destaque no cenário mundial em relação à produção agrícola. Nessa corrida de produção volumosa, nem sempre a saúde humana é colocada em primeiro plano de importância, e a contaminação com substâncias químicas tem sido uma ameaça constante para a qualidade de vida das presentes e futuras gerações, em frontal desrespeito ao preceituado no artigo 225 da Constituição Federal”, destaca a deputada Ana Perugini no texto. O texto tramita na Comissão de Constituição, Justiça e Redação e, em seguida, será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável e de Finanças, Orçamento e Planejamento antes de ser votado em Plenário. Proibição da pulverização A parlamentar é coautora ao lado do deputado Carlos Giannazi do projeto de lei 218/2023, que proíbe a pulverização aérea no estado de São Paulo. Em agosto do ano passado, Ana Perugini realizou uma audiência pública, na Alesp, para debater o assunto. Na oportunidade, a deputada propôs um movimento envolvendo parlamentares, Ministério Público, agricultores, ambientalistas, representantes de organizações não governamentais e movimentos sociais para garantir o controle da pulverização aérea de defensivos em São Paulo. *Sob supervisão de Victor Faverin Saiba em primeira mão informações sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo. Siga o Canal Rural no Google News. O post Projeto de lei busca distância mínima para pulverização aérea de defensivos apareceu primeiro em Canal Rural.
Chuvas voltam em outubro? Confira a previsão do tempo para o mês

Foto: Pixabay O mês de outubro será marcado por calor intenso em grande parte do Brasil. Segundo previsão do tempo da Climatempo, as regiões Centro-Oeste, Norte e Nordeste terão temperaturas acima do normal para a época, com destaque para ondas de calor que devem se estender até o dia 8 de outubro. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Algumas áreas podem enfrentar picos de calor significativos, agravando a sensação de tempo seco e desconfortável, enquanto outras, mesmo com aumentos sutis na temperatura, também sentirão um clima mais quente do que o habitual. Mapa de precipitação para outubro. Fonte: Climatempo As chuvas de outubro devem ser escassas na maior parte do Brasil. A previsão indica precipitações abaixo da média no Centro-Oeste, Norte e parte do Nordeste (áreas em tom de marrom no mapa), sugerindo uma seca mais acentuada. Esse cenário pode agravar a estiagem e aumentar o risco de queimadas, especialmente na faixa central do país, além de afetar a agricultura e a qualidade do ar. Apesar do predomínio da seca, há previsão de precipitações um pouco acima do normal em partes do Sul e Sudeste. Áreas em verde claro no mapa indicam regiões em que o mês será um outubro mais úmido, favorecido pela chegada de frentes frias. Isso pode trazer algum alívio para o calor e beneficiar atividades que dependem da água, além de influenciar positivamente a agricultura e o reabastecimento de reservatórios. Mapa de temperatura para outubro. Fonte: Climatempo O post Chuvas voltam em outubro? Confira a previsão do tempo para o mês apareceu primeiro em Canal Rural.
MT: quais são as estratégias dos produtores da soja diante das queimadas na região?

Soja. Foto: Instituto Soja Livre Em um cenário de aumento das queimadas na região Centro-Oeste, a prevenção e o manejo se tornam essenciais para a sustentabilidade da produção agrícola. As frequentes ocorrências de incêndios geram preocupações para o calendário de plantio da soja no estado do Mato Grosso. O Soja Brasil conversou com Lucas Costa Bêber, presidente da Aprosoja-MT, que analisa os impactos desse fenômeno climático e as medidas que os produtores têm adotado. Bêber explica que o atraso no início das chuvas forçou os produtores a buscarem alternativas após o fim do vazio sanitário, em 7 de setembro. A única opção viável foi o uso de áreas irrigadas por pivô central. Porém, o excesso de fumaça tem reduzido a luminosidade, levando muitos a optarem por adiar o plantio até que as chuvas limpassem o ar, garantindo melhores condições para a fotossíntese e, consequentemente, a produtividade da soja. Com o calendário de plantio já comprometido, a preocupação aumenta. O atraso nas chuvas afeta tanto a soja quanto a janela de plantio do milho, estreita em Mato Grosso. Isso pode impactar a produção e a produtividade de ambas as culturas. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Estratégias de manejo e prevenção Foto: Aprosoja MT Para mitigar os efeitos das queimadas, a Aprosoja-MT implementa campanhas anuais de prevenção. Entre as principais medidas estão a construção de cercas nas lavouras e o manejo cuidadoso durante a colheita do milho, evitando períodos de maior intensidade de vento e calor, que favorecem a propagação do fogo. Bêber destaca a importância do plantio direto sobre a palha, uma prática que não apenas conserva a umidade do solo, mas também aumenta a matéria orgânica e recicla nutrientes, contribuindo para a produtividade da soja e do milho. Essa abordagem é essencial, pois as queimadas prejudiciais exigem investimentos altos em controle e colocam em risco tanto a segurança das pessoas quanto o patrimônio dos produtores. O post MT: quais são as estratégias dos produtores da soja diante das queimadas na região? apareceu primeiro em Canal Rural.
Projeto proíbe permanentemente desapropriação de propriedades rurais invadidas

Propriedades rurais. Foto: Mapa O projeto de lei 1320/24, que tramita na Câmara dos Deputados, proíbe, a qualquer tempo, a vistoria, avaliação ou desapropriação de imóvel rural de domínio publico ou particular objeto de invasão motivada por conflito agrário ou fundiário (esbulho possessório). Atualmente, conforme a lei 8.629/93, a proibição de avaliação e desapropriação vigora nos dois anos seguintes à desocupação, ou no dobro desse prazo, em caso de reincidência. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Ou seja, atualmente, uma propriedade invadida ou ocupada à força só poderá ser alvo de desapropriação dois anos depois de ser desocupada. Esse período de tempo é eliminado pelo projeto – a proibição tem caráter permanente. No entanto, a proposta cria a possibilidade de o proprietário vender o imóvel para a administração pública, nos termos da legislação vigente. O projeto também determina que entidades e órgãos que incitarem a invasão podem ser responsabilizados civil e administrativamente pelo ato. Segundo o deputado Adilson Barroso (PL-SP), autor do projeto, a função social da propriedade definida pela Constituição em nada se relaciona com requisitos para forçar a desapropriação por utilidade pública para fins de reforma agrária. “A invasão clandestina de terras e, por vezes, violenta, com notícias de crimes de furto e de dano à produção rural implantada, não é meio legal de impulsionar a reforma agrária”, afirma o parlamentar. A proposta será analisada em caráter conclusivo pelas comissões de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto tem de ser aprovado pela Câmara dos Deputados e pelo Senado Federal. O post Projeto proíbe permanentemente desapropriação de propriedades rurais invadidas apareceu primeiro em Canal Rural.
Algodão: caroço, torta e óleo sobem de preço em MT

Foto: Fabiano José Perina/Embrapa A cotação do caroço e da torta de algodão disponíveis em Mato Grosso subiu, respectivamente, 0,28% e 0,39% na última semana ante a semana passada, a R$ 592,89 e R$ 682 por tonelada. A informação foi divulgada pelo Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea), em boletim semanal. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Segundo o Imea, a alta foi impulsionada, principalmente, pela maior demanda por subprodutos utilizados para alimentação animal na última semana, “devido ao impacto da seca nas áreas de pastagens”. O instituto comenta que a cotação do óleo de algodão também subiu, com incremento semanal de 2,27%, a R$ 4.441,43 por tonelada. O avanço ocorreu por causa do aumento do consumo por parte das indústrias de biodiesel. “Por fim, sazonalmente, nesse período da safra, é comum que os preços dos subprodutos sejam pressionados devido à maior oferta”, informa. “Porém, o recente fortalecimento observado na demanda indica, a curto prazo, uma mudança na dinâmica do mercado.” O post Algodão: caroço, torta e óleo sobem de preço em MT apareceu primeiro em Canal Rural.
Plantio de soja da safra 2024/25 avança para 2,4%, diz Conab

Foto: Divulgação/AEN O plantio de soja da safra 2024/25 no Brasil atingiu 2,4% da área total até o domingo (29) conforme dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). O índice representa um avanço em relação aos 0,2% da semana anterior, mas ainda está abaixo dos 4,1% registrados em igual período de 2023. Em Mato Grosso, o plantio da soja chegou a 2,6%, enquanto no Paraná atingiu 10%. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! No caso do milho primeira safra, o plantio avançou para 21,6% da área prevista, crescimento de 5,4 pontos porcentuais ante os 16,2% da semana anterior, porém ainda inferior aos 22,6% de 2023. O Paraná lidera a semeadura, com 60%, seguido pelo Rio Grande do Sul, que registrou 62%. Santa Catarina também apresentou crescimento, saindo de 22% na semana anterior para 46%. A colheita de algodão da safra 2023/24 foi concluída nos sete principais estados produtores, alcançando 100% da área cultivada, conforme a Conab. A Bahia, que estava em 99% na semana anterior, completou os trabalhos, assim como Goiás, que avançou de 98% para 100%. Já a colheita do trigo progrediu para 30,9% da área total até o domingo, superando os 25,1% da semana anterior, mas permanecendo abaixo dos 35% verificados em igual período do ano passado. O Paraná, principal produtor, avançou de 35% para 48%, enquanto São Paulo passou de 42% para 65%. O post Plantio de soja da safra 2024/25 avança para 2,4%, diz Conab apareceu primeiro em Canal Rural.
‘Transição energética de forma lenta, gradual e inevitável’

Enio Verri, diretor-presidente da Itaipu Binacional “De forma lenta e gradual, é inevitável a transição energética à redução na utilização de combustíveis fósseis”. A fala é do diretor-presidente brasileiro da Itaipu Binacional, Enio Verri, em coletiva de imprensa que nesta segunda-feira (30) deu o tom das discussões das reuniões ministeriais do grupo de trabalho de transições energéticas do G20, que reúne 19 das maiores economias do planeta e é presidido pelo Brasil. Organizado pelo Ministério das Minas e Energias (MME), os debates seguem até sexta-feira (04), em Foz do Iguaçu, sede da Itaipu, anfitriã do evento. Entre as diretrizes do grupo de trabalho, a busca pelos negociadores é por um consenso sobre a transição energética, em especial no que diz respeito ao acesso global de energia limpa e renovável a todos os países, processo que passa pela redução no uso das energias fósseis consideradas mais poluentes, como o petróleo e o carvão. O objetivo é elaborar documentos para induzir e formular políticas públicas e acordos de cooperação que serão trabalhadas pelos chefes de estado durante a cúpula de líderes do G20, que acontece em novembro no Rio de Janeiro. Verri reconhece que o mundo ainda precisa do petróleo. Mas coloca como condição das nações do G20 o compromisso de como se manter a utilização do petróleo e, de maneira simultânea, começar a entrar com outras alternativas. Ele lembra que “o Brasil tem expertise nesse assunto desde os anos 70, com o proálcool, depois avançamos com a hidrelétrica e, agora, com solar”. Segundo o diretor-presidente da Itaipu, graças às caraterísticas do país, a e energia solar responde por 30% da geração. Quase 40% da energia diária do Brasil é fotovoltaica e eólica, disse. “Graças às caraterísticas do país, a e energia solar responde por 30% da geração. Quase 40% da energia diária do brasil é fotovoltaica e eólica. Enio Verri, diretor-presidente da Itaipu Binacional Além do benefício ambiental, o executivo pontuou ainda o lado econômico e social dessa transição: “energia limpa, barata e que permite que o preço médio caia e não comprometa o mundo com a poluição como o petróleo compromete”. Uma transição, reforça, “lenta, gradual e assertiva é inevitável”. Segundo Verri, essa é uma discussão que a Itaipu levou para COP28 em Dubai em 2023, que estará na pauta da COP29 este ano no Azerbaijão e vai marcar a COP30, que acontece em 2025 aqui no Brasil, no Pará. A cobertura completa do G20 de transições energéticas, direto de Foz do Iguaçu, você acompanha na multiplataforma do Canal Rural. O post ‘Transição energética de forma lenta, gradual e inevitável’ apareceu primeiro em Canal Rural.
Conta de energia elétrica fica mais cara a partir de hoje

Foto: Marcello Casal Jr../Agência Brasil A conta de energia elétrica fica mais cara a partir desta terça-feira (1º), com o acionamento da bandeira vermelha patamar 2, o estágio tarifário mais alto do sistema da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Com a medida, o preço para cada 100 quilowatts-hora consumidos passa de R$ 4,463 para R$ 7,877. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! A decisão foi anunciada na última sexta-feira (27) em nota da Aneel, em consequência do risco hidrológico, com reservatórios baixos, e a elevação do preço da energia no mercado, impactada pelo custo do que foi produzido e não contratado. O sistema de bandeiras tarifárias é composto pelas cores verde, amarelo e vermelho, em patamares 1 e 2. A cor verde patamar 1 significa tarifa sem custo extra. A bandeira vermelha patamar 1 estava em vigor desde setembro, após um período em que a bandeira verde patamar 1, a mais barata do sistema, prevaleceu por vários meses do ano. De acordo com a agência, o sistema de bandeiras tarifárias é uma forma de tornar a cobrança complementar mais transparente aos consumidores de energia elétrica conectados ao Sistema Interligado Nacional (SIN). Criado em 2015, ele indica os custos da geração de energia no Brasil e possibilita adaptações no consumo para redução no valor da conta de luz. O post Conta de energia elétrica fica mais cara a partir de hoje apareceu primeiro em Canal Rural.