Moratória da Soja: estados buscam alternativas em meio à discussão do tema

O último trimestre do ano traz à tona a contestação da legitimidade da Moratória da Soja. Produtores afirmam que o acordo ignora a legalidade do desmatamento, proibindo a venda de grãos cultivados em áreas desmatadas legalmente, o que contraria o Código Florestal e gera debates no setor produtivo. Além disso, há preocupações sobre os potenciais prejuízos socioambientais da moratória. A falta de clareza nas regras levanta questionamentos sobre seu impacto na sustentabilidade das práticas agrícolas e na economia local. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! O que diz o setor? Fabricio Moraes Rosa, diretor executivo da Aprosoja Brasil, afirma que “a moratória é uma imposição de um acordo de terceiros privados que impõe uma regra acima do Código Florestal a um produtor que preserva o meio ambiente”. Ele defende o fim do acordo, que viola a lei de livre iniciativa e prejudica os produtores de soja. “Mais de 80 municípios no Mato Grosso questionam os benefícios tributários a empresas que assinam esses acordos, e um projeto de lei para revogar esses benefícios está em discussão na Assembleia do Mato Grosso, já aprovado em Rondônia e em tramitação no Pará”, comenta. Maurício Buffon, Presidente da Aprosoja Brasil enxerga o acordo como uma reserva de mercado imposta por algumas empresas que dominam a soja no Brasil. Ele argumenta que tais imposições não podem ultrapassar a legislação nacional. O Código Florestal é essencial para proteção e sustentabilidade, e os produtores têm cumprido suas exigências. É fundamental respeitar as leis brasileiras para garantir a continuidade da produção agrícola. “Além disso, muitos municípios carentes dependem da agricultura para melhorar seu Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) e promover o desenvolvimento social. Em várias dessas regiões, a agricultura é a única fonte de renda. A moratória não deve prejudicar o desenvolvimento agrícola nessas localidades; há risco de prejuízos socioambientais”, completa o presidente. Lucas Costa Beber, Presidente da Aprosoja MT afirma que “os municípios que exploraram antes de 2008 tiveram grande desenvolvimento, enquanto aqueles que começaram depois enfrentam limitações.” Ele destaca os prejuízos que a Moratória da Soja causa, ressaltando que 28 milhões de brasileiros vivem no bioma amazônico sem um plano de desenvolvimento adequado. “As ONGs entendem que precisamos colocar uma cerca ao redor da Amazônia e deixar essas populações à mercê”, diz. Beber enfatiza a defesa da soberania nacional e das leis brasileiras, frequentemente violadas por interesses estrangeiros. “Estamos sendo perseguidos politicamente, especialmente em questões que afetam os produtores. Tentam calar as vozes que representam os agricultores. Somos o único produtor que preserva áreas agricultáveis e mecanizáveis. Essas ONGs e países tentam travar o desenvolvimento do Brasil”, afirma. O presidente da Aprosoja Pará, Vanderlei Ataídes, afirma: “Usamos menos de 1% do território para agricultura, cerca de 1,1 milhão de hectares, movimentando dez bilhões por ano e gerando setenta mil empregos. A moratória limita o uso de nossas terras, e o Código Florestal permite o uso de 20% da área, o que impacta o desenvolvimento. É essencial garantir oportunidades de desenvolvimento em nosso estado e no país.” Leonardo Munhoz, da FGV Agro, ressalta que a moratória não faz distinção entre desmatamentos legais e ilegais. Por fim, Miguel Daoud, comentarista do Canal Rural, critica a moratória por afetar agricultores que operam dentro da legalidade, destacando a relevância da agropecuária para o crescimento econômico do Brasil. Entenda a Moratória da Soja Instituída em 2006, a Moratória da Soja é um acordo que proíbe a compra de soja de propriedades que desmataram na Amazônia. O objetivo é restringir a comercialização e o financiamento de cultivos que não respeitam as normas de preservação ambiental. Com a intenção de garantir que a soja produzida no bioma amazônico esteja livre de desmatamentos ocorridos após 22 de julho de 2008, a moratória se tornou um tema controverso no setor agropecuário brasileiro. O Código Florestal Brasileiro, reformulado em 2012, introduziu novas exigências para os produtores, como a obrigação de manter 80% da vegetação nativa em suas propriedades. O post Moratória da Soja: estados buscam alternativas em meio à discussão do tema apareceu primeiro em Canal Rural.
Fiscalização apreende 24 mil unidades de cachaça e 20 mil litros de combustíveis

Foto: Divulgação Sefa Fiscalização da Secretaria de Estado da Fazenda do Pará (Sefa), no Baixo Amazonas, com o apoio da Polícia Militar e Polícia Rodoviária Federal (PRF), apreendeu, neste sábado (5), 20 mil litros de combustíveis e 24 mil unidades de cachaça na BR-163, entre os municípios de Trairão e Itaituba. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! “O caminhão-tanque que se deslocava sentido Pará-Mato Grosso transportava 20 mil litros de combustíveis, sendo 15 mil litros de óleo diesel e 5 mil litros de gasolina, cujo valor é de R$ 106.900,00″, detalhou o coordenador da unidade Tapajós da Sefa, Maycon Freitas. De acordo ele, ao solicitar as documentações fiscais, a equipe verificou que a carga tinha como destino a cidade de Benevides, Pará, ou seja, sentido oposto ao deslocamento do veículo, em flagrante quebra de trânsito, que é quando a nota fiscal informa um destino e a mercadoria é entregue em outro. “Durante diligência, foi apurado que a carga havia saído de Itaituba, Pará, e seria destinada a um garimpo na região do Trairão”, contou. A Sefa informa que foi lavrado Termo de Apreensão e Depósito (TAD) no valor de R$ 41.063,38. Fiscalização apreedeu cachaça Outra apreensão foi feita no sábado: 24 mil unidades de cachaça, no valor de R$ 161.317,80, sem qualquer registro de passagem em área de fronteira e sem o devido recolhimento do tributo, foi feita pela Sefa. O caminhão bitrem vinha de Pirassununga, São Paulo, com destino à Santarém, no Pará. A fiscalização, ao confrontar o endereço informado na nota fiscal apresentada com o endereço no registro dos dados cadastrais da empresa destinatária, notou uma divergência. Em seguida, a equipe foi até o local informado na nota fiscal e não foi possível comprovar a existência da empresa. A Secretaria também informa que foi lavrado Termo de Apreensão e Depósito (TAD) no valor de R$ 149.344,15, referente ao ICMS e multa. O post Fiscalização apreende 24 mil unidades de cachaça e 20 mil litros de combustíveis apareceu primeiro em Canal Rural.
Regiões da soja devem receber chuvas em breve; expectativa é de avanço no plantio

Foto: Pixabay Os focos de incêndio continuam a ser uma preocupação para os produtores da soja no Brasil nesta semana, especialmente na região do Matopiba. Por outro lado, o cenário deve mudar com a volta das chuvas no Centro-Oeste e Sudeste, onde são esperados volumes entre 20 mm e 30 mm, aliviando o calor. No Rio Grande do Sul, a preocupação com alagamentos e deslizamentos persiste, especialmente em Santa Catarina, onde as chuvas podem ultrapassar 100 mm. Entre 13 e 17 de outubro, a umidade se manterá, com chuvas avançando pelo Centro-Oeste e Sudeste, permitindo que os produtores trabalhem no campo. Essa situação deve persistir de 18 a 22 de outubro, marcando o retorno do período chuvoso. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Expectativa no MT e RS Em São Félix do Araguaia (MT), a chuva deve retornar entre quarta e quinta-feira, com expectativa de 24 mm nos próximos 30 dias. Em Porto Alegre (RS), não se esperam chuvas volumosas que causem transtornos, embora algumas áreas do sul do Rio Grande do Sul e leste de Santa Catarina possam receber mais de 100 mm. No geral, a chuva deve beneficiar diversas regiões, do norte ao sul do país. O post Regiões da soja devem receber chuvas em breve; expectativa é de avanço no plantio apareceu primeiro em Canal Rural.
Mercado do milho deve ser influenciado por 3 fatores nesta semana

Foto: Leonardo Melo da Rocha/Embrapa Milho e Sorgo A Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec) projetou, na última semana, embarques de milho em ritmo abaixo dos números de 2023. Na mesma linha, as exportações mais lentas estão em linha com os estoques atuais acima dos observados no ano passado. No cenário internacional, a safra norte-americana do cereal segue sem tropeços. Assim, o milho encerrou a semana cotado a US$ 4,25 o bushel (+1,92%) em Chicago, para o contrato com vencimento em dezembro de 2024. Já no Brasil, na B3, recuou 1%, fechando a semana a R$ 68,01 por saca. Agora, o que o produtor pode esperar do mercado para esta semana? A análise da plataforma Grão Direto te conta. O que esperar do mercado de milho Pecuária e demanda de milho: o boi gordo é um dos maiores demandantes de milho, mantendo correlação direta entre os preços da arroba e da saca do cereal. Nas últimas semanas, a arroba registrou valorização de cerca de 30%, contribuindo para a alta nas cotações do milho. Apesar da melhora nas margens do pecuarista não indicar uma explosão imediata de demanda, o cenário abre novas perspectivas para a próxima safra de inverno. A expectativa de uma redução significativa na área plantada para a próxima safrinha começa a pesar na balança entre oferta e demanda do milho. Oferta de milho: com a safra praticamente encerrada e o foco na oferta do próximo ciclo, o atraso no plantio da safra pode comprometer a janela do milho safrinha, olhando para a possível necessidade de replantio. Essa situação deverá causar atrasos em cadeia significativos, em especial pensando em milho safrinha, afastando os produtores da janela ideal de cultivo. Como consequência, é esperada uma redução expressiva na área plantada do cereal, impactando diretamente a oferta de milho no Brasil, o que já está no radar de precificação. Safra norte-americana: a colheita satisfatória deverá continuar pressionando os preços contra altas mais significativas, considerando que na última semana o milho fechou positivo. Esse é o fator de maior influência no curto prazo que se tem no radar do mercado mundial. “Em vista da baixa demanda pelo cereal, olhando para números históricos, o cenário pessimista permanece para o milho. Impactos passíveis de elevar as cotações do grão de forma mais acelerada normalmente são projetados para o próximo ano. Em função disso, podemos ter mais uma semana negativa”, diz a análise da Grão Direto. O post Mercado do milho deve ser influenciado por 3 fatores nesta semana apareceu primeiro em Canal Rural.
Ricardo Nunes e Guilherme Boulos seguem para 2º turno em São Paulo

Fotos: Edson Lopes Jr./Prefeitura de São Paulo e Zeca Ribeiro/Câmara dos Deputados Os candidatos Ricardo Nunes (MDB) e Guilherme Boulos (PSOL) vão disputar o segundo turno das eleições em São Paulo. Nunes teve 29,48% dos votos válidos e Boulos, teve 29,07%. O terceiro colocado, Pablo Marçal (PRTB), alcançou 28,14% dos votos. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Até agora, foram apurados 99,97% das urnas. Ricardo Nunes Assumiu o protagonismo político na cidade de São Paulo ao assumir a cadeira de prefeito após a morte de Bruno Covas (PSDB), que faleceu em 2021, vítima de câncer. O candidato do MDB, antes de ser prefeito, foi vereador entre 2013 e 2020, tendo sido apadrinhado nesta campanha pelo governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) e, de modo mais discreto, pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Empresário, tornou-se bem sucedido no ramo de controle de pragas, com uma empresa especializada no ramo da desinfecção de navios nos portos do país. Foi fundador da Associação Brasileira das Empresas de Tratamento Fitossanitário (Abrafit) e diretor da Associação Empresarial da Região Sul de São Paulo (AESUL). Também foi presidente do Conselho de Desenvolvimento da Região Metropolitana de São Paulo. Como político na Câmara Municipal, se notabilizou ao presidir a comissão parlamentar de inquérito sobre sonegação de impostos, a CPI da Sonegação Tributária. Também ficou conhecido por defender a anistia a templos religiosos e defender pautas conservadoras. É filiado ao MDB desde os 18 anos. Foi alçado a vice de Bruno de Covas quando o adversário, e derrotado, destas eleições José Luiz Datena desistiu do pleito. Nunes tem sua base eleitoral na zona sul, na região do Grajaú. Seu vice é o ex-coronel da reserva da polícia militar e ex-presidente da Ceagesp, Ricardo de Mello Araújo, indicado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro. Com 56 anos, é casado e tem três filhos. Na campanha de 2020 e nesta também teve que defender-se das acusações de ter violência doméstica contra a companheira Regina Carnovale, em 2011. A esposa teria feito um boletim de ocorrência sobre ameaças e injúria. Nunes chegou a alegar que o documento era falso, mas a Secretaria de Segurança Pública confirmou a veracidade do documento. Também esteve envolvido em acusações de favorecimento em contratos da prefeitura a amigos, teve que lidar com denúncias de participação do PCC em contratos de transporte público e de superfaturamento em licitações. Guilherme Boulos Pela segunda vez, Guilherme Boulos, do PSOL, participa de um segundo turno na disputa pela cadeira de prefeito de São Paulo. O atual deputado federal liderou a maioria das pesquisas de sondagem de voto durante toda a campanha, mas sempre com margens apertadas para os demais candidatos, principalmente Ricardo Nunes (MDB) e Pablo Marçal (PRTB). Professor, psicanalista, escritor e ativista dos direitos à moradia, Boulos é a esperança da esquerda retomar o comando da principal cidade do país, considerada estratégica para as próximas eleições presidenciais em 2026. Tem a ex-prefeita de São Paulo, ex-deputada e ex-ministra Marta Suplicy como vice e o apoio do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva. Com 42 anos, o candidato socialista iniciou sua trajetória política como militante do movimento por moradia, sendo um dos principais dirigentes do Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto (MTST). Foi preso em função de seu ativismo, processado várias vezes, mas nunca chegou a ser condenado. Chegou a candidatar-se a presidente do país em 2018 pelo PSOL, numa coligação com o PCB e o movimento indígena. Na época, sua vice foi a atual ministra Sonia Guajajara, atual ministra dos Povos Indígenas. A chapa teve 617.122 votos, ficando em no modesto décimo lugar no primeiro turno. Em 2020 chegou a disputar o segundo turno das eleições, mas foi derrotado pelo então prefeito Bruno Covas, que faleceu em 2021. À época, o vice Ricardo Nunes assumiu o comando da prefeitura da capital. Em 2022, o candidato do PSOL foi o primeiro mais votado em São Paulo e segundo mais votado do país na disputa por uma cadeira na Câmara dos Deputados, com cerca de 1.001.453 votos. Na véspera da eleição denunciou a publicação de um falso laudo médico por parte da campanha de Pablo Marçal, acusando-o de depressão pelo uso de drogas. Por causa disso, Marçal teve suas redes sociais suspensas pelo Tribunal Regional Eleitoral. Casado com Natalia Szermeta, tem duas filhas. É filho de um casal de médicos e neto de libaneses. O post Ricardo Nunes e Guilherme Boulos seguem para 2º turno em São Paulo apareceu primeiro em Canal Rural.
Primeiro turno teve 515 prisões por crimes eleitorais

Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil O primeiro turno das eleições municipais, realizado neste domingo (6), teve 2.618 crimes eleitorais e 515 prisões, segundo balanço parcial do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) gerado às 19h30. O balanço final está previsto para a manhã desta segunda-feira (7). Entre as mais de 500 prisões contabilizadas até agora, 22 foram de candidatos flagrados cometendo crimes. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! As ocorrências de boca de urna foram maior parte dos crimes eleitorais, com 1.057 flagrantes. O crime de compra de votos/corrupção eleitoral foi o segundo mais cometido, com um total de 423 ocorrências. O balanço informa ainda os registros de propaganda eleitoral irregular, 309; de violação ou de tentativa de violação do sigilo de voto, 203; e de desobediência a ordens da Justiça Eleitoral, 64. Os agentes de fiscalização apreenderam mais de R$ 520 mil nas ocorrências. Outras apreensões foram 47 veículos em uso para transporte irregular de eleitores e 28 armas de fogo em posse dos abordados. Os dados são enviados ao Ministério da Justiça e Segurança Pública pelas secretarias de segurança pública estaduais e pelas equipes da Polícia Federal, da Polícia Rodoviária Federal e da Força Nacional de Segurança Pública que atuam nos estados. O post Primeiro turno teve 515 prisões por crimes eleitorais apareceu primeiro em Canal Rural.
Topázio Neto (PSD) é eleito prefeito de Florianópolis

Foto: Prefeitura de Florianópolis O candidato Topázio Neto (PSD) venceu a disputa para a prefeitura da Florianópolis, com 58,49% dos votos válidos. Marquito (PSOL) ficou em segundo lugar na disputa pela prefeitura da capital de Santa Catarina, com 22,23% dos votos válidos. Foram apuradas100% das urnas. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Topázio Silveira Neto (PSD) nasceu em Florianópolis, é casado, tem 62 anos, é empresário e formado em administração de empresas. Esta foi a primeira eleição que ele disputou como cabeça de chapa. Em 2020, à época filiado ao Republicanos, ele foi candidato a vice de Gean Loureiro. Topázio só assumiu a prefeitura em 31 de março de 2022 quando Gean Loureiro, que estava no segundo mandato, renunciou para se habilitar a disputar a eleição para governador de Santa Catarina. Loureiro terminou na quarta posição. O prefeito reeleito neste domingo (6) fez carreira como empresário no segmento de gestão de relacionamentos desde 1998. Foi sócio e executivo de empresas nacionais e multinacionais, chegando a presidir a Associação Brasileira de Telesserviço, desde quando era chamada Associação Brasileira de Telemarketing. O post Topázio Neto (PSD) é eleito prefeito de Florianópolis apareceu primeiro em Canal Rural.
Mais de R$ 20 milhões em espécie são apreendidos pela PF no 1º turno das eleições

Foto: USP A presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministra Cármen Lúcia, disse neste domingo (6) que considera preocupante as apreensões de dinheiro em espécie realizadas pela Policia Federal (PF) durante a campanha eleitoral. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! De acordo com a PF, cerca de R$ 21 milhões em espécie foram apreendidos em todo o país durante o primeiro turno. Ao visitar o Centro de Divulgação das Eleições no início desta noite, a ministra foi perguntada sobre o assunto e afirmou que a Justiça Eleitoral vai trabalhar com a PF e o Ministério Público para investigar as apreensões, que são oriundas de suspeitas de compra de votos. “Isso [apreensão] é preocupante para todo mundo, mas nós não tínhamos antes desta eleição dados concretos sobre dinheiro. Então, daqui para a frente, vamos trabalhar para ter dados”, afirmou. Apuração dos votos A apuração dos votos é acompanhada no TSE pelos ministros do tribunal e do Supremo Tribunal Federal (STF), que estão reunidos na sala da presidência da Corte. O presidente do STF, ministro Luis Roberto Barroso, também acompanha a totalização. Para o ministro, as eleições ocorreram neste domingo sem sobressaltos. “Felizmente, não tem nada de extraordinário acontecendo. As pessoas estão votando e nós estaremos divulgando o resultado poucas horas depois das eleições, consagrando esse sistema de votação que nós temos, provavelmente, o melhor do mundo”, afirmou. Mais de 155 milhões de eleitores estavam aptos a votar em 5.569 municípios neste primeiro turno. O segundo turno da disputa poderá ser realizado em 27 de outubro em 103 municípios com mais de 200 mil eleitores, nos quais nenhum dos candidatos à prefeitura atinja mais da metade dos votos válidos, excluídos os brancos e nulos, no primeiro turno. O post Mais de R$ 20 milhões em espécie são apreendidos pela PF no 1º turno das eleições apareceu primeiro em Canal Rural.
Belo Horizonte terá segundo turno com Bruno Engler e Fuad Noman

Fotos: PRTB e Prefeitura de Belo Horizonte Os candidatos Bruno Engler (PL) e Fuad Noman (PSD) vão disputar o segundo turno das eleições em Belo Horizonte. Engler teve 34,42% dos votos válidos e Noman, teve 26,45%. Até agora, foram apurados 93,83% das urnas. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Bruno Engler concorre pela segunda vez à prefeitura da capital mineira. Tem 27 anos e exerce o segundo mandato como deputado estadual por Minas Gerais em 2022. Cursou direito, mas não concluiu o curso. Ajudou a fundar o movimento Direita Minas e se autodeclara católico. É o candidato mais jovem a disputar a prefeitura de Belo Horizonte. Fuad Noman tem 77 anos, é escritor, economista e foi servidor público de carreira do Banco Central. Assumiu a prefeitura de BH após a renúncia de Alexandre Kalil, que concorreu ao governo de Minas Gerais.Fez parte do governo Fernando Henrique Cardoso como secretário-executivo da Casa Civil e do governo de Minas Gerais como secretário de Fazenda e de Transporte. Na prefeitura de BH chegou a comandar a Secretaria Municipal de Fazenda. O post Belo Horizonte terá segundo turno com Bruno Engler e Fuad Noman apareceu primeiro em Canal Rural.
Em Porto Alegre, Sebastião Melo e Maria do Rosário vão para o 2º turno

Foto: César Lopes/PMPA e Renato Araújo/ Câmara dos Deputados A eleição em Porto Alegre terá segundo turno entre Sebastião Melo (MDB) e Maria do Rosário (PT). Com 99,74% das urnas apuradas, Sebastião Melo fez 49,72% dos votos e Maria do Rosário, 26,27%. Em terceiro lugar, a candidata do PDT, Juliana Brizola, chegou a 19,69%. O candidato Sebastião Melo concorre à reeleição para a prefeitura da capital do Rio Grande do Sul. Melo já foi vice-prefeito da capital gaúcha de 2013 a 2016, durante a gestão de José Fortunati. Em 2018, foi eleito deputado estadual no Rio Grande do Sul. Em 2020, foi eleito prefeito de Porto Alegre. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! A petista Maria do Rosário é deputada federal pelo Rio Grande do Sul, reconhecida pela atuação em defesa dos direitos humanos. Foi ministra da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, entre 1º de janeiro de 2011 a 1º de abril de 2014. A vice da chapa é Tamyres Filgueira (Psol). O post Em Porto Alegre, Sebastião Melo e Maria do Rosário vão para o 2º turno apareceu primeiro em Canal Rural.