Fragilidade da Índia abre mercado para arroz brasileiro no Sudeste Asiático

Foto: Sebastião José de Araújo/Embrapa Arroz e Feijão Em missão no Sudeste Asiático, a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex Brasil) já mapeou cerca de 2.700 novas oportunidades de negócios para a indústria e o agronegócio nacional, incluindo o arroz, um produto que o país não tem tradição exportadora. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Ao mesmo tempo, os adidos agrícolas que atuam no estreitamento do país com a Associação de Nações do Sudeste Asiático (Asean) procuram maneiras de transpor barreiras para a comercialização de commodities agropecuárias para determinados países, como: Gado vivo e gelatina bovina para a Malásia Carne bovina para o Vietnã Carne suína para a Indonésia Bovinos vivos para o Camboja Amendoim para as Filipinas Arroz brasileiro para a Ásia O gerente de Agronegócio da Apex Brasil, Laudemir Müller, conta que as conversas com a Asean identificaram que a China e o Vietnã, maiores compradores de arroz do mundo, precisaram procurar o cereal fora da Índia, nação onde têm o costume de adquiri-lo, porque a produção do país tem sido prejudicada pelos efeitos das mudanças climáticas. “O Sudeste Asiático é uma região que precisa do Brasil e do agronegócio brasileiro. […] alguns anos atrás, não imaginávamos que poderíamos ser um player importante neste mercado. E o Brasil passa a ser procurado e temos condição de atender, mas, é claro, são variedades diferentes. Temos condição de em dois ou três anos produzir essas variedades e abastecer esse mercado”. Müller lembra que o consumo interno brasileiro de arroz gira em torno de 10 a 11 milhões de toneladas e, na atual safra, o país tem o potencial de produzir cerca de 13 milhões de toneladas, deixando-o apto a ser um fornecedor internacional. O post Fragilidade da Índia abre mercado para arroz brasileiro no Sudeste Asiático apareceu primeiro em Canal Rural.
Bovinos: ferramenta genômica vai reunir três raças leiteiras

Foto: José Renato Chiari/Embrapa Inédita no mundo, uma ferramenta genômica de avaliação multirracial envolvendo duas raças bovinas (holandesa e gir) e a raça sintética girolando começa a ser desenvolvida. O trabalho é conduzido por meio de parceria entre a Associação Brasileira dos Criadores de gir leiteiro (Abcgil), a Associação Brasileira dos Criadores de Girolando (Girolando) e a Associação Brasileira de Criadores de Bovinos da Raça Holandesa (Abcbrh) e a Embrapa Gado de Leite (MG). As instituições acabam de lançar edital público para atrair empresas privadas, que atuem no mercado de genética, visando esse objetivo. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! A ideia inicial é avaliar as características de produção de leite em até 305 dias e a idade ao primeiro parto. O grande desafio, segundo o pesquisador da Embrapa, João Cláudio Panetto, tem sido conectar a imensa base de dados dos programas de melhoramento. A raça holandesa por exemplo, a mais difundida no mundo, possui no Brasil acima de dois milhões de bovinos registrados. Já o programa de melhoramento do gir leiteiro tem cerca de quatro décadas de registros de dados. O cruzamento das duas raças deu origem à raça sintética girolando, cujo programa de melhoramento foi iniciado em 1997 e, da mesma forma, produziu centenas de milhares de dados. O pesquisador da Embrapa, Claudio Napolis Costa, destaca que, na atual etapa de desenvolvimento, o trabalho buscará identificar a melhor estratégia para incorporar os dados com os programas de melhoramento em curso. Ainda assim, a expectativa é de uma entrega rápida. Estima-se concluir os trabalhos em apenas dois anos, com a ferramenta de análise genômica disponível comercialmente aos produtores em 2026. A expectativa é que o produtor identifique quais são os melhores touros gir leiteiro para o cruzamento com vacas Holandesas, e vice-versa, visando obter o melhor girolando. Em outras palavras, esse tipo de melhoramento genético multirracial irá oferecer ao produtor informações mais precisas para a composição de um rebanho com alto potencial de ganho econômico. Melhoramento genético tem aumentado a produção de leite Os programas de melhoramento genético, distintos para cada raça, existem há quase quatro décadas e têm permitido identificar animais de elevado potencial para diversas características de importância zootécnica e econômica. Os resultados estão cada vez mais incorporados aos sistemas de produção, impactando, por exemplo, no volume de leite. Na raça girolando, por exemplo, nas últimas duas décadas, somente o fator genético foi responsável por um incremento de 28% na produção. Ou seja, a cada 15 litros de leite, mais de quatro têm relação direta com a elevação do mérito genético das vacas. Já no gir leiteiro, no mesmo período, o incremento de produção devido ao melhoramento genético foi de 31%. O chefe-geral da Embrapa Gado de Leite, Denis Teixeira da Rocha, comemorou o trabalho conjunto com as associações. “As parcerias entre instituições públicas e privadas, a exemplo de associações de criadores, centrais de inseminação, produtores de leite e Embrapa, têm colaborado muito com os avanços do setor, tornando o Brasil um dos maiores produtores de leite no mundo”, afirma. Em 2023, o país produziu 35,4 bilhões de litros de leite com um rebanho de 15,7 milhões de vacas ordenhadas, número semelhante ao existente no início da década de 1980, quando o Brasil produzia apenas 11,2 bilhões de litros, menos de um terço do volume atual. A percepção dos ganhos promovidos pelas parcerias é atestada pelas associações de criadores. Para o presidente da Abcgil, Evandro Guimarães, “o gir leiteiro evoluiu muito nas últimas décadas, em parte graças ao melhoramento genético impulsionado pelo Programa Nacional de Melhoramento do Gir Leiteiro (Pnmgl). A média de produção leiteira da raça mais que dobrou em quase 40 anos de Pnmgl”. O presidente da Girolando, Domício Arruda, destaca que “somente na última década, as vacas girolando aumentaram a produção de leite em torno de 35%, mostrando na prática o resultado de um programa de melhoramento genético bem executado”. O presidente, presidente da Abcbrh, Armando Rabbers, conta que os bons resultados estão relacionados à aplicação das ferramentas mais modernas para seleção de touros e vacas. “O emprego de tecnologias e programas avançados, como análise genômica, sistemas de acasalamento e inteligência artificial, tem sido uma prática comum, contribuindo para o aprimoramento contínuo dos processos de produção”, relata Rabbers. Foto: José Renato Chiari/Embrapa Desenvolvimento não interfere nos programas de cada raça Os pesquisadores frisam que esse trabalho não implica qualquer interferência no programa de melhoramento genético de cada raça. O que se pretende é gerar novas informações a partir de uma análise única de dados dos três programas, contemplando aspectos genômicos (do DNA dos animais), características que são expressas (chamadas de fenótipos), como produção leiteira, e pedigree, para obter a classificação dos touros de acordo com a composição racial das progênies que se quer obter. “A avaliação genômica multirracial é um avanço possibilitado pelo conhecimento e pela experiência acumulados nos programas de seleção dessas raças leiteiras,” declara Claudio Napolis. A nova abordagem permitirá a ampliação da base genética dos rebanhos, ajudando a mitigar a endogamia e o risco de defeitos genéticos. “Ao reunir dados de múltiplas raças, as avaliações genômicas podem melhorar a precisão dos valores genéticos estimados (EBVs, na sigla em inglês) para várias características. Isto é particularmente benéfico para características com baixa herdabilidade ou dados limitados em raças individuais, conforme já demonstrado por resultados preliminares obtidos pela nossa equipe”, explica o pesquisador da Embrapa, Marcos Vinícius da Silva. De acordo com Panetto, a questão que poderá ser respondida a partir da pesquisa em relação ao cruzamento das raças é se os animais utilizados para se obter um produto de raça pura são também os melhores para se obter um animal cruzado. Ele explica que, entre outras vantagens, as avaliações genômicas multirraciais apoiarão o desenvolvimento e a implementação de programas estratégicos de cruzamento. “As combinações de raças podem ser adaptadas para otimizar o vigor híbrido, a produção de leite, a fertilidade e outras características economicamente importantes, levando ao melhor desempenho geral do rebanho”, detalha Panetto. Foco na
Fiscalização apreende toneladas de fertilizantes ‘batizados’ com defensivos

Foto: Polícia Civil de Mato Grosso O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) informou ter realizado em outubro quatro operações com o Ibama para fiscalizar defensivos agrícolas proibidos e irregulares no Brasil. Segundo a pasta, as apreensões das forças-tarefa resultaram na aplicação de multas de R$ 9,405 milhões. As empresas, cujos nomes não foram informados, responderão processos judiciais. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: Siga o Canal Rural no WhatsApp! A primeira operação resultou no embargo da fabricação de três produtos e apreensão de 124 toneladas desses agroquímicos que estavam sendo produzidos com matérias-primas de uso proibido no Brasil. “Neste caso, tratavam de substâncias químicas de alta toxicidade, bioacumulação e persistência no ar, água e solo, e que se acumulam nas células de gordura, sendo toxicologicamente preocupantes para a saúde humana e ao meio ambiente, proibidos pela Convenção de Estocolmo”, disse a pasta em nota. Fertilizantes batizados com defensivos Outras duas forças-tarefa foram realizadas para controle de qualidade dos defensivos agrícolas importados. Foram suspensas as atividades de importação e formulação de 36 produtos e a apreensão de 235 toneladas de agroquímicos de duas empresas por não realizarem o controle de qualidade dos importados. A quarta operação envolveu a Receita Federal de Viracopos e foi deflagrada com a Polícia Federal de Campinas, São Paulo, que resultou na apreensão de 12,2 toneladas contrabandeadas, além de fertilizantes batizados com defensivos. A empresa produtora de fertilizantes tinha registro dos produtos junto ao Ministério. Ao fiscalizar o estoque, foram encontrados os produtos proibidos. Os resultados apresentaram a presença de químicos vetados pela legislação em pelo menos dois dos fertilizantes e dois adjuvantes produzidos pela empresa. Além desse teste, foram coletadas amostras que serão analisadas pelo Laboratório Federal de Defesa Agropecuária (LFDA-SP) de Campinas, para confirmar o uso dos produtos proibidos na fabricação de fertilizantes e adjuvantes. O post Fiscalização apreende toneladas de fertilizantes ‘batizados’ com defensivos apareceu primeiro em Canal Rural.
Dia de Finados é marcado por pancadas rápidas de chuva; veja previsão para todo o país

Foto: Freepik Pancadas de chuva em grande parte do país, mas de forma mais ocasional: veja a previsão do tempo para este feriado de Finados nas cinco regiões: Sul A maior parte da Região Sul do país se mantém sem previsão de chuva. Este sábado terá bastante sol, mas com condição de pancadas de chuva mais isoladas no leste e norte de Santa Catarina, leste e litoral do Paraná, bem como no oeste e sul do Rio Grande do Sul. Em todas essas áreas, não são esperados grandes volumes. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Sudeste O tempo continua mais instável no norte e noroeste de São Paulo, no centro-norte, sul, leste e Triângulo de Minas Gerais, no norte do Rio de Janeiro e no Espírito Santo. A chuva pode acontecer a qualquer momento do dia com forte intensidade e risco de alguns temporais. O sol aparece mais nas capitais fluminense e paulista, com chuva à tarde de maneira mais irregular. Centro-Oeste O tempo continua bem instável em todo o Centro-Oeste. O dia ainda pode começar com mais aberturas de sol no leste e nordeste de Mato Grosso do Sul, em áreas do sul de Mato Grosso e do leste e norte de Goiás, incluindo a região do Distrito Federal. Condição de chuva forte e temporais localizados na maior parte da Região. Tempo mais nublado no oeste sul-matogrossense e norte mato-grossense Nordeste A chuva aumenta no oeste e sul da Bahia, podendo acontecer com força em Porto Seguro e Ilhéus. Chove em forma de pancadas mais irregulares no sul do Maranhão e do Piauí. Umidade que vem do mar favorecendo um pouco de chuva sobre o litoral de Alagoas, Pernambuco e Paraíba, mas sem alertas. Tempo firme no interior do Ceará, centro-leste do Piauí e no Rio Grande do Norte. Norte O tempo continua instável com pancadas fortes de chuva no Acre, em Rondônia e no Amazonas. A precipitação continua se espalhando mais sobre o sul do Pará e o sul de Tocantins, podendo acontecer com força. Risco alto de temporais em Palmas, Rio Branco e Manaus. Pancadas mais isoladas em Belém e Macapá. O post Dia de Finados é marcado por pancadas rápidas de chuva; veja previsão para todo o país apareceu primeiro em Canal Rural.
Dólar sobe para R$ 5,87 e fecha no maior nível em quatro anos

Foto: Pixabay Em mais um dia de turbulência no mercado doméstico e no externo, o dólar aproximou-se de R$ 5,90 e fechou no maior nível desde o início da pandemia de Covid-19. A bolsa de valores caiu pela quarta vez consecutiva e ficou abaixo de 130 mil pontos. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: Siga o Canal Rural no WhatsApp! O dólar comercial encerrou esta sexta-feira (1º) vendido a R$ 5,87, com alta de R$ 0,106 (+1,53%). A cotação iniciou o dia em baixa, caindo para R$ 5,76 pouco antes das 10h, mas disparou após a abertura do mercado norte-americano, até fechar próxima da máxima do dia. A moeda norte-americana está no maior nível desde 13 de maio de 2020, quando tinha fechado em R$ 5,90. Com o desempenho de hoje, o dólar acumula alta de 6,13% desde o fim de setembro. Em 2024, a divisa sobe 20,95%. Mercado de ações O dia também foi turbulento no mercado de ações. O índice Ibovespa, da B3, fechou aos 128.121 pontos, com recuo de 1,23%. O indicador está no menor patamar desde 7 de agosto. Tanto fatores domésticos como internacionais contribuíram para o mal-estar do mercado nesta sexta-feira. No cenário doméstico, o dólar e a bolsa foram pressionados pela viagem do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, à Europa na próxima semana, o que adiará o pacote de revisão de gastos obrigatórios. Os investidores consideram urgente o envio das medidas ao Congresso. No mercado externo, o dia começou com alívio, após a divulgação de que a economia norte-americana criou apenas 12 mil empregos no mês passado, abaixo da previsão de 100 mil postos. Em tese, economistas apontam que sso estimularia uma redução maior de juros nos Estados Unidos, mas a queda nas vagas deveu-se a greves nos portos e a dois furacões que atingiram o país em outubro, sem relação com o aquecimento econômico norte-americano. Corte de juros O desempenho do mercado de trabalho norte-americano manteve as chances de o Federal Reserve (Fed, Banco Central norte-americano) cortar os juros em apenas 0,25 ponto na próxima semana. Além disso, as tensões eleitorais nos Estados Unidos voltaram a pressionar o mercado financeiro em todo o planeta. Além do real, o dólar subiu perante os pesos chileno, mexicano e colombiano. No caso do México, a moeda norte-americana atingiu o maior valor desde 2022. O post Dólar sobe para R$ 5,87 e fecha no maior nível em quatro anos apareceu primeiro em Canal Rural.
Confira como os preços da arroba do boi iniciaram o mês de novembro

Fotos: Mairinco de Pauda/Semadesc O mercado físico do boi gordo volta a se deparar com alta em seus preços. No entanto, durante esta sexta-feira (1), o movimento aconteceu de maneira bastante comedida, de acordo com a consultoria Safras & Mercado. Isso porque algumas indústrias estiveram ausentes da compra de gado, avaliando as melhores estratégias para aquisição de boiadas no curto prazo. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! “As escalas de abate no geral permanecem apertadas, ainda na pior posição da atual temporada. As exportações agressivas também são uma variável importante a ser considerada, já absorvendo em torno de 40% da produção brasileira de carne bovina”, disse o analista da empresa Fernando Henrique Iglesias. Média da arroba do boi no país São Paulo: R$ 321,25 Goiás: R$ 316,43 Minas Gerais: R$ 318,53 Mato Grosso do Sul: R$ 318,07 Mato Grosso: R$ 308,31 Mercado atacadista Foto: CNA O mercado atacadista ainda se depara com preços firmes. O ambiente de negócios volta a sugerir pela alta dos preços no curto prazo, em linha com a entrada dos salários na economia, motivando a reposição entre atacado e varejo. “Importante mencionar que a carne bovina tende a perder ainda mais competitividade na comparação com as proteínas concorrentes, em especial com a carne de frango”, assinalou Iglesias. O quarto traseiro do boi ainda é precificado a R$ 23,40 por quilo. O quarto dianteiro segue cotado a R$ 18,25 por quilo. A ponta de agulha segue no patamar de R$ 17,50, por quilo. Câmbio O dólar comercial encerrou em alta de 1,52%, sendo negociado a R$ 5,8697 para venda e a R$ 5,8678 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,7625 e a máxima de R$ 5,8738. Na semana, a divisa subiu 2,88%. O post Confira como os preços da arroba do boi iniciaram o mês de novembro apareceu primeiro em Canal Rural.
Governo de SP incentiva o cultivo de café canéfora

O governo de São Paulo lançou nessa quinta-feira (31) o Programa Estadual de Incentivo ao Cultivo de Coffea Canephora. A iniciativa, que pretende revitalizar a cafeicultura na região centro-oeste, oeste e noroeste do estado, “oferece alternativas para produtores rurais e amplia a competitividade do setor”, disse a Secretaria de Agricultura em nota. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! São Paulo é um dos principais estados produtores do café arábica. O programa tem como meta aumentar a produção estadual, incentivando o cultivo de canéfora (robusta ou conilon), um tipo diferente de grão, para atender à crescente demanda do mercado doméstico e internacional, fomentando a inovação, sustentabilidade ambiental e econômica da cafeicultura. Maiores produtores de café canéfora O canéfora representa cerca de 40% da produção mundial de café, conforme a Secretaria. Os maiores produtores são Vietnã, seguido de países como Brasil, Indonésia, Índia e Uganda. A medida é uma parceria da Secretaria de Agricultura e Abastecimento com a Câmara Setorial do Café, com a Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (Apta), a Coordenadoria de Assistência Técnica Integral (Cati) e a Fundação Instituto de Terras do Estado de São Paulo (Itesp), além do apoio do setor privado especialmente aqueles colegiados na Câmara Setorial do Café. Salários dos pesquisadores Na ocasião, a Associação dos Pesquisadores Científicos do Estado de São Paulo (APqC) reivindicou valorização da pesquisa pública em carta aberta à Secretaria de Agricultura e Abastecimento. O documento foi entregue ao secretário Guilherme Piai. O estado de São Paulo tem, atualmente, 16 Institutos Públicos de Pesquisa nas áreas de Agricultura, Saúde e Meio Ambiente. Apesar de ser o estado mais rico da nação, paga os piores salários para pesquisadores, segundo a APqC. “Vivenciamos uma diferença salarial gritante com carreiras similares federais como a Embrapa e a Fiocruz, além de termos tido uma perda salarial de 54,19% nos últimos 11 anos. Ainda, dentro da carreira, existem pesquisadores (16%) que obtiveram êxito judicial e recebem o dobro salarial de um pesquisador que não obteve a mesma decisão, apesar de desenvolverem as mesmas funções”, diz a carta. O post Governo de SP incentiva o cultivo de café canéfora apareceu primeiro em Canal Rural.
Confira como ficou o mercado da soja no Brasil; preços mostram firmeza

Foto: Pixabay Os preços da soja mostraram firmeza nesta sexta-feira (1º) no mercado brasileiro. Negócios envolvendo o produto disponível e a safra nova foram registrados, com bons volumes movimentados no Paraná. Em outras regiões, o dia foi mais lento. Além disso, a Bolsa de Chicago apresentou volatilidade, mas com algumas variações positivas. O dólar forte trouxe um bom suporte ao mercado. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Grão no Brasil: Passo Fundo (RS): R$ 136,00 por saca de 60 quilos Região das Missões (RS): R$ 135,00 por saca Porto de Rio Grande (RS): aumentou de R$ 145,00 para R$ 145,50 por saca Cascavel (PR): R$ 140,00 por saca Porto de Paranaguá (PR): aumentou de R$ 145,00 para R$ 146,50 por saca Rondonópolis (MT): R$ 150,00 por saca Dourados (MS): R$ 140,00 por saca Rio Verde (GO): aumentou de R$ 136,00 para R$ 137,00 por saca Chicago Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a sexta-feira com preços mais baixos para o grão, acentuadamente mais baixos para o farelo e fortemente mais altos para o óleo. Na semana, a posição janeiro/25 do grão acumulou queda de 0,38%. O mercado, que vinha sendo sustentado pela forte demanda pela soja norte-americana, perdeu força e reverteu para o território negativo. O final da sessão foi bastante volátil, influenciado pela previsão de clima benéfico ao plantio e ao desenvolvimento das lavouras no Brasil. A força do dólar frente a outras moedas também pressionou as cotações. Os exportadores privados norte-americanos reportaram ao Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) a venda de 198.000 toneladas de soja para destinos não revelados, 132.000 toneladas para a China e 30 mil toneladas de óleo de soja para a Índia. Todos os volumes serão entregues na temporada 2024/25. Contratos futuros da soja Os contratos da soja em grão com entrega em janeiro de 2025 fecharam com baixa de 0,75 centavo ou 0,07%, a US$ 9,93 3/4 por bushel. A posição março/25 teve cotação de US$ 10,08 1/4 por bushel, com recuo de 1,25 centavo ou 0,12%. Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou com baixa de US$ 4,20 ou 1,4%, a US$ 295,30 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 46,30 centavos de dólar, com ganho de 1,16 centavo ou 2,56%. Câmbio O dólar comercial encerrou em alta de 1,52%, sendo negociado a R$ 5,8697 para venda e a R$ 5,8678 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,7625 e a máxima de R$ 5,8738. Na semana, a divisa subiu 2,88%. As informações são da Safras & Mercado. O post Confira como ficou o mercado da soja no Brasil; preços mostram firmeza apareceu primeiro em Canal Rural.
Três fazendas do Pará têm Cadastros Ambientais Rurais cancelados em definitivo

Foto: Kamikia Kisedje/ISA Em uma medida para garantir a integridade do novo projeto de concessão para recuperação florestal, o Governo do Estado do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semas), cancelou Cadastros Ambientais Rurais (CAR) sobrepostos ao Projeto de Unidade de Recuperação Triunfo do Xingu. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: Siga o Canal Rural no WhatsApp! A decisão inclui as fazendas Canto Verde, Lacerda e Recreio, situadas nos municípios de Altamira e São Félix do Xingu, no sudoeste e sudeste do estado. Retomada de área A medida surge após uma análise das intervenções em terras públicas dentro das Áreas de Proteção Ambiental (APA), que culminaram em decisão judicial de retomada da área pelo governo estadual. Entre as recomendações legais foi determinado o cancelamento do CAR dessas fazendas, com base em registros de desmatamento e falta de conformidade dos proprietários com a legislação ambiental. Os documentos da Semas apontam que os registros ambientais da Fazenda Recreio e da Fazenda Lacerda, suspensos desde julho de 2023, foram cancelados definitivamente. Esses cadastros, de acordo com dados do sistema de monitoramento Prodes/Inpe, apresentaram desmatamento superior a 50 hectares entre 2018 e 2022, impactando negativamente a área de proteção. Notificadas desde 2020 e 2022, os responsáveis pelos cadastros não responderam às exigências ambientais, levando à medida administrativa mais severa. Cancelamento do CAR A Fazenda Canto Verde, que permanecia com o CAR ativo e validado desde 2022, também teve seu cadastro cancelado em consonância ao art. 51 da IN n° 02/2014, que define que o cancelamento do CAR pode ocorrer desde que motivado por decisão judicial ou decisão administrativa do órgão competente devidamente justificada. Segundo o secretário de Estado de Meio Ambiente e Sustentabilidade do Pará, Raul Protázio Romão, as ações visam combater o avanço do desmatamento e garantir que áreas protegidas como a APA Triunfo do Xingu permaneçam preservadas. “O governo estadual reforçou seu compromisso de manter a Amazônia preservada e ressaltou que não tolerará abusos em áreas de proteção, especialmente diante de um cenário de crescente pressão sobre a floresta amazônica”, afirmou. O secretário afirma que tudo isso faz parte de uma estratégia mais ampla de controle e fiscalização ambiental. “Estamos trabalhando para assegurar que cada área no Pará seja utilizada de forma sustentável. As florestas e as áreas de preservação são ativos importantes, e a gestão ambiental responsável é uma prioridade nossa”, completa. As informações partem da Agência Especial de Comunicação Social (Ascom) do Governo do Pará Saiba em primeira mão informações sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo. Siga o Canal Rural no Google News. O post Três fazendas do Pará têm Cadastros Ambientais Rurais cancelados em definitivo apareceu primeiro em Canal Rural.
Temporais são previstos para áreas produtoras da soja no Brasil; onde a precipitação aparece?

Foto: Freepik A previsão do tempo para as áreas produtoras da soja no Brasil indica um final de semana com temporais, principalmente na região Sul. No entanto, boas notícias surgem para os produtores em Balsas, no Maranhão. Nos próximos dez dias, o tempo deve se firmar, com um bom volume de chuvas entre os dias 13 e 15 de novembro, com cerca de 40 milímetros, o que viabiliza o início da semeadura da safra 2024/25. Após as chuvas, a expectativa é que a umidade retorne gradualmente à região. Nos próximos dias, as chuvas se concentrarão no Centro-Sul, com bons volumes em Mato Grosso do Sul, norte do Paraná e interior de São Paulo. No entanto, a situação permanece complicada para o Matopiba e o norte de Minas Gerais. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Frente fria se aproxima Uma frente fria se aproxima na próxima semana, trazendo a expectativa de grandes volumes de chuva para o Matopiba e o norte de Minas Gerais, superando os 50 milímetros em algumas áreas. Nas regiões do centro-norte de Minas, a previsão é de que esses volumes cheguem a 100 milímetros, contribuindo para a semeadura da safra 2024/25. Na virada da primeira quinzena de novembro, a chuva deve se espalhar pelo Matopiba, favorecendo o início da nova safra. No Pará, na região de Santarém, as previsões também indicam volumes de até 100 milímetros, com ajuda para os produtores na reposição hídrica do solo. Embora a próxima semana se apresente mais seca no Centro-Oeste e na região Sudeste, ainda haverá boa umidade no solo. Isso proporciona uma janela favorável para que os produtores avancem com os trabalhos em campo. O post Temporais são previstos para áreas produtoras da soja no Brasil; onde a precipitação aparece? apareceu primeiro em Canal Rural.