Contribuição do MEI vai aumentar a partir de janeiro de 2025

Foto: Reprodução -Agência de Notícias do Sebrae Por Agência de Notícias do Sebrae O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou nesta segunda-feira (30) o aumento do salário-mínimo de R$ 1.412 para R$ 1.518. Com a mudança – um ganho de 7,5% acima da inflação –, alguns benefícios sociais e cobranças também são reajustados. Entre eles, está o valor do recolhimento mensal dos Microempreendedores Individuais (MEI), que tem uma contribuição fixa mensal, independentemente do faturamento, desde que esteja dentro do limite anual de faturamento de R$ 81 mil. O novo valor do Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS-MEI) em 2025 será a partir de R$ 75,90 e pode ir até R$ 81,90, a depender da atividade exercida. Isso ocorre porque no DAS-MEI está incluso o valor referente à contribuição para o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Esse custo representa 5% do salário-mínimo para MEI mais R$ 1 para quem exerce atividades sujeitas ao pagamento de ICMS e R$ 5 para quem exerce atividades sujeitas ao ISSQN. Já para o MEI Caminhoneiro, o valor do DAS mensal será entre R$ 182,16 e R$ 188,16, de acordo com o tipo de produto transportado e local para onde é destinado. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Novas regras de reajuste O aumento do salário-mínimo entra em vigor a partir de 1º de janeiro. O reajuste considera a inflação acumulada até novembro do ano anterior e o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de dois anos antes. O Sebrae oferece uma ferramenta gratuita de emissão do DAS-MEI no site da instituição ou via aplicativo. O pagamento do DAS-MEI é obrigatório e ocorre todo dia 20 de cada mês, mesmo que o microempreendedor individual não esteja em atividade. Nessa guia de pagamento são recolhidos os impostos de ICMS e ISS, além da contribuição ao INSS. O Simples Nacional isenta o MEI de várias taxas, como o Imposto de Renda de Pessoa Jurídica (IRPJ), a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL), e a contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins). Por meio da contribuição obrigatória, o microempreendedor individual tem direito a vários benefícios previdenciários, como aposentadoria por invalidez, auxílio-doença, salário-maternidade, pensão por morte, aposentadoria por idade e auxílio-reclusão para seus familiares. O cálculo dos benefícios é efetuado com base nas contribuições realizadas pelo segurado, cumprindo o prazo de carência mínima de cada benefício previdenciário. O post Contribuição do MEI vai aumentar a partir de janeiro de 2025 apareceu primeiro em Canal Rural.

Como ‘entrar com o pé direito’ na lavoura de soja?

Foto: Agência de Notícias do Paraná A safra de soja 2024/2025 no Brasil promete resultados positivos, com projeções de produção acima de 172 milhões de toneladas, um crescimento de mais de 16 milhões em relação ao ciclo anterior. Esse aumento reflete boas condições climáticas e manejo eficiente nas principais regiões produtoras. No entanto, garantir alta produtividade requer atenção ao controle de doenças e pragas, especialmente com o aumento da umidade esperado no final do ano. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Controle da soja O controle preventivo de doenças, como as fúngicas, é indispensável. Aplicar fungicidas de forma preventiva, antes que as doenças se instalem, é mais eficiente e econômico. As primeiras aplicações devem ocorrer quando as entrelinhas da soja seguem visíveis, garantindo que o produto alcance as folhas mais baixas. Com o avanço do ciclo, novas aplicações são necessárias para proteger as folhas novas. Além disso, as pragas representam outro desafio, principalmente em regiões com cultivo intensivo, como a Bahia, onde a disponibilidade constante de alimentos favorece sua proliferação. A ferrugem asiática, já detectada em algumas áreas, reforça a importância de monitorar não apenas a lavoura, mas também as condições climáticas, que podem acelerar a disseminação de doenças. Para um manejo eficiente, é essencial planejar as atividades considerando o clima da região, monitorar regularmente a lavoura para identificar sinais iniciais de problemas, utilizar tecnologias avançadas e produtos de qualidade e buscar capacitação em boas práticas agrícola. Confira a matéria completa aqui. O post Como ‘entrar com o pé direito’ na lavoura de soja? apareceu primeiro em Canal Rural.

Entenda o que caracteriza um imóvel rural

Fonte: Pixabay Morar na cidade e ainda assim poder empreender e registrar o imóvel como rural. Sim, é possível, desde que as atividades tenham como objetivo o agronegócio. É o que diz a Lei n.º 8.629, de 25 de fevereiro de 1993, em seu artigo 4.º, inciso I.  Segundo o texto, caracteriza-se como imóvel rural “ prédio rústico, de área contínua, qualquer que seja sua localização, que se destine ou possa se destinar à exploração agrícola, pecuária, extrativa vegetal, florestal ou agroindustrial”. O entendimento sobre a real função de um imóvel rural é fundamental para que o terreno siga as exigências de registros e tributações locais e nacionais. A exemplo do Cadastro Ambiental Rural (CAR), o Certificado de Cadastro do Imóvel Rural (CCIR) e o ITR (Imposto Territorial Rural). Propriedade ou posse? Os imóveis rurais podem pertencer tanto à uma pessoa física como à uma jurídica. Mas só é considerado uma propriedade se possuir registro em cartório. Do contrário, é denominado como posse.  De acordo com o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), existem dois tipos de posse: a posse a justo título, quando há documento que pode ser levado a registro e a posse por simples ocupação, quando não há documento ou a declaração não tem validade para ser registrada no cartório de registro de imóveis. Capacitação Para auxiliar e direcionar o micro e pequeno produtor rural sobre os documentos e as ações necessárias para regularizar o imóvel, o Sebrae disponibiliza cursos gratuitos, presenciais e online. A fim de capacitar empreendedores para a formalização do imóvel, facilitando assim o acesso a mercados e a benefícios, como incentivos governamentais e selos de qualidade. De acordo com a instituição, alguns cursos também são oferecidos via WhatsApp ou Telegram. Dentre os temas abordados estão: Passo a passo para a formalização da propriedade   Como fazer o cadastro de Imóveis Rurais (Cafir e CCIR) O que fazer se alguma informação estiver desatualizada? Declaração de Imposto Territorial Rural (DITR) Como obter o CNPJ Rural? O que é a DAP e qual a documentação necessária para solicitá-lo? Entenda o que é módulo fiscal O post Entenda o que caracteriza um imóvel rural apareceu primeiro em Canal Rural.

Três tecnologias agrícolas devem tomar conta do campo em 2025

Foto: Divulgação Levantamento da 360 Research & Reports mostra que o mercado global de agricultura digital deve crescer 183% até 2026, com previsão de movimentar cerca de US$ 8,3 bilhões. Com isso, à medida que 2025 se aproxima, três inovações se destacam como tendências que prometem moldar o futuro da agricultura: Tokenização de commodities; Compras e pagamentos on-line de insumos agrícolas; e Sistemas de monitoramento remoto de máquinas agrícolas, principalmente as de menor porte, destinadas à agricultura familiar. Tokenização de commodities A tokenização é uma inovação que está ganhando destaque no mercado agrícola. Através da tecnologia blockchain, commodities como soja, milho, café, trigo, cana-de-açúcar e outros podem ser transformadas em moedas digitais. Assim, produtores podem ter acesso a uma negociação mais ágil, simples e segura, além de maior liquidez. Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no Google News! Para se ter uma ideia, estima-se que a tokenização de ativos em vários mercados cresça de forma significativa em todo o mundo, alcançando um mercado de aproximadamente US$ 10 trilhões até 2030, conforme análises da consultoria global Roland Berger. O volume representa um aumento expressivo em relação ao valor atual de aproximadamente US$ 300 bilhões desse mercado. De acordo com o CEO da Agrotoken, Eduardo Astrada, a adoção de novas tecnologias no agronegócio deixou de ser apenas uma vantagem competitiva para se tornar uma exigência no mercado global. “Iniciativas como a tokenização de commodities via blockchain representam um marco, permitindo que produtores de todos os tamanhos acessem mercados mais amplos com maior segurança, transparência e agilidade”. Segundo ele, essas inovações oferecem às indústrias a possibilidade de introduzir soluções como o barter digital, criando novas formas de pagamento para seus clientes. “O blockchain garante rastreabilidade, imutabilidade e confiabilidade nos processos, trazendo benefícios únicos para toda a cadeia. O diferencial está em integrar essas tecnologias às necessidades reais dos produtores, garantindo que sejam acessíveis e adaptadas às condições locais. Isso fortalece não apenas a produção, mas toda a cadeia do agronegócio”, afirma. Compras e pagamentos online de insumos Com a digitalização do setor agro, crescem as compras e os pagamentos online de insumos agrícolas. A facilidade de adquirir produtos como fertilizantes, defensivos e sementes pela internet oferece aos produtores a possibilidade de reduzir os custos operacionais. Dados da McKinsey na pesquisa “A mente do agricultor brasileiro 2024”, revelam que 71% dos produtores rurais já utilizam plataformas online em suas jornadas de compra. No Brasil, plataformas digitais, como Orbia, AgroGalaxy e Solinftec, por exemplo, já oferecem soluções que integram o processo de compra, pagamento e entrega de insumos. A expectativa é que a adesão a essas tecnologias cresça no próximo ano, à medida que os agricultores busquem soluções para otimizar a cadeia de suprimentos e a gestão financeira. “Os produtores estão cada vez mais buscando soluções tecnológicas para otimizar as atividades também ‘fora da porteira’, como é o caso da possibilidade de comprar e pagar pelos insumos pela internet. Essa busca por novas tecnologias é impulsionada por diversos fatores, como a necessidade de reduzir custos, uma vez que as plataformas online permitem que os produtores comparem preços de diferentes fornecedores em tempo real, o que além de economia, também garante mais agilidade no processo”, destaca o CEO da Orbia, Ivan Moreno. Monitoramento de máquinas para agricultura familiar Foto: Pixabay O monitoramento remoto de máquinas agrícolas, aliado à agricultura de precisão, também tem sido uma tendência que cresce rapidamente no Brasil e no mundo e que deve perdurar em 2025. Sensores e sistemas de rastreamento com comunicação via GPRS e GPS oferecem aos produtores, principalmente os de pequeno e médio porte, também a possibilidade de acompanhar em tempo real o desempenho de suas máquinas, prevenindo falhas e otimizando o uso de recursos como combustível e tempo. De acordo com um estudo conduzido pela pesquisadora Maira de Souza Regis, da Universidade de Brasília (UnB), mais de 95% dos produtores rurais utilizam algum tipo de tecnologia digital em suas propriedades. Apesar da alta adesão, o avanço mais robusto dessas ferramentas é dificultado pela conectividade precária no campo. O levantamento mostra que o uso de softwares e aplicativos de gestão é maior no Centro-Oeste, adotado por 80% dos produtores, enquanto no Nordeste, essa porcentagem é de apenas 41%. Nesse contexto, de acordo com o gerente de pós-vendas da Yanmar South America, sistemas de monitoramento mais acessíveis e aplicáveis em modelos de máquinas de menor porte, a exemplo de tratores com somente 26 cavalos de potência, já começam a dar as caras no mercado. O post Três tecnologias agrícolas devem tomar conta do campo em 2025 apareceu primeiro em Canal Rural.

Temporais em 6 estados e uma capital; veja previsão para a virada do ano

Foto: Pixabay O ano de 2024 se encerra hoje, mas não sem lágrimas: chove muito na virada para 2025, especialmente no Sul, Sudeste e Nortedeste. A capital Brasília tem alto risco de temporal, assim como estados no topo do mapa. Veja a previsão do tempo para as cinco regiões brasileiras nesta terça-feira (31): Sul Véspera de ano novo com previsão de pancadas de chuva sobre o Sul do Brasil. Precipitações são esperadas durante a virada no litoral de Santa Catarina e do Paraná. As demais áreas seguem com previsão de chuva entre tarde e começo da noite, diminuindo a chance entre o final da noite de terça e a madrugada de quarta-feira (1). Sudeste Chove forte em grande parte da Região. Alerta entre o norte do Rio de Janeiro e do Espírito Santo, assim como no centro-norte e leste de Minas Gerais. Pode chover durante a virada para 2025 em Belo Horizonte e Vitória. Já pancadas mais irregulares são previstas durante a tarde e à noite em São Paulo e no sul fluminense, mas sem condições de chuva durante a virada. Pode chover de forma mais isolada em Petrópolis e na Serra fluminense. Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no Google News! Centro-Oeste A virada para 2025 será com risco de temporal em Brasília, com risco para a noite de terça e a madrugada de quarta. Chance de pancadas mais irregulares entre Goiás e Mato Grosso. Chance alta de chuva em Campo Grande, capital de Mato Grosso do Sul e Goiânia, em Goiás. Nordeste Véspera de ano novo com pouca chuva no Nordeste. Dia de muito sol e calor na costa norte e leste da Região e pancadas mais rápidas. Pode chover durante a virada no interior do Maranhão, oeste e sul da Bahia e na capital Fortaleza, no Ceará. Norte Último dia do ano de 2024 com muita chuva na Região. Alerta de temporais entre o Amazonas, Pará, Tocantins, Rondônia, Acre e Roraima. Chance alta de chuva durante a virada para 2025 em várias cidades do Amazonas e no Pará. O tempo permanece abafado. O post Temporais em 6 estados e uma capital; veja previsão para a virada do ano apareceu primeiro em Canal Rural.

Governo e Vale fecham acordo de R$ 17 bilhões por renovação de concessões de ferrovias

Foto: Pixabay O governo Lula fechou um acordo de aproximadamente R$ 17 bilhões com a Vale em troca da repactuação dos contratos de concessão da Estrada de Ferro Carajás (EFC) e da Estrada de Ferro Vitória a Minas (EFVM). O valor soma a quantia que será repassada pela empresa à União por esses contratos (R$ 11,3 bilhões) e novos investimentos na malha ferroviária (R$ 6 bilhões). As duas concessões foram renovadas em 2020, ainda no governo Jair Bolsonaro, mas a atual gestão cobrava outorgas não pagas na repactuação, ou seja, valores que não foram incluídos na renovação feita pela administração anterior. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Renovação de contrato O protocolo de intenções foi firmado nesta segunda-feira (30). Os termos do acordo foram aprovados na sexta-feira (27), pela Agência Nacional Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) e serão analisados pelo Tribunal de Contas da União (TCU). O governo Lula cobrava um valor maior, de R$ 25,7 bilhões, em outorgas não pagas. Na prática, o pagamento negociado é menor do que o Poder Executivo queria receber inicialmente. A Estrada de Ferro Carajás liga o interior dos estados do Pará e do Maranhão com o Porto São Luís, transportando minério de ferro da Vale e passageiros. Já a Estrada de Ferro Vitória a Minas passa pelos estados de Minas Gerais e Espírito Santo. Os contratos com a Vale venceriam em 2027, mas foram renovados por mais 30 anos a partir dessa data em 2020. O que o governo Lula cobrou agora são valores que foram descontados e que não foram incluídos no pagamento da concessão antecipada, referentes à revisão da base de ativos, das obrigações contratuais e do planejamento de investimentos. Repactuação de contratos A repactuação dos contratos soma R$ 11,3 bilhões. O valor é um limite máximo negociado entre o governo e a Vale que servirá como um teto para as negociações no âmbito da Secretaria de Controle Externo de Solução Consensual e Prevenção de Conflitos (SecexConsenso) do TCU. Dentro da repactuação, haverá um pagamento antecipado e imediato de R$ 4 bilhões para cobrir eventuais divergências entre os valores estimados e efetivamente apurados dos ativos das ferrovias. A Vale poderá usar o valor para quitar débitos com a União, como multas, indenizações e outras obrigações. A Vale informou que o aporte compreende os investimentos e obrigações previstas para a companhia nos contratos de concessão e garante a aplicação de soluções consensuais definitivas quanto à otimização de obrigações contratuais, incluindo obras e investimentos. “A repactuação dos contratos de concessão, uma vez finalizada, trará definitividade ao tema de obrigações e investimentos da Vale em suas duas concessões ferroviárias”, disse a companhia. Renovação das ferrovias Foto: SECOM-MT Com o acordo e a arrecadação do dinheiro, o Ministério dos Transportes espera lançar o Plano Nacional de Ferrovias, com novos investimentos no setor, prometido desde agosto do ano passado. O acordo para a renovação das ferrovias era justamente o ponto de impasse citado pelo ministro da pasta, Renan Filho, para a pendência no lançamento do plano. No total, o governo estima um investimento de R$ 94 bilhões em projetos ferroviárias até 2026 por meio do Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC). Outro ponto tratado na repactuação com Vale foi o Índice de Saturação da Ferrovia (ISF), que mede a ocupação da malha ferroviária em relação à capacidade. Se o indicador está alto, por exemplo, significa que é necessário aumentar a capacidade da ferrovia. Se está baixo, pode exigir melhoria de eficiência. O governo e a Vale propuseram calcular o índice com base em uma média móvel dos últimos 36 meses, mas a ANTT reduziu o período para 12 meses. De acordo com diretor Felipe Queiroz, relator do processo na agência, a redução foi feita para refletir melhor a realidade atual da malha e o que será feito a partir do indicador. Além dos R$ 11 bilhões em repactuação dos contratos, o processo ainda estipula um investimento adicional de R$ 6 bilhões que será destinado a um trecho do Espírito Santo entre as cidades de Cariacica e Anchieta conhecido como anel ferroviário do Sudeste. “Firmamos hoje entendimento histórico com a Vale S.A., que vai injetar mais de R$ 17 bilhões na infraestrutura do Brasil. Essa repactuação demonstra a solidez da parceria da atual gestão federal e o setor privado, que é crucial na ampliação dos investimentos na nossa logística”, afirmou o ministro Renan Filho em nota à imprensa. O post Governo e Vale fecham acordo de R$ 17 bilhões por renovação de concessões de ferrovias apareceu primeiro em Canal Rural.

Brasil monta força-tarefa para apresentar manifestação à China sobre carne bovina

Foto: Pixabay Uma força-tarefa foi montada pelo governo federal brasileiro para preparar uma manifestação formal ao Ministério do Comércio da China. A iniciativa ocorre após o país asiático anunciar na última sexta-feira (27) que abriria investigações sobre a carne bovina que importa. De acordo com informações do colunista Caio Junqueira, da CNN, confirmadas pelo Canal Rural, o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), juntamente com o Itamaraty e o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MDIC), começou a discutir a elaboração do documento, cujo prazo para apresentação é de 20 dias, contados a partir desta segunda-feira (30). Assim, a ideia é demonstrar que as exportações brasileiras não causaram nenhum prejuízo à indústria local chinesa entre 2019 e o primeiro semestre de 2024, período alvo de investigação do governo chinês e que abrange todas as nações que lhe fornecem a proteína animal. A investigação deverá ter a duração de oito meses e pode, na pior das hipóteses, afetar seriamente as vendas brasileiras de carne ao seu principal parceiro comercial. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Contudo, segundo o Mapa, não há, em princípio, a adoção de qualquer medida preliminar, permanecendo vigente a tarifa de 12% “ad valorem” (frete valor) que a China aplica sobre as importações de carne bovina. A pasta garantiu que o setor privado participa das conversas com o governo. Exemplo disso foi o posicionamento da Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafrigo) que, em nota, diz acompanhar o tema e se colocou à disposição das autoridades do Brasil e da China para colaborar. Entenda o caso O Ministério do Comércio da República Popular da China abriu investigações sobre a carne importada pelo país por meio do Anúncio 60. A medida foi uma resposta ao pedido de associações pecuaristas chinesas que se sentem prejudicadas pelo grande volume de carne comprado pelo país nos últimos anos. De acordo com o Mapa, a China é o principal destino das exportações brasileiras do produto. Apenas em 2024, os embarques somaram mais de 1 milhão de toneladas, aumento de 12,7% em relação ao mesmo período de 2023. Em nota, o Ministério ressaltou que “o governo brasileiro reafirma seu compromisso em defender os interesses do agronegócio brasileiro, respeitando as decisões soberanas do nosso principal parceiro comercial, sempre buscando o diálogo construtivo em busca de soluções mutuamente benéficas”. O post Brasil monta força-tarefa para apresentar manifestação à China sobre carne bovina apareceu primeiro em Canal Rural.

Universidade de Viçosa desenvolve nova cultivar de trigo e projeta autossuficiência nacional

Foto: Divulgação UFV A Universidade Federal de Viçosa (UFV), em Minas Gerais, obteve do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), o registro de sua segunda cultivar de trigo na última sexta-feira (27). A variedade, chamada de UFVT N2401, foi selecionada a partir de dados de 14 ambientes do território mineiro. De acordo com o professor Maicon Nardino, do Departamento de Agronomia da instituição, ela é recomendada para o cultivo em regiões tropicais para o sistema de produção irrigado e se destaca pela precocidade, elevado rendimento de grãos e qualidade de farinha para a indústria de panificação. Segundo ele, a semeadura recomendada é entre os meses de abril e maio. A demanda é para cultivares de ciclo curto, uma vez que há um intensivo sistema de produção em área de irrigação sob pivô central. Desenvolvimento após duas décadas O desenvolvimento da cultivar foi realizado no Programa Trigo UFV e, conforme Nardino, essa segunda variedade foi desenvolvida praticamente 20 anos depois da primeira, em 2005 e, agora, já há outras linhagens em fase final de avaliação. Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no Google News! “O Programa tem avançado bastante com aplicação de estratégias tradicionais e modernas de melhoramento para o desenvolvimento de novas cultivares de trigo para a região tropical. Muito em breve, novas cultivares competitivas estarão no mercado para atender às demandas do setor no Brasil”, diz o professor. O professor destaca que o programa da UFV tem como objetivo o treinamento de estudantes de graduação e dos programas de pós-graduação em Fitotecnia e em Genética e Melhoramento de Plantas. “Procuramos alinhar as pesquisas com desenvolvimento de inovações demandadas pelo mercado do setor tritícola das regiões tropicais, sobretudo, quanto aos estresses abióticos e ao aumento de resistência genética a brusone – doença extremamente agressiva e frequente nessas regiões”, afirma. Autossuficiência de trigo O Brasil é um país importador de trigo, mas, em trabalhos realizados em parceria com as universidades da Flórida, nos Estados Unidos, e de Munique, na Alemanha, os pesquisadores da UFV identificaram uma área potencial para o cultivo de trigo próximo a 2,5 milhões de hectares, o que levaria o país à autossuficiência. “A obtenção de área potencial é o primeiro passo para o aumento de produção em busca da autossuficiência, mas ainda há necessidade de tornar o trigo nacional um cereal competitivo frente aos argentinos. Nesse sentido, os trigos produzidos em regiões tropicais têm demonstrado maior competitividade pela elevada qualidade industrial, rendimento de grãos e pela época antecipada de entrada no mercado”, destaca o professor. As pesquisas que levaram ao desenvolvimento da nova variedade foram financiadas pelo CNPq e Fapemig. O post Universidade de Viçosa desenvolve nova cultivar de trigo e projeta autossuficiência nacional apareceu primeiro em Canal Rural.

Preços do boi gordo estabilizam, mas mostram tendência de alta na 1ª quinzena de janeiro

Foto: Giro do Boi/ Reprodução O mercado físico do boi gordo esteve lento no decorrer do dia e com preços estáveis, esvaziado por conta do período de final de ano. Segundo informações da consultoria Safras & Mercado, a liquidez do físico deve melhorar gradualmente no decorrer da primeira quinzena de janeiro. De acordo com Allan Maia, analista da empresa, em várias localidades do país, como em São Paulo, há sinalização de escalas de abate confortáveis. “Contudo, há também frigoríficos com escalas um pouco mais curtas, os de menor porte, e devido a dificuldade de bons lotes no fechamento do ano, podem avançar nas compras em breve, o que pode sustentar preços”. Segundo ele, por outro lado, o consumo de carne tende a recuar após a virada do ano. “Isso é normal, visto que a população evita grandes dispêndios financeiros, principalmente pelos cortes mais nobres. No decorrer das próximas semanas, os agentes do mercado devem prestar atenção nas escalas de abate, na evolução da carne no atacado e no fluxo de exportação”, considera. Preços médios da arroba do boi (a prazo) São Paulo: a arroba do boi gordo comum foi sinalizada em R$ 310 e o China posicionada entre R$ 315 e R$ 320 Minas Gerais: entre R$ 300 e R$ 310 Goiás: entre R$ 295 e R$ 305 Mato Grosso do Sul: em até R$ 315 Mato Grosso: em Barra dos Graças, a arroba foi cotada entre R$ 310 e R$ 315. Na região de Mirassol d’Oeste, ficou em R$ 300 Mercado atacadista Foto: Wenderson Araujo/CNA O mercado atacadista foi marcado por preços acomodados no decorrer do dia. Em meio ao período de festas, os agentes do mercado devem passar agora as expectativas para a reposição entre atacado e varejo na primeira quinzena de janeiro. Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no Google News! O perfil de consumo tende a mudar após o Ano Novo e os cortes mais nobres devem encontrar maior dificuldade para sustentação. “Vale frisar que concorrentes/substitutos, principalmente a carne de frango, estão com preços competitivos”, lembra Maia. O quarto dianteiro foi cotado a R$ 20,20, por quilo. Quarto traseiro ficou posicionado em R$ 26,70, por quilo. Ponta de agulha foi precificada em R$ 19,40, por quilo. Câmbio O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 0,17%, sendo negociado a R$ 6,1797 para venda e a R$ 6,1777 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 6,1535 e a máxima de R$ 6,2430. No mês, trimestre, semestre e ano, a moeda teve valorização de 2,96%, 13,43%, 10,54% e 27,36%, respectivamente. O post Preços do boi gordo estabilizam, mas mostram tendência de alta na 1ª quinzena de janeiro apareceu primeiro em Canal Rural.

Prazo para pecuarista de SP vacinar gado e declarar rebanhos termina amanhã

Foto: Reprodução/ Prefeitura de Barra do Piraí Pecuaristas do estado de São Paulo têm até amanhã (31), para declarar a vacinação de seus rebanhos contra brucelose – no caso, de bezerras de 3 a 8 meses de idade. Termina também amanhã o prazo para que os criadores cadastrem seus rebanhos de bovinos, búfalos, equinos, asininos, muares, suínos, ovinos, caprinos, aves, peixes e outros animais aquáticos, colmeias de abelhas e bicho da seda. Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no Google News! Conforme nota da Coordenadoria de Defesa Agropecuária da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, a declaração dos rebanhos é obrigatória. O produtor que não a fizer não poderá emitir Guia de Trânsito Animal (GTA) para transporte de animais vivos. O post Prazo para pecuarista de SP vacinar gado e declarar rebanhos termina amanhã apareceu primeiro em Canal Rural.