Reforma agrária: governo regulamenta transferência de terras de bancos e empresas

Foto: Pedro Silvestre/Canal Rural Mato Grosso O governo regulamentou o procedimento de transferência de terras à União por empresas estatais e sociedades de economia mista na aquisição de imóveis rurais para destinação à reforma agrária. A aquisição pela União dos imóveis rurais de propriedade de empresas estatais e de economia mista poderá ser feita com dedução de obrigações financeiras destas empresas perante a União, limitada ao valor do imóvel. Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no Google News! A medida foi publicada em portaria conjunta do Ministério do Desenvolvimento Agrário e do Ministério da Fazenda no Diário Oficial da União desta terça-feira (7). Os imóveis rurais deverão ser avaliados pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) e pelo MDA, tendo como referência o valor da terra indicado pelo Incra. As negociações entre as empresas estatais e o governo para aquisição das terras deverão ser conduzidas também pelo Incra e pelo MDA, assim como a análise da viabilidade do imóvel para incorporação à Política Nacional de Reforma Agrária e sua consequente destinação ao programa. O ministro do MDA, Paulo Teixeira, afirmou que a portaria permite transferência de terras do patrimônio de bancos públicos e das empresas públicas para o Executivo e sua destinação à reforma agrária. “Há muitas vantagens com esse processo. Quando adquirimos uma terra, demoramos de nove a dez anos para adquirir a terra, enquanto aqui será imediato. A outra vantagem é o preço, porque quando compramos via Justiça às vezes pagamos um valor maior em virtude dos juros e da correção monetária, enquanto aqui vamos pagar o preço da terra avaliada”, disse Teixeira, em vídeo publicado em redes sociais. De acordo com o ministro, a medida integra o pacote de formação de prateleira de terras para reforma agrária do governo. O post Reforma agrária: governo regulamenta transferência de terras de bancos e empresas apareceu primeiro em Canal Rural.

Etanol é mais competitivo em relação à gasolina em 9 estados e no DF

Foto: José Cruz/Agência Brasil O etanol mostrou-se mais competitivo em relação à gasolina em nove estados e no Distrito Federal (DF) na semana de 29 de dezembro de 2024 a 4 de janeiro de 2025. Na média dos postos pesquisados no país, o etanol tinha paridade de 67,15% ante a gasolina no período, portanto, favorável em comparação com o derivado do petróleo, conforme levantamento da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) compilado pelo AE-Taxas. Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no Google News! Executivos do setor observam que o etanol pode ser competitivo mesmo com paridade maior do que 70%, a depender do veículo em que o biocombustível é utilizado. O etanol era mais competitivo em relação à gasolina nos seguintes estados: Acre (68,80%); Goiás (69,65%); Mato Grosso (63,30%); Mato Grosso do Sul (65,77%); Minas Gerais (69,03%); Paraíba (68,03%); Paraná (69,49%); São Paulo (66,11%); e Sergipe (69%), além do Distrito Federal (69,61%). O post Etanol é mais competitivo em relação à gasolina em 9 estados e no DF apareceu primeiro em Canal Rural.

Arroba de boi gordo: preços voltam a avançar pelo Brasil; confira valores

Foto: Gabriel Faria/Embrapa O mercado físico do boi gordo voltou a apresentar preços mais altos no Brasil nesta terça-feira (7). Segundo o consultor de Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias, as indústrias ainda encontram dificuldade na composição das suas escalas de abate. Com maior urgência na compra de gado, há natural propensão a reajustes. Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no Google News! As exportações devem se manter em bom ritmo na atual temporada e são um elemento importante para sustentação dos preços. “O pecuarista se depara com boas condições do pasto neste início de temporada, permitindo uma melhor cadência das negociações”, comenta. Confira preços médios da arroba de boi gordo hoje São Paulo: R$ 325,25 Minas Gerais: R$ 311,47 Goiás: R$ 311,43 Mato Grosso do Sul: R$ 318,30 Mato Grosso: R$ 304,80 Atacado O mercado atacadista se depara com preços firmes. O ambiente de negócios ainda sugere por dificuldades em relação a preço durante o primeiro bimestre, considerando a descapitalização da população, considerando aquelas despesas tradicionais inerentes a esse período (IPTU, IPVA, compra de material escolar). “A predileção da população recai sobre proteínas de menor valor agregado, a exemplo da carne de frango, embutidos e do ovo”, aponta o consultor Fernando Henrique Iglesias. O quarto dianteiro ainda é precificado a R$ 17 o quilo. O quarto traseiro permanece cotado a R$ 26,80 o quilo. Já a ponta de agulha segue a R$ 18 o quilo. O post Arroba de boi gordo: preços voltam a avançar pelo Brasil; confira valores apareceu primeiro em Canal Rural.

Soja tem poucos movimentos durante o dia; confira os dados da commodity

Imagem de Daniel Dan outsideclick por Pixabay O mercado brasileiro de soja teve movimentos de volumes pouco expressivos nesta terça-feira (7), com os preços em queda no mercado físico. A volatilidade foi observada também nos mercados futuros, com a Bolsa de Chicago e o dólar apresentando oscilações consideráveis. A comercialização deverá seguir lenta nos próximos dias, com a expectativa para o relatório mensal de janeiro do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), que será divulgado na sexta-feira (10). Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp Preços da soja no Brasil Passo Fundo (RS): preço caiu de R$ 134,00 para R$ 131,00 Missões (RS): preço caiu de R$ 135,00 para R$ 133,00 Porto de Rio Grande (RS): preço caiu de R$ 141,00 para R$ 140,50 Cascavel (PR): preço caiu de R$ 130,00 para R$ 128,00 Porto de Paranaguá (PR): preço caiu de R$ 137,00 para R$ 136,00 Rondonópolis (MT): preço se manteve em R$ 117,00 Dourados (MS): preço caiu de R$ 125,00 para R$ 122,00 Rio Verde (GO): preço caiu de R$ 125,00 para R$ 120,00 Chicago Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a terça-feira com preços em leve queda, mas bem acima das mínimas do dia. O mercado foi pressionado pela previsão de chuvas para a Argentina, aliviando as preocupações com o clima seco persistente. Durante o dia, os agentes se acomodaram, buscando uma melhor posição frente ao relatório de janeiro do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). A atenção também se voltou para o novo governo de Donald Trump, com receios de uma possível guerra comercial com a China, que poderia transferir a demanda daquele país para a América do Sul. O USDA deverá reduzir suas estimativas para a safra de soja americana e os estoques finais de soja em 2024/25. Os dados serão divulgados na sexta-feira (10). Analistas apostam que os estoques americanos de soja cairão para 454 milhões de bushels, ante 470 milhões estimados em dezembro. Para a safra, a expectativa é de uma redução de 4,461 bilhões de bushels para 4,451 bilhões. No cenário mundial, espera-se um aumento dos estoques finais de soja de 131,9 milhões de toneladas para 132 milhões de toneladas. Contratos futuros da soja Os contratos de soja em grão com entrega em março fecharam a US$ 9,97 1/4 por bushel, com baixa de 0,50 centavos ou 0,05%. O contrato de maio fechou a US$ 10,07 3/4, com queda de 1 centavo, ou 0,09%. Já o farelo de soja para março perdeu US$ 3,80, fechando a US$ 303,50 por tonelada, e o óleo de soja com vencimento em março subiu 0,92 centavo, alcançando 41,25 centavos de dólar por libra-peso. Câmbio O dólar comercial encerrou o dia em queda de 0,14%, sendo negociado a R$ 6,1046 para venda e a R$ 6,1026 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 6,0537 e a máxima de R$ 6,1187. O post Soja tem poucos movimentos durante o dia; confira os dados da commodity apareceu primeiro em Canal Rural.

Situação crítica nas lavouras de soja no RS

Foto: Marcos Paulo/Canal Rrral A situação da safra da soja de verão no Rio Grande do Sul começa a preocupar produtores, especialmente na região central do estado, onde as condições climáticas têm gerado dificuldades. A falta de chuvas regulares tem afetado diretamente as lavouras do grão, com algumas áreas mais prejudicadas do que outras. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp Embora ainda seja prematuro prever perdas, já é possível observar problemas em algumas lavouras, especialmente nas áreas mais afetadas pela falta de chuva. As chuvas que ocorreram no final de 2024 não foram suficientes para equilibrar a situação, o que tem gerado preocupação entre os produtores. A situação só poderá ser mais bem avaliada após novas precipitações, que, de acordo com especialistas, ainda são necessárias para que seja possível calcular a produtividade real da safra e ter uma estimativa mais precisa sobre os impactos climáticos. Para as lavouras de soja, as previsões indicam a possibilidade de chuvas nos próximos dias, porém em volumes limitados. O Instituto Rio Grandense do Arroz (IRGA) prevê precipitações a partir de 11 de janeiro, mas os volumes são reduzidos para a região norte do estado e as chuvas mais escassas deverão atingir a região central nos dias 17, 18, 20 e 21 de janeiro. Embora essas chuvas possam trazer algum alívio, ainda assim não são suficientes para resolver a escassez hídrica que tem afetado a soja, especialmente em áreas mais críticas. Em relação ao milho, que ocupa uma área menor na safra de verão, o desenvolvimento da cultura já se encontra em fase final, mas a falta de água tem refletido de maneira importante na qualidade e no peso final dos grãos. Embora o impacto total só possa ser mensurado com precisão após a colheita, já é possível notar uma redução no potencial produtivo. A irrigação, que já estava no limite, pode ajudar a salvar uma parte da produção, mas, infelizmente, os danos ao cereal são inevitáveis, o que gera uma previsão de queda na produtividade, especialmente nas áreas mais vulneráveis. O post Situação crítica nas lavouras de soja no RS apareceu primeiro em Canal Rural.

Sancionada lei que estimula produção de pequi e outros frutos do Cerrado

Foto: centraldocerrado.org O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou um projeto de lei que estimula produção e uso de frutos do Cerrado, em especial o pequi, além de dar mais eficiência ao combate ao desmatamento desse bioma. O anúncio foi feito nas redes sociais do presidente e, também, do autor do projeto, o deputado Rogério Correia (PT-MG). Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no Google News! “Sancionei o projeto de lei 1970/2019, que vai organizar e estimular a produção do pequi e demais frutos do Cerrado. A lei também proíbe a derrubada predatória e estimula a plantação de mudas desse bioma.” Segundo ele, não se trata de um projeto que beneficiará apenas quem gosta de comer pequi. Além de ajudar a preservar o meio ambiente, ajudará principalmente quem tem esses frutos como fonte de renda e modo de vida. “Muita gente não conhece o pequi e pode se perguntar ‘por que o Lula tem que se preocupar com o pequi?’. Eu respondo: às vezes o que não é importante para quem mora na Paulista ou na Avenida Atlântica pode ser a coisa mais importante para quem vive no Cerrado brasileiro”, disse o presidente. Aprovado em dezembro no Senado, o projeto proíbe a derrubada e o uso predatório de pequizeiros, mas cria exceções a serem observadas por órgão competente. Ele estabelece políticas de manejo para a fruta com o objetivo de incentivar a preservação de áreas com presença de pequizeiro e de outros produtos nativos do Cerrado. Além disso, cria mecanismos para a identificação de comunidades tradicionais de produtores. A legislação também prevê formas de viabilizar eventos culturais que estimulem o turismo e o comércio desses produtos. Por fim, desenvolve selos de qualidade e de procedência dos frutos do Cerrado. Autor do projeto, Correia usou as redes sociais para comemorar a sanção presidencial. Ele destacou que a política nacional instituída pela nova lei visa viabilizar o manejo sustentável, plantio, extração, consumo, comercialização e transformação não só do pequi, mas também de vários outros frutos e produtos nativos do Cerrado. “Ao investir na produção de base sustentável dos frutos do Cerrado, nós também investimos no sustento dos agricultores-agroextrativistas e na profissionalização de uma cadeia produtiva importante para o país. É mais dignidade”, postou o deputado. O post Sancionada lei que estimula produção de pequi e outros frutos do Cerrado apareceu primeiro em Canal Rural.

Haddad: Se plano do governo for efetivado, economia chegará ao fim de 2026 ‘muito mais arrumada’

Foto: Wilson Dias/Agência Brasil O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, defendeu nesta terça-feira (7) que a economia chegará ao fim de 2026 “muito mais arrumada” do que a herdada no início do governo se o plano da equipe econômica for efetivado. Ele afirmou que esse resultado será conquistado “sem maquiagem, sem contabilidade criativa e sem calote”. Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no Google News! “Sem vender estatal na bacia das almas para favorecer grupos econômicos, sem deixar de enfrentar os jabutis de grupos empresariais campeões nacionais que, vira e mexe, conseguem benefícios ali no Congresso, é isso que nós estamos fazendo. E também contendo gastos da maneira adequada, sem prejudicar o trabalhador de baixa renda, garantindo os direitos consignados na Constituição”, defendeu Haddad em entrevista à GloboNews. A declaração foi dada pelo ministro ao ser questionado sobre a influência da situação econômica na eleição de 2026. Sobre isso, Haddad reconheceu que a economia “sempre vai fazer a diferença em qualquer eleição” e defendeu que é importante cuidar de todos os indicadores o “tempo todo”. “A economia sempre vai fazer a diferença em qualquer eleição, é muito importante que ela seja bem cuidada o tempo todo, que nós sejamos diligentes em relação a isso, observemos cada indicador para tomar as medidas corretas, olhando para todos os lados, não olhando para um lado só, é o Estado brasileiro que representa toda a sociedade brasileira, que tem que encontrar o caminho do equilíbrio”, disse Haddad. O ministro mencionou também estudo divulgado nesta terça, feito em parceria com a Fundação Getúlio Vargas, mostrando que a situação fiscal de 2024 é estruturalmente melhor que a registrada em 2022, último ano de governo Bolsonaro. “Sobretudo se levarmos em consideração questões importantes como a inflação e a receita e a despesa recorrente do governo”, disse Haddad, pontuando também que o estudo apontou para alguns “dissabores” enfrentados, como a devolução de medidas provisórias de Lula pelo Congresso a tese do Século definida pelo Supremo Tribunal Federal em 2017. “Nós estamos em uma democracia, felizmente, e vamos ter que conviver com esse tipo de contratempo. Vai acontecer e nós temos que superar e vamos superar, porque nós estamos trabalhando também com os contratempos”, disse o ministro. Mundo mais complicado Haddad afirmou que a economia é um ponto importante para as eleições, mas não o único, ponderando que o mundo vive um momento tenso em que questões ideológicas estão fazendo a diferença. “Nós estamos num mundo em que a comunicação se tornou muito mais disruptiva do que foi no passado. Tivemos hoje o anúncio de uma importante organização de comunicação mundial, global, dizendo que vai retirar dos seus controles os filtros de fake news, aderindo um pouco à mentalidade de que liberdade de expressão inclui calúnia, mentira, difamação e tudo mais”, disse Haddad. Reconhecendo o “mundo mais complicado”, o ministro defendeu que a economia estará bem, mas alertou que é preciso cuidar da democracia e das instituições. Para ele, o Brasil está bem posicionado para enfrentar esses desafios. “Nós temos que cuidar da integridade das pessoas e das informações que são divulgadas para evitar pânico, para evitar que as pessoas no desespero acabem abraçando ideologias extremistas que põem a perder as liberdades individuais e o nosso desejo de paz e prosperidade para as pessoas”, disse. O post Haddad: Se plano do governo for efetivado, economia chegará ao fim de 2026 ‘muito mais arrumada’ apareceu primeiro em Canal Rural.

Carnes em alta e soja recua: análise das exportações do agro brasileiro em 2024

Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil O quadro Agroexport desta segunda-feira (7) analisou o mercado de carnes e o complexo de soja, que juntos representaram mais da metade das exportações do agronegócio brasileiro em 2024. O período marcou um recorde na comercialização de proteínas animais, com destaque para os embarques de carne bovina, que cresceram 25%. O setor movimentou US$ 12,8 bilhões e liderou o superávit da balança comercial. A China manteve-se como principal destino da carne brasileira. No caso da soja, o Brasil exportou 97,299 milhões de toneladas em 2024, registrando uma queda de 3,9% em relação às 101,312 milhões de toneladas de 2023. Apesar do recuo, o grão continua sendo um dos pilares das exportações do agro. O diretor de conteúdo do Canal Rural Sul, Giovani Ferreira, participou do programa Mercado & Cia, apresentado por Pryscilla Paiva, e fez um balanço das exportações dos principais produtos do agronegócio brasileiro. Ferreira também destacou o superávit de US$ 74,6 bilhões registrado na balança comercial em 2024, o segundo maior da série histórica iniciada em 1989. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! Durante a conversa, o especialista alertou para os desafios de 2025, especialmente em relação à receita cambial, que pode impactar a rentabilidade do produtor rural. O post Carnes em alta e soja recua: análise das exportações do agro brasileiro em 2024 apareceu primeiro em Canal Rural.

Chuva de até 150 mm e temperaturas acima de 36°C, prevê Inmet para esta semana; saiba onde

Fonte: Inmet A previsão do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) para a semana até o dia 13 de janeiro indica chuvas intensas em algumas regiões e calor extremo em outras. Acumulados acima de 150 mm são esperados em localidades do Centro-Oeste, enquanto no Norte e Nordeste, as temperaturas podem superar os 36 °C. Norte De acordo com o Inemt, áreas de instabilidade provocarão pancadas de chuva em grande parte da região, com acumulados acima de 30 mm. No sudeste do Amazonas, sul e leste do Pará e Tocantins, os volumes podem ultrapassar 80 mm em pontos isolados. No entanto, o noroeste do Pará e Roraima terão baixos acumulados, com muitas áreas sem registro de chuva. Nordeste A faixa leste e norte terá chuvas fracas, enquanto o interior permanecerá quente e seco. Acumulados acima de 40 mm são esperados no Maranhão, Piauí, Bahia e centro-oeste de Pernambuco, podendo superar 80 mm em algumas áreas. Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no Google News! Centro-Oeste A Zona de Convergência do Atlântico Sul (ZCAS) manterá áreas de instabilidade em Goiás, Distrito Federal e Mato Grosso, com acumulados que podem atingir 150 mm (áreas em tom de rosa no mapa acima), alerta o Inmet. Em Mato Grosso do Sul, as chuvas acima de 40 mm estarão concentradas no norte, enquanto o centro-leste do estado terá tempo firme. Sudeste As chuvas serão mais intensas no centro-norte de Minas Gerais, Espírito Santo e Rio de Janeiro, com acumulados acima de 40 mm, podendo ultrapassar 100 mm em algumas localidades. No sul de Minas Gerais e São Paulo, os acumulados ficarão abaixo de 20 mm. Sul A semana começa com tempo firme em quase toda a região, exceto no leste do Paraná e de Santa Catarina, onde os acumulados não devem passar de 60 mm. Nas demais áreas, as chuvas serão inferiores a 10 mm. Temperaturas de acordo com o Inmet De acordo com o informativo do Inmet, as temperaturas máximas no período permanecem elevadas em grande parte do Norte, variando entre 26 °C e 36 °C. No Nordeste, as máximasestarão entre 24 °C a 36 °C, com tendência a diminuir na Bahia e atingir 18 °C em algumas áreas do sul do estado, devido a chuvas. No CentroOeste, as máximas também estarão elevadas e devem variar entre 20 °C e 34 °C, com possibilidade pico de mais de 36 °C em localidades de Mato Grosso do Sul. No Sudeste e Sul, os valores máximos estarão entre 20 °C e 34 °C. As mínimas seguem elevadas no Norte, Nordeste e Centro-Oeste, variando entre 20 °C e 26 °C. Já no Sudeste e Sul, os valores começam a semana entre 14 °C e 24 °C, mas devem cair para 10 °C a 22 °C no fim da semana. No dia 11, as mínimas podem chegar a 12 °C em São Paulo e a 10 °C na região Sul. O post Chuva de até 150 mm e temperaturas acima de 36°C, prevê Inmet para esta semana; saiba onde apareceu primeiro em Canal Rural.

Como está o plantio e a colheita da soja no Brasil?

Foto: Pedro Silvestre A safra de soja 2024/25 no Brasil apresenta um avanço no processo de semeadura, com 98,5% da área cultivada concentrada em 12 estados produtores. Conforme dados mais recentes da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), até o início de janeiro de 2025, a semeadura de soja nos principais estados produtores já está praticamente concluída, com destaque para os estados de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Minas Gerais, São Paulo e Paraná, todos com 100% da área semeada até a data. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp! O estado do Maranhão, embora com um ritmo um pouco mais lento, também avançou na semeadura, que atingiu 68% da área até o início de janeiro. Esse progresso é considerado normal, dado o padrão de semeadura da soja na região. Piauí segue com um bom desempenho, com 99% da área semeada até a mesma data, mostrando que a soja se adaptou bem às condições climáticas e ao calendário agrícola da região. Santa Catarina e Rio Grande do Sul, que representam uma parte importante da produção no Sul do Brasil, também apresentaram números positivos, com 96% e 97% da área semeada, respectivamente, até 5 de janeiro de 2025. Embora esses números sejam um pouco abaixo de outros estados, o plantio está avançando de forma consistente, e as expectativas de produtividade continuam sendo altas. E a colheita da soja? A colheita da soja 2024/25 no Brasil ainda está em estágios iniciais, com a maior parte das lavouras aguardando o ponto ideal de maturação. Até o início de janeiro de 2025, a colheita avançou lentamente, com destaque para o estado da Bahia, que registrou 1% da área colhida. Nos demais estados produtores, como Mato Grosso, São Paulo e Paraná, os percentuais de colheita são mínimos, com Mato Grosso apresentando 0,4% da área colhida até a data. No total, a área colhida é de 0,2% em 12 estados produtores do Brasil. O post Como está o plantio e a colheita da soja no Brasil? apareceu primeiro em Canal Rural.