Relatório aponta queda de 26% na moagem de cana na safra 2024/25

Foto: Neide Makiko/ Embrapa Informática Agropecuária A Raízen divulgou sua prévia operacional do terceiro trimestre – safra 2024/25 (abril de 2024 a março de 2025), com um valor total de 13,8 milhões de toneladas de cana-de-açúcar processados, queda 26,6% em relação ao mesmo período da safra anterior, que foi de 18,8 milhões de toneladas. Segundo o comunicado, o resultado reflete a sazonalidade de cana. A moagem acumulada na safra 24/25 atingiu 77,5 milhões de toneladas. O nível de açúcares totais recuperáveis (ATR) foi de 137 quilogramas por tonelada de cana, alta de 4,6% em relação ao terceiro trimestre da safra 2023/24. O rendimento agrícola foi de 67 toneladas de cana por hectare (t/ha), recuo de 13% em relação às 77 t/ha da safra anterior. A companhia afirmou que esses resultados são consequência do déficit hídrico e queimadas ao longo da safra, que afetaram negativamente a produtividade e a capacidade de conversão industrial de ATR em açúcar. Sobre a matéria-prima, 44% foi destinada ao açúcar e 56% ao etanol. No mesmo período da safra anterior, esses índices chegaram a 50% e 50%, respectivamente. A produção de açúcar equivalente ficou entre 1,8 milhão e 1,9 milhão de toneladas, ante 2,430 milhões de toneladas um ano antes. As vendas de açúcar próprio chegaram a 1,168 milhão de toneladas no trimestre, queda de 10% em comparação ao mesmo período da safra anterior. O preço médio entre R$ 2.400 e R$ 2.550 por tonelada. A Raízen apontou que o volume reflete a redução no ritmo de embarques, alinhada com as fixações do trimestre e menor disponibilidade de produto na comparação anual. As vendas de etanol próprio somaram 895 mil metros cúbicos (m3), ante 737 mil m3 em igual trimestre da safra passada, com preço médio entre R$ 2.800 e R$ 2.950 por m2. No segmento de mobilidade no Brasil, o volume ficou entre 6,8 milhões e 6,9 milhões de m2, em comparação a 7,132 milhões de m2 um ano antes, diante da cenário oportunístico de preços e a maior competitividade. Projeções A Raízen ressaltou que decidiu descontinuar a divulgação das projeções financeiras referentes à safra 2024/25 em razão da performance observada até o momento e das mudanças em curso na companhia. Por fim, a companhia lembrou que divulgará seus resultados auditados referentes ao terceiro trimestre do ano-safra 2024’25 no dia 14 de fevereiro de 2025, após o fechamento do mercado. A teleconferência de resultados acontecerá no dia 17 de fevereiro de 2025. Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no Google News! O post Relatório aponta queda de 26% na moagem de cana na safra 2024/25 apareceu primeiro em Canal Rural.
Boletim Focus: inflação de 2025 sobe pela 14ª semana; PIB avança 2,04%

Foto: Agência Senado A mediana do relatório Focus para o IPCA de 2025 subiu pela 14ª semana consecutiva, de 5,0% para 5,08% – mais de 0,5 ponto porcentual acima do teto da meta, de 4,50%. Um mês antes, era de 4,84%. Considerando apenas as 45 estimativas atualizadas nos últimos cinco dias úteis, a estimativa intermediária passou de 5,14% para 5,11%. A partir deste ano, a meta começa a ser apurada de forma contínua, com base na inflação acumulada em 12 meses. O centro continua em 3%, com tolerância de 1,5 ponto porcentual para mais ou para menos. Se o IPCA ficar fora desse intervalo por seis meses consecutivos, considera-se que o Banco Central perdeu o alvo. A mediana do relatório Focus para o IPCA de 2026 subiu pela quarta semana seguida, de 4,05% para 4,10%. Um mês antes, estava em 4,0%. Considerando apenas as 43 estimativas atualizadas nos últimos cinco dias úteis, a projeção aumentou de 4,0% para 4,10%. O Comitê de Política Monetária (Copom) considera o segundo trimestre de 2026 como horizonte relevante da política monetária. O colegiado espera um IPCA de 4,0% nos quatro trimestres fechados nesse período, no cenário com a taxa Selic do Focus (de 6 de dezembro) e dólar começando em R$ 5,95 e evoluindo conforme a paridade do poder de compra (PPC). Também no cenário de referência, o Banco Central espera que o IPCA termine 2025 em 4,50% e desacelere a 3,60% em 2026. Taxa Selic A mediana do relatório Focus para a Selic no fim de 2025 ficou estável em 15,0%. Um mês atrás, estava em 14,75%. Na sua última reunião, de dezembro, o Comitê de Política Monetária (Copom) aumentou a taxa básica para 12,25% ao ano e sinalizou mais duas elevações de 1 ponto porcentual cada, que levariam os juros a 14,25% em março. Considerando apenas as 40 projeções atualizadas nos últimos cinco dias úteis, mais sensíveis a novidades, a estimativa intermediária para a taxa básica de juros no fim de 2025 continuou em 15,0%. A mediana para os juros no fim de 2026 aumentou de 12,0% para 12,25%. Um mês antes, era de 11,0%. Levando em conta apenas as 39 projeções atualizadas nos últimos cinco dias úteis, passou de 12,0% para 12,50%. O Relatório Trimestral de Inflação (RTI) de dezembro do Banco Central reforçou o cenário de deterioração da inflação e firmou a percepção do mercado de que será preciso uma taxa de juros rodando acima de 13,75% – estimativa adotada como pico do juro básico no cenário de referência do RTI – para a convergência da inflação à meta de 3%. PIB A mediana do relatório Focus para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro em 2025 aumentou de 2,02% para 2,04%. Um mês antes, estava em 2,02%. Considerando apenas as 28 projeções atualizadas nos últimos cinco dias úteis, passou de 2,06% para 2,10%. A estimativa intermediária para 2026 caiu de 1,80% para 1,77%. Um mês atrás, era de 1,90%. Levando em conta apenas as 25 projeções atualizadas nos últimos cinco dias úteis, recuou de 1,80% para 1,74%. A mediana para o crescimento do PIB de 2027 se manteve em 2,0%, como já está há 78 semanas. A estimativa intermediária para 2028 continuou indicando alta de 2,0% para a atividade econômica, estável há 45 semanas. O Banco Central (BC) espera que a economia brasileira cresça 3,50% em 2024 e 2,10% este ano, conforme o mais recente Relatório Trimestral de Inflação (RTI). Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no Google News! O post Boletim Focus: inflação de 2025 sobe pela 14ª semana; PIB avança 2,04% apareceu primeiro em Canal Rural.
MDA destaca recordes na agricultura familiar e reforma agrária

Ministro Paulo Teixeira comanda a pasta desde 2023 O Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) divulgou um balanço das ações realizadas desde sua recriação, em 2023, destacando recordes de investimentos na agricultura familiar. Os dados estão disponíveis em relatório publicado no site da pasta na última sexta-feira (17). De acordo com o MDA, os avanços foram alcançados por meio de estratégias inovadoras na reforma agrária, incluindo mais decretos de reconhecimento de territórios quilombolas, políticas para fortalecer o abastecimento de alimentos básicos e iniciativas para fomentar a transição agroecológica. O ministério também enfatizou ações para promover a autonomia econômica das mulheres rurais e incentivar a sucessão rural. Além disso, destacou esforços na ampliação do crédito rural e articulação com diversas organizações, sindicatos e movimentos sociais. O relatório completo está disponível no site oficial do MDA. Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no Google News! O post MDA destaca recordes na agricultura familiar e reforma agrária apareceu primeiro em Canal Rural.
Apicultor investe em capacitação para empreender no mercado de mel

Galdino Avelino Cruz, apicultor. Foto: Apiário Lua Mel Foi durante a pandemia que Galdino Avelino Cruz percebeu que era hora de se reinventar e decidiu investir na criação de abelhas Apis Mellifera. Ele deixou o trabalho como enfermeiro e professor universitário, para se capacitar e se dedicar à apicultura. “Me apaixonei pelas abelhas, mas percebi que não bastava gostar, era necessário conhecimento técnico para estruturar o negócio. Fiz cursos de empreendedorismo com o Sebrae, que me ajudou a entender a gestão, desde a separação das finanças pessoais até os custos de produção. Além de outros cursos de qualificação”, explica Cruz. Depois que aprendeu tudo sobre abelhas Apis mellifera, começou a fazer iscas em sua propriedade em Itu, no interior de São Paulo, para atrair os insetos locais e logo conseguiu montar o ‘Apiário Lua Mel’. “A produção, apesar de modesta, me ensina muito. Tenho nove caixas de abelhas e consigo envasar cerca de 40 kg de mel por mês. Já enfrentei dificuldades, como a perda de enxames devido a incêndios, mas continuo firme no meu objetivo. A chave do meu sucesso tem sido a capacitação e planejamento financeiro”, diz Cruz. Entretanto, a certificação necessária para comercializar o mel ainda é um desafio. Galdino não possui o selo do Serviço de Inspeção Federal (SIF), mas encontrou uma solução através de uma parceria com uma cooperativa de Sorocaba, que cuida de todo o processo de envase, rotulagem, testes de qualidade e, o mais importante, fornece o selo SIF. “A cooperativa a que sou associado tem uma grande responsabilidade na parte do envase, rotulagem e nas certificações, o que facilita a regularização do produto. Se eu tivesse que fazer tudo isso sozinho, seria praticamente inviável devido às complexidades e custos que envolvem o processo de certificação e fiscalização”, afirma o apicultor. Foto: Colmeia do apiário ‘Lua Mel’ O produtor vende o mel em hotéis e pequenos comércios locais, uma forma de ampliar o negócio. O Celeiro Itu é um dos lugares que o apicultor expõe seu produto. O local fica em uma rota dos ciclistas trilheiros, que geralmente param para descansar e comer algo, antes de colocar de novo o pé no pedal. “Quando abrimos o Celeiro, vimos uma oportunidade de ajudar quem produz artesanalmente e que não tinha onde vender. É uma alegria ver o trabalho dos produtores rurais ganhando reconhecimento”, afirma Jaquelina Pristmitz, proprietária do Celeiro Itu. Capacitação é essencial Simone Goldman, consultora de negócios do Sebrae-SP e gestora do programa ALI Rural. Foto: Arquivo Sebrae-SP Na colmeia, tirar o mel é só o começo do empreendedorismo. Início este, que exige capacitação, disciplina e persistência. “A capacitação de produtores rurais é essencial para que os profissionais se atualizem quanto às novas tecnologias, para que aprimorem técnicas e maneiras de gerir seus negócios. Em alguns casos, a capacitação permite que os produtores aprendam uma nova atividade como, por exemplo, a apicultura”, explica Simone Goldman, consultora de negócios do Sebrae-SP e gestora do programa ALI Rural. Goldman explica ainda, que o Sebrae recebe espontaneamente, produtores rurais com dúvidas específicas como a Nota Fiscal Eletrônica, associativismo e cooperativismo e até mesmo como iniciar a produção de determinada atividade rural. “Estas demandas são atendidas por meio de consultorias especializadas, como cursos e palestras. Tem também o programa ALI Rural, em que um bolsista com formação em agrárias, acompanha o produtor rural durante um ano, gratuitamente, oferecendo orientações de gestão, mercado e novas tecnologias”, explica Goldman. Já para quem deseja fazer um curso técnico, como fez Galdino Avelino Cruz, os empreendedores rurais também podem procurar auxílio do Sebrae. “Para realizar os cursos técnicos como de apicultura, o Sebrae contrata o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar). Esses cursos são executados por meio de parceria com cada município”, conta a consultora de negócios do Sebrae-SP e gestora do programa ALI Rural. Além disso, o Sebrae oferece cursos gratuitos e online que podem ser úteis para o negócio rural e muitos podem ser feitos direto do celular. São vídeos, podcasts, infográficos e PDFs que podem ser baixados para consulta a qualquer momento para facilitar a vida do produtor. “A certificação é o passo crucial para isso, pois abrirá portas para mercados mais exigentes como a exportação, e quem sabe, até para países como a China. Esse é o meu projeto: levar o melhor da apicultura brasileira para o mundo”, finaliza Galdino Avelino Cruz. Confira aqui os cursos disponíveis pelo Sebrae. Porteira Aberta Empreender: conectando o campo e o mundo Quer conhecer mais histórias como a do apicultor Galdino Cruz? Assista aqui ao Porteira Aberta Empreender, entre os temas estão Crédito Consciente e Indicação Geográfica. O programa Porteira Aberta Empreender é uma produção do Canal Rural em parceria com o Sebrae, e é o lugar certo para você descobrir produtos, serviços e inovações que vão fortalecer seu o empreendedorismo no campo. Siga o Porteira Aberta Empreender nas redes sociais, participe com perguntas e compartilhe sua história de sucesso. Confira onde assistir ao programa Canais disponíveis para assistir ao programa Porteira Aberta Empreender, às quintas-feiras, às 17h45, e aos domingos, às 7h30 O post Apicultor investe em capacitação para empreender no mercado de mel apareceu primeiro em Canal Rural.
Milho: Colheita da safra de verão 2024/25 atinge 7% no Brasil

A colheita da safra de verão 2024/25 de milho atingia 7% da área estimada de 3,512 milhões de hectares até sexta-feira (17), segundo levantamento de Safras & Mercado. Nos três estados da região Sul do Brasil, os trabalhos de colheita atingem 20,8% da área cultivada de 886 mil hectares no Rio Grande do Sul, 10,3% dos 583 mil hectares plantados em Santa Catarina e 0,1% da área cultivada de 532 mil hectares no Paraná. Nos demais estados, os trabalhos ainda não tiveram início. Diferença No mesmo período do ano passado, a colheita atingia 3,7% da área estimada de 3,972 milhões de hectares da safra verão 2023/24. A média de colheita nos últimos cinco anos para o período é de 5,5%. Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no Google News! O post Milho: Colheita da safra de verão 2024/25 atinge 7% no Brasil apareceu primeiro em Canal Rural.
Bolsas da Ásia fecham em leve alta, com posse de Trump no radar

Foto: Pixabay A maior parte das bolsas da Ásia encerrou esta segunda-feira (20) com viés positivo, em meio a certo otimismo e antecipação pela posse de Donald Trump como presidente dos EUA. Segundo analistas, declarações recentes do republicano sinalizam postura mais suave em relação à China, o que pode ser bom para os ativos asiáticos em geral. Na China continental, o Xangai Composto subiu 0,08%, a 3.244,38 pontos, enquanto o menos abrangente Shenzhen Composto avançou 1,00% a 1.934,79 pontos. Em Hong Kong, o Hang Seng ganhou 1,75%, a 19.925,81 pontos, impulsionado por ações ligadas a tecnologia e comércio eletrônico. Analistas da Wedbush avaliam que o futuro das operações do TikTok nos EUA deverá ter efeitos em cadeia sobre outras negociações importantes sino-americanas nos próximos meses, a depender do cumprimento da promessa de Trump sobre adiar o banimento do aplicativo. Já o analista da Mizuho Securities Ásia Ken Cheung destaca a ligação feita pelo republicano com o presidente da China, Xi Jinping, como sinal de que ambos os líderes querem reduzir as tensões nas relações bilaterais. Segundo ele, isso reduz temores de uma alta imediata nas tarifas dos EUA sobre a China. Para o Swissquote, este otimismo sobre Trump impulsionou os mercados acionários chineses e colocou em segundo plano a manutenção dos juros do Banco do Povo da China (PBoC, na sigla em inglês) pelo terceiro mês consecutivo. Em outras partes da Ásia, o índice Nikkei teve alta de 1,17%, a 38.902,50 pontos, em Tóquio, monitorando ainda possível alta de juros pelo Banco do Japão (BoJ, em inglês) e impulsionado pelo salto de 8,2% a Daiichi Sankyo – que teve medicamento para tratar câncer das mamas aprovado nos EUA. Em Taiwan, o índice Taiex subiu 0,51%, a 23.266,82 pontos. Na Coreia do Sul, a prisão do presidente afastado Yoon Suk Yeol pesou sobre as negociações e o índice Kospi fechou em queda de 0,14%, a 2.520,05 pontos, em Seul. Na Oceania, o índice S&P/ASX 200 teve alta de 0,45% em Sydney, a 8.347,40 pontos. Os mercados financeiro e agrícola dos Estados Unidos não operarão hoje devido ao feriado do Dia de Martin Luther King. O post Bolsas da Ásia fecham em leve alta, com posse de Trump no radar apareceu primeiro em Canal Rural.
Posse de Trump sinaliza dólar forte; ouça análise sobre o que promete agitar os mercados na semana

Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro. Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no Google News! No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, destaca a volatilidade dos mercados com a posse de Donald Trump e possíveis tarifas de importação. No Brasil, o IPCA-15 de janeiro deve registrar deflação de 0,09%, enquanto o dólar encerrou a R$ 6,06 e a Bolsa subiu 2,94% na semana passada. Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado! Foto: divulgação O post Posse de Trump sinaliza dólar forte; ouça análise sobre o que promete agitar os mercados na semana apareceu primeiro em Canal Rural.
Previsão do tempo: alerta de temporais e ventos fortes no Sul e Centro-Oeste; confira

Foto: Motion Array Veja como ficam as condições do tempo e saiba onde ocorre chuva nesta segunda-feira (20) em todas as regiões do Brasil. Sul A formação de uma nova frente fria trará chuva para o Rio Grande do Sul e Santa Catarina, com pancadas moderadas a fortes no Paraná. Temporais podem ocorrer, acompanhados de granizo e ventos acima de 70 km/h. No oeste do Rio Grande do Sul, o tempo segue seco, com calor intenso. Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no Google News! Sudeste Pancadas de verão predominam no Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo, com chuvas irregulares à tarde e à noite. No interior de São Paulo, o sol aparece e as temperaturas sobem. Já o litoral e a capital paulista começam a semana em atenção por conta das chuvas. Centro-Oeste O sol aparece um pouco mais em Mato Grosso e Goiás. Já Mato Grosso do Sul começa a semana com predomínio de nebulosidade e pancadas de chuva a qualquer momento do dia. Há chance de chuva forte e temporais no estado e no Distrito Federal. Nordeste A Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) estimula pancadas de chuva no litoral do Maranhão, Piauí, Ceará e Rio Grande do Norte. Na costa leste e no interior e norte da Bahia, chove em forma de pancadas mais rápidas. Norte Não chove no começo da semana em Roraima e no noroeste do Pará. O tempo mais fechado com pancadas em vários momentos do dia no litoral paraense. Faz sol com pancadas fortes de chuva e risco de raios e trovoadas no Tocantins e no sul do Pará. Chove a qualquer momento no Amazonas e em Roraima. O post Previsão do tempo: alerta de temporais e ventos fortes no Sul e Centro-Oeste; confira apareceu primeiro em Canal Rural.
Soja: veja resumo da semana sobre o mercado do grão

Foto: Aprosoja MT/Serie Clima e Mercado A soja iniciou a semana com bons ganhos, com os melhores níveis desde outubro, impulsionada por dados divulgados pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). No entanto, o avanço foi contido pelos fundamentos do mercado, com a forte oferta esperada na América do Sul impedindo uma recuperação mais robusta. O USDA revisou suas estimativas para a safra de soja dos EUA, projetando 118,82 milhões de toneladas para a temporada 2024/25, o que representou uma leve redução em relação à previsão anterior. Os estoques finais também foram ajustados para 10,34 milhões de toneladas, abaixo das expectativas do mercado. No cenário global, a produção mundial de soja foi ajustada para 424,26 milhões de toneladas, refletindo o impacto da oferta abundante, especialmente no Brasil e na Argentina. Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp Em termos de exportações, o Brasil deverá ver um aumento de 8% na exportação de soja em 2025, alcançando 107 milhões de toneladas, devido ao crescimento da produção e da demanda externa. Porém, os fundamentos da oferta e demanda local, com uma oferta crescente e estoques finais em expansão, limitam perspectivas de ganhos mais expressivos para os preços. Com os números do USDA e os dados do mercado interno e externo, o cenário para a soja é de certo equilíbrio, com tendência de estabilidade após o pico recente, aguardando mais clareza quanto à safra sul-americana. O post Soja: veja resumo da semana sobre o mercado do grão apareceu primeiro em Canal Rural.
Brasil é solução e não problema para os EUA em termos comerciais, diz Alckmin

Geraldo Alckmin. Foto: Fiesp O vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Geraldo Alckmin, disse neste domingo (19), em entrevista ao jornal Valor Econômico que o Brasil é “solução”, e não “problema” para os Estados Unidos em termos comerciais. Ele avalia que existe “uma ‘avenida’ para o fortalecimento do comércio entre as duas partes”, mesmo com a volta de Donald Trump à Casa Branca. No mês passado, o republicano havia dito que o Brasil é um dos países que “cobram muito” dos Estados Unidos. Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no Google News! “O crescimento do fluxo de comércio entre as duas partes está batendo recorde. No ano passado, ela chegou a quase 80 bilhões de dólares, e é superavitária para os Estados Unidos. Nós compramos mais do que vendemos para os Estados Unidos. Somos solução para eles. Os Estados Unidos são o maior investidor do Brasil, é uma amizade que tem 200 anos. É um ganha-ganha”, afirmou Alckmin. Segundo o vice-presidente, a relação comercial tem oportunidades em áreas como inteligência artificial, energia renovável, minerais críticos, infraestrutura, tecnologia da informação e semicondutores. Além disso, Alckmin destaca que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva é um “homem de diálogo” e que já governou com um republicano na Casa Branca, George W. Bush, com quem “teve uma boa relação”. “É preciso separar relações de Estado das questões partidárias. Então nós vamos trabalhar para fortalecer a relação.” Alckmin também diz que o Brasil “não tem um imposto de importação tão elevado” e que o MDIC é “cauteloso” na questão tarifária, em um cenário de preocupação dos países do mundo inteiro em defender as suas empresas e os seus empregos. Sobre possíveis impactos no comércio brasileiro em meio ao novo governo Trump, o vice-presidente avalia que “temos que aguardar a posse para ver o que efetivamente vai ocorrer”. O post Brasil é solução e não problema para os EUA em termos comerciais, diz Alckmin apareceu primeiro em Canal Rural.