Inflação no Brasil comanda expectativas do mercado hoje; ouça análise e projeções

Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro. Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no Google News! No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, comenta a queda do dólar para R$ 5,92 e o Ibovespa recuando 0,4%. Destaques foram as falas de Trump sobre relações com a China e pedido à Opep para reduzir custos do petróleo, com Brent a US$ 77. No Brasil, o mercado reage ao IPCA-15, que deve registrar deflação de 0,09%, influenciado por energia elétrica e passagens aéreas. Alimentos seguem pressionando. No exterior, foco nos PMIs dos EUA e na fala de Christine Lagarde. Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado! Foto: divulgação O post Inflação no Brasil comanda expectativas do mercado hoje; ouça análise e projeções apareceu primeiro em Canal Rural.
Semana termina com chuva forte generalizada no Sul e pancadas em outras regiões

Foto: Pixabay A semana termina com tempo severo em grande parte do país. Acompanhe a previsão do tempo para esta sexta-feira (24): Sul Tempo instável com previsão de chuva forte no Rio Grande do Sul, em Santa Catarina e no centro-sul e leste do Paraná. Assim, a semana termina com risco de temporais localizados. Só não há previsão de chuva no extremo norte e noroeste paranaenses. Sudeste Semana termina com pancadas de moderadas a fortes no estado de São Paulo. Há risco de alguns temporais isolados. Enquanto isso, o tempo fica mais aberto e ensolarado no Rio de Janeiro, centro-norte e leste de Minas Gerais e no Espírito Santo. Nessas localidades, pancadas típicas de verão entre tarde e noite. Dia mais fechado e chuvoso no Triângulo e sul mineiros. Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no Google News! Centro-Oeste Semana termina abafada e com pancadas de chuva nos três estados da Região. Contudo, não chove no Distrito Federal. Dia de sol, aumento de nuvens e pancadas a qualquer hora no noroeste de Mato Grosso do Sul e no sul de Goiás. Chove em forma de pancadas no centro-leste de Mato Grosso e no interior goiano. Nordeste Dia de sol, temperaturas em elevação e chuva forte entre Maranhão e Pará. Chove em forma de pancadas no Piauí e Ceará. Porém, há pouca chuva no sertão do Nordeste. Pancadas moderadas no leste e litoral da Bahia, no leste de Pernambuco e no litoral do Rio Grande do Norte. Norte Pancadas a qualquer momento no Amazonas, Acre, Pará, Tocantins e Amapá com risco alto de temporais. A chuva acontece de forma frequente no sul de Roraima e pode vir acompanhada por trovoadas. O post Semana termina com chuva forte generalizada no Sul e pancadas em outras regiões apareceu primeiro em Canal Rural.
Governo não vai resolver tudo no curto prazo, diz especialista ao WW
O vice-presidente da Associação Brasileira do Agronegócio (Abag), Ingo Plöger, alertou durante sua participação no programa WW desta quinta-feira (23) que o governo enfrenta significativos desafios para conter a inflação, especialmente no setor de alimentos. Plöger enfatizou que soluções rápidas e simplistas não serão eficazes para resolver questões complexas que afetam a economia brasileira. Segundo o especialista, a atual situação econômica é resultado de uma combinação de fatores, incluindo uma política fiscal inadequada que gerou incertezas no mercado. Plöger destacou: “A consequência dos juros que subiram e dão uma indicação que talvez chegamos a 14% da Selic, com 4% de inflação, isso é um impacto gigantesco na agricultura, sem falar de intempéries climáticas, que são naturais dentro da atividade da agricultura”. Leia Mais Ministros discutem inflação dos alimentos com Lula nesta sexta-feira Waack: Governo colhe inflação que ajudou a plantar Haddad descarta comprometer espaço do orçamento para baratear alimentos Medidas governamentais e seus impactos O vice-presidente da Abag criticou algumas das abordagens propostas pelo governo para lidar com a inflação dos alimentos. “Não adianta agora o governo querer tabelar, fazer compras temporâneas, são medidas que não dão certo, nós já vimos isso, são catastróficas”, afirmou Plöger. Ele sugere que o foco deveria estar em medidas mais estruturais, como estabilizar a economia e trazer o dólar para níveis mais razoáveis. Plöger também ressaltou a importância da inovação e da tecnologia no setor agrícola, que tem contribuído significativamente para a redução dos custos da cesta básica ao longo dos anos. No entanto, ele alertou para o subfinanciamento de instituições cruciais como a Embrapa, que enfrenta dificuldades orçamentárias. Perspectivas e soluções de longo prazo O especialista enfatizou que as soluções para os problemas econômicos e inflacionários não serão imediatas. “O governo precisa entender que nessa parte da agricultura, essa consequência nefasta que a política dele trouxe, ele não vai resolver no curtíssimo prazo e não tem como fazer”, explicou Plöger. Ele sugeriu que o governo poderia explorar outras alternativas, como incentivar financeiramente as cooperativas de crédito e operacionais. No entanto, Plöger ressaltou que estas são medidas que não trarão resultados imediatos, mas podem contribuir para uma melhoria gradual da situação econômica e do controle da inflação no setor de alimentos. Os textos gerados por inteligência artificial na CNN Brasil são feitos com base nos cortes de vídeos dos jornais de sua programação. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNN. Clique aqui para saber mais. Este conteúdo foi originalmente publicado em Governo não vai resolver tudo no curto prazo, diz especialista ao WW no site CNN Brasil.
Haddad defende redução de taxas de vale-refeição para baratear comida

Foto: Lula Marques/Agência Brasil A regulamentação de uma lei de 2022 que permite a portabilidade dos vales-refeição e alimentação ajudará a baratear o preço da comida, disse nesta quinta-feira (23) o ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Ao retornar de reunião na Granja do Torto, ele negou que o governo pretenda usar recursos do Orçamento para baratear o preço dos alimentos. Segundo Haddad, o governo deve avançar com a portabilidade dos tíquetes refeição e alimentação, o que poderia baratear a taxa de 1,5% a 3% cobrada pelas administradoras dos cartões. O ministro informou que o governo federal estuda a regulamentação da Lei 14.422, sancionada há três anos, que mudou o Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT) e cria a portabilidade, por meio da qual o trabalhador poderá escolher a empresa gestora dos tíquetes, atualmente definida pelos recursos humanos de cada empresa. Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no Google News! “Penso que tem um espaço ali, regulatório, que caberia ao Banco Central, já pela lei, mas que não foi feito até o término da gestão anterior. Eu penso que há um espaço regulatório que nós pretendemos explorar no curto prazo”, afirmou o ministro, ao retornar de encontro de cerca de nove horas com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, e os ministros da Casa Civil, Rui Costa, e da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, Sidônio Palmeira. Concorrência pode reduzir taxas Foto: Motion Array Para Haddad, a maior concorrência entre as bandeiras de vale-alimentação e refeição poderá resultar na redução das taxas de cartões. De acordo com o ministro, isso, em tese, barateará o preço dos alimentos, tanto nos restaurantes quanto nos supermercados. A lei também prevê que as máquinas serão obrigadas a aceitar todas as bandeiras de cartões, em vez de serem atreladas apenas aos estabelecimentos credenciados. “Regulando melhor a portabilidade, nós entendemos que há espaço para queda do preço da alimentação. Tanto do vale-alimentação quanto do vale-refeição. Porque a alimentação fora de casa é tão importante quanto a compra de gêneros alimentícios no supermercado. Entendendo que, regulando bem a portabilidade, dando mais poder ao trabalhador, ele vai encontrar um caminho de fazer valer o seu recurso, daquele benefício [a] que ele tem direito”, declarou o ministro. A regulamentação do tema depende do Banco Central, que seguirá diretrizes estabelecidas pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). Nesta quinta-feira, haveria a reunião de janeiro do órgão, mas o encontro foi cancelado por falta de temas a serem votados. Sem recursos públicos Uma nova reunião de Haddad com o presidente Lula está prevista para as 9h desta sexta-feira (24), na residência oficial da Granja do Torto para estudar medidas de redução no preço dos alimentos. Haddad negou que o governo pretenda recorrer a subsídios, que consomem recursos do Orçamento, para intervir no mercado de alimentos. “Ninguém está pensando em utilizar espaço fiscal para esse tipo de coisa. O que nós sabemos é que o que afetou o preço dos alimentos, especialmente leite, café, carne, frutas, é porque são commodities, são bens exportáveis, fazem parte da nossa pauta de exportações”, afirmou. Segundo o ministro, além da regulamentação da portabilidade dos vales-refeição e alimentação, a queda do dólar e a previsão de nova safra recorde para este ano ajudarão a reduzir os preços dos alimentos. Ele atribuiu as notícias de uso de recursos públicos para intervir no mercado a boatos espalhados por quem quer que o dólar suba. “É uma boataria que interessa a algumas pessoas. Porque uma pessoa pode fazer o que ela quiser em uma reunião. Agora, transformar isso em política pública, tem que passar por ministro, pelo presidente, pelo Congresso, tem que passar por muita gente”, afirmou Haddad. O post Haddad defende redução de taxas de vale-refeição para baratear comida apareceu primeiro em Canal Rural.
Lula fará reunião para discutir como baixar preço dos alimentos

Foto: Geraldo Bubniak/AEN O presidente Luiz Inácio Lula da Silva deve coordenar uma reunião nesta sexta-feira (24) com ministros para discutir formas de baixar o preço dos alimentos no país. O tema ganhou centralidade no governo essa semana, quando o próprio presidente afirmou, em reunião ministerial, que esta é a prioridade da gestão em 2025. A informação sobre a reunião foi dada pelo ministro do Desenvolvimento Agrário, Paulo Texeira, após participar, na tarde desta quinta-feira (23), no Palácio do Planalto, de um encontro preparatório que contou com a participação dos ministros Rui Costa (Casa Civil) e Carlos Fávaro (Agricultura), além de representantes do Ministério da Fazenda. Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no Google News! A expectativa é que Lula analise possíveis medidas que contribuam para conter a inflação de alimentos. Questionado por jornalistas sobre uma proposta apresentada pela Associação Brasileira de Supermercados (Abras), para flexibilizar a validade de alimentos, Paulo Teixeira afirmou que a iniciativa “está fora de cogitação”. De acordo com a Abras, a sugestão é inserir o modelo “best before”, que do inglês quer dizer que o consumo deve ser “de preferência antes de”, o que, na prática, permite que mercados mantenham produtos nas prateleiras por mais tempo. A entidade empresarial também apresentou sugestões de mudanças no Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT), a permissão da venda de remédios sem receita em supermercados e a redução do prazo de reembolso dos cartões de crédito. O ministro-chefe da Casa Civil, Rui Costa, disse, nesta quarta-feira (22), que o governo espera uma redução no preço dos alimentos a partir de uma safra maior este ano. “Nossa expectativa é de que a safra, agora, seja muito melhor, de vários produtos, contribuindo para o barateamento dos alimentos”, afirmou. O post Lula fará reunião para discutir como baixar preço dos alimentos apareceu primeiro em Canal Rural.
Boi gordo: mercado doméstico freia novas altas; veja cotações

Foto: Giro do Boi/reprodução O mercado físico do boi gordo voltou a apresentar preços acomodados em grande parte do país nesta quinta-feira (23), de estáveis a mais baixos. Segundo o consultor de Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias, no geral as escalas de abate seguem encurtadas. Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no Google News! “Mesmo assim, há dificuldade na continuidade do movimento de alta. O cenário do consumo interno de carne ainda é a variável chave para justificar esse ambiente, com frigoríficos de mercado doméstico incapazes de absorver novos reajustes do boi gordo. As exportações permanecem em alto nível, com perspectiva de ótimo desempenho para a temporada”, comenta. Preços médios da arroba do boi São Paulo: R$ 333,58 a prazo (R$ 333,75 anteriormente) Minas Gerais: R$ 323,53, estável Goiás: R$ 323,21, sem mudanças Mato Grosso do Sul: R$ 326,59 (R$ 327,05 ontem) Mato Grosso: R$ 318,91, inalterado Mercado atacadista O mercado atacadista ainda se depara com preços acomodados no decorrer da semana. No entanto, o ambiente de negócios ainda sugere pela queda das indicações, em especial do traseiro bovino. “O perfil de consumo ainda aponta para a preferência por proteínas de menor valor agregado, a exemplo da carne de frango, embutidos e ovo”, avalia. O quarto traseiro foi precificado a R$ 26,00, por quilo. Quarto dianteiro ainda é cotado a R$ 18,50, por quilo. Já a ponta de agulha ainda é precificada a R$ 18,70, por quilo. Câmbio O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 0,36%, sendo negociado a R$ 5,9250 para venda e a R$ 5,9230 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,8740 e a máxima de R$ 5,9705. O post Boi gordo: mercado doméstico freia novas altas; veja cotações apareceu primeiro em Canal Rural.
Setor de máquinas agrícolas caiu 20% em 2024, diz Anfavea

Foto: Governo federal O setor de máquinas agrícolas registrou vendas de 48,9 mil unidades no atacado em 2024. O número representa uma queda de 19,8% em comparação a 2023, mostram os dados da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) divulgados nesta quinta-feira (23). A queda foi mais evidente justamente no segmento de colheitadeiras, e não tanto no dos tratores, aponta a entidade que considera que em 2025 não se espera mudança nos patamares. “Só uma política consistente de Plano Safra pode fazer o setor ter uma recuperação ao longo deste ano”, diz a Anfavea, em nota. Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no Google News! Já as exportações de máquinas agrícolas tiveram queda de 31%, com envios de 6 milunidades, e deverão crescer apenas 1% pelas projeções da Anfavea. “O ponto de maior atenção no momento é para as importações. O crescimento acentuado dosimportados transformou o superávit em déficit na balança comercial desde o ano passado,dobrando o déficit em 2024″, afirma o presidente da Associação, Márcio de Lima Leite. A preocupação se justifica nos números: mais de 55% das máquinas importadas são oriundas da China e 26% da Índia. A participação da China na importação de máquinas nas Américas foi de 7,7% para 12,7%. “Nos causa grande preocupação o aumento da participação das máquinas importadas nas compras públicas, com destaque para as empresas com menos de 20 empregados. Estamos levando ao poder público essa questão que prejudica o nível de emprego no Brasil, a competitividade das nossas empresas, a inovação e até o atendimento dos clientes, que no final do processo sofrem com falta de uma rede confiável para assistência técnica. O resumo é que todos no país saem perdendo”, avalia Leite. Diante dos índices negativos para o setor, a Anfavea divulgou a sua agenda prioritária para 2025 com seis metas: Criação de condições atrativas de financiamento do Plano Safra e do BNDES para máquinas agrícolas e de construção, além de novas fontes de crédito Recomposição da alíquota do Imposto de Importação, de 14% Políticas de garantia e financiamento para exportação Reindustrialização da cadeia de fornecedores Renovação da frota de máquinas agrícolas e de construção, e expansão da mecanização Aperfeiçoamento da política de compras públicas de máquinas, sem prejuízo à indústria local, ao emprego e à inovação O post Setor de máquinas agrícolas caiu 20% em 2024, diz Anfavea apareceu primeiro em Canal Rural.
Brasil bate recorde de exportações para o Canadá; veja produtos mais vendidos

Foto: Pixabay Quando se fala em América do Norte, os Estados Unidos costumam ser o primeiro país que vem à cabeça, mas as relações comerciais do Brasil também têm encontrado público em outra nação: o Canadá. Isso porque as exportações nacionais aos canadenses voltaram a registrar recordes em 2024. Foram comercializados US$ 6,31 bilhões, aumento de 9,44% sobre os US$ 5,77 bilhões de 2023, conforme dados copilados pelo estudo Quick Trade Facts, elaborado pela Câmara de Comércio Brasil-Canadá (CCBC). Para a entidade, o resultado confirma a tendência observada desde 2016, de crescimento constante no montante exportado para o país norte-americano, que estava em US$ 2,36 bilhões, um avanço de 167%. Produtos mais exportados ao Canadá Os quatro principais produtos exportados pelo Brasil em valores foram: ouro, alumina calcinada, açúcar de cana e aviões. Já quando considerado o porcentual de avanço em relação a 2023, transformadores dielétricos cresceram 359%, seguido de cobre (126%) e café verde (110%). “Para se ter uma ideia, desde o ano 2000, as exportações já cresceram mais de 1.000%. O resultado reflete um trabalho intenso, realizado por instituições como nós, mas também pelos governos brasileiro e canadense. Todas as ações têm o objetivo de fomentar novos negócios”, afirma Hilton Nascimento, diretor comercial da CCBC. Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no Google News! O desempenho nas exportações colaborou para que a balança bilateral terminasse 2024 com um saldo positivo para o Brasil de US$ 3,53 bilhões – o maior nível da história. A cifra representa um avanço de 47,4% sobre 2023, quando o superávit havia sido de US$ 2,39 bilhão. A corrente comercial em 2024 contabilizou US$ 9,1 bilhões, estável quando comparado aos US$ 9,14 bilhões do ano anterior. O resultado foi impactado pelas importações, que passaram de US$ 3,37 bilhões em 2023, para US$ 2,78 bilhões no ano passado. “Se por um lado a alta da moeda norte-americana é positiva para as empresas exportadoras, por outro, atrapalha as companhias importadoras. Vale ressaltar que no ano passado o dólar manteve tendência de alta, gerando forte desvalorização do real. O que pode explicar, em parte, o recuo das importações”, avalia Nascimento. Os produtos mais importados no período foram: cloreto de potássio (fertilizantes), turborreatores, plásticos e aviões. Já os que apresentaram maior crescimento foram: outras turbinas a gás de potência superior a 5.000 Kw (378%), helicópteros (195%); e nióbio (191%). Perspectivas para 2025 “Acreditamos que 2025 será ainda mais promissor. Para isso, a CCBC tem contribuído com uma extensa agenda de encontros e iniciativas para fortalecer e ampliar os negócios entre Brasil e Canadá”, revela o executivo. Nascimento lembra que a CCBC realiza diferentes missões comerciais do Brasil para o Canadá a cada ano, relacionadas a temas como: inteligência artificial, alimentos e bebidas, mineração, Indústria 4.0, inovação em saúde e sistema médico-hospitalar, tecnologias limpas, transição energética, educação executiva e até economia criativa. O post Brasil bate recorde de exportações para o Canadá; veja produtos mais vendidos apareceu primeiro em Canal Rural.
Saiba as cotações da soja em dia de mercado volátil

Foto: Daniel Popov/ Canal Rural O mercado brasileiro de soja apresentou volatilidade nos preços nesta sexta-feira, influenciado pela queda do dólar. Nos portos e interior, a movimentação foi boa, com as melhores ofertas para pagamento e entrega ainda em janeiro. No entanto, para negócios mais longos, algumas indicações de preços chegaram a cair, já que os compradores aguardam a entrada da safra nova. Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! Preços da soja no Brasil Passo Fundo (RS): preço manteve-se em R$ 137,00 Missões (RS): preço manteve-se em R$ 138,00 Porto de Rio Grande (RS): preço caiu de R$ 142,00 para R$ 140,00 Cascavel (PR): preço aumentou de R$ 125,00 para R$ 128,00 Porto de Paranaguá (PR): preço aumentou de R$ 132,00 para R$ 134,00 Rondonópolis (MT): preço aumentou de R$ 116,00 para R$ 116,50 Dourados (MS): preço aumentou de R$ 117,00 para R$ 117,50 Rio Verde (GO): preço aumentou de R$ 116,00 para R$ 119,00 Chicago Os contratos futuros da soja na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam com preços mais altos, impulsionados por fatores como o clima seco na Argentina e a revisão das projeções da safra do país. A desvalorização do dólar e o tom moderado da política comercial de Donald Trump também contribuíram para a alta nos preços. Contratos futuros da soja Os contratos da soja com vencimento em março registraram alta de 9,50 centavos, ou 0,89%, fechando a US$ 10,65 1/2 por bushel. Já os contratos para maio aumentaram 9,50 centavos, ou 0,88%, com cotação de US$ 10,77 3/4 por bushel. O farelo de soja para março apresentou queda de US$ 0,50, ou 0,15%, fechando a US$ 315,30 por tonelada, enquanto o óleo de soja para março subiu 0,62 centavo, ou 1,39%, fechando a 45,04 centavos de dólar. Câmbio Em relação ao câmbio, o dólar comercial encerrou a sessão em queda de 0,36%, negociado a R$ 5,9250 para venda e a R$ 5,9230 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,8740 e a máxima de R$ 5,9705. O post Saiba as cotações da soja em dia de mercado volátil apareceu primeiro em Canal Rural.
Aiba reforça parcerias com o governo baiano em primeira agenda oficial do ano

Foto: Ascom/Serin O novo presidente da Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba), Moisés Schmidt, realizou uma série de reuniões no início desta semana (20 e 21/01), em Salvador, com as secretarias estaduais de Relações Institucionais (Serin), Agricultura (Seagri) e Meio Ambiente (Sema), em sua primeira agenda oficial. De acordo com a Aiba, os encontros tiveram como foco o fortalecimento das relações institucionais e a busca por parcerias estratégicas para o desenvolvimento do agronegócio baiano. Schmidt, que assumiu a presidência da AIBA em 1º de janeiro deste ano, inicia sua gestão com um cronograma de eventos importantes, incluindo a 19ª edição da Bahia Farm Show, maior feira de negócios agrícolas do Norte e Nordeste do Brasil, que acontecerá em junho. “As visitas foram uma oportunidade de aproximação com as principais secretarias do estado, visando consolidar uma relação de parceria e diálogo contínuo. Também aproveitamos para apresentar detalhes de ações estratégicas previstas para 2025, como a Missão Técnica em Nebraska, que será realizada em abril, a Bahia Farm Show, em junho, e a COP 30, em novembro. Discutimos, ainda, a possibilidade de promover uma pré-COP Cerrado em outubro, no município de Luís Eduardo Magalhães”, destacou Schmidt. O secretário estadual de Agricultura, Wallison Tum, ressaltou a importância da interação com a Aiba. “É sempre produtivo dialogar com o presidente da associação. Essa proximidade reforça a parceria entre o governo e as entidades do setor agropecuário. Durante o encontro, recebemos com entusiasmo os convites para os eventos programados para 2025, que certamente contribuirão para o avanço do agronegócio baiano. Estamos comprometidos em trabalhar juntos para promover o crescimento sustentável e a competitividade da agricultura no estado”, afirmou. Na Secretaria de Meio Ambiente, foi destacada a importância do Pacto pelo Cerrado, iniciativa voltada para a redução do desmatamento ilegal e a preservação do bioma Cerrado. Foto: Ascom/Serin “Temos construído uma excelente relação com os produtores do Oeste, o que tem facilitado a criação de soluções conjuntas. Nosso objetivo é substituir a repressão por um trabalho de cooperação, inclusive no campo da fiscalização”, explicou o secretário estadual de Meio Ambiente, Eduardo Mendonça Sodré Martins. Durante o encontro com o secretário Adolpho Loyola, responsável pela Secretaria de Relações Institucionais do Estado da Bahia, a conversa foi focada no diálogo aberto entre as instituições e em parcerias estratégicas, reforçando o compromisso de ambas com o desenvolvimento sustentável e a competitividade do agronegócio baiano. Integração com a Faeb Além disso, ainda na capital baiana, Moisés Schmidt, que também é diretor regional da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado da Bahia (Faeb) no Oeste, reuniu-se com a diretoria do Sistema Faeb/Senar. O presidente do Sistema, Humberto Miranda, parabenizou Schmidt pela posse e reforçou o compromisso de integração entre as instituições. O encontro abordou estratégias para promover o fortalecimento do setor agropecuário, incluindo ações de capacitação técnica, inovação tecnológica e práticas sustentáveis, essenciais para consolidar a Bahia como um dos maiores polos agrícolas do país. Na ocasião, Schmidt apresentou parte da nova equipe técnica da Aiba, composta por Lizane Ferreira, diretora executiva; Cristina Gross, diretora financeira; e Karen Machado, diretora institucional. 5º Show Tecnológico do Cerrado promove palestra sobre mercado e tendências Siga o Canal Rural Bahia no Instagram! Você também pode participar deixando uma sugestão de pauta. Clique aqui e envie uma mensagem para o nosso WhatsApp! O post Aiba reforça parcerias com o governo baiano em primeira agenda oficial do ano apareceu primeiro em Canal Rural.