Ministério da Agricultura entrega 51 máquinas agrícolas a Pernambuco

[ad_1] O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) entregou, entre segunda-feira e terça-feira (3 e 4), 51 equipamentos agrícolas a municípios de Pernambuco. A ação ocorreu na Superintendência de Agricultura e Pecuária de Recife (SFA-PE). A ação, que contou com a participação e parceria do Ministério de Portos e Aeroportos (MPor), beneficiou 23 municípios, sendo 12 prefeituras e 11 associações. Entre os equipamentos entregues, estavam tratores, retroescavadeiras e motoniveladoras que foram adquiridos com recursos provenientes de realocações e sobras orçamentárias de diversas fontes da Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2024. “Vários municípios estão sendo agraciados com máquinas e equipamentos, fruto do trabalho realizado pelo Governo Federal. Estamos aqui entregando não só apenas máquinas, mas estamos nutrindo produção e o desejo para o melhor do nosso estado e nosso povo”, destacou o superintendente da SFA-PE, Flávio Sotero. [ad_2] Source link

onda de calor faz estado superar 43 °C e persiste nos próximos dias

[ad_1] O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu novo alerta de grande perigo por conta de onda de calor para o Rio Grande do Sul. Há risco de as temperaturas, que chegaram a ultrapassar 40 °C em algumas localidades (veja mais abaixo), ficarem 5 °C acima da média até a próxima segunda-feira (10) em boa parte do estado, o que pode ocasionar problemas de saúde. Área sob alerta de grande perigo por conta de onda de calor no Rio Grande do Sul. Fonte: Climatempo O Rio Grande do Sul enfrentou mais uma tarde extremamente quente nesta quarta-feira (5). Em alguns locais, segundo a Climatempo, a temperatura voltou a superar a marca de 40 °C, fazendo do estado o local mais quente do Brasil, repetindo a condição dos últimos dias. Na terça-feira (4), o município de Quaraí, na fronteira com o Uruguai, atingiu 43,8°C, a maior temperatura registrada no estado desde o início do século XX e a mais alta do Brasil em 2025 até o momento. 10 maiores temperaturas no Brasil no dia 5 de fevereiro (até 16h) Quaraí (RS): 42 °C Santiago (RS): 40,3 °C Uruguaiana (RS): 40,1 °C São Vicente do Sul (RS): 39,1 °C Dom Pedrito (RS): 38,9 °C Teutônia (RS): 38,8 °C Santa Maria (RS): 38,8 °C Bagé (RS): 38,5 °C São Gabriel (RS): 38,3 °C Campo Bom (RS): 38,2 °C Santana do Livramento (RS): 38 °C A onda de calor que atinge o sul do Brasil e parte da América do Sul tem mantido as temperaturas elevadas, afetando também Paraguai, Uruguai e o norte da Argentina. Segundo a previsão meteorológica, o calor deve persistir nos próximos dias, podendo levar a novos recordes em cidades como Porto Alegre. Calor extremo em Mato Grosso do Sul e Paraná A onda de calor também afeta áreas próximas à fronteira do Paraguai nos estados de Mato Grosso do Sul e Paraná. Na terça-feira, Porto Murtinho (MS) registrou 38,5 °C, enquanto Baixo Iguaçu (PR) atingiu 37,1 °C na terça-feira. Temperaturas elevadas no Sudeste No Sudeste, o calor intenso atinge o Rio de Janeiro e Espírito Santo, além de partes do norte e leste de Minas Gerais. Diferentemente do Sul, as altas temperaturas na região são resultado da baixa nebulosidade, pouca chuva e ausência de massas de ar frio de origem polar. Na cidade do Rio de Janeiro, os termômetros marcaram 37,2 °C, enquanto Alfredo Chaves (ES) registrou 36,5 °C. Em Muriaé (MG), a máxima foi de 36,1 °C. Não há previsão de passagem de frente fria pelo Sudeste nas próximas 48 horas, o que pode manter o calor elevado nos próximos dias. Fonte: Climatempo [ad_2] Source link

Merenda escolar poderá ter no máximo 15% de alimentos ultraprocessados

[ad_1] O governo federal vai reduzir de 20% para 15% o limite de alimentos processados e ultraprocessados que poderão compor o cardápio das escolas públicas brasileiras em 2025, por meio do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE). O objetivo é oferecer alimentação mais saudável aos estudantes, priorizando alimentos mais nutritivos, produção local e maior diversidade de cultura alimentar das regiões do país. A determinação consta em uma nova resolução do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), autarquia vinculada ao Ministério da Educação (MEC). Em 2026, o limite de ultraprocessados na merenda será reduzido ainda mais, para até 10%. O programa atende 40 milhões de crianças e jovens em 150 mil escolas dos 5.570 municípios do Brasil. São 50 milhões de refeições diárias e cerca de 10 bilhões por ano, com custo anual de cerca de R$ 5,5 bilhões. O anúncio foi feito durante a 6ª edição do Encontro Nacional do PNAE, em Brasília, na tarde desta terça-feira (4), em Brasília, que contou com as presenças do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do ministro da Educação, Camilo Santana, de outras autoridades, além de merendeiras, nutricionistas e integrantes da comunidade escolar de diversas regiões do país, como professores, gestores e os próprios estudantes. O evento não ocorria há 15 anos. “Nossa dívida histórica com a educação é quase impagável em um século. Até o começo do século passado, ninguém se importava se criança tinha que ir para escola. Aliás, não era obrigatório ir para escola. Menina não podia ir para escola para não aprender a escrever carta para o namorado. E menino não tinha que ir para escola porque tinha que ir trabalhar, cortar cana, qualquer outra coisa”, afirmou Lula. “E isso justifica, quando a gente investe na alimentação escolar, porque ninguém consegue estudar com barriga vazia. Uma criança que sai de casa sem tomar café, que não jantou uma janta de qualidade com as calorias e a proteínas necessárias à noite, o que ela vai aprender na escola? Quem nunca passou fome não sabe a capacidade de não aprender nada com fome. É duro. Paulo Freire dizia, quando a gente come, a gente fica inteligente”, acrescentou o presidente. Qualidade da alimentação “Nós sabemos os impactos desses alimentos [ultraprocessados] na alimentação dessas crianças, o problema da obesidade. Portanto, o PNAE vai garantir qualidade nessa alimentação”, destacou o ministro Camilo Santana, em discurso ao anunciar a medida. O ministro também informou que o programa vai priorizar a compra da agricultura familiar com recorte para mulheres agricultoras. A lei já prevê que 30% dos alimentos comprados da agricultura alimentar devem ser provenientes da agricultura familiar. “O PNAE já um grande indutor e essa nova diretriz potencializa ainda mais esse impacto, garantindo que mulheres agricultoras tenham papel central na alimentação de nossas escolas”. “Nós ficamos muito tempo na escola, e com o lanche que as merendeiras fazem, nos ajuda na concentração, na hora da atividade, da explicação do professor, no foco”, descreveu o estudante Miguel Moura, 13 anos, aluno do 8º ano do Centro de Ensino Fundamental 3 (CEF3), de Sobradinho, no Distrito Federal. Saíram biscoitos industrializados, entraram canjica, cuscuz, maior oferta de frutas, feijão in natura, entre outros gêneros alimentícios, explica Jaqueline de Souza, nutricionista que participa do programa. “Melhorou muito a alimentação escolar no país”, afirmou, em um vídeo institucional divulgado pelo MEC. “Muitas das vezes, a merenda escolar é a única refeição de qualidade do estudante naquele dia”, afirmou a presidente do FNDE, Fernanda Pacobahyba. De acordo com o Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional 2023, do Ministério da Saúde, a cada sete crianças brasileiras, uma está com excesso de peso ou obesidade. Isso significa 14,2% das crianças com menos de cinco anos. A média global é de 5,6%. Entre os adolescentes, a taxa é ainda mais alta e atinge 33% do total. Projeto Alimentação Nota 10 Foto: Ricardo Stuckert/ Presidência Durante o encontro, o governo lançou o projeto Alimentação Nota 10, para capacitar merendeiras e nutricionistas do PNAE em segurança alimentar e nutricional. O investimento será de R$ 4,7 milhões, numa parceria entre FNDE, Itaipu Binacional, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sul de Minas Gerais e Fundação de Apoio ao Desenvolvimento da Extensão, Pesquisa, Ensino Profissionalizante e Tecnológico. “A abordagem busca criar um ambiente colaborativo para promover práticas alimentares saudáveis, sustentáveis e ecologicamente conscientes para mais de 4,5 mil nutricionistas”, informou o governo. Em 2023, o governo concedeu reajuste 39% no valor da merenda escolar para os ensinos médio e fundamental, etapas que representam mais de 70% dos alunos atendidos. Para a educação infantil e escolas indígenas ou quilombolas, o reajuste foi de 35%, enquanto para as demais etapas e modalidades, o percentual ficou em 28%. Até então, a alimentação escolar estava há cerca de seis anos sem reajuste. [ad_2] Source link

Dia calmo! Confira como as cotações da soja ficaram hoje

[ad_1] O mercado brasileiro de soja teve um dia calmo nesta quarta-feira (5), com preços de estáveis a mais baixos. A queda de Chicago contribuiu para os poucos movimentos de negócios. Os vendedores seguram seu produto, à espera de preços melhores. A indústria oferta indicações mais firmes no curto prazo. Confira os preços da soja: Passo Fundo (RS): preço caiu de R$ 134,00 para R$ 132,00 Missões (RS): preço caiu de R$ 135,00 para R$ 133,50 Porto de Rio Grande (RS): preço caiu de R$ 135,00 para R$ 133,50 Cascavel (PR): preço manteve-se em R$ 125,00 Porto de Paranaguá (PR): preço caiu de R$ 134,00 para R$ 132,00 Rondonópolis (MT): preço caiu de R$ 113,00 para R$ 112,00 Dourados (MS): preço caiu de R$ 118,00 para R$ 117,00 Rio Verde (GO): preço caiu de R$ 115,00 para R$ 114,00 Chicago Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a quarta-feira com preços mais baixos. O mercado foi pressionado pela falta de urgência de Donald Trump em negociar com a China a implementação de tarifas comerciais. Em meio às incertezas, os investidores realizaram lucros. Contratos futuros da soja Os contratos da soja em grão com entrega em março fecharam com baixa de 18,00 centavos de dólar ou 1,67% a US$ 10,57 por bushel. A posição maio teve cotação de US$ 10,72 1/4 por bushel, com recuo de 15,75 centavos, ou 1,44%. Nos subprodutos, a posição março do farelo fechou com baixa de US$ 5,70 ou 1,81% a US$ 308,30 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em março fecharam a 45,09 centavos de dólar, com recuo de 0,67 centavo ou 1,46%. Câmbio O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,41%, negociado a R$ 5,7935 para venda e a R$ 5,7915 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,7503 e a máxima de R$ 5,8178. [ad_2] Source link

Clima, aumento do consumo e a China devem manter preço do café no Brasil em alta, diz Abic

[ad_1] O preço do café deve continuar subindo nas próximas semanas, pelo menos até a safra deste ano, que começa a ser colhida por volta de abril ou maio. A afirmação é da Associação Brasileira da Indústria do Café (Abic). A principal causa do aumento nos preços são os eventos climáticos, que influenciam na safra do grão. O aumento do consumo em todo o mundo e a chegada de um novo mercado consumidor global, a China, também influenciam. Segundo a entidade, esse impacto sobre os preços deve se manter por mais dois ou três meses. Depois, deve vir um momento de arrefecimento no valor do produto, com uma certa estabilização. No entanto, a queda de preços só deverá acontecer a partir da safra do próximo ano, estima a associação. O aumento no preço do café vem sendo observado desde novembro do ano passado. E não é um fenômeno apenas no Brasil, que é o principal exportador mundial, representando quase 40% da produção global, seguido pelo Vietnã (em torno de 17%) e pela Colômbia. Quebras de safra de café Em 2020, a safra brasileira bateu recordes, mas os anos seguintes foram ruins para a lavoura, influenciado pelo clima. Em 2021, houve uma geada que dizimou quase 20% da safra de arábica. Em 2022, ela não conseguiu se recuperar – no geral, a safra demora dois anos para que isso ocorra, explicou a Abic. Já em 2023, a lavoura sofreu os efeitos do El Niño [fenômeno que afeta o clima em todo o planeta], com um período longo de estiagem e altas temperaturas. E, no ano passado, o fenômeno que atuou foi o La Niña, que trouxe chuvas alongadas. “Isso é muito ruim para a lavoura”, afirmou o presidente da Abic, Pavel Cardoso, acrescentando que a safra que será colhida neste ano será ligeiramente menor que a do ano passado. “Esse acúmulo de quatro anos de problemas climáticos e o crescimento da demanda global dão a explicação dessa escalada de preços no café”, ressaltou. Com todos esses problemas climáticos afetando a lavoura, os produtores precisaram aumentar os gastos para a produção. Com isso, o custo da matéria-prima subiu. A indústria, informou a Abic, teve aumentos superiores a 200% e teve que repassar parte disso, em torno de 38%, ao consumidor. Todos esses fatores conjugados acabaram contribuindo para a alta dos preços da commodity nas bolsas internacionais, o que também traz reflexos para o bolso do consumidor. Na Bolsa de Nova York, os principais contratos de café arábica atingiram os valores mais altos da história. Nesta quarta (5), por exemplo, a cotação voltou a subir e batia recorde, chegando US$ 3,97 a libra-peso. “Em relação a esse recorde, que está quase chegando a US$ 4 a libra-peso, muito se atribuiu a uma potencialização dessa oferta curta. É uma entrada forte de fundos que gera um número histórico, mas que é potencialmente importante para a reflexão de todo o setor. Esse momento é ganho para todos? É uma situação que cabe a todos nós refletir”, disse Cardoso. “Essa escalada em algum momento vai parar, mas não se sabe quando. Essa é a pergunta que todos nós fazemos”. Estimativas para a atual safra Foto: Carlos Alberto Meira/Embrapa A Abic espera que a safra deste ano, que começa a ser colhida em abril, ajude a estabilizar os preços do café. O setor também tem uma grande expectativa para o ciclo do ano que vem, que pode bater o recorde de 2020, ajudando a ampliar a oferta e diminuir os preços do produto. Enquanto isso não ocorre, o consumidor ainda deve sofrer com o aumento no café já que a indústria ainda tem repasses a fazer pelo seu alto custo. “Em relação à matéria-prima, devemos ter ainda alguma volatilidade adicional até a chegada da safra, que deve tensionar por conta de uma oferta muito curta. A partir da chegada dessa safra, entendemos que haverá alguma estabilidade. E quando tivermos finalizado a colheita, portanto, com um olhar para 2026, esperamos ter uma grande safra, possivelmente superior a 2020, quando tivemos safra recorde”, informou Cardoso. “Com relação ao consumidor, teremos algum aumento adicional, afinal, tivemos aumentos superiores a 180% para a indústria, que absorveu esse aumento e repassou parte disso para os mercados, chegando a 37% para os consumidores. Então, parte desse aumento será transferido para os varejistas e, consequentemente, aos consumidores”, explicou. Dados do setor O consumo da bebida no Brasil entre novembro de 2023 e outubro de 2024 cresceu 1,11% em relação ao ano anterior, segundo dados divulgados pela Abic nesta quarta-feira (5). O Brasil, que é o maior produtor e exportador do produto, é também o segundo maior consumidor mundial de café, tendo consumido 21,916 milhões de sacas em 2024, o que significou 4,1 milhões de sacas a menos do que é consumido pelo país que está na liderança desse ranking, os Estados Unidos. Os dados do setor também informaram que o brasileiro consome, em média, 1.430 xícaras/ano de café. O faturamento da indústria de café torrado no mercado interno somou R$ 36,82 bilhões no ano passado, uma variação de 60,85% quando comparado a 2023. A alteração ocorre devido ao aumento do preço do café na gôndola. No mercado externo, o faturamento foi de R$ 134 milhões. Os cafés especiais sofreram um aumento de 9,80%, quando comparado o período de janeiro e dezembro de 2024. Já a categoria de cafés Gourmets registrou um aumento de 16,17%; os cafés Superiores, de 34,38%; e os cafés Tradicionais e Extrafortes, tiveram aumento de 39,36%. Os cafés em cápsula também registraram um aumento nos preços (2,07%). Nos últimos quatro anos, a matéria-prima aumentou 224%, e o café no varejo aumentou 110%. No último ano, a variação de preço ao consumidor do café torrado e moído foi de 37,4%, um aumento maior que a média da cesta básica (2,7%). [ad_2] Source link

Câmara aprova projeto para proteção de animais afetados por desastres

[ad_1] A imagem do cavalo Caramelo, ilhado no telhado de uma casa em Canoas, no Rio Grande do Sul, em maio do ano passado, comoveu o país e foi um símbolo do sofrimento também dos animais em cenários de desastres. A cena foi lembrada na tarde desta quarta-feira (5), por deputados em plenário, antes de aprovarem o Projeto de Lei 2.950/19, que institui uma política de proteção e resgate de animais afetados por acidentes, emergências e desastres. Com a aprovação na Câmara dos Deputados, o projeto será agora apreciado no Senado. Na prática, a ideia é promover acolhimento e manejo de animais resgatados em cenários críticos, como o das chuvas do ano passado no Rio Grande do Sul. A legislação tem a finalidade de obrigar setores que desenvolvem atividades que podem degradar o meio ambiente a adotar medidas de proteção aos animais. O projeto também prevê a aplicação das penas previstas na Lei dos Crimes Ambientais ao empreendedor que descumprir as medidas de proteção. A punição indicada é detenção de três meses a um ano, além de multa para quem pratica atos de abuso ou maus-tratos, fere ou mutila animais. No plenário, o relator da matéria, deputado Marcelo Queiroz (PP-RJ), destacou que os desastres podem atingir espécies ameaçadas de extinção e até gerar perda de fontes de renda de comunidades que dependem de animais de produção. Além disso, Queiroz lembrou que a perda de um animal de estimação pode agravar o trauma psicológico causado pela tragédia ambiental. Por isso, o deputado defendeu a tipificação do crime para os responsáveis pelos desastres. “As propostas merecem ser acolhidas tendo em vista que se coadunam com os princípios constitucionais que regem proteção da fauna”, afirmou. Consenso entre partidos A proposta ganhou apoio e discursos favoráveis de parlamentares de diferentes partidos. O deputado Chico Alencar (PSOL-RJ), por exemplo, enfatizou que os desastres, chamados de “naturais”, são provocados, na verdade, pela ação humana “na forma de ocupação da terra, pela ambição e pela ganância”. Na mesma linha, o deputado Bibo Nunes (PL-RS) lembrou que, no passado, não havia a devida consideração aos animais. “É fundamental esse apoio de segurança para a vida dos animais, que hoje convivem tanto na vida de todos nós”, afirmou. O deputado Tadeu Veneri (PT-PR) recordou que há uma estimativa de que, em Brumadinho, Minas Gerais, pelo menos 20 mil animais morreram soterrados no rompimento de uma barragem de rejeitos da mineradora Vale, em 2019. “A mesma situação, em 2020, no Pantanal, foram 17 milhões de animais mortos [durante as queimadas]”, acrescentou. [ad_2] Source link

três estados têm negociações acima da média; veja cotações

[ad_1] O mercado físico do boi gordo apresenta cenários distintos conforme a região. De acordo com a consultoria Safras & Mercado, nos estados de Mato Grosso, São Paulo e Mato Grosso do Sul, algumas negociações são realizadas acima da referência média. Nessas regiões, as escalas apresentam algum avanço no decorrer da semana após elevação dos preços. “Em Goiás e na Região Norte o que se observa é uma relativa acomodação de oferta. No entanto, ainda há relatos de boa quantidade de fêmeas ofertadas, em especial nos estados do Tocantins e Rondônia. As exportações de carne bovina seguem em bom nível e são um relevante fator de sustentação dos preços”, disse o analista Fernando Henrique Iglesias. Preços médios do boi gordo (a prazo) São Paulo: R$ 328,60 (R$ 328,08 ontem) Goiás: R$ 306,25 (estável) Minas Gerais: R$ 314,41 (sem alteração) Mato Grosso do Sul: R$ 312,95 (sem mudança) Mato Grosso: R$ 323,69 (R$ 323,49 anteriormente) Câmbio O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,41%, sendo negociado a R$ 5,7935 para venda e a R$ 5,7915 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,7503 e a máxima de R$ 5,8178. [ad_2] Source link

China formaliza na OMC queixa sobre medidas tarifárias de Trump

[ad_1] A China formalizou queixa na Organização Mundial do Comércio (OMC) sobre as tarifas de 10% anunciadas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, no fim de semana. Segundo comunicado da OMC, o país asiático alega que as medidas tarifárias dos norte-americanos violam as obrigações em relação ao status de nação mais favorecida, com base nas normas da entidade de comércio global. A queixa inicia uma disputa oficial entre as duas maiores economias do planeta no âmbito da OMC. Nos próximos 60 dias, serão realizadas consultas com as duas partes para discutir o assunto e buscar uma solução satisfatória sem a necessidade de um litígio. Se não houver acordo no período, a China poderá solicitar a decisão de um painel. [ad_2] Source link

Haddad entrega ao presidente da Câmara prioridades do governo nos próximos anos

[ad_1] O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, apresentou, nesta quarta-feira (5), aopresidente da Câmara dos Deputados, deputado federal Hugo Motta (Republicanos), a agenda econômica do governo federal com as prioridades para o biênio de 2025 e 2026. “Trouxemos uma pauta com 25 iniciativas, das quais 15 ainda dependem do Legislativo, oito projetos que já estão tramitando, e sete que serão encaminhados nas próximas semanas. São projetos estratégicos, estamos falando de projetos que vão ter impacto em algum mercado, em algum setor da economia importante”, destacou o ministro. Após a reunião, Haddad e Motta, em declaração à imprensa, destacaram a importância da parceria entre Legislativo e Executivo para o cumprimento da agenda apresentada hoje. “O Brasil tem um grande desafio econômico para o ano de 2025 e nada melhor do que essa cooperação entre o poder Executivo e o poder Legislativo para que a agenda aqui seja priorizada e possamos entregar o melhor para a sociedade brasileira”, afirmou o presidente da Câmara. A lista de prioridades apresentada se divide em três temas: estabilidade macroeconômica, melhoria do ambiente de negócios e plano de transformação ecológica. Entre os tópicos estão: Plano Safra e Renovagro – aprimoramento dos critérios de sustentabilidade para melhoria das condições de crédito para práticas agrícolas sustentáveis e regularização do cadastro ambiental, além de assistência técnica. As resoluções já foram expedidas pelo Conselho Monetário Nacional e novas medidas de aprimoramento nos próximos Planos Safra Fortalecimento do arcabouço fiscal, para assegurar expansão sustentável do PIB, desemprego e inflação baixos e estabilidade da dívida. Reforma tributária sobre a renda, com isenção de imposto de renda para quem ganha até R$ 5 mil e criação de alíquota sobre rendimentos altos. Avanço na implantação do mercado de carbono (governança e decreto regulamentador) – Criação do mercado regulado no Brasil, com teto de emissões e mecanismo de precificação Estruturação do Fundo Internacional das Florestas – criação de fundo global cujos rendimentos sejam repassados a países que preservam suas florestas tropicais. Além disso foi apresentado a Limitação dos supersalários, o aprimoramento da governança na Lei de Falências e a reforma da previdência dos militares. *Com informações da Agência Gov [ad_2] Source link

Como está a colheita da soja no Paraná?

[ad_1] O Paraná, um dos três maiores produtores de soja do Brasil, já colheu 23% da área plantada com soja na safra 2024/25, de acordo com o Departamento de Economia Rural (Deral). A colheita segue em ritmo semelhante ao registrado no ano passado, quando, na mesma época, 25% da área havia sido colhida. A safra de soja no estado é projetada em 21,34 milhões de toneladas, um aumento de 15% em comparação com a safra anterior. Entretanto, o Deral destaca algumas preocupações com as chuvas recentes. Embora as precipitações tenham beneficiado as lavouras mais novas de soja, que representam uma pequena parcela da produção, não houve melhorias nas lavouras em fase final de frutificação, o que pode afetar a produtividade. Além disso, o excesso de chuvas tem gerado apreensão quanto à qualidade dos grãos, especialmente nas áreas que estão em pré-colheita, dificultando também a aplicação de defensivos contra pragas e doenças. O Departamento também informou que o plantio de milho segunda safra no Paraná avançou para 28% da área projetada, e a colheita da primeira safra de milho já atingiu 11% da área total. A expectativa para a segunda safra de milho é de 15,53 milhões de toneladas, com aumento de 24% em relação ao ciclo anterior, impactado por condições climáticas desfavoráveis. [ad_2] Source link