Exclusivo! Secretário do Mapa fala sobre novos mercados e desafios com Trump

[ad_1] Em entrevista exclusiva ao Canal Rural, o secretário de Comércio e Relações Internacionais do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), Luís Rua, abordou as incertezas sobre novas tarifas impostas pelos Estados Unidos e as oportunidades geradas por uma possível guerra comercial entre a maior economia do mundo e a China. Soja e mercado chinês Um dos temas centrais foi a suspensão da importação de soja de cinco empresas brasileiras pela China, ocorrida em janeiro. Segundo Rua, a situação envolve apenas cinco unidades produtivas entre mais de 1.700 habilitadas a exportar para o país asiático. “É um problema pequeno no contexto do comércio internacional. Já estamos trabalhando junto às unidades notificadas pela autoridade chinesa”, afirmou. Ele prevê que a situação será resolvida até março. Expansão de mercados Rua ressaltou o trabalho do governo na abertura de novos mercados, citando a recente habilitação do Quênia para importar carne bovina brasileira. O secretário reforçou que, além da busca por novas oportunidades externas, o mercado doméstico continua sendo uma prioridade, já que responde por 70% do consumo da produção nacional. “A ampliação das exportações é essencial, mas sem esquecer da demanda interna”, destacou. Tarifas dos EUA e relação comercial Sobre as tarifas do governo Trump, Rua afirmou que ainda há muita especulação e destacou que os produtos brasileiros são, em sua maioria, complementares aos americanos, sem concorrência direta. “O Brasil quer manter uma relação próxima com os Estados Unidos, um dos nossos principais compradores de produtos agropecuários”, disse. Oportunidades para o agro brasileiro O secretário enfatizou que o Brasil está pronto para negociar com mercados estratégicos, destacando a solidez, a segurança e a sustentabilidade da produção nacional. “O Brasil é um parceiro confiável e estável, capaz de fornecer alimentos com qualidade e sustentabilidade para atender às demandas globais”, concluiu. Confira a entrevista completa no vídeo a seguir: [ad_2] Source link
Boas expectativas para a colheita de soja; confira o resumo

[ad_1] O Brasil está a caminho de colher uma grande safra de soja, com estimativas que superam até mesmo as projeções iniciais. Segundo a Safras & Mercado, apesar de alguns problemas climáticos, especialmente no Rio Grande do Sul e em Mato Grosso do Sul, as boas colheitas em outros estados, como Mato Grosso, compensam as perdas, e a safra nacional promete um desempenho alto. A produção de soja na safra 2024/25 deverá alcançar 174,88 milhões de toneladas, um aumento de 14,8% em relação aos 152,3 milhões de toneladas da temporada passada, conforme a estimativa de Safras & Mercado. Esse aumento é um reflexo das boas perspectivas em várias regiões, com destaque para Mato Grosso, o maior produtor de soja do Brasil. As previsões mais recentes indicam uma elevação de 0,67% em relação à projeção de 10 de janeiro, que era de 173,71 milhões de toneladas. A área destinada ao cultivo também cresceu, com uma estimativa de 47,47 milhões de hectares plantados, um aumento de 2,2% sobre os 46,45 milhões de hectares da safra anterior. A produtividade média deverá passar de 3.295 quilos por hectare para 3.702 quilos, conforme o levantamento. Os ajustes nas estimativas foram motivados por fatores climáticos e o andamento da colheita, que, apesar de ainda estar lenta, tem mostrado resultados positivos. “O principal motivo das revisões foi o quadro climático atual, além do andamento, ainda que lento, da colheita”, explica o analista de Safras, Rafael Silveira. Entre os ajustes negativos, destacam-se os resultados no Rio Grande do Sul, que sofreu com o clima quente e seco, com perdas superiores a 2 milhões de toneladas. Inicialmente, a previsão para o estado era de 23,3 milhões de toneladas, mas a revisão reduziu a expectativa para 19,8 milhões de toneladas, um número inferior ao da temporada passada. Em Mato Grosso do Sul, a região Sul foi prejudicada pelas chuvas recentes, mas a produtividade em várias áreas do estado ainda é boa, o que ameniza o impacto. A previsão inicial era de 15,8 milhões de toneladas, mas agora a expectativa é de 13,8 milhões de toneladas. Por outro lado, o centro do país, especialmente Mato Grosso, surpreende positivamente, com um potencial produtivo elevado, apesar das fortes chuvas. “A surpresa vem do centro do país, especialmente de Mato Grosso, onde, apesar das fortes chuvas, o potencial produtivo das lavouras continua elevado”, destaca o consultor. Além de Mato Grosso, outros estados, como Goiás, Minas Gerais e regiões do Nordeste, também apresentam boas perspectivas de produção, melhorando as expectativas gerais para a safra nacional de soja. “Dessa forma, a produção total do Brasil segue bem projetada, refletindo não apenas as perdas reais, mas também o cenário de boa produtividade em várias regiões, o que, no somatório, melhora a expectativa para a safra brasileira de soja em 2025”, conclui Silveira. Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! 🌱 [ad_2] Source link
Café brasileiro se destaca em missão comercial no Oriente Médio

[ad_1] A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), por meio do projeto Agro.BR, promove, entre os dias 10 a 14 de fevereiro, uma missão comercial a Dubai, com foco na promoção dos cafés brasileiros. A missão inclui a participação na World of Coffee Dubai, a principal feira da indústria cafeeira para o mercado da região e de outros países. Segundo a CNA, além da feira, o grupo terá uma programação repleta de atividades, com visitas a importantes torrefadoras, cafés e centros especializados, visando ampliar o conhecimento sobre as inovações do setor e buscar novos parceiros comerciais. As visitas incluem locais como a Grandmother Coffee Roastery, Nightjar Coffee Roasters, e o DMCC Coffee Centre. O foco principal da missão é a promoção do café brasileiro no exterior, especialmente em mercados emergentes como o do Oriente Médio, onde a demanda por produtos de qualidade continua a crescer. A presença das empresas brasileiras em eventos de relevância internacional contribui para a construção de novas conexões comerciais e para o fortalecimento da imagem do Brasil como um dos maiores produtores de café do mundo. Além dos empresários, a delegação conta com especialistas do setor, como o coordenador de Promoção Comercial da CNA, Rodrigo da Matta, e a assessora de Relações Internacionais, Rosilene Bandera. O trabalho desenvolvido visa consolidar a presença do Brasil no mercado global de cafés especiais, sempre focando na qualidade e na diversidade do produto nacional. [ad_2] Source link
Onda de calor se prolonga pelo país

[ad_1] Uma onda de calor que atinge o Sul do Brasil desde o início de fevereiro continuará na região por mais alguns dias. O fenômeno é o causador de temperaturas altas, com a previsão de que as máximas continuem a superar os 40°C no Rio Grande do Sul. Com informações do canal de comunicação Climatempo, essa onda de calor se estenderá até pelo menos o dia 12, próxima quarta-feira. As áreas mais afetadas incluem, também, Santa Catarina e do Paraná, com destaque para as regiões oeste, centro e sul de Santa Catarina, e o sudoeste e sul do Paraná. Essas áreas também estão em alerta, com a previsão de temperaturas excepcionais para os próximos dias. A intensidade do calor tem sido notável, com a sensação térmica frequentemente muito mais alta devido ao calor seco e à baixa umidade do ar. Além disso, o impacto da onda de calor não se limita ao Brasil. O Paraguai, o Uruguai, o norte e o centro-oeste da Argentina também estão sendo severamente atingidos, com algumas regiões chegando a temperaturas recordes de até 46° C nos últimos dias. O serviço nacional de meteorologia da Argentina já emitiu um alerta para a continuidade dessa onda de calor em várias regiões do país, destacando os riscos associados à saúde e ao meio ambiente. Esse fenômeno climático, que afeta uma grande área da América do Sul, está sendo monitorado de perto, pois pode gerar impactos, como o aumento do risco de incêndios, danos à agricultura e dificuldades no abastecimento de água em algumas regiões. A recomendação das autoridades meteorológicas é que a população tome cuidados especiais para evitar complicações de saúde, como desidratação e insolação, além de evitar exposição prolongada ao sol. A expectativa é de que o calor persista por mais alguns dias, até que o sistema de alta pressão que vem provocando esse clima de verão intenso comece a perder força. Até lá, o alerta continua sendo reforçado, e é importante que as pessoas sigam as orientações para se proteger desse calor extremo. [ad_2] Source link
Conhece o perifíton? Pois saiba que ele traz benefícios para produção sustentável de peixes e hortaliças

[ad_1] Na última semana, o Instituto de Pesca (IP-Apta), da Secretaria de Agricultura e Abastecimento de São Paulo, apresentou mais um episódio da série “Pós em Ação!”. O destaque foi o estudo de Daiane Mompean Romera, mestra em Aquicultura e Pesca, sobre o uso do perifíton como biofiltro e fonte de alimento em sistemas de recirculação aquícola (RAS) e aquaponia desacoplada. O perifíton é um conjunto de microrganismos que se desenvolve naturalmente em superfícies submersas e contribui tanto para a filtragem da água quanto para a alimentação dos peixes. Alternativa sustentável para sistemas de aquicultura Os sistemas RAS são amplamente utilizados na piscicultura por permitirem economia de água e maior controle da produção. Quando associados ao cultivo de hortaliças sem solo, surge a aquaponia, em que a água rica em nutrientes dos tanques de peixes irriga as plantas. Na modalidade desacoplada, o fluxo de água entre os compartimentos é controlado separadamente, garantindo melhor gestão dos parâmetros de qualidade hídrica. Uma das principais demandas desses sistemas é a manutenção da qualidade da água. Normalmente, isso é feito por biofiltros comerciais, que podem ser onerosos. O estudo de Romera propõe uma solução natural: o perifíton, que age tanto na filtragem da água quanto para a alimentação dos peixes. Resultados promissores na produção de tilápias e hortaliças A pesquisa comparou dois sistemas de criação de tilápias-do-nilo (Oreochromis niloticus): um tradicional, com filtros biológicos comerciais, e outro utilizando substratos para crescimento do perifíton diretamente no tanque dos peixes. Paralelamente, cinco cultivares de alface foram cultivadas em aquaponia para avaliar a absorção de nutrientes. Os resultados demonstraram que o perifíton melhorou a ciclagem de nutrientes, reduziu o descarte de resíduos sólidos e serviu como complemento alimentar para os peixes, favorecendo seu desenvolvimento. Segundo a pesquisadora, as plantas cultivadas no sistema com perifíton apresentaram crescimento superior e melhor absorção de micronutrientes. O estudo reforça o potencial do perifíton como uma alternativa viável e sustentável para a aquicultura e a produção integrada de alimentos, trazendo benefícios tanto para o meio ambiente quanto para os produtores. [ad_2] Source link
Solo mais ácido diminui capim invasor e ajuda a restaurar vegetação do Cerrado

[ad_1] Em estudo publicado na revista Restoration Ecology, um grupo liderado por pesquisadores da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) aponta um caminho promissor para a restauração do Cerrado. Por meio de um experimento realizado no Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros, em Goiás, os autores demonstraram como, diferentemente do que fazem algumas iniciativas de restauração convencionais, não se deve adicionar nutrientes ao solo quando se trata do Cerrado, pelo contrário. Em uma área em restauração dentro do parque, os pesquisadores analisaram o crescimento de gramíneas invasoras e de espécies nativas depois da aplicação de sulfato ferroso, que torna o solo mais ácido e diminui a disponibilidade de nutrientes. Nos locais em que o mineral foi aplicado, reduziu-se em quase 71% a ocorrência de invasoras, sem que houvesse prejuízo para as nativas. “As plantas do Cerrado têm uma baixa demanda nutricional, são de crescimento lento. Enquanto as gramíneas invasoras crescem rápido e demandam muitos nutrientes. O sulfato ferroso devolve ao solo a condição mais próxima da original, favorecendo as nativas e dificultando o crescimento das invasoras”, explica Demétrius Lira Martins, que conduziu o trabalho durante seu pós-doutorado no Instituto de Biologia (IB) da Unicamp, com apoio da Fapesp. A área de 50 hectares passou a ser restaurada em 2016, após cerca de 30 anos como pastagem. Quatro anos depois de retirado o capim exótico, feita a preparação do solo e a semeadura de espécies nativas, o local foi novamente tomado pelas gramíneas africanas. Em 2021, a restauração foi retomada. Desta vez, foi estabelecido o experimento para verificar o efeito da acidificação do solo na contenção do capim exótico. Os pesquisadores demarcaram 14 blocos de 100 metros quadrados (m2). Em cada um deles, separaram quatro blocos menores, de 1 m2 cada, separados em 10 metros de distância entre si. Em metade desses blocos, foi aplicado sulfato ferroso no solo antes da semeadura de gramíneas e arbustos nativos. Após quatro meses da última aplicação, foram coletadas e pesadas amostras das plantas que cresceram em cada quadrado, tanto nativas quanto exóticas. Ao comparar os blocos, observou-se uma redução de 70,7% na biomassa das espécies invasoras onde foi realizada a acidificação, sem que houvesse prejuízo às espécies nativas. “A acidificação aumentou os níveis de alumínio no solo, que é tóxico para plantas convencionais. Mas as espécies nativas lidam muito bem com isso. Não é à toa que a primeira coisa que se faz após desmatar uma área de Cerrado para lavoura ou pastagem é fazer a calagem [aplicação de calcário], que diminui a disponibilidade de alumínio e aumenta de outros nutrientes”, conta Martins. No alto, bloco experimental em início de implementação e que teve o solo acidificado ficou livre de capim invasor, com nativas retornando lentamente.Na outra foto, local que não recebeu o sulfato ferroso tomado pelas espécies africanas (fotos: Demétrius Lira Martins) Estratégias O estudo integra o projeto “Restaurando ecossistemas neotropicais secos: seria a composição funcional das plantas a chave para o sucesso?”, apoiado pela Fapesp e coordenado por Rafael Silva Oliveira, professor do IB-Unicamp. A estratégia apresentada agora se soma a outras desenvolvidas pelo grupo. Em trabalho anterior, também apoiado pela FAPESP, os pesquisadores mostraram como uma maior diversidade de espécies nativas funciona como forma de conter gramíneas invasoras (leia mais em: agencia.fapesp.br/50773). No caso da acidificação, os pesquisadores ressalvam que o sulfato ferroso é apenas um dos compostos que podem realizar essa função. Experimentos no hemisfério Norte, por exemplo, usaram enxofre para o mesmo fim. Mas para realizar algo em grande escala no futuro é preciso antes avaliar o melhor custo-benefício. “Em tese, qualquer substrato ácido pode servir. Uma das opções poderia ser o resíduo do processamento da cana-de-açúcar, que é abundante e barato. Por sua vez, a cama de frango descartada [serragem ou outro material usado no chão de granjas] é bastante ácida, mas contém muito nitrogênio, que favorece as invasoras. É preciso avaliar os possíveis impactos de cada opção e a viabilidade financeira”, pontua o pesquisador. Ainda segundo Martins, outro fator a ser levado em conta em futuros trabalhos de restauração é a comunidade microbiana do solo, algo ainda pouco conhecido quando se trata do Cerrado. “Os microrganismos do solo são a base da ciclagem de nutrientes. Por isso, formas de trazer de volta os originais do Cerrado são fundamentais para restaurar esse bioma tão ameaçado”, encerra. [ad_2] Source link
vem muita chuva por aí e até granizo!

[ad_1] A semana entre os dias 10 e 14 de fevereiro será marcada por instabilidades em boa parte do país. O avanço de uma frente fria no Sul provocará chuvas volumosas e risco de temporais, enquanto a Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) intensifica as chuvas no Norte e em parte do Nordeste. Confira os detalhes da previsão para todas as regiões na próxima semana, de acordo com informações da Climatempo e análise do meteorologista do Canal Rural, Arthur Müller. Sul A semana começa com tempo estável no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e grande parte do Paraná, com temperaturas elevadas. No entanto, a partir de terça-feira (11), uma nova frente fria avança pelo território gaúcho, trazendo temporais, possibilidade de granizo e rajadas de vento acima de 100 km/h. O sistema se desloca para Santa Catarina e Paraná, aumentando o risco de queda de árvores, corte de energia elétrica e danos às estruturas agrícolas. O acumulado de chuva nos próximos cinco dias pode ultrapassar 100 mm no Rio Grande do Sul, ajudando a reverter a estiagem no estado, e no sul de Santa Catarina. Sudeste A instabilidade começa a se afastar da região, com chuvas isoladas no litoral norte do Espírito Santo e na região central de São Paulo. Grande parte de Minas Gerais e do Rio de Janeiro terá dias mais quentes e secos, favorecendo a maturação e colheita das lavouras de verão. No entanto, o Triângulo Mineiro e parte de São Paulo estarão sob influência de um Vórtice Ciclônico de Altos Níveis (VCAN), provocando temporais com chuva intensa, granizo e ventos de até 70 km/h. O acumulado pode superar 100 mm, aumentando o risco de alagamentos e prejuízos no campo. Centro-Oeste O calor e a umidade favorecem pancadas de chuva em Mato Grosso, Goiás e norte de Mato Grosso do Sul, com alerta de temporais em Cuiabá (MT). Já em Campo Grande (MS), o tempo será mais ensolarado. A partir da terça-feira, as chuvas retornam com força a Mato Grosso, sul de Goiás e leste de Mato Grosso do Sul, podendo acumular mais de 100 mm, o que pode atrapalhar a colheita da soja. No centro-norte de Goiás e sul e oeste de Mato Grosso do Sul, os acumulados ficarão entre 30 e 50 mm, favorecendo a umidade do solo e reduzindo o estresse térmico do gado em confinamento. Nordeste As chuvas ficam concentradas no Maranhão, norte do Piauí e entre o litoral norte da Bahia e Alagoas, sem previsão de grandes volumes. O sertão nordestino segue com tempo seco e quente. A Zona de Convergência Intertropical intensifica as chuvas no norte do Maranhão, Piauí, Ceará e Rio Grande do Norte, com acumulados acima de 100 mm e risco de alagamentos e deslizamentos. No restante do Maranhão, Piauí e oeste da Bahia, os volumes devem ficar próximos de 50 mm, beneficiando as lavouras. Já no centro-leste da Bahia, a restrição hídrica continua, e a tendência é de chuva mais volumosa apenas na última semana de fevereiro. Norte O calor e a alta umidade favorecem a formação de nuvens carregadas em todos os estados da região. Há previsão de temporais em Manaus, Porto Velho, Rio Branco e Macapá, com chuvas volumosas no Pará e no oeste e norte do Tocantins. Em grande parte da região, os acumulados podem superar 150 mm, prejudicando os trabalhos no campo, especialmente no Pará e em Rondônia. No Tocantins, os volumes ficarão na casa de 50 mm, o que permite a retomada das atividades agrícolas nos próximos dias. [ad_2] Source link
Orientações sobre o trânsito de máquinas agrícolas nas rodovias

[ad_1] Em colaboração com a Polícia Militar do Paraná (PM-PR), o Sistema da Federação da Agricultura do Estado do Paraná (Faep) lançou um folder informativo para auxiliar os produtores rurais sobre as recentes alterações nas normas de trânsito de máquinas agrícolas nas rodovias. O material aborda as novas regras estabelecidas pela Resolução 1.017/2024 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran). Segundo informações divulgadas pela Confederação Nacional de Agricultura e Pecuária (CNA), a publicação está disponível na versão digital no site da Faep e foi distribuída fisicamente aos sindicatos rurais do estado. O folder é uma ferramenta simples e acessível, com o objetivo de disseminar informações claras e precisas para garantir a segurança e o cumprimento das novas regulamentações. O folder detalha, por exemplo, que as máquinas com largura entre 2,80 e 3,20 metros devem ser escoltadas por veículos batedores, com o pisca-alerta ligado e sinalização indicando “trator adiante”. Para máquinas com largura entre 3,2 e 4,5 metros, é necessário obter uma Autorização Especial de Trânsito (AET). Já os veículos com mais de 4,5 metros devem ser transportados embarcados. Além disso, o material traz informações sobre os equipamentos obrigatórios para o trânsito de maquinários e os tipos de responsabilização, civil e penal, que os motoristas podem enfrentar em caso de acidente ou infração. Por fim, também são disponibilizados números de emergência e canais para denúncias. [ad_2] Source link
Besouro que ataca colmeias em MT deixa apicultores em alerta; saiba o que fazer

[ad_1] O Instituto de Defesa Agropecuária de Mato Grosso (Indea) emitiu na última semana uma nota técnica na qual confirma o registro da primeira ocorrência de Aethina tumida, popularmente conhecido como o pequeno besouro das colmeias (PBC), em Mato Grosso. O inseto ataca as colmeias de abelhas e torna o mel impróprio para consumo humano. A nota também orienta as medidas sanitárias que os produtores precisam adotar para proteger suas colmeias. No documento de número 01/2025, o Indea comunica que o caso foi detectado em um apiário de Rondonópolis, após os produtores acionarem o órgão. No processo de investigação, ficou comprovado que havia a presença do PBC em três colmeias, após análise das amostras pelo Laboratório Federal de Defesa Agropecuária (LFDA), do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), em Goiânia. De acordo com o coordenador de Defesa Sanitária do Indea e médico veterinário João Marcelo Néspoli, as larvas do besouro são as maiores causadoras de danos, pois se alimentam das larvas das abelhas e do pólen, além de perfurar os favos de mel ao movimentarem-se, causando a fermentação do mel e pólen, que se tornam impróprios para consumo humano. “Nossa equipe está trabalhando para o controle dessa praga, mas os apicultores precisam adotar as boas práticas de prevenção e controle, além de notificar a possível presença ao Indea”, comenta Néspoli. Medidas sanitárias sugeridas pela nota técnica: Cadastramento, ou a atualização do cadastro, da produção junto ao Indea para se ter a dimensão da ação efetiva de controle de pragas; Notificar o órgão em caso de suspeita da ocorrência do Pequeno Besouro das Colmeias no apiário e meliponários; Inspecionar regularmente as colmeias (ao abri-las, observar atentamente a tampa, as laterais, o fundo, as frestas, os quadros e os favos para detectar a presença do besouro); Raspar periodicamente o acúmulo de própolis e de cera da tampa, das molduras dos quadros, das paredes e do fundo das colmeias, que podem servir de abrigo para o besouro e dentre outras orientações na nota em anexo ao final da matéria. Em caso de suspeita, o Indea sugere que procure uma unidade mais próxima. A lista das unidades você confere aqui ou pelo 0800-065-3015. *Sob supervisão de Luis Roberto Toledo [ad_2] Source link
Domingo será de calor com termômetros acima dos 30 graus

[ad_1] De acordo com o instituto Climatempo, o calor será predominante neste domingo (9). Veja os detalhes da previsão do tempo nas cinco regiões brasileiras: Região Sul No domingo, as instabilidades se afastam um pouco da Região Sul do Brasil. A previsão é de chuva passageira, bem rápida, sem altos volumes, entre o norte gaúcho, o oeste de Santa Catarina e o sudoeste do Paraná. Não há previsão de chuva em Porto Alegre e em grande parte do estado do gaúcho. As temperaturas continuam em elevação. Região Sudeste Pouca chuva prevista na Região Sudeste neste domingo. As pancadas acontecem na região centro-sul de Minas Gerais, oeste e norte paulista. É uma chuva rápida, sem previsão para altos volumes. Nas capitais, a previsão é de pancadas à tarde, tempo abafado e temperaturas acima dos 32 graus. Região Centro-Oeste Os maiores volumes de chuva se concentram sobre Mato Grosso neste domingo. O calor e a alta umidade formam pancadas de chuva principalmente à tarde, e temporais não são descartados na região metropolitana de Cuiabá. Entre o leste de Mato Grosso, Goiás, e norte de Mato Grosso do Sul, a chuva acontece de forma passageira e rápida, sem previsão para altos volumes. Não chove na capital federal. Região Nordeste A Zona de Convergência Intertropical, o calor, a umidade e a circulação de ventos continuam formando nuvens bem carregadas no Maranhão e entre as capitais Natal e Salvador. Também pode chover forte no norte do Piauí e no litoral do Ceará. É uma chuva que acontece a qualquer momento do dia, mas mesmo assim as temperaturas são altas e a sensação será de tempo abafado. Tempo ensolarado no sertão. Região Norte Chove neste domingo em todos os estados da Região Norte. É uma chuva associada ao calor, umidade e também à Zona de Convergência Intertropical. Chove a qualquer momento do dia, com risco para temporais em todas as capitais. Os maiores volumes de chuva devem cair sobre Belém e Macapá. [ad_2] Source link