Show Rural Coopavel 2025 bate recorde de público e movimenta R$ 7,05 bilhões

[ad_1] A 37ª edição do Show Rural Coopavel registrou números inéditos em sua história. Realizado entre os dias 10 e 14 de fevereiro, em Cascavel (PR), o evento recebeu 407.094 visitantes e alcançou uma movimentação financeira de R$ 7,05 bilhões. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (14) pelo presidente da Coopavel, Dilvo Grolli. O número de visitantes superou em 15.778 pessoas a melhor marca anterior, registrada em 2024, quando 391.316 compareceram ao evento. Já o volume de negócios cresceu quase R$ 1 bilhão, superando os R$ 6,1 bilhões movimentados na última edição. Com mais de 600 expositores, o Show Rural Coopavel reuniu empresas nacionais e internacionais para apresentar inovações e tecnologias voltadas ao agronegócio. O evento contou com a presença de autoridades e líderes do setor e manteve o compromisso de trazer novidades que impulsionam a produtividade e a modernização das propriedades rurais. O último dia de visitação, na sexta-feira (14), registrou 58.404 pessoas, superando a marca do ano anterior, que foi de 58.216 visitantes. “Tivemos recordes nos cinco dias desta edição de 2025, confirmando o crescimento de um evento que é referência global no setor agropecuário”, afirmou Grolli. Edição de 2026 já tem data definida Com o encerramento da edição de 2025, a Coopavel já confirmou a data do próximo Show Rural. A 38ª edição do evento será realizada de 9 a 13 de fevereiro de 2026. [ad_2] Source link
‘É preciso saber lidar com as adversidades na lavoura’, comenta o produtor de soja Oliverio Alves

[ad_1] Hoje, vamos conhecer mais uma história dos indicados ao Prêmio Personagem Soja Brasil. A trajetória de Oliverio Alves de Melo, produtor de soja de Balsas, no Maranhão, é marcada por 30 anos de dedicação ao agro. Natural do sul da Bahia, Oliverio cresceu em um berço agropecuário voltado à pecuária. Seu primeiro contato com o setor agrícola aconteceu ainda jovem, e aos poucos, foi se envolvendo com a lavoura no Cerrado de Minas Gerais, especialmente na região de Curvelo. Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! 🌱 Em 1995, ele se mudou para o Maranhão para integrar o Projeto Proder (Programa de Desenvolvimento do Cerrado), onde iniciou sua jornada no cultivo de grãos. Com formação em Agropecuária e Administração de Empresas, o sojicultor diz que a agricultura e a pecuária é algo mais forte do que uma simples profissão: é algo que ele carrega com orgulho. ”A agricultura é uma indústria de produção a céu aberto, e, por isso, é essencial ter uma gestão eficiente e bem planejada. Além disso, é preciso lidar com as adversidades como o clima, a chuva e as pragas, que estão fora do nosso controle”, explica. Ele acredita que o agro é a vocação natural para alimentar o mundo e que a sustentabilidade e a responsabilidade devem ser princípios fundamentais na gestão agrícola. Ao longo de sua trajetória, Oliverio tem buscado transmitir esses valores às futuras gerações, com o objetivo de formar filhos e sucessores no ramo agropecuário. A região de Balsas, onde ele atua, era conhecida por ter um dos piores índices de desenvolvimento humano (IDH) no Maranhão, mas, graças ao trabalho dos produtores rurais, hoje é considerada uma das melhores, resultado do compromisso com o desenvolvimento local e a sustentabilidade. Oliverio é um exemplo de como a agricultura é também uma atividade social. Ele destaca a importância do associativismo, que fortalece o vínculo entre os produtores e contribui para o desenvolvimento comunitário. Para ele, a agricultura é uma atividade que beneficia tanto a gestão interna das propriedades quanto o engajamento com a sociedade ao redor. ”Aqui, nós temos uma cultura de associativismo com os produtores rurais. E, com isso, conseguimos fazer dessa região um pedacinho do céu, onde a produção de grãos do Cerrado Brasileiro tem seu espaço, conclui. [ad_2] Source link
Filme de Cacá Diegues falava de pesca, Deus e o amor pelo Brasil; relembre

[ad_1] O cineasta brasileiro Carlos José Fontes Diegues, mundialmente conhecido como Cacá Diegues, morreu nesta sexta-feira (14) aos 84 anos, no Rio de Janeiro, em decorrência de complicações causadas por uma cirurgia. Ele nasceu em 19 de maio de 1940, em Maceió, Alagoas, e mudou-se para território fluminense com a família aos seis anos de idade. Diegues foi um dos grandes precursores do movimento artístico Cinema Novo e, entre as suas obras, uma em particular tem íntima relação com a pesca, atividade que ajuda o agronegócio a ser a potência que contribui com mais de 25% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional. O filme “Deus é brasileiro”, de 2003, conta a história de Deus (interpretado por Antônio Fagundes), que está cansado dos erros da humanidade e, para descansar, resolve tirar férias, mas, antes disso, precisa encontrar um substituto para ficar em Seu lugar. Resultado: vem ao Brasil procurá-lo, tendo em vista ser um país tão religioso. Nessa busca, seu guia é um esperto pescador chamado Taoca (papel de Wagner Moura), que vê em seu encontro com Deus a grande chance de se livrar dos problemas pessoais. Juntos, rodam o Brasil em busca de um substituto ideal. As filmagens aconteceram nos estados de Tocantins, Alagoas, Rio de Janeiro e Pernambuco, mostrando pontos turísticos, a atividade pesqueira e tudo o que o Brasil tem de melhor – e também de pior. A trama está disponível no streaming Sony One. Antes de morrer, Cacá Diegues estava produzindo o seu 20º filme. Previsto para ser lançado no segundo semestre deste ano, “Deus ainda é brasileiro”, teve toda sua filmagem em Alagoas. [ad_2] Source link
Nova fronteira agrícola pode transformar Goiás no 3º maior produtor de grãos do país

[ad_1] Considerada a nova fronteira agrícola de Goiás e do Centro-Oeste brasileiro, a região do Vale do Araguaia já produz cerca de 10% da safra de soja e 15% do milho do estado. No entanto, em evento realizado nesta sexta-feira (14) por produtores rurais e pela Federação da Agricultura de Goiás (Faeg), destacou-se que a região tem potencial para aumentar sua área agricultável em pelo menos 50% no curto-prazo. Se isso for feito, a safra agrícola goiana pode ser elevada para mais de 50 milhões de toneladas ao ano, número que consolidaria Goiás como o terceiro maior produtor de grãos do país. Mato Grosso lidera e Paraná e Rio Grande do Sul revezam a segunda colocação, a depender da quebra de safra que cada um vivencia ano a ano. Em território goiano, a temporada 2024/25 está prevista em 36 milhões de toneladas, a maior na história do agronegócio do estado. No evento com os produtores que contou com a presença do governador em exercício Daniel Vilela e de prefeitos de 10 municípios do Vale do Araguaia, ficou claro que para que essas perspectivas positivas se tornem realidade, existem desafios a serem superados. E o principal deles é garantir o fornecimento de energia elétrica. Na ocasião, o governo anunciou o projeto de duplicar a rodovia estadual GO-164, que faz a ligação do Vale do Araguaia (a partir de São Miguel do Araguaia) até o sul e o sudoeste goiano. Além disso, serão recuperados mil quilômetros da malha rodoviária goiana, com foco em importantes estradas da região produtora. O produtor rural e ex-prefeito de Trindade, Jânio Darrot, afirmou que o Vale do Araguaia vive uma transformação acelerada, com áreas propícias para produção agrícola e maior produtividade. “Além da grande disponibilidade de terras, outro fator decisivo para que a região se destaque no agronegócio é seu enorme potencial hídrico. Com irrigação, podemos transformar uma área de pastagem degradada e produzir três vezes mais que em área não irrigada”, afirma. Desafios ao crescimento Apesar de estar se tornando rapidamente na maior fronteira do agronegócio brasileiro, o Vale do Araguaia ainda enfrenta grandes desafios. O maior deles é a oferta de energia elétrica, principalmente no que diz respeito à indisponibilidade de carga. “Muitos produtores ainda têm de usar geradores de energia, o que torna o custo de produção muito alto e, para a maioria, inviável”, frisa Darrot. O presidente da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Goiás (Aprosoja-GO), Clodoaldo Calegari, afirma que o agronegócio goiano vive no Vale do Araguaia seu novo momento de forte expansão. “Temos ainda muita terra disponível na região para a agricultura, altamente favorecida pelo seu relevo e abundantes recursos hídricos. Vamos viver um novo crescimento até o final desta década com a conclusão da obra da Ferrovia de Integração do Centro-Oeste (Fico), prevista para 2029”, diz. Expansão da rede elétrica em Goiás O superintendente de Engenharia e Planejamento da Equatorial Goiás, Roberto Silva Vieira, afirmou durante o evento que a distribuidora tem todo o interesse em expandir a rede de energia elétrica para o Vale do Araguaia. “Para se ter uma ideia, a demanda desta região por energia cresceu nos últimos cinco anos a uma taxa média anual de 9%, contra a média nacional de 2%. Isto é reflexo direto do crescimento do agronegócio nesta parte do estado”, frisa. Entretanto, o executivo afirmou que serão precisos investimentos em linha de transmissão de energia. “Não podemos resolver apenas de forma paliativa. O grande gargalo no Vale do Araguaia é que não temos na região uma empresa de transmissão. Em parceria com o governo de Goiás, estamos atuando na Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) para termos uma solução definitiva, que só acontecerá com o leilão de construção de nova linha de transmissão, previsto para este ano”, afirma Vieira. O governador em exercício ressaltou que o leilão da linha de transmissão para a região deve ser realizado até outubro deste ano. “Uma vez realizado, vamos concentrar esforços sobre a empresa ganhadora, para que antecipe o seu cronograma de investimentos. A expectativa inicial é que esta linha esteja concluída até 2029, com ponto de distribuição em Matrinchã [noroeste goiano]. Mas o Vale do Araguaia tem urgência e vamos trabalhar forte para anteciparmos esse calendário.” [ad_2] Source link
Entre alta e queda nos preços; confira como o mercado da soja fechou a semana

[ad_1] O mercado brasileiro de soja apresentou dois momentos distintos nesta sexta-feira (14). Pela manhã, quando a Bolsa de Chicago teve forte alta, os preços melhoraram em algumas praças de comercialização do Brasil. A forte queda do dólar, acompanhada da perda de força na CBOT, deixou os preços mistos. Nos portos, houve alta nos preços, favorecida pelos prêmios. A comercialização foi pequena no dia. Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! 🌱 Preços da soja Passo Fundo (RS): preço caiu de R$ 133,50 para R$ 133,00 Missões (RS): preço recuou de R$ 134,50 para R$ 134,00 Porto de Rio Grande (RS): preço aumentou de R$ 133,00 para R$ 135,00 Cascavel (PR): preço se manteve em R$ 124,50 Porto de Paranaguá (PR): preço aumentou de R$ 132,00 para R$ 133,00 Rondonópolis (MT): preço caiu de R$ 113,00 para R$ 112,00 Dourados (MS): preço diminuiu de R$ 118,00 para R$ 117,00 Rio Verde (GO): preço caiu de R$ 111,00 para R$ 110,50 Chicago Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a sexta-feira com preços em alta, reduzindo as perdas acumuladas ao longo da semana. O mercado se sentiu aliviado com o anúncio feito pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre as tarifas recíprocas. O fato da decisão não ter efeito imediato foi interpretado pelo mercado como uma porta aberta deixada por Trump para negociações, evitando uma guerra comercial com importantes parceiros. Com isso, a perspectiva é de que os produtos agrícolas americanos não sejam impactados imediatamente por retaliações. O resultado foi uma sexta-feira de menor aversão ao risco no mercado financeiro, com recuo do dólar, favorecendo as exportações americanas, e com maior fluxo de capital para as commodities. Os investidores seguem acompanhando de perto a questão do clima na América do Sul. Apesar da previsão de mais chuvas para a Argentina, o potencial produtivo das lavouras argentinas está comprometido. Os contratos da soja em grão com entrega em março fecharam com alta de 6,00 centavos de dólar, ou 0,58%, a US$ 10,36 por bushel. A posição de maio teve cotação de US$ 10,52 3/4 por bushel, ganho de 5,75 centavos, ou 0,54%. Nos subprodutos, a posição de março do farelo fechou com alta de US$ 3,20, ou 1,09%, a US$ 295,90 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em março fecharam a 46,07 centavos de dólar, com baixa de 0,18 centavo, ou 0,38%. Câmbio O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 1,21%, negociado a R$ 5,6967 para venda e a R$ 5,6947 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,6942 e a máxima de R$ 5,7704. Na semana, a moeda teve desvalorização de 1,64%. [ad_2] Source link
Desenrola rural prevê descontos de até 96% em dívidas de agricultores

[ad_1] As condições para a quitação de dívidas de agricultores familiares pelo Desenrola Rural preveem descontos de até 96% no valor devido. Lançado esta semana em decreto assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o programa de renegociação e acesso a crédito está disponível para 1,35 milhão de agricultores que têm alguma pendência financeira. Esse volume representa 33% de um total de 5,43 milhões de agricultores familiares no país. “Aqueles que têm dívidas menores, o desconto chega a 96%. Além disso, o nome fica limpo, porque retira os agricultores da chamada prisão perpétua, termo cunhado pelo presidente Lula a quem renegociava com o banco, mas ficava no escore negativo. Essa questão o decreto agora resolve”, disse o ministro do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, Paulo Teixeira, durante apresentação dos detalhes do programa, em entrevista coletiva na tarde desta sexta-feira (14), no Palácio do Planalto. Segundo técnicos da pasta, após conversas com o Banco do Brasil, o Banco do Nordeste (BNB), o Banco da Amazônia (Basa) e a Caixa Econômica Federal, o conjunto das dívidas desses agricultores familiares será incluída na negociação, e não apenas aquelas ligadas ao crédito rural. Na prática, isso vai permitir que eles possam regularizar a avaliação de crédito para acessar novas operações. “O Pronaf é uma política pública que é implementada por algumas instituições financeiras específicas. Nós autorizamos, por lei, que os bancos possam voltar a executar operações de crédito mesmo que, no passado, esse agricultor familiar tenha ocasionado algum tipo de prejuízo a essa instituição”, esclareceu a secretária-executiva do MDA, Fernanda Machiaveli. Famílias de agricultores endividadas Um levantamento do MDA constatou que, das famílias endividadas, 70% estão com restrições nos bancos e 30% com restrições nos serviços de proteção ao crédito, muitos por atrasos nas contas de água, luz e telefone. Em relação às instituições de crédito, 69% dos débitos dos agricultores familiares têm valor inferior a R$ 10 mil. Entre as pessoas com restrição de crédito, 47% têm dívidas de até R$ 1 mil. O programa abrange tanto dívidas de crédito rural, como aquelas do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), quanto débitos inscritos na Dívida Ativa da União e créditos de instalação do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra). Descontos a assentados e quilombolas Os maiores descontos, que chegam a 96% da dívida total, beneficiam justamente os assentados da reforma agrária e agricultores quilombolas que acessaram alguma modalidade do crédito de instalação, entre 27 de maio de 2014 e 29 de junho de 2022. Esse crédito, concedido pelo Incra, serve para a construção de moradia e investimentos iniciais de quem obtém terras pelo programa fundiário federal. Operações de crédito concedidas pelo Banco do Brasil, por exemplo, a instituição financeira que mais concede financiamentos do Pronaf, vão oferecer abatimentos que chegam a 86%. A meta do governo federal é conseguir que ao menos 250 mil agricultores consigam renegociar suas dívidas este ano, podendo se reinserir no mercado de crédito e contribuir com a ampliação da produção de alimentos. Para dívidas do Pronaf ou dívidas bancárias de qualquer natureza, o produtor familiar deverá procurar a instituição financeira para regularizar a situação também a partir do dia 24, primeiro dia útil após o prazo de 10 dias da publicação do decreto. Se a dívida for de crédito de instalação de beneficiários da reforma agrária, o pequeno agricultor deve ir ao Incra para quitar os débitos com o desconto. O MDA também orienta os agricultores familiares a procurar os sindicatos, as associações e as entidades representativas para receberem ajuda. A adesão vai até 31 de dezembro. [ad_2] Source link
Aviação agrícola ganha reconhecimento legal no Rio Grande do Sul

[ad_1] A Lei Estadual n.º 16.267/25, que declara a aviação agrícola como atividade de relevante interesse social, público e econômico, entrou em vigor no Rio Grande do Sul. A norma foi promulgada pelo presidente da Assembleia Legislativa, deputado Adolfo Brito (PP), em 9 de janeiro, e publicada no Diário da Assembleia no dia 10. Aprovada em dezembro de 2024, a lei recebeu 31 votos favoráveis e 12 contrários e tem origem no Projeto de Lei 442/23, de autoria do deputado Marcus Vinicius (PP), coassinado por outros 23 parlamentares. O principal objetivo da medida é garantir segurança jurídica a um setor estratégico para a agricultura do estado, reforçando a precisão, eficiência e transparência das operações aéreas no manejo das lavouras. Impacto para a agricultura gaúcha A aviação agrícola no Brasil é regulamentada por legislações federais e monitorada por órgãos ambientais e de agricultura. No Rio Grande do Sul, berço dessa tecnologia no país desde 1947, produtores dizem que a aplicação aérea é essencial para culturas como soja, milho, trigo e, especialmente, arroz. O estado responde por 70% da produção nacional de arroz, e boa parte das lavouras depende diretamente da aviação agrícola para garantir produtividade e qualidade. Além disso, o Rio Grande do Sul possui a segunda maior frota de aeronaves agrícolas do Brasil. O setor também acompanha a modernização das operações com o crescente uso de drones na aplicação de insumos, ampliando a eficiência e sustentabilidade das lavouras. Homenagem a um pioneiro do setor A nova legislação recebeu o nome de “Lei Telmo Fabrício Dutra”, em reconhecimento ao ex-presidente do Sindicato Nacional das Empresas de Aviação Agrícola (Sindag) entre 1997 e 1999. Dutra foi um dos fundadores da entidade em 1991 e teve papel fundamental na consolidação do sindicato em Porto Alegre, impulsionando o setor no cenário nacional e internacional. Para a entidade, o reconhecimento da Assembleia Legislativa reforça a importância da aviação agrícola para o desenvolvimento humano e tecnológico, além de consolidar o Rio Grande do Sul como referência nacional no setor. Com a promulgação da lei, o Sindag reforça que o setor aeroagrícola ganha respaldo jurídico para atuar em todo o território gaúcho, desde que sejam cumpridas as normas regulatórias vigentes. [ad_2] Source link
Veja como os preços da arroba do boi terminaram a semana

[ad_1] O mercado físico do boi gordo encerrou a semana apresentando algumas tentativas de compra em patamares mais baixos. No entanto, de acordo com o analista da consultoria Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias, a pressão baixista se mostrou menos intensa, com algumas indústrias passando a se ausentar da compra de gado, prática que é relativamente comum às sextas-feiras. “A oferta de fêmeas é o grande elemento de pressão neste momento, resultando em uma posição mais confortável das escalas de abate, o que possibilita tentativas de compra em patamares mais baixos”, disse. São Paulo: R$ 318,15 (R$ 318,32 ontem) Goiás: R$ 300,18 (estável) Minas Gerais: R$ 307,35 (R$ 308,53 anteriormente) Mato Grosso do Sul: R$ 309,77 (sem alterações) Mato Grosso: R$ 316,92 (R$ 317,74 na quinta) Câmbio O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 1,21%, sendo negociado a R$ 5,6967 para venda e a R$ 5,6947 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,6942 e a máxima de R$ 5,7704. Na semana, a moeda teve desvalorização de 1,64%. [ad_2] Source link
Colheita de soja avança em MS, mas 1,9 mi de hectares estariam comprometidos

[ad_1] A colheita da safra de soja 2024/25 em Mato Grosso do Sul alcançou 778.673 hectares, o equivalente a 17,3% da área total, segundo dados do Projeto Siga-MS, da Associação dos Produtores de Soja do estado (Aprosoja-MS). Apesar do avanço, cerca de 1,9 milhão de hectares, ou 43% da área, estão comprometidos pelo estresse hídrico. “Nos últimos sete dias, o estado registrou precipitações consideráveis, com acumulados variando entre 8 e 73 milímetros. Essas chuvas foram fundamentais para a manutenção dos cultivos nas regiões mais afetadas pela estiagem. Graças a isso, as condições das lavouras permaneceram praticamente estáveis”, afirmou, em nota, o coordenador técnico da Aprosoja-MS, Gabriel Balta. O levantamento mostra que a colheita está mais adiantada na região sul do estado, onde 20,8% da área foi colhida. Na região centro, o índice é de 18%, enquanto no norte apenas 2,6% da área foi colhida até o momento. “O pico da colheita começa nesta semana, entre os dias 14 de fevereiro e 14 de março. Nesse período, espera-se colher aproximadamente 79% da área estimada”, destacou Balta. A expectativa para a safra 2024/2025 é de um crescimento de 6,8% em relação ao ciclo anterior, alcançando 4,501 milhões de hectares. A produtividade média prevista é de 51,7 sacas por hectare, o que deve resultar em uma produção total de 13,977 milhões de toneladas. As condições das lavouras variam conforme a região. No norte, 90% das áreas apresentam boas condições, enquanto 9,5% estão regulares e 0,5%, ruins. No sul, o cenário é mais crítico, com 37% das áreas em condição regular, 33,5% ruins e 28,8% boas. No sudoeste, 49,3% das lavouras estão em boas condições, 37,7% regulares e 13% ruins. Na região sul-fronteira, 29,9% das áreas são boas, 25,2% regulares e 45% estão comprometidas. Milho segunda safra em Mato Grosso do Sul Paralelamente à colheita da soja, a Aprosoja-MS monitora o plantio do milho segunda safra 2024/2025. Até agora, 15% da área total foi plantada na região centro, 14% no sul e 1,2% no norte. “É importante que o plantio seja feito o mais cedo possível dentro da janela, preferencialmente até o fim de fevereiro, para reduzir os riscos de déficit hídrico nas fases críticas, como o florescimento e o enchimento de grãos”, ressaltou Balta. A estimativa é que a área plantada com milho segunda safra alcance 2,103 milhões de hectares, com produtividade média de 80,8 sacas por hectare e produção projetada de 10,199 milhões de toneladas, 20,6% acima do registrado na safra anterior. [ad_2] Source link
veja onde e quando chega

[ad_1] O país deve enfrentar a terceira onda de calor de 2025 na próxima semana. Inicialmente, o fenômeno atingirá áreas dos estados de Mato Grosso do Sul, São Paulo, Minas Gerais, Santa Catarina e Paraná. No entanto, posteriormente, o fenômeno se estenderá pelos estados de Goiás e Bahia. A informação vem de prognóstico do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), mostrando que a massa de ar quente e seco – que já atua em áreas das regiões Sudeste, Sul e Nordeste – ganhará força a partir do próximo domingo (16), com temperaturas máximas que podem superar em mais de 5°C a média climatológica. As áreas em tons de laranja e vermelho da imagem abaixo mostram as anomalias das temperaturas máximas: Foto: Divulgação Inmet O que é uma onda de calor? A Organização Meteorológica Mundial (OMM) destaca que ocorre uma onda de calor quando as temperaturas máximas diárias ultrapassam em 5°C ou mais a média mensal durante, no mínimo, cinco dias consecutivos. Além disso, essas condições devem abranger uma área ampla, e não apenas uma localidade. Em janeiro, a primeira onda de calor aconteceu entre os dias 17 e 23 e a segunda, entre os dias 2 e 12 de fevereiro, ambas no Rio Grande do Sul. Durante essa segunda onda, foi emitido um aviso vermelho de grande perigo pelo Inmet, que persistiu até o último dia 12 de fevereiro, abrangendo também áreas de Santa Catarina e Paraná. No Rio Grande do Sul, as temperaturas máximas ultrapassaram os 40°C em vários municípios gaúchos. Na capital, Porto Alegre, a temperatura máxima chegou a 39,3°C. As altas temperaturas no estado, inclusive, motivaram a crença de que a sensação térmica havia ultrapassado os 70°C, o que foi desmentido pela Climatempo. [ad_2] Source link