veja a previsão para o primeiro dia de março

[ad_1] O primeiro dia de março será marcado por muito calor e pancadas de chuva. No Sul, o destaque vai para as instabilidades que avançam pelo Uruguai, enquanto no Centro-Oeste, há alertas para temporais. Confira a previsão para todo o país: Sul O mês de março começa com instabilidades na Região Sul que avançam pelo Uruguai, estimulando a formação de nuvens carregadas na Campanha Gaúcha e em Uruguaiana. A chuva acontece em formato de pancadas entre os períodos da tarde e noite; temporais pontuais não são descartados. Nas demais regiões, chuva em pontos isolados. Em Porto Alegre, calorão de 36 graus e chuva passageira. Entre Santa Catarina e o Paraná, sábado estável. Chove isolado entre as capitais Florianópolis e Curitiba à tarde. Sudeste O mês de março começa com muito calor e pouca chuva na Região Sudeste. O sistema de alta pressão continua influenciando o tempo em todos os estados, afastando as nuvens carregadas e mantendo o dia ensolarado. Entre o interior de São Paulo e o Triângulo Mineiro, temperaturas acima dos 35 graus e nada de chuva. Na capital paulista, chove isolado à tarde. Em Belo Horizonte e no Rio de Janeiro, tempo firme. No litoral do Espírito Santo, os ventos que sopram do oceano formam as instabilidades. Em Vitória, tempo abafado com 30 graus de máxima e pancadas de chuva em vários momentos do dia. Centro-Oeste As instabilidades se concentram entre Mato Grosso e interior de Goiás, com alertas para Cuiabá e região oeste mato-grossense. A chuva pode acontecer já pela manhã e se intensificar à tarde. Campo Grande, Goiânia e a capital federal terão pouca chuva e tempo quente, com máximas acima dos 30 graus. Nordeste Chuva mais pontual e tempo abafado entre as capitais Natal e Salvador. Entre o Maranhão, Piauí e Ceará, a chuva ainda é volumosa e pode causar transtornos em São Luís e em Fortaleza, mas apenas em pontos isolados. No sertão, tempo ensolarado e temperaturas altas. Norte Tem previsão de chuva em todos os estados, exceto em Roraima. Contudo, são precipitações irregulares associadas ao calor e à alta umidade. Pontualmente, os acumulados podem ser bem elevados no Amazonas, Acre, Pará e no interior do Tocantins. [ad_2] Source link
O que o produtor de soja deve esperar do tempo em março?

[ad_1] A previsão climática para março aponta para um cenário de calor intenso no início do mês, especialmente no centro-sul do Brasil. No entanto, a partir da segunda quinzena, a tendência é de um retorno das chuvas, com volumes expressivos tanto no Sul quanto na região Sudeste. Isso favorecerá a colheita da soja e o desenvolvimento do milho segunda safra, garantindo boas condições para os produtores. Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! 🌱 Áreas como Mato Grosso do Sul devem registrar chuvas acima da média, enquanto Goiás e Mato Grosso terão volumes de precipitação mais baixos, entre 150 a 200 mm em 30 dias, o que ajudará na finalização da colheita da soja e na boa umidade para o plantio do milho. No Sudeste, a expectativa é de chuvas consideráveis, com acumulados entre 150 a 200 mm em 30 dias em São Paulo, Minas Gerais e Espírito Santo, beneficiando a agricultura da região. No Sul do país, as chuvas devem se concentrar no Noroeste do Rio Grande do Sul, com volumes que podem ultrapassar 100 mm, enquanto as áreas do Sul podem ter precipitações abaixo da média. Contudo, a tendência é que a umidade seja suficiente para as operações no campo. A partir do dia 10 de março, o calor tende a dar uma trégua, o que permitirá melhores condições para o desenvolvimento das lavouras. Na região Nordeste, especialmente no centro-norte de Tocantins e no Matopiba, as chuvas devem ultrapassar os 200 mm em 30 dias, enquanto o centro-sul da Bahia, Piauí e Maranhão enfrentam um déficit hídrico, com chuvas abaixo de 70 mm, podendo impactar as operações nessas áreas. Já no Norte, o Pará se destaca com chuvas intensas, superiores a 300 mm, enquanto Rondônia registra precipitações dentro da média, com cerca de 150 mm. [ad_2] Source link
medidas tomadas pelo governo são ineficazes, dizem analistas

[ad_1] O ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, se reuniu ontem (28) com lideranças de diversos setores do agronegócio para discutir medidas que possam ajudar o governo a baratear o preço dos alimentos. O ministro ouviu propostas para poder apresentar ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Entre as ideias está a possibilidade de zerar o imposto de importação de alguns produtos como o óleo vegetal. O governo também considera reduzir o imposto de importação de etanol e milho para controlar os preços de alimentos. A proposta é defendida por parte do grupo inter-ministerial, que foi criado para achar soluções para alta da inflação, porém, encontra resistência do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, e pela pasta da Agricultura. Alta dos alimentos na visão dos especialistas O Canal Rural ouviu especialistas que deram opiniões sobre o assunto. Para o economista-chefe da Federação da Agricultura do Estado do Rio Grande do Sul (Farsul), Antônio da Luz, o que foi discutido até o momento não resolve a situação, pois o problema não está nos produtores. “Os produtores entregaram a segunda maior safra da história, mesmo com todas as dificuldades climáticas. A inflação dos alimentos está em torno de 8% e os insumos para produção de alimentos, divulgado pelo IBGE, está em 9,48%” Olha o preço dos combustíveis, olha o preço da energia… Quando tudo sobe, não há como não estourar lá na ponta (consumidor)”, disse. O analista de agronegócio no Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) José Eustáquio Vieira Filho enumerou cinco pontos que o governo vem tratando a questão: subsídios, taxa de câmbio, reforma agrária, taxas de exportações e redução das tarifas de importações. “Das cinco, a mais efetiva no curto prazo é a redução das tarifas de importação. As outras quatro são ineficazes. Hoje, o Brasil tem uma taxa de subsídio de 1,5%, o que é muito pouco se compararmos com outros países como os Estados Unidos”, afirmou. O comentarista do Canal Rural, Miguel Daoud usou como exemplo o milho. “O Brasil é um grande exportador de milho. Em 2024, o país exportou quase 40 milhões de toneladas, e nós vamos liberar o milho quando nós temos o cereal aqui, ao invés de segurarmos o produto como uma forma de incentivo ao consumidor e ao produtor? Eu chego à conclusão que nós estamos num mato sem cachorro, tamanha é a incompetência”, disse. [ad_2] Source link
Preço dos alimentos está alto por causa dos gastos desenfreados do governo, diz Farsul

[ad_1] O governo federal fez mais uma ofensiva para tentar frear a inflação dos alimentos: convidou indústria, entidades representativas dos setores produtivos e ministérios para discutir soluções na noite de quinta-feira (27), em Brasília. Algumas medidas práticas, como zerar a tarifa de importação de óleos vegetais, por exemplo, foram propostas. No entanto, para o economista-chefe da Federação da Agricultura do Estado do Rio Grande do Sul (Farsul), Antônio da Luz, a responsabilidade pelo aumento dos produtos nos supermercados é dos gastos públicos desenfreados. “A inflação dos alimentos está em 8,02%, mas a inflação para produzir, que é o IPP, o Índice de Preços ao Produtor, do IBGE, está em 9,48%. Então, o que acontece é que está aumentando para o consumidor, mas também está aumentando para produzir. Está aumentando para o produtor rural, para a indústria, para o transporte, basta ver o preço dos combustíveis, da energia elétrica, ou seja, quando tudo sobe, não tem como não estourar lá na ponta, e as coisas estão subindo porque o governo não para de gastar”, considera. Segundo ele, reduzir a Tarifa Externa Comum (TEC) do trigo, por exemplo, medida aventada nas reuniões do governo, não significa diminuir o preço do pão porque os fatores que impactam o consumidor e o produtor não são conectados. “Reduzir a TEC é um instrumento legítimo que está ‘dentro do jogo’. Vai funcionar? Não”, afirma. A respeito proposta de taxar as exportações do agro, estabelecendo um piso mínimo de 5% para a tributação da venda externa de alimentos in natura e semielaborados, do projeto de lei complementar 48/2025, apresentado pelo Psol no Congresso Nacional, da Luz diz ser absurda. “É declaração de guerra [com o agro]”, frisou. [ad_2] Source link
Preços em queda! Como ficou o mercado da soja?

[ad_1] A queda nos preços da soja travou o mercado brasileiro nesta sexta-feira (28), com reflexo nas quedas observadas em Chicago. O movimento de retração nos preços, entretanto, foi atenuado pela alta do dólar. Além disso, os prêmios recuaram e, mesmo assim, a indústria manteve as indicações mais firmes, evidenciando certa resistência do setor frente à pressão do mercado. Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! 🌱 Segundo a Safras & Mercado, a colheita segue sem maiores complicações no Brasil, com o ritmo de produção avançando conforme o esperado, enquanto a Argentina, que também está em colheita, viu uma melhoria nas condições climáticas, o que ajudou a estancar as perdas no potencial produtivo. Porém, a expectativa de uma ampla oferta sul-americana tem pressionado as cotações da soja. Preços da soja Passo Fundo (RS): caiu de R$ 132,00 para R$ 130,00 Região das Missões (RS): recuou de R$ 133,00 para R$ 131,00 Porto de Rio Grande (RS): diminuiu de R$ 134,00 para R$ 133,00 Cascavel (PR): estabilizou em R$ 128,00 Porto de Paranaguá (PR): manteve-se em R$ 132,00 Rondonópolis (MT): caiu de R$ 117,00 para R$ 116,00 Dourados (MS): diminuiu de R$ 120,00 para R$ 119,50 Rio Verde (GO): seguiu estável em R$ 113,00 Chicago Os contratos futuros da soja na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a sexta-feira em baixa, acentuando as perdas acumuladas ao longo da semana e de fevereiro. A pressão sobre os preços foi intensificada pelas incertezas acerca da política tarifária do governo Trump, com a iminente implementação de taxas de 25% para o Canadá e o México, e de 10% sobre os produtos chineses, a partir de 3 de março. Isso tem gerado preocupações no mercado sobre as possíveis retaliações, que podem afetar produtos agrícolas americanos. Ademais, o avanço da maior colheita da história do Brasil também contribui para a pressão sobre os preços. As incertezas envolvendo o comércio internacional e os impactos nas tarifas, somados à oferta crescente de soja da América do Sul, tornam o cenário ainda mais desafiador para os produtores. Contratos futuros da soja Na sexta-feira, os contratos futuros de soja com vencimento em maio na Bolsa de Chicago fecharam com queda de 11,50 centavos, ou 1,10%, para US$ 10,25 3/4 por bushel. Já os contratos para julho recuaram 12 centavos, ou 1,14%, para US$ 10,40 por bushel. A pressão sobre os preços se deve tanto à expectativa de uma grande colheita sul-americana quanto ao aumento da oferta, o que tende a puxar os preços para baixo. Nos subprodutos, o farelo de soja, com vencimento para maio, permaneceu estável a US$ 300,20 por tonelada. Por outro lado, o óleo de soja, também com vencimento em maio, fechou a 44,12 centavos por libra-peso, apresentando uma queda de 1,23 centavo, ou 2,71%. Câmbio O dólar comercial encerrou a sessão com alta de 1,47%, negociado a R$ 5,9153 para venda e a R$ 5,9133 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,8229 e a máxima de R$ 5,9183. Nos acumulados da semana e do mês, o dólar fechou em alta de 3,25% e 1,37%, respectivamente, refletindo a pressão sobre a moeda local frente a incertezas econômicas internacionais e ao impacto das políticas fiscais dos Estados Unidos. [ad_2] Source link
Como está o ritmo da colheita de soja no Brasil?

[ad_1] A colheita da safra de soja 2024/25 no Brasil avançou para 48,6% da área total esperada até o dia 28 de fevereiro, de acordo com levantamento da Safras & Mercado. Esse índice representa uma aceleração considerável em relação à semana anterior, quando o progresso da colheita era de 37,6%. O ritmo de colheita neste ano está levemente mais rápido quando comparado ao mesmo período da safra passada, que atingiu 45,7% até o final de fevereiro. Além disso, o desempenho atual supera a média dos últimos cinco anos, que é de 43,8%. Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! 🌱 E o tempo nas lavouras de soja? A previsão para março indica calor intenso no início do mês no centro-sul, mas, a partir da segunda quinzena, as chuvas devem retornar com volumes maiores, beneficiando a colheita da soja e o desenvolvimento do milho. Mato Grosso do Sul deve registrar chuvas acima da média, enquanto Goiás e Mato Grosso terão precipitações mais baixas (150 a 200 mm em 30 dias). No Sudeste, São Paulo, Minas Gerais e Espírito Santo esperam chuvas consideráveis, entre 150 a 200 mm. No Sul, o Noroeste do Rio Grande do Sul deve receber volumes acima de 100 mm, enquanto outras áreas terão precipitações abaixo da média, mas ainda suficientes para as operações. Na região Nordeste, Tocantins e Matopiba devem ultrapassar 200 mm, enquanto o centro-sul da Bahia, Piauí e Maranhão enfrentam um déficit hídrico. No Norte, o Pará terá chuvas intensas, superiores a 300 mm, enquanto Rondônia fica dentro da média, com cerca de 150 mm. [ad_2] Source link
Indústria sugere ao governo zerar imposto de importação de óleos vegetais

[ad_1] A Associação Brasileira de Óleos Vegetais (Abiove) participou de reunião em Brasília, na sede do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), na noite da quinta-feira (27) juntamente com outras entidades do setor produtivo. A pauta: redução do preço dos alimentos para o consumidor. De acordo com o diretor-executivo da entidade, André Nassar, foi apresentado ao governo um nivelamento de informações a respeito dos preços do óleo, do farelo e demais derivados de soja e a relação disso com as cotações da oleaginosa. “Após esse nivelamento, veio o debate de como o setor poderia trabalhar para gerar mais competitividade no mercado de óleo porque o governo espera que o preço do óleo comestível ao consumidor caia. Mostramos que esses preços já estão caindo, mas o governo quer ter um tipo de garantia de que os preços continuarão caindo. Sabemos que isso não é possível, mas temos ideias.” De acordo com ele, a sugestão da Abiove para efeitos no curto prazo é que se retire o imposto de importação dos óleos vegetais, tanto na matéria-prima quanto no refinado. “No caso do óleo de soja bruto esse imposto de importação é de 9% e no caso do refinado é de 10,8%. Sugerimos reduzir esses impostos para zero temporariamente, por um período de dois meses, e avaliar. Isso trará mais competitividade ao mercado e tende a ser bom para o consumidor”, conta. Contudo, Nassar ressalta que o Brasil é competitivo na produção de óleo, visto que o país também exporta o produto. “A proposta [de zerar imposto de importação] é boa porque se o preço internacional do óleo ficar mais barato do que o preço doméstico, se viabiliza a importação e esse produto de fora corrige esse eventual descasamento [de preços]. Procurei mostrar ao governo que isso já aconteceu no ano passado, sobretudo nos meses de outubro e novembro. […] a proposta é politicamente muito interessante e economicamente tem chances de dar resultado”, conclui o diretor da Abiove. [ad_2] Source link
preços dos ovos nos EUA podem subir 41% em 2025

[ad_1] O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) acredita que os preços de ovos no país podem subir 41% em 2025, refletindo o impacto do surto de gripe aviária. Neste mês, os preços alcançaram uma média recorde de US$ 4,95 a dúzia (R$ 28,85 cotação atual). O principal motivo para essa alta é o abate de mais de 166 milhões de aves desde que o surto da doença começou, em 2022. Janeiro foi o pior mês até agora para produtores de ovos, com o abate de quase 19 milhões de galinhas poedeiras. Apesar do preço médio de US$ 4,95 a dúzia, em algumas localidades consumidores estão pagando mais de US$ 1 por ovo. Batalha contra a gripe aviária A secretária de Agricultura dos EUA, Brooke Rollins, apresentou na quarta-feira (26), um plano em cinco partes para combater a gripe aviária e o aumento dos preços dos ovos, que inclui um investimento US$ 1 bilhão e importação de ovos. Apesar disso, Rollins reconheceu que pode levar algum tempo até que os consumidores percebam os efeitos das medidas. Ela afirmou, ainda, que a administração espera que os preços subam mais até o feriado de Páscoa, período em que a demanda tem sido historicamente alta. Segundo a secretária, a administração está em negociações para importar de 70 milhões a 100 milhões de ovos nos próximos meses. Ações para combater a gripe aviária O plano prevê ainda um investimento de US$ 500 milhões para ajudar as granjas a fortalecer medidas de biossegurança, US$ 400 milhões para produtores cujos plantéis foram afetados pela gripe aviária e US$ 100 milhões para pesquisa e, potencialmente, desenvolvimento de vacinas para as granjas. [ad_2] Source link
Guia mostra a importância do melhoramento genético para gado leiteiro

[ad_1] Foi lançado nesta quinta-feira (27) o guia “Acesso ao crédito para transferência de embriões”, uma ferramenta para agricultores e empreendedores familiares que buscam acessar as linhas de crédito do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) com intuito de desenvolver e trabalhar com gado leiteiro. Segundo o Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA), o documento tem o objetivo de orientar produtores individuais, cooperativas, veterinários, laboratórios, sindicatos rurais e instâncias municipais de agricultura e pecuária, em apoio à produção de gado leiteiro no âmbito da agricultura familiar. O guia mostra a importância do melhoramento genético para gados leiteiros através da transferência de embriões para o aumento de produtividade. Também esclarece como os produtores podem acessar o crédito do Pronaf Mais Alimentos, incluindo informações sobre as diversas linhas de crédito, documentação necessária, e como realizar projetos de crédito e submetê-los às instituições financeiras. Além disso, a ferramenta apresenta pontos para a gestão adequada dos recursos, como assistência técnica, planejamento e educação financeira. Gado leiteiro: crédito e prazo Destinado aos trabalhadores que estão devidamente inscritos no Cadastro Nacional da Agricultura Familiar (CAF), o crédito para aquisição de embriões, bem como os serviços necessários para a transferência destes para as receptoras, pode ser acessado em duas modalidades: Individual: limite de crédito de R$250 mil por ano agrícola, com taxa efetiva de juros de 3% ao ano, e um prazo de reembolso de até 8 anos, incluindo período de carência de até 3 anos. Coletiva (via cooperativa): limite de crédito de R$8 milhões por operação, respeitando o limite individual de R$ 30 mil por associado com CAF-Pronaf ativo. Nesta modalidade, é aplicada taxa efetiva de juros de 6% ao ano, com prazo de reembolso de até 8 anos, incluindo período de carência de até 3 anos. [ad_2] Source link
Embrapa explica como reduzir os efeitos da estiagem na soja

[ad_1] Neste verão, a cultura da soja tem sido afetada pela estiagem, com diversas regiões do Brasil enfrentando um déficit hídrico que resulta em perdas de produtividade, especialmente no Rio Grande do Sul, o segundo maior produtor de soja do país. O fenômeno é exacerbado pelos anos de La Niña, que provocam irregularidade nas chuvas e tornam a safra ainda mais vulnerável. Para que o problema seja solucionado, a Embrapa separou informações que ajudam os produtores do grão na adaptação às condições climáticas. Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! 🌱 A seca tem causado sérias quebras nas safras brasileiras, sendo responsável por perdas nos últimos anos. A Federação da Agricultura do Estado do Rio Grande do Sul (Farsul) estima que 34,4 milhões de toneladas de soja deixaram de ser colhidas nos últimos cinco anos apenas no Rio Grande do Sul. Segundo o Informativo Conjuntural da Emater/RS, as lavouras mais afetadas no estado apresentam plantas de pequeno porte, desfolha acentuada e perdas produtivas irreversíveis. O cenário é alarmante, pois a irregularidade das chuvas impede que a soja alcance seu pleno potencial produtivo, com muitas plantas em fase de formação das vagens, mas com porte reduzido. No Mato Grosso do Sul, o estresse hídrico já afeta 46% das áreas de soja, principalmente nas lavouras semeadas em setembro e outubro. Esse fenômeno tem diminuído drasticamente as precipitações, o que compromete o desenvolvimento das plantas, especialmente no período crítico de enchimento de grãos, essencial para a produtividade da cultura. Outros estados como Paraná e Santa Catarina também enfrentam risco de perdas devido à seca, com lavouras apresentando variações nos rendimentos, dependendo da distribuição das chuvas. Diante desse cenário, pesquisadores sugerem uma série de estratégias de manejo que podem ajudar os produtores a reduzir os impactos da estiagem e melhorar a resiliência das lavouras. Entre as principais recomendações, destaca-se a construção de um perfil adequado do solo, com boa fertilidade e um sistema radicular saudável que permita à soja acessar água em maior profundidade. Além disso, o uso de cultivares tolerantes à seca, que apresentam raízes vigorosas, e o controle da população de plantas são fundamentais para otimizar o uso da água e evitar desperdícios. Por fim, outro ponto é a adoção de sistemas de irrigação eficientes, especialmente em áreas com reservatórios de água, para garantir a continuidade do cultivo em períodos de seca prolongada. O Zoneamento Agrícola de Risco Climático (ZARC) também se apresenta como uma ferramenta importante para determinar o melhor momento de plantio, reduzindo os riscos climáticos e evitando perdas associadas a períodos de estiagem. [ad_2] Source link