produtores de soja dos EUA criticam tarifas de Trump à China

[ad_1] Tarifas têm impactos negativos imediatos e, em muitos casos, duradouros nas fazendas norte-americanas e na economia rural de toda a nação. É o que diz trecho de comunicado da American Soybean Association (ASA), entidade que representa cerca de 500 mil sojicultores do país. Para a associação, uma guerra comercial entre o país e a China — tema recorrente nas falas do presidente Donald Trump — beneficiaria principalmente o Brasil, maior produtor da oleaginosa no mundo e que vem nas últimas décadas aumentando siginificativamente a suas remessas de produtos agropecuários ao gigante asiático. Reflexo desse crescimento é que em 2024, produtores brasileiros exportaram quase 69 milhões de toneladas do grão ao gigante asiático, atingindo receita de, aproximadamente, US$ 30 bilhões. De acordo com a ASA, seus membros mantém há anos a posição de que não apoiam o uso de tarifas, visto que elas ameaçam mercados importantes e aumentam os custos de insumos para os agricultores. “Os fazendeiros estão frustrados. Tarifas não são algo para se encarar levianamente e ‘se divertir’. Elas não só atingem diretamente nossos negócios familiares no bolso, mas também abalam um princípio fundamental sobre o qual nossos relacionamentos comerciais são construídos, que é a confiabilidade. Ser capaz de fornecer a eles [compradores internacionais] um produto de qualidade de forma consistente e confiável”, diz o presidente da entidade e produtor de soja de Magnolia, Kentucky, Caleb Ragland. Supersafra de soja brasileira à espreita Ragland destaca que os produtores de soja dos Estados Unidos enfrentam impactos “enormes e desproporcionais de interrupções no fluxo comercial”, particularmente para a China, maior mercado para os sojicultores norte-americanos. “Sabemos que os produtores estrangeiros de soja no Brasil e em outros países estão esperando colheitas abundantes este ano e estão preparados para atender a qualquer demanda decorrente de uma nova guerra comercial entre Estados Unidos e China”, ressalta. Segundo ele, os produtores de soja do país ainda não recuperaram totalmente os volumes de mercado dos impactos prejudiciais da guerra comercial de 2018. Assim, uma nova rodada de tarifas agravaria ainda mais as dificuldades econômicas dos agricultores norte-americanos. A preocupação da ASA a respeito da rentabilidade dos produtores do país tem lastro nos números: na safra 2023/2024, os exportadores dos Estados Unidos enviaram 46,1 milhões de toneladas de soja para mercados internacionais, o que totalizou quase US$ 24 bilhões em vendas. Contudo, durante a guerra comercial de 2018 com a China, a agricultura dos Estados Unidos perdeu mais US$ 27 bilhões, sendo a soja responsável por 71% desses prejuízos. “Os produtores de soja continuam a lutar com impactos de reputação de longo prazo, pois os mercados que eles trabalharam por anos para construir — mais de 40 anos para a China — são baseados na capacidade de fornecer uma safra confiável e de qualidade”, diz trecho do comunicado da entidade. Segundo o presidente da ASA, diferentemente de 2018, os agricultores estão em uma situação financeira mais provisória em 2025. Isso porque os preços das commodities caíram quase 50% em relação há três anos. A associação frisa que os produtores norte-americanos estão gerenciando suas propriedades em um período em que os custos de terra e insumos como sementes, defensivos e fertilizantes estão altos, o que significa margens muito mais estreitas. Tal cenário resulta em “menos gordura” para queimar quando as tarifas tornam as circunstâncias ainda piores. Tarifas a México e Canadá Foto: The White House/ Andrea Hanks As tarifas de 25% do presidente Trump sobre produtos de México e Canadá entraram em vigor logo após a meia-noite da última terça-feira (4). Contudo, nesta quinta-feira (6), o presidente norte-americano suspendeu a medida aos mexicanos até o dia 2 de abril. O Canadá, por outro lado, respondeu rapidamente com planos de também impor tarifas de 25% sobre quase US$ 100 bilhões em importações dos Estados Unidos em duas parcelas. O governo Trump adicionou, ainda, uma tarifa adicional de 10% sobre as importações chinesas. A resposta da China veio rapidamente: anúncio de tarifas retaliatórias de 10% sobre a soja dos Estados Unidos e ações adicionais que limitam o acesso ao mercado. Segundo o presidente da Associação dos Produtores de Soja dos Estados Unidos, a entidade representa quase meio milhão de agricultores norte-americanos que cultivam soja e dependem do comércio bidirecional que entra e sai do México e do Canadá. “Esses dois mercados não são apenas vitais para a exportação de soja integral, farelo de soja e óleo de soja, mas também dependemos deles para fertilizantes e outros produtos necessários para produzir com sucesso nossas safras. Por exemplo, cerca de 87% do potássio que usamos aqui nos Estados Unidos é importado do Canadá.” Por fim, a ASA e os produtores de soja pedem ao governo norte-americano que reconsidere as tarifas vigentes e as possíveis futuras às quais o presidente Trump fez alusão e continue as negociações com os três países que incluem soluções não tarifárias. [ad_2] Source link

Com queda de 10,6%, preço do arroz cai para o menor nível em 19 meses

[ad_1] Em fevereiro, o Indicador do arroz em casca Cepea/Irga-RS (Rio Grande do Sul, 58% de grãos inteiros e pagamento à vista) acumulou recuo de 10,6%, com média de R$ 95,70/saca de 50 kg, 4% inferior à de janeiro e 15,2% menor que a de fevereiro 2024. Segundo levantamentos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), os valores estão nos menores patamares nominais desde agosto de 2023. Pesquisadores do órgão explicam que compradores seguem com dificuldades de repasse de preços ao atacado e varejo, assim como aguardando cotações menores com a entrada mais efetiva da nova safra. Formação de preços do arroz Do lado vendedor, ainda conforme o Cepea, apesar da baixa disponibilidade de produto, a necessidade de caixa para custeio das atividades, liquidação de estoques e o receio de novas desvalorizações fizeram com que parte dos agentes cedesse aos pedidos de compradores por preços inferiores e/ou alongamento de prazos de pagamento. Em fevereiro, durante a 35ª Abertura Oficial da Colheita do Arroz e Grãos em Terras Baixas – evento realizado na Estação Terras Baixas da Embrapa Clima Temperado – em Capão do Leão (RS), a diretora de Relações Internacionais da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Sueme Mori, afirmou que as exportações de arroz do Brasil tendem a crescer nos próximos dois a três anos. Ontem (5), a saca de arroz de 50 kg tipo 1 foi negociada a R$ 89,21, queda de 0,78% em relação ao mês anterior. O Rio Grande do Sul o maior produtor do cereal no Brasil, responsável por cerca de 70% da produção do país. [ad_2] Source link

Chuvas podem alcançar os 100 mm nas próximas 24 horas; saiba onde

[ad_1] Chuvas intensas, que podem chegar a 100 mm, e ventos de até 100 km/h, principalmente no período da tarde e noite de hoje, podem atingir áreas das regiões Norte e Nordeste, segundo indicam avisos laranja emitidos pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). Alerta Vermelho Já em grande parte dos três estados da região Sul- com destaque para o Rio Grande do Sul -, interior paulista e sul-mato-grossense, a onda de calor deixa as temperaturas 5º C acima da média para o período. Segundo o Inmet, o calor dará uma trégua à região no domingo com a chegada de uma frente fria que derrubará as temperaturas e provocará chuvas. Chuvas Os destaques vão para o Acre, oeste do Amazonas e Rondônia, além da faixa norte do país, que vai do Amapá até o Ceará, passando pelo norte de Tocantins. O grande volume de chuva que tem atingido parte da faixa norte do país é resultado da atuação da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT). As estações meteorológicas do instituto registraram, nas últimas 24 horas, os maiores acumulados de chuva nestas áreas, como, por exemplo, Zé Doca, no Maranhão, que registrou até as 7h de hoje (6) 89,2 milímetros de chuva. Chuvas intensas com perigo potencial (amarelo) também devem atingir áreas do Centro-Norte do país. Nestas localidades, a previsão indica possibilidade de chuvas que podem chegar a 50 mm e ventos de até 60 km/h entre hoje (6) e amanhã (7). [ad_2] Source link

Já decidiu o seu candidato (a) favorito (a) ao Prêmio Personagem Soja Brasil?

[ad_1] Desde o dia 18 de fevereiro, a votação para definir o vencedor (a) do Prêmio Personagem Soja Brasil está aberta. O prêmio tem como objetivo reconhecer os profissionais que mais se destacaram no desenvolvimento e na sustentabilidade da soja brasileira. São seis indicados, entre as categorias ‘produtores’ e ‘pesquisadores’. Cada um foi responsável por contribuições importantes para a evolução do setor. Agora, é a vez do público escolher os mais destacados.. Vote aqui! Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! 🌱 Indicados ao Personagem Soja Brasil Os indicados deste ano foram revelados durante o evento realizado em Santa Carmem (MT), na região de Sinop. Conheça os profissionais que estão contribuindo para o crescimento da soja brasileira: Alberto SchlatterProdutor Rural – MSProdutor rural em Chapadão do Sul, Mato Grosso do Sul, Alberto é filho de suíços que chegaram ao Brasil em 1921 e se estabeleceram em Presidente Venceslau, iniciando sua produção agrícola. Anderson CavenaghiPesquisador – UNIVAG – MTEngenheiro agrônomo com doutorado em proteção de plantas, Cavenaghi se especializa em herbicidas e plantas daninhas, conduzindo pesquisas sobre controle de plantas daninhas nas culturas do Cerrado. Cecilia CzepakPesquisadora – UFG – GOProfessora da Universidade Federal de Goiás, Czepak tem 26 anos dedicados à educação e atua principalmente no manejo integrado de pragas. Claudia D’AgostiniProdutora Rural – PRProdutora rural de Sabáudia, PR, Claudia e sua irmã seguem com o processo de sucessão familiar na fazenda que foi cuidada por seu pai, mantendo o legado da produção rural. Julio Cezar FranchiniPesquisador – Embrapa Soja PRPesquisador da equipe de manejo de solos da Embrapa Soja, Franchini trabalha para melhorar a produtividade, qualidade e sustentabilidade dos sistemas produtivos de soja. Oliverio Alves de MeloProdutor Rural – MAPor fim, Oliveiro Alves de Melo também é indicado ao Prêmio Soja Brasil. Formado em técnico agropecuária e administrador de empresas, Melo é produtor rural em Balsas (MA e integrou o Programa de Cooperação Nipo-Brasileira para o Desenvolvimento do Cerrado. [ad_2] Source link

O que falta para expandir o seu negócio rural?

[ad_1] A interação com micro e pequenos produtores rurais faz parte do DNA do projeto Porteira Aberta Empreender. É por meio do engajamento com agricultores e pecuaristas de todas as regiões do país que podemos trazer soluções práticas para os desafios diários daqueles que impulsionam o agronegócio e alimentam milhões de pessoas no Brasil e no mundo. Pensando nisso, todas as quintas-feiras, às 17h, o Porteira Aberta Empreender publica enquete na comunidade do Canal Rural, no YouTube. As opções mais votadas se tornam pautas, trazendo oportunidades aos desafios.  O Porteira Aberta perguntou e vocês responderam: No total, mais de mil pessoas participaram da enquete. A maior preocupação dos produtores, apontada por 63% dos respondentes, é a verba. Em seguida, 17% destacaram uma melhor infraestrutura, enquanto 10% mencionaram mais clientes e outros 10% citaram o acesso a outros mercados como a virada de chave para a expansão.  Apenas inicie Sabemos que o processo de expansão de uma empresa é oneroso e, se for feito com cautela, pode impactar todo o seu negócio. Por isso é importante ter conhecimento dos caminhos possíveis para uma tomada de decisão mais assertiva. De acordo com o Sebrae, o crescimento de uma empresa – seja rural ou urbana -, nem sempre é sinônimo de faturamento elevado. É preciso fazer contas e preparar o crescimento. A instituição afirma que a expansão não precisa ser necessariamente um aumento de infraestrutura, com novas instalações ou equipamentos. Existem outras formas de expandir o negócio sem que a estrutura física precise crescer proporcionalmente.  O planejamento é a chave para o crescimento saudável. Como aliados, a inovação e a capacitação também irão auxiliar no processo de expansão. Também tenha sempre metas a curto, médio e longo prazo. Para auxiliar na jornada de expansão do micro e pequenos produtor rural, o Sebrae listou sete dicas. Confira: 1 – Encontre o seu diferencial Para que a empresa cresça, é interessante oferecer algo diferente, que a faça sobressair entre os concorrentes, podendo ser: atendimento, produtos e serviços exclusivos, tecnologia de ponta, etc. 2 – Conheça o seu público Conhecer o público-alvo do negócio é compreender os hábitos e as necessidades de consumo que ele tem. A partir disso, será possível desenvolver maneiras de suprir as suas necessidades e oferecer aquilo que ele procura. 3 – Sem medo da concorrência Quem quer crescer não pode ter medo de concorrência. É preciso saber quem são os concorrentes e procurar ser melhor que eles. Agregar valor ao negócio, descobrindo os pontos fracos da concorrência, faz com que a empresa tenha vantagem competitiva no mercado. 4 – Satisfação do cliente em primeiro lugar Durante o processo de expansão dos negócios, o foco deverá sempre ser a satisfação dos clientes: aqueles que consomem os produtos e serviços que a empresa oferece. 5 – Parcerias estratégicas Investir em parcerias pode ser uma maneira de impulsionar o crescimento dos negócios. Uma parceria bem executada é capaz de aumentar significativamente as vendas de produtos e serviços. Aliar-se a outras empresas ajuda o negócio a ampliar o mercado de atuação e a conquistar novos clientes, consequentemente. 6 – Funcionários A busca por crescimento é uma jornada que não se faz sozinho. Os funcionários da empresa precisam sentir-se motivados pelo líder a trabalhar e a contribuir para a evolução dos negócios. Por isso, é interessante criar mecanismos que façam os colaboradores acreditarem que o seu trabalho é fundamental para a empresa. 7 – Finanças equilibradas Uma empresa que se encontra no vermelho terá dificuldades de expansão. Por isso, é fundamental fazer os devidos ajustes entre as despesas e as receitas. Fazer um fluxo de caixa e o utilizar como base para todas as tomadas de decisão, vai ajudar a manter a empresa nos trilhos. Acesse mais dicas para expandir o seu negócio [ad_2] Source link

Preço dos alimentos será tema de reuniões do governo hoje

[ad_1] O governo federal realiza, nesta quinta-feira (6), duas reuniões para tratar do preço dos alimentos, que preocupa o Executivo em meio a uma queda histórica na popularidade do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A primeira reunião acontece pela manhã, no Palácio do Planalto. O encontro da tarde será com representantes de entidades do setor alimentício como a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (ABIEC), da Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS), da Associação Brasileira da Indústria de Alimentos (ABIA) e da Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (ABIOVE). Os encontros têm o objetivo de procurar soluções para diminuir o preço dos alimentos e serão comandados pelo vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, e também terá presença dos ministros Rui Costa (Casa Civil), Carlos Fávaro (Agricultura), Paulo Teixeira (Desenvolvimento Agrário). O secretário-executivo do ministério da Fazenda, Dario Durigan, e o secretário de PolíticaEconômica, Guilherme Mello, representam o ministro Fernando Haddad, que está em São Paulo. No começo do mês, a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) entregou ao governo federal um documento contendo 20 propostas para ajudar a combater a inflação de alimentos no Brasil. O documento credita o impulso da inflação ao aumento dos gastos públicos e à desvalorização cambial. E teme pela aplicação de “medidas heterodoxas” por parte do governo que possam vir a prejudicar o setor produtivo, propondo medidas de fortalecimento da produção interna, como a diminuição de impostos. [ad_2] Source link

Destruição de vegetação nativa é alvo da AGU

[ad_1] A Advocacia-Geral da União (AGU) ingressou com 12 ações civis públicas (ACPs) contra infratores pela destruição de vegetação nativa nos biomas da Amazônia, Mata Atlântica, do Cerrado, Pampa e Pantanal. Juntas, as ACPs buscam o pagamento de R$ 76 milhões em virtude da destruição de uma área de 6,8 mil hectares em 11 estados brasileiros. Os valores cobrados dos 23 réus dizem respeito ao montante necessário à recuperação das áreas de vegetação nativa degradadas e à indenização por dano moral coletivo, interino e residual e enriquecimento ilícito relativos ao dano ambiental. As demandas foram ajuizadas no âmbito do AGU Recupera, grupo estratégico ambiental instituído em 2023 para atuação em demandas judiciais prioritárias, visando à proteção dos biomas brasileiros e do patrimônio cultural. As ações foram elaboradas a partir de autos de infrações e laudos produzidos pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). “Esse primeiro lote de 2025 do AGU tem extrema relevância diante de toda proteção que o meio ambiente carece, tendo em vista o efeito das ações ajuizadas na defesa dos mais diversos biomas brasileiros por meio da recuperação das áreas degradadas, pois, além da Amazônia, foram contemplados o Cerrado, o Pantanal, a Mata Atlântica e os Pampas”, disse Filipe Araújo Cavalcante, integrante da Procuradoria Nacional de Defesa do Clima e do Meio Ambiente da AGU (Pronaclima). Na avaliação da procuradora-chefe da Procuradoria Federal Especializada junto ao Ibama, Karina Marx Macedo, “o ajuizamento desse lote reflete a atuação da área técnica da autarquia, da Procuradoria Federal Especializada do Ibama e da equipe do AGU-Recupera na busca da responsabilização civil de infratores ambientais”. A procuradora explica que atuação da procuradoria especializada se desenvolve desde o assessoramento da autarquia, quando do direcionamento dos casos que serão judicializados, passando pela análise jurídica de viabilidade, até o encaminhamento à representação judicial para ajuizamento. Proteção da vegetação nativa Um exemplo ocorreu em Goiás, em uma área de reserva legal de uma propriedade rural. A vistoria do Ibama constatou desmatamento de vegetação nativa e uso de atividade agrícola em uma área de 1,4 hectare de vegetação do bioma Mata Atlântica, sem as devidas autorizações/licenciamentos ambientais, tampouco a adoção de medidas de regeneração. A procuradora federal e coordenadora da Equipe em Meio Ambiente da Procuradora Regional Federal da 1a Região, Natália de Melo Lacerda, ressalta que o lote começa vitorioso, pois já houve uma decisão neste caso. “Apesar da extensão territorial modesta, o caso representa um marco significativo por se tratar da primeira decisão favorável neste lote de ações, consolidando a jurisprudência em favor da proteção ambiental no bojo do grupo AGU Recupera”, afirma. A Justiça determinou que o réu se abstenha de explorar a área desmatada cuja recuperação ambiental é buscada, devendo ficar tal área em repouso para que ocorra processo de regeneração natural durante a tramitação do processo. A procuradora explica que, para garantir o cumprimento da ordem judicial, o réu deverá, no prazo de 30 dias, comprovar o cercamento da área protegida, apresentando documentação fotográfica e disponibilizando acesso aos fiscais do Ibama para verificação, quando necessário. O descumprimento da determinação acarretará multa diária de R$ 500,00. “Essa decisão representa um importante precedente para as demais ações do projeto, reafirmando a relevância da preservação da Mata Atlântica, bioma considerado hotspot de biodiversidade e que possui apenas 12,4% de sua cobertura florestal original”, destaca a procuradora Natália Lacerda. [ad_2] Source link

Alckmin agenda conversa com secretário de comércio dos EUA

[ad_1] O vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, vai conversar nesta quinta-feira (6), com o secretário de Comércio dos Estados Unidos, Howard Lutnick. O encontro, por videoconferência, está marcado para às 17h30. A expectativa é de que Alckmin trate na reunião sobre as tarifas anunciadas pelos EUA que devem afetar produtos brasileiros, em especial o aço, cuja sobretaxa já tem previsão de entrar em vigor na próxima quarta-feira (12). O presidente executivo do Instituto Aço Brasil, Marco Polo de Mello Lopes, disse esperar que o país consiga recompor o acordo de cotas de exportação fechado em 2018 com os americanos, na primeira gestão de Donald Trump. A aposta de Lopes gira em torno da conversa de Alckmin com Lutnick. Na terça (4), Donald Trump reforçou seu plano de impor tarifas de 25% sobre o aço e o alumínio que chegam de fora aos Estados Unidos. Aqui, por sua vez, o setor siderúrgico aposta na função estratégica que o aço brasileiro exportado exerce na indústria americana para manter o acordo de 2018. Se depender de Trump, o Brasil pode exportar anualmente 3,5 milhões de toneladas de aço semiacabado e 687 mil toneladas de laminados aos EUA, arranjo que evitou a sobretaxa anunciada pelo republicano em seu primeiro mandato. Na gestão Trump 2, a velocidade das negociações de alto nível com os Estados Unidos foi impactada porque apenas recentemente os indicados do republicano para a área de comércio foram confirmados pelo Senado americano. Entre os principais nomes estão Lutnick, com quem Alckmin conversará, e Jamieson Greer, escolhido como representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR). A expectativa de integrantes do governo é de que a reunião com o secretário de Comércio seja um divisor nas tratativas com os americanos. [ad_2] Source link

Temporais em dois estados abrem espaço no tempo seco e quente do restante do país

[ad_1] Dia de tempo mais aberto, com chuva passageira em algumas áreas. Apenas em parte do Nordeste há alerta de temporais. Veja a previsão para esta quinta-feira (6): Sul O dia começa com sol e pouca nebulosidade, mas, à tarde, nuvens carregadas se formam sobre Paraná, Santa Catarina e as regiões oeste e da Campanha Gaúcha, no Rio Grande do Sul, devido ao calor e à alta umidade. A chuva chega no fim da tarde, podendo ser forte, mas sem previsão de grandes volumes. Porto Alegre (RS) terá um dia ensolarado e sem chuva, enquanto Florianópolis (SC) e Curitiba (PR) podem registrar pancadas no fim da tarde. Sudeste O tempo segue predominantemente seco e muito quente. As instabilidades ficam concentradas no litoral do Espírito Santo, no norte do Rio de Janeiro e em algumas áreas do estado de São Paulo. Já nas capitais Belo Horizonte (MG), São Paulo e Rio de Janeiro, o tempo será estável e sem chuva. Centro-Oeste A chuva se espalha ao longo do dia em Mato Grosso, com alerta para temporais em Cuiabá. No centro-norte de Mato Grosso do Sul, as pancadas ocorrem no fim da tarde e podem ser intensas. Já no sul e leste do estado, as precipitações serão mais passageiras. Em Goiás e no Distrito Federal, o sol predomina e não há previsão de chuva. Nordeste A chuva diminui na costa leste, mas segue intensa entre o Maranhão e Rio Grande do Norte, com São Luís na rota de temporais e acumulados elevados. No sertão nordestino, o tempo continua seco e ensolarado. Norte Pancadas de chuva podem ocorrer a qualquer momento do dia, com os maiores acumulados previstos para Manaus (AM), Belém (PA) e Macapá (AP). Em Boa Vista (RR), o tempo será firme e seco. [ad_2] Source link

Otimismo do mercado brasileiro e desaceleração dos EUA: ouça o Diário Econômico

[ad_1] Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro. No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, destaca o otimismo no mercado brasileiro após o feriado. O dólar caiu 2,71%, fechando em R$ 5,75, e o Ibovespa subiu 0,20%, puxado por Vale e setor financeiro. Nos Estados Unidos, o Livro Bege do Fed indicou desaceleração econômica, enquanto Trump adiou tarifas sobre veículos do acordo EUA-México-Canadá. Na Europa, expectativa para a decisão de juros do BCE, com atenção ao discurso de Christine Lagarde. Sexta-feira será marcada pela divulgação do PIB do Brasil e do Payroll nos EUA. Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado! [ad_2] Source link