PIB brasileiro e Payroll nos EUA agitam mercado: ouça o Diário Econômico

[ad_1] Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro. No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, destaca o adiamento das tarifas dos Estados Unidos sobre produtos do México para abril. Dados norte-americanos mostraram aumento nas importações e pedidos de auxílio-desemprego acima do esperado, sem alterar apostas para cortes de juros pelo Fed. Na Europa, o BCE reduziu juros para 2,65%, enquanto a China prometeu novos estímulos. O Ibovespa subiu 0,25%, sustentado pelo setor de metais. Hoje, destaque para o PIB brasileiro e o Payroll nos EUA, que podem impactar mercados e o dólar. [ad_2] Source link

produtores do Nordeste renegociam até 80% das dívidas

[ad_1] O programa Desenrola Rural já está em vigor e conseguiu obter os primeiros casos de renegociação de dívidas no estado do Rio Grande do Norte. Os acordos foram celebrados durante o mutirão da mulher trabalhadora, realizado no município de Riachuelo. As ações estão beneficiando agricultores familiares como a assentada Francisca Costa de Figueiredo que havia contratado a modalidade de crédito Fomento Mulher. Francisca explica que o crédito rural oferecido pelo Incra para assentados foi essencial para investir em recursos, promovendo a sustentabilidade e o desenvolvimento de sua atividade agrícola. Mas, devido às secas e à pandemia de Covid-19, ela não conseguia realizar os pagamentos; Francisca foi uma das contempladas com 80% de desconto dos débitos de crédito “Dona Francisca Costa está no rol das pessoas de um novo tempo, que permite a agricultores familiares, assentados e assentadas da reforma agrária liquidarem suas dívidas e assumirem novamente o protagonismo que lhes é de direito, ajudando a aumentar a produção de alimentos para o nosso povo”, disse o superintendente do Incra/RN, Adans Santiago. Sobre o Desenrola Rural O Desenrola Rural oferece condições especiais para produtores regularizarem sua situação financeira e continuarem investindo em sua produção. O programa, coordenado pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA), oferece a agricultores familiares, assentados da reforma agrária, quilombolas e demais povos e comunidades tradicionais, em situação de inadimplência, uma oportunidade de liquidar e renegociar dívidas. Assim, os beneficiários poderão voltar a acessar o crédito rural e investir na produção de alimentos para todo o Brasil, ampliando o acesso às linhas de financiamento no âmbito do Pronaf. [ad_2] Source link

Brasil deve embarcar mais de 14 milhões de toneladas de soja

[ad_1] As exportações brasileiras de soja em grão deverão ficar em 14,798 milhões de toneladas em março, conforme levantamento semanal da Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (ANEC). No mesmo mês do ano passado, as exportações ficaram em 13,549milhões de toneladas. Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! 🌱 Em fevereiro, o Brasil teve um bom desempenho nas exportações de soja, com um total de 9,586 milhões de toneladas embarcadas. Este volume representa um avanço, evidenciando o papel do Brasil no mercado global de soja. Durante a semana entre 23 de fevereiro e 1º de março, o país continuou a manter seu ritmo robusto de exportações, embarcando 3,394 milhões de toneladas, o que reforça ainda mais a importância do setor agrícola brasileiro no cenário internacional. Para o período entre 2 e 8 de março, as previsões da Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (ANEC) indicam que o Brasil deverá exportar cerca de 4,122 milhões de toneladas de soja, continuando a tendência positiva. Esse aumento reflete na alta demanda global, principalmente da Ásia, onde os principais países importadores, como China, seguem com uma demanda crescente. Além disso, as expectativas para o farelo de soja são igualmente altas, com projeção de embarques de 2,045 milhões de toneladas em março. [ad_2] Source link

saiba como fechou o mercado

[ad_1] O mercado físico do boi gordo se depara com acomodação em seus preços em grande parte do país. Segundo o analista de Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias, o diferencial de preço entre fêmeas e machos ainda é representativo, uma consequência da oferta representativa em grande parte do país. “Os frigoríficos tentam exercer pressão em determinadas regiões, é o que se evidenciou na retomada das negociações após o Carnaval. O comportamento dos preços da carne ao longo da primeira quinzena de março é uma variável chave a ser considerada no curtíssimo prazo”, disse. São Paulo: R$ 307,75 Goiás: R$ 290,36 Minas Gerais: R$ 302,65 Mato Grosso do Sul: R$ 298,30 Mato Grosso: R$ 298,38 Mercado atacadista O mercado atacadista apresenta preços em alta. Segundo Iglesias, o escoamento da carne pode ser descrito como satisfatório durante o feriado de Carnaval. A expectativa é que haja continuidade deste movimento, considerando a entrada dos salários na economia como grande motivador da reposição entre atacado e varejo. “Mas ainda há limitações, considerando a preferência de parcela da população por proteínas mais acessíveis, a exemplo da carne de frango, embutidos e de ovos”, destacou o analista. O quarto traseiro foi precificado a R$ 24,50 por quilo, alta de R$ 0,70. O quarto dianteiro foi cotado a R$ 18,00 por quilo, alta de R$ 0,80. Ponta de agulha ainda é precificada a R$ 17,00, por quilo. Câmbio O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,06%, sendo negociado a R$ 5,7592 para venda e a R$ 5,7572 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,7323 e a máxima de R$ 5,7808. [ad_2] Source link

Produção global de algodão deve aumentar 6,51% em 24/25

[ad_1] A produção mundial de algodão deve alcançar 25,69 milhões de toneladas na temporada 2024/25, que começou em agosto passado, informou o Conselho Consultivo Internacional do Algodão (Icac, na sigla em inglês) em relatório mensal. O volume representa aumento de 6,51% ante a estimativa para a temporada 2023/24, de 24,12 milhões de toneladas. Para o Brasil, o órgão estima produção de 3,70 milhões de toneladas na atual safra, incremento de 15,6% ante o ciclo anterior. Quanto ao consumo global em 2024/25, o Icac projeta aumento de 2,28% ante a temporada anterior, para 25,53 milhões de toneladas. Contudo, as exportações tendem a diminuir 0,20%, para 9,86 milhões de toneladas. Já os estoques finais podem subir 0,91%, para 18,78 milhões de toneladas, mostra o relatório. As estimativas de preço para o índice A na temporada 2024/25 vão de 92 a 97 centavos de dólar por libra-peso, com média de 94 cents. [ad_2] Source link

Tarifa de importação de carne, café, açúcar, milho e azeite serão zeradas, anuncia governo

[ad_1] Após reunião com entes do setor produtivo nesta quinta-feira (6), o governo anunciou medidas para reduzir os preços dos alimentos aos consumidores. Em coletiva, o vice-presidente Geraldo Alckmin, ao lado do ministro da Agricultura e Pecuária (Mapa), Carlos Fávaro, destacou que café, açúcar, milho, óleo de girassol, óleo de palma, sardinha e massas alimentícias terão alíquota de importação zerada. De acordo com o vice-presidente, as medidas precisam passar pela Câmara de Comércio Exterior (Camex) e tendem a entrar em vigor “em poucos dias”, além de fazerem parte de um pacote de outras futuras ações. “O governo está abrindo mão de imposto em favor da redução de preço”, disse. Assim, a União deixará de arrecadar, no caso da carne, alíquota de 10,8%; do café de 9%; do açúcar de 14% e do milho de 7,2%. Segundo Alckmin, o imposto de exportação de produtos do agro, uma grande preocupação do setor e que rendeu ameaça de demissão de Fávaro, não esteve em pauta. A inflação dos alimentos é uma grande preocupação do governo Lula nos últimos meses. Pesquisas de opinião mostram que a popularidade do presidente decaiu significativamente. Inspeção de produtos de origem animal Além de zerar a alíquota de importação de produtos, o governo anunciou outras medidas, como a ampliação do Sistema Brasileiro de Inspeção de Produtos de Origem Animal (SISBI-POA), que permite que leite, mel, ovos e carnes inspecionados em municípios e estados possam ser vendidos em todo o país. De acordo com Fávaro, a meta é passar de 1.550 registros para 3.000 no sistema, o que pode trazer mais competitividade e redução de custos no setor de proteína animal. Alckimin também afirmou que os financiamentos do Plano Safra devem priorizar a produção de itens da cesta básica, com mais estímulo para produtores rurais que abastecem o mercado interno. Por fim, o governo anunciou, nesta primeira rodada de medidas, que quer garantir a oferta e estabilidade de produtos ao reforçar os estoques públicos de alimentos básicos em busca de segurar a alta de preços em momentos críticos. [ad_2] Source link

Bezerro teve alta de 26% e deve continuar valorizando, diz Emater-MG

[ad_1] Em 2024, a carne bovina teve alta de 20,8%, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Já 2025, devido a maior oferta de animais, o produto começou a baixar, mas muitos especialistas apostam em uma virada do ciclo pecuário no segundo semestre. Os pecuaristas têm visto um aumento na procura dos animais para a recria, o que contribui para uma subida das cotações do bezerro. Pelo aquecimento da atividade no país, a Emater-MG, por exemplo, espera uma retomada dos investimentos no setor, dentre eles as feiras e leilões do programa Pró-Genética, iniciativa do governo mineiro que visa facilitar a compra de touros e fêmeas melhorados geneticamente por meio de feiras e leilões. Alta do bezerro De acordo com dados do Cepea, a tendência de alta do bezerro teve início em setembro de 2024, quando o nelore macho (8 a 12 meses) estava cotado a R$ 2.100. O valor foi aumentando todos os meses, chegando a R$ 2.650 em janeiro deste ano, ou seja, 26% de valorização. Atualmente, a arroba do bezerro nelore em Minas Gerais está valendo R$ 337,27, em fechamento de 3 de março disponibilizado pela Scott Consultoria. “A cria e recria tiveram um longo período de preços desvalorizados e agora vemos um cenário de recuperação. Historicamente, o valor médio do ágio da arroba do bezerro em relação a arroba do boi é de 25% e, atualmente, esse índice é de 21%, o que sugere que uma continuação da tendência de alta de preços dos animais de recria”, comenta o coordenador técnico Estadual de Bovinocultura da Emater-MG, Manoel Lúcio Pontes Morais. Exportações em alta A oferta reduzida de animais devido ao elevado abate de fêmeas nos últimos dois anos é um dos fatores que contribuem para as expectativas de valorização do preço do bezerro, destaca o coordenador. “Em 2025, o mercado pecuário brasileiro segue cauteloso pelo baixo poder aquisitivo da população e os juros altos, que desestimulam os investimentos em atividades produtivas. Mas a baixa oferta de animais e as exportações em alta geram uma expectativa de que, no segundo semestre, a atividade de cria seja bastante rentável”, esclarece Manoel. No entanto, o coordenador da Emater-MG faz um alerta aos pecuaristas: não adianta contar com um mercado de reposição aquecido se a rentabilidade da atividade não for satisfatória. “Mais importante que o preço é a margem de lucro. Os custos de produção também tiveram uma forte elevação. Para aumentar a rentabilidade do negócio, o produtor precisa aprimorar as práticas da atividade, dentre elas a gestão da propriedade e a melhoria genética dos animais”, salienta. [ad_2] Source link

Preços altos ou queda nas cotações da soja?

[ad_1] O mercado brasileiro de soja teve preços em alta nesta quinta-feira (6). Os prêmios seguiram em firme valorização durante boa parte do dia. A Bolsa de Chicago subiu e o dólar ficou estável. Segundo a Safras & e Mercado, os preços foram bons para os vendedores, o que gerou realização de negócios. Em Paranaguá, houve chances de negócios até R$ 139,00 nos melhores momentos, com entrega rápida e pagamento em abril. Posteriormente, os prêmios recuaram e os preços recuaram. No geral, as indicações estiveram em bons níveis. O mercado interno operou próximo da paridade de exportação, em algumas regiões, até acima. Aos poucos, a paridade vai pesando sobre o mercado físico. Preços da soja no Brasil Passo Fundo (RS): subiu de R$ 127,00 para R$ 129,00 Região das Missões (RS): subiu de R$ 128,00 para R$ 130,00 Porto de Rio Grande (RS): subiu de R$ 132,50 para R$ 133,00 Cascavel (PR): subiu de R$ 129,00 para R$ 130,00 Porto de Paranaguá (PR): subiu de R$ 132,00 para R$ 136,00 Rondonópolis (MT): subiu de R$ 114,00 para R$ 115,00. Dourados (MS): subiu de R$ 118,50 para R$ 119,00 Rio Verde (GO): subiu de R$ 111,00 para R$ 115,00 Chicago Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a quinta-feira com bons ganhos. Informações de adiamento do início da cobrança de tarifas sobre produtos do Canadá e do México impulsionaram os preços. A queda do dólar frente a outras moedas completou o cenário positivo. As notícias de hoje voltaram a ser mais moderadas sobre a política comercial externa dos Estados Unidos. As taxas sobre o setor de automóveis do México e do Canadá foram transferidas para abril. Hoje, o governo americano confirmou ainda que qualquer tarifa sobre os produtos mexicanos também foi adiada para o próximo mês. USDA O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) deverá, no seu relatório de março, indicar poucas alterações no quadro de oferta e demanda americano de soja. Na avaliação do mercado, o Departamento poderá elevar a estimativa de safra do Brasil e cortar a previsão para a Argentina. Os dados para oferta e demanda americana e mundial serão divulgados na terça, 11, às 13h. Analistas consultados pelas agências internacionais apostam em estoques americanos de 381 milhões de bushels em 2024/25. Em fevereiro, a previsão do USDA foi de 380 milhões. Em relação ao quadro de oferta e demanda mundial da soja, o mercado aposta em estoques finais 2024/25 de 124,2 milhões de toneladas. No mês de fevereiro, o número ficou em 124,3 milhões. O USDA deverá elevar a estimativa para a safra do Brasil de 169 milhões para 169,3 milhões de toneladas. Já a estimativa para a Argentina deverá ser reduzida de 49 milhões para 48,6 milhões de toneladas. Contratos futuros da soja Os contratos da soja em grão com entrega em maio fecharam com alta de 16,25 centavos de dólar ou 1,53% a US$ 10,27 1/4 por bushel. A posição julho teve cotação de US$ 10,39 1/2 por bushel, ganho de 14,50 centavos ou 1,41%. Nos subprodutos, a posição maio do farelo fechou com alta de US$ 5,10 ou 1,70% a US$ 304,90 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em maio fecharam a 43,17 centavos de dólar, com alta de 0,18 centavo ou 0,41%. Câmbio O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,06%, negociado a R$ 5,7592 para venda e a R$ 5,7572 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,7323 e a máxima de R$ 5,7808. [ad_2] Source link

pessoas e empresas em situação irregular na Receita terão chave excluída

[ad_1] O Banco Central (BC) alterou o regulamento do Pix para excluir chaves de pessoas e de empresas cuja situação não esteja regular na Receita Federal. Segundo a autoridade monetária, a medida visa aprimorar a segurança das transações e impedir a aplicação de golpes via Pix, utilizando nomes diferentes daqueles armazenados na base de dados da Receita Federal. A norma, publicada nesta quinta-feira (6), determina que CPF com situação cadastral “suspensa”, “cancelada”, “titular falecido” e “nula” não poderá ter chave Pix registrada na base de dados do BC. No caso das empresas, o CNPJ com situação cadastral “suspensa”, “inapta”, “baixada” e “nula” também não poderá ter chaves Pix registradas na base de dados do BC.  O BC ressalta que a inconformidade de CPF e CNPJ que restringirá o uso do Pix não tem relação com o pagamento de tributos, mas apenas com a identificação cadastral do titular do registro na Receita Federal. As novas regras de uso do Pix devem afetar 8 milhões de chaves ligadas ao Cadastro de Pessoas Físicas (CPFs), informou o chefe adjunto do Departamento de Competição e de Estrutura do Mercado Financeiro do Banco Central, Breno Lobo. Segundo o BC, a medida visa aprimorar a segurança das transações e impedir a aplicação de golpes via Pix, utilizando nomes diferentes daqueles armazenados na base de dados da Receita Federal. Atualmente, o BC registra 836 milhões de chaves Pix cadastradas, das quais 796 milhões são ligadas a pessoas físicas (CPFs). Desse total, 99% estão em situação regular e apenas 1% – cerca de 8 milhões – apresenta problemas. Os dados são de fevereiro. Breno Lobo informou ainda que o BC identificou que a maior parte das inconsistências está relacionada a problemas com a grafia de nomes e que a medida também vai ajudar a resolver esse tipo de problema cadastral de pessoas físicas. “No banco você só pode abrir uma conta com CPF e CNPJ válido; por falhas nesse processo os bancos deixam passar nomes diferentes do CPF e do CNPJ”, disse. “Meu nome é Breno e vamos dizer que o banco registre, na minha conta, o nome Bruno, isso é um problema e o próprio banco tem mecanismos para resolver”, explicou. Além dos problemas com grafia de nomes, o Banco Central também identificou irregularidades envolvendo CPFs de pessoas falecidas e que ainda constam da base de dados cadastrais dos bancos. Na avaliação do BC, a medida vai ajudar a resolver esse problema cadastral, já que esses CPFs têm sido usados para aplicar golpes. O diretor do BC reiterou que a medida não é voltada para questões fiscais, mas para erros ou inconsistências cadastrais e foi tomada após o BC identificar a utilização de chaves Pix vinculadas a nomes e CPFs que não correspondiam ao registrado nas bases da Receita Federal. “O que a gente quer impedir é que um fraudador registre qualquer chave em qualquer banco com um nome diferente do que está [registrado] na Receita Federal. Um exemplo é o fraudador que registra, por exemplo, o nome de pagamentos IPVA com o CPF e outro nome cadastrado na Receita”, disse Lobo durante entrevista, em Brasília, para explicar as mudanças. “Essa é a fraude que a gente está querendo impedir”, reiterou.Empresas Em relação a empresas, a norma diz que o CNPJ com situação cadastral suspensa, inapta, baixada e nula também não poderá ter chaves Pix registradas na base de dados do Banco Central. Atualmente, o BC tem registradas 39,8 milhões de chaves vinculadas a CNPJs. Desse total, 95% estão com a situação regular, o restante – cerca de 2 milhões – apresenta problemas na comparação com a base de dados da Receita. Desse total, 59% estão com o CNPJ inapto, 39% na situação de CNPJ baixado, quando a empresa encerra suas atividades, e 2% estão com o CNPJ suspenso. Entre os problemas encontrados pelo BC estão CNPJ sem validade, não cumprimento de obrigações legais, indícios de fraude e mais de dois anos sem apresentar demonstrativos ou declaração contábil, o que, na avaliação da autoridade monetária, configuraria uma situação que beira a fraude. Questionado se as regras de suspensão poderiam afetar diretamente microempreendedores individuais (MEIs), que, muitas vezes, por não contar com estrutura contábil adequada acabam atrasando a entrega de declarações e ficam com pendências fiscais junto à Receita Federal, Lobo disse que o BC está trabalhando com o órgão para minimizar a situação. “A gente vai acompanhar junto à Receita Federal a situação do MEI para que isso não aconteça. Operacionalmente, ainda não desenhamos a forma, mas conversamos com a Receita para poder operacionalizar e não permitir que situações fiscais interfiram no uso do Pix por parte dos MEIs”, acentuou.Sem data para vigorar As novas regras ainda não têm data para entrar em vigor. Breno Lobo esclareceu ainda que toda chave Pix contém informações que ficam vinculadas à chave, como CPF, CNPJ, nome do titular, nome fantasia, data de abertura da conta na qual a chave está vinculada e data de criação da chave, por exemplo. A estimativa do BC é que – dentro de 30 dias – os bancos já tenham limpado as informações fraudulentas ou incorretas de suas bases de dados. “A gente quer evitar o uso de empresas abertas com nomes para legitimar golpes. [Pretendemos] Dificultar a vida dos fraudadores e dos golpistas na hora da aplicação de golpes”, disse. [ad_2] Source link

Com queda do petróleo, gasolina e diesel ficam mais caros no Brasil do que fora

[ad_1] Com a queda do preço do petróleo no mercado internacional, a gasolina e o diesel vendidos nas refinarias brasileiras estão mais caros do que os comercializados no mercado internacional, segundo informa a Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis (Abicom). De acordo com o fechamento de quarta-feira (5), o preço da gasolina no Brasil está em média 3% acima do exterior, e o preço do diesel está 2% superior ao praticado no Golfo do México. A gasolina já vinha se equiparando aos preços externos há alguns dias, enquanto o diesel ultrapassou a paridade de importação ontem. Também na quarta-feira, a defasagem da Petrobras registrava maior paridade com a importação do que a da Refinaria de Mataripe, privatizada no governo Bolsonaro e que afirma seguir a política de paridade de importação (PPI), abandonada pela Petrobras em maio de 2023. Segundo a Abicom, em Mataripe a diferença do preço da gasolina em relação ao mercado internacional era de 6% no fechamento de ontem, e do diesel, de 2%, enquanto, na média dos polos atendidos pela Petrobras, essa diferença era de 2% para o diesel e de 3% para a gasolina, a mesma média de todas as refinarias somadas. O último reajuste da Petrobras foi há um mês: para o diesel, uma alta de 6%. Mas a gasolina não é reajustada há 240 dias. Já a Refinaria de Mataripe faz reajustes semanais. [ad_2] Source link