Frente fria no Sul e tempestades em outras duas regiões; veja a previsão de hoje

[ad_1] Uma frente fria chega ao Sul do país e pode provocar queda de granizo no Rio Grande do Sul e em parte de Santa Catarina. Confira a previsão do tempo para este sábado (8) em todo o Brasil: Sul Uma frente fria se aproxima do Sul e forma nuvens carregadas no interior gaúcho à noite, como já havia sido antecipado em reportagem. De acordo com o meteorologista do Canal Rural, Arthur Müller, há probabilidade de queda de granizo e vendaval sobre o Rio Grande do Sul e o sul de Santa Catarina. Porém, continua sem chover em Porto Alegre. No Paraná, pancadas no fim da tarde no litoral. Sudeste Pancadas isoladas são previstas no Espírito Santo, Rio de Janeiro e litoral de São Paulo. Continua quente nessas áreas, com sensação de tempo abafado. Em Minas Gerais, chove no Vale do Rio Doce, enquanto em Belo Horizonte o sol continua predominando. Centro-Oeste A chuva continua com força em Mato Grosso, com alertas em Cuiabá. Goiás, Distrito Federal e grande parte de Mato Grosso do Sul terão tempo firme. Nordeste A Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) mantém a chuva forte entre o Maranhão e Rio Grande do Norte. Tem alerta de temporal para São Luís, Fortaleza e Natal. Entre a Paraíba e Bahia, pouca chuva, tempo abafado e muito sol. Norte Volta a chover em Roraima, mas de forma pontual. No Tocantins, muito sol e pouca chuva. Os temporais continuam no Acre, Amapá e Pará. [ad_2] Source link

Governo erra na estratégia para conter alta dos alimentos, avalia economista

[ad_1] As medidas anunciadas pelo governo federal para conter a alta dos preços dos alimentos foram classificadas como ineficazes pelo economista-chefe da MB Associados, Sergio Vale. Durante entrevista ao telejornal Mercado & Companhia, ele destacou que as ações terão efeitos pequenos e que a principal raiz do problema está na política fiscal do país. “O pacote do governo não funciona e não vai ajudar a conter a inflação dos alimentos. Se tivesse sido feito um ajuste fiscal adequado no fim do ano passado, estaríamos com o câmbio mais baixo e um cenário inflacionário menos preocupante”, afirmou Vale. Oferta e inflação natural dos alimentos O economista também ressaltou que o governo deveria aguardar os efeitos da atual safra, que deve ser recorde, reduzindo naturalmente os preços no segundo semestre. “O impacto da safra ao longo da curva de preços levará a uma desaceleração. Isso resultaria em uma inflação menor do que a do ano passado”, explicou. Estoque regulador e incentivos Entre as medidas criticadas está a retomada do estoque regulador de alimentos, que, segundo Vale, já se mostrou ineficaz no passado. “Isso não funcionou antes e foi desfeito porque não ajudava a população mais pobre”, afirmou. Ele também questionou a retirada de recursos para incentivar a produção de itens da cesta básica. “Tirar de um lado para colocar no outro pode gerar distorções e falta de crédito para setores importantes”, alertou. As medidas anunciada pelo governo receberam criticas de muitas entidade do setor produtivo. Soluções paliativas que não corrigem profundamente os gargalos da produção agropecuária e terão efeitos negativos no médio e longo prazo. É assim que a Sociedade Rural Brasileira (SRB) definiu o pacote de medidas anunciado pelo Governo Federal nesta quinta-feira (6) a fim de conter a alta dos preços dos alimentos. O presidente da Associação Brasileira dos Produtores de Milho e Sorgo (Abramilho), Paulo Bertolini, disse que as medidas tomadas pelo governo federal para tentar frear os preços dos alimentos apresentam problemas de diagnóstico. Inócua! Essa é a opinião do 2º vice-presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e presidente da Federação da Agricultura do Estado do Rio Grande do Sul (Farsul), Gedeão Silveira Pereira, sobre as medidas anunciadas ontem (6) pelo governo federal para tentar diminuir os preços dos alimentos. Confira a entrevista completa com Sergio Vale no nosso canal do YouTube. [ad_2] Source link

Brasil é o 7º em ranking de crescimento econômico entre 40 países

[ad_1] O Brasil ocupa a sétima posição no ranking de 40 países que apresentaram dados de crescimento econômico referente a 2024. A listagem é elaborada pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), conhecida como clube dos países ricos, por reunir nações com as economias mais avançadas do mundo. Em 2024, a economia brasileira cresceu 3,4%, conforme divulgou nesta sexta-feira (7) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). PIB dos países A OCDE tem 38 países, e o Brasil não está entre os membros efetivos, mas iniciou processo de adesão. A organização lista informações sobre o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB – conjunto de bens e serviços produzidos no país) de 39 países, entre eles os não membros Brasil, China, Índia, Indonésia, Arábia Saudita e África do Sul. A Agência Brasil acrescentou o dado da Rússia, que cresceu 4,1% em 2024. Chile, Grécia, Luxemburgo e Nova Zelândia fazem parte da grupo, mas não foram listados pois ainda não terem divulgado dados relativos a 2024. Maiores crescumentos País mais populoso do mundo, com mais de 1,4 bilhão de habitantes, a Índia lidera o ranking de crescimento, com taxa anual de 6,7%. Em seguida aparecem China e Indonésia, ambos com expansão de 5%. O primeiro país das Américas a figurar no ranking é a Costa Rica, que cresceu 4,3% em 2024. Os Estados Unidos, maior economia do mundo, têm a 11ª maior alta (2,8%). O salto do PIB do Brasil foi superior à média dos países da OCDE, da União Europeia e do Grupo dos 7 (G7, países mais industrializados do mundo: Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Itália, Japão, Reino Unido). Já entre os primeiros países a formarem o Brics (grupo de nações emergentes: Brasil, Rússia, China, Índia e África do Sul), o Brasil fica na frente apenas da África do Sul. Cinco países apresentam queda no PIB, incluindo a Alemanha (-0,2%), maior economia da Europa. Confira o ranking: Índia: 6,7% Indonésia: 5% China: 5% Costa Rica: 4,3% Rússia: 4,1% Dinamarca: 3,6% Brasil: 3,4% Espanha: 3,2% Turquia: 3,2% Polônia: 2,9% Estados Unidos: 2,8% Lituânia: 2,7% Noruega: 2,1% Eslováquia: 2% Coreia: 2% Portugal: 1,9% Colômbia: 1,7% Eslovênia: 1,6% Canadá: 1,5% México: 1,5% Suíça: 1,3% Arábia Saudita: 1,3% França: 1,2% República Tcheca: 1,1% Austrália: 1,1% Bélgica: 1% Suécia: 1% Países Baixos: 0,9% Reino Unido: 0,9% Itália: 0,7% África do Sul: 0,6% Hungria: 0,5% Islândia: 0,5% Israel: 0,1% Japão: 0,1% Finlândia: -0,2% Alemanha: -0,2% Estônia: -0,3% Letônia: -0,4% Áustria: -1,2% Comparação com grupo de países: Brasil: 3,4%; G7: 1,7%; OCDE: 1,7%; União Europeia (27 países): 1%; Zona do Euro (20 países): 0,9%. [ad_2] Source link

Delegar fiscalização de alimentos aos municípios é irresponsável, diz Anffa Sindical

[ad_1] O Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais Federais Agropecuários (Anffa Sindical) manifestou preocupação com o anúncio do Governo Federal de permitir, pelo período de um ano, a comercialização nacional de alimentos inspecionados exclusivamente pelos municípios por meio do Serviço de Inspeção Municipal (SIM). Em nota divulgada nesta sexta-feira (7), a entidade reitera a importância do rigor da fiscalização de produtos de origem animal, “essencial para garantir sanidade, qualidade e a conformidade com os padrões internacionais de segurança dos alimentos”. O Sindicato lembra que a medida do governo contempla um rol limitado de produtos, incluindo leite, mel e ovos, sem abranger a carne, que segue sob inspeção mais rígida. “Embora seja importante a iniciativa do governo de buscar ampliar a oferta de produtos a um custo menor para a população, a medida pode fragilizar o controle sanitário, uma vez que os produtos não passarão pelo mesmo nível de inspeção aplicado pelo Sistema Brasileiro de Inspeção de Produtos de Origem Animal (Sisbi)”, destacou o presidente do Anffa Sindical, Janus Pablo Macedo. Falta de estrutura municipal Atualmente, os produtos fiscalizados pelo SIM são destinados ao consumo dentro do próprio município, com exceção das mercadorias que já possuem a habilitação pelo Sisbi (que já podem comercializar em qualquer local dentro do país). A Anffa Sindical salienta que nem todo município possui equipe suficiente para realizar a fiscalização adequada, não por falta de cumprimento da legislação sanitária, mas por falta de equipe. “Portanto, transferir essa fiscalização para os municípios sem recursos orçamentários, nem de servidores é irresponsável.” Segundo Macedo, muitos estabelecimentos que operam sob o Serviço de Inspeção Municipal buscam obter a certificação federal e não conseguem, justamente por não atenderem a todos os critérios exigidos pelo Mapa. “A liberação da comercialização de forma nacional não leva a um aumento direto de oferta dos alimentos, uma vez que eles já são comercializados de forma local, nos municípios. A estratégia é inócua no sentido econômico, mas aumenta o risco de problemas sanitários de itens que são vendidos nas proximidades. Isto sem contar questões de logística de transporte, armazenamento, temperatura etc”, pontua. Outro ponto levantado pela nota da entidade é o fato de que produtos com menor controle tendem a chegar ao consumidor com menor qualidade. “A medida que eventualmente pode reduzir o preço de qualquer alimento não pode ser executada em detrimento da qualidade e sanidade dos produtos e a saúde da população. Não há como precificar a saúde da população.” No texto da nota, a entidade reforça a necessidade de garantir a qualidade sanitária e a conformidade com os padrões internacionais de segurança dos alimentos, em benefício da saúde da população e da credibilidade do agronegócio brasileiro. [ad_2] Source link

PIB de 2024 marca 4º ano seguido de crescimento, com destaque para investimentos

[ad_1] O crescimento de 3,4% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2024, acima das projeções de mercado, marca o quarto ano consecutivo de crescimentos após a pandemia da covid-19 e se destaca pelos investimentos em taxas positivas. A avaliação é do Ministério do Planejamento, que divulgou nota repercutindo o resultado. “O crescimento da Indústria e dos Serviços foi o destaque no lado da oferta. Na ótica da demanda, todos os componentes registraram variação positiva: o consumo das famílias acumulou alta de 4,8%; o consumo do governo com expansão de 1,9% e o investimento mantendo taxas positivas no acumulado em quatro trimestres, pela segunda vez consecutiva”, destacou a pasta. A análise do Ministério do Planejamento destaca que entre 2022 e 2024, o PIB brasileiro cresceu em todos os trimestres. Além disso, também foi ressaltado o PIB per capita, que variou em termos reais em 3% na passagem de 2023 para 2024. Ainda sobre o resultado de 2024, o Planejamento ponderou que o bom desempenho de Serviços e Indústria compensou a queda na agropecuária. “O desempenho negativo da agropecuária foi decorrente dos efeitos climáticos adversos que impactaram várias culturas importantes da lavoura, com queda na estimativa anual de produção e perda de produtividade”, diz o documento. Em relação ao crescimento de 7,3% na formação bruta de capital fixo, uma proxy para investimento, a pasta destacou que houve aumento tanto da produção interna de bens de capital quanto de sua importação, além da expansão da Construção e do Desenvolvimento de Software. [ad_2] Source link

Governo culpa ‘atravessadores’ pelo alto preço do ovo

[ad_1] O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou, nesta sexta-feira (7), que pode tomar medidas “mais drásticas” para baixar o custo dos alimentos aos consumidores e culpou os “atravessadores” pelo alta do preço dos ovos no país. Entretanto, o chefe do Executivo não explicou que medidas seriam essas, ao falar sobre o assunto durante evento em Campo do Meio, Minas Gerais. “Eu quero encontrar uma explicação para o preço do ovo”, disse. “O ovo está saindo do controle. Uns dizem que é o calor, outros dizem que é exportação e eu estou atrás [da explicação]”, acrescentou Lula. O presidente diz que o governo quer encontrar uma solução pacífica, “mas se a gente não encontrar, a gente vai ter que tomar atitudes mais drásticas, porque o que interessa é levar a comida barata para mesa do povo brasileiro”, afirmou, defendendo que também é preciso pagar um preço justo aos produtores. “A gente não quer que o produtor tenha prejuízo. O que nós precisamos é saber que tem atravessador no meio. Entre o produtor e o consumidor deve ter muita gente que mete o dedo no meio. E nós vamos descobrir quem é o responsável por isso”, reforçou. Segundo o presidente, de janeiro de 2023 a janeiro de 2025, a caixa do ovo com 30 dúzias variou próximo de R$ 140. No mês de fevereiro deste ano, ela subiu para R$ 210. “Eu quero saber porque que ela deu esse salto. Quem é que meteu o bedelho e chutou a bola para cima?”, questionou. “Situação comum” A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), entretanto, afirmou que a alta no preço dos ovos é uma “situação sazonal, comum ao período pré e durante a quaresma [período em que algumas comunidades cristãs se preparam para a Páscoa]”, quando as famílias costumam substituir o consumo de carnes vermelhas por ovos. A associação ainda cita aumento nos custos de produção, como o preço do milho e das embalagens, e as “temperaturas em níveis históricos”, que impactam na produtividade das aves. Para a entidade, o mercado deverá se normalizar até o final do período da quaresma, com o restabelecimento dos patamares de consumo das diversas proteínas. A ABPA lembrou que, embora em alta, as exportações de ovos têm efeito praticamente nulo sobre a oferta interna, já que representam menos de 1% das 59 bilhões de unidades que deverão ser produzidas este ano. Redução de impostos Nesta quinta-feira (6), o governo federal anunciou algumas medidas para reduzir os preços dos alimentos ao consumidor, entre elas a isenção do imposto de importação de nove produtos alimentícios considerados essenciais. A medida incidirá sobre café, azeite, açúcar, milho, óleo de girassol, sardinha, biscoitos, macarrão e carnes. A redução das tarifas de importações sobre os itens entrará em vigor nos próximos dias, após serem aprovadas pela Câmara de Comércio Exterior (Camex). “Nós vamos encontrar uma solução, porque eu tenho certeza que nesse país todo mundo tem interesse que o povo possa comer bem. Comida de qualidade, comida saudável, comida, de preferência, orgânica para que a gente possa ter qualidade de vida. Nós, então, estamos muito ansiosos, o governo inteiro está preocupado, tem muito empresários também que está preocupado”, disse Lula. [ad_2] Source link

veja como o mercado finalizou a semana

[ad_1] O mercado físico do boi gordo encerra a semana com algumas tentativas de compra em patamares mais altos. Segundo o analista de Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias, as escalas de abate começam a apertar em algumas regiões do país, em especial para machos. “O que se nota é uma demanda mais expressiva para animais que cumprem os requisitos de exportação para a China“, diz. De acordo com ele, a oferta de fêmeas ainda está presente no mercado. “No entanto, essa oferta é mais importante para indústrias que operam no mercado doméstico. A melhora dos preços da carne durante a semana é outro elemento a ser considerado que pode oferecer suporte aos preços”, considera Iglesias. São Paulo: R$ 310,67, queda de 0,9% em relação a ontem (R$ 307,75) Goiás: R$ 291,25, redução de 0,3% (R$ 290,36) Minas Gerais: R$ 307,53, retração de 1,6% (R$ 302,65) Mato Grosso do Sul: R$ 294,55, diminuição de 1,2% (R$ 298,30) Mato Grosso: R$ 298,92, aumento de 0,2% (R$ 298,38) Mercado atacadista O mercado atacadista se depara com preços firmes para a carne bovina. A expectativa ainda é de alta dos preços no curto prazo, em linha com a entrada dos salários na economia, motivando a reposição entre atacado e varejo. “Vale o destaque de que a população ainda prioriza cortes mais acessíveis, a exemplo da carne de frango, ovos e embutidos”, disse Iglesias. O quarto traseiro ainda é precificado a R$ 24,50, por quilo. Quarto dianteiro segue cotado a R$ 18,00, por quilo. Já a ponta de agulha continua precificada a R$ 17,00, por quilo. Câmbio O dólar comercial encerrou em alta de 0,51%, sendo negociado a R$ 5,7886 para venda e a R$ 5,7866 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,7537 e a máxima de R$ 5,8002. Na semana, a divisa desvalorizou 2,14%. [ad_2] Source link

Zerar alíquota de importação vai quebrar cadeias produtivas, critica Faesp

[ad_1] A decisão do governo federal de zerar as alíquotas de importação para alguns alimentos, incluindo carne, café, milho, açúcar e azeite foi criticada pelo presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de São Paulo (Faesp), Tirso Meirelles. Segundo ele, a medida, que pretende conter a alta no preço dos alimentos, terá reflexo em várias cadeias produtivas e “pode quebrar o setor agropecuário nacional”, motor da economia, responsável por sucessivos superávits da balança comercial. Para Meirelles, o governo “perdeu a mão” da política monetária. “A inflação está em alta, os juros estão exorbitantes, a taxa de câmbio trará aumento do custo de produção. Não existe estoque regulador, não existe armazenamento, a infraestrutura é incapaz de atender a produtividade nacional, trazendo custos adicionais ao produtor rural e, consequentemente, ao valor final para o consumidor”, enumera. Segundo o presidente da Faesp, ao invés de o governo trabalhar para que o setor produtivo tenha competitividade, toma uma atitude que pode enfraquecer o campo. “A ação é ineficaz e certamente irá quebrar o produtor nacional. Nos primeiros meses do ano, o que estamos vendo é uma série de ações que penalizam aquele que trabalha para garantir o alimento de milhões de brasileiros e mais de um bilhão em todo o mundo”, frisou Meirelles. Mais cedo, o vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Geraldo Alckmin, afirmou que a decisão de zerar a alíquota de importação de alguns produtos não deve prejudicar produtores locais. “Nós estamos num momento onde você reduzir o imposto de importação ajuda a reduzir o preço. Nós não vamos, não está substituindo, você está complementando”, afirmou. Alckmin citou produtos que o Brasil depende de importação, como óleo de palma e azeite. Segundo ele, a produção nacional dos dois produtos é muito pequena. Já Meirelles, da Faesp, ressaltou que o governo precisa de uma política de longo prazo para o setor agropecuário, com recursos para crédito agrícola, seguro rural e fomento à produção. Ele lembrou que há um ano vem reiterando a necessidade de medidas como as Farm Bills americanas, programa de médio e longo prazos, votado pelo Congresso dos Estados Unidos, com recursos e programas de apoio à produção. [ad_2] Source link

confira os números no Brasil

[ad_1] O mercado brasileiro de soja apresentou preços mistos nesta sexta-feira (7). Embora os patamares de preços continuem firmes, os prêmios recuaram, embora ainda permaneçam fortalecidos. A indústria segue com indicações firmes, superiores à paridade de exportação. Confira as cotações por região: Passo Fundo (RS): subiu de R$ 129,00 para R$ 130,00 Região das Missões (RS): subiu de R$ 130,00 para R$ 131,00 Porto de Rio Grande (RS): subiu de R$ 133,00 para R$ 137,00 Cascavel (PR): caiu de R$ 130,00 para R$ 129,00 Porto de Paranaguá (PR): manteve em R$ 136,00 Rondonópolis (MT): manteve em R$ 115,00 Dourados (MS): subiu de R$ 119,00 para R$ 119,50 Rio Verde (GO): caiu de R$ 115,00 para R$ 114,00 Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! 🌱 Soja em Chicago Os contratos futuros de soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a sexta-feira (7) com preços mistos, com ganhos predominando nas posições mais distantes e quedas nas mais curtas. O dia foi de ajustes e cautela após uma semana de volatilidade, com os investidores acompanhando os anúncios e desistências de Donald Trump sobre tarifas comerciais. USDA O mercado agora começa a se posicionar para o relatório de março do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), que deve indicar poucas alterações no quadro de oferta e demanda de soja. A expectativa é que o Departamento eleve a estimativa para a safra do Brasil de 169 milhões para 169,3 milhões de toneladas, enquanto a previsão para a Argentina deve ser reduzida de 49 milhões para 48,6 milhões de toneladas. Analistas consultados pelo mercado apostam em estoques americanos de soja de 381 milhões de bushels para 2024/25, ligeiramente acima da previsão anterior de 380 milhões. Já os estoques mundiais finais de soja em 2024/25 devem ficar em 124,2 milhões de toneladas, contra 124,3 milhões estimados em fevereiro. Contratos futuros da soja Com relação aos contratos de soja, a posição maio fechou com queda de 2,25 centavos de dólar, ou 0,21%, a US$ 10,25 por bushel, enquanto a posição julho teve uma cotação de US$ 10,38 3/4 por bushel, com uma perda de 0,75 centavo ou 0,07%. Já as demais posições subiram. No mercado de subprodutos, a posição maio do farelo de soja fechou com uma queda de US$ 0,50 ou 0,16%, a US$ 304,40 por tonelada, enquanto o óleo de soja teve um pequeno aumento de 0,25 centavo ou 0,57%, fechando a 43,42 centavos de dólar por libra-peso. Câmbio O dólar comercial encerrou a sexta-feira com alta de 0,51%, negociado a R$ 5,7886 para venda e R$ 5,7866 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,7537 e a máxima de R$ 5,8002. Na semana, a divisa desvalorizou 2,14%. [ad_2] Source link

Próxima semana terá chuvas nas lavouras de soja; confira

[ad_1] Os produtores de soja devem acelerar seus trabalhos no campo, pois a tendência é de uma segunda semana mais chuvosa. Entre os dias 8 e 12 de março, espera-se que a chuva avance para o sul e parte do sudeste, incluindo Mato Grosso do Sul, com um total de até 50 mm em 5 dias. Esse volume de chuva não deverá atrapalhar os trabalhos no campo e ainda é benéfico para a umidade do milho safrinha. Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! 🌱 No entanto, problemas ainda são esperados nas regiões Norte do Pará, Norte de Mato Grosso e Rondônia, onde as chuvas podem ultrapassar os 100 mm em 5 dias. A partir da próxima semana, o cenário começa a mudar, com chuvas voltando com força para a região Centro-Oeste. Nesse período, espera-se entre 70 a 80 mm em 5 dias, o que pode prejudicar a finalização da colheita da soja, mas, por outro lado, é um excelente indicativo de boa umidade para o milho safrinha, que acaba de ser semeado. O tempo nas lavouras de soja Já no Sudeste, as chuvas mais intensas são esperadas para o sul de Minas Gerais, com o avanço das precipitações para o Centro-Norte de Minas, chegando até Unaí, um importante município produtor do estado. No sul, o Rio Grande do Sul e Santa Catarina devem ter uma trégua, com tempo mais seco, mas a chuva persiste no Paraná, com volumes de cerca de 30 mm em 5 dias. No Nordeste, especialmente nas áreas do Tocantins e do Matopiba, o volume de chuva será mais modesto. Espera-se chuvas de 30 a 40 mm no oeste da Bahia e Centro-Norte da região baiana, o que não prejudica os trabalhos no campo e ainda favorece a boa umidade do solo. No Centro-Norte do Maranhão e no Piauí, as chuvas serão mais intensas, com volumes que podem ultrapassar os 100 mm entre os dias 13 e 17 de março. [ad_2] Source link