Soja tem preços estáveis a mais baixos no Brasil; saiba as cotações

[ad_1] O mercado brasileiro de soja teve preços de estáveis a mais baixos no Brasil nesta segunda-feira (17). Os prêmios seguem firmes, mesmo em plena colheita. A queda do dólar foi o que pressionou a retração doméstica. Poucos negócios foram registrados, com os produtores esperando por melhores oportunidades. Preços da soja no país Em Passo Fundo (RS), o preço permaneceu em R$ 129,00 Em Santa Rosa (RS), o preço seguiu em R$ 130,00 No Porto de Rio Grande (RS), o preço ficou estável em R$ 135,00 Em Cascavel (PR), o preço recuou de R$ 129,00 para R$ 127,00 No Porto de Paranaguá (PR), o preço se manteve em R$ 135,00 Em Rondonópolis (MT), o valor caiu de R$ 117,00 para R$ 116,00 Em Dourados (MS), o preço baixou de R$ 117,00 para R$ 116,00 Em Rio Verde (GO), a saca permaneceu em R$ 111,00 Chicago Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a segunda-feira mistos, perto da estabilidade. As primeiras posições registraram leve baixa e as demais subiram moderadamente. A boa alta do trigo e do óleo ajudaram a sustentar os preços. Mas o movimento foi limitado pela ampla oferta da oleaginosa, devido ao avanço da colheita de uma safra recorde no Brasil. As preocupações com a política tarifária de Trump, com a guerra comercial escalando com a China, e o esmagamento abaixo do esperado nos Estados Unidos completaram o cenário de pressão. A Associação Norte-Americana dos Processadores de Óleos Vegetais (NOPA) informou que o esmagamento de soja atingiu 177,87 milhões de bushels em fevereiro, ante 200,383 milhões no mês anterior. A expectativa do mercado era de 185,229 milhões. Em fevereiro de 2023, foram 186,194 milhões de bushels. As inspeções de exportação norte-americana de soja chegaram a 646.667 toneladas na semana encerrada no dia 13 de março, conforme relatório semanal divulgado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). Na semana anterior, as inspeções de exportação de soja haviam atingido 853.645 toneladas. Contratos futuros da soja Os contratos da soja em grão com entrega em maio fecharam com baixa de 0,50 centavos de dólar ou 0,04% a US$ 10,15 1/2 por bushel. A posição julho teve cotação de US$ 10,29 1/4 por bushel, perda de 0,75 centavos ou 0,07%. Nos subprodutos, a posição maio do farelo fechou com baixa de US$ 1,60 ou 0,52% a US$ 304,30 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em maio fecharam a 42,10 centavos de dólar, com alta de 0,51 centavo ou 1,22%. Câmbio O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 1,01%, negociado a R$ 5,6854 para venda e a R$ 5,6834 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,6654 e a máxima de R$ 5,7409. [ad_2] Source link

exportações do Brasil caem 6% em volume, mas receita cresce 12,6%

[ad_1] As exportações brasileiras de carne bovina, somadas in natura e processadas, registraram queda de 6% no volume embarcado em fevereiro de 2025, para 217,1 mil toneladas, ante 230,5 mil toneladas no mesmo mês de 2024. Apesar da retração nos volumes, a receita apresentou alta de 12,6%, passando de US$ 922,1 milhões para US$ 1,038 bilhão, segundo levantamento da Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafrigo) com base em dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC). O preço médio da carne bovina exportada aumentou significativamente, saindo de US$ 4.000 por tonelada em fevereiro de 2024 para US$ 4.782 por tonelada neste ano. Carne bovina no bimestre No acumulado do primeiro bimestre de 2025, as exportações somaram 456,1 mil toneladas, uma queda de 2% em relação ao igual período de 2024. A receita, contudo, subiu 12%, alcançando US$ 2,066 bilhões. O preço médio do bimestre também teve alta, passando de US$ 3.977 por tonelada em 2024 para US$ 4.529 por tonelada em 2025. A China, principal destino da carne bovina brasileira, reduziu suas importações em volume no primeiro bimestre, comprando 183,8 mil toneladas, uma queda de 5,3% em relação ao igual período de 2024. No entanto, a receita obtida com as exportações para o país asiático cresceu 4,5%, alcançando US$ 895,9 milhões. O preço médio pago pela China subiu de US$ 4.417 por tonelada para US$ 4.874 por tonelada. Os Estados Unidos, segundo maior mercado para a carne bovina brasileira, reduziram suas compras em 12,1%, passando de 89 mil toneladas nos dois primeiros meses de 2024 para 78,2 mil toneladas em 2025. Apesar da queda em volume, a receita das exportações para o país norte-americano cresceu 10,9%, chegando a US$ 286,3 milhões, impulsionada pelo aumento do preço médio de US$ 2.901 para US$ 3.360 por tonelada. O Chile, terceiro maior comprador da carne bovina brasileira, ampliou suas aquisições, de 11,9 mil toneladas em 2024 para 19,2 mil toneladas em 2025, crescimento de 61,7%. A receita obtida com as exportações ao país sul-americano quase dobrou, atingindo US$ 105 milhões, alta de 92,5%. Outro destaque foi a Argélia, que subiu para a quarta posição entre os principais importadores de carne bovina brasileira. O país elevou suas importações de 5,3 mil toneladas em 2024 para 15,9 mil toneladas em 2025, salto de 199%. A receita também teve aumento expressivo, de 254%, chegando a US$ 85,4 milhões. No total, 89 países aumentaram suas compras de carne bovina do Brasil no primeiro bimestre de 2025, enquanto 51 reduziram suas importações, de acordo com a Abrafrigo. [ad_2] Source link

O que esperar do mercado da soja? Confira os fatores que impactam o setor

[ad_1] Nesta segunda-feira (17), a plataforma Grão Direto divulgou uma análise detalhada sobre o mercado da soja, com destaques referentes aos principais fatores que influenciaram o setor na última semana. A colheita avança em ritmo acelerado, favorecida pelo clima e pelos negócios, mas enfrenta desafios logísticos que limitam o escoamento da safra. Já no cenário internacional, as exportações brasileiras seguem aquecidas, com um total de 16,3 milhões de toneladas embarcadas até 13 de março. A média diária de exportação aumentou para 332 mil toneladas, equiparando-se ao ritmo do ano anterior. No entanto, a volatilidade do câmbio tem impactado os preços. O dólar recuou 0,86% na semana, fechando a R$5,74, influenciado por incertezas políticas nos Estados Unidos. Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! 🌱 Chicago Em Chicago, o contrato de soja para maio de 2025 encerrou a US$10,17 por bushel, com queda de 0,78% na semana, enquanto o contrato para julho registrou baixa de 0,77%, fechando a US$10,31 por bushel. No mercado físico, os preços da soja seguem pressionados, sem sinais claros de recuperação. O que ‘vem aí’ no mercado da soja ? O cenário global continua incerto, especialmente devido à guerra tarifária. A China impôs tarifas de até 15% sobre produtos agrícolas e energéticos dos EUA, levando empresas chinesas à redução em suas compras de soja americana. Além disso, a União Europeia planeja implementar novas tarifas sobre produtos americanos, o que pode favorecer o farelo de soja brasileiro, apesar dos desafios logísticos. Outro fator que pode impactar o setor são os fretes marítimos. O presidente dos EUA, Donald Trump, considera taxar navios de fabricação chinesa que atracam em portos americanos. Como a maior parte dos graneleiros é produzida na China, essa medida pode encarecer o frete nos EUA e redirecionar embarcações para a América do Sul, pressionando os custos para baixo. Apesar dos desafios, a demanda global por soja permanece sólida. Na China, os processadores operam com margens positivas, e os prêmios nos portos brasileiros seguem fortalecidos, mesmo em um período sazonalmente fraco para o mercado. Com a pressão de baixa em Chicago e os prêmios no Brasil sustentados, a expectativa é de um mercado volátil nas próximas semanas, abrindo oportunidades para produtores atentos às movimentações globais. [ad_2] Source link

veja previsão do tempo do Inmet para a semana

[ad_1] A previsão do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) para o período de 17 a 24 de março indica um cenário de chuvas volumosas em parte das regiões Norte, Nordeste, Sudeste e Centro-Oeste, enquanto o Sul e o centro-leste do país terão predomínio de tempo seco e temperaturas elevadas. O modelo numérico Cosmo do Inmet aponta acumulados acima de 80 mm para áreas do Norte e Nordeste, principalmente devido à influência da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT). Já no Sul, centro-leste da Bahia, Alagoas, Sergipe, Pernambuco e partes do Mato Grosso do Sul e São Paulo, as chuvas devem ser escassas, com volumes abaixo de 20 mm. Norte: chuvas intensas e umidade elevada No Norte, os maiores volumes de chuva devem ocorrer entre o centro-leste do Pará e o oeste do Amazonas, com acumulados superiores a 60 mm. Esse cenário é resultado da entrada de ventos alísios, que transportam grande quantidade de umidade do Oceano Atlântico. Por outro lado, áreas de Roraima, nordeste do Amazonas, noroeste do Pará, Amapá e sudoeste do Tocantins terão volumes menores, abaixo de 40 mm. Nordeste: risco de ventos fortes e chuva expressiva A ZCIT favorecerá chuvas acima de 80 mm no Maranhão, Piauí, Ceará e Rio Grande do Norte, com rajadas de vento que podem chegar a 100 km/h. Já no leste da região, abrangendo Paraíba, Pernambuco, Alagoas e Bahia, a previsão é de volumes abaixo de 20 mm, podendo haver locais sem registro de chuva. Centro-Oeste: pancadas de chuva e calor persistente A combinação de calor e umidade manterá instabilidades no norte e sul de Mato Grosso, Goiás e Distrito Federal, com acumulados que podem ultrapassar 80 mm a partir de quarta-feira (19). Em Mato Grosso do Sul, o padrão será de chuvas irregulares, com volumes menores no centro-sul do estado e maiores no norte. Sudeste: precipitações no Rio de Janeiro, Espírito Santo e Minas Gerais A partir de quarta, as chuvas se intensificam na divisa entre Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espírito Santo, além do nordeste de São Paulo, onde os acumulados devem superar 60 mm. No norte mineiro, o tempo segue firme, enquanto o centro-sul paulista pode registrar volumes inferiores a 10 mm. Sul: tempo seco predomina, com pancadas isoladas no litoral A semana será de tempo firme na maior parte da região, sob influência de uma massa de ar seco. No início da semana, a nebulosidade aumenta no leste de Santa Catarina, com pancadas isoladas. No entanto, até o fim da semana, a previsão indica tempo aberto e estável em toda a região. Calor intenso persiste no interior do Brasil As temperaturas máximas seguem elevadas no início da semana, especialmente no interior do Nordeste, norte de Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, oeste do Paraná e Rio Grande do Sul, onde os termômetros podem ultrapassar os 34 °C. Na quarta, essas condições se intensificam no oeste da Bahia e noroeste de Minas Gerais, com mínimas superiores a 26 °C na região Norte, oeste e norte do Nordeste, Centro-Oeste e oeste do Sudeste. Já na sexta-feira (21), mínimas entre 24 °C e 26 °C devem ser registradas no Norte e Nordeste, enquanto no Centro-Oeste e oeste do Sudeste os valores ficarão acima dos 22 °C. O Sul terá mínimas abaixo de 18 °C, exceto no oeste do Paraná e Santa Catarina, onde ficarão acima de 20 °C. Em áreas serranas dos três estados do Sul, as temperaturas podem cair para 14 °C ou menos. [ad_2] Source link

Vote e escolha seu favorito ao Prêmio Personagem Soja Brasil!

[ad_1] A votação para escolher o Personagem Soja Brasil já está aberta. O prêmio reconhece os produtores e pesquisadores que mais se destacaram no desenvolvimento e na sustentabilidade do grão. Participar é simples: basta preencher seu nome e e-mail neste link, realizar a verificação e, pronto, seu voto será contabilizado. Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! 🌱 Indicados ao prêmio Soja Brasil! Os indicados deste ano são profissionais que se destacam na pesquisa, produção e inovação no setor da soja, como Alberto Schlatter, produtor rural em Chapadão do Sul (MS), focado em sustentabilidade e eficiência produtiva; Anderson Cavenaghi, pesquisador da Univag (MT), desenvolvendo novas tecnologias para o cultivo; e Cecilia Czepak, professora e pesquisadora da Universidade Federal de Goiás, referência em melhoramento genético e práticas agrícolas inovadoras. Além disso, destacam-se Claudia D’Agostini, produtora rural no Paraná, com vasta experiência na implementação de soluções tecnológicas no campo; Julio Cezar Franchini, pesquisador da Embrapa Soja (PR), que lidera estudos sobre sustentabilidade e produtividade; e Oliverio Alves de Melo, produtor rural no Maranhão, reconhecido pela adaptação de técnicas de cultivo ao nordeste brasileiro, ampliando a presença da soja na região. Os vencedores serão definidos por voto popular, e qualquer pessoa pode participar. Acesse o link, escolha seu candidato e contribua para a valorização dos profissionais que impulsionam o crescimento da commodity no Brasil. Para mais detalhes sobre as trajetórias dos indicados, acesse a matéria. [ad_2] Source link

Proposta na Câmara pode gerar crédito específico para agricultura familiar

[ad_1] Um Projeto de Lei que está em apreciação na Câmara dos Deputados prevê a criação de uma modalidade específica de crédito rural direcionado ao desenvolvimento da agricultura familiar e dos empreendimentos rurais familiares. O objetivo da proposta é promover a produção agroecológica, a industrialização e a comercialização de produtos. O texto também estabelece a oferta de recursos adequados e a flexibilização de garantias para os jovens rurais. O intuito do autor, deputado Ricardo Ayres (Republicanos-TO), é corrigir o que considera uma falha histórica de direcionamento desigual dos recursos do crédito rural, favorecendo também a criação de oportunidades para permanência do jovem no campo. O texto do Projeto 4653/24 altera a lei que trata do crédito rural. Atualmente, as modalidades de crédito rural se destinam a produtores rurais de capacidade técnica e substância econômica reconhecidas; crédito rural orientado com o objetivo de elevar os níveis de produtividade e melhorar o padrão de vida do produtor e sua família; cooperativas de produtores rurais; crédito para comercialização; e programas de colonização e reforma agrária. Recursos para o crédito Para a modalidade de desenvolvimento da agricultura familiar, o projeto prevê a destinação de recursos controlados do crédito rural equivalentes a pelo menos 50% do valor médio dos contratos concedidos para essa modalidade no ano safra anterior, multiplicado pelo número de estabelecimentos familiares identificados no país. Citando o Censo Agropecuário, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Ricardo Ayres lembra que existiam no Brasil, em 2017, 3,9 milhões de estabelecimentos agropecuários de base familiar ou 76,8% do total. “Entretanto, dos R$ 476 bilhões em recursos previstos para o crédito rural na safra 2024/2025, somente R$ 76 bilhões foram destinados ao Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), o que corresponde a apenas 16% do total”, comparou. Jovens Pela proposta, jovens com idade entre 16 e 29 anos, integrantes de unidades familiares de produção agrária, também poderão obter crédito sem a obrigatoriedade de oferecer garantias, exceto: enquadramento no Programa de Garantia da Atividade Agropecuária da Agricultura Familiar (Proagro Mais); a vinculação em garantia de valores recebidos em decorrência de contrato de pagamento por serviços ambientais. Na avaliação de Ricardo Ayres, a sucessão rural é outra questão que afeta a agricultura familiar. O parlamentar cita o estudo Governança e gestão do patrimônio das famílias do agronegócio, da Fundação Dom Cabral e da Consultoria JValério, mais de 80% das empresas ativas no campo são lideradas por seus fundadores, enquanto apenas 41% são administradas por membros da segunda geração. Apenas 16% pertencem à terceira geração e menos de 1% continuam além da quarta geração, acrescenta Ricardo Ayres. “Esses dados indicam a necessidade de políticas públicas que criem oportunidades para a permanência do jovem no campo, favorecendo a sucessão rural”, argumentou. Próxima etapa O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, a medida precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado. [ad_2] Source link

Tech Farm Show 2025 é cancelado

[ad_1] Os organizadores da Tech Farm Show 2025 comunicaram o cancelamento do evento que estava programado para os dias 03, 04 e 05 de abril de 2025, em Gurupi, no estado de Tocantins. A decisão foi tomada conjuntamente pela comissão organizadora com expositores que estavam confirmados. Segundo o comunicado, a decisão ocorreu após uma análise criteriosa do atual cenário econômico do agronegócio, que enfrenta desafios que impactam diretamente toda a cadeia produtiva. A organização enumerou alguns fatores que levaram ao cancelamento como a desvalorização dos produtos agropecuários, como grãos e arroba do boi, reduzindo o poder de compra do produtor; escassez de crédito subsidiado, dificultando o acesso a custeios e investimentos, essenciais para a continuidade dos negócios; incertezas para a safra 2025/2026. “Diante desse panorama lamentável, entendemos em conjunto que a viabilidade comercial da feira foi comprometida significativamente, impactando, organizadores, expositores e participantes que enxergam o evento como uma plataforma estratégica para geração de negócios”, informa o comunicado. [ad_2] Source link

MS, MT e SP lideram a colheita de soja no Brasil; veja os números

[ad_1] A colheita da safra de soja 24/25 avança pelo Brasil. Os dados mais recentes da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) apontam que Mato Grosso, São Paulo e Mato Grosso do Sul são os estados mais adiantados no processo. O avanço acontece devido às condições climáticas favoráveis em algumas regiões quanto o planejamento dos produtores, que buscam minimizar riscos e garantir o sucesso nos trabalhos. Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! 🌱 A soja nos estados mais avançados O estado de Mato Grosso, maior produtor de grãos do país, já colheu 91,7% da área plantada, dentro da média histórica (90,5%). Apesar do progresso, a safra de soja 2024/2025 em Mato Grosso tem enfrentado desafios, como o atraso no plantio devido à demora das chuvas, além de dificuldades climáticas e logísticas que impactaram a colheita e o escoamento. São Paulo também avançou rapidamente, atingindo 85% até 9 de março, um salto em relação aos 20% da semana anterior. Já Mato Grosso do Sul já colheu 70% da safra, com avanço em relação aos 58% da semana anterior e se aproximando da média histórica (71,8%). A adoção de cultivares mais produtivas e resistentes, aliada ao uso de biotecnologia e sementes transgênicas, tem contribuído para o aumento da produtividade. Essas tecnologias ajudam a reduzir a necessidade de defensivos químicos, tornando a lavoura mais eficiente às adversidades climáticas. Safra de soja A colheita de soja no Brasil segue intensa nas principais áreas produtoras, com alta produtividade em diversas regiões, o que reforça a estimativa de produção recorde. De acordo com o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), o aumento da oferta do grão e a maior atividade dos compradores aqueceram os negócios para entrega imediata. Em 14 de março, o preço da saca de soja Cepea/Esalq em Paranaguá (PR) era de R$134,36, com leve queda de 0,04% em relação ao mês anterior. A Conab projeta uma produção de 167,37 milhões de toneladas, 13,3% superior à safra 2023/24, com 56,3% da colheita já realizada até 9 de março. [ad_2] Source link

Ações ajudam produtores a enfrentar escassez de chuva no Sul do Brasil

[ad_1] A falta de chuva está deixando municípios catarinenses em alerta. O Governo de Santa Catarina, por exemplo, conta com ações permanentes para apoio direto aos produtores, com linhas de crédito e programas emergenciais para minimizar os impactos nas propriedades, em ocorrências climáticas. De acordo com a Epagri/Ciram, desde a segunda quinzena de janeiro, Santa Catarina registra pouca ocorrência de chuva, principalmente nos municípios que vão do Meio-Oeste ao Planalto Sul e Norte, bem como nas áreas próximas ao Paraná e ao Rio Grande do Sul. Segundo a Epagri/Ciram, neste verão as massas de ar quente estão atuantes no estado, provocando ondas fortes de calor. As frentes frias, que costumam trazer chuva mais significativa, vêm passando mais ao sul na altura do Uruguai e Rio Grande do Sul, e as poucas que atingiram o estado catarinense trouxeram chuva com mais intensidade no litoral, em pequena quantidade no interior, principalmente nas regiões do Extremo Oeste, Oeste e Meio-Oeste. “As chuvas estão mal distribuídas e são de curta duração, ocorrendo principalmente durante a tarde e seguidas de rápida evaporação, o que dificulta a infiltração no solo ou uma maior contribuição para elevar o nível de rios e reservatórios”, explica a meteorologista da Epagri/Ciram, Marilene de Lima. Falta de chuva e a produção de soja Conforme a Epagri/Cepa, a soja está em fase de colheita em Santa Catarina e, nas áreas semeadas mais tarde, pode-se ter alguma redução na produtividade média, mas de forma geral, a safra será uma das melhores dos últimos anos. Já o feijão 2ª safra e o milho 2ª safra estão predominantemente em fase de desenvolvimento vegetativo e início de floração. “Essas áreas merecem mais atenção, podendo haver perdas importantes em produtividade caso a escassez de chuva persista nos próximos meses”, diz o analista de socioeconomia e desenvolvimento rural da Epagi/Cepa, João Alves. Programas de apoio ao produtor O Programa Água no Campo SC com as linhas “Água para Todos” e “Cultivando Água e Protegendo Solo” é voltado aos financiamentos para captação, armazenamento, tratamento, distribuição de água para dessedentação animal e humana, proteção de nascentes, práticas de recuperação, conservação e manejo do solo e da água. Os agricultores podem acessar até R$ 100 mil, com prazo de pagamento de cinco anos e desconto de até 50% para adimplentes. O Pronampe Agro SC Emergencial apoia a recuperação de sistemas produtivos, incluindo benfeitorias, embarcações, máquinas e equipamentos danificados. O programa oferece a subvenção dos juros de 3% ao ano, de operação de crédito contratada pelos agricultores, com prazo de até oito anos. Atende os produtores que se enquadram no Pronaf e Pronamp com enquadramento de até R$ 100 mil por família. Os produtores podem acessar esses programas no escritório da Epagri do seu município. “O governo mantém um conjunto de ações permanentes para oferecer suporte direto aos agricultores, com linhas de crédito e programas emergenciais que visam minimizar os impactos das adversidades climáticas nas propriedades. Nossas equipes estão em campo para identificar os principais problemas e dar o suporte necessário”, afirma o secretário de Estado da Agricultura e Pecuária, Carlos Chiodini. Safra Garantida O Programa Safra Garantida SC – Garantindo a renda do agricultor Catarinense trará um novo fôlego aos agricultores que acessam o Pronaf Custeio Agrícola e aderem ao Proagro Mais – seguro compulsório do governo federal que protege a safra em casos de perda. Irá oferecer um subsídio de até R$ 1.500,00 aos agricultores familiares com renda bruta anual de até R$ 100 mil, para custear a taxa de adesão ao Proagro Mais. O Safra Garantida está em fase de regulamentação com bancos e cooperativas que operam o Pronaf. Quando volta a chuva? Segundo a meteorologista Gilsânia Cruz, a previsão até o fim de março é de chuva escassa e mal distribuída nas regiões do Extremo Oeste, Oeste e Meio-Oeste, ocorrendo com maior frequência na faixa leste do estado (Planalto ao Litoral). Nos meses de abril e maio, a previsão é de chuva próxima a abaixo da média climatológica em Santa Catarina, com chance de períodos prolongados sem chuva. Com a diminuição das chuvas de verão (chuvas convectivas), as frentes frias começam a chegar com mais frequência ao Sul do Brasil, especialmente na segunda quinzena do mês, contribuindo para a maior parte da precipitação em Santa Catarina. A média mensal de chuvas para o Oeste e Planalto deve variar entre 100 a 130mm, enquanto no Litoral esse valor fica entre 150 e 210mm. Para abril e maio, espera-se uma redução ainda maior nas chuvas, com a média mensal ficando entre 100 e 170mm no estado. [ad_2] Source link

Nível de umidade atinge menor grau em 30 anos e pode prejudicar safra de milho

[ad_1] A falta de chuvas nas últimas semanas reduziu a umidade do solo em importantes áreas produtoras de milho segunda safra no Brasil, exigindo acompanhamento contínuo do desenvolvimento das lavouras. Em nota, a EarthDaily Agro, empresa especializada no monitoramento agrícola via satélite, alertou que a precipitação acumulada desde o início de fevereiro atingiu o menor nível em 30 anos, enquanto temperaturas elevadas aceleraram a evapotranspiração no Centro-Sul do País. “Embora o calor não tenha impactado diretamente o milho segunda safra, devido ao estágio inicial das plantas, ele intensificou a evapotranspiração, reduzindo ainda mais a umidade do solo”, afirmou o analista de cultura da EarthDaily Agro, Felippe Reis. Nos últimos dez dias, os volumes de chuva foram baixos na maior parte do país, variando entre 0 e 20 milímetros. Em Mato Grosso, os acumulados oscilaram entre 15 e 100 mm, mas, no geral, ficaram abaixo da média histórica. Modelos meteorológicos divergem sobre os volumes esperados para os próximos dias. O modelo europeu ECMWF prevê chuvas abaixo da média para quase toda a zona produtora do milho segunda safra, enquanto o modelo americano GFS projeta precipitação acima da média em algumas áreas de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás e Paraná. O índice de vegetação (NDVI), que monitora a cobertura vegetal, aponta que o crescimento das lavouras em Mato Grosso segue satisfatório, apesar do plantio tardio. Em Goiás, o indicador mostra melhora recente, mas ainda reflete um ciclo atrasado. Em Mato Grosso do Sul, a seca no início do plantio não definiu o potencial produtivo da safra, e o NDVI se mantém entre os padrões observados em 2022, quando a safra foi satisfatória, e 2024, ano de menor produtividade. No oeste do Paraná, a falta de chuvas ainda não comprometeu as lavouras, mas a demanda hídrica aumentará nas próximas semanas, elevando a necessidade de precipitações para sustentar a produtividade. Já no Rio Grande do Sul, o NDVI indica uma redução expressiva, sinalizando o avanço da colheita das culturas de verão e a expectativa de baixa produtividade para soja e milho primeira safra. Segundo a EarthDaily Agro, o período seco não representa uma ameaça imediata ao milho segunda safra, mas, se persistir até o fim de abril, o potencial produtivo poderá ser comprometido. [ad_2] Source link